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Origem e Impacto do Rap na Sociedade

O rap, originado na Jamaica nos anos 60, evoluiu para um movimento cultural global, influenciando música e sociedade. Ele serve como uma poderosa ferramenta de denúncia social e política, promovendo justiça e igualdade, especialmente nas comunidades marginalizadas. Artistas como Tupac, Notorious B.I.G. e Sabotage são exemplos de como o rap se tornou uma voz de resistência e empoderamento.
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Origem e Impacto do Rap na Sociedade

O rap, originado na Jamaica nos anos 60, evoluiu para um movimento cultural global, influenciando música e sociedade. Ele serve como uma poderosa ferramenta de denúncia social e política, promovendo justiça e igualdade, especialmente nas comunidades marginalizadas. Artistas como Tupac, Notorious B.I.G. e Sabotage são exemplos de como o rap se tornou uma voz de resistência e empoderamento.
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ORIGEM

O significado da palavra Rap: ela é a sigla para Rhythm & Poetry (em
português, Ritmo e Poesia)

O hip hop é um dos movimentos culturais mais influentes e expressivos da


história. Surgido na Jamaica durante a década de 60, foi levado para os
EUA, na década de 70 e se espalhou pelo mundo, impactando a música, a
dança, a arte e a sociedade.

O rap teve origem na Jamaica, em meados da década de 1960, quando


surgiram os sistemas de som, que eram colocados nas ruas dos guetos
jamaicanos para animar bailes. Esses bailes serviam de fundo para o
discurso dos “toasters”, autênticos mestres de cerimônia que comentavam
– nas suas intervenções – assuntos como a violência das favelas de
Kingston e a situação política da Ilha, sem deixar de falar, é claro, de temas
como sexo e drogas.

No início da década de 1970 muitos jovens jamaicanos foram obrigados a


emigrar para os Estados Unidos, devido a uma crise econômica e social
que se abateu sobre a ilha. Eles introduziram as grandes festas populares
em grandes galpões, com a prática de ter um MC, que subia no palco junto
ao DJ e animava a multidão, gritando e encorajando com as palavras
rimadas, até que foi se formando o rap.

Um DJ em especial, o jamaicano Kool Herc, introduziu em Nova Iorque a


tradição dos sistemas de som e do canto falado, que se sofisticou com a
invenção do scratch, técnica musical utilizada para produzir sons ao
“arranhar” o disco de vinil para frente e para trás repetidas vezes em um
toca discos para produzir sons percussivos ou rítmicos.
Em 1973, o DJ Kool Herc organizou uma festa que mudaria a história da
música mundial. Ele resolveu tocar apenas os trechos instrumentais e as
batidas mais fortes das canções de funk e soul, criando um ritmo contínuo
e dançante. Esses trechos ficaram conhecidos como breaks, e foram a base
para o surgimento do rap, do break dance e do grafite, as três principais
manifestações do hip hop.

COMO O RAP INFLUENCIOU E


INFLUENCIA NA VIDA ATUAL

Num mundo cheio de desigualdades, encontrar formas de expressão que


promovam justiça social é vital. O rap se destaca como um instrumento
poderoso nessa luta, sendo a voz da resistência e do empoderamento.

O rap serve como uma poderosa ferramenta de denúncia social e política,


utilizando letras que abordam injustiças, desigualdades e discriminação
racial.
Artistas como Gabriel, o Pensador, Racionais MC’s e MV Bill usam o rap
para expressar críticas sociais, promover conscientização e lutar por
igualdade e justiça.
A origem do rap no Brasil nos anos 80 destacou-se como uma voz das
comunidades periféricas, tornando-se um importante meio de resistência
e expressão.
A evolução do rap brasileiro mostra a diversificação de estilos e
mensagens, ampliando seu alcance e abordando temas como direitos
humanos, diversidade e representatividade.
O impacto do rap na juventude é significativo, inspirando mudanças
sociais, promovendo a diversidade e fortalecendo a voz de grupos
marginalizados na sociedade.
O rap sempre funcionou como uma poderosa ferramenta de combate às
desigualdades sociais, fazendo ecoar a voz daqueles à margem da
sociedade. Artistas usam suas letras para denunciar as injustiças e
demandar igualdade de direitos, transformando o rap em um importante
grito por liberdade.

Esta música vai além do entretenimento; ela é um veículo para a


mensagem social e política, destacando problemas como discriminação
racial e desigualdade.

