Objetivos no Processo de Ensino-Aprendizagem
Objetivos no Processo de Ensino-Aprendizagem
PROFESSOR-ALUNOS 1. PROBLEMA
2. OBJECTIVO
ALUNOS-ALUNOS 3. MÉTODOS
4. MEIOS
ALUNOS-GRUPO (TURMA)
5. AVALIAÇAO
6. FORMAS DE
ORGANIZAÇÃO DO PEA.
As habilidades, como segundo componente do conteúdo de ensino são o domínio consciente e bem-sucedido
da atividade. Seu processo de formação é complexo e está indisolublemente ligado à formação dos
conhecimentos.
O sistema de experiências da atividade criadora se forma simultaneamente ao de conhecimentos e habilidades e
se manifesta nos estudantes com a solução de problemas, o desenvolvimento da imaginação, a criatividade e a
independência cognitiva.
Não menos importante é o sistema de relações para e com o mundo. Aqui se incluem os sistemas de valores,
interesses, convicções, sentimentos e atitudes; todo o qual não pode obter-se se não ser em estreita inter-
relação com os restantes componentes do conteúdo de ensino.
Analisado-o até aqui do componente conteúdo do processo de ensino-aprendizagem reafirma a idéia da unidade
da instrução e a educação, julgamento básico e central.
Na literatura pedagógica e psicológica, o término habilidades aparece com diferentes acepções:
A concepção que adoto é o critério exposto pelo Danilov, que considera à habilidade como o "conhecimento em
ação".
Segundo o Doutor em Ciências Carlos Álvarez Zayas "a habilidade é um elemento do conteúdo e expressa em
uma linguagem didática um sistema de ações e operações para alcançar um objetivo". (2).
Segundo considerações dos Doutores em Ciências: Homero Fontes González, Ulises Mestre Gómez e Faustino
Repilado Ramírez, "a habilidade é o modo de interação do sujeito com o objeto, é o conteúdo das ações que o
sujeito realiza, integradas por um conjunto de operações que têm um objetivo e que se assimila no próprio
processo". (3)
Assumimos as concepções do A. N. Leontiev partindo da categoria atividade. A atividade se estrutura em ações
segundo este autor "Denominamos ação ao processo que subordina à representação daquele resultado que
devia ser alcançado, quer dizer, o processo subordinado a um objetivo". (4).
Segundo palavras do Leontiev: "Os términos de ação e operação fundamentalmente não se diferenciam, não
obstante no contexto das análise psicológicas da atividade sua clara distinção se faz absolutamente
imprescindível. As ações se correlacionam com os objetivos; as operações com as condições. O objetivo de
certa ação, permanece sendo o mesmo em tanto que as condições entre as quais se apresenta a ação varia,
então variará precisamente só o aspecto operacional da ação". (5).
A diferença das habilidades os hábitos se caracterizam por ser uma ação que forma e troca sua estrutura
psicológica no processo da prática. quanto mais prolongado seja o treinamento (dentro de limites razoáveis),
quanto mais automática será a ação e paulatinamente se transformará em sistema de operações. Desta forma, o
hábito responde aos requisitos da ação. Os hábitos propiciam ao homem a economia de energia física e psíquica
e facilitam muito a vida e o trabalho, favorecem o desenvolvimento das capacidades do indivíduo.
Por muito automatizado que esteja o hábito sempre permanece sob o controle da ação, da consciência, isto o
demonstra o fato de que ante a aparição de enganos na execução ou ante uma mudança das condições, o
homem retifica sua atuação. Isto se deve a que as ações em que se inserida estão dirigidas e subordinadas a
objetivos necessariamente conscientes para o sujeito.
Assim o hábito constitui uma automatização das operações que o indivíduo executa e dota ao homem de
procedimentos automatizados para a realização das diversas ações.
As habilidades resultam da sistematização das ações que o indivíduo realiza, mas elas não alcançam o grau de
automatização, devido em essência, a que estão subordinadas diretamente a um objetivo consciente. A
realização das ações que constituem a habilidade (dada sua complexidade) requer sempre de um intenso
controle consciente, este não pode ser diminuído. Nos casos em que uma habilidade passa a ser automatizada,
isso significa que trocou seu lugar na atividade e se converteu em hábito. Entre os hábitos, as habilidades e
lassa capacidades se produzem a mesma dinâmica que entre as operações, as ações e as atividades.
As capacidades são formas de atuação mais complexas que as precedentes (habilidades e hábitos). Nelas se
integram os conhecimentos, os hábitos e as habilidades assim como outros processos da personalidade de
forma qualitativamente superior, o que lhes permite contribuir na determinação das estratégias particulares
seguidas na realização das atividades pelo que participam da regulação da atuação do sujeito. São
precisamente as capacidades as que se encarregam de integrar os dados essenciais para a atuação (os
recursos próprios com que conta o sujeito, as condições a que terá que atenerse dado o contexto e as
exigências dos resultados que querem alcançar). Estes elementos são os que permitem determinar a estratégia
particular que se seguirá na execução da atuação e possibilitam a orientação da mesma.
