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Gestão Escolar na Educação Integral

O documento aborda o planejamento e a organização da gestão escolar na educação integral, destacando a importância de diretrizes e políticas sociais para a implementação de uma educação de qualidade. Baseando-se nos estudos de Heloísa Lück, enfatiza a necessidade de uma gestão democrática, a formação contínua dos educadores e a integração da escola com a comunidade. Além disso, discute a relevância do planejamento estratégico e da avaliação para garantir resultados educacionais satisfatórios.

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Julio Fernandes
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Gestão Escolar na Educação Integral

O documento aborda o planejamento e a organização da gestão escolar na educação integral, destacando a importância de diretrizes e políticas sociais para a implementação de uma educação de qualidade. Baseando-se nos estudos de Heloísa Lück, enfatiza a necessidade de uma gestão democrática, a formação contínua dos educadores e a integração da escola com a comunidade. Além disso, discute a relevância do planejamento estratégico e da avaliação para garantir resultados educacionais satisfatórios.

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PLANEJAMENTO E

ADMINISTRAÇÃO
EDUCACIONAL
UNIDADE III
Planejamento e
Organização da Gestão
Escolar na Educação
Integral
Mônica Garanhani
Planejamento e Organização
da Gestão Escolar na
Educação Integral

Introdução
Nesta unidade, vamos abordar diretrizes fundamentais referentes aos atributos de
planejamento e organização da Gestão Escolar e sua influência no resultado de
uma educação integrada. Para tanto, vamos tomar por referência os estudos de
Heloísa Lück e aprofundar a temática das políticas sociais e financeiras sobre a
educação integral.

Objetivos da Aprendizagem
Ao final do conteúdo, esperamos que você seja capaz de:

• Conhecer as áreas e dimensões que abrangem o trabalho da gestão escolar


na organização e implementação da educação integral na unidade escolar.
• Conhecer as dimensões do trabalho da gestão escolar segundo Heloísa Lück.
• Adquirir conhecimento das políticas sociais e financeiras sobre educa-
ção integral.

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Fundamentos e Princípios da Educação e da
Gestão Escolar
Estudamos que as concepções e atribuições são de suma relevância para
obter resultados promissores para uma educação de qualidade integral. Nesta
unidade, abordaremos os principais fundamentos e princípios da educação e de
uma gestão escolar.

Segundo Lück (2013, p. 19), a educação é um processo “organizado, sistemático e


intencional”, ao mesmo tempo é evolutivo e complexo, haja vista que a demanda não
se restringe apenas a um grande quadro funcional, mas também à participação e
contribuição da comunidade, dos pais e de distintas organizações, para garantir a
qualidade necessária.

Educação

Fonte: Freepik (2024).


#pratodosverem: a imagem mostra um ambiente educacional, possivelmente
uma sala de aula. No primeiro plano, há um suporte de metal azul cheio de lápis
coloridos, em destaque sobre uma mesa de madeira. Ao fundo, estão empilha-
dos vários livros abertos e fechados. Atrás dos livros, vemos um quadro negro
com fórmulas matemáticas ou escritas, levemente desfocadas. Há também um
pequeno globo terrestre na mesa.

De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, artigo 2 (Brasil, 1996), a


educação nos processos formais e realizados nas escolas tem como finalidade
“promover o desenvolvimento pleno do educando, sua preparação para o exercício da
cidadania e sua qualificação para o trabalho”.

Logo, a escola é uma instituição social que deve transmitir valores que possam contribuir
para a formação integral do aluno e desenvolver a sua habilidade de atuação cidadã.

4
Agora conheceremos alguns dos fundamentos para uma gestão e administração
escolar eficaz.

Liderança

O diretor da escola é um gestor, um líder e um mentor. Dessa maneira, compete


a ele zelar pela instituição como um todo, tendo como foco a aprendizagem e a
formação integral do aluno.

Planejamento e organização

O planejar e organizar propicia um entendimento claro acerca do direcionamento


educacional e define o compromisso com a promoção da mudança e melhoria.

Avaliação institucional

A avaliação permite verificar se os resultados pretendidos estão sendo alcançados.

Tais bases possibilitam a construção de um ambiente educacional favorável para uma


aprendizagem consciente, crítica e significativa, além de uma administração eficiente
e transparente.

Concepção de Heloisa Lück acerca da Dimensão Escolar

Antes de iniciar o conteúdo deste tópico, uma pergunta: você já ouviu falar da
pesquisadora e educadora Heloisa Lück? Vamos conhecer um pouco a sua trajetória.

Curiosidade
Heloisa Lück é formada em Letras pela Pontifícia Universidade
Católica do Paraná. Realizou o mestrado e o doutorado em
educação pela Columbia University. É autora de diversas obras
com ênfase em educação, administração e gestão.

