O Plano de Glórienn
Após alguns anos sofrendo como escreva de Tauron, perdendo sua divindade maior e um lugar no
panteão, Glórienn dá uma grande sacada no final matando o deus da força num confronto contra
Aharadak. Entretanto, perde também sua condição de deusa menor após o feito, ignorado pelo agora
deus da Tormenta.
Mas ela não parou por aí…
Um devoto de Aharadak, com objetivo de abrir uma área de Tormenta em oferenda ao seu deus,
juntou rastros de quando o senhor da Tormenta esteve em Arton pela primeira vez. A área foi
aberta, mas gerou um fenômeno no mesmo momento em que a divindade de Glórienn se esvaneceu.
Um som instridente, divino e aterradoramente poderoso surgiu. Um dos deuses impossíveis da
Tormenta se manifestou pela primeira vez em nosso plano.
Glórienn, descontente com sua queda, não mais restando alguma fagulha de esperança na sua raça,
vai despertando uma sede viceral de vingança por toda sua existência, as traições e todos os anos
que sofrera. Agarra-se naquele uníssono que despertou da queda de sua divindade indo de encontro
a ele e onde tudo começa… ou onde tudo termina…
A deusa caída embarca num gogmagog em direção ao plano da Tormenta em direção ao som que
emanava. Lá ela descobre um poder jamais visto até pelas divindades de Arton. Seu objetivo era
trazer aquele poder e corromper todas as raças, uma por uma.
O Esquadrão Escarlate
E elfa juntou alguns dos poucos fiéis a sua causa nessa embarcação que viria a ficar conhecida
como Esquadrão Escarlate. Eram compostos por elfos corrompidos que buscavam o único artefato
capaz de os levar até o plano da Tormenta sem se corromper completamente: O cálice dos deuses.
Mas Hynnin tinha um plano…
Alguns de seus devotos foram atrás do Cálice, ao mesmo tempo em que o Esquadrão também
estava na mesma direção, contratando até mercenários para encontrar o Cálice que foi passando de
mãos em mãos em grupos de aventureiros. A intenção de Hynnin era que dois grupos de devotos
abrisse mão espontaneamente da intenção de enganar e desse uma palavra de honra um a outro para
recuperar o cálice das mãos da elfa.
O que os mortais ainda não sabiam era que havia um pacto entre Hynnin e Khalmir, onde ele abriria
mão de sua divindade para um bem maior, dando sua lealdade à honra em troca de não deixar com
que esse poder viesse para Arton. Se concretizasse, Hynnin cairia, dando lugar ao panteão a
Glórienn, tornando-se a deusa da vingança e a primeira deusa corrompida pela Tormenta.
A Aventura.
Um golem engenhoqueiro, criado por Lord Neinbling, havia sido corrompido pelos poderes da
Tormenta e criado uma embarcação para ir até o gogmagog da Elfa no éter divino e transportar o
cálice do grupo até o plano da Tormenta. Neinbling sabendo disso, mandou aventureiros irem atrás
do cálice, não dando muitas informações para não serem roubados ou comprometer a missão do
Reinado.
O grupo de Bellatrix estava próximo desse golem engenhoqueiro corrompido ao passo que o grupo
de aventureiros também estava. Ambos os grupos eram ajudados por Hynnin, colocando um e outro
em rota de coalizão para que se provassem a lealdade divina em detrimento da enganação para
salvar-se, onde desvendariam todo o plano de Glórienn e daria o fechamento ao Arco 2.
Os mecanismos corrompidos.
O golem engenhoqueiro estava em um dos observatórios, procurando pela passagem de Glórienn,
quando fora descoberto por um dos grupos. Em sua embarcação, havia uma espécie de cada raça
corrompida in vitro, como fosse uma espécie de experimento (experimento esse que havia
começado com o iconoclasta).
Mecanismos Golens corrompidos.
PV: 76, Iniciativa 8, CA 22, ataque 2 pinças +14 (dano 1d8 +6), RD mágica 10, Ref +8, For 22