De forma concreta e a modo de resumo se assumem as habilidades como:
• É o sistema de ações e operações dominado pelo sujeito que responde a um objetivo
• É a capacidade adquirida pelo homem, de utilizar creadoramente seus conhecimentos e hábitos tanto no
processo de atividade teórica como prática
Significa o domino de um sistema complexo de atividades psíquicas, lógicas e práticas, necessárias para a
regulação conveniente da atividade, dos conhecimentos e hábitos que possui o sujeito
• É a assimilação pelo sujeito dos modos de realização da atividade, que têm como base um conjunto
determinado de conhecimentos e hábitos.
As definições anteriores destacam que a habilidade é um conceito no qual se vinculam aspectos psicológicos e
pedagógicos indisolublemente unidos. Do ponto de vista psicológico falamos das ações e operações, e de uma
concepção pedagógica, o como dirigir o processo de assimilação dessas ações e operações. Nos Marcos deste
trabalho, consideramos à habilidade como o conhecimento na ação.
A ação é uma unidade de análise, dá-se sozinho quando o indivíduo atua. Toda ação se decompõe em várias
operações com determinada lógica e consecutividad. As operações são microacciones, são os procedimentos,
as formas de realização da ação de acordo com as condições ou seja, as circunstâncias nas quais se realiza a
habilidade, dão-lhe à ação essa forma de processo contínuo.
Em cada habilidade se podem determinar as operações cuja integração permite o domínio pelos estudantes de
um modo de atuação. Uma mesma ação pode formar parte de distintas habilidades, assim como uma mesma
habilidade pode realizar-se através de diferentes acione. As ações se correlacionam com os objetivos, enquanto
que as operações o fazem com as condições.
Os conceitos de ação e operação são relativos. O que em uma etapa de formação da habilidade, intervém como
ação, em outra, faz-se operação. Ao processo onde não existe coincidência entre motivo e objetivo se denomina
ação e quando existe coincidência nos referimos à atividade, neste caso a habilidade.
A formação de uma habilidade compreende uma etapa na aquisição de conhecimentos dos modos de atuar,
quando sob a direção do professor o estudante recebe a orientação adequada sobre a forma de proceder. A
formação das habilidades depende das ações, dos conhecimentos e hábitos que conforma um sistema não
aditivo que contém a habilidade.
Etapas na aquisição de uma habilidade:
1.- Formação da habilidade: Compreende a aquisição consciente dos modos de atuar, quando sob a direção do
professor o aluno recebe a orientação sobre as formas de proceder. Esta etapa é fundamental para garantir a
correta formação da habilidade pelo que se deve ter em conta as particularidades de cada educando.
2.- Desenvolvimento da habilidade: Uma vez adquirido os modos de ação, inicia-se o processo de ejercitación,
quer dizer de uso da habilidade recém formada, quando se garante uma suficiente ejercitación dizemos que a
habilidade se desenvolve e se demonstra com a rapidez e correção com que se executa a ação.
Classificação das habilidades do ponto de vista pedagógico
Tendo em conta que as habilidades são estruturas psicológicas do pensamento que permitem assimilar,
conservar, utilizar e expor os conhecimentos, estas se classificam em:
Habilidades intelectuais
Habilidades práticas
Habilidades docentes.
Habilidades comunicativas
As habilidades intelectuais são as mais importantes para o desenvolvimento do pensamento e a criatividade dos
alunos, as quais se vão conformando em sistema, em cujo processo, umas habilidades sintam bases para o
desenvolvimento de outras mais complexas. Na base desse sistema se encontram as habilidades básicas que se
foram conformando dos níveis inferiores, tais como a observação, a descrição, a comparação, a classificação, o
ordenamiento, a caracterização, a definição, a modelação, a identificação, a exemplificação e a interpretação.
Estas habilidades se continuam reforçando nos novos contextos de maior profundidade, o qual possibilita que se
consolidem outras habilidades de mais alto nível de exigência, e que respondam aos objetivos de maior alcance,
como são explicar, argumentar, demonstrar, valorar, predizer e resolver problemas, todas estas a nível
produtivo-criador.
As habilidades docentes estão relacionadas com a tomada e utilização das notas de salas-de-aula, o uso da
bibliografia, o estudo independente, e o uso das novas tecnologias. As habilidades comunicativas são as da
linguagem verbal como: dialogar, expor uma informação, ler, escutar, e escrever, ou da linguagem não verbal
como o gesticular ou realizar mímica, as quais se manifestam na exposição ou conversação oral ao utilizar a
simbologia própria das diferentes disciplina.
As habilidades práticas são as que se formam a partir de ações com um amplo componente motor, tendo em sua
base as operações lógicas do pensamento. Estas habilidades, nas ciências naturais possibilitam a sua vez o
desenvolvimento das habilidades intelectuais. Por exemplo, para obter uma correta observação e descrição de
um objeto ao microscópio óptico, é necessário uma adequada manipulação desta equipe, e uma correta
montagem da preparação microscópica, as quais constituem duas habilidades que se desenvolvem na
aprendizagem prática da Biologia. Por meio destas os estudantes assimilam objetivamente os conhecimentos,
compenetram-se com o trabalho prático e se familiarizam com os métodos empíricos da investigação científica.
