0% acharam este documento útil (0 voto)
4 visualizações162 páginas

Vigitel 2015: Fatores de Risco no Brasil

O Vigitel Brasil 2015 apresenta dados sobre fatores de risco e proteção para doenças crônicas, coletados por meio de inquérito telefônico nas capitais dos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal. O documento fornece estimativas sobre a frequência e distribuição sociodemográfica desses fatores, contribuindo para a vigilância em saúde pública. A pesquisa é parte de um esforço contínuo desde 2006 para monitorar a saúde da população brasileira.

Enviado por

selenaprestigia
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
4 visualizações162 páginas

Vigitel 2015: Fatores de Risco no Brasil

O Vigitel Brasil 2015 apresenta dados sobre fatores de risco e proteção para doenças crônicas, coletados por meio de inquérito telefônico nas capitais dos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal. O documento fornece estimativas sobre a frequência e distribuição sociodemográfica desses fatores, contribuindo para a vigilância em saúde pública. A pesquisa é parte de um esforço contínuo desde 2006 para monitorar a saúde da população brasileira.

Enviado por

selenaprestigia
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

MINISTÉRIO DA SAÚDE

VIGITEL BRASIL 2015


VIGILÂNCIA DE FATORES DE RISCO E PROTEÇÃO PARA DOENÇAS
CRÔNICAS POR INQUÉRITO TELEFÔNICO
1998 2000 2002 2004
ESTIMATIVAS SOBRE FREQUÊNCIA E DISTRIBUIÇÃO

inear capital UF Tend. linear UF


SÓCIO-DEMOGRÁFICA DE FATORES DE RISCO E PROTEÇÃO
PARA DOENÇAS CRÔNICAS NAS CAPITAIS DOS 26 ESTADOS

r região Brasil Tend. linear Bras


BRASILEIROS E NO DISTRITO FEDERAL EM 2015

Brasília, DF • 2016
VIGITEL BRASIL 2015
VIGILÂNCIA DE FATORES DE RISCO E PROTEÇÃO PARA DOENÇAS
CRÔNICAS POR INQUÉRITO TELEFÔNICO
Página em branco
MINISTÉRIO DA SAÚDE
Secretaria de Vigilância em Saúde
Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos não
Transmissíveis e Promoção da Saúde

VIGITEL BRASIL 2015


VIGILÂNCIA DE FATORES DE RISCO E PROTEÇÃO PARA DOENÇAS
CRÔNICAS POR INQUÉRITO TELEFÔNICO

ESTIMATIVAS SOBRE FREQUÊNCIA E DISTRIBUIÇÃO


SOCIODEMOGRÁFICA DE FATORES DE RISCO E PROTEÇÃO
PARA DOENÇAS CRÔNICAS NAS CAPITAIS DOS 26 ESTADOS
BRASILEIROS E NO DISTRITO FEDERAL EM 2015

IÇÃ
IBU O
TR
A
IBID
DIS

O
A PR
V END
IT
A

G R AT U Brasília, DF • 2016
2016 Ministério da Saúde.
Esta obra é disponibilizada nos termos da Licença Creative Commons – Atribuição – Não Comercial –
Compartilhamento pela mesma licença 4.0 Internacional. É permitida a reprodução parcial ou total
desta obra, desde que citada a fonte.
A coleção institucional do Ministério da Saúde pode ser acessada, na íntegra, na Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério
da Saúde: <[Link]/bvs>.

Tiragem: 1ª Edição – 2016 – versão eletrônica

Elaboração, edição e distribuição: Coleta de dados:


MINISTÉRIO DA SAÚDE Expertise Inteligência e Pesquisa de Mercado Ltda.
Secretaria de Vigilância em Saúde
Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos não Colaboradores:
transmissíveis e Promoção da Saúde Juliano Ribeiro Moreira, Barbara de Sá Menezes Teixeira,
Coordenação-Geral de Doenças e Agravos Não Rosângela Durso Perillo, Marta Maria Alves da Silva,
Transmissíveis Maria Aline Siqueira Santos, Taís Porto Oliveira, Naiane de
SAF SUL, Trecho 2, lotes 5/6, bloco F, Torre I, Ed. Premium, Brito Francischetto, Paula Carvalho de Freitas, Lucélia Silva
sala 14-T Nico, Patrícia Pereira Vasconcelos de Oliveira, Maryane
CEP: 70070-600 – Brasília/DF Oliveira Campos
E-mail: svs@[Link]
Site: [Link]/svs Produção:
Capa e projeto gráfico: Núcleo de Comunicação/GAB/SVS
Organização e elaboração: Diagramação: Fred Lobo
Carlos Augusto Monteiro, Rafael Moreira Claro, Deborah
Carvalho Malta, Silvania Suely Caribé de Araújo Andrade, Equipe editorial:
Simoni Urbano da Silva, Emanuella Gomes Maia, Jacqueline Normalização: Luciana Cerqueira Brito – Editora MS/CGDI
de Barros Sales, Regina Tomie Ivata Bernal, Regina Rodrigues, Revisão: Khamila Silva e Tatiane Souza – Editora MS/CGDI
Maria de Fatima Marinho de Souza

Ficha Catalográfica

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos não
Transmissíveis e Promoção da Saúde.
Vigitel Brasil 2015: vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico : estimativas
sobre frequência e distribuição sociodemográfica de de fatores de risco e proteção para doenças crônicas nas capitais dos
26 estados brasileiros e no Distrito Federal em 2015 [recurso eletrônico] / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em
Saúde, Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos não Transmissíveis e Promoção da Saúde. – Brasília: Ministério da
Saúde, 2016.
160p.: il.
Modo de acesso: World Wide Web: <[Link]
ISBN 978-85-334-2441-8

1. Doença crônica. 2. Fatores de risco. 3. Vigilância sanitária de serviços de saúde. I. Título.

CDU 616-039.33

Catalogação na fonte – Coordenação-Geral de Documentação e Informação – Editora MS – OS 2016/0256

Título para indexação:


Vigitel Brazil 2015: surveillance of risk and protective factors for chronic diseases by telephone survey: estimates of
sociodemographic frequency and distribution of risk and protective factors for chronic diseases in the capitals of the 26
Brazilian states and the Federal District in 2015
Agradecimentos

A implantação e manutenção da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para


Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), desde 2006, em todas as capitais
dos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal, têm sido um processo de construção
coletiva, envolvendo diversas instituições, parceiros, dirigentes e técnicos.
Nesta publicação, que divulga resultados do décimo ano de operação do sistema,
gostaríamos de agradecer às empresas telefônicas Oi S.A., Global Village Telecom
Ltda., Telefônica Brasil S.A. e Instituto Embratel Claro pela colaboração prestada
no sorteio e extração das amostras probabilísticas das linhas telefônicas sorteadas
em cada cidade. Agradecemos também ao Grupo Técnico Assessor do Vigitel que
tem contribuído na revisão dos questionários e na discussão metodológica para o
aperfeiçoamento deste sistema.
Finalmente, agradecemos aos mais de 54 mil brasileiros que, com sua aquiescência
em participar das entrevistas telefônicas e com a atenção e o tempo que dedicaram a
responder ao questionário do Vigitel, permitiram a continuidade de um sistema de
monitoramento de fatores de risco para doenças crônicas de grande importância para
a Saúde Pública brasileira.

Equipe de Coordenação do Vigitel


Página em branco
Lista de tabelas

Tabela 1 Percentual de adultos (≥ 18 anos) fumantes, por sexo, segundo as capitais dos 33
estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Tabela 2 Percentual de fumantes no conjunto da população adulta (≥ 18 anos) das capitais 35
dos estados brasileiros e do Distrito Federal, por sexo, segundo idade e anos de
escolaridade. Vigitel, 2015
Tabela 3 Percentual de adultos (≥ 18 anos) que fumam 20 ou mais cigarros por dia, por sexo, 36
segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Tabela 4 Percentual de indivíduos que fumam 20 ou mais cigarros por dia no conjunto da 38
população adulta (≥ 18 anos) das capitais dos estados brasileiros e do Distrito
Federal, por sexo, segundo idade e anos de escolaridade. Vigitel, 2015
Tabela 5 Percentual de adultos (≥ 18 anos) fumantes passivos no domicílio, por sexo, segundo 39
as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Tabela 6 Percentual de fumantes passivos no domicílio no conjunto da população adulta (≥ 41
18 anos) das capitais dos estados brasileiros e do Distrito Federal, por sexo, segundo
idade e anos de escolaridade. Vigitel, 2015
Tabela 7 Percentual de adultos (≥ 18 anos) fumantes passivos no local de trabalho, por sexo, 42
segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Tabela 8 Percentual de fumantes passivos no local de trabalho no conjunto da população 44
adulta (≥ 18 anos) das capitais dos estados brasileiros e do Distrito Federal, por sexo,
segundo idade e anos de escolaridade. Vigitel, 2015
Tabela 9 Percentual de adultos (≥ 18 anos) com excesso de peso (Índice de Massa Corporal ≥ 46
25 kg/m2), por sexo, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal.
Vigitel, 2015
Tabela 10 Percentual de indivíduos com excesso de peso (Índice de Massa Corporal ≥ 25 kg/ 48
m2) no conjunto da população adulta (≥ 18 anos) das capitais dos estados brasileiros
e do Distrito Federal, por sexo, segundo idade e anos de escolaridade. Vigitel, 2015
Tabela 11 Percentual de adultos (≥ 18 anos) com obesidade (Índice de Massa Corporal ≥ 30 kg/ 49
m2), por sexo, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel,
2015
Tabela 12 Percentual de indivíduos com obesidade (Índice de Massa Corporal ≥ 30 kg/m2) no 51
conjunto da população adulta (≥ 18 anos) das capitais dos estados brasileiros e do
Distrito Federal, por sexo, segundo idade e anos de escolaridade. Vigitel, 2015
Tabela 13 Percentual de adultos (≥ 18 anos) que consomem frutas e hortaliças em cinco ou 53
mais dias da semana, por sexo, segundo as capitais dos estados brasileiros e o
Distrito Federal. Vigitel, 2015
Tabela 14 Percentual de indivíduos que consomem frutas e hortaliças em cinco ou mais dias 55
da semana no conjunto da população adulta (≥ 18 anos) das capitais dos estados
brasileiros e do Distrito Federal, por sexo, segundo idade e anos de escolaridade.
Vigitel, 2015
Tabela 15 Percentual de adultos (≥ 18 anos) que consomem cinco ou mais porções diárias de 57
frutas e hortaliças, por sexo, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito
Federal. Vigitel, 2015
Tabela 16 Percentual de indivíduos que consomem cinco ou mais porções diárias de frutas e 59
hortaliças no conjunto da população adulta (≥ 18 anos) das capitais dos estados
brasileiros e do Distrito Federal, por sexo, segundo idade e anos de escolaridade.
Vigitel, 2015
Tabela 17 Percentual de adultos (≥ 18 anos) que costumam consumir carnes com excesso de 60
gordura, por sexo, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal.
Vigitel, 2015
Tabela 18 Percentual de indivíduos que costumam consumir carnes com excesso de gordura 62
no conjunto da população adulta (≥ 18 anos) das capitais dos estados brasileiros
e do Distrito Federal, por sexo, segundo idade e anos de escolaridade. Vigitel, 2015
Tabela 19 Percentual de adultos (≥ 18 anos) que costumam consumir leite com teor integral 63
de gordura, por sexo, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal.
Vigitel, 2015
Tabela 20 Percentual de indivíduos que costumam consumir leite com teor integral de gordura 65
no conjunto da população adulta (≥ 18 anos) das capitais dos estados brasileiros e
do Distrito Federal, por sexo, segundo idade e anos de escolaridade. Vigitel, 2015
Tabela 21 Percentual de adultos (≥ 18 anos) que consomem alimentos doces em cinco ou mais 66
dias da semana, por sexo, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito
Federal. Vigitel, 2015
Tabela 22 Percentual de indivíduos que consomem alimentos doces em cinco ou mais dias da 68
semana, no conjunto da população adulta (≥ 18 anos) das capitais dos estados
brasileiros e do Distrito Federal, por sexo, segundo idade e anos de escolaridade.
Vigitel, 2015
Tabela 23 Percentual de adultos (≥ 18 anos) que consomem refrigerantes em cinco ou mais 69
dias da semana, por sexo, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito
Federal. Vigitel, 2015
Tabela 24 Percentual de indivíduos que consomem refrigerantes em cinco ou mais dias da 71
semana no conjunto da população adulta (≥ 18 anos) das capitais dos estados
brasileiros e do Distrito Federal, por sexo, segundo idade e anos de escolaridade.
Vigitel, 2015
Tabela 25 Percentual de adultos (≥ 18 anos) que consomem feijão em cinco ou mais dias da 72
semana, por sexo, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal.
Vigitel, 2015
Tabela 26 Percentual de indivíduos que consomem feijão em cinco ou mais dias da semana no 74
conjunto da população adulta (≥ 18 anos) das capitais dos estados brasileiros e do
Distrito Federal, por sexo, segundo idade e anos de escolaridade. Vigitel, 2015
Tabela 27 Percentual de adultos (≥ 18 anos) que substituem a comida do almoço ou jantar por 75
lanches sete ou mais vezes por semana, por sexo, segundo as capitais dos estados
brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Tabela 28 Percentual de indivíduos que substituem a comida do almoço ou jantar por lanches 77
sete ou mais vezes por semana no conjunto da população adulta (≥ 18 anos) das
capitais dos estados brasileiros e do Distrito Federal, por sexo, segundo idade e anos
de escolaridade. Vigitel, 2015
Tabela 29 Percentual de adultos (≥ 18 anos) que consideram seu consumo de sal alto ou muito 79
alto, por sexo, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel,
2015
Tabela 30 Percentual de indivíduos que consideram seu consumo de sal alto ou muito alto no 81
conjunto da população adulta (≥ 18 anos) das capitais dos estados brasileiros e do
Distrito Federal, por sexo, segundo idade e anos de escolaridade. Vigitel, 2015
Tabela 31 Percentual de adultos (≥ 18 anos) que praticam atividades físicas no tempo livre 83
equivalentes a pelo menos 150 minutos de atividade de intensidade moderada por
semana, por sexo, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal.
Vigitel, 2015
Tabela 32 Percentual de indivíduos que praticam atividades físicas no tempo livre equivalentes 85
a pelo menos 150 minutos de atividade de intensidade moderada por semana no
conjunto da população adulta (≥ 18 anos) das capitais dos estados brasileiros e do
Distrito Federal, por sexo, segundo idade e anos de escolaridade. Vigitel, 2015
Tabela 33 Percentual de adultos (≥ 18 anos) que praticam atividades físicas no deslocamento 86
equivalentes a pelo menos 150 minutos de atividade de intensidade moderada por
semana, por sexo, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal.
Vigitel, 2015
Tabela 34 Percentual de indivíduos que praticam atividades físicas no deslocamento equivalentes 88
a pelo menos 150 minutos de atividade de intensidade moderada por semana no
conjunto da população adulta (≥ 18 anos) das capitais dos estados brasileiros e do
Distrito Federal, por sexo, segundo idade e anos de escolaridade. Vigitel, 2015
Tabela 35 Percentual* de adultos (≥ 18 anos) com prática insuficiente de atividade física, por 90
sexo, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Tabela 36 Percentual de indivíduos com prática insuficiente de atividade física, no conjunto 92
da população adulta (≥ 18 anos) das capitais dos estados brasileiros e do Distrito
Federal, por sexo, segundo idade e anos de escolaridade. Vigitel, 2015
Tabela 37 Percentual de adultos (≥ 18 anos) fisicamente inativos, por sexo, segundo as capitais 94
dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Tabela 38 Percentual de indivíduos fisicamente inativos no conjunto da população adulta (≥ 96
18 anos) das capitais dos estados brasileiros e do Distrito Federal, por sexo, segundo
idade e anos de escolaridade. Vigitel, 2015
Tabela 39 Percentual de adultos (≥ 18 anos) que despendem três ou mais horas diárias vendo 97
televisão, por sexo, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal.
Vigitel, 2015
Tabela 40 Percentual de indivíduos que despendem três ou mais horas diárias vendo televisão 99
no conjunto da população adulta (≥ 18 anos) das capitais dos estados brasileiros e
do Distrito Federal, por sexo, segundo idade e anos de escolaridade. Vigitel, 2015
Tabela 41 Percentual de adultos (≥ 18 anos) que, nos últimos 30 dias, consumiram quatro ou 100
mais doses (mulher) ou cinco ou mais doses (homem) de bebida alcoólica em uma
mesma ocasião, por sexo, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito
Federal. Vigitel, 2015
Tabela 42 Percentual de indivíduos que, nos últimos 30 dias, consumiram quatro ou mais 102
doses (mulher) ou cinco ou mais doses (homem) de bebida alcoólica em uma mesma
ocasião no conjunto da população adulta (≥ 18 anos) das capitais dos estados
brasileiros e do Distrito Federal, por sexo, segundo idade e anos de escolaridade.
Vigitel, 2015
Tabela 43 Percentual de adultos (≥ 18 anos) que referiram conduzir veículos motorizados após 104
consumo de qualquer quantidade de bebida alcoólica, por sexo, segundo as capitais
dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Tabela 44 Percentual de indivíduos que referiram conduzir veículos motorizados após consumo 106
de qualquer quantidade de bebida alcoólica no conjunto da população adulta (≥ 18
anos) das capitais dos estados brasileiros e do Distrito Federal, por sexo, segundo
idade e anos de escolaridade. Vigitel, 2015
Tabela 45 Percentual de adultos (≥ 18 anos) que avaliaram negativamente o seu estado de 108
saúde, por sexo, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal.
Vigitel, 2015
Tabela 46 Percentual de indivíduos que avaliaram negativamente o seu estado de saúde no 110
conjunto da população adulta (≥ 18 anos) das capitais dos estados brasileiros e do
Distrito Federal, por sexo, segundo idade e anos de escolaridade. Vigitel, 2015
Tabela 47 Percentual de mulheres (50 a 69 anos de idade) que realizaram mamografia em 112
algum momento de suas vidas e nos últimos dois anos, segundo as capitais dos
estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Tabela 48 Percentual de mulheres (50 a 69 anos de idade) que realizaram mamografia em 114
algum momento de suas vidas e nos últimos dois anos no conjunto das capitais
dos estados brasileiros e do Distrito Federal, segundo idade e anos de escolaridade.
Vigitel, 2015
Tabela 49 Percentual de mulheres (25 a 64 anos de idade) que realizaram exame de citologia 115
oncótica para câncer de colo do útero em algum momento de suas vidas e nos
últimos três anos, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal.
Vigitel, 2015
Tabela 50 Percentual de mulheres (25 a 64 anos de idade) que realizaram exame de citologia 117
oncótica para câncer de colo do útero em algum momento de suas vidas e nos
últimos três anos no conjunto das capitais dos estados brasileiros e do Distrito
Federal, segundo idade e anos de escolaridade. Vigitel, 2015
Tabela 51 Percentual de adultos (≥ 18 anos) que referiram diagnóstico médico de hipertensão 119
arterial, por sexo, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal.
Vigitel, 2015
Tabela 52 Percentual de indivíduos que referiram diagnóstico médico de hipertensão arterial 121
no conjunto da população adulta (≥ 18 anos) das capitais dos estados brasileiros
e do Distrito Federal, por sexo, segundo idade e anos de escolaridade. Vigitel, 2015
Tabela 53 Percentual de adultos (≥ 18 anos) que referiram diagnóstico médico de diabetes, por 122
sexo, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Tabela 54 Percentual de indivíduos que referiram diagnóstico médico de diabetes no conjunto 124
da população adulta (≥ 18 anos) das capitais dos estados brasileiros e do Distrito
Federal, por sexo, segundo idade e anos de escolaridade. Vigitel, 2015
Tabela 55 Percentual de adultos (≥ 18 anos) que referiram diagnóstico médico de dislipidemia, 125
por sexo, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Tabela 56 Percentual de indivíduos que referiram diagnóstico médico de dislipidemia no 127
conjunto da população adulta (≥ 18 anos) das capitais dos estados brasileiros e do
Distrito Federal, por sexo, segundo idade e anos de escolaridade. Vigitel, 2015