Rappers, considerados por muitos como intelectuais do seu tempo,


cultivam através de suas obras uma consciência coletiva em torno dos
direitos humanos e da luta pela justiça social.

O rap exerce um impacto significativo na juventude, promovendo a


diversidade e a representatividade. Os jovens encontram no rap uma
forma de expressão que dialoga com suas realidades e lutas diárias por
igualdade e justiça.

Através do rap, eles são capazes de se identificar com artistas que trazem
mensagens poderosas sobre discriminação racial, desigualdades sociais e a
busca por direitos iguais. A representatividade no movimento do rap
também é fundamental, pois os jovens conseguem se enxergar e se
empoderar através de artistas que compartilham suas vivências e desafios,
inspirando-os a buscar mudanças em suas próprias comunidades.

A diversidade presente no rap brasileiro proporciona uma plataforma para


que diferentes vozes e perspectivas sejam ouvidas, promovendo assim um
espaço inclusivo onde a pluralidade é valorizada.

Esse aspecto é fundamental para a construção de uma sociedade mais


igualitária, onde todas as vozes têm espaço para serem ouvidas e
respeitadas. Através da diversidade e representatividade no movimento do
rap, os jovens encontram inspiração para enfrentar as injustiças sociais e
promover mudanças positivas em suas vidas e comunidades, fortalecendo
assim a luta por igualdade e justiça.

BAIRROS QUE SAÍRAM MAIS RAPPERS


Na cidade de Nova York, onde os letristas sempre foram considerados reis,
há uma lenda do hip hop para cada bairro: a Sugarhill Gang no Bronx, Run-
D.M.C. no Queens, o Notorious B.I.G. (também conhecida como Biggie
Smalls) no Brooklyn, o Wu-Tang Clan em Staten Island e Kool Moe Dee em
Manhattan. Com seus 1.500 lugares, o Apollo Theater (Teatro Apollo) é
indiscutivelmente um espaço do hip hop. O teatro vem se diversificando
desde o início como trampolim para futuros artistas, mas os shows e
festivais de hip hop ainda dominam o calendário. Por sua vez, o Brooklyn
ainda funciona como centro, e seu bairro Flatbush está repleto de clubes
requisitados, como o Social Butterfly, e de restaurantes com os sabores do
sul, trazidos para o norte no Butterfunk Kitchen, enquanto o Safari Room
at El Cortez serve pratos latinos e promove músicos desconhecidos. Em
Manhattan, veja o futuro do hip hop em Soho no S.O.B.’s, um espaço de
música e restaurante, e no Miss Lily’s, que serve pratos retrô jamaicanos.
Há diversas excursões históricas a seu dispor, incluindo as oferecidas pela
Hush Hip Hop Tours.

INFLUÊNCIA DAS GANGUES NO RAP

As gangues tiveram uma influência significativa no desenvolvimento do


rap, especialmente em suas raízes na costa oeste dos Estados Unidos. Nos
anos 80 e 90, a cena do rap estava intimamente ligada às gangues urbanas
e à cultura das ruas, com muitos rappers escrevendo letras sobre a vida
nas ruas, violência, crime e a realidade das comunidades marginalizadas.
Muitos artistas de rap vieram de bairros onde as gangues eram
proeminentes, e as letras frequentemente refletiam suas experiências e
perspectivas nesse ambiente.

Além disso, as gangues também desempenharam um papel na promoção


e proteção de artistas de rap, fornecendo segurança em shows e eventos e
ajudando a garantir que sua música fosse ouvida. No entanto, também
houve críticas à glorificação da violência.

PRINCIPAIS RAPPERS NACIONAIS E


INTERNACIONAIS

O rap, desde sua origem nas ruas do Bronx, em Nova York, evoluiu para
um fenômeno global, produzindo artistas que influenciaram gerações. No
cenário internacional, alguns dos maiores rappers incluem:

- Jay-Z: Com uma carreira que abrange décadas, Jay-Z é reconhecido por
sua habilidade lírica e sucesso empresarial.

- Kendrick Lamar: Conhecido por suas letras profundas que abordam


questões sociais e raciais, Lamar é um dos artistas mais influentes da
atualidade.

- Eminem: Com um estilo único e habilidades líricas excepcionais, Eminem


se estabeleceu como um dos rappers mais vendidos de todos os tempos.
- Tupac Shakur: Mesmo após sua morte prematura, Tupac continua sendo
uma lenda do rap, conhecido por suas letras que abordavam desde festas
até profundas reflexões sociais.

