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Guia Completo sobre Cultivo de Alface

O documento aborda a cultura da alface, destacando sua importância como a hortaliça folhosa mais consumida no Brasil e suas principais características de cultivo. São discutidos aspectos como plantio, produção de mudas, preparo do solo, irrigação, doenças e pragas que afetam a cultura. O trabalho foi elaborado por alunos do Curso Técnico em Agropecuária do Colégio Estadual Dom Pedro I, sob orientação da Prof.ª Hewsley Baleeiro.

Enviado por

Gustavo Dias
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Guia Completo sobre Cultivo de Alface

O documento aborda a cultura da alface, destacando sua importância como a hortaliça folhosa mais consumida no Brasil e suas principais características de cultivo. São discutidos aspectos como plantio, produção de mudas, preparo do solo, irrigação, doenças e pragas que afetam a cultura. O trabalho foi elaborado por alunos do Curso Técnico em Agropecuária do Colégio Estadual Dom Pedro I, sob orientação da Prof.ª Hewsley Baleeiro.

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COLÉGIO ESTADUAL DOM PEDRO I

CURSO TÉCNICO EM AGROPECUÁRIA

GUSTAVO DIAS DA SILVA, ANA LUIZA ALVES LEÃO, PAOLLA CARINA


BARBOSA LEÃO, CARINE GEOVANA SILVA ALMEIDA E ÍRIS TAUANE SILVA
RIBEIRO.

CULTURA DA ALFACE

SEBASTIÃO LARANJEIRAS-BA
SETEMBRO, 2024
GUSTAVO DIAS DA SILVA, ANA LUIZA ALVES LEÃO, PAOLLA CARINA
BARBOSA LEÃO, CARINE GEOVANA SILVA ALMEIDA E ÍRIS TAUANE SILVA
RIBEIRO.

CULTURA DA ALFACE

Trabalho apresentado ao Curso de Técnico


em Agropecuária integrado ao Ensino
Médio do Colégio Estadual Dom Pedro I de
Sebastião Laranjeiras/BA, como parte dos
requisitos para obtenção do requerimento
de nota para conclusão do curso.

Orientador(a): Prof.ª Hewsley Baleeiro

SEBASTIÃO LARANJEIRAS-BA
SETEMBRO, 2024
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO..................................................................................................................................5
2 DESENVOLVIMENTO.....................................................................................................................6
2.1 PLANTIO DA ALFACE............................................................................................................................6
2.2 PRODUÇÃO DE MUDAS........................................................................................................................7
2.3 PREPARO DO SOLO.............................................................................................................................7
2.4 IRRIGAÇÃO DA ALFACE.........................................................................................................................8
2.5 DOENÇAS DA CULTURA DA ALFACE.........................................................................................................9
2.6 PRAGAS DA CULTURA DA ALFACE.........................................................................................................10
3 CONCLUSÃO..................................................................................................................................12
4 BIBLIOGRAFIA..............................................................................................................................13
1 INTRODUÇÃO

Originária da região do Mediterrâneo, a alface (Lactuca sativa) é a hortaliça


folhosa mais importante do mundo, sendo consumida principalmente in natura, na
forma de saladas. Evidências indicam que sua domesticação ocorreu a partir da espécie
selvagem com a introdução na Europa Ocidental no início do século XV, já haviam sido
descritos alguns tipos de alface, como a lisa, a batávia e a romana (COSTA, 2012). Com
as expedições de Cristóvão Colombo ao Novo Mundo, a alface foi possivelmente
introduzida na América em 1494 (Ryder, 2002). No Brasil, sua chegada ocorreu em
1650, trazida pelos portugueses.

No Brasil a alface é a hortaliça folhosa mais importante, com as variedades de


folhas crespas verdes sendo a primeira escolha dos consumidores. Os principais
métodos de produção incluem cultivo em campo aberto, cultivo protegido e hidroponia.
No cultivo em campo aberto, as plantas são cultivadas em canteiros por ciclos
consecutivos, o que pode favorecer a propagação de patógenos do solo. Em sistemas
hidropônicos e sob cultivo protegido, o florescimento precoce, causado pelas altas
temperaturas, limita a produção. (BOITEUX et al., 2017).

