UNIVERSIDADE PITÁGORAS UNOPAR
SUPERIOR LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA
EDUARDO ROCKENBACK
RELATÓRIO DO ESTÁGIO CURRICULAR EM EDUCAÇÃO FÍSICA III:
ENSINO MÉDIO
Santa Rosa – RS
2025
EDUARDO ROCKENBACK
RELATÓRIO DO ESTÁGIO CURRICULAR EM EDUCAÇÃO FÍSICA III:
ENSINO MÉDIO
Relatório apresentado à Universidade Unopar, como
requisito parcial para o aproveitamento da disciplina
de relatório do estágio curricular em educação física
III: ENSINO MÉDIO do curso Licenciatura em
Educação Física.
TUTORA: Joice Baron de Medeiros
Tutor à Distância: Nayara Teixeira
Santa Rosa – RS
2025
SUMÁRIO
1 RELATO DAS LEITURAS OBRIGATÓRIAS......................................................4
2 RELATO DA ANÁLISE DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP).........5
3 RELATO DA ANÁLISE DO PLANO DE TRABALHO DOCENTE.......................6
4 RELATO DA ANÁLISE DE MATERIAIS DIDÁTICOS DA ESCOLA...................7
5 PROPOSTA DE ATIVIDADE PARA ABORDAGEM DOS TEMAS
CONTEMPORÂNEOS TRANSVERSAIS DA BNCC..........................................8
6 RELATO DA ENTREVISTA COM O PROFESSOR REGENTE.........................9
7 RELATO DE REUNIÃO PEDAGÓGICA OU CONSELHO DE CLASSE...........10
8 RELATO DO LEVANTAMENTO DE MATERIAIS DE APOIO ESPECÍFICOS
PARA ABORDAGEM DOS TEMAS TRANSVERSAIS CONTEMPORÂNEOS 11
9 RELATO DO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA BNCC NA ESCOLA.........12
10 RELATO DA ANÁLISE DOS INSTRUMENTOS AVALIATIVOS UTILIZADOS
PELO PROFESSOR.........................................................................................13
11 RELATO DA ANÁLISE DA ATUAÇÃO DA EQUIPE PEDAGÓGICA NO
ACOMPANHAMENTO DA DISCIPLINA...........................................................14
12 RELATO DA OBSERVAÇÃO............................................................................15
13 PLANOS DE AULA...........................................................................................16
14 RELATO DA APRESENTAÇÃO DOS PLANOS DE aula AO PROFESSOR....17
15 RELATO DA REGÊNCIA..................................................................................18
16 VALIDAÇÃO DO RELATÓRIO.........................................................................26
CONSIDERAÇÕES FINAIS....................................................................................27
REFERÊNCIAS.......................................................................................................28
3
INTRODUÇÃO
Este relatório de Estágio Curricular do curso Licenciatura em Educação Física
tem como objetivo apresentar as teorias compreendidas em sala de aula e aliadas
as atividades práticas conforme o Plano de Trabalho e suas orientações para
atuação no campo escolar direcionado ao Ensino Médio. Nos cursos de licenciatura
em Educação Física, o Estágio Supervisionado representa um componente
curricular de extrema importância para a formação de futuros professores.
Por meio dessa vivência no ambiente escolar, os estudantes têm a
oportunidade de se deparar com situações reais de ensino e aprendizagem,
aproximando-se da prática pedagógica de maneira concreta. Esse contato direto
com a sala de aula permite que os licenciandos não apenas experimentem o
cotidiano docente, mas também reflitam criticamente sobre suas ações,
conhecimentos e desafios enfrentados.
É nesse espaço que se torna possível articular os saberes adquiridos na
formação teórica com a realidade prática da educação, construindo um olhar mais
apurado sobre o seu papel como educadores.
Durante essa trajetória, os estagiários começam a reconhecer, desenvolver e
aplicar um conjunto de competências, habilidades e conhecimentos essenciais para
o exercício profissional. A vivência do estágio evidencia a complexidade do fazer
docente, ao mesmo tempo em que revela a necessidade de compreender e lidar
com as múltiplas dimensões do processo de ensino.
Nesse sentido, é fundamental que o futuro professor se insira de forma ativa
no contexto escolar, participando efetivamente das práticas pedagógicas. Ao
vivenciar a rotina educacional, ele adquire não apenas conhecimento técnico, mas
também uma sabedoria prática que contribui para a construção de uma prática de
ensino mais consciente, crítica e eficaz.
4
1 RELATO DAS LEITURAS OBRIGATÓRIAS
As leituras obrigatórias formam uma base para o conhecimento que os
acadêmicos necessitam para realizar o planejando das atividades a serem
colocadas em pratica. Desde a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional (LDB), que estabelece que "a Educação Física, integrada à
proposta pedagógica da escola, é componente curricular da Educação Básica,
ajustando-se às faixas etárias e às condições da população escolar, sendo
facultativa nos cursos noturnos" (BRASIL, 1996), tornou-se ainda mais relevante
compreender o papel da Educação Física no contexto da educação básica. Isso
inclui refletir sobre sua importância, como torná-la viável e eficaz, bem como qual
deve ser a atuação do professor e sua contribuição dentro do ambiente escolar.
Na Educação Infantil, que abrange crianças de 0 a 5 anos, o desenvolvimento
das expressões corporais, emocionais e sociais é fundamental. Nesse período, as
crianças começam a manifestar sentimentos e preferências, demonstrando quando
estão felizes, tristes ou desconfortáveis. A Educação Física, nesse contexto, ganha
um papel essencial, pois é por meio dela que a cultura corporal começa a ser
explorada e construída. Tanto na Educação Infantil quanto nos anos finais do Ensino
Fundamental, é imprescindível trabalhar com foco nos aspectos motores, cognitivos
e socioafetivos, respeitando as fases de desenvolvimento dos alunos.
