O que é um processo?
1
A Importância do Cliente
2
Objetivo :
Satisfazer os clientes
internos
externos
3
CLIENTES EXTERNOS
são as pessoas que
PAGAM
pelo produto e ou serviço
4
CLIENTES INTERNOS
são as pessoas que
RECEBEM
pelo produto e ou serviço
5
Fornecedor Processo Cliente
6
O Cliente é o REI!!!!
7
Produzir um produto que tenha a
preferência do cliente.
8
Qualidade por detecção
Separa os “bons” dos “ruins”
Atua no produto
Desperdício
Alto custo
9
Qualidade por prevenção
Monitora o processo
Evita a produção de produtos “ruins”
Maior eficiência
Custo menor
PREVISIBILIDADE
10
Mais vale prevenir do que
remediar.
11
Qualidade + Produtividade =
Competitividade
12
MEDIR ENTENDER
APERFEIÇOAR CONTROLAR
13
Variação Existe.
É preciso conhecer esta variação.
Como varia
Quanto varia
14
Meio ambiente Máquina Gerente
Supervisores
Operadores
Ferramentas
PROCESSO Matéria-Prima
Métodos
Instruções Instrumentos de Medição
VARIAÇÃO
QUALIDADE FINAL
15
Variação previsível
Natural do processo
Ocorre ao acaso
Segue um padrão
Muitas fontes
Afeta todos os produtos gerados pelo processo
Pode e deve ser reduzida, mas não pode ser
eliminada
Tem efeito amplo no sistema
16
Variação imprevisível
Não Natural
Sua origem pode ser identificada
Deve ser controlada / Monitorada
Imprevisível
17
As Causas Especiais devem ser
identificadas
analisadas
eliminadas
prevenir nova ocorrência
Objetivo garantir a Estabilidade do Processo
18
CAUSA ESPECIAL
VARIAÇÃO IMPREVISÍVEL
PROCESSO
FORA DE CONTROLE
AÇÕES
IMEDIATAS
RESPONSABILIDADE
OPERADOR
19
Exemplos de causas especiais de variação
1. Meio ambiente
• iluminação precária devido a lâmpadas queimadas
• aumento da temperatura devido à quebra do controlador da
temperatura
2. Mão de obra
• falta de cuidado devido a acesso de mau-humor
• saúde subitamente abalada
• operador substituto inexperiente
• vício que afeta esporadicamente o comportamento
3. Máquina - Equipamento
• súbita desregulagem da máquina / equipamento de controle
• ferramenta indevida tomada por engano no almoxarifado
• quebra ou inoperância de algum componente notada pelo operador
20
Exemplos de causas especiais de variação
4. Material
• uma remessa fora da especificação
• lote que recebeu estocagem ou manuseio inadequado
• utilização de material indevido
5. Método
• folha de instrução de operação ilegível, usada por um
ajustador de processo inexperiente.
6. Medição
• quebra do instrumento de controle
• quebra do óculos do operador do instrumento
21
CAUSA COMUM
VARIAÇÃO PREVISÍVEL
PROCESSO RESPONSABILIDADE
SOB CONTROLE “ADMINISTRAÇÃO”
NÃO
O PRODUTO MELHORIAS NO
ESTÁ OK ? PROCESSO
SIM
CLIENTE
22
Exemplos de causas comuns de variação
1. Meio ambiente
• iluminação deficiente
• alto nível de ruído
• variação da temperatura ambiente
2. Mão de obra:
• treinamento inadequado / insuficiente do pessoal
• inabilidade para executar a tarefa
• falta de acuidade visual
3. Máquina, Equipamento
• mau ajuste de máquina por deficiência construtiva do gabarito ou
calibrador
• envelhecimento, desgaste
• instrumento de controle deficiente
23
Exemplos de causas comuns de variação
4. Material
• compra contínua de material de baixa qualidade -
variação das características da matéria-prima entre lotes
5. Método
• instruções erradas / ou inexistentes
• especificações inexistentes ou confusas
• especificações da matéria-prima incompatíveis com as
especificações requeridas ao produto
6. Medição
• sala de medição com temperatura não controlada
• falta de instruções de medição
24
Por que fazer anotações no Diário de Bordo ?
O Diário de Bordo é muito importante pois nos permite :
conhecer quais as principais causas especiais que estão ocorrendo
durante o processo.
saber quais as melhores ações corretivas a serem tomadas quando
surge um problema.
acompanhar as ocorrências e os problemas que acontecem durante
os diversos turnos, e não somente quando estamos presentes.
visualizar as oportunidades de melhoria para reduzir variações
devidas tanto a causas especiais quanto a causas comuns.
registrar os esforços de melhoria realizados por toda a equipe
demonstrando a evolução do processo.