Dentre as hortaliças folhosas, a alface é a mais consumida no país, incluindo


todos os diversos tipos, como crespa, americana, lisa, romana, entre outras. Segundo
dados da Associação Brasileira do Comércio de Sementes e Mudas (ABCSEM), a
cultura da alface movimenta no varejo, em média, um montante de 8 bilhões de reais
com uma produção de mais de 1,5 milhão de toneladas por ano (ABCSEM, 2013). O
número de estabelecimentos que produzem a alface no Brasil, segundo o Censo
Agropecuário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é de 108.603
unidades, que produzem um total de 908.186 toneladas por ano (IBGE, 2017).
2 DESENVOLVIMENTO

2.1 Plantio da alface

O plantio da alface pode ser feito durante todo o ano. A germinação leva de 4 a 6
dias. A alface prefere solos argilo-arenosos, ricos em matéria orgânica. Quando
estiverem com 2 a 3 folhas e com 8 a 10cm, devem ser replantados em canteiros bem
adubados, de modo que a planta fique com o colo acima do nível do solo e com
espaçamento de 30cm entre as plantas. Só devem ser plantadas as mudas mais
desenvolvidas, fortes e sadias. Outro importante cuidado que devemos tomar é de não
plantarmos as mudas com as raízes emboladas ou dobradas e ainda não devem ser
plantadas fundo demais.

A adubação dos canteiros pode ser feita apenas com adubo orgânico, feito com
esterco de animais ou com o "composto". Quando o canteiro estiver pronto, colocamos
uma camada de esterco distribuída uniformemente sobre a superfície, na base de 20
litros por m², espalhando-o bem e misturando-o à camada superficial da terra, deixando-
a em condições de plantio. Para evitar o rebaixamento do nível do terreno, devido às
regas e às chuvas, o solo deve ser um pouco compactado, evitando que os vegetais
fiquem com as raízes fora da terra. A plantação deve ser limpa, regada e irrigada sempre
que necessário.

Todas as ervas daninhas que nascerem entre as hortaliças devem ser arrancadas
com raiz e tudo, com a mão, um sancho ou uma enxada. Isso é necessário por que elas
"competem" com a plantação, roubando os nutrientes provenientes da adubação e
fazendo sombra, impedindo que as hortaliças recebam a quantidade de sol necessária. A
colheita começa 60 dias após a semeadura. As folhas velhas devem ser eliminadas e a
planta deve ser cortada bem rente ao solo, apesar de também poder ser arrancada com a
raiz. Desta forma, se necessário, podemos conservá-la fora da geladeira por muitos dias,
desde que seja colocada em um vaso ou recipiente com água, como se faz com flores. A
alface prefere solo fresco, fofo, rico em material orgânico e com pH 6 a 6,8 (pouco
ácido), de esterco bem curtido. A plantação deve ser irrigada com abundância e
regularmente. É uma hortaliça de inverno, preferindo clima ameno (HERRMANN,
KINETZ e ELSNER. 2017).

2.2 Produção de mudas

Uma muda de boa qualidade, quando levada ao campo, terá melhores condições
de sobreviver e se desenvolver. Assim, deve-se ter certos cuidados com o manejo do
viveiro, como irrigações, contentores e utilização de substratos. No caso da alface,
recomenda-se que as mesmas sejam preparadas em bandejas de 128 células, com 60 mm
de profundidade que comportam maior volume, utilizando-se de substratos adequados
que garantam a nutrição das mudas durante o período de viveiro.

A vantagem da produção de mudas em viveiros é que estes protegem as mesmas


contra algumas pragas e doenças, excesso de chuvas ou sol (dependendo da fase de
desenvolvimento pode ser muito prejudicial) e também garantem uma maior
uniformização. Em geral, para a alface, as mudas devem ser transplantadas quando
estiverem com quatro pares de folhas definitivas, período que deve ocorrer entre 20 e 30
dias.