As práticas pedagógicas devem incluir jogos simbólicos, danças, brincadeiras
e atividades lúdicas, promovendo um aprendizado que valorize a corporeidade de
forma prazerosa e significativa. Dessa maneira, a Educação Física contribui para o
crescimento integral das crianças, estimulando suas habilidades de forma criativa e
respeitosa. De acordo com o Manual de Educação Física (2009), o papel do
professor de Educação Física, assim como o de qualquer educador, vai além da
simples transmissão de conhecimentos. Ele deve estar disponível aos alunos, sendo
uma referência positiva, um modelo de comportamento e um orientador no processo
educativo. Sua atuação envolve não apenas o desenvolvimento das habilidades
motoras, mas também aspectos sociais, como a convivência, o respeito ao espaço
coletivo, a cooperação e a construção de atitudes éticas diante da sociedade.
A colaboração entre o professor especialista em Educação Física e o
professor regente da turma (unidocente) é essencial para que o trabalho pedagógico
seja realmente eficaz. Quando há integração entre as propostas da sala de aula e
5
das atividades realizadas no pátio ou em outros espaços de movimento, é possível
potencializar os resultados educacionais. Essa parceria contribui diretamente para a
realização da Proposta Nacional para a Qualidade da Educação Infantil (PNQEI),
que se fundamenta em princípios éticos, estéticos e políticos, e também para a
aplicação das diretrizes dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). De acordo
com A LDB 9.494/96 a Educação Física é componente obrigatório no currículo da
educação básica (Ensino Infantil, Ensino Fundamental, e Ensino Médio). Estes
ressaltam que a criança aprende a partir das experiências familiares e sociais, e que
a escola deve proporcionar vivências complementares, com atividades lúdicas,
repletas de significado, que estimulem a afetividade, o respeito às regras e o
desenvolvimento das habilidades motoras fundamentais.
Com as novas determinações legais que tornam a Educação Física um
componente curricular obrigatório desde a primeira etapa da Educação Básica,
surgem desafios para os profissionais da educação, especialmente para aqueles
formados em pedagogia ou magistério, que nem sempre receberam formação
específica nessa área. Muitos deles, por falta de base teórica e prática, acabam
utilizando brincadeiras apenas como passatempo, sem um objetivo pedagógico
claro. Em alguns casos, a Educação Física ainda é vista como um momento de
agitação ou apenas recreação, sem o devido reconhecimento de sua importância no
processo formativo das crianças, para o profissional de educação física, envolva a
individualidade biológica, física, emocional, e social. (MOTTA, 2014).
O papel do profissional de Educação Física vai muito além do
desenvolvimento motor das crianças. É também sua responsabilidade cultivar,
desde os primeiros anos, valores como o amor-próprio, o respeito pelo próprio corpo
e a capacidade de reconhecer e superar desafios. Segundo o manual de Educação
Física (2009), na escola o professor de Educação Física tem uma gama de
possibilidades de desenvolver sua metodologia voltada para a melhoria da qualidade
de vida da criança, através da cultura corporal, que inclui a dança, as lutas,
esportes, jogos e as brincadeira. Além disso, cabe ao educador físico transformar a
percepção que pais, alunos e até mesmo outros profissionais da educação têm
sobre essa área, muitas vezes subestimada.
Quando bem preparados, com formação sólida e domínio da licenciatura,
esses profissionais têm mais chances de alcançar sucesso em sua prática docente.
Um dos pilares fundamentais para uma atuação eficaz é o planejamento. Planejar é
6
uma prática essencial não apenas na Educação Física, mas em toda e qualquer
organização social. Através do planejamento, é possível organizar ações, analisar
contextos e refletir sobre possíveis cenários futuros, antecipando desafios e
propondo soluções. No contexto educacional, o planejamento pedagógico é uma
ferramenta indispensável para orientar o processo de ensino-aprendizagem,
servindo como guia para as intervenções do professor em sala de aula e nos demais
espaços escolares.
O cotidiano da escola é marcado por interações diversas, nas quais surgem
conflitos, tensões e desafios. Quando bem elaborado, ele permite prever ações
preventivas, ajustando a prática pedagógica para alcançar os objetivos traçados com
maior eficácia. Assim, o planejamento torna-se um aliado essencial na busca pela
qualidade da educação, contribuindo significativamente para o aprimoramento do
processo de ensino e aprendizagem e para o crescimento profissional do educador.
Ao planejar suas aulas, o professor organiza antecipadamente as etapas do
processo de ensino, o que reforça a importância de se cultivar uma cultura de
planejamento coletivo dentro do ambiente escolar. Planejar deve ser uma prática
compartilhada por todos os profissionais da escola, incluindo docentes de todas as
áreas do conhecimento.
Apesar disso, observa-se que, em muitos casos, os professores de Educação
Física ainda participam de forma limitada tanto dos planejamentos coletivos quanto
da elaboração de propostas mais específicas e individuais relacionadas à sua área.
Essa baixa adesão pode comprometer a integração da disciplina com o Projeto
Político-Pedagógico (PPP) da escola. Mesmo reconhecendo as especificidades da
Educação Física especialmente sua ênfase nos aspectos práticos e corporais, é
essencial que suas atividades estejam alinhadas aos objetivos e diretrizes da
proposta pedagógica da escola. Um exemplo claro dessa articulação está na
organização dos espaços e horários de uso da quadra esportiva, que precisa ser
planejada de maneira justa e funcional para atender às necessidades de todas as
turmas. Portanto, o planejamento é uma ferramenta indispensável para o professor,
pois orienta a condução da aula e permite antecipar possíveis dificuldades, além de
garantir que os objetivos pedagógicos sejam efetivamente alcançados. Ele fortalece
a prática docente, promove a integração entre os profissionais e contribui
diretamente para a qualidade do ensino.
