Prova Objetiva: Curso de Formação Sargentos
Prova Objetiva: Curso de Formação Sargentos
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23.11.2014
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É PORQUE EU
NÃO SOU O 03. Analisando-se a organização das informações, conclui-
CÃO
A PLACA SE
-se que o primeiro parágrafo
REFERE.
(A) ilustra ações rotineiras da polícia, fundamentadas
na técnica de programação desenvolvida por Karl-
-Johan Karlsson.
06. Mas quando as autoridades verificam o que consta nele, Leia o texto para responder às questões de números 10 a 18.
descobrem que ela havia passado todo o seu tempo na
praia. (1o §)
Ruídos no forro
Com todos os verbos transpostos para o passado, o
Passa da meia-noite. Ela cochilou, teve um pequeno pe-
período está corretamente reescrito em:
sadelo, acordou sobressaltada; acalmou-se, agora fita o teto.
(A) Mas quando as autoridades verificariam o que cons- Ele ainda não dormiu. Fita também o teto, a mesma mancha
taria nele, descobriam que ela passa todo o seu tem- luminosa.
po na praia. É então que começam os ruídos no forro.
Ela estremece, surpresa e assustada.
(B) Mas quando as autoridades verificarão o que cons-
Não é um ruído contínuo. Para e recomeça.
tou nele, descobrirão que ela passou todo o seu tem-
po na praia. O ruído cessa. Minutos se escoam.
Logo em seguida, os ruídos no forro recomeçam.
(C) Mas quando as autoridades verificaram o que cons- Desta vez são bem audíveis. Não há, parece, nenhum
tava nele, descobriram que ela tinha passado todo o cuidado em disfarçá-los. As tábuas rangem. A lâmpada oscila
seu tempo na praia. nitidamente.
(D) Mas quando as autoridades verificavam o que cons- A mão dele sai de sob o lençol. Tateia a mesinha-de-
tou nele, vão descobrir que ela tem passado todo o -cabeceira. Ali está o revólver, o vinte e dois que ele leva no
seu tempo na praia. carro e que à noite fica à mão, carregado; o gatilho em posi-
ção de fogo.
O barulho agora é contínuo. Não é difícil localizar de
07. Nas passagens – ele foi capaz de colocar dados falsos onde vem: bem no ponto em que se projeta a réstia de luz, as
nele – (2o §) e – Quando executou seu sistema – (3o §), tábuas afundam ritmicamente. Ele ergue o braço – o revólver
os pronomes em destaque referem-se, respectivamente, a niquelado reluz por um instante – ela solta um grito abafado
– ele atira.
(A) Karlsson, smartphone e Karlsson.
O estampido faz estremecer a casa. O quarto se enche
(B) smartphone, smartphone e polícia. de fumaça e do cheiro da pólvora. Sentam na cama, os dois,
inteiriçados, os olhos arregalados fitos no forro. Lá fora, os
(C) Karlsson, smartphone e polícia.
cães ladram. (Mas nenhuma janela se abrirá, disto eles têm
(D) smartphone, Karlsson e smartphone. certeza. Tiro é problema de quem disparou e de quem foi
atingido. E da polícia.).
Os latidos vão cessando aos poucos. A casa agora está
08. Na oração do segundo parágrafo – ... para que os dados absolutamente silenciosa. Nenhum ruído mais se ouve.
reais escapassem a exames forenses. – poderá ser em- (Nos dias que se seguirem sentirão o cheiro, fraco mas
pregado “à” no lugar de “a”, se a expressão exames penetrante, o odor de carne em decomposição. Mas não fa-
forenses for substituída por larão sobre isto, ao jantar. Ele contará de seu dia, do trânsito
(A) uma análise forense. congestionado, ela se queixará do tempo que se perde para
consultar o médico do Instituto. Mas do cheiro, nada dirão.
(B) averiguação forense. Esperarão que se dissipe – e de fato, ao cabo de uma ou
duas semanas só restarão na casa os cheiros familiares, da
(C) um especialista forense.
comida, das plantas que ela cultiva em latas vazias, do lixo
(D) qualquer investigação forense. acumulado no terreno ao lado.
Ao forro, ele nunca subirá.)
Cinco da manhã. Bocejam. Uma noite destas não há
09. Identifica-se palavra empregada em sentido figurado na mortal que aguente, ele diz, e ela ri.
seguinte passagem do texto: Decidem que, se tiverem um filho, ele se chamará Alonso.
(A) ... só para descobrir que ele tinha ligado para sua (Moacyr Scliar. Os melhores contos, 1996. Adaptado)
mãe e ninguém mais.