Alguns dos parâmetros primordiais em que se baseia a agricultura orgânica é a


independência de fatores externos da propriedade (autossuficiência) e a ausência de
produtos químicos, tornando-se necessário o desenvolvimento de substratos que
atendam todas as exigências deste tipo de cultivo.

Já existem no mercado algumas empresas comercializando substratos


apropriados para produção de mudas em cultivo orgânico, entretanto, o agricultor pode
produzir seu próprio substrato a partir de materiais existentes na propriedade com custo
bastante baixo. O ideal é que o substrato seja preparado a partir de processos de
compostagem, dispensando gastos com desinfecção. A Embrapa Hortaliças desenvolveu
dois substratos para produção de mudas em sistema orgânico usando como componente
composto orgânico, fibra de coco verde, cama de matrizes, húmus e composto de farelos
(RESENDE et al. 2007).
2.3 Preparo do solo

O solo para o cultivo da alface deve ser friável e livre de torrões. Se a área a ser
utilizada estiver recebendo o primeiro cultivo com alface, o solo deve ser arado,
gradeado e, então, os canteiros são levantados com encanteiradita nas dimensões
aproximadas de 100cm de largura e 20cm de altura. Na operação de levantamento dos
canteiros, faz-se a adubação, conforme análise do solo. Na agricultura orgânica alguns
dos insumos que podem ser utilizados na adubação pré-plantio são compostos, cama de
frango, calcário, gesso agrícola, termo fosfato, farinhas de osso e de sangue, bokashi
(farelos fermentados), etc. (Ascom, 2016).

2.4 Irrigação da alface

O rendimento e o desenvolvimento das hortaliças são influenciados pelas


condições de clima e umidade do solo, sendo a água um dos fatores mais importantes
para a produção das culturas. Além da sua participação na constituição celular e nos
diversos processos fisiológicos da planta, a água está diretamente relacionada aos
processos de absorção de nutrientes e resfriamento da superfície vegetal. Dentre as
hortaliças, a alface é considerada uma das mais exigentes em água e uma das mais
responsivas aos efeitos oriundos da aplicação da mesma sobre a produção.

Coelho (2001) relatou o conteúdo de água de 94,4% em uma cultivar lisa e


95,6% em uma do tipo americana. Desta forma, devido à elevada capacidade de
produção, uma ampla área foliar que propicia elevada transpiração, atrelado a um
sistema radicular delicado e superficial, as irrigações devem ser frequentes e
abundantes. Assim, quando irrigadas adequadamente, as folhas de alface apresentam-se
tenras e as cabeças volumosas.

Experimentos realizados com irrigação mostram que a alface é muito sensível à


escassez de água no solo, e que o peso da planta e a produtividade aumentam
linearmente com a quantidade de água aplicada, até se atingir o máximo de produção, a
partir daí há uma queda em função do excesso de umidade no solo. A irrigação é uma
técnica fundamental para o cultivo da alface, entretanto o manejo inapropriado do
sistema de irrigação pode inviabilizar o processo de produção da cultura (FAVARATO,
2022). Tratando-se de uma cultura exigente em água, faz-se necessário a adoção de um
manejo adequado da irrigação, tanto para suprir as necessidades hídricas da cultura,
quanto para minimizar os gastos desnecessários e problemas com doenças.

2.5 Doenças da cultura da alface

Existem várias doenças que afetam essa cultura, mas as três principais são o
míldio é uma das principais doenças da alface, tanto em campo como em cultivos
protegidos. Chega a ser limitante em localidades onde a temperatura é baixa e as folhas
ficam constantemente molhadas por irrigação, chuva ou pelo orvalho. Em regiões mais
secas, como no Brasil Central, a intensidade da doença varia consideravelmente em
decorrência da época de plantio e do manejo da cultura, em função do método e da
frequência da irrigação utilizados.

