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Treinamento de Habilidades Sociais TEA

O documento aborda o treinamento de habilidades sociais para alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), destacando a importância dessas habilidades para a interação social e o desenvolvimento emocional. Ele explora a definição de habilidades sociais, a avaliação e o treinamento, além de discutir os aspectos psicológicos e os transtornos associados a dificuldades interpessoais. O texto também sugere estratégias educacionais e protocolos para o ensino e registro do progresso das crianças.
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Treinamento de Habilidades Sociais TEA

O documento aborda o treinamento de habilidades sociais para alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), destacando a importância dessas habilidades para a interação social e o desenvolvimento emocional. Ele explora a definição de habilidades sociais, a avaliação e o treinamento, além de discutir os aspectos psicológicos e os transtornos associados a dificuldades interpessoais. O texto também sugere estratégias educacionais e protocolos para o ensino e registro do progresso das crianças.
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TREINO DAS HABILIDADES SOCIAIS DO ALUNO COM TEA

Profe. Me. Gustavo França


@psigustavofranca
O que são habilidades sociais?
É possível realizar sua
avaliação e treinamento?
Registro de comportamento e expressões
faciais
Contribuições da Psicologia da Psicologia das
habilidades sociais
• a promoção de habilidades • Nesse contexto, o campo das
sociais tem sido cada vez mais habilidades sociais pode ser
difundida no campo escolar, da compreendido como uma
educação especial e no contexto ferramenta complementar ao
universitário. Além disso, o princípio da formação integral,
mundo do trabalho do século colocando em evidência a
XXI traz novas demandas que importância dos
englobam a subjetividade dos relacionamentos interpessoais
sujeitos, seus pensamentos, para o mundo do trabalho e
sentimentos e comportamentos. para a transformação social.
O que são habilidades sociais?
• Conjunto de comportamentos,
valorizados socialmente, apresentados
pelo indivíduo diante das demandas de
uma situação interpessoal. Esses
comportamentos valorizados devem ter
alta probabilidade de resultados
favoráveis para o indivíduo, seu grupo e
comunidade e variam de acordo com
cada cultura, pois “as culturas podem
possuir normas e valores diferenciados
e, nesse caso, o que é culturalmente
aceitável num grupo ou contexto pode
ser completamente inaceitável noutro”
(DEL PRETTE; DEL PRETTE, 2017b).
O que são habilidades sociais?

• Ou seja, habilidades sociais são todos • Porém, o aprendizado de


os comportamentos que emitimos comportamentos sociais não é
quando estamos com uma ou mais estático e podemos modificá-los
pessoas. Usamos as habilidades de acordo com nossas
sociais em todas as etapas da vida, na necessidades e as do contexto
infância, adolescência, vida adulta e
velhice – cada etapa com um
diferente leque de habilidades sociais
mais relevantes. Aprendemos esses
comportamentos naturalmente, de
acordo com modelos inseridos na
nossa cultura.
Competência social

• A competência social pressupõe


critérios que avaliem a
funcionalidade da ação do sujeito
nas situações que vivencia.
Entende-se então como “um
construto avaliativo do
desempenho de um indivíduo em
uma tarefa interpessoal” (DEL
PRETTE; DEL PRETTE, 2017b),
considerando a produção de
resultado positivo ao indivíduo, à
situação e à cultura
Habilidades sociais

• Para lidar com os desafios e • Essa área vem recebendo


demandas atuais, a criança grande atenção de psicólogos,
precisa desenvolver um psiquiatras e educadores
repertório cada vez mais
elaborado de habilidades sociais.
• Habilidades de comunicação,
expressividade e desenvoltura
• Um repertório elaborado de nas interações sociais podem se
habilidades sociais contribui reverter em amizade, respeito,
decisivamente para relações status no grupo ou,
harmoniosas com colegas e genericamente, em convivência
adultos na infância cotidiana mais agradável
Aspectos Psicológicos
• Os problemas comportamentais e emodonais, que acompanham os
diferentes transtornos psicológicos e que podem se expressar como
dificuldades interpessoais na infância, são classificados/ na
psicopatologia infantil, em dois grandes grupos: os extemalizantes (que
se expressam predominantemente em relação a outras pessoas) e os
intemalizantes (que se expressam predominantemente em relação ao
próprio indivíduo)8:
Aspectos Psicológicos
• Os problemas extemalizantes são mais freqüentes em transtornos que
envolvem agressividade física e/ou verbal, comportamentos opositores
ou desafiantes, condutas anti-sociais como mentir e roubar e
comportamentos de risco como uso de substâncias psicoativas.