- The Notorious B.I.G.: Com seu flow distinto e narrativas vívidas, Biggie é
frequentemente citado entre os maiores rappers da história.

No Brasil, o rap também floresceu, produzindo talentos que refletem a


diversidade e os desafios do país. Alguns dos principais rappers nacionais
são:

- Sabotage: Considerado um dos pilares do rap brasileiro, suas letras


refletem a realidade das periferias de São Paulo.

- Emicida: Conhecido por suas letras poéticas e engajadas, Emicida é um


dos nomes mais influentes do rap contemporâneo no Brasil.

- Mano Brown: Integrante dos Racionais MC's, suas letras abordam


questões sociais e raciais, sendo uma voz potente na música brasileira.

- Karol Conká: Uma das vozes femininas mais proeminentes do rap


nacional, conhecida por sua atitude e letras empoderadas.

- Projota: Com um estilo que mistura rap e pop, Projota conquistou uma
ampla base de fãs no país.

Esses artistas, tanto internacionais quanto nacionais, contribuíram


significativamente para a evolução e popularização do rap, cada um
trazendo sua perspectiva única e influenciando novas gerações.
Os primeiros grandes rappers brasileiros foram: DJ Hum, Thayde, MC Jack
e Código 13. O grupo Racionais MC's, formado por Mano Brown, Edi Rock,
Ice Blue e KL Jay, também foi um dos maiores do gênero no país.
Primeiros rappers brasileiros:
DJ Hum, Thayde, MC Jack, Código 13, Racionais MC's, Sharylaine.
Primeiros rappers do mundo:
Grand Master Flash, Afrika Bambaataa, DXT, Hollywood, GrandWizard
Theodore, Pete Jones.
Considerado o pai do hip-hop:
Kool Herc, apelido de Clive Campbell, é considerado o pai do hip-hop. Ele
se mudou para os Estados Unidos no início da década de 1960.
Hip hop português:
O berço do hip hop português é Lisboa, embora se tenha espalhado
rapidamente para o Porto.
Chullage e Sam The Kid são alguns dos artistas de maior destaque

VIDA E MORTE EAZY-E

Ele é muitas vezes referido como o "Padrinho do Gangsta Rap". Nascido e


criado em Compton, Califórnia, Wright teve vários problemas legais antes
de fundar a Ruthless em 1987. Depois de uma curta carreira solo com
colaboração frequente com Ice Cube e Dr. Dre, eles se juntaram, formando
o N.W.A, no final daquele ano. O primeiro álbum de estúdio do N.W.A,
Straight Outta Compton, foi lançado em 1988. Controverso após o
lançamento, agora é classificado entre os maiores e mais influentes álbuns
de todos os tempos. O grupo lançou seu terceiro e último álbum de
estúdio, Niggaz4Life, em 1991, e logo depois se separou.
Durante a divisão do N.W.A, em grande parte por disputas por dinheiro,
Eazy-E se envolveu em amargas rivalidades com os membros do grupo Ice
Cube e Dr. Dre, que partiram para carreiras solo em 1989 e 1991,
respectivamente. Retomando sua carreira solo, Eazy-E lançou dois EPs. No
entanto, ele permaneceu mais significativo nos bastidores, assinando e
estreando nacionalmente o grupo de rap Bone Thugs-n-Harmony de 1993
a 1994. Em 1995, Eazy-E foi hospitalizado de repente e diagnosticado com
Síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS) e morreu devido a suas
complicações.

VIDA E MORTE TUPAC

Ao longo da história da música, especialmente no rap, infelizmente alguns


cantores acabam tendo vidas e carreiras muito breves, que é o caso de
Tupac. Considerado por muitos o maior rapper de todos os tempos,
nasceu no famoso bairro Harlem em Nova Iorque. Seus pais eram ativistas
assíduos e faziam parte do partido Panteras Negras. Eventualmente sua
mãe se casou novamente, dessa vez com um traficante que era um dos 10
nomes mais procurados pelo FBI.

