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Prova Objetiva: Curso de Formação Sargentos

O documento é um caderno de questões de uma prova objetiva para o Curso de Formação de Sargentos da Polícia Militar do Estado de São Paulo, contendo 60 questões. Os candidatos devem seguir instruções específicas durante a prova, como o uso de caneta azul ou preta e a entrega da folha de respostas ao final. O conteúdo inclui questões de Língua Portuguesa e interpretação de textos, abordando temas como técnicas de programação e narrativas.

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© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Prova Objetiva: Curso de Formação Sargentos

O documento é um caderno de questões de uma prova objetiva para o Curso de Formação de Sargentos da Polícia Militar do Estado de São Paulo, contendo 60 questões. Os candidatos devem seguir instruções específicas durante a prova, como o uso de caneta azul ou preta e a entrega da folha de respostas ao final. O conteúdo inclui questões de Língua Portuguesa e interpretação de textos, abordando temas como técnicas de programação e narrativas.

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secretaria de estado dos negócios da segurança pública


polícia militar do estado de são paulo
diretoria de ensino e cultura

Concurso Interno de Seleção

001. Prova Objetiva

Curso de Formação de Sargentos (CFS-I/15)

� Você recebeu sua folha de respostas e este caderno contendo 60 questões objetivas.
� Confira seu nome e número de inscrição impressos na capa deste caderno e na folha de respostas.
� Quando for permitido abrir o caderno, verifique se está completo ou se apresenta imperfeições. Caso haja algum
problema, informe ao fiscal da sala.
� Leia cuidadosamente todas as questões e escolha a resposta que você considera correta.
� Marque, na folha de respostas, com caneta de tinta azul ou preta, a letra correspondente à alternativa que você escolheu.
� A duração da prova é de 3 horas, já incluído o tempo para o preenchimento da folha de respostas.
� Só será permitida a saída definitiva da sala e do prédio após transcorridas 2 horas do início da prova.
� Ao sair, você entregará ao fiscal a folha de respostas e este caderno, podendo levar apenas o rascunho de gabarito,
localizado em sua carteira, para futura conferência.
� Até que você saia do prédio, todas as proibições e orientações continuam válidas.

Aguarde a ordem do fiscal para abrir este caderno de questões.

23.11.2014

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LíngUa Portuguesa 02. De acordo com o texto, entende-se que a máscara de


dados funciona como uma

01. Leia os quadrinhos. (A) captação de informações reais, as quais possibilitam


verificar se os smartphones foram adulterados.
VOCÊ NÃO ESTÁ
ESCONDIDO.
NÃO. (B) alteração no sistema operacional dos smartphones,
para proteção das informações originais.

(C) reprogramação das informações dos smartphones,


que ficam impossibilitados para alterar dados.

(D) adulteração de informações, por meio da qual dados


falsos são inseridos nos smartphones.

É PORQUE EU
NÃO SOU O 03. Analisando-se a organização das informações, conclui-
CÃO
A PLACA SE
-se que o primeiro parágrafo
REFERE.
(A) ilustra ações rotineiras da polícia, fundamentadas
na técnica de programação desenvolvida por Karl-
-Johan Karlsson.

