➔ PRECATÓRIOS, LIVRO TATIANA
◆ Reconhecimento judicial de um crédito em face de uma pessoa
jurídica de direito público
◆ Juíz da execução encaminha ao Presidente do Tribunal uma
solicitação para que este requisite a verba necessária para pagamento
do credor
● Recebido o precatório, Presidente do Tribunal determinará sua
numeração e envia comunicado a fazenda pública, NA ORDEM
CRONOLÓGICA DA APRESENTAÇÃO
○ Decisão tem caráter administrativo, não há conteúdo
jurisdicional
◆ SÚMULA 311 STJ E ADI 1080 DO STF
○ Questões incidentais da fazenda pública, cabe ao juízo
da execução
◆ Pagamento depnde da liberação pelo executivo das verbas
orçamentária, que é feita em nome do Presidente do Tribunal, que os
encaminha para o juízo da execução
◆ Solicitações realizadas até 1 de julho, e o pagamento até o final do
próximo exercício. ART 100, $5 CRFB
● Há atualização monetária, MAS NÃO JUROS DE MORA até o
fim do exercício SÚMULA VINCULANTE 17
○ Durante o período do 100, $ 1 crfb. Não incidem juros de
mora
● STF, estende regime para empresas públicas, ou sociedades de
economia mista, que reconhecidamente prestem serviços
públicos
○ A quem se sujeita a livre concorrência, não cabe regime
de precatórios
◆ Não pagamento, abre margem para intervenção federal nos termos do
artigo 34, inciso V, da Constituição. E na LRF, ARTIGO 30, $7
● Somente quando a intuito de não honrar (Dolo), não basta a
mera indisponibilidade de caixa
➔ EC 62/2009
◆ Conceito: diante de uma sentença condenatória transitada em julgado,
o juiz da execução irá solicitar, ao Presidente do Tribunal respectivo,
que requisite ao Poder Executivo a inclusão, no orçamento, de verba
necessária ao pagamento do débito.
◆ Atualização dos valores: o índice oficial de • • remuneração básica da
caderneta de poupança.
◆ Trechos da EC 62, foram declarados inconstitucionais e o STF a
pedido das procuradorias modulou os efeitos
● 23/05/2015. Sendo assim, manteve a validade dos precatórios
expedidos ou pagos até esta data, que observaram as
seguintes regras:
● Aplicação do índice oficial de remuneração básica da caderneta
de poupança (TR);
● Aplicação do IPCA-E aos precatórios expedidos no âmbito da
administração pública federal, que tiveram respaldo nos artigos
27 das Leis n os 12.919/2013 e 13.080/2015;
● Formas alternativas de pagamento, com destaque para a
validade das compensações, leilões e pagamentos à vista por
ordem crescente de crédito previstos na EC 62/2009.
● A partir da data da decisão, portanto: Os créditos em
precatórios deverão ser corrigidos pelo IPCA-E e os precatórios
tributários deverão observar os mesmos critérios de correção
dos créditos tributários da Fazenda Pública;
● Não é mais possível realizar a quitação de precatórios por
formas alternativas de pagamento;
● Fica mantida a possibilidade de realização de acordos diretos,
desde que observada a ordem de preferência dos credores e
nos termos da lei da entidade devedora, com redução máxima
de 40% do valor do crédito atualizado.
◆ Diante da modulação, visando adequar o regime, nasce a EC 94/2016
● Traz a preferência dos créditos de natureza alimentícia
○ Dentro de tal grupo, há uma ‘’superpreferencia’’.
◆ 60 anos ou mais, além de portadores de doença
grave ou pessoas com deficiência, conforme
definição legal
● Limitado ao triplo do montante do crédito de
pequeno valor, admitido o fracionamento
● Mesmo para 60 anos após a expedição do
precatório
● ART 100, 11. é permitido ao credor comprar imóveis públicos do
ente devedor
● $ 13 e $14, permitem a cessão total ou parcial de precatórios a
terceiros, independente da concordância do ente devedor.
○ Cessionário perde direitos de preferência relativa a
créditos alimentares
● $15, estabelece a criação de um regime especial, vinculando a
receita corrente líquida, e o seus prazos
● $16, autoriza que a União assuma débitos de precatórios dos
Estados, Distrito Federal e Municípios
● o § 17 prescreve o dever de os entes da Federação aferirem
“mensalmente, embase anual, o comprometimento de suas
receitas correntes líquidas [conforme § 18] com o pagamento de
precatórios e obrigações de pequeno valor”
● § 19, por sua vez, prevê a possibilidade de o ente obter
financiamento para o pagamento de precatórios e dívidas de
pequeno valor na hipótese de o total dos débitos ultrapassar,
em um período de 12 meses, a “média do comprometimento
percentual da receita corrente líquida nos cinco anos
imediatamente anteriores
● O § 20, por fim, cria hipótese de parcelamento ordinário de
precatório que, isoladamente, supere 15% do montante dos
precatórios a serem pagos no próximo exercício.
