Abordagens para Harmonia em Equipes
Abordagens para Harmonia em Equipes
Instrutora
PSICÓLOGA: ANGÉLICA FABIANA GOMES
Sumário
1. INTRODUÇÃO 03
2. GESTÃO DE EQUIPES 04
3. LIDERANÇA 15
4. COMUNICAÇÃO 27
5. RELAÇÕES INTERPESSOAIS 40
6. REFERÊNCIAS 52
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Introdução.
INSTRUTORA: Angélica Fabiana Gomes
Pós-graduada: MBA Administração da Produção e Gestão da
Produtividade.
Psicóloga Clinica e Organizacional. Mestranda em Engenharia de
Produção, área de RH e Gestão Ambiental. Consultora em RH e
Saúde Mental no Trabalho.
Professora Universitária. Participante do Projeto de Plantão
Psicológico da ONG - Espaço Holístico Ponte para a Luz. Tem
Curso de Capacitação de Prestadores de Serviços de Instrutoria
do SENAI-SP.
CONTATO: [Link]@[Link]
Objetivo:
Desenvolver líderes para os desafios dos tempos modernos.
3
Gestão de Equipes.
O que é?
Construir Equipes.
A lenda de Hyoku
4
Enquanto não encontrasse sua outra metade, ele não seria efetivamente um
pássaro, mas meio pássaro.
Tipos de Equipe.
Equipes Auto Geridas
São grupos de trabalho cujos membros têm poder para desempenhar muitos
deveres atribuídos anteriormente ao supervisor. As responsabilidades da “auto-
gestão” incluem: planejamento e cronograma de trabalho; treinamento dos
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membros; compartilhar tarefas; cumprimento de metas de desempenho;
garantia de alta qualidade e resolução de problemas no dia a dia.
Normalmente é eleito um líder de equipe, desempenhando um papel de ligação
entre a equipe e o nível mais alto da gerência.
ênfase na participação;
líder e membros trabalham juntos;
tomada de decisão em grupo;
tarefas compartilhadas;
responsabilidade coletiva.
Equipes Multifuncionais
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Grupos de Afinidade
Equipes virtuais
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A motivação é comumente ligada a experiências de satisfação
que geram, quando reativadas, condutas em relação ao objeto considerado
bom. Mas também está ligada a experiências desprazerosas, que geram um
impulso de repulsão/ comportamento de fuga do objeto ou situação que causou
a dor ou desconforto. O resultado é a fuga ou não engajamento da pessoa.
Atenção!
Fique atento aos aspectos positivos;
Encoraje construtivamente seu pessoal;
Seja condescendente com os aspectos negativos;
Discuta-os com abertura e construtivamente.
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definido, acontece o comprometimento incondicional e a sinergia entre todos
em busca de resultados.
Uma entrevista concedida por Michael Jordan, eleito o melhor
jogador de basquete do mundo, respondeu para o repórter como se sentia em
relação aos outros membros da sua equipe, quando era ele o maior
responsável das vitorias do seu time, Jordan respondeu: “Quero lembrá-lo de
que faço parte de uma equipe. Um jogador sozinho pode, às vezes, ganhar um
jogo, mas só uma equipe pode ganhar um campeonato.” Belíssima lição de
espírito de equipe. (OLIVEIRA e ALBUQUERQUE, 2010)
Podemos identificar alguns elementos para a transformação de
um grupo de trabalhadores em equipe de trabalho:
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Vantagens do Trabalho em
Equipe.
aumento na produtividade
melhora na qualidade
melhora na qualidade de vida profissional dos funcionários
redução no nível de rotatividade de pessoal e absenteísmo
redução no nível de conflito
aumento na inovação
aumento na flexibilidade
obtenção de economia de custos da ordem de 30% a 70%
(MANZ e SIMS, 1996)
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Abaixo alguns fatores que interferem no funcionamento das equipes:
Formalismo
Quantidade de pessoas
Qualificação das pessoas
Técnicas de funcionamento de equipe – conhecimento por parte do
coordenador de técnicas de funcionamento de equipe.