Lista de quadros

Quadro 1 Linhas telefônicas sorteadas, linhas telefônicas elegíveis e entrevistas realizadas nas 21
capitais dos estados brasileiros e no Distrito Federal. Vigitel, 2015
Quadro 2 Indicadores do Vigitel que apresentaram variação temporal significativa no período. 129
População adulta (≥ 18 anos) de ambos os sexos das capitais dos 26 estados
brasileiros e do Distrito Federal (2006-2015)
Quadro 3 Indicadores do Vigitel que apresentaram variação temporal estatisticamente 131
significativa no período, por sexo. População adulta (≥ 18 anos) das capitais dos
estados brasileiros e do Distrito Federal (2006-2015)
Lista de figuras

Figura 1 Percentual de homens (≥ 18 anos) fumantes, segundo as capitais dos estados 34


brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 2 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) fumantes, segundo as capitais dos estados 34
brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel 2015
Figura 3 Percentual de homens (≥ 18 anos) que fumam 20 ou mais cigarros por dia, segundo 37
as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 4 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) que fumam 20 ou mais cigarros por dia, segundo 37
as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 5 Percentual de homens (≥ 18 anos) fumantes passivos no domicílio, segundo as 40
capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 6 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) fumantes passivas no domicílio, segundo as 40
capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 7 Percentual de homens (≥ 18 anos) fumantes passivos no local de trabalho, segundo 43
as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 8 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) fumantes passivas no local de trabalho, segundo 43
as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 9 Percentual de homens (≥ 18 anos) com excesso de peso (Índice de Massa Corporal ≥ 47
25 kg/m2), segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 10 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) com excesso de peso (Índice de Massa Corporal ≥ 47
25 kg/m2), segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 11 Percentual de homens (≥ 18 anos) com obesidade (Índice de Massa Corporal ≥ 30 50
kg/m2) segundo as capitais dos estados brasileiros e Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 12 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) com obesidade (Índice de Massa Corporal ≥ 30 50
kg/m2), segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 13 Percentual de homens (≥ 18 anos) que consomem frutas e hortaliças em cinco ou 54
mais dias da semana, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal.
Vigitel, 2015
Figura 14 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) que consomem frutas e hortaliças em cinco ou 54
mais dias da semana, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal.
Vigitel, 2015
Figura 15 Percentual de homens (≥ 18 anos) que consomem cinco ou mais porções diárias de 58
frutas e hortaliças, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal.
Vigitel, 2015
Figura 16 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) que consomem cinco ou mais porções diárias de 58
frutas e hortaliças, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal.
Vigitel, 2015
Figura 17 Percentual de homens (≥ 18 anos) que costumam consumir carnes com excesso de 61
gordura, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 18 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) que costumam consumir carnes com excesso de 61
gordura, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 19 Percentual de homens (≥ 18 anos) que costumam consumir leite com teor integral de 64
gordura, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 20 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) que costumam consumir leite com teor integral de 64
gordura, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 21 Percentual de homens (≥ 18 anos) que consomem alimentos doces em cinco ou 67
mais dias da semana, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal.
Vigitel, 2015
Figura 22 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) que consomem alimentos doces em cinco ou 67
mais dias da semana, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal.
Vigitel, 2015
Figura 23 Percentual de homens (≥ 18 anos) que consomem refrigerantes em cinco ou mais dias 70
da semana, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 24 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) que consomem refrigerantes em cinco ou mais 70
dias da semana, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal.
Vigitel, 2015
Figura 25 Percentual de homens (≥ 18 anos) que consomem feijão em cinco ou mais dias da 73
semana, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 26 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) que consomem feijão em cinco ou mais dias da 73
semana, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 27 Percentual de homens (≥ 18 anos) que substituem a comida do almoço ou jantar por 76
lanches sete ou mais vezes por semana, segundo as capitais dos estados brasileiros e
o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 28 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) que substituem a comida do almoço ou jantar por 76
lanches sete ou mais vezes por semana, segundo as capitais dos estados brasileiros e
o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 29 Percentual de homens (≥ 18 anos) que consideram seu consumo de sal alto ou muito 80
alto, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 30 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) que consideram seu consumo de sal alto ou muito 80
alto, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 31 Percentual de homens (≥ 18 anos) que praticam atividades físicas no tempo livre 84
equivalentes a pelo menos 150 minutos de atividade de intensidade moderada por
semana, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 32 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) que praticam atividades físicas no tempo livre 84
equivalentes a pelo menos 150 minutos de atividade de intensidade moderada por
semana, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 33 Percentual de homens (≥ 18 anos) que praticam atividades físicas no deslocamento 87
equivalentes a pelo menos 150 minutos de atividade de intensidade moderada por
semana, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 34 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) que praticam atividades físicas no deslocamento 87
equivalentes a pelo menos 150 minutos de atividade de intensidade moderada por
semana, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 35 Percentual de homens (≥ 18 anos) com prática insuficiente de atividade física, 91
segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 36 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) com prática insuficiente de atividade física, 91
segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 37 Percentual de homens (≥ 18 anos) fisicamente inativos, segundo as capitais dos 95
estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 38 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) fisicamente inativas, segundo as capitais dos 95
estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 39 Percentual de homens (≥ 18 anos) que despendem três ou mais horas diárias vendo 98
televisão, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 40 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) que despendem três ou mais horas diárias vendo 98
televisão, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 41 Percentual de homens (≥ 18 anos) que, nos últimos 30 dias, consumiram cinco ou 101
mais doses de bebida alcoólica em uma mesma ocasião, segundo as capitais dos
estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 42 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) que, nos últimos 30 dias, consumiram quatro 101
ou mais doses de bebida alcoólica em uma mesma ocasião, segundo as capitais dos
estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 43 Percentual de homens (≥ 18 anos) que referiram conduzir veículos motorizados 105
após consumo de qualquer quantidade de bebida alcoólica, segundo as capitais dos
estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 44 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) que referiram conduzir veículos motorizados 105
após consumo de qualquer quantidade de bebida alcoólica, segundo as capitais dos
estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 45 Percentual de homens (≥ 18 anos) que avaliaram negativamente o seu estado de 109
saúde, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 46 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) que avaliaram negativamente o seu estado de 109
saúde, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 47 Percentual de mulheres (50 a 69 anos de idade) que realizaram mamografia pelo 113
menos uma vez nos últimos dois anos, segundo as capitais dos estados brasileiros e
o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 48 Percentual de mulheres (de 25 a 64 anos de idade) que realizaram exame de citologia 116
oncótica para câncer de colo do útero pelo menos uma vez nos últimos três anos,
segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 49 Percentual de homens (≥ 18 anos) que referiram diagnóstico médico de hipertensão 120
arterial, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 50 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) que referiram diagnóstico médico de hipertensão 120
arterial, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 51 Percentual de homens (≥ 18 anos) que referiram diagnóstico médico de diabetes, 123
segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 52 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) que referiram diagnóstico médico de diabetes, 123
segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 53 Percentual de homens (≥ 18 anos) que referiram diagnóstico médico de dislipidemia, 126
segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Figura 54 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) que referiram diagnóstico médico de dislipidemia, 126
segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Página em branco
Sumário

Apresentação   17

1 Introdução  19

2 Aspectos metodológicos 20
2.1 Amostragem 20
2.2 Inferência de estimativas para o total da população
adulta de cada cidade 22
2.3 Coleta de dados 23
2.4 Indicadores 24
2.5 Imputação de dados de peso e altura 30
2.6 Estimativas de indicadores para 2015 30
2.7 Estimativas da variação temporal de indicadores (2006-2015) 30
2.8 Aspectos éticos 31

3 Estimativas de indicadores para 2015 32


3.1 Tabagismo 32
3.2 Excesso de peso e obesidade 45
3.3 Consumo alimentar 52
3.4 Atividade física 82
3.5 Consumo de bebidas alcoólicas 99
3.6 Condução de veículo motorizado após consumo
de bebidas alcoólicas 103
3.7 Autoavaliação do estado de saúde 107
3.8 Prevenção de câncer 111
3.9 Morbidade referida 117

4 Estimativas da variação temporal de indicadores (2006-2015)  128

Referências 132

Anexos 135

Anexo A Questionário do Vigitel 2015 137


Anexo B Estimativas para a distribuição (%) da população adulta
total (2015) e da população adulta com telefone (2015),
segundo variáveis sociodemográficas 157
Página em branco
VIGITEL Brasil 2015

Apresentação

Esta publicação divulga resultados do décimo ano de operação (2015) do Vigitel –


Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
Desde 2006, implantado em todas as capitais dos 26 estados brasileiros e no
Distrito Federal, o Vigitel vem cumprindo, com grande eficiência, seu objetivo de
monitorar a frequência e distribuição dos principais determinantes das doenças
crônicas não transmissíveis (DCNT) por inquérito telefônico. O Vigitel compõe
o sistema de Vigilância de Fatores de Risco de DCNT do Ministério da Saúde e,
conjuntamente com outros inquéritos, como os domiciliares e em populações
escolares, vem ampliando o conhecimento sobre as DCNT no País.
Além de atualizar a frequência e a distribuição dos principais indicadores do
Vigitel para o ano de 2015, a presente publicação descreve a evolução anual desses
indicadores desde 2006, completando dez anos de tendências de forma contínua,
constituindo o inquérito mais longevo do País. Com isso, o Ministério da Saúde
cumpre a tarefa de monitorar os principais determinantes das DCNT no Brasil,
contribuindo na formulação de políticas públicas que promovam a melhoria da
qualidade de vida da população brasileira. Os resultados desse sistema subsidiam
o monitoramento das metas propostas no Plano de Ações Estratégicas para o
Enfrentamento das Doenças Crônicas no Brasil, 2011-2022 (BRASIL, 2011a)
e também no Plano Regional (OPAS, 2014) e no Plano de Ação Global para a
Prevenção e Controle das DCNT, da Organização Mundial da Saúde (WHO, 2013).

