Rafael Cardoso
Cardoso, historiador e designer brasileiro, enfatiza o papel do design
como mediador entre tecnologia e cultura. Em obras como *”Design
para um mundo complexo”*, ele destaca como o design conecta
aspectos funcionais e simbólicos, moldando não apenas artefatos,
mas também relações sociais e identidades culturais.
Sua definição: “Design é uma prática cultural que media entre as
esferas da produção técnica e do consumo simbólico, articulando
funcionalidade e significado em objetos, serviços e sistemas.”
Victor Papanek
Designer e crítico social, defendeu em *”Design for the Real World”*
(1971) um design voltado à responsabilidade social e ambiental. Sua
definição reforça a dualidade entre racionalidade e criatividade, além
de vincular o design a soluções que atendam a problemas reais, não
apenas a demandas de mercado.
Sua definição: “Design é o esforço consciente e intuitivo para impor
ordem significativa. É a ponte entre as necessidades humanas e as
respostas industrializadas.”
Herbert A. Simon
Cientista e teórico da decisão, aborda o design em *”The Sciences of
the Artificial”* (1969) como uma atividade universal, aplicável a
qualquer campo. Sua visão sistêmica destaca o design como um
método de transformação intencional, alinhado à resolução de
problemas e à inovação.
Sua definição: “Design é o processo de converter situações existentes
em situações preferidas. É a atividade de criar cursos de ação
destinados a alcançar objetivos.”