Tipo de trabalho executado
Experiências anteriores dos participantes
Cultura organizacional para o trabalho em equipe
Características comportamentais das pessoas.
Fluxo das atividades
Racionalização.
A equipe adota determinado comportamento porque “todo mundo faz assim”.
Este mecanismo tem eficácia na redução da ansiedade que acompanha a
decisão, tanto para correr maiores riscos, como para furtar-se a eles.
Modelação
Os integrantes chegam a imitar o eventual líder em notável processo de
identificação. O comportamento não chega a ser só copiado, mas reproduzido
na qualidade de modelo.
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Negação da Realidade
Este mecanismo pode emergir da necessidade inconsciente da manutenção da
equipe. A relutância dos integrantes em utilizar novas tecnologias pode ser a
negação da realidade de que a especialização que os unia está ultrapassada.
Preservação da coesão
A manifestação de sentimentos de coesão significa que as pessoas têm
condições de encontrar e liberar energia para superar as dificuldades.
Útero protetor
O trabalho em equipe proporciona a oportunidade de isolamento, representada
por espaço e tempo exclusivos. Um abrigo contra tempestades, gerando
conforto emocional.
(FIORELLI, 2000)
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Possíveis aspectos negativos
do trabalho em equipe.
(FIORELLI, 2000)
Quando você vê gansos voando em formação “V”, pode ficar curioso quanto às
razões pelas quais eles escolhem voar dessa forma. A seguir, algumas
descobertas feitas pelos cientistas.
1. Fato: À medida que cada ave bate suas asas, ela cria uma
sustentação para a ave seguinte.
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Verdade: Pessoas que compartilham uma direção comum e um senso de
equipe chegam ao seu destino mais depressa e facilmente porque elas
se apóiam na confiança umas das outras.
2. Fato: Sempre que um ganso sai fora da formação, ele repentinamente sente
a resistência e o arrasto de tentar voar só e, de imediato, retorna à
formação para tirar vantagem do poder de sustentação da ave à sua
frente.
Verdade: Existe força, poder e segurança em grupo quando se viaja na mesma
direção com pessoas que compartilham um objetivo comum.
3. Fato: Quando o ganso líder se cansa, ele reveza, indo para a traseira do “V”,
enquanto um outro assume a ponta.
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“A lição já sabemos de cor,
só nos resta aprender.”
Beto Guedes, músico
Liderança
Liderança é a influência que algumas pessoas exercem sobre o
pensamento e o comportamento de outras pessoas. As pessoas que exercem
influência sobre outras são chamadas de líder.
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os objetivos e expectativas do grupo que ele lidera. Caso contrário, o esforço
será bem maior para conseguir do grupo a eficiência que se deseja.
(SENAI-CBIC, 1984)
Estilos de Liderança/Há um
Estilo Ideal?
Tradicionalmente, distinguem-se três tipos de líder:
O autocrático,
O democrático,
O liberal.
O líder autocrático
O líder autocrático impõe sua autoridade ao grupo. Ele decide sozinho o que o
grupo deve fazer e como fazer. E pune, sem pensar, aqueles que não se
adaptam a seu estilo de liderar.
O líder democrático
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O líder democrático orienta e coordena as atividades de seus subordinados.
Com esta atitude, possibilita que as decisões sejam tomadas em grupo, pela
maioria.
O líder democrático:
Motiva mais seus subordinados para o trabalho;
Possibilita o aumento progressivo da produtividade do grupo;
Promove a colaboração entre os membros do grupo;
Satisfaz mais as pessoas.
O líder liberal
O líder liberal é um líder ausente. Ele não lidera seus subordinados. Ele se
deixa envolver por eles. Este tipo de liderança traz algumas conseqüências:
O trabalho se torna insignificante ou pouco importante para os
subordinados;
Perde-se muito tempo em discussões de como deveria ser feito;
Aumenta a agressividade entre os membros do grupo.