(B) exemplifica o que seria possível de ocorrer a partir


da técnica de programação desenvolvida por Karl-
-Johan Karlsson.
(Folha de [Link], 08.10.2014. Adaptado)
(C) relata experiências apresentadas na Conferência do
De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, a Havaí, com base na técnica de programação desen-
lacuna do último quadrinho deve ser preenchida com volvida por Karl-Johan Karlsson.
(A) a quem
(D) desqualifica os avanços tecnológicos, tendo por re-
(B) o qual ferência a técnica de programação desenvolvida por
(C) de quem Karl-Johan Karlsson.
(D) ao cujo
04. Analise os trechos:
Leia o texto para responder às questões de números 02 a 09.
– A polícia local confisca o celular de um suspeito
traficante de drogas... (1o §)
Máscara de Dados
– ... Karlsson garante que ela não obstruirá uma
A polícia local confisca o celular de um suspeito traficante
de drogas, só para descobrir que ele tinha ligado para sua mãe análise sofisticada pelo FBI ou pela NSA... (4o §)
e ninguém mais. Enquanto isso, o celular de uma jornalista é Os termos em destaque são sinônimos, respectivamente,
examinado pela segurança aeroportuária. Mas quando as au- de
toridades verificam o que consta nele, descobrem que ela havia
passado todo o seu tempo na praia. O narcotraficante e a jor- (A) subtrai e desatravancará.
nalista são liberados. Minutos mais tarde, os nomes, números
(B) guarda e proibirá.
e dados de GPS que a polícia estava procurando reaparecem.
Uma nova técnica de programação poderia tornar esses (C) apreende e impedirá.
cenários reais. O cientista de computação Karl-Johan Karlsson
reprogramou um telefone para mentir. Ao modificar o sistema (D) destrói e consentirá.
operacional de um smartphone baseado em Android, ele foi
capaz de colocar dados falsos nele – números inocentes, por
exemplo – para que os dados reais escapassem a exames 05. Na estruturação do texto, a expressão Enquanto isso
forenses. Ele apresentou sua adulteração em janeiro na Con- (1o §) indica sentido de
ferência Internacional sobre Ciências de Sistemas, no Havaí.
(A) condicionalidade.
Karlsson testou sua alteração em duas ferramentas fo-
renses normalmente usadas por departamentos de polícia. (B) anterioridade.
As duas podem recuperar registros de chamadas, dados de
localização e até senhas. Quando executou seu sistema, as (C) proporcionalidade.
ferramentas registraram a informação falsa que ele havia pro-
(D) simultaneidade.
gramado no celular e não detectaram os conteúdos reais.
Embora sua alteração tenha sido bem-sucedida, Karlsson
garante que ela não obstruirá uma análise sofisticada pelo
FBI ou pela NSA (Agência de Segurança Nacional america-
na). Ainda assim, uma modificação dessas poderia dificultar o
julgamento de alguns casos criminais. Um telefone que conta
duas histórias complica as coisas.
(Scientific American Brasil, julho de 2014)
PMSG1401/001-CursoFormaçãoSargentos 2
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06. Mas quando as autoridades verificam o que consta nele, Leia o texto para responder às questões de números 10 a 18.
descobrem que ela havia passado todo o seu tempo na
praia. (1o §)
Ruídos no forro
Com todos os verbos transpostos para o passado, o
Passa da meia-noite. Ela cochilou, teve um pequeno pe-
período está corretamente reescrito em:
sadelo, acordou sobressaltada; acalmou-se, agora fita o teto.
(A) Mas quando as autoridades verificariam o que cons- Ele ainda não dormiu. Fita também o teto, a mesma mancha
taria nele, descobriam que ela passa todo o seu tem- luminosa.
po na praia. É então que começam os ruídos no forro.
Ela estremece, surpresa e assustada.
(B) Mas quando as autoridades verificarão o que cons-
Não é um ruído contínuo. Para e recomeça.
tou nele, descobrirão que ela passou todo o seu tem-
po na praia. O ruído cessa. Minutos se escoam.
Logo em seguida, os ruídos no forro recomeçam.
(C) Mas quando as autoridades verificaram o que cons- Desta vez são bem audíveis. Não há, parece, nenhum
tava nele, descobriram que ela tinha passado todo o cuidado em disfarçá-los. As tábuas rangem. A lâmpada oscila
seu tempo na praia. nitidamente.
(D) Mas quando as autoridades verificavam o que cons- A mão dele sai de sob o lençol. Tateia a mesinha-de-
tou nele, vão descobrir que ela tem passado todo o -cabeceira. Ali está o revólver, o vinte e dois que ele leva no
seu tempo na praia. carro e que à noite fica à mão, carregado; o gatilho em posi-
ção de fogo.
O barulho agora é contínuo. Não é difícil localizar de
07. Nas passagens – ele foi capaz de colocar dados falsos onde vem: bem no ponto em que se projeta a réstia de luz, as
nele – (2o §) e – Quando executou seu sistema – (3o §), tábuas afundam ritmicamente. Ele ergue o braço – o revólver
os pronomes em destaque referem-se, respectivamente, a niquelado reluz por um instante – ela solta um grito abafado
– ele atira.
(A) Karlsson, smartphone e Karlsson.
O estampido faz estremecer a casa. O quarto se enche
(B) smartphone, smartphone e polícia. de fumaça e do cheiro da pólvora. Sentam na cama, os dois,
inteiriçados, os olhos arregalados fitos no forro. Lá fora, os
(C) Karlsson, smartphone e polícia.
cães ladram. (Mas nenhuma janela se abrirá, disto eles têm
(D) smartphone, Karlsson e smartphone. certeza. Tiro é problema de quem disparou e de quem foi
atingido. E da polícia.).
Os latidos vão cessando aos poucos. A casa agora está
08. Na oração do segundo parágrafo – ... para que os dados absolutamente silenciosa. Nenhum ruído mais se ouve.
reais escapassem a exames forenses. – poderá ser em- (Nos dias que se seguirem sentirão o cheiro, fraco mas
pregado “à” no lugar de “a”, se a expressão exames penetrante, o odor de carne em decomposição. Mas não fa-
forenses for substituída por larão sobre isto, ao jantar. Ele contará de seu dia, do trânsito
(A) uma análise forense. congestionado, ela se queixará do tempo que se perde para
consultar o médico do Instituto. Mas do cheiro, nada dirão.
(B) averiguação forense. Esperarão que se dissipe – e de fato, ao cabo de uma ou
duas semanas só restarão na casa os cheiros familiares, da
(C) um especialista forense.
comida, das plantas que ela cultiva em latas vazias, do lixo
(D) qualquer investigação forense. acumulado no terreno ao lado.
Ao forro, ele nunca subirá.)
Cinco da manhã. Bocejam. Uma noite destas não há
09. Identifica-se palavra empregada em sentido figurado na mortal que aguente, ele diz, e ela ri.
seguinte passagem do texto: Decidem que, se tiverem um filho, ele se chamará Alonso.
(A) ... só para descobrir que ele tinha ligado para sua (Moacyr Scliar. Os melhores contos, 1996. Adaptado)
mãe e ninguém mais.

