PSICOLOGIA
COMUNITÁRIA
UNIDADE II
Identidade Social
e Comunidade
Raquel Atique Ferraz
Amaxwell Davi Barros de Souza
Identidade Social
e Comunidade
Introdução
Para compreender melhor a área da psicologia comunitária, é preciso estudar sobre
a formação da comunidade e os aspectos que abrangem esse termo e possíveis
intervenções, considerando os processos de inclusão e exclusão social e formação
de identidade individual e coletiva. Ao realizar intervenções em comunidades, o
profissional vai lidar também com questões referentes ao saneamento da comunidade,
a alimentação das pessoas, condições de trabalho e poluição, ou seja, deve tratar
dos problemas que permeiam essa população para além das questões propriamente
psicológicas, a fim de melhorar a qualidade de vida dessa comunidade.
Objetivos da Aprendizagem
Ao final do conteúdo, esperamos que você seja capaz de:
• Compreender o processo de formação e definição de comunidade e aspectos
que envolvem essas populações.
• Explorar a formação da identidade social e coletiva e refletir sobre a inclusão
e exclusão social.
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Conceituando Comunidade
Sabe-se que a psicologia comunitária se estabelece como um campo interdisciplinar
que visa compreender o psiquismo humano à luz das dinâmicas sociais e das inter-
relações que se manifestam em contextos coletivos. Por meio de intervenções
psicossociais, tem como objetivo promover a conscientização e a participação ativa
dos indivíduos no ambiente social em que estão inseridos. Assim, a promoção da
consciência é facilitada pelo engajamento dos membros da comunidade em diversas
atividades, que podem incluir iniciativas culturais, políticas e de bairro (Santos, 2017).
Conceito de comunidade a partir de um objetivo comum
Fonte: Deduca (2024).
#pratodosverem: cinco pessoas em círculo se abraçando e sorrindo,
demonstrando um objetivo em comum e apoio com o grupo.
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Isso significa que é por meio da participação ativa, do comprometimento e do
sentimento de pertencimento ao grupo que se estabelecem as inter-relações
sociais. Essas interações, por sua vez, possibilitam novas percepções sobre a vida
e as circunstâncias, promovendo mudanças comportamentais e abrindo novas
possibilidades de existência. Nesse sentido, a participação é considerada um dos
fatores cruciais para a transformação psicossocial, pois integra o indivíduo de forma
ativa ao seu meio social e contribui para a construção de um contexto mais coeso
e solidário.
Psicologia comunitária precisa de membros engajados
Fonte: © childrennaturenetwork, [Link] (2024).
#pratodosverem: três jovens em um ambiente ao ar livre. Há um jovem
negro de cabelos curtos pretos, ele veste camiseta vinho, camisa
xadrez da mesma cor e calça preta e está se segurando em um troco
de árvore; ao seu lado, há uma jovem negra de cabelos longos em um
rastafari, ela veste camiseta branca, camisa xadrez amarela e uma
calça jeans, seu rosto está sorridente e seus olhos estão fechados; ao
lado, há uma jovem branca de cabelos compridos, ela veste camiseta
preta e calça jeans, seu rosto está sorridente e virado para cima.
Comunidade dentro da Ótica Sociológica
Embora o conceito de comunidade tenha sido parte de um movimento mais amplo nas
diversas ciências humanas e sociais, Sawaia (2010) observa que sua problematização
começou a ganhar destaque nas décadas de 1960 e 1970. Nesse período, um
segmento da psicologia social passou a se autodenominar comunitária, focando nos
fenômenos psicossociais que emergem em contextos fora da clínica e das instituições,
direcionando suas atenções principalmente para grupos sociais de baixa renda.
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A adoção de uma concepção teórica crítica para a interpretação do mundo, visando
à transformação social, torna a introdução do conceito de comunidade no âmbito da
psicologia social comunitária um aspecto epistemológico de significativa importância.
Essa introdução enriquece a compreensão do termo comunidade, abrangendo diversas
perspectivas de prática profissional. Nesse sentido, Azevedo (2009, p. 68) afirma que
“a comunidade representa um ambiente destinado à interação entre indivíduos e à
formação de grupos.” Além disso, conforme Guareschi (2007), os grupos são formados
a partir de um sistema de relações que podem ser modificadas em função das
transformações sociais e da inclusão de novos membros (Santos, 2017).
Góis (2016) entende que a comunidade pode ser um espaço de convivência estável
em que existam relações diretas e pessoais entre os moradores. Entendemos que
isso pode proporcionar um sentimento ímpar de proteção e crescimento individual
em relação ao ambiente social.