7
2 RELATO DA ANÁLISE DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP)
A escola deve ser compreendida como um espaço que favorece a autonomia
do aluno e incentiva sua expressão no processo de aprendizagem. Dentro desse
contexto, todos os envolvidos na instituição desde o Corpo Diretivo, a Equipe
Pedagógica, o Corpo Docente até os demais funcionários assumem papéis
fundamentais como agentes que mobilizam, articulam e promovem ações
formativas. Essas ações são acompanhadas por processos avaliativos contínuos,
que contribuem para o aprimoramento da prática educativa.
As reflexões constantes sobre a realidade dos estudantes e do contexto
escolar devem orientar a construção e a atualização do Projeto Político-Pedagógico
(PPP). Este documento precisa estar alinhado às necessidades da comunidade
escolar, adaptando-se sempre que necessário para manter-se coerente com os
desafios educacionais contemporâneos e com as transformações sociais e culturais
que impactam o ambiente escolar.
O PPP é, portanto, um instrumento normativo de extrema importância para a
organização e o funcionamento da escola. Ele representa o planejamento
estratégico e pedagógico da instituição, sendo um documento vivo, flexível e em
constante construção. Sua elaboração deve ser participativa, considerando as vozes
de todos os segmentos da comunidade escolar.
Outro elemento essencial nesse processo é a Base Nacional Comum
Curricular (BNCC), que estabelece os direitos de aprendizagem e desenvolvimento
dos estudantes em todo o território nacional. A BNCC orienta a elaboração do
currículo e deve dialogar diretamente com o PPP, garantindo que a proposta
pedagógica da escola esteja em consonância com as competências e habilidades
esperadas para cada etapa da Educação Básica.
A integração entre o PPP e a BNCC fortalece o trabalho pedagógico,
assegura uma formação integral dos alunos e contribui para uma educação mais
equitativa, significativa e de qualidade. A Educação Básica oferecida pelo Colégio
está alinhada às diretrizes legais vigentes, assegurando a formação integral dos
estudantes. Para que essa proposta pedagógica seja efetiva e significativa, é
fundamental garantir aos profissionais da educação as condições materiais e
estruturais necessárias à implementação de um currículo dinâmico e participativo.
Nesse processo, o aluno é incentivado a ser protagonista do próprio aprendizado,
8
desenvolvendo autonomia e atribuindo sentido às experiências vividas no ambiente
escolar por meio da mediação intencional dos conteúdos.
No que se refere à Educação Infantil, são assegurados os requisitos
fundamentais para o pleno desenvolvimento da criança nesta fase inicial. O foco
está no crescimento integral, contemplando os aspectos físicos, emocionais,
intelectuais e sociais, respeitando as especificidades da infância e promovendo um
ambiente acolhedor e estimulante.
O Ensino Fundamental, segunda etapa da Educação Básica, tem como
finalidade desenvolver no estudante a capacidade de aprender de forma crítica e
reflexiva. Nessa etapa, são valorizadas a construção de conhecimentos, o
desenvolvimento de habilidades e a formação de valores que favoreçam a
compreensão do mundo natural, social, político, tecnológico e artístico.
Já o Ensino Médio tem como principal objetivo consolidar e aprofundar os
conhecimentos adquiridos ao longo da trajetória escolar, preparando o aluno tanto
para a vida em sociedade quanto para a continuidade dos estudos em nível superior.
Em consonância com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a proposta
pedagógica do Colégio orienta-se pelas aprendizagens essenciais que todo
estudante tem o direito de desenvolver. Essa diretriz implica também na constante
revisão e atualização do currículo escolar, de modo a garantir sua relevância,
coerência e efetividade.
Um aspecto fundamental do Projeto Político-Pedagógico é a avaliação. Essa
deve ser entendida de forma integrada: enquanto a avaliação da aprendizagem
focaliza o desempenho do aluno, a avaliação institucional analisa as condições
oferecidas pela escola para que esse desempenho ocorra. Ambas são
complementares e fundamentais para garantir uma educação de qualidade. A
avaliação, em uma perspectiva dialógica e inclusiva, deve ter como finalidade a
emancipação dos sujeitos, e não a sua punição. Avaliar, nesse contexto, é também
um gesto de cuidado e compromisso com o desenvolvimento humano — é, portanto,
um verdadeiro ato de amor.
9
3 RELATO DA ANÁLISE DO PLANO DE TRABALHO DOCENTE
O Plano de Trabalho Docente (PTD), é um documento elaborado pelo
professor para planejar suas atividades pedagógicas ao longo de um período letivo.
Ele geralmente inclui objetivos, conteúdo a serem abordados, metodologias de
ensino, recursos necessários, avaliação dos alunos, entre outros aspectos. A escola
possui um cronograma dentro das normas do Ministério da Educação que é
participativo e interdisciplinar entre o núcleo docente, e a direção da escola em
equipe assume a função de articular, organizar e coordenar a ação docente de
acordo com os princípios e finalidades gerais da educação, bem como os anseios e
dificuldades dos estudantes e do contexto social.
A premissa está em envolver os professores das demais matérias para que
todos sejam capazes de expressar, de forma organizada, lógica e metódica, o
quanto a disciplina tem a contribuir para o currículo escolar, colaborando para a sua
legitimidade na Educação Básica
Em contato com o Professor Edson Muller supervisor de campo deste estágio,
formado em Licenciatura e Bacharelado Ed. Física, pós graduado em Ed Fisica
escolar e Abordagens Neuroeducacionais, ele atua como professor a 21 anos e
sempre buscando atualizações e adaptar tecnologias aos seus ensinamentos, desta
forma suas atividades desenvolvem primeiramente buscar o entendimento e após
apresenta aos alunos solicitando um diálogo para a partir das conversas planejar
aulas inclusivas e coerente com a realidade da comunidade e com os interesses dos
estudantes.
E suas aulas envolvem práticas pedagógicas através de jogos, aulas de luta,
de dança e rítmicas, orientações e conceitos com algumas práticas com esportes,
aulas de ginástica, algumas manifestações corporais onde procura abordar
diferentes culturas nos ensinamentos, entre outros conforme a grade curricular.