(B) ... descobrem que ela havia passado todo o seu tem- 10. A passagem do quarto parágrafo – Não é um ruído contí-
po na praia. nuo. Para e recomeça. – revela que, nesse momento da
(C) As duas podem recuperar registros de chamadas, narrativa, os ruídos eram
dados de localização e até senhas. (A) prolongados.
(D) Um telefone que conta duas histórias complica as (B) incessantes.
coisas.
(C) intermitentes.

(D) intensos.

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11. A mão dele sai de sob o lençol. Tateia a mesinha-de-ca- 15. Assinale a alternativa em que se faz correta análise das
beceira. Ali está o revólver, o vinte e dois que ele leva no informações textuais.
carro e que à noite fica à mão, carregado; o gatilho em
posição de fogo. (A) No trecho – teve um pequeno pesadelo, acordou so-
bressaltada – (1o §), entre as orações se estabelece
Com esse parágrafo, entende-se que o homem uma relação de causa e consequência.
(A) usa um revólver que deixa na mesinha-de-cabeceira
(B) No período – Mas nenhuma janela se abrirá, disto
à noite. Como era preciso preparar a arma, tateou a
eles têm certeza. – (10o §), a expressão nenhuma
mesinha-de-cabeceira para encontrá-la.
janela equivale a alguma janela.
(B) tem sempre o revólver a seu alcance. Por isso, pu-
xou a mão, que estava embaixo do lençol, e tateou a (C) Na oração – A casa agora está absolutamente silen-
mesinha-de-cabeceira para pegá-lo. ciosa. – (11o §), o advérbio expressa sentido de ne-
gação, equivalente a de jeito algum.
(C) mantém um revólver no quarto para se proteger.
Como estava em perigo, deslocou a mão de cima (D) Na passagem – ... plantas que ela cultiva em latas
do lençol e foi procurá-lo na mesinha-de-cabeceira. vazias, do lixo acumulado no terreno ao lado. –
(D) deixa o revólver em posição de fogo próximo à me- (12o §), a vírgula poderia ser retirada sem prejuízo
sinha-de-cabeceira. Por isso, quando precisou dele, de sentido.
achava que estaria sobre ela.

16. Assinale a alternativa correta quanto à concordância.


12. As informações do texto permitem concluir que
(A) Os ruídos agora são contínuo. Não é difícil localizar
(A) o casal fazia comentários irônicos em relação ao la-
de onde vem: bem no ponto em que se projetam as
drão morto.
réstias de luz, as tábuas afundam ritmicamente.
(B) o ladrão foi morto pelo homem, pois sua carne se
decompôs. (B) Os ruídos agora são contínuos. Não é difícil localizar
de onde vêm: bem no ponto em que se projetam as
(C) o homem matou um ser vivo, mas não se sabe se é
réstias de luz, as tábuas afundam ritmicamente.
humano.
(D) o lar do casal caiu em grande tristeza desde que se (C) Os ruídos agora são contínuo. Não é difícil localizar
deu aquele tiro. de onde vêm: bem no ponto em que se projeta as
réstias de luz, as tábuas afundam ritmicamente.

Para responder às questões de números 13 e 14, considere (D) Os ruídos agora são contínuos. Não é difícil localizar
o trecho: de onde vem: bem no ponto em que se projeta as
réstias de luz, as tábuas afundam ritmicamente.
Mas nenhuma janela se abrirá, disto eles têm certeza.
Tiro é problema de quem disparou e de quem foi atingido. E
da polícia. 17. Assinale a alternativa em que se pontua corretamente a
reescrita do trecho: Uma noite destas não há mortal que
aguente, ele diz, e ela ri.
13. As informações mostram que
(A) Ela riu quando ele disse: que não havia mortal que
(A) a polícia intervém quando é chamada pela vizinhança.
aguentava uma noite daquelas.
(B) a vizinhança se mantém indiferente ao perigo alheio.
(B) Ele disse: que não havia mortal que aguentava, uma
(C) a curiosidade da vizinhança se sobrepõe ao medo.
noite daquelas e ela riu.
(D) a atitude da vizinhança retrata respeito às vítimas.
(C) Ele disse que não havia mortal que aguentava uma
noite daquelas, e ela riu.
14. Quanto à regência e ao emprego da conjunção, de acor-
do com a norma-padrão da língua portuguesa, o trecho (D) Ela riu, quando ele disse, que não havia mortal que
está corretamente reescrito em: aguentava uma noite daquelas.
(A) Mas eles têm certeza de que nenhuma janela se
abrirá, conforme tiro diz respeito em quem disparou
18. Assinale a alternativa em que a preposição “a” expressa
e em quem foi atingido. E na polícia.
o sentido de direção.
(B) Mas eles têm certeza que nenhuma janela se abrirá,
portanto tiro diz respeito quem disparou e quem foi (A) ... que ele leva no carro e que à noite fica à mão,
atingido. E a polícia. carregado...
(C) Mas eles têm certeza que nenhuma janela se abrirá, (B) Mas não falarão sobre isto, ao jantar.
mas tiro diz respeito a quem disparou e a quem foi
atingido. E a polícia. (C) ... ao cabo de uma ou duas semanas só restarão na
casa os cheiros familiares...
(D) Mas eles têm certeza de que nenhuma janela se abri-
rá, pois tiro diz respeito a quem disparou e a quem foi (D) Ao forro, ele nunca subirá.
atingido. E à polícia.
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19. Eles gostavam dos mesmos filmes, dos mesmos livros, matemática
das mesmas bandas, dos mesmos pratos nos mesmos
restaurantes, riam das mesmas piadas, queriam conhe-
cer os mesmos países e ter um filho chamado Frederico. 21. Um professor de matemática pediu para 4 de seus alunos
Depois de cinco anos, contudo, daquela escreverem o número 21 utilizando operações matemá-
mesmice. Ela disse que estava pensando em se separar, ticas. As operações apresentadas pelos alunos encon-
ele disse que vinha pensando o mesmo. Ontem, ao partir, tram-se a seguir.
ela prometer que jamais teria um filho cha-
2 3
mado Frederico. Ele prometeu – e pediu o mesmo. (5  4 ) ( 3 – 25 )
 81 –1
(Antônio Prata, Separações. Folha de [Link], 17.11.2013. Adaptado) 3 2
De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, Bruno Caio
preenchem-se as lacunas do texto, respectivamente,
2 2
com: ( 3  25 )  3 (6 – 9 )
2 3
(A) cansaram-se ... o fez
Ana Clara
(B) se cansaram ... fez-no O aluno (a) que escreveu corretamente o que o professor
pediu foi
(C) cansaram-se ... fez ele
(A) Caio.
(D) se cansaram ... lhe fez
(B) Ana.