(B) ... descobrem que ela havia passado todo o seu tem- 10. A passagem do quarto parágrafo – Não é um ruído contí-
po na praia. nuo. Para e recomeça. – revela que, nesse momento da
(C) As duas podem recuperar registros de chamadas, narrativa, os ruídos eram
dados de localização e até senhas. (A) prolongados.
(D) Um telefone que conta duas histórias complica as (B) incessantes.
coisas.
(C) intermitentes.
(D) intensos.
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11. A mão dele sai de sob o lençol. Tateia a mesinha-de-ca- 15. Assinale a alternativa em que se faz correta análise das
beceira. Ali está o revólver, o vinte e dois que ele leva no informações textuais.
carro e que à noite fica à mão, carregado; o gatilho em
posição de fogo. (A) No trecho – teve um pequeno pesadelo, acordou so-
bressaltada – (1o §), entre as orações se estabelece
Com esse parágrafo, entende-se que o homem uma relação de causa e consequência.
(A) usa um revólver que deixa na mesinha-de-cabeceira
(B) No período – Mas nenhuma janela se abrirá, disto
à noite. Como era preciso preparar a arma, tateou a
eles têm certeza. – (10o §), a expressão nenhuma
mesinha-de-cabeceira para encontrá-la.
janela equivale a alguma janela.
(B) tem sempre o revólver a seu alcance. Por isso, pu-
xou a mão, que estava embaixo do lençol, e tateou a (C) Na oração – A casa agora está absolutamente silen-
mesinha-de-cabeceira para pegá-lo. ciosa. – (11o §), o advérbio expressa sentido de ne-
gação, equivalente a de jeito algum.
(C) mantém um revólver no quarto para se proteger.
Como estava em perigo, deslocou a mão de cima (D) Na passagem – ... plantas que ela cultiva em latas
do lençol e foi procurá-lo na mesinha-de-cabeceira. vazias, do lixo acumulado no terreno ao lado. –
(D) deixa o revólver em posição de fogo próximo à me- (12o §), a vírgula poderia ser retirada sem prejuízo
sinha-de-cabeceira. Por isso, quando precisou dele, de sentido.
achava que estaria sobre ela.
Para responder às questões de números 13 e 14, considere (D) Os ruídos agora são contínuos. Não é difícil localizar
o trecho: de onde vem: bem no ponto em que se projeta as
réstias de luz, as tábuas afundam ritmicamente.
Mas nenhuma janela se abrirá, disto eles têm certeza.
Tiro é problema de quem disparou e de quem foi atingido. E
da polícia. 17. Assinale a alternativa em que se pontua corretamente a
reescrita do trecho: Uma noite destas não há mortal que
aguente, ele diz, e ela ri.
13. As informações mostram que
(A) Ela riu quando ele disse: que não havia mortal que
(A) a polícia intervém quando é chamada pela vizinhança.
aguentava uma noite daquelas.
(B) a vizinhança se mantém indiferente ao perigo alheio.
(B) Ele disse: que não havia mortal que aguentava, uma
(C) a curiosidade da vizinhança se sobrepõe ao medo.
noite daquelas e ela riu.
(D) a atitude da vizinhança retrata respeito às vítimas.
(C) Ele disse que não havia mortal que aguentava uma
noite daquelas, e ela riu.
14. Quanto à regência e ao emprego da conjunção, de acor-
do com a norma-padrão da língua portuguesa, o trecho (D) Ela riu, quando ele disse, que não havia mortal que
está corretamente reescrito em: aguentava uma noite daquelas.
(A) Mas eles têm certeza de que nenhuma janela se
abrirá, conforme tiro diz respeito em quem disparou
18. Assinale a alternativa em que a preposição “a” expressa
e em quem foi atingido. E na polícia.
o sentido de direção.
(B) Mas eles têm certeza que nenhuma janela se abrirá,
portanto tiro diz respeito quem disparou e quem foi (A) ... que ele leva no carro e que à noite fica à mão,
atingido. E a polícia. carregado...
(C) Mas eles têm certeza que nenhuma janela se abrirá, (B) Mas não falarão sobre isto, ao jantar.
mas tiro diz respeito a quem disparou e a quem foi
atingido. E a polícia. (C) ... ao cabo de uma ou duas semanas só restarão na
casa os cheiros familiares...
(D) Mas eles têm certeza de que nenhuma janela se abri-
rá, pois tiro diz respeito a quem disparou e a quem foi (D) Ao forro, ele nunca subirá.
atingido. E à polícia.