Nesse sentido, a autora traz que a comunidade se relaciona com o município e a
sociedade de forma mais ampla, influenciando e sendo influenciada em um processo
social que inclui contradições, conflitos e interesses compartilhados.
Um bom exemplo de tais considerações são as associações de moradores nos
bairros das cidades, em que os habitantes costumam se unir para resolver questões
como segurança ou limpeza, refletindo tanto os interesses locais quanto os desafios
do município e da sociedade em geral.
Diferentemente da abordagem verticalizada que impõe necessidades à comunidade,
característica de modelos ortodoxos, o desenvolvimento comunitário se distingue
pelo fato de que, em última análise, a decisão final sobre as questões que envolvem
a vida comunitária cabe aos próprios membros da comunidade. Esse princípio é o
que possibilita um desenvolvimento participativo, que se baseia na interdependência
entre a comunidade, o governo e outras instituições (Góis, 2008 apud Santos, 2017).
Atenção
Desse modo, o desenvolvimento comunitário pode ser compreen-
dido como o fortalecimento da cidadania, da consciência crítica
e da participação ativa dos moradores nas instâncias e decisões
que afetam o futuro de sua realidade coletiva. Nesse contexto, os
membros da comunidade estariam em posição de reivindicar e
disputar os espaços de participação disponíveis.
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Ao se tornarem conscientes de sua condição de exploração e submissão, bem como
de seus direitos como cidadãos, esses indivíduos não aceitariam mais passivamente
as diretrizes impostas por agentes governamentais que norteiam suas vidas. Por
meio de uma participação ativa, dialógica e consciente, tanto de agentes internos
quanto externos à comunidade, seria possível impulsionar seu desenvolvimento
de maneira a estarem sempre alinhados ao progresso da localidade e do município
como um todo.
Partição Social
No contexto de trabalho da psicologia comunitária, a partição social refere-se ao
processo de segmentação e diferenciação das comunidades e grupos sociais com
base em diversos critérios, como classe econômica, etnia, gênero, idade, entre
outros. Essa segmentação está relacionada a hierarquias sociais e pode influenciar
oportunidades de acesso a recursos, direitos e serviços, bem como afetar a interação
entre os indivíduos e grupos dentro de uma sociedade. Implica que, dentro de um
mesmo espaço geográfico ou social, existem diferentes grupos que experimentam
realidades distintas, frequentemente marcadas por desigualdades e exclusões.
Uma das dimensões importantes da partição social é a sua relação com o conceito
de capital social, que se refere à confiança e às redes de relacionamentos existentes
entre os membros de um grupo. Grupos que possuem um alto capital social tendem
a ter mais recursos à disposição, como acesso a informações, apoio emocional e
oportunidades de emprego. Em contrapartida, grupos marginalizados ou em situação
de vulnerabilidade frequentemente enfrentam uma carência de capital social, o que
agrava sua exclusão e limita suas possibilidades de mobilidade social.
Os grupos sociais não são apenas definidos por suas características demográficas,
mas também por suas práticas culturais, modos de vida e formas de organização
social e essa fragmentação pode levar à formação de subgrupos que compartilham
características e interesses comuns, mas que, ao mesmo tempo, enfrentam barreiras
que limitam a inclusão social e a participação plena em processos comunitários
(Santos, 2017).
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Grupos sociais que compartilham características e interesses comuns
Fonte: © cottonbro studio, Pexels (2024).
#pratodosverem: fotografia de três mulheres em volta de uma mesa em que
há um notebook, duas garrafas de água, dois copos com água e um vaso
com ramos de trigo. Da esquerda para a direita, há uma mulher jovem de
pele morena média usando um hijab branco e uma jaqueta de couro preta;
ao seu lado está uma mulher jovem negra com um turbante azul e óculos
de grau com armação grossa, ela está usando um blazer preto; do lado
direito, há uma mulher jovem de pele morena média usando um hijab preto
camisa branca e colete preto. Todas elas estão com semblante sorridente.
As transformações sociais, como movimentos sociais, mudanças econômicas e
avanços tecnológicos, podem criar formas de interação entre os grupos e desafiar as
estruturas de exclusão. Nesse sentido, a partição social não é um estado fixo, mas
um processo que pode ser influenciado por ações coletivas e políticas que promovam
a inclusão e a igualdade.
A partição social está relacionada à construção de identidades sociais, pois os
indivíduos tendem a se identificar com os grupos aos quais pertencem, o que pode
reforçar tanto a coesão interna quanto a exclusão de outros grupos. Por isso, ela
também pode ser vista como um fenômeno dinâmico, que está sujeito a mudanças
ao longo do tempo.