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Postura Situação Medidas adotadas
(SENAI-CBIC, 1984)
"A oposição que surge quando existe um desacordo dentro ou entre indivíduos,
equipes, departamentos ou organizações"
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inovação e a reflexão. E principalmente, proporciona o crescimento individual e
coletivo das pessoas e das equipes. A falha no diagnóstico da situação, pode
causar hostilidade durante o processo e levar ao fracasso.
O conflito normalmente surge a partir de opiniões antagônicas
entre as pessoas. O que de certa forma pode-se considerar até certo ponto, algo
saudável, pois são dos conflitos que surgem grandes idéias e se bem
gerenciados dentro das organizações, tornam-se um excelente instrumento para
a implantação de mudanças. O conflito pode surgir a partir de percepção de
diferenças, que resultam em interferência ou oposição. O conflito pode ter óbvias
conseqüências no funcionamento da equipe, como desavenças e rivalidades que
podem ser prejudiciais quando desviam os esforços dos membros da realização
de seus objetivos para a tentativa de resolver as divergências.
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de um conflito, normalmente passa pela investigação das condições que o
provocaram.
Eficácia da Liderança
O líder eficaz será aquele que contribua para a eficácia do gripo de trabalho
definida pela/para a organização em que está inserido.
Liderança e Flexibilidade
A flexibilidade é uma das competências essenciais a um líder,
qualquer que seja a atividade que exerça. Ela é própria da pessoa que
consegue adaptar-se às rápidas mudanças que ocorrem no mundo, e por
conseqüência, em suas atividades.
O líder inflexível que tem dificuldade para entender, aceitar e
adotar as novas formas de comunicação que o mercado exige, fatalmente
ficará para trás, substituído por outros que melhor se encaixam nesse
permanente processo de mudança. (OLIVEIRA e ALBUQUERQUE, 2010)
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Carismático
Líder servidor: "Alguém com habilidades de identificar e ir ao encontro das
legítimas necessidades (e não desejos) dos outros, influenciando-os para que
possam contribuir completamente com seus recursos, visando às metas e ao
bem comum e com um caráter que inspire confiança".
Competências Definição
Paciência Autocontrole
Atenção, apreciação e
Gentileza
encorajamento
Ser autêntico e não
Humildade
arrogante
Tratar os outros com a
Respeito
devida importância
Ir ao encontro das
Altruísmo
necessidades alheias
Saber perdoar
Capacidade de
ressentimentos quando
perdoar
se está errado
Honestidade Estar livre da frustração
Comprometimento Realizar suas escolhas
Deixar de lado seus
próprios desejos e
Serviço e sacrifício
buscar maior benefício
para os outros
(Hunter,2006)
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caminhos obscuros que vivemos em certas ocasiões. O líder não introduz
apenas uma forma de visualizar o futuro, mas ensinam novas maneiras de agir,
de abordar e de tratar os problemas. Isto traz à tona uma outra característica
do líder carismático que é a quebra constante do convencionalismo. Tradições,
valores e normas são desafiadas para que mudanças possam ser implantadas
a todo instante.
O papel do supervisor na
orientação do colaborador
Conquistar a confiança de sua equipe.
Estimular, acreditar e enfrentar as situações desafiadoras com
otimismo e entusiasmo.
Refletir e compartilhar novas idéias antes de decidir pelas mudanças
e incentivar os colaboradores a refletir antes de agir.
Estar atento aos projetos de desenvolvimento de pessoas, analisar
em conjunto, sem bancar o juiz.
Conseguir comandar sem ter que dar ordens expressas, mas
despertando em cada um o espírito cooperativo.
Observar para preparar feedback oportuno, praticar a escuta ativa
com seus colaboradores, e também fazer perguntas abertas.
Ser exemplo de honestidade e ética.
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Impacto do Estilo de
Liderança
"A maneira de lidar com as diferenças individuais cria
um certo clima entre as pessoas e tem forte
influência sobre toda a vida em grupo, principalmente
nos processos de comunicação, relacionamento
interpessoal no comportamento organizacional e na
produtividade."
(Moscovici, 1997)
Os líderes precisam de muitos estilos
Daniel Goleman (2004) aponta que os executivos utilizam seis estilos de liderança, mas
somente quatro dos seis têm efeito consistentemente positivo no clima e nos resultados.