As habilidades práticas específicas da área de ciências naturais mais importantes som: a manipulação de úteis
e equipes de laboratório, a montagem de aparelhos e preparações de objetos naturais, a leitura de mapas, a
localização em mapas, maquetes, pranchas, a medição de massa, temperatura, volume, a esquematização de
objetos naturais observados, o registro de dados em pranchas, entre outras.
podem-se classificar as habilidades sobre o nível de atuação em uma das seguintes etapas de
desenvolvimento:
-Habilidade inicial: o sujeito conhece o que vai fazer, segue passos para a execução, mas estes carecem de
seqüência e não se correspondem com o sistema de invariantes funcionais que lhe apresentou.
-Habilidade insuficientemente desenvolvida: o sujeito conhece o que vai realizar e a seqüência de invariantes
funcionais que lhe apresentou, mas não pode executar ditos passos ou elementos.
.-Habilidade geral: o sujeito conhece o que vai fazer, conhece a seqüência de invariantes funcionais e a utiliza,
mas não executa todos os elementos corretamente.
.-Habilidade desenvolvida: conhece o que vai fazer e a seqüência de invariantes funcionais e executa com
eficiência todos os elementos.
.-Mestria: conhece o que vai fazer e a seqüência de invariantes funcionais e executa com eficiência e perfeição
dita seqüência e a aplica em condições novas com independência.
Atividades de autoaprendizaje
1. Estabeleça diferenças entre conhecimentos, habilidades, hábitos e capacidades.
2. Selecione uma unidade de uma disciplina de sua especialidade de uma classe do I ciclo e determine.
a) Que conhecimentos deve adquirir os estudantes em dita unidade.
b) Que habilidades gerais e específicas devem desenvolver os estudantes.
c) Explique como desenvolveria uma dessas habilidades com seus estudantes.
3. Realize um quadro com habilidades de sua especialidade.
4. Modele situações docentes que ilustrem a estreita relação entre os conhecimentos e as habilidades.
5. Jogo de dados os seguintes objetivos para salas-de-aula, valore sua formulação e reformulalos se for
necessário.
1. Conhecer o conceito de célula como unidade funcional e estrutural dos seres vivos.
2. Manipular corretamente o microscópio óptico na observação da celula vegetal para reconhecimento de
sua estrutura.
3. Definir o conceito de meio ambiente em função de seu amparo e conservação em sua comunidade.
CAPÍTULO III OS MÉTODOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM
O método de ensino-aprendizagem é uma das categorias da Didática mais importante para o desenvolvimento
bem-sucedido do processo docente educativo e a sua vez objeto da polêmica respeito a sua definição e
classificação, assim como a busca de novas possibilidades que conduzam a uma direção mais efetiva do
processo docente-educativo.
Segundo sua etimologia, método (do grego MEOSOE) significa "via para" ou caminho de cognição.
O dicionário filosófico o define como: "A forma de assimilação teórica e prática da realidade que parte das
regularidades do movimento do objeto estudado. Constitui o sistema de princípios reguladores da atividade
transformadora prática, cognitiva e teórica".
Do ponto de vista pedagógico a muito tempo tempo os didactas e metodólogos estudam profundamente como
definir o conceito de método de ensino sem que tenham conseguido unificar critérios devido às diferentes
possibilidades legítimas de conceber dito conceito. O que traz consigo a existência de muito variadas definições
que, embora não se excluem, tampouco coincidem em sua totalidade.
Os métodos têm uma estreita relação com o resto dos componentes do processo de ensino aprendizagem,
estes necessitam dos objetivos, pois constituem a guia (o para que); o conteúdo lhe oferece a estrutura e
determina o cognitivo (o que), enquanto que o método (o como) é a via, o caminho do ensino e a aprendizagem,
é o modo de desenvolvê-lo e proceder, onde se concreta o afetivo, com seu caráter dinâmico e flexível
produzindo o movimento do processo a partir da atividade do escolar e do docente.
Os métodos têm um aspecto externo e outro interno. O externo se refere às formas de organização, no espaço
e em tempo, como são as relações professor - escolar, a estrutura temporária de cada uma das salas-de-aula ,
quer dizer o que se capta imediatamente, pois é um modo visível. Enquanto o aspecto interno do método
sucede da lógica interna do processo de ensino – aprendizagem a partir da estrutura da atividade e da
comunicação, determinada pelos objetivos e conteúdos e que requerem de uma observação minuciosa do
processo tais como: o desenvolvimento de procedimentos lógicos e operações lógicas do pensamento como a
dedução, indução, análise, síntese, abstração e concreção e as funções didáticas às que respondem as
distintas tarefas de aprendizagem do sala-de-aula .
Agora bem, tendo em conta que o ensino é o primeiro referente da aprendizagem, quer dizer, acostuma-se para
que outros aprendam, e que o fato de ensinar de certa maneira (dogmáticamente, descritivamente) favorece uns
modos de aprender sobre outros. Então, pode definir-se aos métodos de ensino como as vias ou modos de
organização da atividade cognitiva dos estudantes que asseguram o domínio dos conhecimentos, habilidades,
métodos de conhecimento e da atividade prática. Por sua parte, os métodos de aprendizagem, serão aqueles
modos ou vias que utiliza o estudante para aprender, quer dizer, para processar a informação e aplicá-la.