Segundo Lück, a escola não é um local restrito apenas aos aspectos pedagógicos;
ela também possui um caráter social e cultural. Nesta perspectiva, compreende que
a escola deve ter uma abordagem crítica, reflexiva e que reconheça a diversidade
cultural dos discentes, promovendo assim uma educação integral e inclusiva.

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Dimensão escolar

Dimensão Escolar Descrição


A autora Lück concebe a escola como uma miniatura
da sociedade, na qual questões sociais e culturais
1. Dimensão Social e Cultural da Escola devem ser avaliadas. Logo, salienta a importância de
reconhecer e respeitar a diversidade cultural e social
dos discentes e possibilitar uma educação inclusiva.

Defende a participação ativa de todos os integrantes


da comunidade escolar (professores, alunos, pais e
funcionários) no processo decisório da instituição
2. Importância da Gestão Democrática
escolar. Portanto, a gestão democrática e a
participativa são concebidas como primordiais para a
criação de um ambiente escolar colaborativo.

Valoriza a formação contínua dos professores e


profissionais da educação como ponto estratégico
3. Enfoque na Formação e para a melhoria da qualidade da educação. A
Desenvolvimento Profissional gestão escolar deve criar mecanismos e estratégias
para engajar os professores na capacitação e
aprimoramento das habilidades.

O currículo deve ser estruturado e adaptado em


consonância com as necessidades e contextos dos
4. Relação Entre Currículo e Realidade
discentes. Deve ser constantemente revisitado e
Escolar
adaptado para refletir as reais mudanças sociais,
políticas e culturais.

Apoia uma abordagem crítica e reflexiva da avaliação


escolar, a qual não deve ser utilizada apenas para
5. Avaliação Crítica e Reflexiva mensurar o desempenho dos alunos, mas também
para informar e melhorar as práticas educativas e a
gestão escolar.

A escola deve estar integrada com a comunidade


local, procurando compreender as suas necessidades
6. Envolvimento com a Comunidade e anseios, possibilitando assim a criação de
parcerias e colaborando para o desenvolvimento da
comunidade.

Fonte: elaborado pela autora (2024).

Trabalho Escolar: Organização e Planejamento


Para Libâneo (2014), a organização do trabalho escolar é concebida como um
sistema extremamente complexo, que inclui estruturas formais, tais como direção,
coordenação, supervisão, professores, funcionários e alunos. Destaca que é preciso
uma organização estruturada e transparente para garantir o bom funcionamento da
instituição de ensino.

6
Conforme Lück:

Planejar a educação e a sua gestão implica delinear e tornar clara e


entendida em seus desdobramentos, a sua intenção, os seus rumos,
os seus objetivos, a sua abrangência e as perspectivas de sua atuação,
além de organizar, de forma articulada, todos os aspectos necessários
para a sua efetivação. Para tanto, o planejamento envolve, antes de tudo,
uma visão global e abrangente sobre a natureza da Educação, da gestão
escolar e suas possibilidades de ação (2013, p. 32).

Nesta linha, o planejamento é um processo contínuo e reflexivo, que possibilita a


definição dos objetivos, metas e resultados esperados pela organização.

Planejamento e organização

Fonte: Plataforma Deduca (2024).


#pratodosverem: uma mesa com vários papéis alinhados para um planejamento.

Para o planejamento os documentos escolares primordiais são: o PPP (Projeto Político


Pedagógico) e o PDE (Plano de Desenvolvimento da Escola). De acordo com Veiga
(2010, p. 151), o PPP deve refletir e esquematizar as intenções e objetivos da escola,
com a função de auxiliar no direcionamento do processo de ensino-aprendizagem.

O PDE é um plano estratégico, pois define a natureza da instituição de ensino, sua


missão, seus valores, finalidades, objetivos, estratégias de atuação e melhoria
organizacional. Por meio desse documento é estabelecida a política educacional, as
regras e normativas da escola.

Ferreira (2000) complementa que o planejamento é primordial para a adoção efetiva


das estratégias pedagógicas e administrativas e deve refletir um compromisso com a

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formação integral do aluno e ser construído para atender aos anseios e necessidades
da comunidade escolar.

A dimensão de organização está relacionada à preparação, provisão de recursos,


ordenação e sistematização. Nela, estão os princípios legais da educação e da gestão
escolar, tais como planejamento, monitoramento e avaliação das ações promovidas
pela instituição educacional.

Além das dimensões do planejamento e organização, temos a dimensão da


implementação, que possibilita a integração da gestão democrática, gestão de
pessoas, gestão pedagógica, gestão administrativa e financeira e gestão do dia a dia
da escola, visando à formação do educando.