Vamos examinar, então, cada estilo de liderança em detalhes.
O estilo coercivo
É fácil entender por que, de todos os estilos de liderança, o coercivo é o menos eficaz em
muitas situações. Leve em consideração o que o estilo faz ao clima de uma organização.
Flexibilidade é o mais duro golpe. A decisão extrema, de cima para baixo, de um líder,
destrói o nascimento de novas idéias. As pessoas se sentem tão desrespeitadas que
pensam: "Eu nem mesmo apresentarei minhas idéias, eles somente as derrubarão." De
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forma similar, o senso de responsabilidade das pessoas evapora: incapazes de agir por sua
própria iniciativa, elas perdem seu senso de posse e sentem pouco responsabilizadas por
seus desempenhos. Alguns se sentem tão ressentidos que adotam a atitude: "Não ajudarei
esse miserável."
O estilo confiável
Essas pesquisas indicam que, dos seis estilos de liderança, o confiável é o mais eficaz,
conduzindo para cima todos os aspectos do clima. Adquire clareza. O líder confiável é um
visionário; ele motiva pessoas por meio de esclarecimentos a elas de como seus trabalhos
se encaixam dentro de uma grande visão para a organização. As pessoas que trabalham
para tais líderes entendem que o que eles fazem importa e por quê. A liderança confiável
também maximiza o compromisso com os objetivos e a estratégia da organização. Ao
enquadrar a tarefa individual dentro de uma grande visão, o líder confiável define padrões
que giram em torno dessa visão. Quando ele dá feedback de desempenho, seja positivo ou
negativo, o único critério é se esses desempenhos favorecem a visão ou não. Os padrões
para o sucesso são claros para todos, assim como as recompensas. Finalmente, considere
o impacto ou a flexibilidade do estilo. Um líder confiável determina o final, mas, geralmente,
dá às pessoas suficiente espaço de ação para desenvolver seus próprios meios. Os líderes
confiáveis dão às pessoas a liberdade para inovar, experimentar e assumir os riscos
calculados.
O estilo agregador
Se o líder coercivo ordena; "Faça o que digo" e o confiável encoraja: "Venha comigo", o líder
agregador diz: "As pessoas vêm primeiro". Esse estilo de liderança gira em torno das
pessoas – ele propõe valores individuais e suas emoções mais do que tarefas e objetivos. O
líder agregador aspira por manter os funcionários felizes e criar harmonia entre eles. Ele
controla através da construção de fortes laços emocionais e, então, colhe os benefícios
dessa abordagem denominada intensa lealdade. O estilo também tem um efeito
acentuadamente positivo na comunicação. As pessoas que gostam muito uma das outras
falam muito. Elas partilham idéias; partilham inspiração. E o estilo conduz para cima a
flexibilidade; amigos confiam um no outro, permitindo inovações. A flexibilidade também se
eleva porque o líder agregador, como um pai que se ajusta às regras de um chefe de família
para um adolescente em amadurecimento, não impõe desnecessárias censuras de como o
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funcionário consegue fazer o seu trabalho. Eles dão às pessoas a liberdade de fazer seu
trabalho na forma que elas pensam ser a mais eficaz.
O estilo democrático
Por despender tempo obtendo idéias das pessoas e abastecer-se, um líder constrói
confiança, respeito e compromisso. Ao deixar os trabalhadores, por si só, terem uma
palavra nas decisões que afetam seus objetivos e como fazer esse trabalho, o líder
democrático conduz à elevação da flexibilidade e da responsabilidade. E ao ouvir as
preocupações dos funcionários, o líder democrático aprende o que fazer para manter o
moral alto. Finalmente, porque elas têm uma palavra no estabelecimento de seus objetivos
e nos padrões para avaliar o sucesso, as pessoas que operam em um sistema democrático
tendem a ser muito realistas a respeito do que pode e o que não pode ser executado.