Relação método - procedimento - técnica
Os procedimentos e técnicas constituem a estrutura operacional do método, sem que isto signifique a redução
do método a estas últimas.
Os procedimentos orientam as tendências gerais do método. Por exemplo, o método inquiridor dá a tendência do
atuar inquiridor, indagatorio, pode ter como procedimentos: a busca bibliográfica, o experimento, o diagnóstico.
As técnicas, por sua parte, estão adscritas ao concreto, ao modo de atuar objetivamente, às formas de
apresentação imediata do conteúdo, à maneira de utilizar os recursos, por exemplo; entrevistas individual ou
grupal, pesquisa, etc.
Classificações dos métodos
De acordo com a via lógica de obtenção de conhecimentos: os métodos indutivos e dedutivos, entre
outros.
De acordo com a interação do docente e o estudante: métodos expositivos, de elaboração conjunta
e do trabalho independente dos estudantes.
De acordo com o meio de obtenção do conhecimento: métodos orais, visuais e práticos.
De acordo com as funções didáticas principais: métodos encaminhados ao tratamento da nova disciplina,
à consolidação e o controle.
De acordo com caráter da atividade cognitiva, exposta pelo Lerner: métodos produtivos, que estimulam a
independência cognitiva e o pensamento criador, métodos reprodutivos, dirigidos a que os alunos se
apropriem de conhecimentos já elaborados e a que reproduzam os modos de atuação já conhecidos.
O método de ensino expositivo se caracteriza pelo papel ativo do professor e a atividade do escolar é mais
receptiva, adquire diferentes forma típicas como a exposição, exemplificação, ilustração e a demonstração. A
atividade do escolar se centra na recepção da informação, sua compreensão e sua reprodução através da
observação, da escuta e fazendo os respectivos apontamentos
É recomendável que neste método se utilizem procedimentos de controle para conhecer se o escolar vai
seguindo a lógica da explicação e se deve utilizar diferentes médios que ilustre as explicações e ofereçam
relações , embora não se deve centrar em dados e detalhes secundários
O método de elaboração conjunta adota distintas formas de conversação: entre elas a conversação
socrática, a conversação heurística e a discussão e o processo de ensino se realiza mediante um intercâmbio
de perguntas e respostas entre o professor e os estudantes
A conversação socrática está caracterizada por passos curtos na atividade mental dos estudantes. utiliza-se
em perguntas de controles orais e no seguro de condições prévias por exemplo: no cálculo oral que
tradicionalmente se realiza ao início da classe, quando perguntamos as características das novelo, definições de
conceitos bilógicos e geográficos, procedimentos de solução para os cruzamentos genéticos e outros .
A conversação heurística tem como característica que a tipifica, partir do conhecido e levar pela via do raciocínio
a que os grudar adquiram novos conhecimentos, por si mesmos, tais como: fundamentar, definir, explicar
relações, formular proposições, encontrar um procedimento. Dado que no novo conteúdo que se vai elaborar e
se apóia na maioria dos casos no conhecido e se pode empregar para realizar resúmenes de generalizações e
seguir a solução de exercícios por passos.
A discussão constitui a forma superior de conversação, em que se envolve a totalidade dos estudantes e se
utiliza freqüentemente para a busca comum de vias de solução, análise de problemas, valoração e avaliação
de soluções oferecidas. Ao respeito Pólya expôs: … Não revelem de repente toda a solução; deixar que os
estudantes façam hipóteses, deixá-los descobrir por si mesmos sempre que for possível….
O trabalho independente como método adquire uma conotação de soma importância em que deve preponderar
uma aprendizagem produtiva, através da solução de exercícios, o trabalho com o livro de texto, cadernos de
trabalho, folhas de trabalho, cartões de ejercitación e através dos recursos informáticos como os softwares
educativos.
O método de trabalho independente tem sua gênese a partir do momento em que se introduz o novo conteúdo,
desde que se inicia o desenvolvimento da habilidade, pois é onde se acostuma o como, a lógica da solução dos
problemas, as técnicas de trabalho e o modo de trabalhar.
Da aula do novo conteúdo se começa a ser independente, mas esta fase do passo para a profundización do
conteúdo, do nível de aplicação dos conhecimentos e de uma forte consolidação que transite pelos diferentes
níveis de desempenho cognitivo dos estudantes, sustentadas nas diferentes possibilidades de emprego deste
método: Trabalho individual, o individual frontal e o trabalho em equipes.
Outra aresta do trabalho independente é que este depende do domínio de capacidades do escolar, do
desenvolvimento da independência cognitiva e de sua atividade criadora.
Os métodos problémicos
Estes métodos têm seu sustento no Ensino Problémica entendida como o "processo de ensino que modelo o
processo do pensamento e tem caráter de busca, caráter inquiridor". Este caráter inquiridor se apóia nas
regularidades lógico-gnoseológicas e psicológicas da atividade pensante independente dos estudantes.