20. Leia a charge. (C) Bruno.

(D) Clara.

22. O dono de uma banca de revistas comprou um lote de


revistinhas infantis variadas e, para aumentar as vendas,
decidiu agrupá-las em pequenos pacotes, todos com o
mesmo número de revistinhas. Se ele colocar em cada
pacote, 5 ou 8 ou 12 revistinhas, todas as revistinhas do
lote estarão empacotadas. O menor número de revisti-
nhas que esse lote pode ter é

(A) 60.

(B) 120.

([Link]. Adaptado) (C) 180.


Na charge, a resposta da segunda personagem ao ques-
(D) 240.
tionamento da primeira

(A) confirma a ideia de que as pessoas recorrem a um


dispositivo para buscar informações. 23. Em uma marcenaria há 3 ripas de madeira de mesma
(B) descarta a ideia de que as pessoas precisam de dis- largura e de comprimentos 2,20 m, 2,75 m e 3,30 m, que
positivos para obter informações. foram cortadas, no sentido do comprimento, em pedaços
iguais, de maior comprimento possível, e todos com a lar-
(C) reafirma o ponto de vista do amigo, sugerindo que o gura original, não ocorrendo nenhuma sobra. O número
uso dos dispositivos é simples. total de pedaços obtidos foi
(D) sugere um modo de vida mais simples sem a utiliza- (A) 12.
ção de muitos dispositivos.
(B) 13.

(C) 14.

(D) 15.

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24. Uma loja comprou um lote com 270 peças de cerâmica e r a s c un h o


constatou que algumas peças estavam quebradas. Sa-
bendo que a razão entre o número de peças quebradas e
2
o número de peças boas era , então a diferença entre o
7
número de peças boas e o número de peças quebradas,
nessa ordem, era

(A) 150.

(B) 148.

(C) 145.

(D) 142.

25. Um jardineiro está preparando uma mistura de terra com


adubo e para cada 1,5 kg de terra acrescenta 300 g de
adubo. Para preparar 12 kg dessa mistura (terra + adu-
bo), a quantidade necessária de adubo, em kg, é

(A) 1,5.

(B) 1,8.

(C) 2,0.

(D) 2,3.

26. Para arar uma determinada área de uma fazenda, 5 tra-


tores, todos com o mesmo rendimento e trabalhando jun-
tos, levam 2 horas e 15 minutos. Com apenas 3 desses
tratores, o número de horas a mais, que serão necessá-
rias para arar a mesma área é

(A) 2,5.

(B) 2,0.

(C) 1,5.

(D) 1,0.

27. A tabela mostra o número de tarefas apresentadas por


um aluno nas 5 primeiras semanas do ano.

Semanas Número de tarefas apresentadas


a
1 3
a
2 2
a
3 0
4a 4
a
5 ?
Sabendo que na média, o número de tarefas apresenta-
das por semana foi 2,4, então o número de tarefas apre-
sentadas na 5a semana foi
(A) 0.
(B) 1.
(C) 2.
(D) 3.

