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Organização das Redes de Saúde no SUS

O documento aborda a importância da descentralização e capilaridade na organização dos serviços de saúde no Brasil, destacando a necessidade de atender diversas demandas da população de forma eficaz. Enfatiza a integração dos serviços de saúde e a articulação entre diferentes níveis de atenção, visando a continuidade e integralidade do cuidado. Também menciona os desafios enfrentados, como desigualdades regionais e a fragmentação dos serviços de saúde.
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O documento aborda a importância da descentralização e capilaridade na organização dos serviços de saúde no Brasil, destacando a necessidade de atender diversas demandas da população de forma eficaz. Enfatiza a integração dos serviços de saúde e a articulação entre diferentes níveis de atenção, visando a continuidade e integralidade do cuidado. Também menciona os desafios enfrentados, como desigualdades regionais e a fragmentação dos serviços de saúde.
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Descentralização e capilaridade

Serviços devem acontecer por intermédio de


I. Base
uma organização ampliada que atenda as Atingir os diversos
Necessidade da organização necessidades da população de forma eficaz estratos sociais
das ações e serviços em II. Resolutiva Demandas e articulação de saúde
redes no âmbito do SUS
Funcionamento das RAS
III. Coodenar o Fluxo das RAS
cuidado
Integração dos serviços de saúde,
vigilância e promoção de saúde, IV. Or denar as Programação dos serviços de saúde
uso eficaz dos recursos r edes
Pré-natal; Parto e Nascimento;
Reestr utur ação do sistema
Grande extensão Puerpério e Atenção Integral à
de saúde
territorial e população Rede Cegonha Saúde da Criança; Sistema Logístico

Rede Ur gência e
Desigualdades Emer gência
regionais, estaduais, e
Cuidados cardiovasculares,
municipais
Rede de Atenção cerebrovasculares e
São ar r anjos or ganizativos de ações e ser viços de saúde, traumatológicos
de difer entes densidades tecnológicas, que integr adas Redes temáticas de atenção Psicossocial
Rápida transição Desafios e desigualdades por meio de sistemas de apoio técnico, logístico e de á saúde no SUS
demográfica do ter r itór io br asileir o gestão, buscam gar antir a integr alidade do cuidado. Sofrimento, transtorno mental,
Por tar ia 4.279, de 30/ 12/ 2010
Doenças Rede de Cuidados à álcool e drogas
infecto-parasitárias Pessoa com
Deficiências
Violência urbana e Cenár io de saúde: Centros Especializados em
causas externas Tr ipla car ga de Reabilitação - CER
Por que é necessár io a Rede de Atenção à
doenças Saúde das Pessoas
or ganização dos ser viços
Acesso e fluxo de atendimento de saúde em r ede? com Doenças
Doenças crônicas, Redes de Cr ônicas
neurodegenerativas e Atenção à
Qualidade dos serviços fatores de risco
Saúde I - usuário assistido por ações e serviços de saúde do SUS;
Aplicação de recursos Dir etr izes de
Falta de articulação entre os Fr agmentação do assistência à saúde RELAÇÃO NACIONAL DE AÇÕES E
pontos e dificuldade da APS em ser viço de saúde SERVIÇOSDE SAÚDE ? RENASES
Atenção contínua II - medicamento prescrito por profissional de saúde;
coordenar os níveis de atenção.
Compromete: RELAÇÃO NACIONAL DE
Elementos fundamentais MEDICAMENTOSESSENCIAIS-
1. Elemento circunscrito a uma III - produtos com registro na ? ANVISA
constitutivos da r ede RENAME
Trata apenas quadros agudos e
área geográfica
crônicos agudizados!

Organização hierárquica com Formada pelos pontos de atenção das redes e


2. Responsabilidade sanitária e
ênfase nas intervenções pelas ligações materiais e imateriais que
econômica
curativas e reabilitadoras, sem integram esses diferentes serviços
estratificação de riscos Estr utur a
População oper acional
3. Deve ser adscrita (segmentada,
subdividida e subpopulações por
fatores de risco em relação às
condições de saúde) Componentes

5. Sistemas de gover nança

[Link] o de comunicação
Comissões Intergestores;
Comissões Intergestores Tripartite, no âmbito federal;
3. Sistemas de apoio Comissões Intergestores Bipartite, no âmbito estadual e
A APS é o nó inter cambiador no qual se nas regiões de saúde, Comissões Intergestores Regionais
coor denam os fluxos e contr afluxos do
sistema de saúde, cujo papel é:
2. Pontos de atenção
Coor denar as ações e ser viços de saúde 4. Sistemas logísticos

Planejar segundo as necessidades de


uma população específica

Continuidade e integr alidade

Multipr ofissional

Difer enciação entr e os níveis


pela densidade tecnológica

Não há entr e eles r elação de subor dinação


(hier ar quia), todos são igualmente impor tantes,
dado o pr incípio de r edes poliár quicas

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