Ditos métodos se fundamentam no caráter contraditório do conhecimento com o objetivo de que o estudante
como sujeito de aprendizagem, assimile o método dialético materialista do pensamento ao refletir e resolver as
contradições da ciência. Por isso todos os autores coincidem em que na base do ensino problémica subjaze a
contradição ao igual a no processo do conhecimento.
Tipos de métodos problémicos
a exposição problémica;
a busca parcial;
a conversação heurística;
o método inquiridor.
No processo de exposição problémica, o professor não se limita a comunicar conclusões da ciência, mas sim
desenvolve sua explicação mediante a colocação de problemas. Desta forma, os estudantes assimilam métodos
de atividade e conhecem não só o conteúdo, mas também a via para formular e resolver os problemas.
Assim, adquirem alguns hábitos científicos elementares, posto que o professor não só lhes dá a solução do
problema mas também também lhes descobre a lógica do movimento do pensamento na busca e indica as
fontes do surgimento das contradições, argumentando cada passo na resolução do problema.
Dito de outro modo, o professor conduz ao estudante pela via dialética para a verdade e o faz co-participante
na busca científica. Por isso, a exposição problémica deve provocar nos estudantes o interesse pela
assimilação do tema e a possibilidade do desenvolvimento de seu pensamento, já que se demonstra que para
obter seu pensamento científico este deve ser dialético - materialista.
Busca parcial
Quando o professor expõe todos os elementos mas não resolve completamente com o objetivo de estimular a
busca independente dos estudantes, utiliza o chamado método de busca parcial. Sua essência consiste em que
o estudante indaga e encontra os elementos que permitem resolver a problemática exposta, para o qual deve ter
capacidades determinadas e habilidades. Com este fim, o professor prepara os aspectos que serão objeto de
análise e faz que o estudante desenvolva alguns métodos do conhecimento científico. O processo se pode
completar em seminários ou outras atividades que levam a realização de operações mentais encaminhadas a
cumprir os objetivos riscados.
Conversação heurística
A conversação heurística se orienta à solução de um problema específico mediante as perguntas feitas pelo
professor. As conversações heurísticas foram utilizadas da antigüidade. Por exemplo, os sofistas, elaboraram
um conjunto de métodos específicos de transmissão dos conhecimentos. Consideravam a palavra como um
bom instrumento para influir nos homens, ou seja, a dialética da discussão, a heurística, como a arte de
opor critérios mediante a relação tese-antítese. Eles desenvolveram estes métodos com uma ativa participação
dos ouvintes através de perguntas e exercícios.
A conversação heurística como método de ensino problémica na atualidade, pode ser utilizada nos seminários e
outros momentos do processo docente. No processo de discussão se promove o desenvolvimento das
capacidades de pensamento independente já que as tarefas atribuídas supõem um nível de dificuldade
determinado que estimula o raciocínio dialético. A conversação heurística é um método ideal para os exames
pois o professor pode comprovar não só os conhecimentos dos estudantes, mas também também suas
habilidades no trabalho independente.
Método inquiridor
Mediante o método inquiridor, o professor dá ao estudante a possibilidade de ver o sistema íntegro de
procedimentos que se devem utilizar nos processos de investigação.
O método inquiridor permite que os estudantes alcancem um alto nível de independência cognitiva e de
atividade criadora. As particularidades deste método permitem demonstrar como a atividade cognitiva dos
estudantes é análoga à investigação científica. portanto, contribui a formar as qualidades do homem de
ciência no futuro profissional e especialista.
Os resultados obtidos mediante o método inquiridor podem plasmar-se em um trabalho de curso ou de diploma e
constituir o tema para uma futura investigação científica que dá a possibilidade aos estudantes de entrar nos
mais atuais problemas da ciência. No processo de ensino-aprendizagem seria conveniente integrar em um
sistema estes métodos, de maneira tal que se estabeleça uma relação gaita entre os distintos níveis do
problémico no processo de ensino em correspondência com as formas de organização do ensino estabelecidos
em cada especialidade e em função da carreira.
A lógica do processo docente igualmente dita a necessidade de ir fazendo complexas as formas de atividade dos
estudantes durante o curso de acordo com o nível de sua independência cognitiva o qual ajuda a
incrementar seu interesse por este trabalho. Os distintos níveis do problémico pressupõem a seleção de
combinações ótimas dos métodos em dependência do tema e das capacidades dos estudantes.
Atividades de autoaprendizaje.
1. Selecione um conteúdo de uma unidade e elabore duas situações, uma onde empregue o método
expositivo e a outra através da elaboração conjunta.
2. Consulte professores do nível secundário e consulte com eles que métodos empregam em suas salas-
de-aula.
CAPÍTULO IV OS MEIOS DE ENSINO NO PROCESSO.
Neste epígrafe não abordaremos a controvertida problemática dos meios de ensino do ponto de vista de sua
classificação, já que cada autor estabelece a organização dos mesmos sobre a base de um ponto de vista, que
por individual e bem fundamentado em cada caso merece o mais absoluto respeito.