17
Página em branco
VIGITEL Brasil 2015

1 Introdução

As doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) são um dos maiores problemas de


saúde pública da atualidade. Estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS)
indicam que as DCNT são responsáveis por 63% de um total de 36 milhões de mortes
ocorridas no mundo em 2008 (WHO, 2011a). No Brasil as DCNT são igualmente
relevantes, tendo sido responsáveis, em 2011, por 68,3% do total de mortes, com
destaque para doenças cardiovasculares (30,4%), as neoplasias (16,4%), as doenças
respiratórias (6%) e o diabetes (5,3%) (Malta et al., 2014). Séries históricas de
estatísticas de mortalidade disponíveis para as capitais dos estados brasileiros indicam
que a proporção de mortes por DCNT aumentou em mais de três vezes entre 1930 e
2006 (Malta et al., 2006).
De acordo com a OMS, um pequeno conjunto de fatores de risco responde
pela grande maioria das mortes por DCNT e por fração substancial da carga de
doenças devida a essas enfermidades. Entre esses fatores, destacam-se o tabagismo,
o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, dietas inadequadas e a inatividade física
(WHO, 2011a).
Por conta da potencial relevância das DCNT na definição do perfil epidemiológico
da população brasileira e, mais importante, em face de que os fatores de risco para
essas doenças são passíveis de prevenção, o Ministério da Saúde implantou, em 2006,
a Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito
Telefônico (Vigitel). Essa implantação se fez por intermédio da Secretaria de Vigilância
em Saúde, contando com o suporte técnico do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas
em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo (Nupens/USP).
Nesta publicação são apresentados resultados relativos ao décimo ano (2015) de
operação do Vigitel. Esses resultados, somados àqueles divulgados nos anos anteriores
(Brasil, 2007; 2008; 2009; 2010; 2011b; 2012; 2013b; 2014; 2015), dotam todas as
capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal de informações atualizadas sobre
a frequência, distribuição e evolução dos principais fatores que determinam doenças
crônicas em nosso meio.
A atualização contínua desses indicadores se torna imprescindível para o
monitoramento das metas previstas no Plano de Ações Estratégicas para o
Enfrentamento das Doenças Crônicas no Brasil, 2011-2022 (BRASIL, 2011a;
Malta et al., 2013), e também no Plano Regional (OPAS, 2014) e no Plano de
Ação Global para a Prevenção e Controle das DCNT, da Organização Mundial da
Saúde (WHO, 2013).

19
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

2 Aspectos metodológicos

2.1 Amostragem

Os procedimentos de amostragem empregados pelo Vigitel visam obter, em cada uma


das capitais dos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal, amostras probabilísticas da
população de adultos (≥ 18 anos de idade) que residem em domicílios servidos por ao
menos uma linha telefônica fixa. O sistema estabelece um tamanho amostral mínimo
de aproximadamente 2 mil indivíduos em cada cidade para estimar com coeficiente
de confiança de 95% e erro máximo de dois pontos percentuais a frequência de
qualquer fator de risco na população adulta. Erros máximos de três pontos percentuais
são esperados para estimativas específicas, segundo sexo, assumindo-se proporções
semelhantes de homens e mulheres na amostra (WHO, 1991).
A primeira etapa da amostragem do Vigitel consiste no sorteio de, no mínimo, 5
mil linhas telefônicas por cidade. Este sorteio, sistemático e estratificado por código
de endereçamento postal (CEP), é realizado a partir do cadastro eletrônico de linhas
residenciais fixas das empresas telefônicas. A seguir, as linhas sorteadas em cada cidade
são ressorteadas e divididas em réplicas de 200 linhas, cada réplica reproduzindo a
mesma proporção de linhas por CEP do cadastro original. A divisão da amostra integral
em réplicas é feita, essencialmente, em função da dificuldade em estimar previamente a
proporção das linhas do cadastro que serão elegíveis para o sistema (linhas residenciais
ativas). No ano de 2015, a partir dos cadastros telefônicos das quatro maiores empresas
(Oi, GVT, Telefônica e Embratel/Claro) servindo as 26 capitais e o Distrito Federal,
foram inicialmente sorteadas 135 mil linhas telefônicas (5 mil por cidade, compondo
25 réplicas). Para conseguir alcançar o número mínimo de cerca de 2 mil entrevistas
em cada capital foram utilizadas, em média, 21,5 réplicas por cidade, variando entre 18
réplicas em Belo Horizonte e 25 réplicas em Belém e Manaus.
A segunda etapa da amostragem do Vigitel consiste no sorteio de um dos adultos
(≥ 18 anos de idade) residentes no domicílio sorteado. Essa etapa é executada após
a identificação, entre as linhas sorteadas, daquelas que são elegíveis para o sistema.
Não são elegíveis para o sistema as linhas que: correspondem a empresas, não mais
existem ou se encontram fora de serviço, além das linhas que não respondem a
seis tentativas de chamadas feitas em dias e horários variados, incluindo sábados e
domingos e períodos noturnos, e que, provavelmente, correspondem a domicílios
fechados. No ano de 2015, no conjunto das 26 capitais e do Distrito Federal, o Vigitel
fez ligações para 116 mil linhas telefônicas distribuídas em 580 réplicas, identificando
76.703 linhas elegíveis. Ao final, foram completadas 54.174 entrevistas, o que indica
uma taxa de sucesso do sistema de 70,6%, variando entre 69,0% no Rio de Janeiro e
72,6% em Palmas. O Quadro 1 sumariza o desempenho do sistema Vigitel em cada
uma das cidades estudadas.

20
VIGITEL Brasil 2015

Quadro 1 Linhas telefônicas sorteadas, linhas telefônicas elegíveis e entrevistas realizadas nas capitais dos estados
brasileiros e no Distrito Federal. Vigitel, 2015

Número de linhas Número de entrevistas


Capitais/DF telefônicas* realizadas
Sorteadas** Elegíveis Total Homens Mulheres
Aracaju 4.000 2.833 2.005 745 1.260
Belém 5.000 2.770 2.003 809 1.194
Belo Horizonte 3.800 2.802 2.007 779 1.228
Boa Vista 4.800 2.883 2.026 808 1.218
Campo Grande 4.600 2.813 2.007 785 1.222
Cuiabá 4.400 2.879 2.006 659 1.347
Curitiba 4.200 2.811 2.002 830 1.172
Florianópolis 4.200 2.876 2.005 710 1.295
Fortaleza 4.400 2.805 2.001 739 1.262
Goiânia 4.000 2.856 2.003 638 1.365
João Pessoa 4.400 2.839 2.000 708 1.292
Macapá 3.800 2.844 2.011 792 1.219
Maceió 4.800 2.861 2.005 765 1.240
Manaus 3.800 2.812 2.006 759 1.247
Natal 5.000 2.861 2.017 748 1.269
Palmas 4.400 2.852 2.002 877 1.125
Porto Alegre 4.400 2.759 2.013 793 1.220
Porto Velho 4.600 2.871 2.004 797 1.207
Recife 4.200 2.845 2.010 717 1.293
Rio Branco 4.400 2.883 2.011 712 1.299
Rio de Janeiro 4.400 2.878 2.012 727 1.285
Salvador 4.000 2.915 2.002 712 1.290

São Luís 3.800 2.829 2.005 719 1.286

São Paulo 4.600 2.776 2.002 805 1.197


Teresina 4.200 2.829 2.001 769 1.232
Vitória 4.000 2.855 2.001 683 1.318
Distrito Federal 3.800 2.866 2.007 783 1.224
Total 116.000 76.703 54.174 20.368 32.653

Fonte: SVS/MS.
* 5 mil linhas foram inicialmente sorteadas em cada cidade e divididas em réplicas de 200 linhas. São sumarizadas
aqui apenas as linhas pertencentes às réplicas efetivamente utilizadas no Vigitel 2015.
** Apenas aquelas pertencendo a réplicas efetivamente utilizadas no Vigitel 2015.
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.

21
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Cerca de 20% das linhas elegíveis para as quais não houve entrevista corresponderam
a situações em que não foi possível o contato telefônico inicial com seus usuários (linhas
permanentemente ocupadas, sem resposta ou conectadas à secretária eletrônica) ou
quando não foi possível encontrar o indivíduo sorteado no domicílio mesmo após várias
tentativas de aprazamento e depois de seis ligações feitas em dias e horários variados.
Recusas em participar do sistema de monitoramento no contato inicial com o domicílio
ou após o sorteio do indivíduo a ser entrevistado foram observadas em 2,9% das linhas
elegíveis, variando de 1,5% em Palmas a 6,5% no Rio de Janeiro. O total de ligações
telefônicas feitas pelo Vigitel em 2015 foi de 877.619, o que corresponde a 16 ligações por
entrevista completa. O tempo médio de duração das entrevistas realizadas pelo sistema
em 2015 foi de aproximadamente 9,5 minutos, variando entre 3,5 e 59 minutos.

2.2 Inferência de estimativas para o total da população adulta de


cada cidade

Uma vez que a amostra de adultos entrevistada pelo Vigitel foi extraída a partir
do cadastro das linhas telefônicas residenciais existentes em cada cidade, ela só
permite, rigorosamente, inferências populacionais para a população adulta que
reside em domicílios cobertos pela rede de telefonia fixa. A cobertura dessa rede,
embora crescente, não é evidentemente universal, podendo ser particularmente
baixa em cidades economicamente menos desenvolvidas e nos estratos de menor
nível socioeconômico. Estimativas calculadas para este relatório a partir da Pesquisa
de Orçamentos Familiares (POF) realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE) entre 2008 e 2009 em uma amostra probabilística de mais de 55 mil
domicílios de todas as regiões do País indicam que 66,7% dos domicílios existentes
no conjunto das 26 capitais e do Distrito Federal eram servidos por linhas telefônicas
fixas, variando entre 28,7% em Macapá e 83,6% em Florianópolis.
Quando dados individuais de um inquérito populacional são utilizados sem pesos,
todos os indivíduos estudados contribuem da mesma forma para as estimativas
geradas pelo inquérito. Este procedimento se aplica quando cada indivíduo estudado
tenha tido a mesma probabilidade de ser selecionado para o estudo e quando as taxas
de não cobertura do cadastro populacional empregado e as taxas de não participação
no inquérito sejam iguais em todos os estratos da população. Quando essas situações
não são observadas, como no caso do Vigitel, a atribuição de pesos para os indivíduos
estudados é recomendada.
O peso atribuído inicialmente a cada indivíduo entrevistado pelo Vigitel em cada
uma das 26 capitais e no Distrito Federal leva em conta dois fatores. O primeiro desses
fatores é o inverso do número de linhas telefônicas no domicílio do entrevistado. Este
fator corrige a maior chance que indivíduos de domicílios com mais de uma linha
telefônica tiveram de ser selecionados para a amostra. O segundo fator é o número de
adultos no domicílio do entrevistado. Este fator corrige a menor chance que indivíduos
de domicílios habitados por mais pessoas tiveram de ser selecionados para a amostra.
O produto desses dois fatores fornece um peso amostral que permite a obtenção de
estimativas confiáveis para a população adulta com telefone em cada cidade.

22
VIGITEL Brasil 2015

O peso final atribuído a cada indivíduo entrevistado pelo sistema Vigitel,


denominado pós-estratificação, objetiva a inferência estatística dos resultados do
sistema para a população adulta de cada cidade. Em essência, o uso deste peso iguala
a composição sociodemográfica estimada para a população de adultos com telefone
a partir da amostra Vigitel em cada cidade à composição sociodemográfica que se
estima para a população adulta total da mesma cidade no mesmo ano de realização
do levantamento.
As variáveis consideradas na composição sociodemográfica da população total e
da população com telefone são: sexo (feminino e masculino), faixa etária (18-24, 25-
34, 35-44, 45-54, 55-64 e 65 e mais anos de idade) e nível de instrução (sem instrução
ou fundamental incompleto, fundamental completo ou médio incompleto, médio
completo ou superior incompleto e superior completo).
O peso pós-estratificação de cada indivíduo da amostra Vigitel foi calculado pelo
método rake (Graham, 1983) utilizando rotina específica do programa SAS (Izrael
et al., 2000). Esse método utiliza procedimentos iterativos que levam em conta sucessivas
comparações entre estimativas da distribuição de cada variável sociodemográfica na
amostra Vigitel e na população total da cidade. Essas comparações culminam no encontro
de pesos que, aplicados à amostra Vigitel, igualam sua distribuição sociodemográfica à
distribuição estimada para a população total da cidade.
A distribuição de cada variável sociodemográfica estimada para cada cidade em
2015 foi obtida a partir de projeções que levaram em conta a distribuição da variável
nos Censos Demográficos de 2000 e 2010 e sua variação anual média (taxa geométrica)
no período intercensitário.
O peso pós-estratificação é empregado para gerar todas as estimativas fornecidas
pelo sistema para cada uma das 26 capitais e o Distrito Federal e para o conjunto da
população residente nas 27 cidades.