As manchas provocadas pelo míldio são verde-claros ou amareladas, de


diferentes tamanhos e geralmente delimitadas pelas nervuras. São mais facilmente
identificadas na parte inferior da folha, onde, sob alta umidade, percebe-se a
esporulação pulverulenta do fungo. Sob ataque severo, pode-se observar uma
descoloração dos tecidos internos do caule, devido à invasão sistêmica do fungo.

A doença se inicia em decorrência de uma ou mais das seguintes fontes de


inóculo: semente infectada, solo infestado com estruturas de sobrevivência denominadas
oósporos, restos de plantas não suficientemente decompostos do cultivo anterior ou
estruturas do fungo carreadas pelo vento, oriundas de plantas doentes de cultivos
vizinhos.

Septoriose é uma doença importante, principalmente em plantios de verão, já


que é favorecida por temperatura e umidade elevadas. A doença normalmente se inicia
via semente infectada ou de solo infestado. Os primeiros sintomas são observados
normalmente nas folhas baixeiras, onde as lesões produzem uma abundância de esporos
que terminam por infectar as folhas mais novas. As lesões são inicialmente mar-rom-
claras, de bordas pouco definidas, que podem coalescer e formar lesões maiores,
destruindo a "saia" da planta. No centro das lesões, podem ser vistos pequenos pontos
negros, que são estruturas do fungo em forma de garrafa, denominadas picnídios, onde
se formam milhares de esporos alongados que se espalham para outras plantas pelo
vento e por respingos d'água. Os picnídios também funcionam como estruturas de
sobrevivência do fungo no solo na ausência da planta hospedeira. A longas distâncias,
este fungo se dissemina por sementes infectadas.

A podridão-mole o corre no campo e após a colheita. No campo. Acontece


principalmente no verão, já que as condições ideais para crescimento do patógeno são
temperatura em torno de 30 °C e umidade elevada do solo. A bactéria não é transmitida
pela semente, mas é capaz de sobreviver no solo, mesmo na ausência de plantas
hospedeiras, e em superfícies de equipamentos e água, por onde as infecções se iniciam
quando ha ferimentos na planta. O sintoma principal e a murcha morte da planta que,
quando arrancada, mostra extensa necrose amolecida na região da coroa. Pela invasão
de microrganismos secundários, o tecido atacado emite odor desagradável.

Em cultivos hidropônicos, a doença acontece quando se utiliza água


contaminada ocorre falta de sanitização das instalações. Neste caso, normalmente pode
afetar todas as plantas, já que todo o sistema fica contaminado.

2.6 Pragas da cultura da alface

Já em relação às pragas temos o "Vira-Cabeça" que é causado por vírus como o


Tomato spotted wilt virus (TSWV), Groundnut ringspot virus (GRSV) e Tomato
chlorotic spot virus (TCSV), pertencentes ao gênero Orthotospovirus e à família
Bunyaviridae. Os principais vetores dessa doença são os tripes Frankliniella schultzei,
F. occidentalis, Thrips palmi e T. tabaci, que transmitem os vírus de forma persistente e
propagativa, adquirindo o patógeno na fase larval e mantendo-o durante toda a vida
adulta.
Os sintomas da infecção incluem manchas necróticas nas folhas mais jovens,
bronzeamento, necrose das folhas centrais (roseta), crescimento irregular e nanismo das
plantas. Os tripes têm um ciclo biológico que inclui ovo, larva, pupa e adulto, com
duração de 12 a 25 dias. Os adultos medem de 1 a 1,5 mm, possuem corpo alongado e
coloração que varia entre preto, marrom-escura e amarela, além de quatro asas estreitas.
Os ovos são alongados e depositados nas folhas, enquanto as larvas, que são sem asas e
variam de 0,5 a 1 mm, vivem na face inferior das folhas. As pupas apresentam coloração
marrom-escura ou amarelada e são inativas.