○ Restante será pago em parcelas iguais nos cincos
exercícios subsequentes, acrescidas de juros de mora e
correção monetária
◆
➔ ART 101, 103 E 104 são criações para adequar EC 62, ao regime definido
pelo STF
◆ 103, 104 permitem sequestro de bens
● determinação de sequestro, até o limite do valor não liberados,
das contas do ente inadimplente, a ser realizada pelo
presidente do Tribunal de Justiça local;
● responsabilidade do chefe do Poder Executivo do ente
inadimplente, nos termos da legislação de responsabilidade
fiscal e de improbidade administrativa;
● possibilidade de a União reter os recursos referentes aos
repasses ao Fundo de Participação dos Estados e do Distrito
Federal e ao Fundo de Participação dos Municípios, com o
depósito de tais valores na conta especial referida no artigo 101
do ADCT
● ; na hipótese de um município ser o ente inadimplente,
retenção, pelos estados, dos repasses previstos no parágrafo
único do artigo 158 da Constituição e depósito respectivo na
conta prevista no artigo 101 do ADCT;
● impossibilidade de o ente contrair empréstimo externo ou
interno, exceto para o fim de pagar precatórios;
● não recebimento de transferências voluntárias.
◆
◆
◆
◆ O que se teve, inicialmente, foi a não aplicação da regra geral do
artigo 100 da Constituição, que determina o pagamento do precatório
em uma única vez e de acordo com a ordem cronológica de
recebimento. Não obstante, algumas particularidades de tal dispositivo
permaneceram aplicáveis. São elas:
● preferências dos créditos alimentícios;
● possibilidade de compensação de ofício do precatório com
débitos perante a Fazenda executada;
● atualização monetária pelo índice da poupança;
● autorização para a cessão de créditos.
➔ PERMISSÃO DE PAGAMENTO VIA LEILÃO?
◆ Eletrônicos, realizadas por entidade autorizada pela CVM ou pelo
Banco Central
● adct 97, inciso 1
●
➔ PAGAMENTO VIA ACORDO DIRETO
◆ Transação direta entre Administração e particular, cujo objetivo é quitar
precatório pendente
● Reduzir no máximo até em 40%
● Ente poderá criar Câmara de Conciliação, acordo firmado
deverá ser homologado por lei específica, em face da
moralidade e impessoalidade
◆ art 31, faculta a criação de juízo auxiliar de conciliação de precatórios
➔ NÃO LIBERAÇÃO DE RECURSOS DEPOSITADOS, sequestro,
compensação e sanções.
◆ PG 208, livro TATIANE.
◆ Quitação dos valores. art 97, $10, inciso I. Previu a possibilidade de
sequestro das quantias nas contas do entede devedor, tal ato é
realizado pelo Presidente do Tribunal
◆ Sanções: Chefe do executivo, responde pela não liberação dos
recursos na forma da LRF
● + Enquanto não for pago, (i) não poderia contrair empréstimo
externo ou interno e (ii) não receberia transferências voluntárias
◆
◆
◆ Regime especial
◆
◆
➔ COMPENSAÇÃO DE TRIBUTOS COM PRECATÓRIOS
◆ ART 156, INCISO II DO CTN
◆ É permitida, pois os precatórios são créditos líquidos, certos e
exigíveis
◆ Não é prerrogativa do contribuinte, MAS É realizada de ofícios, antes
mesmo da emissão do precatório
● RECEITA FEDERAL:
Não é cabível, administrativamente, a compensação de débitos
perante a Fazenda Pública Federal com créditos provenientes
de precatórios. Os arts. 30 a 42 da Lei nº 12.431, de 2011, com
fundamento nos §§ 9º e 10 do art. 100 da CF/88, possibilitam
essa compensação exclusivamente na esfera judicial, a ser
exercida nos autos do processo de execução do precatório,
operando-se no momento em que a decisão judicial que a
determinou transitar em julgado. Sendo assim, não há previsão
legal para a compensação por iniciativa do contribuinte de
débitos relativos a tributos administrados pela Secretaria da
Receita Federal do Brasil com créditos de precatórios. A
compensação envolvendo precatórios deve ser cumprida de
ofício, na via judicial, nos restritos termos da Lei nº 12.431, de
2011. Dispositivos Legais: Constituição Federal, art. 100, §§ 9º
e 10; Lei nº 12.431, de 2011, arts. 30 a 42.
➔ PRECATÓRIOS COMO GARANTIA DA EXECUÇÃO FISCAL?
◆ Sendo o precatório representativo de um crédito do cidadão perante a
Fazenda Pública, poderá o contribuinte apresentá-lo como bem
passível de penhora, já que se trata, sem sombra de dúvidas, de
“direito” ao recebimento de tal crédito
◆ Súmula 406 do Superior Tribunal de Justiça, que estabelece: “A
Fazenda Pública pode recusar a substituição do bem penhorado por
precatório”.
➔ RPV’S. Em regra, 60 dias para pagamento
◆ Pequeno valor em face de sentença judicial transitada em julgada
◆ União 60 SM, 40 SM para os Estados, e 30 SM para os municípios
◆ Artigo 17 da 10259, define o procedimento para o pagamento da RPV
◆ a impossibilidade de fracionamento do valor, para que o pagamento
seja em parte feito via RPV, em parte via precatório. Caso o valor
extrapole o limite de 60 salários mínimos, a única possibilidade que o
credor teria de receber os valores devidos por RPV seria a renúncia do
valor excedente.
● OU DEFINIR HONORÁRIOS DENTRO DO RPVS, CASO AULA
MARIA: 105 MIL DE VALOR e 25 DE HONORÁRIOS
➔ FALTA PASSAR ANOTAÇÕES, AULA 1 e texto do dia 18/06.
◆