2.3 Coleta de dados

As entrevistas telefônicas realizadas pelo Vigitel no ano de 2015 foram feitas entre
os meses de maio e dezembro de 2015 e, como nos anos anteriores, foram realizadas
por uma empresa especializada. A equipe responsável pelas entrevistas, envolvendo
aproximadamente 40 entrevistadores, dois supervisores e um coordenador, recebeu
treinamento prévio e foi supervisionada durante a operação do sistema por
pesquisadores do Nupens/USP e técnicos da Secretaria de Vigilância em Saúde do
Ministério da Saúde.
O questionário do Vigitel (Anexo A) foi construído de modo a viabilizar a
opção do sistema pela realização de entrevistas telefônicas feitas com o emprego de
computadores, ou seja, entrevistas cujas perguntas são lidas diretamente na tela de um
monitor de vídeo e cujas respostas são registradas direta e imediatamente em meio
eletrônico. Este questionário permite, ainda, o sorteio automático do membro do
domicílio que será entrevistado, o salto automático de questões não aplicáveis em face
de respostas anteriores, a crítica imediata de respostas não válidas e a cronometragem
da duração da entrevista, além de propiciar a alimentação direta e contínua no banco
de dados do sistema.

23
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

As perguntas do questionário Vigitel 2015 abordam: a) características


demográficas e socioeconômicas dos indivíduos (idade, sexo, estado civil, raça/
cor, nível de escolaridade e número de pessoas no domicílio, número de adultos
e número de linhas telefônicas); b) características do padrão de alimentação e
de atividade física associadas à ocorrência de DCNT (por exemplo: frequência
do consumo de frutas e hortaliças e de alimentos fonte de gordura saturada e
frequência e duração da prática de exercícios físicos e do hábito de assistir à
televisão); c) peso e altura referidos; d) frequência do consumo de cigarros e de
bebidas alcoólicas; e) autoavaliação do estado de saúde do entrevistado, referência
a diagnóstico médico anterior de hipertensão arterial, diabetes e dislipidemias;
f) realização de exames para detecção precoce de câncer em mulheres; g) posse
de plano de saúde ou convênio médico; h) questões relacionadas a situações
no trânsito; i) estudo piloto sobre avaliação da atenção básica. O processo
de construção do questionário do sistema levou em conta vários modelos de
questionários simplificados utilizados por sistemas de monitoramento de fatores
de risco para doenças crônicas (Remington et al., 1988; WHO, 2001) e a
experiência acumulada em testes de implantação do sistema realizados, em 2003,
no município de São Paulo (Monteiro et al., 2005), em 2004, no município de
Botucatu, interior de São Paulo (Carvalhaes; MOURA; MONTEIRO, 2008),
e, em 2005, em cinco capitais de estados brasileiros pertencentes às regiões Norte,
Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste (Belém, Salvador, São Paulo, Florianópolis
e Goiânia) (Monteiro et al., 2007), além da experiência adquirida pelo sistema
desde 2006.

2.4 Indicadores

A seleção dos indicadores apresentados neste relatório considerou sua importância


para a determinação da carga total de doença estimada pela OMS para a região
das Américas (WHO, 2005a). Entre os fatores de risco foram incluídos hábito de
fumar, excesso de peso, consumo de refrigerantes, doces e de alimentos fontes de
gordura saturada, inatividade física e o consumo de bebidas alcoólicas, além da
referência ao diagnóstico médico de hipertensão arterial, diabetes e dislipidemias.
Entre os fatores de proteção foram incluídos a prática de atividade física no tempo
livre e no deslocamento para o trabalho, curso ou escola, o consumo de frutas
e hortaliças e de feijão e a realização de exames para detecção precoce de tipos
comuns de cânceres em mulheres (mamografia e citologia oncótica para câncer de
colo de útero). Outras informações geradas pelo sistema podem ser acessadas em
publicações complementares.
Os indicadores apresentados, organizados por blocos, são definidos a seguir.

Tabagismo
Percentual de fumantes: número de indivíduos fumantes/número de indivíduos
entrevistados. Foi considerado fumante o indivíduo que respondeu positivamente à
questão “O(a) sr.(a) fuma?”, independente do número de cigarros, da frequência e da
duração do hábito de fumar.

24
VIGITEL Brasil 2015

Percentual de fumantes com consumo de 20 ou mais cigarros por dia: número de


indivíduos que fumam 20 ou mais cigarros por dia/número de indivíduos entrevistados,
conforme resposta à questão: “Quantos cigarros o(a) sr.(a) fuma por dia?”
Percentual de fumantes passivos no domicílio: número de indivíduos não
fumantes que relatam que pelo menos um dos moradores do seu domicílio costuma
fumar dentro de casa/número de indivíduos entrevistados, conforme resposta à
questão: “Alguma das pessoas que mora com o(a) sr.(a) costuma fumar dentro de casa?”
Percentual de fumantes passivos no local de trabalho: número de indivíduos não
fumantes que relatam que pelo menos uma pessoa costuma fumar no seu ambiente de
trabalho/número de indivíduos entrevistados, conforme resposta à questão: “Algum
colega do trabalho costuma fumar no mesmo ambiente onde o(a) sr.(a) trabalha?”

Excesso de peso e obesidade


Percentual de adultos com excesso de peso: número de indivíduos com excesso de
peso/número de indivíduos entrevistados. Foi considerado com excesso de peso o
indivíduo com Índice de Massa Corporal (IMC) ≥ 25 kg/m2 (WHO, 2000), calculado
a partir do peso em quilos dividido pelo quadrado da altura em metros, ambos
autorreferidos, conforme as questões: “O(a) sr.(a) sabe seu peso (mesmo que seja valor
aproximado)?”, “O(a) sr. (a) sabe sua altura?”
Percentual de adultos com obesidade: número de indivíduos com obesidade/
número de indivíduos entrevistados. Foi considerado com obesidade o indivíduo
com Índice de Massa Corporal (IMC) ≥ 30 kg/m2 (WHO, 2000), calculado a partir do
peso em quilos dividido pelo quadrado da altura em metros, ambos autorreferidos,
conforme as questões: “O(a) sr.(a) sabe seu peso (mesmo que seja valor aproximado)?”,
“O(a) sr.(a) sabe sua altura?”

Consumo alimentar
Percentual de adultos que consomem frutas e hortaliças regularmente: número de
indivíduos que consomem frutas e hortaliças em cinco ou mais dias da semana/número de
indivíduos entrevistados. O consumo desses alimentos foi estimado a partir de respostas
às questões: “Em quantos dias da semana o(a) sr.(a) costuma comer frutas?”, “Em quantos
dias da semana o(a) sr.(a) costuma tomar suco de frutas natural?” e “Em quantos dias da
semana o(a) sr.(a) costuma comer pelo menos um tipo de verdura ou legume (alface, tomate,
couve, cenoura, chuchu, berinjela, abobrinha – não vale batata, mandioca ou inhame)?”
Percentual de adultos que consomem frutas e hortaliças conforme recomendado:
número de indivíduos com consumo recomendado de frutas e de hortaliças/número de
indivíduos entrevistados. A recomendação para o consumo de frutas e hortaliças é de
cinco porções diárias. Dada a dificuldade em se transmitir aos entrevistados o conceito
de porções de alimentos, considerou-se o consumo de uma fruta ou de um suco de fruta
como equivalente a uma porção, limitando-se em três o número máximo de porções
diárias computado para frutas e em um o número máximo computado para sucos. No
caso de hortaliças, computou-se número máximo de quatro porções diárias, situação que
caracteriza indivíduos que informam o hábito de consumir saladas de hortaliças cruas
no almoço e no jantar e verduras e legumes cozidos também no almoço e no jantar. A
recomendação para o consumo de frutas e hortaliças foi considerada alcançada quando

25
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

o indivíduo referia o consumo desses alimentos em pelo menos cinco dias da semana
e quando a soma das porções consumidas diariamente desses alimentos totalizava pelo
menos cinco. As questões relacionadas ao número de porções são as seguintes “Em
quantos dias da semana o(a) sr.(a) costuma comer salada de alface e tomate ou salada de
qualquer outra verdura ou legume cru?” e “Num dia comum, o(a) sr.(a) come este tipo de
salada: no almoço, no jantar ou ambos?”, “Em quantos dias da semana o(a) sr.(a) costuma
comer verdura ou legume cozido junto com a comida ou na sopa, como por exemplo,
couve, cenoura, chuchu, berinjela, abobrinha, sem contar batata, mandioca ou inhame?”
e “Num dia comum, o(a) sr.(a) come verdura ou legume cozido...no almoço, no jantar ou
ambos?”, “Num dia comum, quantas copos o(a) sr.(a) toma de suco de frutas natural?” e
“Num dia comum, quantas vezes o(a) sr.(a) come frutas?”
Percentual de indivíduos que consomem carnes com excesso de gordura:
número de indivíduos que costumam consumir carnes com gordura/número de
indivíduos entrevistados, conforme resposta às questões: “Quando o(a) sr.(a) come
carne vermelha com gordura, o(a) sr.(a) costuma: comer com a gordura?” ou “Quando
o(a) sr.(a) come frango/galinha com pele, o(a) sr.(a) costuma: comer com a pele?”
Percentual de adultos que consomem leite com teor integral de gordura:
número de indivíduos que costumam consumir leite com teor integral de gordura/
número de indivíduos entrevistados. Foram consideradas as respostas ‘leite integral’,
‘os dois tipos’ ou ‘não sabe’ à questão: “Quando o sr.(a) toma leite, que tipo de leite
costuma tomar?”. Essa pergunta só é feita para aqueles que referem consumir leite
pelo menos uma vez na semana, dada pela questão: “Em quantos dias da semana o(a)
sr.(a) costuma tomar leite?”
Percentual de adultos que consomem alimentos doces regularmente: número
de indivíduos que costumam consumir alimentos doces em cinco ou mais dias por
semana/número de indivíduos entrevistados, em resposta à questão: “Em quantos
dias da semana o sr.(a) costuma comer alimentos doces, tais como: sorvetes, chocolates,
bolos, biscoitos ou doces?”
Percentual de adultos que consomem refrigerantes em cinco ou mais dias da
semana: número de indivíduos que costumam consumir refrigerante (ou refresco/suco
artificial) em cinco ou mais dias por semana/número de indivíduos entrevistados, em
resposta à questão: “Em quantos dias da semana o(a) sr.(a) costuma tomar refrigerante
ou suco artificial?”, independente da quantidade e do tipo.
Percentual de adultos que consomem feijão em cinco ou mais dias da semana:
número de indivíduos que referem consumir feijão em cinco ou mais dias por
semana/número de indivíduos entrevistados, em resposta à questão “Em quantos dias
da semana o(a) sr.(a) costuma comer feijão?”
Percentual de adultos que substituem a comida do almoço ou jantar por lanches
sete vezes ou mais vezes por semana: número de indivíduos que referem trocar a
comida do almoço ou jantar por lanches sete vezes ou mais por semana/número
de indivíduos entrevistados, conforme combinação das respostas às questões: “Em
quantos dias da semana o(a) sr.(a) costuma trocar a comida do almoço por sanduíches,
salgados, pizza ou outros lanches?” e “Em quantos dias da semana o(a) sr.(a) costuma
trocar a comida do jantar por sanduíches, salgados, pizza ou outros lanches?”

26
VIGITEL Brasil 2015

Percentual de adultos que consideram seu consumo de sal alto ou muito


alto: número de indivíduos que consideram seu consumo de sal alto, somando a
comida preparada na hora e os alimentos industrializados/número de indivíduos
entrevistados, conforme a resposta à questão: “Somando a comida preparada na hora
e os alimentos industrializados, o sr. (a) acha que o seu consumo de sal é: muito alto,
alto, adequado, baixo, muito baixo?”