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28. José colocou R$ 500,00 em uma aplicação A, a juros sim- r a s c un h o


ples com taxa de 0,6% ao mês durante 8 meses e Pedro
colocou R$ 800,00 em uma aplicação B, também a juro
simples, durante 9 meses, e recebeu R$ 33,60 a mais de
juros do que José. A taxa mensal de juro da aplicação B
era de

(A) 0,7%

(B) 0,8%

(C) 0,9%

(D) 1,0%

29. Dona Marta levou para seus netos uma bandeja com pe-
daços de bolo. Se cada neto comer 3 pedaços de bolo,
sobrarão 21 pedaços, mas se cada neto comer 5 peda-
ços, sobrarão 11 pedaços. O número de pedaços de bolo
da bandeja era

(A) 36.

(B) 30.

(C) 24.

(D) 20.

30. Para a realização de uma atividade recreativa, 108 ado-


lescentes foram divididos em vários grupos, todos com o
mesmo número de participantes. Se o número de partici-
pantes de um grupo corresponde ao triplo do número de
grupos, então o número de participantes de um grupo é

(A) 36.

(B) 27.

(C) 18.

(D) 12.

31. Três filmes, A, B e C somam juntos 312 minutos de dura-


ção. O filme B tem 10 minutos a mais de duração do que
o filme A e a diferença de duração entre os filmes C e B,
nessa ordem, é 7 minutos. O número de minutos que o
filme C tem a mais do que o filme A é

(A) 14.

(B) 15.

(C) 16.

(D) 17.

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32. A tabela mostra o resultado de uma pesquisa feita com r a s c un h o


120 professores sobre o número de pen drives que eles
possuem.
Considerando-se o número total de professores pesqui-
sados, o gráfico que representa os valores da tabela, em
porcentagem, é

Número de pen drives Número de professores


0 6
1 42
2 54
3 ou mais 18

(A)
Porcentagem de professores

50 45
40
40

30

20
10
10 5

0
0 1 2 3 ou mais
Número de pen drives

(B)
Porcentagem de professores

50 42
40 35

30

20 15
8
10

0
0 1 2 3 ou mais
Número de pen drives

(C)
Porcentagem de professores

50 45

40 35

30

20 15

10 5

0
0 1 2 3 ou mais
Número de pen drives

(D)
Porcentagem de professores

50 45
37
40

30

20 13
10 5

0
0 1 2 3 ou mais
Número de pen drives

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33. Uma indústria produz uma chapa metálica retangular, do r a s c un h o


tipo A, com 7,5 cm de largura por 12 cm de comprimento
e uma chapa metálica retangular, do tipo B, com 6 cm de
largura. Sabendo que a área da chapa B é 40% maior do
que a área da chapa A, então, a diferença em cm, entre
os comprimentos das chapas B e A, nessa ordem, é

(A) 9.

(B) 10.

(C) 11.

(D) 12.

34. A peça A, na forma de um triângulo, e a peça B, na forma


de um retângulo, têm suas dimensões em centímetros,
indicadas nas figuras.

Sabendo que o perímetro da peça A tem 8 cm a menos


do que o perímetro da peça B, então o perímetro da peça
B, em cm, é

(A) 60.

(B) 58.

(C) 55.

(D) 52.

35. Um recipiente na forma de um prisma reto de base qua-


drada, com dimensões internas de 8 cm de aresta da
base e 20 cm de altura, está com 25% de seu volume
total preenchido com água, conforme mostra a figura.

20 cm

Figura fora
8 cm de escala
8 cm

Para completar o volume total desse recipiente, serão


despejados dentro dele vários copos de água, com
120 mL cada um. O número de copos totalmente cheios
necessários para completar o volume total do prisma será

(A) 5.

(B) 6.

(C) 7.

(D) 8.

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36. Duas barras de ferro: A e B estão encostadas em um r a s c un h o


muro, no mesmo ponto P, conforme mostra a figura.
P




A
B

 + 20O 50O

O valor de β - α é

(A) 25°

(B) 28°

(C) 32°

(D) 35°

37. Um fio, perfeitamente esticado, está ligando dois postes


perpendiculares ao solo e distantes entre si 12 m, confor-
me mostra a figura.

Sabendo que a distância entre os pontos A e B é 1 m,


então a distância entre os pontos B e C, em metros, é

(A) 11.

(B) 12.

(C) 13.

(D) 14.

38. Uma pessoa comprou 3 empadas a R$ 3,50 cada uma, 5


coxinhas a R$ 4,30 cada uma e 4 esfihas. Se na média,
cada salgado saiu por R$ 3,90, o preço de uma esfiha era

(A) R$ 3,60.

(B) R$ 3,70.

(C) R$ 3,80.

(D) R$ 3,90.

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39. Uma família consumiu 5 do volume total de leite que r a s c un h o


9

h­avia em uma jarra. Mais tarde, 3 do leite que ficou na


4
jarra foi utilizado no preparo de uma sobremesa e resta-
ram ainda 150 mL de leite dentro da jarra. O volume total
de leite, em mL, que havia inicialmente na jarra era

(A) 1 350.

(B) 1 400.

(C) 1 450.

(D) 1 500.