• Os problemas intemalizantes são mais prontamente identificáveis em


transtornos como depressão, isolamento social, ansiedade e fobia
social.
Aspectos Psicológicos
• As dificuldades interpessoais que caracterizam esses dois grupos de
problemas decorrem basicamente de um repertório pobre de
habilidades sociais, principalmente em termos de empatia, expressão
de sentimentos e resolução de problemas, com correlatos cognitivos e
emocionais como baixa auto-estima, crenças e atribuições disfundonais,
impulsividade e temperamento difícil, entre outros.
• As dificuldades interpessoais características dos problemas
intemalizantes e extemalizantes podem ter conseqüências
desfavoráveis para o desenvolvimento saudável, embora se verifique
uma maior preocupação de pais e educadores com as crianças que
apresentam problemas extemalizantes.
Transtornos associados a problemas
intemalizantes
• Os problemas intemalizantes estão associados a vários transtornos
psicológicos como os de ansiedade, queixas somáticas, fobia social e
depressão10, todos com implicações sobre o isolamento social e o
autoconceito.
Transtornos associados a problemas
intemalizantes
• A ansiedade pode ser caracterizada como uma resposta interna que
envolve sentimentos subjetivos de desconforto e medo, por
respostas abertas de esquiva/fuga de situações sociais, incluindo
reações fisiológicas de sudorese e excitação geral. Ainda não são bem
estabelecidos os limites entre a ansiedade normal e a patológica. De
maneira geral, pode-se pensar que alguma ansiedade facilita
enquanto que uma ansiedade excessiva inibe desempenhos
adaptativos
Transtornos associados a problemas
intemalizantes
• A primeira pode ser considerada normal e a segunda patológica11.
Essa divisão simplificada é uma indicação útil para a observação dos
desempenhos das pessoas em geral e da criança em particular.
• Crianças com distúrbios de ansiedade se mostram excessivamente
preocupadas com seus afazeres, com seu estado de saúde e com o
tempo disponível para realizar suas tarefas.
• Além disso, tais preocupações são acompanhadas de irritabilidade,
tensão muscular, crítica excessiva e dificuldade de concentração.
Uma outra característica ocorre nos relacionamentos, observando-se
maior freqüência de brigas e diminuição de encontros sociais.
Transtornos associados a problemas
extemalizantes
• Alguns transtornos psicológicos são mais prontamente reconhecidos
pelos sintomas extemalizantes, conquanto possam incluir, também,
sintomas intemalizantes. Entre tais transtornos, podem ser citados os
de comportamento anti-social, agressivo ou opositor e os
hipercinéticos (hiperatividade e desatenção)
Transtornos associados a problemas
extemalizantes
• Os transtornos de comportamento expressos por agressividade,
indisciplina e outros comportamentos anti-sociais podem f star
associados tanto a deficits em componentes da compètência social
(baixo autocontrole, falta de empatia, percepção equivocada dos
fatos e normas sociais), como a uma psei^docompetência (condutas
desafiantes, comportamento opositor, estilo coercitivo ou
dissimulado) voltada para objetivos interpessoais imediatos.
Transtornos associados a problemas
extemalizantes
• Fala-se em pseudocompetência porque, embora tais
comportamentos sejam formas de enírentamento que podem
produzir conseqüências imediatas favoráveis ao indivíduo, eles não
atendem os critérios de competência social (definidos no próximo
capítulo), revelando comprometimento em aspectos cognitivos e
afetivos do funcionamento psicossocial.
Transtornos associados a problemas
extemalizantes
• A agressividade na infância está também relacionada a um padrão
sodocognitivo que indui: falha em identificar e/ou interpretar os
sinais relevantes do ambiente, tendênda a atribuir intenções hostis
ao interlocutor, dificuldade de gerar soluções efetivas diante das
demandas sodais, busca de objetivos inapropriados de
reladonamentos, défidts de desempenhos sodais e avaliação
egocêntrica sobre as reações dos demais
0 comportamento não-verbal
• A comunicação das emoções ocorre muito mais por meio da expressão
não-verbal do que da verbal. Existem sentimentos difíceis de serem
traduzidos em palavras e, freqüentemente, quando é feita qualquer
tentativa nesse sentido, os termos são insuficientes e não comunicam,
mesmo aproximadamente, o que se pretende. Os dois aspectos
paralingüísticos considerados mais importantes na análise da
competência social são:
• • A alternância entre falar e ouvir;
• • A regulação da forma da fala.
0 comportamento não-verbal
• Quanto à expressividade corporal e facial, é possível arrolar um
conjunto de componentes, tais como:
• # Olhar e contato visual;
• # Sorriso;
• # Gestualidade;
• # Movimentos de cabeça;
• # Postura.
0 comportamento não-verbal
• A regulação desses componentes é um ingrediente crítico na
percepção de competência social. Nesse caso, valem as regras de
adequar-se à subcultura local e/ou ajustar-se ao ponto médio, uma vez
que os extremos são usualmente avaliados negativamente
Três estilos de desempenho social