Gestão de Pessoas

Estamos vivendo um período de grandes mudanças e transformações. A nossa


realidade tem mudado devido à importância que a nossa sociedade tem depositado
no conhecimento, o qual está sempre em construção.

Gestão de Pessoas

Fonte: Plataforma Deduca (2024).


#pratodosverem: pessoas em cena se abraçando na reunião.

As organizações, incluindo as escolas, vêm passando por grandes transformações


em função de pressões que recebem tanto do contexto externo quanto do interno. A
procura pela eficiência e eficácia é o grande desafio das organizações num ambiente
marcado por todas as incertezas, na busca dos resultados positivos.

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Considerando a perspectiva acima, as pessoas devem ser concebidas como parte
integrante do capital intelectual da organização. As instituições mais sucedidas já
perceberam tal contexto, e consideram os seus colaboradores como parceiros do
negócio. Segundo Paro (2012), a gestão de pessoas é primordial para o sucesso de
qualquer escola.

Complementa Paro (2012, p. 52) que alguns aspectos são fundamentais ao considerar
a Gestão de Pessoas Escolar na contemporaneidade, tais como:

Gestão de Pessoas Escolar na contemporaneidade

As pessoas são consideradas ativadores e impulsionadores, desta maneira,


1 são indispensáveis em um mundo competitivo e repleto de mudanças e
desafios.

As pessoas são parceiras da escola e capazes de impulsioná-la para a


2
excelência e sucesso.

As pessoas são possuidoras de conhecimentos, capacidades e habilidades e


3
não devem ser concebidas meramente como um recurso organizacional.

Para cuidar e aprimorar pessoas, o gerenciamento de gente deve ser


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transparente, justo e confiável.

A área de gestão de pessoas não se limita apenas à administração de


5 pessoal, mas contempla também ações de desenvolvimento de capacidades e
engajamento dos resultados.
Fonte: elaborado pela autora (2024).

Em síntese, as instituições escolares perceberam que a valorização das pessoas, ou


seja, capital humano, é uma das estratégias mais importantes, por ser um diferencial
competitivo e primordial na determinação dos níveis de qualidade. Para que isso
ocorra, é primordial que os professores e funcionários da escola sejam desenvolvidos,
motivados e avaliados por seu desempenho e competências.

Desta maneira, podemos conceber a gestão de pessoas como o “coração do trabalho


de gestão escolar” (Lück, 2013), e a gestão democrática é o caminho seguro para
garantir sua pulsação.

9
Gestão Pedagógica

A função da escola é desenvolver e formar os alunos para participar de forma


consciente e crítica na sociedade. Desse modo, a aprendizagem e a formação do
discente são o grande foco e desafio do trabalho escolar.

Gestão pedagógica

Fonte: Plataforma Deduca (2024).


#pratodosverem: crianças em sala de aula e a professora com um tablet na mão.

A gestão pedagógica é um dos aspectos fundamentais para uma administração


escolar e ressalta a importância do diretor e gestores no planejamento, coordenação
e avaliação do processo de ensino, visando favorecer o pleno desenvolvimento dos
discentes.

Paro (2012) defende que a gestão pedagógica deve unir habilidades educacionais, de
liderança e administração. Logo, o diretor da escola deve motivar, influenciar e inspirar
a equipe da instituição, com a prerrogativa de desenvolver uma cultura de melhoria
contínua e formação integral e plena dos educandos.

Atenção
De acordo com Lück (2013, p. 95), a gestão pedagógica é, de todas
as dimensões da gestão escolar, a mais importante, pois está
mais diretamente envolvida com o foco da escola, que é promover
aprendizagem e formação dos alunos.

10
Gestão de Resultados Educacionais

Para garantir o bom funcionamento das escolas, possibilitando que o trabalho


pedagógico seja conduzido de maneira adequada e satisfatória, vários requisitos
administrativos são necessários. Neste tópico, abordaremos como uma gestão
administrativa e financeira possibilitam resultados educacionais e uma educação
integral de qualidade.

Gestão democrática e participativa

Fonte: Plataforma Deduca (2024).


#pratodosverem:a fotografia retrata uma sala de aula com o professor apontando
para os alunos, os quais estão com as mãos levantadas.

De acordo com a LDB, em seu artigo 12:

A qualidade do ambiente escolar como um todo determina a qualidade


do processo pedagógico da sala de aula e esta é determinada por uma
série de cuidados, dentre os quais, como destaca a Lei de Diretrizes e
Bases da Educação Nacional: i) a elaboração e execução de sua proposta
pedagógica; ii) a administração de seu pessoal e seus recursos materiais
e financeiros; iii) o cumprimento dos 200 dias letivos e correspondentes
800 horas-aula estabelecidos; iv) o cumprimento do plano de trabalho
de cada docente; a recuperação dos alunos de menor rendimento; vi) a
articulação com as famílias e a comunidade, e a criação de processos de
integração da sociedade com a escola; vii) a informação aos pais sobre a
frequência e rendimento dos alunos (Brasil, 1996).