Edson procura sempre fazer o uso adequado dos recursos didáticos e integrar de
forma criativa as diversas outras disciplinas, promovendo inclusão social e maior
engajamento dos alunos.
Edson diz que quando articulada, por exemplo, com a disciplina de Biologia, a
educação física permite explorar conteúdos como curiosidades desta faixa etária de
alunos que estão no ensino médio, assim eles aprendem sobre o funcionamento do
corpo humano, saúde e qualidade de vida, despertando o interesse dos estudantes
10
pelo cuidado com o corpo e pela prevenção de doenças. Outra possibilidade que ele
vem introduzindo é em conjunto com a Sociologia ou História, ele diz que é possível
abordar a origem e a evolução das práticas corporais em diferentes culturas e
contextos sociais, promovendo o respeito à diversidade e ao patrimônio cultural.
Já em parceria com a Professora Sonia de Matemática juntos testaram e
demonstraram aos alunos em práticas desenvolvidas atividades que envolveram
estatísticas de desempenho físico ou cálculos relacionados ao esporte,
georreferenciamentos em campo e como calcular, além de raciocínio lógico com
seus corpos sendo medidos, pesados e assim tornando os conteúdos mais
concretos e aplicáveis despertando cognitivamente habilidades que eles mantinham
ocultas e descontextualizadas socialmente.
Essas conexões interdisciplinares não só enriquecem o aprendizado, mas
também criam oportunidades de participação ativa para todos os alunos, incluindo
aqueles com dificuldades de aprendizagem ou limitações físicas, reforçando o senso
de pertencimento, autoestima e motivação no ambiente escolar.
Os materiais usados para os planos de aula da escola são:
Materiais Esportivos e Corporais
- bolas de futebol, vôlei, basquete, handebol, cones e marcadores de solo,
bambolês, corda de pular, colchonetes e tatames, apitos e cronômetros, arcos e
bastões, tabelas e redes, vôlei, basquete, coletes ou fitas coloridas para diferenciar
grupos, pesos leves e elásticos de resistência (para exercícios físicos.
Materiais Pedagógicos e Interdisciplinares
- cartazes explicativos, quadro branco ou flip chart, planilhas e gráficos (para
uso com matemática e estatística), mapa corporal ou esqueleto didático (biologia),
projetores ou tv para vídeos e apresentações (história, sociologia, computadores ou
tablets com softwares educativos, fichas de avaliação e observação, cadernos de
registros e diário de bordo
Materiais de Inclusão
Materiais adaptados, rampas, cadeiras de rodas esportivas, Jogos
cooperativos adaptados, Recursos táteis e visuais (texturas, cores fortes,
pictogramas.
Em dias chuvosos que a quadra não tem condições de uso podemos contar
com um projetor para apresentar slides como forma de passar o conteúdo e vídeos
11
mostrando as formas dos exercícios que estão sendo passado, também temos
equipamentos esportivos, como bolas, raquetes, cones, pesos, cordas ou outros
materiais relevantes para administrar uma aula e também usar músicas como forma
de atividades. Com estes materiais de apoio, as crianças vão entender o que
realmente é a educação física. Podem perceber os benefícios das atividades físicas
e seus benefícios para suas vidas. Com base na análise dos materiais didáticos em
Educação Física, podemos destacar os seguintes pontos:
● O currículo de Educação Física atual parece ser abrangente e
diversificado, promovendo uma variedade de atividades físicas e promovendo a
importância da saúde e bem-estar.
● A disponibilidade e a condição dos equipamentos esportivos são
fundamentais para o sucesso das aulas de Educação Física.
● Alguns equipamentos podem precisar de manutenção ou substituição.
Os materiais de apoio têm potencial para enriquecer o ensino de Educação Física,
desde que sejam integrados de forma eficaz nas aulas.
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4 RELATO DA ANÁLISE DE MATERIAIS DIDÁTICOS DA ESCOLA
Certamente as atividades físicas devem desenvolver hábitos saudáveis, já a
análise de materiais didáticos em Educação Física é crucial para promover um
ambiente de aprendizado eficaz e inspirador para as crianças. A análise dos
materiais de educação física é uma parte importante do nosso compromisso com o
desenvolvimento holístico dos alunos da Escola Estadual Cardeal Pacelli.
Durante meu estágio supervisionado em Educação Física, observei que a
escola faz uso de materiais didáticos simples e tradicionais, que são comuns em
muitas instituições públicas e privadas. Os mais frequentemente utilizados são bolas
de diferentes modalidades (como futebol, vôlei e basquete), cones para delimitação
de espaços, bambolês, cordas de pular, colchonetes e coletes coloridos para a
organização de equipes. Apesar de básicos, esses materiais são bem aproveitados
pelo professor, que consegue adaptá-los a diferentes faixas etárias e objetivos
pedagógicos.
No entanto, percebi a ausência de materiais mais diversificados ou
adaptados, o que limita o alcance de práticas mais inclusivas ou interdisciplinares.
Como estagiário, essa observação me levou a refletir sobre a importância de propor
atividades criativas mesmo com recursos simples, bem como sobre a necessidade
de buscar formas acessíveis de enriquecer as aulas, promovendo maior
participação, inclusão e motivação dos alunos.
Minhas observações:
Currículo de Educação Física:
Ano/Série: 1 ano do Ensino Médio
Conteúdo: Handebol , futsal, Volei
Como é colocado em prática: É colocado em prática na forma teórica com
provas e atividades práticas.
Equipamentos Esportivos
Descrição: Está disponível para as crianças, na escola, Bola de Futsal, Vôlei,
Basquete, Handebol, Tênis, Rede para vôlei/tênis, arcos para futsal, cestas de
basquete, mesa de ping pong.
Condição: A condição dos equipamentos que a escola possui são razoáveis,
tem material em boas condições e material em péssimas condições. Entretanto a
quadra esportiva foi toda reformada e as goleiras colocadas redes novas.