25
Principais características das
CARTAS DE CONTROLE
1. Monitoram o desempenho ao longo do tempo;
2. Indicam quando um processo melhora ou piora;
3. Tendências e situações fora de controle são imediatamente
detectadas;
4. Separam causas especiais de causas comuns de variação,
permitindo aperfeiçoamento do processo;
5. Servem como ferramenta para rápida identificação e solução de
problemas;
6. Servem como principal ferramenta de prevenção de defeitos;
26
Principais características das
CARTAS DE CONTROLE
7. Estabelecem a previsibilidade do resultado de um processo;
8. Permitem correções no processo a fim de prevenir rejeições;
9. Ajudam a reduzir variação;
10. Fornecem ao operador as informações necessárias para o ajuste
de um processo, sem alteração indevida;
11. Documentam cronologicamente os consertos, ajustes, etc;
12. Envolvem o operador num processo de avaliação da qualidade
de seu próprio trabalho.
27
1. Pontos fora dos limites de controle
Indicam algo incomum, exige investigação
28
2. Muitos pontos perto da média
Indicam algo incomum, exige investigação
29
3. Poucos pontos perto da média
Pode ser super controle
30
Cada processo tem seus próprios limites.
31
Escute o que o processo está
“falando”.
32
Processo SOB Controle Estatístico
LSC
LM
LIC
A variabilidade é devido a causas comuns
33
Processo FORA de Controle Estatístico
A variabilidade é devido a causas comuns e especiais
As causas especiais devem ser identificadas, analisadas e
eliminadas para garantir a Estabilidade do processo. Só
devem restar causas comuns.
34
Tendências de 7 PONTOS
a) 7 pontos acima da média
Pode ser um padrão não-aleatório
35
Tendências de 7 PONTOS
b) 7 pontos abaixo da média
Pode ser um padrão não-aleatório
36
Tendências
a) Crescente
Movimento de pontos em uma direção
37
Tendências
b) Decrescente
Movimento de pontos em uma direção
.
As causas devem ser identificadas, analisadas e
eliminadas para garantir a estabilidade do Processo
38
Lembre-se :
É muito importante anotar no Diário de
Bordo qual foi o problema que originou a
causa especial e qual a ação corretiva
tomada, só assim é que conseguimos
estabilizar e aperfeiçoar um processo.
39
A necessidade de controle do
processo.
Detecção: Tolera o
desperdício
Prevenção: Evita o
desperdício
40
Um processo contém muitas fontes de
variação.
As diferenças entre os produtos podem ser
grandes ou muito pequenas, mas elas
sempre existem.
Exemplo: Um parafuso produzido pode
sofrer a variações das máquinas (folgas e
desgaste), da ferramenta, da qualidade do
material, do operador, etc.
41
Ações no local e ações no sistema.
Ações no local: Ações no Sistema:
Eliminar causas Reduzir a variação
especiais de variação provocada por
Executadas pelo causas comuns
pessoal que fica junto ação gerencial para
às máquinas correção
correção de 15% dos correção de 85% dos
problemas problemas
42
Benefícios das Cartas de Controle
Usadas pelos operadores para o controle contínuo do processo
ajuda a manter o processo funcionando normalmente com
qualidade e custos previsíveis
processo atinge:
melhor qualidade
menor custo unitário
maior capacidade efetiva
padroniza a linguagem para discutir o desempenho do processo
distinção entre as causas comuns e as causas especiais de
variação
43
44
45
Controle por “detecção”.
Refugo ou
Rejeição Retrabalho
Ajuste do Processo
Máquinas
Materiais
Mão de Obra Processo Inspeção
Métodos Produto
Ambiente
Aprovação
46
Controle por “Prevenção”.
Refugo ou
Rejeição Retrabalho
Controle/Ajuste
Máquinas
Materiais
Mão de Obra Processo Inspeção
Métodos Produto
Ambiente
Medição Seletiva
•Produto Aprovação
•Processo
47
Os Mandamentos da Qualidade
Nenhum processo deve ficar sem
medições e registros significativos
Nenhum registro deve ficar sem
análise
Nenhuma análise deve ficar
sem ação corretiva
48
É preciso MEDIR para poder ENTENDER
É preciso ENTENDER para poder CONTROLAR
É preciso CONTROLAR para poder APERFEIÇOAR
49
CEP
Controle Estatístico do Processo
Objetivo: Aumento do entendimento sobre os processos
Pode ser aplicado em qualquer área e não apenas à Produção
Aplicado ao processo e não apenas aos produtos, como é feito normalmente.
50
Ação no Processo x Ação no
Resultado
Ação no Processo: Ação no Resultado:
Mais econômica Menos econômica
Evita que características Restrita à detecção e
importantes dos correção do produto
produtos sofram fora das especificações
mudanças que as e não à procura da
distanciem dos valores causa deste problema.
ideais.
51
Capacidade do Processo
Determinada pela variação vinda das
causas comuns.
Representa o melhor desempenho,
ocorrendo quando o processo está sob
Controle Estatístico.
Os clientes, externos ou internos, estão
mais preocupados com o final do
processo e com a satisfação de suas
necessidades do que com as variações
dos processos
52