40. Uma estante possui 9 prateleiras e em cada uma delas


só é possível colocar 9 caixas. Em cada caixa há uma
etiqueta onde está escrito Cij, sendo i o número da prate-
leira e j a posição da caixa nessa prateleira. Por exemplo,
a caixa que tiver a etiqueta C19, está na 1a prateleira na
9a posição e a caixa com etiqueta C21, está na 2a pratelei-
ra na 1a posição, conforme mostra a figura.
Posições
a
prateleiras
1 a 2 9a

1a C19

2a C21

3a

9a Figura fora
de escala

Sabendo que todas as caixas colocadas nessa prateleira,


a começar pela caixa de etiqueta C11, até a última cai-
xa colocada, com a etiqueta C76, estavam corretamente
posicionadas nas prateleiras e que não faltava nenhuma
caixa, então o número total de caixas que estavam na
estante era

(A) 57.

(B) 58.

(C) 59.

(D) 60.

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conhecimentos específicos 44. Com relação ao crime de motim, é correto afirmar que

(A) o civil poderá ser processado na Justiça Militar, na


esfera estadual, pelo cometimento do crime, em con-
41. Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer
curso com o Policial Militar.
natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangei-
ros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, (B) para sua caracterização, se exige o concurso neces-
à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, sário de dois ou mais militares.
nos termos seguintes:
(C) jamais poderá ser cometido pelo militar inativo, mes-
(A) não haverá juízo ou tribunal de exceção, salvo nos mo na hipótese de concurso com dois ou mais milita-
casos de crimes militares. res do serviço ativo.

(B) é livre a locomoção no território nacional em tempo (D) para sua consumação, há necessidade da presença
de paz ou de guerra, podendo qualquer pessoa, nos de pelo menos um militar armado.
termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair
com seus bens.
45. O policial militar que cria ou simula incapacidade, conse-
(C) a lei considerará crimes inafiançáveis, imprescritível guindo a sua exclusão do serviço ativo,
e insuscetíveis de graça ou anistia a prática da tor-
(A) não comete qualquer crime militar, devendo ser res-
tura, o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins
ponsabilizado apenas na esfera administrativa.
e o terrorismo.
(B) poderá cometer o crime militar de abandono de
(D) ninguém será preso senão em flagrante delito ou por
função.
ordem escrita e fundamentada de autoridade judi­
ciária competente, salvo nos casos de transgressão (C) não comete qualquer crime militar, devendo ser ape-
militar ou crime propriamente militar, definidos em lei. nas responsabilizado na esfera civil.

(D) pratica a conduta tipificada como crime militar de


42. A Declaração Universal dos Direitos do Homem deter- d­
eserção, sendo este considerado um dos casos
mina que assimilados.

(A) toda a pessoa tem direito à liberdade de reunião e de


associação pacíficas. 46. Com relação ao treinamento e a instrução do Programa
de Força Tática, previstos na Diretriz no PM3-007/02/05,
(B) é assegurado o direito de resposta, proporcional ao
de 07NOV05, alterada pela Ordem Complementar
agravo.
no PM3-001/02/13, de 12MAE13, é correto afirmar que
(C) a propriedade atenderá a sua função social.
(A) as frações de Força Tática devem receber instru-
(D) a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela ção específica sobre seu emprego nas operações a
podendo penetrar sem consentimento do morador. s­erem desencadeadas e outros assuntos de interes-
se, com duração mínima de 60 (sessenta) minutos,
em qualquer dia da semana.
43. Considere que o COPOM acione um 1o Sgt PM, na
(B) as frações de Força Tática devem receber instru-
função de CGP (Comandante de Grupo de Patrulha)
ção específica sobre seu emprego nas operações a
para apoio a uma guarnição que atende a ocorrência de
s­erem desencadeadas, bem como outros assuntos
desentendimentos entre vizinhos, sendo um deles um
de interesse, com duração máxima de 60 (sessenta)
Sd PM Reformado. No local, após contatar as partes, o
minutos e apenas de segunda a quinta-feira.
CGP vem a ser ofendido, na presença de seu motorista,
pelo Sd PM Reformado que o chama de “Cegepezinho (C) as frações de Força Tática devem receber instru-
Idiota”. ção específica sobre seu emprego nas operações
Analisando-se o enunciado, pode-se afirmar que o a se
­ rem desencadeadas e outros assuntos de inte­
Sd PM Reformado resse­ , com duração mínima de 60 (sessenta) mi­nutos
e apenas de segunda a quinta-feira.
(A) não cometeu crime militar, pois o Policial Militar
Re
­ formado somente poderá cometer crime comum. (D) as frações de Força Tática devem receber instru-
ção específica sobre seu emprego nas operações
(B) cometeu o crime militar de desrespeito a superior, a s­erem desencadeadas, bem como outros assun-
em razão de a ofensa não ser suficiente para caracte- tos de interesse, com duração máxima de 30 (trinta)
rizar o desacato a superior. m­inutos, em qualquer dia da semana, exceto sába-
dos e domingos.
(C) não cometeu crime militar, pois a sua conduta não
afrontou as instituições militares.

(D) cometeu o crime militar de desrespeito a superior,


em razão de a ofensa ter sido perpetrada na pre­
sença do motorista do CGP.