Difícil resulta estabelecer o marco de alcance dos meios de ensino. Bastariam duas definições simplesmente
para nos dar conta da relatividade de seu alcance. Uma delas do Dr. Gaspar Jorge García Galló: "do ponto vista
sistêmico, os meios de ensino transcienden os tradicionais meios técnicos - e acrescenta- entre todas as
técnicas empregadas pelo professor estão os meios de ensino", e introduz a seguinte reflexão....E me pergunto
meditando, se não aparecerem como meios de ensino por pensar, um bom método pedagógico, um modo
acertado de expor idéias e das argumentar, um diálogo do professor no que se intercambiam razões, opiniões, o
desenvolvimento gradual e por passos de uma classe? Obviamente se trata de um enfoque filosófico do
problema, com uma óptica muito ampliada.
Para outros pedagogos os meios somente se referem aos recursos materiais e visuais. Outra definição concebe
aos meios de ensino como o suporte material dos métodos. Os próprios objetos de estudo, uma peça, um
animal, por exemplo se convertem em meios de ensino se se trouxerem para a classe para facilitar o lucro dos
objetivos.
Para alguns estudiosos da Teoria da Comunicação, os ME sucedem simplesmente em canais que levam
informação docente aos estudantes, mas esta é uma concepção muito estreita, pois os ME cumprem funções
muito diversas no PDE, não só de índole informativa, mas também instrutiva e educativa.
Classificação dos mediadores didáticos
Como toda classificação atende a algum critério, apresentaremos aqueles que consideramos fundamentais no
caso dos mediadores didáticos. A primeira classificação depende dos sentidos envoltos na percepção do meio,
assim teremos:
• Visuais.
• Auditivos.
• Áudio-visuais.
Segundo sua aparição, usou-se como critério o de gerações de mediadores. resumem-se em:
• Primeira geração (livros, impressos, entre outros).
• Segunda geração (pancartas, transparências, demonstrações
com equipes reais).
• Terceira geração (vídeos, grabadoras, TV, cinema, entre outros).
• Quarta geração (computadores, programas inteligentes, autoinstrucción com computadores).
Outra classificação é quando se dividem em estáticos e dinâmicos; também se classificam em de alcance
limitado (salão de sala-de-aula, oficina, laboratório ) e de grande alcance (médios maciços de comunicação).
Alguns autores os classificam de comunicação oral e escrita, comunicação pictórica e de eficiência instrutiva.
Neste capítulo não se fará uma análise detalhada das vantagens e desvantagens dos mediadores didáticos
classificados como tradicionais que são bem conhecidos e que em muitos casos estão determinados pelos
recursos com que se conta. Na literatura aparecem trabalhos nos que se recolhem de forma detalhada uma
grande diversidade destes mediadores didáticos.
Deteremo-nos nos mediadores didáticos chamados de eficiência instrutiva. Um sistema de médios para
aproximar-se de uma eficiência instrutiva deve em primeiro lugar ser capaz de adaptar-se às respostas e
inquietações que se manifestem nos estudantes durante a apresentação do próprio mediador, ou que possam
existir de antemão. Na afirmação anterior está a independência no estudante, tanto na autopreparación e busca
como no enfrentamento dos problemas a eles expostos.
O professor em sua relação de comunicação com o estudante obtém, até de um modo inconsciente, adaptar-se
às situações e necessidades dos estudantes, mas está limitada sua ação quando se trata de grupos de
estudantes muito grandes, além de que sua ação não pode estender-se de igual modo a cada um dos
estudantes.
Com a introdução desta quarta geração de mediadores didáticos se dá uma nova classificação em que se
estabelecem três grandes grupos. Eles são:
• Mediadores passivos.
• Mediadores ativos.
• Medidores de ação indireta.
Mediadores didáticos passivos
São aqueles mediadores que se desenvolvem para ser empregados no processo de formação dos profissionais
conduzida pelo professor, não pretendendo substitui-lo. referem-se aos mediadores tradicionais, como são os
classificados nas três primeiras gerações.
Mediadores didáticos ativos
Neste grupo estão todos aqueles mediadores desenhados para tentar substituir ao professor e guiar o processo
de formação dos profissionais, que terá um marcado caráter autodidata. Neste grupo se incluiriam os: tutoriales,
treinadores, panos de prato, avaliadores entre outros.
Mediadores didáticos de ação indireta
São aqueles mediadores que o estudante emprega sem o propósito consciente de aprender algo com eles, mas
que por suas características exercem sutilmente sua influência didática. Neste grupo se encontram os jogos
instrutivos.
Papel dos mediadores didáticos
Do dito se infere que os mediadores didáticos, do ponto de vista psicológico, aproveitam as potencialidades
perceptivas dos canais sensoriais, facilitando a participação individual, permitindo a retenção por mais tempo e
de maneira mais ativa dos conceitos e fenômenos estudados, criam interesses cognitivos, imprimem mais
emotividade ao processo de apropriação dos conhecimentos e o enriquecem metodológicamente, de uma vez
que oferecem segurança e contribuem a autorreafirmación individual do estudante.
Estabelecem os vínculos entre os níveis sensoriais e racionais do conhecimento, entre o concreto e o
pensamento abstrato; é assim onde pode ajudar realmente à aprendizagem dos estudantes, a fazer mais
compreensível o conteúdo, e abstrair-se mais facilmente, a representar em sua mente com mais claridade
aquelas coisas que para o professor são extremamente claras.