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19. Eles gostavam dos mesmos filmes, dos mesmos livros, matemática
das mesmas bandas, dos mesmos pratos nos mesmos
restaurantes, riam das mesmas piadas, queriam conhe-
cer os mesmos países e ter um filho chamado Frederico. 21. Um professor de matemática pediu para 4 de seus alunos
Depois de cinco anos, contudo, daquela escreverem o número 21 utilizando operações matemá-
mesmice. Ela disse que estava pensando em se separar, ticas. As operações apresentadas pelos alunos encon-
ele disse que vinha pensando o mesmo. Ontem, ao partir, tram-se a seguir.
ela prometer que jamais teria um filho cha-
2 3
mado Frederico. Ele prometeu – e pediu o mesmo. (5 4 ) ( 3 – 25 )
81 –1
(Antônio Prata, Separações. Folha de [Link], 17.11.2013. Adaptado) 3 2
De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, Bruno Caio
preenchem-se as lacunas do texto, respectivamente,
2 2
com: ( 3 25 ) 3 (6 – 9 )
2 3
(A) cansaram-se ... o fez
Ana Clara
(B) se cansaram ... fez-no O aluno (a) que escreveu corretamente o que o professor
pediu foi
(C) cansaram-se ... fez ele
(A) Caio.
(D) se cansaram ... lhe fez
(B) Ana.
(D) Clara.
(A) 60.
(B) 120.
(C) 14.
(D) 15.
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(A) 150.
(B) 148.
(C) 145.
(D) 142.
(A) 1,5.
(B) 1,8.
(C) 2,0.
(D) 2,3.
(A) 2,5.
(B) 2,0.
(C) 1,5.
(D) 1,0.
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(A) 0,7%
(B) 0,8%
(C) 0,9%
(D) 1,0%
29. Dona Marta levou para seus netos uma bandeja com pe-
daços de bolo. Se cada neto comer 3 pedaços de bolo,
sobrarão 21 pedaços, mas se cada neto comer 5 peda-
ços, sobrarão 11 pedaços. O número de pedaços de bolo
da bandeja era
(A) 36.
(B) 30.
(C) 24.
(D) 20.
(A) 36.
(B) 27.
(C) 18.
(D) 12.
(A) 14.
(B) 15.
(C) 16.
(D) 17.
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(A)
Porcentagem de professores
50 45
40
40
30
20
10
10 5
0
0 1 2 3 ou mais
Número de pen drives
(B)
Porcentagem de professores
50 42
40 35
30
20 15
8
10
0
0 1 2 3 ou mais
Número de pen drives
(C)
Porcentagem de professores
50 45
40 35
30
20 15
10 5
0
0 1 2 3 ou mais
Número de pen drives
(D)
Porcentagem de professores
50 45
37
40
30
20 13
10 5
0
0 1 2 3 ou mais
Número de pen drives
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(A) 9.
(B) 10.
(C) 11.
(D) 12.
(A) 60.
(B) 58.
(C) 55.
(D) 52.
20 cm
Figura fora
8 cm de escala
8 cm
(A) 5.
(B) 6.
(C) 7.
(D) 8.
9 PMSG1401/001-CursoFormaçãoSargentos
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A
B
+ 20O 50O
O valor de β - α é
(A) 25°
(B) 28°
(C) 32°
(D) 35°
(A) 11.
(B) 12.
(C) 13.
(D) 14.
(A) R$ 3,60.
(B) R$ 3,70.
(C) R$ 3,80.
(D) R$ 3,90.
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(A) 1 350.
(B) 1 400.
(C) 1 450.
(D) 1 500.
1a C19
2a C21
3a
9a Figura fora
de escala
(A) 57.
(B) 58.
(C) 59.
(D) 60.
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conhecimentos específicos 44. Com relação ao crime de motim, é correto afirmar que
(B) é livre a locomoção no território nacional em tempo (D) para sua consumação, há necessidade da presença
de paz ou de guerra, podendo qualquer pessoa, nos de pelo menos um militar armado.
termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair
com seus bens.
45. O policial militar que cria ou simula incapacidade, conse-
(C) a lei considerará crimes inafiançáveis, imprescritível guindo a sua exclusão do serviço ativo,
e insuscetíveis de graça ou anistia a prática da tor-
(A) não comete qualquer crime militar, devendo ser res-
tura, o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins
ponsabilizado apenas na esfera administrativa.
e o terrorismo.
(B) poderá cometer o crime militar de abandono de
(D) ninguém será preso senão em flagrante delito ou por
função.
ordem escrita e fundamentada de autoridade judi
ciária competente, salvo nos casos de transgressão (C) não comete qualquer crime militar, devendo ser ape-
militar ou crime propriamente militar, definidos em lei. nas responsabilizado na esfera civil.