Tupac cresceu em um ambiente marginalizado e muito duro, porém ele


conseguiu se encontrar através das poesias ainda quando adolescente.
Uma outra grande paixão de Tupac era o teatro e acabou estudando na
Escola de Teatro de Baltimore e fazendo até mesmo aulas de ballet. Com o
passar dos anos, ele foi ganhando cada vez mais destaque como ator e só
depois começou sua jornada como rapper. Porém, infelizmente no auge de
sua fama em 1996 ele foi assassinado após ter ido prestigiar uma luta de
boxe de seu amigo, Mike Tyson. Sua carreira foi curta, mas certamente
lendária, Tupac é sempre lembrado com muito respeito pelos fãs de rap.
VIDA E MORTE NOTORIOUS B.I.G.

Christopher George Latore Wallace (Nova Iorque, 21 de maio de 1972 –


Los Angeles, 9 de março de 1997), mais conhecido por seus nomes
artísticos The Notorious B.I.G., Biggie Smalls, ou simplesmente Biggie,[1]
foi um rapper e compositor norte-americano. Enraizado na cena do rap de
Nova Iorque e nas tradições do gangsta rap, ele é considerado um dos
maiores rappers de todos os tempos.[2] Wallace foi notado pelo seu "flow
solto e descontraído", que sobrepõe, muitas vezes, o conteúdo sombrio de
suas letras. Suas músicas eram frequentemente semiautobiográficas,
falando das dificuldades de sua vida e da criminalidade, mas também de
devassidão e celebração.[3]

Nascido e criado no Brooklyn, na cidade de Nova Iorque, Wallace assinou


seu primeiro contrato em 1993 com a gravadora Bad Boy Records,
gravadora fundada neste mesmo ano por Sean Combs. Seu álbum de
estreia, Ready to Die (1994), foi aclamado pela crítica e inclui suas canções
de maior sucesso, "Juicy" e "Big Poppa". O álbum fez dele a figura central
na cena do hip hop na Costa Leste, e restaurou a visibilidade de Nova
Iorque no gênero, numa época em que a Costa Oeste era dominante.[4]
Wallace foi premiado como Rapper do ano pela Billboard Music Awards
em 1995.[5] No ano seguinte, Biggie foi o mentor por trás do grupo Junior
M.A.F.I.A., levando seus amigos de infância a traçar o sucesso, entre eles
Lil' Kim e Lil' Cease.

Durante a gravação de seu segundo álbum, Wallace foi fortemente


envolvido na crescente rixa de hip hop East Coast–West Coast. Uma série
de suspeitas foram levantadas após Tupac Shakur ser atingido e morto por
tiros disparados de um veículo em movimento em Las Vegas em Setembro
de 1996. Especulações cercaram a Bad Boy e muitos acreditaram que seu
envolvimento era claro, por conta da rixa entre Biggie e Tupac.
Em 9 de Março de 1997, Wallace foi morto a tiros da mesma forma que
Tupac, sendo atingido por tiros vindo de um carro, enquanto visitava Los
Angeles. Seu álbum duplo Life After Death, lançado 16 dias depois, subiu
para No. 1 nas paradas de álbuns dos EUA e recebeu um disco de
Diamante em 2000 pela Recording Industry Association of America, um
dos poucos álbuns de hip hop a receber essa premiação.[6] Mais dois
álbuns foram lançados desde a sua morte. Ele tem certificado de vendas
de 17 milhões de unidades nos Estados Unidos,[7] incluindo 13,4 milhões
de álbuns vendidos.[8]

VIDA E MORTE SABOTAGE

Sabotage (Mauro Mateus dos Santos) foi um rapper brasileiro nascido em


1973, na zona sul de São Paulo. Cresceu em meio à pobreza e chegou a se
envolver com o crime, mas mudou de vida através do rap. Seu álbum Rap
É Compromisso! (2000) o consagrou no cenário musical, e ele também
atuou nos filmes O Invasor e Carandiru.

Em 24 de janeiro de 2003, aos 29 anos, foi assassinado com quatro tiros


perto de casa. Em 2016, Claudinei Cardoso Félix, conhecido como Cebola,
foi condenado pelo crime, motivado por vingança.