Não só para apresentar evidências do mundo material ou suas representações, que é o uso mais convencional
que lhe atribui, eles devem servir de guia à formação de conceitos, leis, algoritmos lógicos, permitir a
extrapolação dos resultados obtidos até o possível e permitir derivar generalidades; ajudar a estabelecer o ciclo
de ascensão do abstrato ao concreto. Estabelecer o elo entre o sensorial e o racional e entre este e suas
aplicações práticas, assim como permitir a busca de novas interrogantes e sua solução.
Efetividade e eficiência dos mediadores didáticos
Ante a pergunta de qual é o melhor ME para explicar um conteúdo de certa disciplina, não haveria uma resposta
definida. Qualquer resposta aventurada pecaria de superficialidade sem saber para que quantidade de
estudantes, em que nível de assimilação e profundidade está definido o objetivo, para que forma organizativa se
prevê o uso do meio e, em última instância, mesmo que se tenham respostas para todas estas perguntas, terei
que acrescentar uma nova; de que meios se dispõe no centro?
Talvez uma quadro de sala-de-aula pode ser um meio excelente para um grupo de 40 estudantes, mas em um
anfiteatro com 300 estudantes é virtualmente ineficiente.
Por outro lado, a enorme diversidade de profissões e especializações expõe a cada disciplina exigências
próprias, mesmo que os conteúdos sejam algo similares.
Os meios de ensino que se empregam em uma classe são efetivos e valem tanto como o professor que os
utilize; sem preparação metodológica, sem conhecimentos técnicos a respeito, não há sistema de médios, nem
médio isolado que possa reverter grandes benefícios ao trabalho docente.
Atividades de autoaprendizaje.
1. Seleciona uma unidade de uma disciplina de sua especialidade e determine meios de ensino que
empregaria para seu tratamento.
CAPÍTULO V AS FORMAS DE ORGANIZAÇÃO NO PROCESSO DE ENSENO APRENDIZAGEM
As formas de organização (como organizar o ensinar e o aprender?) são o suporte no qual se desenvolve o
processo de ensino aprendizagem, nelas intervêm todos os implicados: aluno, professor, escola, família e
comunidade.
A forma organizativa espacial se constitui no onde se desenvolve o PDE através do sistema de relações
interpersonales que lhe são inerentes e sem as quais este não teria sentido, estamo-nos refiriendo ao grupo
docente.
O sala-de-aula é a forma de organização fundamental, embora na atualidade se concebem outras que adquirem
um papel determinante no ensinar a aprender. Hoje devemos propiciar que o estudante aprenda não só no sala-
de-aula, mas também fora desta sob a direção do professor
O sala-de-aula é a forma fundamental de organização do processo docente-educativo,por quanto é
precisamente nela em que tem lugar,bajo a orientação do professor e com todo o grupo escolar, a realização do
complexo processo de ensino-aprendizagem; estudam-se os conteúdos essenciais dos programas de estudo ,
os(ás) alunos(ás) assimilam os conhecimentos mediante sua participação ativa; desenvolvem-se neles a
concepção científica do mundo, emoções e sentimentos, hábitos e habilidades, o que contribui ao lucro dos
objetivos gerais da Disciplina.
Denominada-a atividade prática se organiza para relacionar aos(ás)alunos(ás) com os fenômenos e processos
da realidade, em condições de observação e experimentação, o que permite vincular os conhecimentos
recebidos em classes, com as características concretas dos objetos e fenômenos da natureza viva.
As excursões constituem uma forma de organización,que se realiza com todos os escolar fora da escola, com o
propósito de observar os objetos, fenômenos e processos em seu meio natural ou criado artificialmente pelo
homem.
A tarefa para a casa, como forma de organização no ensino, tem como objetivo a organização do trabalho
individual dos(ás) alunos(ás)em sua casa, sob a direção do professor, mediante a realização de tarefas
derivadas fundamentalmente do conteúdo desenvolvido em classes e que permite consolidar os conhecimentos
e habilidades assimilados e autoprepararse para os novos.
O trabalho extraclase se organiza para o desenvolvimento de atividades, de caráter individual ou coletivo,
vinculadas aos objetivos dos programas, cuja complexidade e duração precisam de sua realização fora da
classe.
As consultas podem organizar-se com o objetivo de atender as diferenças individuais dos(ás) alunos(ás). De
igual modo permite comprovar o grau de autopreparación individual daquelas temáticas de maior dificuldade ou
interesse segundo o programa das disciplinas, assim como exercitar e comprovar o nível alcançado por estes,
entre outros. O trabalho extraescolar, a diferença das restantes forma, não é obrigatório para todos os(ás)
alunos(ás), embora seu conteúdo pode estar vinculado com os objetivos dos programas na escola. Possibilitam
incrementar o interesse pelas asignaturas,vincularlos conhecimentos com a prática social e em particular
contribuir à orientação profissional e vocacional dos estudantes. A maioria dos pedagogos coincidem em
destacar, como uma das características básicas das formas de organização do trabalho docente, a inter-relação
ou elo estável que mantêm entre elas. Esta relação, contribui à formação da concepção científica do mundo, ao
desenvolvimento dos conceitos e as habilidades, dos sentimentos; todo o qual se concreta, no ensino da
biologia, mediante as diferentes forma selecionadas para o estudo das unidades dos programas.