Os danos causados pelos tripes incluem perfurações nos tecidos vegetais e


sucção do conteúdo celular, resultando em manchas esbranquiçadas nas folhas. A
transmissão dos vírus por larvas e adultos de tripes causa grandes prejuízos à cultura da
alface, sendo F. schultzei o principal transmissor.

A lagarta-rosca também apresenta um ciclo biológico semelhante, passando por


ovo, larva, pupa e adulto, com duração de 34 a 64 dias. Os adultos têm envergadura de
40 mm e características de coloração específicas. As lagartas, que podem atingir até 50
mm, possuem um corpo robusto e são noturnas, abrigando-se no solo durante o dia. Os
danos provocados pelas lagartas incluem o corte de plantas jovens na região do coleto,
podendo levar à morte das mesmas e exigindo replantio em casos de severa infestação.
Assim, tanto os vírus transmitidos pelos tripes quanto os danos provocados pelas
lagartas são preocupações significativas para a agricultura, especialmente no cultivo de
alface.
3 CONCLUSÃO

A alface (Lactuca sativa) se destaca como a hortaliça folhosa mais importante


globalmente, com uma rica história de cultivo que remonta ao Mediterrâneo e sua
introdução no Novo Mundo. No Brasil, é a hortaliça mais consumida, com uma
produção anual significativa e diversos métodos de cultivo. O manejo adequado, desde a
preparação do solo até a irrigação, é crucial para garantir a qualidade das mudas e a
saúde das plantas. Contudo, a alface enfrenta desafios, como doenças e pragas, que
podem comprometer a produção. O "Vira-Cabeça", transmitido por tripes, e outras
doenças como míldio, septoriose e podridão-mole exigem atenção constante dos
agricultores. Portanto, estratégias de manejo integrado e cultivo orgânico são
fundamentais para mitigar esses problemas, assegurando uma produção sustentável e de
qualidade. A compreensão dos fatores que influenciam o cultivo da alface é essencial
para maximizar a produtividade e atender à demanda do mercado.
4 BIBLIOGRAFIA

SALA, Fernando Cesar; COSTA, Cyro Paulino. Retrospectiva e tendência da


alfacicultura brasileira. Artigo convidado, [s. l.], 2012. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20 set.
2024.

RYDER EJ. 2002. The new salad crop revolution. Disponível em


[Link] newcrop/ncnu02/[Link]/. Acesso em: 20 set. 2024.

HERRMANN, José Carlos; KINETZ, Silvia Regina Rodrigues; ELSNER, Tatiana


Cristina. ALFACE. [S. l.], 2017. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20 set.
2024.

RESENDE, Francisco Vilela et al. Cultivo de Alface em Sistema Orgânico de


Produção. Circular Técnica, [s. l.], 2007. Disponível em:
[Link]
[Link]. Acesso em: 20 set. 2024.

ASCOM, JS. Saiba como é produzida a alface. [S. l.], 15 jul. 2016. Disponível em:
[Link]
#:~:text=Preparo%20do%20solo,largura%20e%2020cm%20de%20altura.15/07/2016.
Acesso em: 20 set. 2024.

FAVARATO, Luiz Fernando et al. MANEJO DA IRRIGAÇÃO - CULTURA DA


ALFACE. Cultura da Alface, [s. l.], 2022. Disponível em:
[Link]
_CULTURA_DA_ALFACE. Acesso em: 20 set. 2024.

LOPES, Carlos Alberto et al. DOENCAS DA ALFACE. Circular Técnica da Embrapa


Hortaliças, [s. l.], 1998. Disponível em:
[Link]
[Link]. Acesso em: 21 set.
2024.

MOURA, Alexandre Pinho et al. Guia para identificação de pragas da alface.


Embrapa Vegetables, [s. l.], 2020. Disponível em: [Link]
publicacoes/-/publicacao/1127374/guia-para-identificacao-de-pragas-da-alface. Acesso
em: 21 set. 2024.

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