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Atenção
Baima e Guzzo (2020) enfatizam que a participação em projetos
comunitários de Psicologia deve ser compreendida historicamente,
evitando visões idealistas. Portanto, o psicólogo comunitário
precisa considerar não apenas a saúde mental, mas também
questões como saneamento, alimentação, trabalho e poluição,
abordando a qualidade de vida de forma crítica e integrada à
realidade histórica e social da comunidade.
Saiba mais
Para um conhecimento mais profundo sobre o assunto desta
unidade, confira o artigo Psicologia Comunitária e Participação:
Apontamentos Históricos e Considerações sobre o Modelo do
Desenvolvimento Comunitário.
Identidade (Social e Coletiva)
Montero (2004) destaca que a identidade comunitária é a percepção compartilhada
e construída pelos membros de uma comunidade sobre o que os une, com base em
experiências, valores, práticas e vínculos sociais comuns.
Para a autora, esse tipo de identidade envolve tanto os aspectos pessoais quanto
coletivos, relacionando os elementos de apoio, pertencimento, comprometimento e
estabilidade, além de refletir o sentido de pertencimento e a conexão dos sujeitos
com a comunidade.
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Formação de Identidade
Nesse sentido, a construção da psicologia comunitária no Brasil se baseou em modelos
teóricos e práticos da psicologia social, integrados principalmente à Sociologia, à
Educação Popular e à Ecologia. Isso define a psicologia comunitária como uma área
da psicologia social que estuda a atividade do psiquismo decorrente do modo de
vida do lugar ou da comunidade, explora o sistema de relações e representações,
analisa questões de identidade, níveis de consciência, identificação e pertinência dos
indivíduos ao lugar e aos grupos comunitários (Góis, 2003).
Ao se engajar na construção de seu espaço de vida, descobrindo-o, conquistando-o
e apropriando-se dele por meio de uma prática coletiva de cooperação, o morador
consegue desvendar o véu que limita sua conscientização e prejudica sua capacidade
de aprofundar sua compreensão do mundo. Sua prática passa a adquirir significado,
tanto para ele quanto para os outros, ao ser decodificada por ele e, em seguida,
recodificada com novos sentidos que lhe pertencem, tornando-se assim mais
profunda, dinâmica, transformadora e vital.
Góis (2003) traz que são utilizadas algumas expressões para enfoques teóricos e
práticos inseridos no escopo da psicologia comunitária, como:
Psicologia na comunidade
Refere-se a uma resposta à crise em relação a modelos importados e
elitistas, além de buscar vincular a Psicologia à realidade da população
mais empobrecida.
Psicologia da comunidade” e “psicologia de comunidade”
Estão ligadas às práticas relacionadas às questões de saúde e aos movimentos
de saúde mental.
Psicologia social comunitária
Busca se diferenciar da prática assistencial da psicologia comunitária originada
nos Estados Unidos, adotando o enquadramento teórico da psicologia social
crítica desenvolvida na América Latina durante os anos 70.
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Exclusão e Inclusão Social
A inclusão social ocorre quando as pessoas participam ativamente da vida comunitária,
envolvendo-se em processos que fortalecem sua identidade pessoal e coletiva.
Nesse contexto, conceitos como “espaço comunitário” e “processo comunitário”
representam o ambiente em que os indivíduos se conectam e colaboram, criando
uma vivência comum e solidária. A atividade comunitária é uma forma de agir em
conjunto, permitindo que todos contribuam para o bem-estar coletivo.
Por outro lado, a exclusão social se manifesta por meio de práticas de dominação,
opressão e exploração, em que determinados grupos ou indivíduos são marginalizados.
Góis também aborda ideologias que promovem submissão e resignação, fortalecendo
o caráter oprimido daqueles que são afastados das oportunidades de participação.
Exclusão e inclusão social
Fonte: Plataforma Deduca (2024).
#pratodosverem: foto de um conjunto habitacional brasileiro de pessoas
de baixa renda, também chamado de favelas ou comunidades.
Assim, a psicologia comunitária deve se atentar para as condições psicossociais
que afetam a vida da comunidade, tanto internas quanto externas, e que dificultam
a constituição dos moradores como sujeitos ativos de sua realidade, bem como
aquelas que os tornam sujeitos dessa realidade.
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Em virtude de toda essa discussão, Góis (2003) considera que a psicologia comunitária
se fundamenta em dois modelos principais: o desenvolvimento humano e a mudança
social, que busca alternativas sociopolíticas. Ambos os modelos partem de uma
perspectiva positiva sobre a comunidade e seus membros. Neles, está implícito o
reconhecimento da capacidade dos indivíduos e da própria comunidade de serem
responsáveis e competentes na construção de suas vidas, desde que existam
processos de facilitação social que promovam a ação local e a conscientização.