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Atenção
De acordo com Libâneo (2014), a gestão administrativa de
uma instituição educacional está relacionada aos quesitos de
manutenção e melhoria da infraestrutura da escola. Neste aspecto,
é primordial que o gestor escolar esteja atento aos quesitos legais.

A gestão financeira da instituição de educação pública, mesmo que descentralizada,


deve receber todos os cuidados estabelecidos pela legislação do serviço público, tal
como preconizado na legislação vigente. Conforme Lück (2013), compete ao gestor
escolar conhecer a legislação nacional, a estadual e as normatizações do sistema ou
rede de ensino a que pertença.

Os sistemas de ensino têm destinado recursos para as escolas, em proporção ao


número de alunos nela matriculados, a fim de que possam realizar despesas diversas.
Por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), coordenado pelo governo
federal, escolas públicas com mais de 50 alunos e uma unidade executora (UEX),
como o Conselho Escolar ou a Associação de Pais e Mestres, podem ser elegíveis
para o repasse anual de recursos financeiros. A utilização desses recursos deve ser
realizada em consonância com as deliberações dos órgãos colegiados da escola.

Os recursos do governo podem ser usados para a manutenção, administração e


conservação da escola, capacitação dos profissionais de educação, melhorias para
os alunos e outros.

A gestão de resultados educacionais é um conjunto de práticas, indicadores e


estratégias direcionadas para melhoria do desempenho da escola e dos alunos. De
acordo com o Prêmio Nacional de Referência em Gestão Escolar (Consed et al., 2007,
p. 25), “abrange processos e práticas de gestão para a melhoria dos resultados de
desempenho da escola – rendimento, frequência e proficiência dos alunos.

O Índice Nacional da Educação Básica (IDEB) é um indicador que mensura o resultado


de qualidade educacional por meio de informações de desempenho nos exames
padronizados (Prova Brasil ou Saeb – Sistema Nacional de Avaliação da Educação
Básica) obtido pelos estudantes ao término das etapas de ensino (5º e 9º anos do
ensino fundamental e 3ª série do ensino médio), com informações sobre rendimento
escolar (aprovação) e evasão. O objetivo do IDEB é, pois, revelar o desempenho e o
rendimento escolar dos estudantes da Educação Básica (Brasil, 2021).

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Segundo Ferreira (2000), no âmbito internacional, o Brasil participa do programa
Programa Internacional para Avaliação de Alunos (PISA). No âmbito nacional, há o
Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (SAEB), o Exame Nacional do
Ensino Médio (ENEM), o Exame Nacional para a Certificação de Competências de
Jovens e Adultos (ENCCEJA), a Prova Brasil e a Provinha Brasil.

Considerando as prerrogativas e as avaliações acima, os diretores, por meio da


sua gestão escolar, podem promover em suas escolas um processo de melhoria
contínua e acompanhada de bons resultados escolares, responsáveis pela formação
e aprendizagem significativa de seus alunos.

Saiba mais
Para saber mais sobre este tema, acesse o link e leia o livro:

1. Dimensões da gestão escolar e suas competências, de Heloisa


Lück.

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Conclusão
Terminamos mais uma unidade e esperamos que você tenha compreendido a
importância das dimensões e concepções para uma administração e gestão eficaz
da escola, possibilitando assim o desenvolvimento pleno e integral de seus alunos.
Desejamos sucesso na sua jornada e continue estudando!

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Referências
BRASIL. Ministério da Educação. Índice de Desenvolvimento da Educação Básica –
IDEB: Resultados 2021. Disponível em: [Link]
Acesso em: 14 set. 2024.

BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei nº 9.394, de 20 de


dezembro de 1996. Altera a Lei nº 5.692, de 1971, e outras disposições. Diário Oficial
da União, Brasília, DF, 23 dez. 1996.

FERREIRA, N. S. C. (org.). Gestão democrática da educação: atuais tendências, novos


desafios. São Paulo: Cortez, 2000.

LIBÂNEO, J. C. Organização e gestão escolar. São Paulo: Heccus, 2014.

LÜCK, H. Gestão participativa na escola. Petrópolis: Editora Vozes, 2013.

PARO, V. H. Administração Escolar – Introdução Crítica. São Paulo: Cortez Editora,


2012.

VEIGA, I. P. A. Projeto político-pedagógico da escola: uma construção possível. 27. ed.


Campinas: Papirus, 2010.

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