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Tutorial de Implementação do Digisat

O documento é um tutorial de implementação do sistema Digisat, abordando desde os pré-requisitos e configuração do computador até a instalação e habilitação do sistema. Inclui detalhes sobre a configuração do servidor, cadastro de pessoas e administradoras de cartão, além de orientações para a configuração de entrada e saída de produtos. Também fornece informações sobre a preparação do sistema para importação de XML e a relação de CST/CSOSN necessária para a emissão de documentos fiscais.

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sandrolsdasilva
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Tutorial de Implementação do Digisat

O documento é um tutorial de implementação do sistema Digisat, abordando desde os pré-requisitos e configuração do computador até a instalação e habilitação do sistema. Inclui detalhes sobre a configuração do servidor, cadastro de pessoas e administradoras de cartão, além de orientações para a configuração de entrada e saída de produtos. Também fornece informações sobre a preparação do sistema para importação de XML e a relação de CST/CSOSN necessária para a emissão de documentos fiscais.

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1 DIGISAT – TUTORIAL DE IMPLEMENTAÇÃO

1. PRÉ REQUISITO E CONFIGURAÇÃO DO


COMPUTADOR.
1.1. Instalação em Windows 64 bits, importante ter em
mãos a última versão do instalador do Digisat além do Net
Framework 4.6.1 e também do Microsoft vc_Redist.x64
para Windows 64 Bits, ambos obtidos no menu
Suporte/Download no site da Digisat, importante ver
também os pré-requisitos do computador disponível em
dúvidas frequentes, importante que esta configuração
pode variar quando o sistema for instalado em um
ambiente com mais estações de trabalho.
1.2. Importante também a liberação de portas do firewall
do Windows no servidor, quando o sistema for instalado
em mais de um computador. Deve-se criar regras TCP de
entrada e saída liberando o acesso das portas 12220 a
12230.
1.3. Em “Opções de Internet”, na guia avançados e
verificar de o protocolo TLS 1.2 está ativado, este é o
protocolo de transmissão dos documentos fiscais
eletrônicos, então é necessário que esteja habilitado,
também na guia conteúdo verificar se o Certificado
Eletrônico está instalado, o certificado deve estar
instalado na máquina servidora. Ainda em Programas e
Recursos, dentro do Painel de Controle, vá em Recursos
Adicionais do Windows e verifique se o Net Frameworks
4.6 ou superior esteja ativado. Por fim, ainda no Painel de
Controle alteras as configurações de Conta de Usuário,
marcar para nunca notificar, para que o Windows não
fique solicitando permissão para executar o sistema.
Importante que o Windows esteja configurado para
Português Brasil, o que pode ser conferido em Data e
Região no Painel de Controle e a data em dd/mm/aaaa.

2. Instalador do Sistema Digisat


2.1. Quando for rodar o instalador Digisat, haverá as
seguintes opções: instalar, atualizar e remover, escolha a
opção que desejar e siga o processo.
2.2. Na segunda tela aparecem os módulos do sistema, o
Servidor Digisat deve ser instalado apenas no computador
que irá servir de servidor de banco de dados. Já o Sistema
Digisat, este deve ser instalado em todas as máquinas
que usarão o sistema, inclusive no servidor. Os demais
módulos são adicionais e devem ser instalados conforme
as peculiaridades de cada cliente.
2.3. Na sequência de instalação você terá uma tela para
definir se o sistema deve inicializar com o Windows,
interessante que o Servidor Digisat tenha esta opção
ativada. Alguns módulos já estão ativos, como por
exemplo o gerenciador do banco de dados, o MongoDB.
Definido os módulos, é só seguir com a instalação.

3. Habilitando o Digisat
3.1. A habilitação do sistema pode ser feita online ou por
telefone, exceto para MEI que só pode ser habilitada por
telefone. A habilitação online é feita pelo site menu
Suporte/habilitação, será exibido o campo para inserir o
número de série, que pode ter sido recebido por email ou
na compra automática no painel da revenda. Será
necessário preencher os dados do usuário (empresa ou
pessoa física), onde todos os campos deverão ser
preenchidos. Importante ressaltar que a parte das
impressoras fiscais não é mais necessário preenche no RS,
somente em estados que ainda usem ECF lacrada. Feito o
preenchimento é preciso clicar em “Salvar e baixar” o
arquivo de habilitação ([Link]) que deverá ser colado
dentro da pasta raiz da instalação do sistema, que por
padrão fica em C:\Digisat\SuiteG6\Servidor. Esta
habilitação só se faz no computador servidor.