Atividade física
Percentual de adultos que praticam atividades físicas no tempo livre equivalentes
a pelo menos 150 minutos de atividade de intensidade moderada por semana:
número de indivíduos que praticam pelo menos 150 minutos semanais de atividade
física de intensidade moderada ou pelo menos 75 minutos semanais de atividade
física de intensidade vigorosa/ número de indivíduos entrevistados. Atividade com
duração inferior a 10 minutos não é considerada para efeito do cálculo da soma
diária de minutos despendidos pelo indivíduo com exercícios físicos (HASKELL
et al., 2007; WHO, 2010). Caminhada, caminhada em esteira, musculação,
hidroginástica, ginástica em geral, natação, artes marciais e luta, ciclismo e voleibol/
futevôlei e dança foram classificados como práticas de intensidade leve ou moderada;
corrida, corrida em esteira, ginástica aeróbica, futebol/futsal, basquetebol e tênis
foram classificados como práticas de intensidade vigorosa (AINSWORTH et al.,
2011). Este indicador é estimado a partir das questões: “Nos últimos três meses, o(a)
sr.(a) praticou algum tipo de exercício físico ou esporte?”, “Qual o tipo principal de
exercício físico ou esporte que o(a) sr.(a) praticou?”, “O(a) sr.(a) pratica o exercício
pelo menos uma vez por semana?”, “Quantos dias por semana o(a) sr.(a) costuma
praticar exercício físico ou esporte?” e “No dia que o(a) sr.(a) pratica exercício ou
esporte, quanto tempo dura esta atividade?”
Percentual de adultos que praticam atividades físicas no deslocamento
equivalentes a pelo 150 minutos de atividade de intensidade moderada por
semana: número de indivíduos que se deslocam para o trabalho ou escola de bicicleta
ou caminhando e que despendem pelo menos 30 minutos diários no percurso de
ida e volta/número de indivíduos entrevistados. São consideradas as questões sobre
deslocamento para trabalho e/ou curso e/ou escola, conforme a seguir: “Para ir ou
voltar ao seu trabalho, faz algum trajeto a pé ou de bicicleta?”, “Quanto tempo o(a) sr.(a)
gasta para ir e voltar neste trajeto (a pé ou de bicicleta)?”, “Atualmente, o(a) sr.(a) está
frequentando algum curso/escola ou leva alguém em algum curso/escola?” e “Para ir ou
voltar a este curso ou escola, faz algum trajeto a pé ou de bicicleta?” e “Quanto tempo
o(a) sr.(a) gasta para ir e voltar neste trajeto (a pé ou de bicicleta)?”
Percentual de adultos (≥ 18 anos) com prática insuficiente de atividade física:
número de indivíduos cuja soma de minutos despendidos em atividades físicas no
tempo livre, no deslocamento para o trabalho/escola e na atividade ocupacional
não alcança o equivalente a, pelo menos, 150 minutos semanais de atividades
de intensidade moderada (ou pelo menos 75 minutos semanais de atividades de
intensidade vigorosa)/número de indivíduos entrevistados. Atividades físicas
com duração inferior a 10 minutos não são consideradas para efeito do cálculo da

27
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

soma semanal de minutos despendidos (HASKELL et al., 2007; WHO, 2010). Este
indicador é estimado a partir das questões já mencionadas sobre atividades físicas
no tempo livre e no deslocamento e de questões sobre a atividade ocupacional do
indivíduo: “Nos últimos três meses o(a) sr.(a) trabalhou?”, “No seu trabalho, o(a)
sr.(a) carrega peso ou faz outra atividade pesada?”, “Em uma semana normal, em
quantos dias o(a) sr.(a) faz essas atividades no seu trabalho?”, “Quando realiza essas
atividades, quanto tempo costuma durar?”
Percentual de adultos fisicamente inativos: número de indivíduos fisicamente
inativos/número de indivíduos entrevistados. Foi considerado fisicamente inativo o
adulto que não praticou qualquer atividade física no tempo livre nos últimos três
meses e que não realizou esforços físicos intensos no trabalho, não se deslocou para
o trabalho ou curso/escola caminhando ou de bicicleta perfazendo um mínimo de
20 minutos no percurso de ida e volta e não foi responsável pela limpeza pesada de
sua casa. Este indicador é construído com base nas questões já mencionadas sobre
atividades físicas no tempo livre, no deslocamento e na atividade ocupacional e em
questões sobre atividades físicas na limpeza da própria casa: “Quem costuma fazer a
faxina da sua casa?” e “Quem costuma fazer a parte pesada da faxina da sua casa?”
Percentual de adultos que despendem três ou mais horas diárias vendo televisão:
número de indivíduos que referem o hábito de ver televisão três ou mais horas por dia/
número de indivíduos entrevistados, a partir da resposta dada para a questão “Em média,
quantas horas por dia o(a) sr.(a) costuma ficar assistindo televisão?”

Consumo abusivo de bebidas alcoólicas


Percentual de adultos que consumiram bebidas alcoólicas de forma abusiva:
número de adultos que consumiram bebida alcoólica de forma abusiva/número de
entrevistados. Foi considerado consumo abusivo de bebidas alcoólicas cinco ou mais
doses (homem) ou quatro ou mais doses (mulher) em uma única ocasião, pelo menos
uma vez nos últimos 30 dias, conforme resposta à questão “Nos últimos 30 dias, o sr.
chegou a consumir cinco ou mais doses de bebida alcoólica em uma única ocasião?”
para homens ou “Nos últimos 30 dias, a sra. chegou a consumir quatro ou mais doses de
bebida alcoólica em uma única ocasião?” para mulheres. Uma dose de bebida alcoólica
corresponde a uma lata de cerveja, uma taça de vinho ou uma dose de cachaça, whisky
ou qualquer outra bebida alcoólica destilada.

Condução de veículo motorizado após consumo de qualquer quantidade


de bebidas alcoólicas
Percentual de adultos que referiram conduzir veículo motorizado após consumo
de qualquer quantidade de bebida alcoólica: número de adultos que referiram
conduzir veículo motorizado após consumo de qualquer quantidade de bebida
alcoólica/número de entrevistados. Essa condição inclui os indivíduos que, nos últimos
30 dias, conduziram veículo motorizado depois de beber abusivamente (indivíduos
que responderam positivamente à questão “Neste dia ou em algum destes dias (de
consumo abusivo), o(a) sr.(a) dirigiu logo depois de beber?”) e todos os indivíduos
que responderam sempre, algumas vezes ou quase nunca à questão “Independente da
quantidade, o(a) senhor(a) costuma dirigir depois de consumir bebida alcoólica?”

28
VIGITEL Brasil 2015

Autoavaliação do estado de saúde


Percentual de adultos que avaliaram negativamente o seu estado de saúde: número
de adultos que avaliaram seu estado de saúde como ruim ou muito ruim/número de
entrevistados, conforme resposta dada à questão: “O(a) sr.(a) classificaria seu estado
de saúde como... muito bom, bom, regular, ruim ou muito ruim?”

Realização de exames de detecção precoce de câncer em mulheres


Percentual de mulheres (50 a 69 anos) que já realizaram alguma vez exame de
mamografia: número de mulheres entre 50 e 69 anos de idade que realizaram
mamografia alguma vez na vida/número de mulheres entre 50 e 69 anos de idade
entrevistadas, conforme resposta à questão: “A sra. já fez, alguma vez, mamografia,
Raio-x das mamas?”.
Percentual de mulheres (50 a 69 anos) que realizaram exame de mamografia nos
últimos dois anos: número de mulheres entre 50 e 69 anos de idade que realizaram
mamografia nos últimos dois anos/número de mulheres entre 50 e 69 anos de idade
entrevistadas, conforme resposta às questões: “A sra. já fez, alguma vez, mamografia,
Raio-x das mamas?” e “Quanto tempo faz que a sra. fez mamografia?”.
Percentual de mulheres (25 a 64 anos) que realizaram alguma vez exame de
citologia oncótica para câncer de colo do útero: número de mulheres entre 25 e
64 anos de idade que realizaram exame de citologia oncótica alguma vez na vida/
número de mulheres entre 25 e 64 anos de idade entrevistadas, conforme resposta
para a questão: “A sra. já fez, alguma vez, exame de Papanicolau, exame preventivo de
câncer de colo do útero?”. Em função da alteração nas diretrizes do Ministério da Saúde
para rastreamento de câncer de colo de útero, foi ampliada a faixa etária de cobertura
do exame de citologia oncótica uterina para 25 a 64 anos (BRASIL, 2013a).
Percentual de mulheres (25 a 64 anos) que realizaram exame de citologia
oncótica para câncer de colo do útero nos últimos três anos: número de mulheres
entre 25 e 64 anos de idade que realizaram exame de citologia oncótica nos últimos
três anos/número de mulheres entre 25 e 64 anos de idade entrevistadas, conforme
resposta dada para as questões: “A sra. já fez, alguma vez, exame de Papanicolau,
exame preventivo de câncer de colo do útero?” e “Quanto tempo faz que a sra. fez exame
de Papanicolau?”. Em função da alteração nas diretrizes do Ministério da Saúde para
rastreamento de câncer de colo de útero, foi ampliada a faixa etária de cobertura do
exame de citologia oncótica uterina para 25 a 64 anos (BRASIL, 2013a).

Morbidade referida
Percentual de adultos que referem diagnóstico médico de hipertensão arterial:
número de indivíduos que referem diagnóstico médico de hipertensão arterial/
número de indivíduos entrevistados, conforme resposta dada para a questão: “Algum
médico já lhe disse que o(a) sr.(a) tem pressão alta?”.
Percentual de adultos que referem diagnóstico médico de diabetes: número
de indivíduos que referem diagnóstico médico de diabetes/número de indivíduos
entrevistados, conforme resposta dada para a questão: “Algum médico já lhe disse que
o(a) sr.(a) tem diabetes?”.

29
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Percentual de adultos que referem diagnóstico médico de dislipidemia: número


de indivíduos que referem diagnóstico médico de dislipidemia/número de indivíduos
entrevistados, conforme resposta dada para a questão: “Algum médico já lhe disse que
o(a) senhor(a) tem colesterol ou triglicérides elevado?”.

2.5 Imputação de dados de peso e altura

No caso de desconhecimento dos entrevistados sobre o seu peso ou sua altura, valores
imputados dessas medidas foram utilizados (para efeito de comparação da tendência,
para todos os anos da série histórica 2006-2015 procedeu-se a imputação dos dados).
A imputação de valores foi feita mediante uso da técnica hot deck, a mesma empregada
pelo IBGE na análise de inquéritos nacionais como a POF.
O procedimento de imputação hot deck compreende várias etapas. Na primeira
etapa identificam-se as variáveis associadas à ausência de resposta. Para tanto,
investigou-se a associação entre a ausência de resposta e as variáveis idade, sexo,
escolaridade e raça/cor. O modelo resultante dessa investigação permite criar
grupos de respondentes e não respondentes com características semelhantes para as
variáveis preditoras da condição de não resposta. Por fim, em cada capital, seleciona-
-se, aleatoriamente, dentro de cada grupo, uma pessoa com informações conhecidas
que ‘doará’ seus valores de peso ou altura para o não respondente pertencente ao
mesmo grupo.

2.6 Estimativas de indicadores para 2015

Neste relatório do Vigitel, referente às entrevistas realizadas pelo sistema em 2015, são
apresentadas estimativas para a frequência (e correspondente intervalo de confiança de
95%) de fatores selecionados de risco ou proteção para doenças crônicas. A frequência
desses fatores é apresentada segundo sexo para cada uma das capitais incluídas no
Vigitel e para o Distrito Federal e, ainda, segundo faixa etária e nível de escolaridade
para o conjunto da população das 26 capitais de estado e do Distrito Federal.
Todas as estimativas são ponderadas para representar a composição sociodemográ-
fica (sexo, idade e nível de escolaridade) estimada em 2015 para a população adulta de
cada uma das cidades cobertas pelo sistema e para o conjunto das 27 cidades, conforme
descrito anteriormente.

2.7 Estimativas da variação temporal de indicadores (2006-2015)

Este relatório descreve a variação temporal de indicadores do Vigitel para o conjunto


da população adulta das 27 cidades cobertas pelo sistema.
Os indicadores descritos são aqueles que mostraram tendência consistente de
variação (aumento ou diminuição), estatisticamente significativa, entre 2006 e 2015
ou, alternativamente, no período mais recente em que o indicador pôde ser calculado,
estabelecendo-se, neste caso, um período mínimo de cinco anos para a avaliação. Não
é possível obter estimativas para todos os indicadores em todos os anos, tendo em

30
VIGITEL Brasil 2015

vista que alguns desses foram introduzidos após o início do sistema em 2006 e outros
sofreram mudanças na sua definição ou forma de cálculo no período.
O significado estatístico da tendência do indicador no período foi avaliado por
meio de modelo de regressão linear, tendo como desfecho (variável dependente) o
valor do indicador (por exemplo, o percentual de fumantes no ano) e como variável
explanatória o ano do levantamento, expresso como variável contínua. O coeficiente
de regressão do modelo indica a taxa média anual, expressa em pontos percentuais ao
ano, de aumento ou diminuição do indicador no período. Considerou-se significativa
a variação correspondente a um coeficiente de regressão estatisticamente diferente de
zero (p valor ≤ 0,05).
Todos os indicadores do sistema foram ponderados para representar, em cada
ano, a composição sociodemográfica da população adulta residente no conjunto das
27 cidades. Para tanto, pesos pós-estratificação, calculados pelo método rake, foram
obtidos para os indivíduos da amostra Vigitel estudados em cada um dos anos do
período 2006-2015. Antes de 2012, a ponderação das estimativas dos indicadores
levava em conta a composição sociodemográfica da população de cada cidade no ano
de 2000.
As estimativas relativas a indicadores antropométricos (percentual de indivíduos
com excesso de peso ou obesidade) foram calculadas após imputação dos valores
faltantes de peso e altura por meio da técnica hot deck, procedimento utilizado
pelo sistema a partir de 2012. Dessa forma, as estimativas deste relatório poderão
apresentar pequenas diferenças com relação às divulgadas em relatórios anteriores.
Por considerar as mudanças na composição sociodemográfica da população
ao longo do período e, no caso específico dos indicadores antropométricos, por
dar um tratamento adequado a dados faltantes, as estimativas sobre a evolução
dos indicadores divulgadas neste relatório tendem a ser mais acuradas do que as
previamente divulgadas pelo sistema.
O aplicativo Stata, versão 13.1 (Stata CORPORATION, 2013) foi utilizado para
processar os dados gerados pelo Vigitel e para executar todas as análises apresentadas
neste relatório.

2.8 Aspectos éticos

O consentimento livre e esclarecido foi obtido oralmente no momento do contato


telefônico com os entrevistados. O projeto VIGITEL foi aprovado pela Comissão Nacional
de Ética em Pesquisa para Seres Humanos do Ministério da Saúde (Conep Parecer 355.590
de 26/06/2013 – CAAE: 16202813.2.0000.0008).

31
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

3 Estimativas de indicadores para 2015

A seguir, são apresentadas estimativas do Vigitel para a população adulta de cada


uma das capitais dos 26 estados brasileiros e do Distrito Federal e para o conjunto da
população adulta dessas 27 cidades. Essas estimativas fornecem a frequência de fatores
de risco ou proteção para doenças crônicas, agrupados por temas que envolvem:
tabagismo, excesso de peso e obesidade, padrões de alimentação, padrões de atividade
física, consumo de bebidas alcoólicas, autoavaliação do estado de saúde, prevenção
de câncer e morbidade referida. As estimativas para o conjunto da população das 27
cidades são também apresentadas segundo sexo, faixa etária e nível de escolaridade.