13
5 PROPOSTA DE ATIVIDADE PARA ABORDAGEM DOS TEMAS
CONTEMPORÂNEOS TRANSVERSAIS DA BNCC
A transversalidade na educação é compreendida como uma abordagem pedagógica
que integra determinados temas às áreas do conhecimento tradicional, de forma que
esses conteúdos estejam presentes em todas as disciplinas do currículo escolar.
Entre os temas frequentemente abordados estão o meio ambiente, saúde,
cidadania, multiculturalismo, economia, ciência e tecnologia. Essa proposta está
alinhada à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que orienta a Educação
Básica com o objetivo de assegurar aos alunos os direitos de aprendizagem por
meio de conhecimentos que contribuam para sua formação cidadã, profissional e
democrática, respeitando as especificidades regionais, culturais, econômicas e
sociais do contexto em que a escola está inserida.
O trabalho com os Temas Contemporâneos Transversais (TCTs) na escola é de
grande relevância porque promove a contextualização dos conteúdos escolares,
aproximando-os da realidade vivida pelos estudantes. Essa aproximação desperta o
interesse pelo aprendizado e fortalece a construção de uma consciência crítica e
cidadã. No curso de Licenciatura em Educação Física, por exemplo, o tema da
saúde se destaca como um eixo transversal pertinente, já que se relaciona
diretamente com a prática esportiva, a qualidade de vida e a promoção de hábitos
saudáveis.
Para que a transversalidade seja efetiva na prática pedagógica, a metodologia
proposta apoia-se em quatro pilares: a problematização da realidade e das situações
de aprendizagem; a superação da visão fragmentada do conhecimento em favor de
uma perspectiva sistêmica; a integração de competências e habilidades à resolução
de problemas reais; e a promoção de um processo educativo contínuo e coletivo.
Esses fundamentos orientam a construção de saberes que, além de disciplinarmente
organizados, dialogam com as vivências sociais dos alunos. Dessa forma, o
estudante é levado a reconhecer o valor do conhecimento escolar para sua vida
cotidiana, apropriando-se dele de maneira significativa e crítica.
14
.
15
16
6 RELATO DO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA BNCC NA ESCOLA
A efetivação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) nas instituições escolares
requer um processo estruturado e colaborativo, que envolva toda a equipe
pedagógica, incluindo gestores, coordenadores, docentes e demais profissionais da
educação. A implementação da BNCC demanda etapas organizadas que favoreçam
o engajamento coletivo e a compreensão do documento por todos os envolvidos.
O ponto de partida para essa implantação é compreender profundamente o que
representa a BNCC e quais são seus principais objetivos. Trata-se de um
documento normativo que define as aprendizagens essenciais a serem
desenvolvidas por todos os estudantes da Educação Básica — desde a Educação
Infantil até o Ensino Médio — assegurando igualdade de acesso ao conhecimento
em todo o território nacional. Com esse entendimento, a escola precisa reestruturar
seu currículo para alinhá-lo às diretrizes estabelecidas pela BNCC.
Na sequência, é necessário realizar uma análise minuciosa do currículo atual da
escola, a fim de identificar lacunas, potencialidades e pontos de convergência com a
base nacional. Essa etapa exige que os profissionais da educação estejam bem
informados e preparados para aplicar as mudanças na prática pedagógica. Por isso,
torna-se indispensável promover ações de formação continuada, capacitando os
educadores para incorporar novas tecnologias, atualizar os conteúdos das áreas de
ciências humanas e naturais e ampliar o uso das linguagens no processo de ensino-
aprendizagem.
O terceiro passo envolve a atualização do Projeto Político-Pedagógico (PPP) da
instituição, assegurando que ele reflita as competências gerais e específicas
previstas pela BNCC. A escola deve estabelecer, de forma clara, quais habilidades
devem ser desenvolvidas em cada etapa da educação e como essas competências
serão contempladas nas práticas pedagógicas.
Em seguida, é preciso elaborar um plano de ação detalhado, contemplando os
ajustes curriculares, a capacitação docente, a reformulação do PPP e as estratégias
de avaliação que acompanharão o novo modelo educativo. Este plano deve ser
realista, participativo e flexível, permitindo ajustes conforme a realidade e as
demandas da comunidade escolar.
Por fim, o processo de implementação da BNCC deve ser constantemente
monitorado e avaliado. Como um documento dinâmico, a base curricular pode ser
atualizada ao longo do tempo, e a escola deve estar preparada para acompanhar
essas mudanças, promovendo os ajustes necessários em seu projeto educativo. A
adoção da BNCC, portanto, exige um compromisso contínuo com a qualidade da
educação e com a formação integral dos estudantes.
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7 RELATO DA ANÁLISE DOS INSTRUMENTOS AVALIATIVOS UTILIZADOS
PELO PROFESSOR
Os materiais utilizados para a avaliação dos alunos em sala de aula
exercem um papel fundamental no processo de ensino e aprendizagem. Eles vão
além da simples medição do desempenho acadêmico, contribuindo também para o
desenvolvimento de competências e habilidades essenciais. No campo da Educação
Física, por exemplo, a professora utiliza uma diversidade de recursos avaliativos que
abrangem tanto aspectos teóricos quanto práticos. Entre eles, estão provas escritas,
testes objetivos, atividades práticas, exposições orais, pesquisas sobre modalidades
esportivas, além de trabalhos colaborativos. Essa multiplicidade de instrumentos
permite uma avaliação mais completa, contemplando diferentes formas de
aprendizagem e respeitando as individualidades dos estudantes.
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8 RELATO DA ANÁLISE DA ATUAÇÃO DA EQUIPE PEDAGÓGICA NO
ACOMPANHAMENTO DA DISCIPLINA
● Apoio aos professor: Os membros da equipe pedagógica oferecem suporte
aos professores, fornecendo recursos, treinamento e orientação para o ensino
eficaz. Eles podem ajudar os professores a desenvolver estratégias de ensino
e práticas pedagógicas que promovam a disciplina em sala de aula.