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47. Com relação ao crime de abuso de autoridade, previsto Considere o seguinte enunciado para responder as questões
na Lei no 4.898/1965, assinale a alternativa correta. de números 50 e 51.

(A) Trata-se de crime comum e hediondo, que deverá “A”, utilizando-se de arma de fogo, atira em “B”, no Muni­
ser apurado pela Autoridade de Polícia Judiciária cípio de Guarulhos, em 25 de dezembro de 2013, às 12 h.
Comum. “B” é imediatamente socorrido por viatura do SAMU (Serviço
(B) Poderá ser apurado no Inquérito Policial Militar, de Atendimento Móvel de Urgência) ao Pronto-Socorro local
assim como julgado pela Justiça Militar Estadual. e, diante da gravidade da lesão, transferido ao Hospital das
Clínicas em São Paulo, onde vem a falecer em 30 de dezem-
(C) Não é considerado crime militar e poderá ser ape- bro de 2013.
nado com a perda do cargo e a inabilitação para o
exercício de qualquer outra função pública por prazo
de até três anos.
50. O Código Penal, com relação ao tempo de crime, consi-
(D) Trata-se de crime comum de ação penal privada, que dera que este foi praticado
necessita de queixa-crime ajuizada no prazo legal.
(A) no momento da ação ou da omissão, portanto, em
25 de dezembro de 2013.
48. Durante uma revista de armário numa determinada
(B) no momento da ação ou da omissão, assim como o
OPM, o Sgt PM Beltrano surpreende no interior do
momento do resultado, portanto, o aplicador do direi-
armário do Sd PM Fulano um revólver, calibre 38, com
to poderá optar por 25 ou 30 de dezembro de 2013.
numeração obliterada (numeração raspada). Diante
dessa situação, pode-se afirmar que o Sd PM Fulano (C) no momento do resultado, portanto, em 30 de dezem­
(A) cometeu o crime comum de Posse ou porte ilegal bro de 2013.
de arma de fogo de uso restrito previsto na Lei
(D) no momento da ação ou da omissão, assim como o
no 10.826/2003 e ficará sujeito à pena de reclusão.
momento do resultado, portanto, o aplicador do direi-
(B) cometeu o crime comum de Posse ou porte ilegal de to poderá optar por qualquer data entre 25 e 30 de
arma de fogo de uso restrito em concurso material dezembro de 2013.
com uma contravenção penal.

(C) não cometeu crime comum mas somente o crime


51. O Código Penal considera como lugar do crime
militar por encontrar-se o armário em lugar sujeito à
administração militar. (A) apenas o Município de Guarulhos, lugar onde ocor-
(D) não cometeu qualquer crime comum, mas apenas reu a ação.
uma contravenção penal, estando ainda sujeito à
(B) tanto o Município de Guarulhos como o Município de
responsabilidade administrativa.
São Paulo, pela teoria da ubiquidade.

(C) apenas o Município de São Paulo, lugar onde se


49. Considere que o Sgt PM Beltrano, CGP, durante o ser- produziu o resultado.
viço de policiamento ostensivo, em 10 de janeiro de
2014, às 12h, ao retornar à OPM, surpreenda o Sd PM (D) tanto o Município de Guarulhos como o Município de
Fu
­ lano, fardado e armado, no interior de uma Padaria, a São Paulo, pela teoria da atividade.
500 metros de distância da Unidade. O Sd Fulando ini-
ciaria o serviço às 13h e estava almoçando e ingerindo
grande quantidade de cachaça, demonstrando, ao ser 52. Consta da Lei no 11.340, de 7 de agosto de 2006, que
cumprimentado pelo graduado, os seguintes sinais de criou mecanismos para coibir a violência doméstica e
alteração da capacidade motora: sonolência, olhos ver- f­amiliar contra a mulher, que:
melhos, desordem nas vestes, odor de álcool no hálito e
arrogância. Diante dessa situação, é correto afirmar que (A) não será aplicada aos crimes de competência da
o Sd PM Fulano Justiça Militar.

(A) cometeu o crime militar de embriaguez em serviço e (B) a violência moral não será considerada como uma
estará sujeito à prisão em flagrante. das formas de violência.

(B) cometeu o crime militar de embriaguez em serviço, (C) poderá ser aplicada ao agressor a suspensão pro­
porém deverá ser instaurado apenas um Inquérito visória do pátrio poder como medida protetiva de
Policial Militar. u­rgência.

(C) não cometeu o crime militar de embriaguez em (D) é vedada a aplicação de penas de cesta básica ou
serviço. outras de prestação pecuniária.

(D) cometeu crime comum e deverá ser preso e con-


duzido à Central de Flagrante ou à Delegacia de
Polícia.

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53. Nos termos da Lei no 11.343/2006, é isento de pena o 56. Com relação ao Inquérito Policial Militar, é correto afir-
agente que, em razão da , mar que
era, ao tempo da ação ou da omissão, qualquer que
tenha sido a infração penal praticada, inteiramente (A) a autoridade militar não poderá mandar arquivar
incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de deter- autos de inquérito, salvo se verificar a inexistência de
minar-se de acordo com esse entendimento. crime ou de inimputabilidade do indiciado.