3.1 Tabagismo

O tabagismo é um importante fator de risco para o desenvolvimento de uma série de


doenças crônicas, tais como câncer, doenças pulmonares e doenças cardiovasculares,
de modo que o uso do tabaco continua sendo líder global entre as causas de mortes
evitáveis (WHO, 2011b). Evidências também associam a exposição passiva ao tabaco
às causas de DCNT, incapacidades e morte. Estudos apontam uma redução de 10%
a 20% na redução dos eventos coronarianos agudos em ambientes cuja proibição do
tabaco foi instituída (WHO, 2005b).
O Vigitel produz estimativas de vários indicadores do hábito de fumar entre adultos,
levando em conta, entre outros aspectos, a frequência, intensidade e idade do início do hábito
de fumar. Nesta publicação, apresenta-se estimativa referente à frequência de fumantes. Para
tanto, considerou-se fumante todo indivíduo que fuma, independentemente da frequência
e intensidade do hábito de fumar. Apresenta-se ainda a frequência de indivíduos que
declararam fumar 20 ou mais cigarros por dia. Finalmente, é apresentada a frequência de
fumantes passivos no domicílio ou no local de trabalho. A condição de fumante passivo no
domicílio foi atribuída a todo indivíduo não fumante que informou que pelo menos um
dos moradores do domicílio tem o hábito de fumar dentro de casa. A condição de fumante
passivo no trabalho foi atribuída a não fumantes que informaram que pelo menos uma
pessoa possui o hábito de fumar no seu ambiente de trabalho.

Frequência de fumantes
A frequência de adultos que fumam variou entre 4,6% em São Luís e Salvador e
14,9% em Porto Alegre. As maiores frequências de fumantes foram encontradas,
entre homens, em Porto Alegre (16,7%), São Paulo (15,6%) e Cuiabá (14,9%) e, entre
mulheres, em Porto Alegre (13,4%), São Paulo (12,2%) e no Rio de Janeiro (10,8%). As
menores frequências de fumantes no sexo masculino ocorreram em Salvador (5,6%),
São Luís (8,5%) e Goiânia (8,7%) e, no sexo feminino, em São Luís (1,5 %), Belém
(3,2%) e Aracaju (3,6%) (Tabela 1 e figuras 1 e 2).

32
VIGITEL Brasil 2015

Tabela 1 Percentual* de adultos (≥ 18 anos) fumantes, por sexo, segundo as capitais dos estados brasileiros e o
Distrito Federal. Vigitel, 2015

Sexo
Total
Capitais/DF Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Aracaju 6,7 5,1 - 8,2 10,4 7,4 - 13,5 3,6 2,3 - 4,9
Belém 7,1 5,4 - 8,7 11,6 8,5 - 14,8 3,2 2,0 - 4,5
Belo Horizonte 8,9 7,4 - 10,5 12,4 9,5 - 15,3 6,0 4,5 - 7,5
Boa Vista 7,3 5,1 - 9,6 11,2 7,0 - 15,4 3,7 2,1 - 5,3
Campo Grande 9,6 7,9 - 11,2 14,1 11,1 - 17,1 5,4 4,0 - 6,9
Cuiabá 10,9 8,3 - 13,6 14,9 10,1 - 19,7 7,2 4,7 - 9,8
Curitiba 12,0 10,3 - 13,7 14,5 11,7 - 17,3 9,8 7,7 - 11,9
Florianópolis 10,3 8,4 - 12,2 10,3 7,4 - 13,2 10,3 7,8 - 12,8
Fortaleza 6,4 4,8 - 7,9 9,0 6,1 - 11,9 4,2 2,8 - 5,5
Goiânia 7,6 5,0 - 10,2 8,7 4,7 - 12,7 6,7 3,2 - 10,1
João Pessoa 8,7 6,9 - 10,5 13,2 9,8 - 16,6 4,9 3,4 - 6,4
Macapá 7,9 5,5 - 10,3 10,7 6,6 - 14,8 5,3 2,7 - 7,9
Maceió 7,0 5,4 - 8,6 9,4 6,5 - 12,3 5,1 3,5 - 6,7
Manaus 8,8 6,0 - 11,5 13,1 8,0 - 18,2 4,8 2,6 - 6,9
Natal 8,0 6,3 - 9,7 10,6 7,5 - 13,6 5,8 4,2 - 7,5
Palmas 6,6 4,9 - 8,3 9,7 6,5 - 12,9 3,8 2,4 - 5,2
Porto Alegre 14,9 12,6 - 17,2 16,7 13,0 - 20,4 13,4 10,6 - 16,3
Porto Velho 10,1 7,4 - 12,9 12,8 8,4 - 17,3 7,3 4,2 - 10,3
Recife 7,7 6,2 - 9,2 11,1 8,3 - 13,9 4,9 3,6 - 6,3
Rio Branco 9,2 7,0 - 11,4 10,9 7,4 - 14,4 7,7 4,9 - 10,4
Rio de Janeiro 12,5 10,1 - 14,9 14,6 10,5 - 18,8 10,8 8,1 - 13,4
Salvador 4,6 3,4 - 5,8 5,6 3,5 - 7,7 3,8 2,5 - 5,1
São Luís 4,6 3,3 - 6,0 8,5 5,7 - 11,3 1,5 0,7 - 2,2
São Paulo 13,7 11,8 - 15,7 15,6 12,5 - 18,7 12,2 9,8 - 14,5
Teresina 7,6 5,6 - 9,6 10,3 6,6 - 14,0 5,4 3,5 - 7,3
Vitória 7,9 6,1 - 9,7 10,5 7,3 - 13,8 5,7 3,9 - 7,4
Distrito Federal 11,4 8,3 - 14,5 13,9 8,5 - 19,4 9,2 5,8 - 12,5

Fonte: SVS/MS.
*Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta da cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

33
34
% %

5
15
25
35

0
10
20
30

5
15
25
35

0
10
20
30
Figura 2
Figura 1

6
Salvador

1
São Luís

Fonte: SVS/MS.
Fonte: SVS/MS.
8
São Luís

3
Belém

9
Goiânia

4
Aracaju

9
Fortaleza

4
Boa Vista
Maceió

4
Palmas
9 10
Palmas

4
Salvador

Federal. Vigitel, 2015


Federal. Vigitel, 2015

Florianópolis

4
Fortaleza
Teresina

5
Manaus
Aracaju

5
João Pessoa
Vitória

5
Recife
Natal

5
Maceió
Macapá

5
Macapá
Rio Branco

5
Teresina
10 10 10 11 11 11 11 11

Recife

5
Campo Grande
Boa Vista

6
Vitória
11 12

Belém

6
Natal
12

Belo Horizonte

6
Belo Horizonte

7
Goiânia Porto Velho

7
Cuiabá Manaus

7
13 13 13

Porto Velho João Pessoa

8
Rio Branco Distrito Federal
Distrito Federal Campo Grande
Curitiba

9 10
Curitiba
14 14 15 15

Florianópolis Rio de Janeiro


Cuiabá

10 11
Rio de Janeiro
15 16

São Paulo

12
São Paulo
17

Porto Alegre

13
Porto Alegre
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Percentual de homens (≥ 18 anos) fumantes, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito

Percentual de mulheres (≥ 18 anos) fumantes, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito
VIGITEL Brasil 2015

No conjunto das 27 cidades, a frequência de adultos fumantes foi de 10,4%, sendo


maior no sexo masculino (12,8%) do que no feminino (8,3%). Nos dois sexos, a
frequência de fumantes tendeu a ser menor antes dos 25 anos de idade ou após os
65 anos. A frequência do hábito de fumar foi particularmente alta entre homens e
mulheres com até oito anos de escolaridade (17,2% e 12,0%, respectivamente),
excedendo em cerca de duas vezes a frequência observada entre indivíduos com 12
ou mais anos de estudo (Tabela 2).

Tabela 2 Percentual* de fumantes no conjunto da população adulta (≥ 18 anos) das capitais dos estados brasileiros
e do Distrito Federal, por sexo, segundo idade e anos de escolaridade. Vigitel, 2015

Sexo
Total
Variáveis Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Idade (anos)
18 a 24 7,2 5,6 - 8,8 9,7 7,2 - 12,2 4,1 2,4 - 5,8
25 a 34 10,5 8,9 - 12,1 13,3 10,7 - 15,8 7,9 6,0 - 9,9
35 a 44 10,4 8,9 - 11,9 14,3 11,8 - 16,9 7,1 5,4 - 8,8
45 a 54 12,7 11,2 - 14,2 13,5 11,1 - 15,9 12,0 10,1 - 13,9
55 a 64 12,8 11,0 - 14,5 15,8 12,5 - 19,2 10,6 9,0 - 12,3
65 e mais 8,2 6,8 - 9,5 10,1 7,7 - 12,4 6,9 5,3 - 8,5
Anos de escolaridade
0a8 14,4 12,9 - 15,9 17,2 14,7 - 19,7 12,0 10,3 - 13,7
9 a 11 9,0 8,1 - 9,9 11,6 10,2 - 13,1 6,7 5,7 - 7,7
12 e mais 7,2 6,4 - 8,1 8,9 7,5 - 10,3 5,9 4,9 - 6,9
Total 10,4 9,7 - 11,0 12,8 11,7 - 14,0 8,3 7,5 - 9,0

Fonte: SVS/MS.
*Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta de cada cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

Frequência do consumo de 20 ou mais cigarros por dia


A frequência de indivíduos que declararam fumar 20 ou mais cigarros por dia
variou entre 0,5% em São Luís e 6,0% em Porto Alegre. Entre os homens, as maiores
frequências foram observadas em Porto Alegre (7,4%), no Rio de Janeiro (6,5%) e
em São Paulo (5,6%) e, entre as mulheres, em Porto Alegre (4,8%), São Paulo (3,6%)
e Rio Branco (3,1%). As menores frequências do consumo intenso de cigarros entre
os homens foram observadas em Macapá e São Luís (0,8%), e Salvador (1,0%); as
menores frequências entre as mulheres ocorreram em São Luís e Manaus (0,3%),
seguido de Macapá, Belém e João Pessoa (0,6%) (Tabela 3 e figuras 3 e 4).

35
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Tabela 3 Percentual* de adultos (≥ 18 anos) que fumam 20 ou mais cigarros por dia, por sexo, segundo as capitais
dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

Sexo
Capitais/DF Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Aracaju 1,5 0,8 - 2,1 2,3 1,0 - 3,7 0,7 0,2 - 1,3
Belém 1,7 0,8 - 2,7 3,1 1,2 - 4,9 0,6 -0,1 - 1,3
Belo Horizonte 2,7 1,7 - 3,6 4,2 2,3 - 6,0 1,4 0,6 - 2,2
Boa Vista 2,2 0,8 - 3,7 3,8 0,9 - 6,7 0,8 0,1 - 1,5
Campo Grande 3,3 2,3 - 4,4 4,9 3,1 - 6,7 2,0 0,9 - 3,0
Cuiabá 2,9 1,5 - 4,3 5,0 2,2 - 7,7 1,0 0,2 - 1,7
Curitiba 3,1 2,3 - 4,0 4,7 3,3 - 6,2 1,7 0,8 - 2,6
Florianópolis 3,4 2,3 - 4,6 4,3 2,3 - 6,3 2,6 1,4 - 3,8
Fortaleza 2,0 1,1 - 2,8 2,8 1,1 - 4,5 1,3 0,6 - 1,9
Goiânia 3,1 1,1 - 5,2 3,4 0,8 - 5,9 2,9 -0,2 - 6,0
João Pessoa 2,0 1,1 - 2,9 3,7 1,8 - 5,6 0,6 0,1 - 1,1
Macapá 0,7 0,1 - 1,3 0,8 -0,1 - 1,6 0,6 -0,2 - 1,4
Maceió 1,5 0,7 - 2,2 2,0 0,6 - 3,4 1,0 0,2 - 1,9
Manaus 1,2 0,3 - 2,2 2,2 0,2 - 4,1 0,3 0,0 - 0,7
Natal 2,0 1,2 - 2,8 2,2 0,9 - 3,6 1,8 0,8 - 2,9
Palmas 1,2 0,6 - 1,8 1,7 0,6 - 2,7 0,7 0,2 - 1,3
Porto Alegre 6,0 4,4 - 7,6 7,4 4,8 - 10,0 4,8 2,9 - 6,7
Porto Velho 2,0 0,7 - 3,4 1,7 0,6 - 2,8 2,4 -0,2 - 5,0
Recife 2,5 1,7 - 3,4 3,5 1,9 - 5,0 1,8 0,8 - 2,7
Rio Branco 3,3 1,8 - 4,7 3,5 1,5 - 5,5 3,1 1,0 - 5,2
Rio de Janeiro 4,2 2,6 - 5,9 6,5 3,3 - 9,8 2,3 1,0 - 3,6
Salvador 0,9 0,4 - 1,3 1,0 0,2 - 1,8 0,8 0,2 - 1,3
São Luís 0,5 0,1 - 0,9 0,8 0,1 - 1,5 0,3 0,0 - 0,6
São Paulo 4,5 3,2 - 5,7 5,6 3,4 - 7,8 3,6 2,2 - 4,9
Teresina 1,6 0,5 - 2,7 2,1 -0,1 - 4,3 1,2 0,4 - 1,9
Vitória 1,4 0,7 - 2,1 1,9 0,4 - 3,3 1,0 0,4 - 1,6
Distrito Federal 2,7 1,3 - 4,2 2,9 1,2 - 4,7 2,6 0,4 - 4,8

Fonte: SVS/MS.
* Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta da cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

36
% %

0
2
4
6
8
10
12
14
16
18
20
Figura 4
Figura 3

0
2
4
6
8
10
12
14
16
18
20

0
1
São Luís

Fonte: SVS/MS.
Fonte: SVS/MS.
Macapá

0
1
Manaus São Luís
VIGITEL Brasil 2015

1
1
Macapá Salvador

1
2
Belém Palmas

1
2
João Pessoa Porto Velho

1
2
Aracaju Vitória

1
2
Palmas Maceió

1
2
Salvador Teresina

1
2
Boa Vista Manaus

1
2
Cuiabá Natal

1
2
Vitória Aracaju

1
3
Maceió Fortaleza

1
3
Teresina Distrito Federal

1
3

Fortaleza Belém

1
3

Belo Horizonte Goiânia

2
3

Curitiba Recife

2
3

Recife Rio Branco

2
4

Natal João Pessoa

2
4

Campo Grande Boa Vista

2
4

Rio de Janeiro Belo Horizonte

2
4

Porto Velho Florianópolis

3
5

Distrito Federal Curitiba


5

3
Florianópolis Campo Grande
5

3
Goiânia Cuiabá

3
6

Rio Branco São Paulo

4
7

São Paulo Rio de Janeiro


segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

5
7

Porto Alegre Porto Alegre


Percentual de mulheres (≥ 18 anos) que fumam 20 ou mais cigarros por dia,
Percentual de homens (≥ 18 anos) que fumam 20 ou mais cigarros por dia,

37
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

No conjunto das 27 cidades, a frequência de adultos que declararam fumar 20 ou


mais cigarros por dia foi de 3,1%, sendo maior no sexo masculino (4,2%) do que no
sexo feminino (2,2%). A frequência do consumo intenso de cigarros foi maior entre
homens e mulheres com até oito anos de escolaridade (7,1% e 3,5%, respectivamente),
caindo entre indivíduos com nove anos e mais de estudo (Tabela 4).