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47. Com relação ao crime de abuso de autoridade, previsto Considere o seguinte enunciado para responder as questões
na Lei no 4.898/1965, assinale a alternativa correta. de números 50 e 51.
(A) Trata-se de crime comum e hediondo, que deverá “A”, utilizando-se de arma de fogo, atira em “B”, no Muni
ser apurado pela Autoridade de Polícia Judiciária cípio de Guarulhos, em 25 de dezembro de 2013, às 12 h.
Comum. “B” é imediatamente socorrido por viatura do SAMU (Serviço
(B) Poderá ser apurado no Inquérito Policial Militar, de Atendimento Móvel de Urgência) ao Pronto-Socorro local
assim como julgado pela Justiça Militar Estadual. e, diante da gravidade da lesão, transferido ao Hospital das
Clínicas em São Paulo, onde vem a falecer em 30 de dezem-
(C) Não é considerado crime militar e poderá ser ape- bro de 2013.
nado com a perda do cargo e a inabilitação para o
exercício de qualquer outra função pública por prazo
de até três anos.
50. O Código Penal, com relação ao tempo de crime, consi-
(D) Trata-se de crime comum de ação penal privada, que dera que este foi praticado
necessita de queixa-crime ajuizada no prazo legal.
(A) no momento da ação ou da omissão, portanto, em
25 de dezembro de 2013.
48. Durante uma revista de armário numa determinada
(B) no momento da ação ou da omissão, assim como o
OPM, o Sgt PM Beltrano surpreende no interior do
momento do resultado, portanto, o aplicador do direi-
armário do Sd PM Fulano um revólver, calibre 38, com
to poderá optar por 25 ou 30 de dezembro de 2013.
numeração obliterada (numeração raspada). Diante
dessa situação, pode-se afirmar que o Sd PM Fulano (C) no momento do resultado, portanto, em 30 de dezem
(A) cometeu o crime comum de Posse ou porte ilegal bro de 2013.
de arma de fogo de uso restrito previsto na Lei
(D) no momento da ação ou da omissão, assim como o
no 10.826/2003 e ficará sujeito à pena de reclusão.
momento do resultado, portanto, o aplicador do direi-
(B) cometeu o crime comum de Posse ou porte ilegal de to poderá optar por qualquer data entre 25 e 30 de
arma de fogo de uso restrito em concurso material dezembro de 2013.
com uma contravenção penal.
(A) cometeu o crime militar de embriaguez em serviço e (B) a violência moral não será considerada como uma
estará sujeito à prisão em flagrante. das formas de violência.
(B) cometeu o crime militar de embriaguez em serviço, (C) poderá ser aplicada ao agressor a suspensão pro
porém deverá ser instaurado apenas um Inquérito visória do pátrio poder como medida protetiva de
Policial Militar. urgência.
(C) não cometeu o crime militar de embriaguez em (D) é vedada a aplicação de penas de cesta básica ou
serviço. outras de prestação pecuniária.
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53. Nos termos da Lei no 11.343/2006, é isento de pena o 56. Com relação ao Inquérito Policial Militar, é correto afir-
agente que, em razão da , mar que
era, ao tempo da ação ou da omissão, qualquer que
tenha sido a infração penal praticada, inteiramente (A) a autoridade militar não poderá mandar arquivar
incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de deter- autos de inquérito, salvo se verificar a inexistência de
minar-se de acordo com esse entendimento. crime ou de inimputabilidade do indiciado.
Assinale a alternativa que completa corretamente o (B) é dispensável o termo de juntada de documentos,
enunciado. sendo indispensáveis os despachos, que devem,
porém, ser reduzidos ao mínimo possível.
(A) dependência, ou sob o efeito, proveniente de caso
fortuito ou força maior, de droga (C) a testemunha não será inquirida por mais de quatro
horas consecutivas, sendo-lhe facultado o descanso
(B) paixão, desde que completa ou proveniente de caso de meia hora, sempre que tiver de prestar declara-
fortuito ou força maior ções além daquele termo.
(C) embriaguez voluntária, desde que completa ou pro- (D) a designação de escrivão para o inquérito caberá,
veniente de caso fortuito ou força maior exclusivamente, à respectiva autoridade instaura
dora.
(D) emoção, desde que completa
55. Nos termos da Diretriz que regulamentou o Programa de (D) não fumar, não beber e nem comer no local.
Policiamento Comunitário, é correto afirmar que:
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