● Suporte aos alunos: O suporte aos alunos foi considerado satisfatório, mas
há espaço para melhorias na identificação e apoio a estudantes que estão
enfrentando dificuldades nas maté[Link] ao professor , incluindo
orientação pedagógica, recursos didáticos e feedback regular. Isso contribuiu
para um ambiente de ensino mais eficaz.
● Desafios identificados: Foram identificados desafios relacionados à
comunicação entre a equipe pedagógica e o professor, da disciplina bem
como à coleta e análise de dados para aprimorar a tomada de decisões.
A atuação da equipe pedagógica no acompanhamento da disciplina de
educação física revelou aspectos positivos, como um bom suporte ao
professor, mas também áreas de melhoria, como a comunicação interna e o
monitoramento do desempenho dos alunos na disciplina . As recomendações
propostas têm o objetivo de fortalecer ainda mais o papel da equipe
pedagógica no processo educacional e garantir um ambiente de aprendizado
mais eficaz para todos os envolvidos. A implementação dessas
recomendações pode levar a melhorias significativas no desempenho
acadêmico dos alunos e na qualidade do ensino passado pelo professor.
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9 RELATO DA OBSERVAÇÃO
Nesse período tive a oportunidade de observar algumas aulas na Instituto
Estadual de Educação Cardeal Pacelli, dedicada ao ensino fundamental e médio. A
turma que tive a oportunidade de observar foi o 1° do Ensino Médio a turma era
composta por 33 alunos com idades entre 16 e 17 anos.
As aulas de Educação Física têm início com a realização da chamada, que
agora também conta com um registro virtual, permitindo verificar com precisão a
presença dos alunos. Em seguida, o professor apresenta o conteúdo programado
conforme o plano de aula, utilizando diferentes recursos didáticos para tornar o
aprendizado mais dinâmico e acessível.
Por se tratar de uma disciplina prática, é fundamental que os estudantes
compreendam previamente as regras e os fundamentos básicos do esporte que será
abordado. Assim, antes das atividades na quadra, são explicadas as principais
técnicas e conceitos dos esportes trabalhados, como futsal, vôlei e handebol,
garantindo que os alunos tenham uma base teórica que favoreça o bom
desempenho nas atividades físicas.
Na quadra, as aulas se iniciam com uma rotina de alongamentos, preparando
o corpo dos alunos para os exercícios seguintes. Após esse momento inicial, a
turma é dividida em grupos e direcionada para diferentes estações de atividade,
facilitando a organização e permitindo que todos pratiquem de forma mais eficiente.
Quando algum aluno encontra dificuldades para realizar determinado exercício, o
professor oferece orientações e o estimula a repetir a atividade, promovendo a
superação de desafios e o desenvolvimento individual.
Ao final de cada aula, é feita uma breve recapitulação dos conteúdos
abordados e das técnicas praticadas, permitindo aos alunos fixarem os principais
aprendizados do dia e refletirem sobre seu progresso.
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10 PLANOS DE AULA
Plano de aula 1
Disciplina Educação Física - Licenciatura
Série 1° Ano
Turma 1°B
Período Noturno
Conteúdo Ataque
Objetivos Diferenciar as formas de execução do fundamento ataque; -
Executar movimentos corporais básicos para o ataque; Agir de
forma solidária perante as dificuldades e limitações dos colegas
Introduçã Aula teórico prática dialogada; Apresentação do fundamento
o ataque; Tipos de movimentos corporais e técnicas para execução
do ataque; Realização de um jogo de voleibol com regras
adaptadas
Atividade Agrupar todos os indivíduos no centro da quadra e realizar uma
explanação de como realizar o ataque (passada, salto vertical,
golpear a bola e aterrissagem), posicionamento das pernas, braços
e tronco e sobre o gesto motor da cortada que é a principal forma
utilizada para o ataque.
Dividir a turma em grupos a partir de três pessoas com uma bola
cada, posicionados sobre as linhas laterais da quadra com um
grupo de frente para o outro. Após a explicação do movimento a ser
executado, o estudante realizará o movimento na direção do colega
posicionado do lado oposto, o seu colega procederá da mesma
forma para o outro lado e assim sucessivamente, até que todos
realizem ao menos cinco vezes cada movimento proposto.
Inicialmente o indivíduo deverá lançar a bola por cima da cabeça
com ambas as mãos, depois deverá lançar a bola alternadamente
com um braço de cada vez, lançar a bola por cima da cabeça com
ambas as mãos em direção ao solo, lançar a bola para o alto acima
da sua cabeça e golpear a mesma, realizar um salto vertical parado
e ao saltar golpear a bola, lançar a bola à sua frente, realizar a
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passada, saltar e golpear a bola em direção ao solo.
Recursos Quadra poliesportiva, postes para fixação da rede, rede de voleibol,
bolas de voleibol
Plano de aula 2
Disciplina Educação Física - Licenciatura
Série 1 ano
Turma 1°B
Período Noturno
Conteúdo Saque (por baixo e por cima)
Objetivos Diferenciar as formas de execução do fundamento saque;
Agir de forma solidária perante as dificuldades e limitações dos
colegas;
Vivenciar os diversos tipos de saque por baixo e por cima.
Introdução Aula teórico prática dialogada
Apresentação do fundamento saque;
Tipos de saque e técnicas para execução;
Realização de um jogo de voleibol com regras adaptadas
Atividade Agrupar todos os estudantes no centro da quadra e realizar uma
explanação de como realizar os saques por baixo e por cima no
voleibol, dando informações do posicionamento das pernas, altura
de lançamento da bola, posição do corpo e opção de gesto de golpe
na bola.