• * Reações não-habilidosas passivas. São os comportamentos


apresentados pela pessoa para lidar com as demandas interativas do
seu ambiente que comprometem sua competência social por se
expressarem predominantemente na forma encoberta de incômodo,
mágoa, ressentimento, ansiedade e/ou por meio de esquiva ou fuga
das demandas interpessoais ao invés do enfrentamento
Três estilos de desempenho social

• Reações habilidosas. São os comportamentos apresentados pela


pessoa para lidar com as demandas interativas do seu ambiente que
contribuem para a competência social por sua coerência entre compo
nentes abertos e encobertos, adequaçao às demandas e
conseqüências obtidas.
Três estilos de desempenho social

• • ReaçÕesnão-habilidosas ativas. São os comportamentos


apresentados pela pessoa para lidar com as demandas interativas do
seu ambiente que comprometem sua competêpcia social por se
expressarem predominantemente na forma aberta de agressividade
física ou verbal, negativismo, ironia, autoritarismo e coerção.
Para endossar
tipos de videos
Alguns exemplos de habilidades sociais
Desenvolvendo Programa de habilidades
sociais
• Definição do número de sessões
• Definição do tipo de habilidade a
ser trabalhada
• Ficha de controle de sessão
• Cronograma
Treino e protocolo para uso do banheiro
Uso do banheiro

• O treinamento para usar o banheiro • Questões que podem impactar e


pode ser desafiador para crianças dificultar o uso do banheiro.
com transtornos do espectro do
autismo (TEA). Existem muitas razões
que podem fazer com que leve muito
tempo. Muitas crianças com TEA
aprendem a usar o banheiro em uma
idade mais avançada. Muitas
crianças com TEA aprendem a urinar
e fazer cocô no banheiro mais
tardiamente do que outras crianças
(Tsai, Stewart, & August, 1981).
Por onde começar?