Tabela 4 Percentual* de indivíduos que fumam 20 ou mais cigarros por dia no conjunto da população adulta (≥
18 anos) das capitais dos estados brasileiros e do Distrito Federal, por sexo, segundo idade e anos de
escolaridade. Vigitel, 2015

Sexo
Variáveis Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Idade (anos)
18 a 24 1,6 0,6 - 2,6 2,2 0,6 - 3,8 0,9 0,0 - 1,9
25 a 34 2,9 1,8 - 3,9 3,8 1,9 - 5,6 2,0 1,0 - 3,1
35 a 44 3,6 2,6 - 4,5 5,5 3,7 - 7,2 2,0 1,0 - 3,0
45 a 54 3,6 2,8 - 4,5 4,1 2,9 - 5,3 3,3 2,2 - 4,4
55 a 64 4,3 3,1 - 5,5 6,5 3,8 - 9,2 2,8 1,8 - 3,7
65 e mais 2,7 1,9 - 3,5 4,5 2,8 - 6,1 1,6 0,8 - 2,4
Anos de escolaridade
0a8 5,1 4,1 - 6,2 7,1 5,1 - 9,0 3,5 2,4 - 4,6
9 a 11 2,4 2,0 - 2,9 3,1 2,3 - 3,8 1,9 1,3 - 2,4
12 e mais 1,5 1,2 - 1,8 2,1 1,5 - 2,7 1,0 0,6 - 1,3
Total 3,1 2,7 - 3,5 4,2 3,4 - 5,0 2,2 1,7 - 2,6

Fonte: SVS/MS.
* Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta de cada cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

Frequência de fumantes passivos no domicílio


A frequência de fumantes passivos no domicílio variou entre 6,3% em Curitiba e
12,6% em Rio Branco. Entre os homens, as maiores frequências foram observadas
em Rio Branco (11,3%), Florianópolis (10,6%) e Recife (10,5%) e, entre as mulheres,
em Rio Branco (13,8%), João Pessoa (13,1%) e Belo Horizonte (12,1%). As menores
frequências entre os homens foram observadas em Belo Horizonte (5,3%), Palmas
(5,7%) e Distrito Federal (5,8%); as menores frequências entre as mulheres ocorreram
em Curitiba (6,0%), Palmas (6,9%) e Vitória (7,4%) (Tabela 5 e figuras 5 e 6).

38
VIGITEL Brasil 2015

Tabela 5 Percentual* de adultos (≥ 18 anos) fumantes passivos no domicílio, por sexo, segundo as capitais dos
estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

Sexo
Capitais/DF Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Aracaju 9,3 7,4 - 11,2 8,5 5,4 - 11,5 10,0 7,7 - 12,3
Belém 8,8 7,1 - 10,4 6,9 4,7 - 9,1 10,4 7,9 - 12,8
Belo Horizonte 9,0 7,3 - 10,7 5,3 3,2 - 7,4 12,1 9,6 - 14,6
Boa Vista 8,9 6,8 - 11,1 8,4 5,4 - 11,4 9,4 6,4 - 12,5
Campo Grande 7,6 5,9 - 9,2 7,5 4,9 - 10,0 7,6 5,6 - 9,7
Cuiabá 7,6 5,7 - 9,6 6,3 3,9 - 8,8 8,9 6,0 - 11,7
Curitiba 6,3 4,9 - 7,7 6,6 4,5 - 8,8 6,0 4,2 - 7,7
Florianópolis 9,2 7,1 - 11,3 10,6 7,0 - 14,2 7,9 5,6 - 10,3
Fortaleza 10,3 8,5 - 12,1 9,0 6,2 - 11,7 11,4 9,0 - 13,9
Goiânia 8,9 6,1 - 11,8 6,6 2,6 - 10,7 11,0 7,0 - 15,0
João Pessoa 11,5 9,3 - 13,6 9,4 6,2 - 12,6 13,1 10,3 - 15,9
Macapá 10,4 7,7 - 13,1 10,3 5,6 - 15,1 10,4 7,6 - 13,1
Maceió 10,3 8,3 - 12,2 9,0 6,0 - 11,9 11,3 8,7 - 13,9
Manaus 8,7 6,5 - 10,8 6,9 3,9 - 10,0 10,3 7,2 - 13,3
Natal 8,5 6,6 - 10,5 8,1 4,6 - 11,6 8,9 6,8 - 11,1
Palmas 6,4 4,7 - 8,0 5,7 3,5 - 7,9 6,9 4,6 - 9,3
Porto Alegre 8,0 6,1 - 9,8 8,5 5,6 - 11,5 7,5 5,2 - 9,7
Porto Velho 9,0 7,0 - 11,1 8,7 5,6 - 11,9 9,4 6,8 - 12,0
Recife 10,3 8,5 - 12,2 10,5 7,4 - 13,6 10,2 8,0 - 12,4
Rio Branco 12,6 9,9 - 15,2 11,3 7,2 - 15,3 13,8 10,4 - 17,1
Rio de Janeiro 9,1 7,0 - 11,3 9,5 5,9 - 13,2 8,8 6,2 - 11,3
Salvador 8,4 6,6 - 10,3 9,0 5,9 - 12,1 8,0 5,7 - 10,3
São Luís 8,0 6,3 - 9,7 6,8 4,2 - 9,3 9,0 6,6 - 11,4
São Paulo 9,8 8,1 - 11,6 9,6 6,8 - 12,3 10,1 7,8 - 12,3
Teresina 8,8 6,9 - 10,7 5,9 3,5 - 8,3 11,2 8,3 - 14,1
Vitória 6,8 5,0 - 8,7 6,2 3,2 - 9,1 7,4 5,1 - 9,8
Distrito Federal 8,3 6,0 - 10,6 5,8 2,9 - 8,6 10,6 7,2 - 14,0

Fonte: SVS/MS.
* Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta da cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

39
40
% %

5
15
25

15
25
0
10
20

0
10
20
Figura 6
Figura 5

6
Curitiba Belo Horizonte

Fonte: SVS/MS.
Fonte: SVS/MS.
6

7
Palmas Palmas

7
Vitória Distrito Federal

7
Porto Alegre Teresina

8
Campo Grande Vitória 6

8
Florianópolis Cuiabá
7

8
Salvador Goiânia
7

9
Rio de Janeiro Curitiba
7

9
Cuiabá São Luís
7

9
Natal Belém
7

9
São Luís Manaus
7

9
brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
Campo Grande
brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

Porto Velho
8

Boa Vista Natal


8

9 10
Aracaju Boa Vista
8

São Paulo Aracaju


9

Recife Porto Alegre


9

Manaus Porto Velho


9

Macapá Fortaleza
9

Belém Maceió
9

10 10 10 10 10 11
Distrito Federal Salvador
Goiânia João Pessoa
Teresina Rio de Janeiro
9 10 10

Maceió São Paulo

11 11 11 11
Fortaleza Macapá

12
Belo Horizonte Recife
10 10 11

João Pessoa 13 Florianópolis


11

14

Rio Branco Rio Branco


Percentual de mulheres (≥ 18 anos) fumantes passivas no domicílio, segundo as capitais dos estados
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Percentual de homens (≥ 18 anos) fumantes passivos no domicílio, segundo as capitais dos estados
VIGITEL Brasil 2015

No conjunto da população adulta das 27 cidades, a frequência de fumantes passivos


no domicílio foi de 9,1%, sendo semelhante nos dois sexos. A frequência de fumantes
passivos no domicílio foi maior entre os mais jovens (18 a 34 anos), em ambos os
sexos, sem distinção segundo escolaridade (Tabela 6).

Tabela 6 Percentual* de fumantes passivos no domicílio no conjunto da população adulta (≥ 18 anos) das
capitais dos estados brasileiros e do Distrito Federal, por sexo, segundo idade e anos de escolaridade.
Vigitel, 2015

Sexo
Variáveis Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Idade (anos)
18 a 24 15,2 13,1 - 17,4 14,4 11,3 - 17,5 16,3 13,4 - 19,1
25 a 34 10,6 9,2 - 12,0 9,5 7,5 - 11,5 11,6 9,6 - 13,6
35 a 44 7,4 6,2 - 8,6 5,8 4,0 - 7,6 8,7 7,0 - 10,3
45 a 54 6,1 5,0 - 7,1 4,9 3,3 - 6,5 7,0 5,6 - 8,4
55 a 64 7,5 6,1 - 8,9 7,0 4,4 - 9,6 7,9 6,2 - 9,5
65 e mais 6,7 5,6 - 7,9 6,3 4,2 - 8,4 7,0 5,6 - 8,3
Anos de escolaridade
0a8 8,6 7,4 - 9,7 8,0 6,0 - 10,1 9,0 7,8 - 10,3
9 a 11 9,9 9,0 - 10,9 9,5 8,1 - 10,9 10,3 9,1 - 11,6
12 e mais 8,6 7,6 - 9,7 7,2 5,8 - 8,6 9,7 8,2 - 11,3
Total 9,1 8,5 - 9,7 8,4 7,4 - 9,3 9,7 8,9 - 10,5

Fonte: SVS/MS.
* Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta da cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

Frequência de fumantes passivos no local de trabalho


A frequência de fumantes passivos no local de trabalho variou entre 5,7% em Vitória
e 10,3% em Rio Branco. Entre os homens, as maiores frequências foram observadas
em Macapá (17,5%), e em Porto Velho e Rio Branco (15,4%) e, entre as mulheres,
em Campo Grande (6,6%), Belo Horizonte (6,1%) e no Distrito Federal (5,7%). As
menores frequências entre os homens foram observadas no Distrito Federal (7,0%), em
Vitória (8,5%) e Porto Alegre (8,6%); já para o sexo feminino as menores frequências
ocorreram em Macapá (2,4%), Florianópolis (2,5%) e em Fortaleza, Vitória e Porto
Velho (3,3%) (Tabela 7 e figuras 7 e 8).

41
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Tabela 7 Percentual* de adultos (≥ 18 anos) fumantes passivos no local de trabalho, por sexo, segundo as capitais
dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

Sexo
Capitais/DF Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Aracaju 7,3 5,5 - 9,0 11,7 8,3 - 15,1 3,7 2,4 - 4,9
Belém 9,0 7,3 - 10,8 14,6 11,2 - 18,0 4,3 2,9 - 5,7
Belo Horizonte 7,5 6,0 - 9,0 9,2 6,8 - 11,6 6,1 4,3 - 7,9
Boa Vista 7,0 5,2 - 8,9 10,1 6,8 - 13,5 4,1 2,4 - 5,8
Campo Grande 9,0 7,4 - 10,7 11,8 9,0 - 14,6 6,6 4,7 - 8,5
Cuiabá 8,7 6,0 - 11,3 13,0 8,0 - 18,1 4,6 2,8 - 6,4
Curitiba 7,3 5,8 - 8,8 11,0 8,3 - 13,7 4,0 2,6 - 5,5
Florianópolis 7,9 5,8 - 10,1 14,0 9,9 - 18,0 2,5 1,1 - 3,8
Fortaleza 7,2 5,6 - 8,7 11,8 8,7 - 14,9 3,3 2,1 - 4,5
Goiânia 6,6 4,0 - 9,3 9,3 4,3 - 14,3 4,3 2,1 - 6,6
João Pessoa 7,6 5,9 - 9,3 11,8 8,6 - 15,0 4,1 2,4 - 5,9
Macapá 9,7 7,0 - 12,5 17,5 12,3 - 22,8 2,4 1,4 - 3,4
Maceió 8,8 6,9 - 10,7 13,6 10,1 - 17,2 4,8 3,0 - 6,7
Manaus 6,5 4,7 - 8,3 9,2 6,0 - 12,5 4,0 2,3 - 5,8
Natal 7,2 5,6 - 8,8 11,2 8,1 - 14,2 3,9 2,5 - 5,4
Palmas 6,9 5,0 - 8,7 9,8 6,7 - 12,9 4,1 2,1 - 6,1
Porto Alegre 6,3 4,6 - 7,9 8,6 5,7 - 11,5 4,4 2,6 - 6,1
Porto Velho 9,6 7,2 - 12,0 15,4 11,1 - 19,8 3,3 1,9 - 4,7
Recife 7,6 6,1 - 9,1 10,9 8,1 - 13,8 4,9 3,4 - 6,4
Rio Branco 10,3 8,1 - 12,5 15,4 11,3 - 19,4 5,6 3,9 - 7,4
Rio de Janeiro 8,7 6,3 - 11,1 13,1 8,5 - 17,7 5,0 3,1 - 6,9
Salvador 6,7 5,1 - 8,4 9,2 6,4 - 12,0 4,7 2,7 - 6,6
São Luís 6,8 5,4 - 8,3 10,0 7,3 - 12,7 4,2 2,7 - 5,7
São Paulo 9,2 7,5 - 10,9 14,8 11,6 - 18,0 4,4 3,1 - 5,8
Teresina 8,9 7,1 - 10,7 13,1 9,8 - 16,5 5,4 3,7 - 7,1
Vitória 5,7 3,8 - 7,6 8,5 5,0 - 12,1 3,3 1,7 - 4,9
Distrito Federal 6,3 4,1 - 8,5 7,0 3,5 - 10,4 5,7 2,9 - 8,4

Fonte: SVS/MS.
* Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta da cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

42
VIGITEL Brasil 2015

Figura 7 Percentual de homens (≥ 18 anos) fumantes passivos no local de trabalho, segundo as capitais dos
estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
30

25

20
18
%

15 15 15
14 15
15 13 13 13 14
12 12 12 12
11 11 11
10 10
9 9 9 9 10
10 9 9
7

0
Distrito Federal
Vitória
Porto Alegre
Belo Horizonte
Salvador
Manaus
Goiânia
Palmas
São Luís
Boa Vista
Recife
Curitiba
Natal
Aracaju
Campo Grande
João Pessoa
Fortaleza
Cuiabá
Rio de Janeiro
Teresina
Maceió
Florianópolis
Belém
São Paulo
Rio Branco
Porto Velho
Macapá
Fonte: SVS/MS.