Iniciar as atividades distribuindo a turma em duplas com uma bola
e solicitar aos mesmos que executem o posicionamento básico para
o saque por baixo, sendo experimentado em cada tentativa uma
forma diferente de golpear a bola com a mão (punho cerrado, palma
da mão, copinho, machadinha, outros). Depois das diferentes
tentativas reunir o grupo no centro da quadra e questionálos sobre
as dificuldades na execução e qual a forma mais indicada de se
executar o saque por baixo na opinião deles.
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Recursos Quadra de volei
Rede
Bolas de volei
Plano de aula 3
Disciplina Educação Física - Licenciatura
Série 1 ano
Turma 1°B
Período Noturno
Conteúdo Futsal
Objetivos ● Aprimorar o desempenho na realização de atividades que necessitem a
atenção, concentração e agilidade;
● Aprimorar a capacidade física dos alunos e suas habilidades motoras;
● Fornecer o contato com a modalidade de forma recreativa;
● Proporcionar a convivência em grupo
Introdução Breve explicação sobre o que será realizado em aula, expondo as regras do
jogo e os objetivos a serem alcançados e motivando os alunos
Atividade Será realizado em quatro estações, sendo desenvolvido anteriormente um
aquecimento seguido de alongamento. Aquecimento: pega- pega em cima das
linhas da quadra como forma de reconhecimento do espaço.
1ª estação: um bobinho formando um círculo com um aluno no centro que
tentará roubar a bola e quem deixa-lo pegar ficará no lugar do mesmo.
2ª estação: um jogo adaptado visando trabalhar o passe até que chegue ao gol
e o marque.
3ª estação: condução de bola entre os cones e ao término tentaram acertar o
cone.
4ª estação: chute na marca do pênalti tentando acertar; trave ou travessão.
Recursos ● Quadra ou pátio podendo ser adaptado ao local;
● Bolas
● Cones
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● Cronômetro
● Coletes
● Apito
Plano de aula 4
Disciplina Educação Física - Licenciatura
Série 1 Ano
Turma 1°B
Período Noturno
Conteúdo Atletismo- Corridas
Objetivos ●Melhorar o desempenho na execução de atividades que requeiram
a atenção, concentração e agilidade
● Desenvolver as habilidades motoras de velocidade equilíbrio
Introdução Breve conversa sobre o que será trabalhado na aula expondo os objetivos
da aula
Atividade ● Corrida de revezamento: Formar três equipes, o último aluno da
coluna receberá um bastão. Ao sinal combinado, correrá pelo lado
esquerdo, contornando a coluna e voltando ao seu lugar. Entregará
o bastão ao colega da frente que repetirá a corrida. Os demais
procederão da mesma forma até o bastão retornar ao primeiro
aluno da coluna.
● Corrida de transportes: dois grupos divididos em números iguais.
Deixar os alunos escolherem seus grupos. Os grupos ficarão atrás
de uma linha demarcada. O primeiro aluno de cada grupo estará
com três ou quatro bolas na mão. Ao sinal, sairá correndo
transportando as bolas para colocá-las dentro de um arco, colocado
ao lado oposto. Depois voltará correndo para tocar na mão do
segundo da equipe, que, por sua vez, deverá buscar as bolas e
entregá-las ao terceiro, que as colocará no arco novamente e assim
sucessivamente. O aluno que deixar a bola cair ou rolar fora do
arco deve apanhá-la e coloca-la no lugar para continuar o jogo.
Recursos ● Bastão
● Arcos
● Bolas
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Plano de aula 5
Disciplina Educação Física - Licenciatura
Série 1 Ano
Turma 1°B
Período Noturno
Conteúdo Handebol- Sistema De Defesa
Objetivos ● Melhorar o desempenho na execução de atividades que
requeiram a atenção, concentração e agilidade.
● Desenvolver as habilidades motoras de velocidade
equilíbrio
Introdução As atividades têm como proposta a abordagem crítico-
superadora assim propiciando uma melhor leitura da realidade
pelos alunos e possibilitando sua inserção transformadora da
realidade.
Atividade A turma será dividida em grupos de 7 alunos e realizamos
partidas de handebol, só que colocaremos uma questão em
relação à evolução do sistema de defesa
Recursos Bola
Plano de aula 6
Disciplina Educação Física - Licenciatura
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Série 1 Ano
Turma 1°B
Período Noturno
Conteúdo Handebol- Sistema De Defesa
Objetivos ● Melhorar o desempenho na execução de atividades que
requeiram a atenção, concentração e agilidade.
● Desenvolver as habilidades motoras de velocidade
equilíbrio
Introdução As atividades têm como proposta a abordagem crítico-
superadora assim propiciando uma melhor leitura da realidade
pelos alunos e possibilitando sua inserção transformadora da
realidade.
Atividade A turma será dividida em grupos de 7 alunos e realizaremos
partidas de handebol,onde o ponto principal será a defesa, só
que colocaremos uma questão em relação à evolução do
sistema de defesa de cada time.
Recursos ● Quadra
● Bola
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11 RELATO DA APRESENTAÇÃO DOS PLANOS DE AULA AO PROFESSOR
Objetivos da Aula:
Dei início à apresentação dos meus planos de aula explicando com clareza quais
eram os objetivos pretendidos para cada encontro. Ressaltei a relevância de
compartilhar esses objetivos com os alunos, destacando como eles estão
diretamente relacionados ao propósito das aulas e ao desenvolvimento das
competências que se espera alcançar ao longo do processo.
Conteúdo e Sequência de Atividades:
Na sequência, apresentei o conteúdo específico de cada aula, detalhando a
organização das atividades planejadas. Expus de que forma as propostas foram
estruturadas para estimular a participação ativa dos alunos e favorecer a aquisição
de habilidades pertinentes à disciplina.
Avaliação:
Embora eu não fosse responsável direto pela avaliação dos estudantes, abordei os
instrumentos de avaliação que idealizei para acompanhar o progresso durante as
aulas. Reforcei a importância da avaliação formativa, destacando como ela pode ser
utilizada para observar avanços e dificuldades ao longo do processo de ensino-
aprendizagem.