Diferentes investigações realizadas nos últimos anos em diferentes países, permitem-nos afirmar que para a
transformação do processo de ensino aprendizagem e das formas de organização devem centrar-se em
diferentes exigências.
• Este processo partirá do diagnóstico do nível de desenvolvimento individual alcançado, do qual se
deve fazer consciente ao aluno e perseguirá potencializar suas possibilidades, propiciando sua
participação ativa, consciente e reflexiva, sob a direção não imposta do professor na apropriação de
conhecimentos e habilidades, assim como de procedimentos para atuar e "aprender a aprender, aprender
a atuar e aprender a sentir”, em interação e comunicação com seus companheiros, a família e a
comunidade e assim favorecer a formação de valores, sentimentos e normas de conduta.
O diagnóstico é indispensável para organizar, dirigir e projetar todo o processo e abrange o trabalho relacionado
com a medição por parte do professor de diferentes indicadores, entre os que se destacam: a motivação e nível
de satisfação do aluno; nível obtido na apropriação do conteúdo antecedente; operações do pensamento
(análise, síntese, comparação, abstração e generalização);habilidades intelectuais (solução de problemas,
valoração, argumentação, entre outras), habilidades de planejamento, controle e valoração da atividade de
aprendizagem; o desenvolvimento de normas de conduta, qualidades e valores, assim como se comunica e
relaciona com outros.
O diagnóstico é parte de todo o processo e implica a partir dos objetivos propostos, a determinação do
desenvolvimento alcançado pelo aluno e seu desenvolvimento potencial, o que permite riscar as estratégias
docente educativas adequadas e atender às diferenças individuais (potencialidades e dificuldades).
É necessário nas diferentes disciplibnas e em cada classe , conhecer (diagnosticar) o nível de lucros alcançado,
quanto aos antecedentes dos conhecimentos e habilidades.
As diferentes forma de diagnóstico dos conhecimentos que se utilizem, devem permitir ao docente determinar os
elementos do conhecimento obtidos e quais faltam, assim como os níveis com os que o aluno pode operar
(reprodução ou aplicação) e os procedimentos que emprega, a partir conhecer as exigências precedentes para a
aprendizagem (de um grau, uma unidade, em uma sala-de-aula , entre outros).
Deve ver-se este diagnóstico não como uma qualificação ou pontuação, mas sim como a determinação dos
elementos do conhecimento, - porção mínima de informação que expressa um conceito, feito, fenômeno, lei-.
Diagnosticar o desenvolvimento de habilidades, significa que se selecionem atividades e tarefas que lhe exijam
ao aluno valorar, argumentar, resolver problemas, entre outras, atendendo ao nível de desenvolvimento que
devia alcançar, jogo de dados os objetivos do nível e de cada grau e o que poderá fazer perspectivamente. Isto
permite ao professor analisar indicadores do desenvolvimento intelectual, quanto às possibilidades do aluno para
analisar, sintetizar, comparar, abstrair-se e generalizar.
faz-se necessário unificar o trabalho dos docentes de cada instituição docente, em função não de criar múltiplos
instrumentos por todas as disciplinas, a não ser atuar coherentemente e com criatividade para obter a mesma
informação, às vezes, com um só instrumento aplicado em um grau. Por exemplo uma prova pedagógica em que
se exija aos estudantes valorar uma situação dada, pode oferecer informação sobre o domínio de determinado
conhecimento, do desenvolvimento dessa habilidade, da forma em que redigem, assim como do cuidado que
têm ao trabalhar e apresentar o solicitado.
Também se deverá efetuar o diagnóstico dos motivos e interesses dos alunos, como elementos essenciais para
o acionar da escola.
Existem diferentes forma de obter informação para o diagnóstico, dentro destas se encontram:
OSERVAÇÃO SISTEMÁTICA DO ALUNO
PESQUISA
DESENVOLVIMENTO
No desenvolvimento está o centro da aula em termos de transmissão de conhecimentos. Ai se uma abordagem
mais alargada e profunda do conteúdo, fazendo e tornando os conceitos claros a partir de uma exposição clara,
concisa e concreta.
CONSOLIDAÇÃO
A consolidaçãoé uma função didáctica. É a fase da aula muito importante, porque o professor é ai onde
consegue avaliar os alunos e auto - avaliar-se. Ele pode perceber através da consolidação se os objectivos da
aula foram alcançados.
Nesta função o professor faz ou seja, elabora algumas perguntas de Tudo isto o faz antes e depois de um
resumo bem cuidado da matéria.
TAREFA
Desde o início de sua vida escolar a criança leva para casa ´´ lições, copias, respostas a questionários,
problemas a resolver, desenhos composições, etc …
Estas variadas tarefas têm as seguintes finalidades:
OBJECTIVOS Geral
Específico
Nome do Professor
2– Plano Modelo:
BIBLIOGRAFIA