Jogo Dialético: Pressão Social, Conversão e Conscientização
Montero (2004) descreve o jogo dialético das lógicas sociais como pressão social,
conversão e conscientização, como podemos elencar a seguir:
Pressão social
Forças sociais, políticas, culturais e econômicas que influenciam os indivíduos
e as comunidades, em geral, de forma opressora. Elas manifestam-se por
meio de normas sociais, estruturas de poder, ideologias dominantes e
desigualdades sociais.
Conversão
Processo de mudança social sutil e inconsciente, no qual os indivíduos
assimilam, mesmo que parcialmente, os pontos de vista ou comportamentos
de uma minoria ativa. Embora não implique uma adesão total às ideias da
minoria, pode gerar uma mudança gradual nas normas e nos valores do
grupo majoritário.
Conscientização
Processo ativo, crítico e libertador no qual os indivíduos e as comunidades
tomam consciência das forças sociais que os oprimem e desenvolvem
uma compreensão crítica da sua realidade. A conscientização leva à ação
transformadora e ao compromisso com a mudança social.
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Esses três elementos interagem de forma constante na vida social. Essa interação
pode ocorrer na seguinte forma:
Jogo dialético
Movimentos sociais A conversão pode
lutam contra a ocorrer à medida que as
discriminação e reivindicações do
a desigualdade. movimento ganham
visibilidade e geram empatia.
A pressão social
manifesta-se por meio
de preconceitos,
estereótipos e práticas
discriminatórias.
A conscientização, por fim, dá-se quando
indivíduos e grupos, inspirados pela luta
do movimento, passam a questionar
seus próprios preconceitos e a se engajar
ativamente na luta por justiça social.
Fonte: adaptado de Montero (2004).
#pratodosverem: fluxograma com a relação de causa e consequência
da lógica social. Inicia com ponto “movimentos sociais lutam contra
a discriminação e a desigualdade”, que segue com uma seta com
ida e volta para o texto “a pressão social manifesta-se por meio de
preconceitos, estereótipos e práticas discriminatórias”. O ponto anterior
se liga ao ponto com seguinte texto: “A conversão pode ocorrer à medida
que as reivindicações do movimento ganham visibilidade e geram
empatia”. Por fim, há o ponto que finaliza o fluxograma com o seguinte
texto: “A conscientização, por fim, dá-se quando indivíduos e grupos,
inspirados pela luta do movimento, passam a questionar seus próprios
preconceitos e a se engajar ativamente na luta por justiça social”.
Saiba mais
Para saber mais sobre esse tema, acesso o link e leia o artigo "Psico-
logia, Trabalho e Processos Psicossociais: pesquisas e intervenções".
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Conclusão
Nesta unidade, vimos que a psicologia comunitária trata das dinâmicas sociais,
identidades e intervenções que envolvem saneamento, alimentação e condições de
trabalho. Dessa forma, o psicólogo facilita mudanças sociais e gera melhorias na
qualidade de vida, além de fortalecer a participação ativa e o senso de pertencimento
da comunidade.
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Referências
BAIMA, L. S.; GUZZO, R. S. L. Psicologia comunitária e participação: apontamentos
históricos e considerações sobre o modelo do desenvolvimento comunitário.
Estudos e Pesquisas em Psicologia, [S. l.], v. 20, n. 3, p. 993-1013, 2020. Disponível
em: [Link]
Acesso em: 17 set. 2024.
GÓIS, C. W. L. Psicologia comunitária. Universitas: Ciências da Saúde, [S. l.], v. 1, n. 2,
p. 277-297. 2003. Disponível em [Link]
article/viewFile/511/332. Acesso em: 17 set. 2024.
MONTERO, M. Introducción a la psicología comunitaria. Desarrollo, conceptos y
procesos. Buenos Aires: Editorial Paidós, 2004. Disponível em: [Link]
org/sites/default/files/sites/[Link]/files/Introducci%C3%B3n%20a%20
la%20psicolog%C3%ADa%20comunitaria.%20Desarrollo,%20conceptos%20y%20
procesos..pdf. Acesso em: 19 set. 2023.
SANTOS, A. P. D. Concepções teóricas e práticas da psicologia social comunitária
nos cursos de psicologia nas instituições de ensino superior no nordeste brasileiro.
2017. 121f. Dissertação (Mestrado em Psicologia) – Universidade Tuiuti do Paraná,
Curitiba, 2017. Disponível em [Link]
CONCEP%c3%87%c3%95ES%20TE%c3%[Link]. Acesso em: 17 set. 2024.