No entanto, o estilo democrático tem suas desvantagens, que determinam por que seu
impacto no clima não é tão alto como alguns dos outros estilos. Uma das mais
exasperadoras conseqüências podem ser as reuniões intermináveis nas quais as idéias são
confundidas, o consenso permanece evasivo e o único resultado visível é marcar mais
reuniões. Alguns líderes democráticos usam o estilo de adiar a tomada de cruciais decisões
por temer que tantas coisas discutidas exaustivamente venham a provocar uma percepção
cega. Na verdade, seu pessoal termina por se sentir confuso e sem líder. Esse tipo de
abordagem pode até mesmo agravar conflitos.
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O estilo agressivo
Como o estilo coercivo, o estilo agressivo tem seu lugar no repertório do líder, mas deve ser
usado de forma reduzida. Não é o que esperamos encontrar. Afinal, a marca do estilo
agressivo parece admirável. O líder estabelece padrões de desempenho extremamente
altos e exemplifica a si mesmo neles. Ele é obsessivo a respeito de como fazer as coisas
melhor e mais rápidas, e pede o mesmo de todos em torno dele. Com rapidez ele aponta,
com exatidão, os desempenhos medíocres e exige mais dessas pessoas. Se eles não se
elevarem com a oportunidade, o líder os substitui por pessoas que possam fazer. Você
deveria pensar que uma abordagem dessas poderia melhorar os resultados, mas não
melhora.
De fato, o estilo agressivo destrói climas. Muitos funcionários se sentem sobrepujados pelas
exigências agressivas por excelência, e seu moral cai. As linhas de direção de trabalho
devem estar bem nítidas na cabeça dos líderes, mas elas não se expressam claramente;
eles esperam que as pessoas saibam o que fazer e até mesmo pensam: "Se eu tiver que
dizer a você, você é a pessoa errada para o trabalho." O trabalho não se torna uma questão
de fazer o melhor em um claro percurso, mas de adivinhar subseqüentemente o que o líder
quer. Ao mesmo tempo, as pessoas quase sempre sentem que o agressivo não confia
nelas para trabalhar por sua própria conta ou para tomar iniciativas. A flexibilidade e a
responsabilidade evaporam; o trabalho se torna uma tarefa tão focada e rotineira que é
tediosa.
O estilo conselheiro
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Reconhecidamente, existe um paradoxo no efeito positivo do conselheiro no desempenho
de negócios porque ele foca, antes de tudo, no desenvolvimento pessoal, não em tarefas
imediatas relacionadas ao trabalho. Mesmo assim, o conselheiro melhora os resultados. As
razões: requer constante diálogo e esse diálogo tem uma forma de incrementar cada
condutor de clima. Empregue a flexibilidade. Quando um funcionário sabe que seu chefe o
observa e se preocupa com o que ele faz, sente liberdade para experimentar. Afinal, ele tem
certeza de conseguir feedback rápido e construtivo. Similarmente, o progressivo diálogo do
conselheiro garante que as pessoas saibam o que é esperado delas e como seu trabalho
se encaixa em uma grande visão ou estratégia. Isso afeta a responsabilidade e a clareza.
Comunicação
A comunicação na empresa dá-se em dois níveis: o formal e o informal.
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Todas essas ações de transmitir ordens, apresentar sugestões, fazer
entrevistas, etc. visam alcançar os objetivos estabelecidos pela empresa.
O processo de comunicação
Comunicação é o processo pelo qual se emite e se recebe uma mensagem.
Mensagem
É tudo o que é comunicado: uma informação, uma idéia, um sentimento. O
objetivo da comunicação é influenciar o comportamento de quem recebe a
mensagem.
Elementos da comunicação
Emissor e receptor
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O emissor comunica a mensagem e o receptor a recebe. O emissor e o
receptor se servem de um meio para comunicar.
Meio
É todo recurso utilizado para comunicar a mensagem. Exemplos de meios: o
rádio, a televisão, o telefone, jornais, relatórios, quadro de avisos, sistemas de
alto-falantes, ordens orais e escritas, reuniões, etc.
