DENGUE PROVA DO LAÇO POSITIVA
TRANSMISSÃO – VETOR Contar o número de petéquias no quadrado
Aedes aegypti / Aedes albopictus (África) > 20 petéquias em adultos
> 10 petéquias em crianças
Característica: 45 dias de vida / urbano
1 inseto pode contaminar até 300 pessoas
SINAIS DE ALARME OU ALERTA
CARACTERÍSTICAS
Incubação: 4 – 7 dias
Viremia: 2 – 3 dias após aquisição
Sintomas:
Oligossintomático e evolução benigna >90% dos casos
Febre, mialgia (artralgia), náuseas, vômitos, diarreia
ocasional
Cefaleia retro-ocular
Fenômenos hemorrágicos: raros, ocorrem a partir do
5° dia do início dos sintomas
DEVE SER FEITO SEMPRE NA SUSPEITA DE DENGUE
- Prova do laço
Indica plaquetas < 100.000
Quadrado de 2,5 cm de lado (polegar) no antebraço
Verificar a pressão arterial (deitada ou sentada)
Valor média PA: PAs + PAd dividido por 2
Manguito no valor médio: 5 minutos (criança: 3
minutos)
DIAGNÓSTICO
- EXAMES GERAIS
Hemograma: hemoconcentração
Leucopenia
Trombocitopenia
Alterações hepáticas: aumento EH
CPK pode aumentar
Hiperbilirrubinemia rara
DIAGNÓSTICO ESPECÍFICO
Saiba o momento correto de pedir
Antígeno NS1
Até 3° dia tem maior sensibilidade
GRUPO A – 90% DOS CASOS
VPP maior até o terceiro dia dos sintomas
DENGUE FEBRIL
Sorologia: IgM positivo
Febre de aparecimento recente (2 a 7 dias)
7° dia do início dos sintomas em diante
Dois ou mais: mialgia; artralgia; cefaleia; dor retro-
IgG positivo sozinho: infecção antiga
orbitária; leucopenia; náuseas e/ou vômitos;
PCR exantema
Casos específicos a. Ausência de fenômenos hemorrágicos (prova do
laço negativa)
EVOLUÇÃO DO RISCO NA DENGUE
b. Ausência de ‘’sinais de alarme’’
c. Ausência de sinais de choque
TRATAMENTO
1. Encaminhar para domicílio
2. Hidratação oral: 60-80 mL/kg/dia (pelo menos 1/3
com SRO)
3. Orientar sobre ‘’sinais de alerta’’
EVOLUÇÃO SOROLÓGICA
4. Retorno para reavaliação precoce ambulatorial ou
no pronto atendimento com novo hemograma
5. Sintomáticos (dipirona, paracetamol, loratadina,
antieméticos, etc.,)
CLASSIFICAÇÃO OMS/MS
GRUPO B
Dengue febril + fenômenos hemorrágicos OU fatores
de risco
1. Presença de petéquias ou prova do laço positiva
2. Ausência de ‘’sinais de alarme’’
3. Ausência de sinais de choque
Fatores de risco:
GRUPO D – DENGUE COM SINAIS DE CHOQUE
SINAIS DE CHOQUE
TRATAMENTO
- INTERNAÇÃO do paciente SE
Comorbidade grave
Plaquetas < 50.000/mm³
- ALTA DOMICILIAR SE
Comorbidade SEM AGRAVANTE
TRATAMENTO
Hidratação oral
Retorno para reavaliação em 24 horas INTERNAÇÃO EM UTI OU EMERGÊNCIA POR, NO
ambulatorial MÍNIMO, 48 HORAS
Sintomáticos
GRUPO C
DENGUE COM SINAIS DE ALARME
1. Sinais de alarme
2. Presença ou não de fenômenos hemorrágicos
3. Ausência de sinais de choque
Internação mesmo antes da confirmação
Tratamento
VACINA DENGUE – 2 TIPOS
Hidratação venosa imediata em ciclos de 2 em 2 horas
e reavaliação clínica rigorosa
TRATAMENTO
INTERNAÇÃO MESMO ANTES DA CONFIRMAÇÃO