Conclusão:
A troca com a professora Lineia foi extremamente valiosa. Ela me ofereceu
observações construtivas, apontando aspectos positivos e sugerindo pontos de
melhoria nos planos apresentados. Agradeço sinceramente pela atenção e pelo
tempo dedicado à análise das propostas. Estou motivado para aplicar as sugestões
recebidas e acompanhar de perto a evolução dos alunos nas próximas aulas.
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12 RELATO DA REGÊNCIA
Durante o último semestre, tive a satisfação de acompanhar o estágio
supervisionado de um aluno do 8° semestre do curso de licenciatura em Educação
Física. O estagiário, Lucas, foi designado para colaborar e conduzir algumas aulas
com a turma do 1° ano B do Ensino Médio. No início, confesso que havia certa
apreensão quanto ao seu desempenho, o que é natural nesse processo,
considerando que ele ainda não possuía vivência prática equivalente à de um
docente efetivo.
Com o passar das aulas, pude observar seu progresso significativo e
amadurecimento profissional. Desde o primeiro dia, Lucas demonstrou
responsabilidade e entusiasmo. Apresentava-se sempre preparado, com seus
planos de aula bem elaborados e os materiais prontos para as atividades propostas.
Além disso, estabeleceu uma boa comunicação com os alunos, mostrando
sensibilidade às suas individualidades e promovendo um ambiente respeitoso e
acolhedor.
Durante as atividades, Lucas conseguiu prender a atenção dos estudantes, tornando
as aulas dinâmicas, desafiadoras e ao mesmo tempo prazerosas. Ele adaptava as
propostas conforme o nível de cada aluno, garantindo a participação ativa de todos
— inclusive dos estudantes estrangeiros presentes na turma, o que demonstrou seu
compromisso com a inclusão.
Um ponto que merece destaque foi sua habilidade em lidar com situações
inesperadas. Lucas mostrou-se flexível, ajustando os planos de aula quando
necessário, como em dias de chuva, quando as atividades externas precisaram ser
substituídas por opções alternativas. Ainda assim, enfrentou alguns desafios,
especialmente em relação à disciplina e à gestão da turma, onde em alguns
momentos demonstrou insegurança. Contudo, essas são competências que se
desenvolvem com o tempo e a prática constante em sala de aula.
No geral, acompanhar o estágio do Lucas foi uma experiência muito positiva. Foi
gratificante observar a evolução de um ex-aluno, agora trilhando o caminho da
docência. Seu comprometimento, sensibilidade às necessidades dos alunos e
paixão pela profissão são indicativos de que ele tem tudo para se tornar um
excelente professor de Educação Física. Estou confiante de que sua trajetória será
marcada por crescimento contínuo e muitas contribuições à educação.
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13 VALIDAÇÃO DO RELATÓRIO
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CONSIDERAÇÕES FINAIS
De modo geral, o estágio representou uma etapa fundamental na formação
como futuro professor de Educação Física, devido à diversidade de experiências
vivenciadas e às competências adquiridas ao longo das atividades desenvolvidas.
Lecionar para uma turma, lidando com diferentes perfis de alunos, foi uma experiência
única e desafiadora, que permitiu um contato direto com uma realidade educacional
diversa, composta por estudantes de distintos contextos sociais e com diferentes níveis
de motivação e aprendizagem.
Esse processo foi enriquecedor, pois possibilitou uma autoavaliação contínua,
permitindo observar mudanças significativas tanto nos alunos quanto em mim,
contribuindo para o alcance dos objetivos propostos. As atividades realizadas durante
o estágio foram essenciais para a compreensão do papel do professor, incluindo desde
a condução de aulas dentro e fora da sala, até o fortalecimento de vínculos positivos
entre colegas, alunos, equipe pedagógica e administrativa, além da vivência das
demandas organizacionais da escola.
Com base nessa vivência, posso afirmar que o estágio teve grande relevância
na construção de competências pedagógicas e profissionais. Atividades como planejar,
organizar, executar e refletir sobre a prática docente mostraram-se indispensáveis para
o sucesso do processo de ensino, além de contribuírem significativamente para o
desenvolvimento pessoal, promovendo maior disciplina, planejamento e foco na
definição de metas e estratégias.
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REFERÊNCIAS
BARROS, [Link] S. e LEHFELD, N.A. de S – Fundamentos de Metodologia
Científica: Um guia para a iniciação científica. 2ª. ed. Ampliada. São Paulo:
Pearson Makron Books, 2000.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. MEC, 2017.
Brasília, DF, 2017. Disponível em: [Link]
da-bncc/. Acesso em 26 de out. 2024.
BETTI, M. Educação Física escolar: ensino e pesquisa-ação. Ijuí: Unijuí, 2009ª.
LIMA, Herbert Santo. Direito de Sonhar e educação: Dicas para melhorar suas
aulas. Disponível no site: [Link]
educa%C3%A7%C3%A3o-dicas-para-melhorar-suas-aulas?
gclid=EAIaIQobChMIqIeOsP7P_gIVQeVcCh1i3ACHEAAYBCAAEgKA9vD_BwE.
Acessado 20 de abril de 2023.
MOTTA, L. B. ET AL. A formação de profissionais para a atenção integral à saúde
do idoso: a experiência interdisciplinar do NAI - UNATI/UERJ. Ciência & Saúde
Coletiva, 2014.
SAGRADO. Práticas inovadoras na educação: tendências em sala de aula.
2021. Disponível em:[Link]
inovadoras-na-educacao-tendencias-em-sala-de-aula. Acesso em: 15 mar de 2023.
UFSM. A importância da motivação para manter a atenção dos alunos com
altas habilidades/superdotação em sala de aula. 2008. Disponível em:
[Link]
[Link]?sequence=1&isAllowed=y#:~:text=A%20motiva%C3%A7%C3%A3o
%20estimula%20alunos%20com,desvendados%20em%20sala%20de%20aula.
Acesso em: 13 mar de 2023.