Realimentação
É a resposta do receptor. A realimentação é necessária. O emissor precisa
dela para saber:
Se o receptor recebeu sua mensagem;
Se a mensagem estava bem organizada, clara e precisa;
Se o meio de transmitir a mensagem foi o mais adequado;
Se o receptor interpretou a mensagem como era esperado.
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Ruídos
Tipos de comunicação
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Gestual
(SENAI-CBIC,1984)
O que é feedback?
Feedback é o procedimento que consiste no provimento de
informação à uma pessoa sobre o desempenho, conduta,
eventualidade ou ação executada por esta, objetivando orientar,
reorientar e/ou estimular uma ou mais ações de melhoria, sobre as
ações futuras ou executadas anteriormente .
([Link])
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Como dar e receber feedback
Atitudes positivas no
processo de feedback
Dar e receber feedback constitui um processo de retroalimentação
entre duas pessoas, em que ambas são “correspondidas” em relação a seus
comportamentos. Feedback não quer dizer elogiar ou criticar alguém, mas um
“mecanismo de regulação” de desempenhos que geram determinados
resultados e que é acionado em caso de desequilíbrio entre o processo
(conjunto de desempenhos) e o produto (resultados), permitindo a correção,
manutenção e melhoria da relação processo-produto. Ou seja, seria uma
descrição verbal ou escrita sobre o desempenho de uma pessoa. Assim, dar e
receber feedback são habilidades essenciais para “regular” o desempenho das
pessoas com quem convivemos visando relações saudáveis e satisfatórias.
Existem duas maneiras de regular o desempenho das pessoas
através de um feedback, uma de forma a manter e somente aperfeiçoar os
aspectos desejáveis do comportamento e outra de forma a modificar e corrigir
os aspectos indesejáveis do comportamento. A primeira forma de emitir
feedback traz vantagens tanto para o emissor quanto para o receptor, são elas:
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Já a segunda forma de emitir feedback ocorre quando um emissor emite
uma mensagem de caráter informativo ao interlocutor com o intuito de modificar
o seu comportamento, focando nos aspectos indesejáveis deste
comportamento permitindo ao indivíduo corrigir as distorções e se ajustar a um
novo estado de equilíbrio. Porém esse tipo de feedback não é tão eficaz como
o primeiro, visto que o foco deste está na mudança dos aspectos indesejáveis
do comportamento, quanto que no primeiro está na manutenção e
aperfeiçoamento dos aspectos desejáveis.
A habilidade de prover feedback tem como pré-requisito ouvir e prestar
atenção ao comportamento do outro. Porém existem certos componentes
formais e funcionais que caracterizam a emissão de um feedback de forma
eficaz. São eles:
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Além dos componentes comportamentais, há certas considerações que
devem ser levadas em consideração para que o feedback alcance o
objetivo pretendido. São elas:
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Como estão suas habilidades
de comunicação?
Vimos como, no dia-a-dia, que o supervisor enfrenta situações, em que ele usa
a comunicação para dar ordens, fazer reuniões, ensinar o trabalho, etc.
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2. Prepare a comunicação:
Escolha a forma mais adequada:
- verbal;
- escrita.
Seja claro, preciso e conciso;
Leve em consideração a pessoa que vai receber a comunicação;
Analise a comunicação do ponto de vista dos regulamentos, normas e
costumes da empresa;
Dê o melhor de si mesmo para ser compreendido.
3. Comunique:
Escolha o meio e o momento adequados;
Evite fazer comentários que possam antecipar o que vai ser transmitido;
Não esqueça de nenhum detalhe a ser transmitido.
4. Verifique os resultados:
A comunicação foi bem recebida pelo subordinado?
O subordinado entendeu a comunicação ou ela precisa ser repetida?
O efeito esperado foi alcançado?
(SENAI-CBIC,1984)
Elogio e Critica
O mais profundo princípio da natureza humana é o
desejo de ser apreciado. Willian James
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as demais. Devemos premiar a excelência, muitas vezes tantas que nem seja
possível contar, todavia, o elogio tem uma condição para que se torne eficaz:
deve ser feito logo após o fato positivo que tornou a pessoa merecedora e, de
preferência, diante do maior numero de pessoas possível.