• "Treinamento por idas ao


banheiro" ou "Treinamento por
cronograma" ajuda as crianças a
aprenderem a usar o banheiro,
sem colocar outras demandas
sobre elas. Os adultos
determinam o cronograma e
ajudam a treinar o corpo da
criança para seguir o cronogram
Desenvolvimento de Plano
Para endossar
tipos de videos
Estratégias e treinos educacionais na escola

• O professor pode mostrar ao aluno


como fazer ao entrar na escola:
cumprimentos, despedidas,
reconhecer e nomear as emoções
em si e no outro. Mostrar
comportamentos e atitudes que
podem ser agradáveis (fazer
perguntas, responder às
solicitações, oferecer ajuda,
elogiar), bem como o que o outro
pode não gostar que ele faça, por
exemplo: falar virado de costas.
Estratégias e treinos educacionais na escola

• Incentivar as brincadeiras em • Ensinar pistas de contexto e


duplas e em situações estruturadas referências para aqueles que o
(incentivar que o colega o rodeiam, por exemplo, se todo
acompanhe para beber água). mundo está de pé, você deve ficar
também.
• Ensiná-lo a como seguir as
instruções e regras. Para isso, • Utilizar uma habilidade da criança
desenhos e imagens podem ajudá- (música e números) para que ela se
lo. Ensinar a imitação motora sobressaia nessas tarefas.
durante a realização das tarefas em • Identificar colegas que possam
classe e fora da sala de aula. contribuir com a interação do
restante do grupo e que sejam
“modelos” de interação social.
Registro comportamental

• Como fazer? E por que fazer?

• Mostrar excel
Generalização

• A generalização é uma parte • Chamamos de generalização


muito importante para o quando um indivíduo aplica algo
aprendido em uma situação
aumento do repertório específica em outra situação
comportamental, porque semelhante, sem que tenha
mostra que a pessoa pode havido um aprendizado extra
manter as habilidades para que aquilo ocorresse. Ou
ensinadas diretamente e seja, quando o indivíduo
ainda mostrar habilidades transporta o comportamento
que não foram ensinadas aprendido na terapia para o dia-
dia.
diretamente em um
ambiente novo.
Desenvolvimento de currículo de habilidades
básicas
• O currículo é um instrumento
composto por um conjunto de
conteúdos que se deseja ensinar
em um prazo específico; ele
pode ser importante para
auxiliar a nortear, organizar e
administrar o ensino, quando se
deseja ensinar muitas
habilidades ao mesmo tempo. A
partir de um currículo pode-se
planejar o que vai ser ensinado a
curto, médio e longo prazo.
Vamos práticas e desenvolver um currículo?
- Protocolo
Protocolo de registros

• Protocolos de Registro são


instrumentos que auxiliam na
organização do ensino e na
verificação da aprendizagem
Protocolo 1 – Objetivos e metas

• O Protocolo de Objetivos e Metas é utilizado quando a habilidade a


ser ensinada é constituída por muitos comportamentos e torna-se
inviável o ensino de todos ao mesmo tempo. Ele é composto por uma
tabela de quatro colunas: a primeira coluna apresenta os objetivos
(todos os comportamentos que desejamos ensinar à criança naquele
Programa de Ensino) e as colunas seguintes, que devem ser
preenchidas pelo educador, são intituladas de “Não ensinado”,
“Ensino” e “Manutenção”, nessa ordem.
Vamos práticas e preencher um protocolo
de objetivos e metas
Protocolos ABC

• Esse protocolo é utilizado na maioria dos programas e serve para


registrar as tentativas de ensino. São denominados de “Protocolos ABC”
por permitirem a marcação do desempenho da criança considerando
três níveis: A- quando a criança realiza a atividade sem o auxílio do
educador; B- quando a criança realiza com o auxílio do educador
(qualquer tipo de auxílio, físico ou verbal); e C- quando a criança não
realiza a atividade, mesmo com o esforço do educador em auxiliá-la. A
cada tentativa o educador deve marcar um X em A, B ou C, de acordo
com o desempenho da criança
Vamos práticas e preencher um protocolo
ABC
Protocolos Certo/Errado

• Esse protocolo é mais simples e também serve para registrar as


tentativas de ensino, porém, diferentemente dos Protocolos ABC, só
permite marcar se a criança acertou (sem auxílio) ou se ela errou (ou
fez com ajuda, que também é considerado como erro); o educador
escreve V para acertos e X para erros
Vamos práticas e preencher um protocolo
Certo-errado
Protocolos de Ocorrência de Respostas