Assinale a alternativa que completa corretamente o (B) é dispensável o termo de juntada de documentos,
enunciado. sendo indispensáveis os despachos, que devem,
porém, ser reduzidos ao mínimo possível.
(A) dependência, ou sob o efeito, proveniente de caso
fortuito ou força maior, de droga (C) a testemunha não será inquirida por mais de quatro
horas consecutivas, sendo-lhe facultado o descanso
(B) paixão, desde que completa ou proveniente de caso de meia hora, sempre que tiver de prestar declara-
fortuito ou força maior ções além daquele termo.
(C) embriaguez voluntária, desde que completa ou pro- (D) a designação de escrivão para o inquérito caberá,
veniente de caso fortuito ou força maior exclusivamente, à respectiva autoridade instaura­
dora.
(D) emoção, desde que completa

57. Com relação aos procedimentos voltados aos locais de


54. Consta da Diretriz que regulamentou o Programa de Poli­
crime, o Policial Militar deverá preservar a área ime-
ciamento com Motocicletas no Estado de São Paulo –
diata e, se possível, também a área mediata, não lhe
Programa ROCAM, que
alter­ando a forma em nenhuma hipótese, salvo quando
(A) poderá possuir quatro modos de atuação. ab
­ solutamente necessário para preservar outras pro-
vas. Para tanto, o policial militar deverá:
(B) o regime de patrulhamento será de 30 minutos patru-
lhando por 10 minutos parado em local determinado. (A) não revirar os bolsos das vestes do cadáver, salvo o
necessário para proceder à sua identificação.
(C) no interior, haverá um CGP ROCAM especifica-
mente para fiscalizar o Programa. (B) fechar as portas e janelas visando evitar a adultera-
ção do local.
(D) é vedada a patrulha com três integrantes.
(C) tentar localizar objetos (do crime ou ilícitos) na cena
do crime.

55. Nos termos da Diretriz que regulamentou o Programa de (D) não fumar, não beber e nem comer no local.
Policiamento Comunitário, é correto afirmar que:

(A) BCS: instalação fixa, de funcionamento diuturno


ou diurno, com Vtr própria, efetivo de 10 (dez) a 58. Assinale a alternativa correta.
20 (vinte) PM, para atendimento ao público (inclu-
(A) O latrocínio é considerado crime contra a vida,
sive lavrando BO/PM-TC) e fazendo patrulhamento
aplicando-se a qualificadora tanto ao roubo próprio
comunitário.
como ao impróprio.
(B) B Op: instalação policial-militar fixa, típica das OPM
(B) Não comete crime o funcionário público que recebe
subordinadas ao CPRv ou ao CPAmb, cujas caracte­
vantagem indevida para realizar ou deixar de realizar
rísticas de funcionamento atendam, respectiva­
ato legal.
mente, às peculiaridades do policiamento ostensivo
rodoviário ou ambiental. (C) É considerado hediondo o crime de favoreciment­o
da prostituição ou de outra forma de exploração
(C) BCSD: destinada aos municípios do interior com
s­exual de criança ou adolescente ou de vulnerável.
menos de 2.000 habitantes, com 01 (um) PM resi­
dindo e atendendo no mesmo local, tendo Vtr própria. (D) O crime de homicídio, quando qualificado pela tor-
tura, implica em concurso material, respondendo o
(D) PPM: instalação fixa, de funcionamento noturn­ o,
agente por ambos os delitos.
sem Vtr própria e com efetivo de 04 (quatro) a
08 (oito) PM, para atendimento ao público (inclusive
lavrando BO/PM-TC).

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59. Nos termos das I-7-PM (Instruções para correspondência


da Polícia Militar), é correto afirmar que:

(A) quanto ao trânsito, a correspondência classifica-se


em normal e urgente.

(B) a correspondência expedida por meio de serviço


postal deve ser relacionada e entregue à agência
local da empresa utilizada, atendendo à sistemática
por ela estabelecida.

(C) despacho trata-se do documento elaborado de forma


simplificada para uso restrito no âmbito do órgão, no
qual é dada ciência de ordens, instruções, decisões,
recomendações, esclarecimentos ou informações
rotineiras.

(D) canal de comando é a via de tramitação de corres-


pondência interna que permite a ligação entre autori-
dades integrantes de Estados-Maiores.

60. Considerando que o Sd PM Fulano de Tal foi condenado


pela prática do crime de homicídio à pena de 24 anos de
reclusão e, em razão da sanção penal privativa de liber-
dade superior a quatro anos, foi-lhe imposta pelo Juiz a
declaração da perda da função pública como efeito da
condenação, o Comandante da OPM do policial militar
deverá

(A) demitir o militar do Estado, sem processo regular, em


razão de sentença passada em julgado, à pena de
perda da função pública.

(B) expulsar o militar do Estado, mediante processo


r­egu­lar pela prática de atos desonrosos.

(C) demitir o militar do Estado, mediante processo r­egu­


lar, em razão de sentença passada em julgado, à
pena de perda da função pública.

(D) aposentar o militar do Estado, sem processo regular,


em razão da perda do cargo.

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