(OLIVEIRA e ALBUQUERQUE, 2010)
Lidar com críticas:
Essa é uma habilidade bastante difícil de ser exercitada e não se confunde com
retaliação, desabafo, ofensa e acusação. A resposta a uma critica pode ocorrer
no sentindo de aceitá-la, rejeitá-la, ou, simplesmente, ignorá-la.
Se a critica atende a todos os critérios acima, ela deve ser aceita como uma
tentativa de ajuda por parte da outra pessoa.
Se o primeiro critério não se aplica, ela deve ser rejeitada, esclarecendo-se o
interlocutor. Se o primeiro critério se aplica e um dos demais não, ela pode ser
parcialmente respondida, aceitando-se seu conteúdo, porém esclarecendo o
interlocutor quanto a sua inadequação nos demais aspectos. As críticas podem
ser verdadeiras, falsas, adequadas e inadequadas. A crítica verdadeira pode
ser expressa de forma inadequada pelo seu conteúdo, forma e ocasião, porém
o indivíduo deve desenvolver a habilidade de ouvi-la atentamente, solicitando
uma mudança de comportamento do interlocutor em relação aos aspectos
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inadequados. Na crítica verdadeira adequada, a habilidade está na capacidade
para ouvi-la, refletindo sobre sua utilidade para modificar pensamentos e
comportamentos. Já a crítica falsa exige a habilidade de refutar e esclarecer o
interlocutor sem hesitações, incluindo também a habilidade de expressar
desacordo através da comunicação não verbal e verbal.
Habilidade de Ouvir
É importante diferenciar entre ouvir e escutar. Escutar é a
percepção dos sons, enquanto ouvir implica num consciente esforço para
perceber o que está sendo dito, para entender e considerar a mensagem.
Podemos ter um aparelho para “escutar”, para melhorar nossa percepção de
sons, mas não podemos ter um aparelho para “ouvir”. Para tornar-nos ouvintes
mais eficazes, temos que ter um permanente e consciente desejo de melhorar
nossas habilidades e sentidos e conseguimos quando:
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Mantemos a atenção mais voltada ao que a pessoa está dizendo do
que para nossos próprios pensamentos. Depende de nossa atitude o
desejo de ouvir.
Mantemos nossa concentração na pessoa que está falando, sem
permitir qualquer tipo de distração. Pensamos mais rapidamente do que
uma pessoa pode falar; a concentração exige disciplina.
Desenvolvemos perguntas apropriadas que esclareçam, acrescentem e
indiquem interesse; isso nos ajuda, pois quanto mais soubermos sobre o
nosso interlocutor, melhor o entenderemos.
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Queremos dar mais ênfase a um ponto em especial.
Queremos ter certeza de que a outra pessoa entendeu.
Relações Interpessoais.
40
queremos atenção, ficamos felizes com bons resultados em equipe, sorrimos
quando somos compreendidos, ficamos polivalentes quando o grupo está
entrosado.
Janela de
Johari/autoconhecimento.
Janela de Johari
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Existe um modelo de auto conhecimento, a chamada Janela de Johari, criada
por dois psicólogos americanos, Joseph Luft e Harrington Ingham, há cerca de
50 anos, que mostra a interação entre nossa auto percepção e a maneira como
os outros nos vêem.
Criar sua própria Janela de Johari, pode ser uma forma para verificar o quanto
sua auto percepção está alinhada com a imagem que os outros têm de você.
EU PÚBLICO
EU FECHADO
EU CEGO
Esta é nossa área cega. Aquela área de nossa vida que desconhecemos em
relação ao que os outros percebem de nós. Quando temos um baixo nível de
relacionamento interpessoal, a tendência é que as pessoas não exponham o
que pensam de nós, e com isso ficamos sem ter feedback. Ficar mais atento às
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mensagens transmitidas pelas pessoas em relação a nós ajuda a diminuir esta
área do eu cego.
EU DESCONHECIDO
Mudança de consciência,
processos decisórios.