Mesmo após sua morte, Sabotage segue como um dos maiores nomes do
rap nacional, com músicas que ainda influenciam gerações.
VIDA E MORTE ICE CUBE

O'Shea Jackson Sr. (Los Angeles, 15 de junho de 1969), mais conhecido


como Ice Cube, é um rapper e ator americano. Ele iniciou sua carreira em
1984 como membro do grupo C.I.A. e depois entrou para o grupo de
gangsta rap N.W.A em 1986. Após ter deixado o N.W.A em dezembro de
1989, ele construiu uma carreira solo bem-sucedida na música, e também
como escritor, diretor, ator e produtor no cinema. Adicionalmente, ele tem
servido como um dos produtores da série de televisão da Showtime
Barbershop e da série da TBS Are We There Yet?, ambas sendo baseadas
em filmes onde ele atuou como o personagem principal. Com seu amigo
Sir Jinx, Jackson formou o C.I.A., e eles cantavam em festas organizadas
por Dr. Dre. O jovem Cube tinha quatorze anos quando ele conheceu Dre,
de dezenove. Dre tinha logo entrado a indústria fonográfica envolvido com
as gravações do World Class Wreckin' Cru. Dre viu o potencial de Cube
como compositor e o teve ajudando Dre na composição do grande sucesso
de L.A. do Wreckin Cru', "Cabbage Patch", assim como se juntando a Cube
para uma parceria com a dupla Stereo Crew para quem eles produziram
um disco, "She's a Skag", lançado pela Epic Records em 1986. <Mensagem
editada> Com a ajuda de Dre, Ice Cube e seu grupo lançaram o single My
Posse, mas não obtiveram reconhecimento. Após a colaboração, Cube
mostrou à Eazy-E, amigo de Dr. Dre, a letra da música "Boyz-n-the-
Hood".Eazy, inicialmente rejeitando as letras, acabou gravando a canção
para a coletânea N.W.A. and the Posse, o álbum do grupo N.W.A, que
incluia Ice Cube, Dr. Dre, Eazy-E, MC Ren, DJ Yella e Arabian Prince.
No outono de 1987, logo após o lançamento de N.W.A. and the Posse, Ice
Cube entrou para o Instituto de Tecnologia de Phoenix, onde estudou
desenho arquitetô[Link] a estadia de Cube em Phoenix, Arabian
Prince tomou o lugar de Cube no grupo, mas ele se formou e voltou para a
banda antes do lançamento de Straight Outta Compton em 1988. Dre
descobriu um lado produtor de Ice Cube, ele produziu "Boyz N The Hood",
"Dopeman" e "8-Ball" para os CDs do Eazy-E e do N.W.A., ele também
mostrou seu lado em relação ao abuso de autoridade compondo a música
"Fuck The Police" onde receberam uma carta do FBI para moderar na
linguagem.
Em 1989 Ice Cube e Jerry Heller (o empresário do N.W.A) tiveram uma
péssima relação, fazendo-o sair do N.W.A. e logo em seguida fez uma
música para o grupo onde acusava o empresário de roubar todo o dinheiro
do [Link], hoje em dia ele e os antigos membros do N.W.A estão em
paz, ele já fez tributos para Eazy-E e apareceu junto ao grupo durante a
cerimônia da introdução deste ao Rock and Roll Hall of Fame. <Mensagem
editada> Ele se casou com Kimberly Woodruff em 26 de Abril de 1992,com
quem vive junto com seus quatro filhos em uma propriedade em Encino,
Califórnia.
Sendo pai de quatro filhos, recebeu um pedido de Terry Gross do
programa de rádio Fresh Air para fornecer alguma perspectiva sobre a
relação entre seu trabalho e sua família. Quando Terry o perguntou se ele
não dá permissão aos seus filhos para ouvir suas músicas, ele respondeu:
"É meu dever incutir nos meus filhos um nível de autorrespeito, ajudando-
os a compreender o conteúdo violento encontrado não só na música, mas
também no noticiário da noite". Quando o perguntaram sobre o que ele
diz a seus filhos sobre palavrões, ele respondeu que diz a eles: "há
momentos adequados para usar qualquer tipo de linguagem.... Adultos
nunca devem ouvir vocês usarem essas palavras. Se vocês quiserem usá-
las com seus amigos, isso já é com vocês". Apesar de Jackson ter dito que
vai para a igreja e para mesquita, ele tem indicado que é um deísta, sem
seguir "rituais e tradições" religiosos.
Ice Cube disse uma vez em uma entrevista com o jornal britânico The
Guardian que ele é um muçulmano, tendo se convertido nos anos 90. Ele
descreveu sua fé muçulmana como "uma simples em particular que não
envolve atender nenhum serviço de oração ou nenhum ritual sagrado".
Apesar dele já ter falado a favor da Nação do Islã, ele negou já ter sido
parte da organização.

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