• educador marca com um risco


pequeno, quantas vezes a
criança emitiu o comportamento
observado
Vamos práticas e preencher um protocolo
de ocorrência de respostas
Protocolos de Manutenção

• Quando a criança finaliza um Programa de Ensino é importante


manter as habilidades aprendidas para que ela não se esqueça
delas. Esse protocolo tem a função de auxiliar na manutenção das
habilidades aprendidas e permite marcar se a criança acertou (sem
auxílio) ou se ela errou (ou fez com ajuda, que também é
considerado como erro); o educador escreve V para acertos e X
para erros
Vamos práticas e preencher um protocolo
de manutenção
Desenvolvendo habilidades de atenção

• Permanecer sentado é necessário em várias situações do cotidiano;


na sala de aula, na sala de espera de um consultório, no ônibus,
enquanto estamos almoçando ou quando estamos assistindo a um
filme. Algumas crianças com autismo apresentam dificuldades em
permanecer sentadas, porém o comportamento de sentar é
aprendido e podemos ensiná-las a permanecer sentadas em
contextos nos quais esse comportamento é necessário. Além disso,
sentar é requisito para aprendizagens mais complexas como a leitura,
a escrita e a matemática.
Vamos práticas e preencher um protocolo
de desenvolvimento de habilidades sociais
atencionais
Habilidades de imitação

• A imitação é uma habilidade muito importante para o


desenvolvimento e para a aprendizagem de novas habilidades.
Quando não sabemos bem o que fazer, observamos as outras pessoas
e copiamos o modelo. Imagine que você nunca tenha viajado de avião;
você chega ao aeroporto, não sabe o que fazer, observa as pessoas se
direcionando para a fila e faz o mesmo que elas, se direcionando para
a fila também. Nesse contexto, você aprende rapidamente o que deve
fazer sem que alguém tenha que te explicar. Assim, imitar é uma
maneira de aprender habilidades novas quase que
“espontaneamente”, sem a necessidade de instrução verbal, partindo
da observação do comportamento de outras pessoas.
Vamos práticas e preencher um protocolo
de desenvolvimento de habilidades sociais
de imitação
Linguagem receptiva

• A área de linguagem receptiva abrange habilidades relacionadas à


compreensão da fala de outras pessoas. Para que esse tipo de
compreensão aconteça é necessário relacionar aquilo que é ouvido a
outros estímulos do ambiente ou a ações. Por exemplo, para atender
ao pedido de alguém que diz “me dê a bola” é necessário que a pessoa
que escuta a instrução consiga relacionar a palavra falada “bola” ao
objeto bola, assim como relacionar a frase “me dê” à ação de entregar
algo a alguém que faz o pedido.
Vamos práticas e preencher um protocolo
de desenvolvimento de habilidades
linguagem receptiva
Linguagem expressiva

• A área de linguagem expressiva abrange habilidades relacionadas a


fazer pedidos, comentários, recusas, oferecer e buscar informações,
expressar emoções, desejos, cumprimentar pessoas e narrar
acontecimentos. Pessoas com autismo podem apresentar dificuldades
importantes relacionadas a essas habilidades; uma criança com autismo
pode não falar e não conseguir usar gestos para se comunicar ou pode
falar, mas não conseguir usar a fala com função comunicativa
Vamos práticas e preencher um protocolo
de desenvolvimento de habilidades
linguagem expressiva
Habilidades pré-acadêmicas

• O objetivo geral dos programas • A área de Habilidades Pré-


dessa área é ensinar habilidades Acadêmicas é composta pelos
básicas, de caráter pedagógico, seguintes Programas de Ensino:
que são fundamentais para a Coordenação olho mão (5.1);
realização de atividades Emparelhar objetos (5.2);
escolares e que também são Emparelhar figuras (5.3);
requisitos para aprendizagens Emparelhar figuras e objetos
mais complexas como a leitura, (5.4); Usar o lápis (5.5) e Usar a
a escrita e a matemática tesoura (5.6).
Vamos práticas e preencher um protocolo
de desenvolvimento de habilidades de
coordenação olho mão e emparelhamento

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