5. Etapas do processo decisório
1. Análise e identificação da situação: A situação do ambiente onde o problema
está inserido, deve ser claramente identificada, através do levantamento de
informações, para que se possa chegar a uma decisão segura e precisa.
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3. Comparação entre as alternativas: Levantamento das vantagens e
desvantagens de cada alternativa.
44
acham que a culpa do referido problema é somente dos governos. Os que
possuem uma cultura maior, reconhecem que o problema é mais complexo e
que para solucioná-lo é necessário o esforço de toda a sociedade em
conjunto com o governo.
Diferenças individuais
contribuindo para as
percepções
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As diferenças que são possíveis de serem elencadas são diversas
entre os membros de uma equipe:
Os valores e as crenças;
A função psíquica dominante;
O tipo de inteligência;
A cultura;
O caráter;
O temperamento.
Comportamentos
construtivos e não
construtivos/Rapport.
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Como identificamos colaboradores com comportamentos construtivos?
Podemos identificá-los das seguintes formas:
Conciliador : busca um denominador comum, quando em conflito, aceita rever
sua posição e acompanhar o grupo para não haver impasses.
Mediador :resolve as divergências entre outros membros avalia as tensões nos
momentos mais difíceis por meio de brincadeiras oportunas.
Animador : demonstra afeto e solidariedade aos outros membros do grupo,
bem como compreensão e aceitação de outros pontos de vista, idéias e
sugestões, concordando, recomendando e elogiando as contribuições dos
outros.
Ouvinte interessado – acompanha atentamente a atividade do grupo e aceita
as idéias dos outros, servindo-se de auditório e apoio nas discussões do grupo.
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naquele momento talvez, ele pode estar reagindo a circunstâncias anteriores e
o estopim pode ter sido uma provocação de alguém do grupo.
O que é rapport?
Para ser efetivo com o rapport você tem que PRESTAR ATENÇÃO!
Isto significa que você tem que focalizar na pessoa à sua frente. Observe este
amigo humano com o qual você está interagindo.
Imitar & Espelhar foram determinados como os principais fatores para se criar
estados poderosos de rapport. Igualando os movimentos da outra pessoa, a
postura, os atributos vocais, as frases chaves e até mesmo a sua respiração.
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Também é muito poderoso poder igualar os seus sistemas de representação.
Esta é uma habilidade avançada que é ensinada nas série de seminários Act
Now Success Skills (nos EUA).
Imitação simples
Para iniciar sua prática de criar rapport, comece a imitar a pessoa com quem
você está falando. Imite seus gestos simples e a postura. Você deve deixar
passar um pequeno intervalo de tempo, assim ela não notará. Se você fizer a
imitação ao mesmo tempo, é como quando você era criança e exagerava nas
imitações só para aborrecer outras crianças. O mesmo efeito resultará com um
adulto. Imitar ao mesmo tempo não dá o resultado desejado.
Você também pode fazer isto como se estivesse olhando num espelho. Assim
se eles movem a mão direita, você tem a opção de mover a sua esquerda ou ,
por simples imitação, mover o mesmo lado. Se o interlocutor estiver
diretamente à sua frente, use o espelhamento. Se você estiver posicionado
mais ao lado, use o mesmo lado por imitação. Uma vez que você já tenha
seguido esta técnica, então escute as palavras e frases chaves que eles usam.
Lembre-se delas e as use na sua fala.
([Link]
49
1. Escolha uma carreira que corresponda às suas habilidades atuais ou em
potencial. Não adianta conquistar o sucesso na carreira errada.
2. Tenha prazer com o trabalho que realiza (ou encontre prazer no que faz).
4. Seja persistente, mas não dê murro em ponta de faca. Não insista no que
não vai dar certo.
8. Saiba lidar com a inveja dos que assistem ao seu sucesso. Por isso, é
importante desviar os holofotes para os outros da equipe.
10. Não deixe o sucesso subir à cabeça. Há executivos que ficam com o ego
50
inflado. Isso desencadeia um conjunto de ações que podem prejudicá- lo. A
onipotência faz você acreditar que já sabe tudo e não precisa escutar mais
ninguém.
ATENÇÃO!
Referências
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