4. Configuração do Servidor
4.1. Configuração de dados Principais => Logo após a
instalação é preciso configurar o servidor, na sua primeira
execução será solicitado o nome da máquina ou IP em que
ele está rodando, importante que se usar o nome este
seja com caracteres simples e sem espaço e se optar pelo
uso do endereço de IP este deve ser fixado neste
computador. (No Regional padronizamos nossos
servidores com IP final 250 ([Link].250), no caso de
usar proxy, também é preciso configurar e nesta
oportunidade também se atualiza a tabela do IBPT (que
faz o cálculo aproximado dos impostos.
4.2. Configuração de DFE => Nesta aba se faz a
configuração dos documentos fiscais (NFE, NFCe, CTe e
MDFe). Na guia Geral vai os dados do Certificado
Eletrônico e a informação se o sistema esta trabalhando
em Homologação ou Produção, nas demais guias faz-se as
configurações pertinente a cada tipo de documentos
fiscais eletrônicos.
4.3. Dados da Revenda => Este campo só é acessado
com a senha da revenda r3v3nd@, e serve para configurar
a imagem de fundo do sistema bem como os dados da
Revenda e informações de contato.
4.4. Backup => Aqui você pode fazer as configurações de
backup, configurar horários, adicionar diretórios, definir o
número de cópias que devem ser mantidas, bem como
realizar um backup automático ao iniciar o servidor, este
último será gravado em uma pasta oculta no disco C:\
digisat backup
4.5. Integração Catracas => Nesta aba faz-se a
configuração dos arquivos para software de catracas para
restaurantes.

5. Primeiro Acesso e Tela inicial


5.1. Ao acessar o Digisat pela primeira vez, ele irá abrir
uma janela onde deverá ser informado o endereço de Ip
ou nome do servidor da rede (hostname). Na tela principal
do sistema terá a esquerda o menu principal onde são
exibidos os módulos. É possível fixar na janela principal
para os módulos mais usdos. Na parte superior direita da
tela são exibidos alguns ícones de uso do sistema, basta
passar o mouse sobre os mesmos para que mostres a
descrição e sua função.

6. Cadastro de pessoas
6.1. Neste módulo serão cadastradas todas as pessoas
(físicas e jurídicas) que farão parte do sistema (clientes,
fornecedores, usuários, etc). A tela é exibida em branca,
com um Enter ou clicando na lupa é exibido o cadastro
completo de pessoas, assim como pode ser feita a busca
específica por nome, documento, tipo de cadastro ou
qualquer outra informação pertinente ao cliente, como
cidade, bairro.

Por esta tela podemos fazer inúmeras pesquisas a respeito


da pessoa, como contas a receber, se for um cliente,
contas a pagar se for um fornecedor, além de outras
informações.

Uma pessoa pode ser selecionada com mais de um tipo de


cadastro (cliente, técnico, vendedor, fornecedor, etc.)

É neste local que se cadastra os veículos atrelados a


pessoa, seja ela física ou jurídica, no caso de uma empresa
de transporte, quando for preciso os dados do veículo para
a emissão da MDFe.

Também é no cadastro de pessoa que de define as


comissões para vendedores e técnicos, devendo ficar
atento que primeiramente a comissão é definida pela
tabela de preço, em segundo pela comissão cadastrada no
produto ou serviço e por último é levado em conta a
comissão definida no cadastro de pessoa.

7. Cadastro de Administradora de Cartão


7.1. É fundamental o cadastro das administradora de
cartão, quando o estabelecimento for operar com cartão
(débito ou crédito) independente de ser por TEF ou POS,
estas informações compõe os registros no Sped das
empresas e também integram o xml dos documentos
fiscais.

8. Configuração de Saída de produtos


8.1. Primeiramente é preciso configurar o sistema para a
saída de produtos. No menu Auxiliares > Configurações >
Saídas
9. Configuração de Entrada de Produtos
9.1. Primeiramente é preciso configurar o sistema para a
entrada de produtos. No menu Auxiliares > Configurações
> Entradas.
9.2. Podemos usar a mesma série para a nota de entrada
e saída, neste caso é só selecionar a série, se ela já existir
ou criar a série que será usada para a entrada e saída e
indicar o número da última nota emitida ou “zero” caso
seja a nota inicial da série.
9.3. Outra opção também é usar uma série exclusiva para
as entradas, desta forma organiza as notas de entrada em
uma nova sequência, há contadores que exigem que seus
clientes trabalhem assim, mesmo o sistema identificando
o que é uma nota de saída e uma nota de entrada, o que é
feito pelos CFOPs.
9.4. Precisamos emitir uma nota de entrada quando
compramos produtos de fornecedores que não emitem
NFe, como po exemplo produtores rurais.
9.5. Podemos configurar também nesta tela de
configuração a mensagem de email padrão para pedido
e/ou mensagem de WhatsApp.
9.6. Em opções de compras também podemos definir o
CFOP padrão para ajuste de estoque e o email padrão de
entrada de produtos em nota manual.

10. Preparação do sistema para importação dos xml


1. No menu Entradas > Relação dados fornecedor entrada:
Aqui se configura a relação entre a CST/CSOSN da nota do
fornecedor com a CST/CSOSN que deverá ser assumida por
ocasião da importação da nota de entrada. “Isto é de suma
importância pra empresas que precisam emitir Speed
Fiscal”, estas informações devem ser buscadas junto ao
contabilista.
2. CST => Regime Geral e presumido (em alguns casos
Simples Nacional *consulte contador)

Tabela A – Origem da mercadoria


 0 – Nacional;
 1 – Estrangeira – Importação direta;
 2 – Estrangeira – Adquirida no mercado interno;
 3 – Nacional, Conteúdo de Importação superior a 40% e inferior ou igual a
70%;
 4 – Nacional, Processos produtivos básicos
 5 – Nacional, Conteúdo de Importação inferior ou igual a 40%;
 6 – Estrangeira – Importação direta, sem similar nacional;
 7 – Estrangeira – Adquirida no mercado interno, sem similar nacional;
 8 – Nacional, mercadoria ou bem com Conteúdo de Importação superior a
70%.

Tabela B – Tributação pelo ICMS


 00 – Tributada integralmente
 10 – Tributada e com cobrança do ICMS por substituição tributária
 20 – Com redução de base de cálculo
 30 – Isenta ou não tributada e com cobrança do ICMS por substituição
tributária
 40 – Isenta
 41 – Não tributada
 50 – Suspensão
 51 – Diferimento
 60 – ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária
 70 – Com redução de base de cálculo e cobrança do ICMS por substituição
tributária
 90 – Outras

3. CSOSN => Simples Nacional

Tabela A – Origem da mercadoria


 0 – Nacional;
 1 – Estrangeira – Importação direta;
 2 – Estrangeira – Adquirida no mercado interno;
 3 – Nacional, Conteúdo de Importação superior a 40% e inferior ou igual a
70%;
 4 – Nacional, Processos produtivos básicos
 5 – Nacional, Conteúdo de Importação inferior ou igual a 40%;
 6 – Estrangeira – Importação direta, sem similar nacional;
 7 – Estrangeira – Adquirida no mercado interno, sem similar nacional;
 8 – Nacional, mercadoria ou bem com Conteúdo de Importação superior a
70%.

Tabela B - Código de Situação da Operação no Simples Nacional


 101 - Tributada pelo Simples Nacional com permissão de crédito;
 102 - Tributada pelo Simples Nacional sem permissão de crédito;
 103 - Isenção do ICMS no Simples Nacional para faixa de receita bruta;
 201 - Tributada pelo Simples Nacional com permissão de crédito e com
cobrança do ICMS por substituição tributária;
 202 - Tributada pelo Simples Nacional sem permissão de crédito e com
cobrança do ICMS por substituição tributária;
 203 - Isenção do ICMS no Simples Nacional para faixa de receita bruta e com
cobrança do ICMS por substituição tributária;
 300 – Imune;
 400 - Não tributada pelo Simples Nacional;
 500 - ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária (substituído) ou
por antecipação;
 900 – Outros, classificam-se neste código as demais operações que não se
enquadrem nos códigos 101, 102, 103, 201, 202, 203, 300, 400 e 500.
4. Tabela Auxiliar de Corellação de CST do ICMS de entrada
para CST do ICMS de saída.

Nota Fiscal de Saída (Cadastro do


Nota Fiscal de Entrada
Produto)
CS
CST CSOSN CSON Alíquota
T
A10 / A30 / A60 / A201 / A202 / A6
A500 0%
A70 A500 0
A0 Consulte seu
A00 A101 / A102 A101 / A102
0 Contador
A2 Consulte seu
A20 A101 / A102 A101 / A102
0 Contador
A4
A40 A102 A102 0%
0
A4
A41 A400 A400 0%
1
A9 Consulte seu Consulte seu
A90 A900
0 Contador Contador

* A letra A deve ser substituída pelo dígito que corresponde a


origem da mercadoria.

5. No sistema, na janela de “Inclusão: Relação dados


fornecedor e entrada, clicar em Adicionar (F5) e irá abrir o
formulário para inserir as informações da relação nos dois
primeiros campos serão inserindos as informações que
vem na nota do fornecedor e nos dois campos seguintes as
informações entrada desta nota no sistema gerencial.
6. Outro item importante é a relação PisConfins Entrada. No
menu Entrada => Relação PIS/CONFINS entrada: Esta
tabela já vem com as respectivas correspondências, é
importante verificar isto também junto ao contador.
IMPORTANTE -Para se valer das informações desta tabela é
preciso que vá no menu Auxiliares => Configurações =>
Opções para importação dos XML da NF-e e marque a
opção “Importar dados de PIS e CONFINS do XML, usando
CST da relação PIS/CONFINS entrada”, se esta opção
estiver desmarcada será levado em consideração do PIS e
CONFINS que está no cadastro do produto.
7. Os Fatores de Conversão também devem ser criados para
aplicar nas notas de entrada, quando um produto chega
com uma unidade de medida diferente daquela que
usaremos na venda. Vá no menu Entradas => Fatores de
Conversão. O fator de conversão multiplica ou divide a
quantidade do produto na entrada e faz a operação inversa
com o valor. Por exemplo, compra-se se 01 fardo com 12
unidades, vai usar o fator “Multiplica por 12” ou compra
um produto em Kg e vai vender em tonelada “Divide
1000”.
8. Módulo de Movimentação de Entrada – Este módulo é onde
teremos acesso a todas as movimentações de entrada e
também auxiliares, como pedidos e relatórios, é neste
módulo que lançamos novas entradas, bem como
relacionamos as mesmas além de todas as funções que
podem ser aplicadas a estas movimentações (visualizar,
imprimir, gerar etiquetas, etc), variando com o tipo e a
situação da movimentação. Neste módulo ficam agrupados
todas as operações que dizem respeito a entrada de
produtos no sistema, que podem serem exibidos no todo
ou filtrados por uma característica específica, este módulo
conta com uma pesquisa padrão e também uma pesquisa
detalhada que pode-se definir um determinado período.
Confira as funcionalidades do módulo de movimentação.
a. Pedido de Compra => Pode abrir o pedido e
relacionar os produtos do pedido para encaminhar ao
fornecedor, este pedido pode ser usado também
posteriormente para comparar com a nota fiscal de
entrada. Após realizar o pedido, inserindo os
produtos e observações devemos gravar, ele irá
aparecer já filtrado mostrando as opções que podem
ser tratado este pedido.
b. Nota de Compra =>

11. Integração do Digitat com PDV Digisat 2.0


Neste link você pode ver com quais maquininhas é possível
integrar com o PDV Digisat:
[Link]

1. Integração com Maquininha do SICREDI


1.1. O primeiro passo é pedir junto a agência o código TFI
do cliente e juntamente com o CNPJ enviar email para a
digisat solicitando o credenciamento do PDV DIGISAT
para operar na maquininha do Sicredi.
(ismael@[Link]);
2.

12. Integração Imendes


12.1.

13. AAAA

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