Figura 8 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) fumantes passivas no local de trabalho, segundo as capitais dos
estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

30

25

20
%

15

10
6 7
5 6 6
4 5 5 5 5 5
4 4 4 4 4 4 4 4 4 4
5 3 3 3 4
2 2

0
Macapá
Florianópolis
Fortaleza
Vitória
Porto Velho
Aracaju
Natal
Manaus
Curitiba
Palmas
Boa Vista
João Pessoa
São Luís
Belém
Goiânia
Porto Alegre
São Paulo
Cuiabá
Salvador
Maceió
Recife
Rio de Janeiro
Teresina
Rio Branco
Distrito Federal
Belo Horizonte
Campo Grande

Fonte: SVS/MS.

43
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

No conjunto das 27 cidades, a frequência de fumantes passivos no local de trabalho


foi de 8,0%, sendo quase três vezes maior em homens (12,0%) do que em mulheres
(4,6%). A frequência de fumantes passivos no local de trabalho foi maior entre 25 e 54
anos de idade. Entre homens, a frequência de fumantes passivos no local de trabalho
diminuiu substancialmente com o nível de escolaridade e, entre mulheres, não houve
distinção entre níveis de escolaridade (Tabela 8).

Tabela 8 Percentual* de fumantes passivos no local de trabalho no conjunto da população adulta (≥ 18 anos) das
capitais dos estados brasileiros e do Distrito Federal, por sexo, segundo idade e anos de escolaridade.
Vigitel, 2015

Sexo
Variáveis Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Idade (anos)
18 a 24 5,9 4,8 - 7,0 7,1 5,4 - 8,7 4,5 3,0 - 6,0
25 a 34 10,8 9,1 - 12,5 15,4 12,4 - 18,4 6,5 5,0 - 8,0
35 a 44 8,7 7,5 - 9,9 11,9 9,7 - 14,1 6,1 4,9 - 7,2
45 a 54 9,0 7,7 - 10,4 14,6 11,8 - 17,4 4,7 3,7 - 5,8
55 a 64 7,5 5,9 - 9,1 14,9 11,3 - 18,6 2,4 1,7 - 3,1
65 e mais 2,1 1,4 - 2,8 4,3 2,7 - 5,9 0,7 0,2 - 1,1
Anos de escolaridade
0a8 9,9 8,6 - 11,2 16,7 14,2 - 19,2 4,0 3,1 - 4,9
9 a 11 8,2 7,4 - 9,1 11,7 10,2 - 13,2 5,1 4,3 - 6,0
12 e mais 5,3 4,5 - 6,2 6,3 4,9 - 7,8 4,5 3,6 - 5,5
Total 8,0 7,4 - 8,6 12,0 10,9 - 13,2 4,6 4,1 - 5,1

Fonte: SVS/MS.
* Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta da cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

44
VIGITEL Brasil 2015

3.2 Excesso de peso e obesidade

Em estudos epidemiológicos, o diagnóstico do estado nutricional de adultos é feito a


partir do Índice de Massa Corporal (IMC), obtido pela divisão do peso, medido em
quilogramas, pela altura ao quadrado, medida em metros (kg/m2) (WHO, 2000). O
excesso de peso é diagnosticado quando o IMC alcança valor igual ou superior a 25
kg/m2, enquanto que a obesidade é diagnosticada com valores de IMC superiores a 30
kg/m2. Esses critérios são os utilizados pelo Vigitel para analisar as informações sobre
peso e altura fornecidas pelos entrevistados.

Excesso de peso
A frequência de adultos com excesso de peso variou entre 46,0% em Goiânia e 58,6%
em Boa Vista. As maiores frequências de excesso de peso foram observadas, no caso
de homens, em Manaus (67,7%), Boa Vista (64,0%) e Porto Alegre (63,2%) e, para as
mulheres, em Campo Grande (57,8%), Manaus (55,3%) e no Rio de Janeiro (54,9%).
As menores frequências de excesso de peso ocorreram, entre homens, no Distrito
Federal (51,2%), Palmas e Recife (52,9%) e em São Luís (53,0%), e, entre mulheres,
em Goiânia (38,6%), São Luís (41,5%) e Palmas (42,2%) (Tabela 9 e figuras 9 e 10).

45
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Tabela 9 Percentual* de adultos (≥ 18 anos) com excesso de peso (Índice de Massa Corporal ≥ 25 kg/m2), por sexo,
segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

Sexo
Capitais/DF Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Aracaju 51,5 48,7 - 54,4 55,7 51,0 - 60,4 48,1 44,7 - 51,6
Belém 53,5 50,8 - 56,3 58,6 54,3 - 62,9 49,2 45,7 - 52,7
Belo Horizonte 50,4 47,7 - 53,1 55,4 51,2 - 59,6 46,2 42,8 - 49,6
Boa Vista 58,6 55,1 - 62,1 64,0 58,7 - 69,3 53,5 49,1 - 58,0
Campo Grande 58,5 55,8 - 61,3 59,4 55,1 - 63,7 57,8 54,2 - 61,3
Cuiabá 54,1 50,3 - 57,9 60,3 54,0 - 66,5 48,4 43,9 - 52,9
Curitiba 54,7 52,1 - 57,4 58,4 54,4 - 62,3 51,6 48,1 - 55,1
Florianópolis 51,0 47,8 - 54,2 59,6 54,5 - 64,8 43,2 39,3 - 47,1
Fortaleza 55,6 52,8 - 58,4 61,9 57,5 - 66,2 50,3 46,9 - 53,8
Goiânia 46,0 41,6 - 50,3 54,4 46,9 - 61,9 38,6 34,0 - 43,2
João Pessoa 54,3 51,4 - 57,3 53,8 48,9 - 58,6 54,8 51,1 - 58,5
Macapá 51,6 48,0 - 55,1 54,4 48,6 - 60,3 48,9 44,8 - 53,0
Maceió 53,8 50,9 - 56,7 53,9 49,3 - 58,6 53,7 49,9 - 57,5
Manaus 61,3 57,8 - 64,8 67,7 62,5 - 73,0 55,3 50,9 - 59,7
Natal 54,6 51,6 - 57,6 57,1 52,2 - 62,0 52,5 48,9 - 56,1
Palmas 47,4 44,1 - 50,7 52,9 47,8 - 57,9 42,2 37,9 - 46,5
Porto Alegre 56,4 53,4 - 59,5 63,2 58,7 - 67,7 50,9 47,0 - 54,9
Porto Velho 53,9 50,4 - 57,5 54,5 48,9 - 60,1 53,4 49,0 - 57,8
Recife 53,9 51,2 - 56,6 52,9 48,4 - 57,4 54,7 51,4 - 58,0
Rio Branco 56,3 52,9 - 59,8 58,4 52,9 - 63,8 54,5 50,2 - 58,8
Rio de Janeiro 55,7 52,4 - 59,0 56,8 51,3 - 62,3 54,9 50,9 - 58,8
Salvador 52,8 49,9 - 55,8 55,1 50,2 - 60,0 51,0 47,3 - 54,6
São Luís 46,7 43,6 - 49,7 53,0 47,8 - 58,1 41,5 37,9 - 45,1
São Paulo 55,3 52,7 - 58,0 59,3 55,2 - 63,4 51,9 48,6 - 55,3
Teresina 49,5 46,5 - 52,5 54,2 49,4 - 59,0 45,6 41,8 - 49,4
Vitória 49,7 46,5 - 52,9 53,0 47,8 - 58,3 46,9 43,1 - 50,8
Distrito Federal 47,9 43,7 - 52,0 51,2 44,1 - 58,3 45,0 40,1 - 49,9

Fonte: SVS/MS.
* Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta da cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

46
VIGITEL Brasil 2015

Figura 9 Percentual de homens (≥ 18 anos) com excesso de peso (Índice de Massa Corporal ≥ 25 kg/m2), segundo
as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

80

68
70
64
62 63
57 58 58 59 59 59 60 60
60 55 55 56 57
53 53 54 54 54 54 54 54
51 53 53
50
%

40

30

20

10

0
Natal
Rio Branco
Curitiba
Belém
São Paulo
Campo Grande
Distrito Federal
Palmas
Recife
São Luís
Vitória
João Pessoa
Maceió
Teresina
Goiânia
Macapá
Porto Velho
Salvador
Belo Horizonte
Aracaju
Rio de Janeiro

Florianópolis
Cuiabá
Fortaleza
Porto Alegre
Boa Vista
Manaus
Fonte: SVS/MS.

Figura 10 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) com excesso de peso (Índice de Massa Corporal ≥ 25 kg/m2),
segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

80

70

58
60 55
53 54 54 54 55 55 55
51 51 52 52 52
48 48 49 49 50
47
50 45 46 46
41 42 43
39
40
%

30

20

10

0
Goiânia
São Luís
Palmas
Florianópolis
Distrito Federal
Teresina
Belo Horizonte
Vitória
Aracaju
Cuiabá
Macapá
Belém
Fortaleza
Porto Alegre
Salvador
Curitiba
São Paulo
Natal
Porto Velho
Boa Vista
Maceió
Rio Branco
Recife
João Pessoa
Rio de Janeiro
Manaus
Campo Grande

Fonte: SVS/MS.

47
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

No conjunto das 27 cidades, a frequência de excesso de peso foi de 53,9%, sendo


maior entre homens (57,6%) do que entre mulheres (50,8%). Entre homens, a
frequência dessa condição tendeu a aumentar com a idade até os 54 anos; e entre
mulheres, essa tendência de aumento foi observada até os 64 anos. Entre as mulheres,
a frequência de excesso de peso diminuiu, uniformemente, com o aumento do nível
de escolaridade (Tabela 10).

Tabela 10 Percentual* de indivíduos com excesso de peso (Índice de Massa Corporal ≥ 25 kg/m2) no conjunto
da população adulta (≥ 18 anos) das capitais dos estados brasileiros e do Distrito Federal, por sexo,
segundo idade e anos de escolaridade. Vigitel, 2015

Sexo
Variáveis Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Idade (anos)
18 a 24 33,2 30,7 - 35,7 37,3 33,8 - 40,9 28,1 24,7 - 31,6
25 a 34 49,6 47,4 - 51,8 56,3 53,0 - 59,7 43,3 40,5 - 46,1
35 a 44 60,2 58,2 - 62,2 65,3 62,1 - 68,6 56,0 53,4 - 58,5
45 a 54 62,4 60,4 - 64,3 67,1 63,9 - 70,3 58,7 56,3 - 61,2
55 a 64 63,8 61,5 - 66,0 66,6 62,8 - 70,4 61,8 59,2 - 64,5
65 e mais 57,3 55,4 - 59,3 57,5 54,1 - 61,0 57,2 54,8 - 59,6
Anos de escolaridade
0a8 61,7 59,9 - 63,5 61,1 58,2 - 64,1 62,2 60,1 - 64,4
9 a 11 52,0 50,6 - 53,4 55,1 52,9 - 57,3 49,2 47,4 - 51,0
12 e mais 46,8 45,2 - 48,3 56,5 54,0 - 59,0 39,0 37,0 - 40,9
Total 53,9 53,0 - 54,9 57,6 56,1 - 59,1 50,8 49,6 - 52,0

Fonte: SVS/MS.
* Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta de cada cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

Obesidade
A frequência de adultos obesos variou entre 13,3% em Goiânia e 27,2% em Manaus.
As maiores frequências de obesidade foram observadas, no caso de homens, em
Manaus (30,0%), Boa Vista (24,6%) e Porto Alegre (22,7%); e, no caso de mulheres,
em Manaus (24,7%), Campo Grande (24,2%) e Porto Velho (23,2%). As menores
frequências de obesidade ocorreram, entre homens, em Vitória (12,5%), Palmas e São
Luís (13,6%) e no Distrito Federal (13,8%); e, entre mulheres, em Goiânia (12,0%),
Palmas (13,5%) e São Luís (14,2%) (Tabela 11 e figuras 11 e 12).

48
VIGITEL Brasil 2015

Tabela 11 Percentual* de adultos (≥ 18 anos) com obesidade (Índice de Massa Corporal ≥ 30 kg/m2), por sexo, segundo
as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

Sexo
Capitais/DF Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Aracaju 17,5 15,4 - 19,6 17,4 14,0 - 20,9 17,6 14,9 - 20,3
Belém 19,1 16,8 - 21,3 20,2 16,5 - 23,8 18,1 15,3 - 21,0
Belo Horizonte 17,4 15,4 - 19,3 15,7 12,6 - 18,7 18,8 16,2 - 21,4
Boa Vista 22,8 19,6 - 26,1 24,6 19,2 - 29,9 21,2 17,5 - 24,9
Campo Grande 22,2 20,0 - 24,4 19,9 16,7 - 23,2 24,2 21,3 - 27,2
Cuiabá 17,3 14,7 - 20,0 16,7 12,7 - 20,6 17,9 14,4 - 21,4
Curitiba 16,4 14,6 - 18,3 14,2 11,6 - 16,7 18,4 15,8 - 21,0
Florianópolis 15,7 13,5 - 18,0 15,9 12,3 - 19,6 15,5 12,9 - 18,2
Fortaleza 19,8 17,5 - 22,1 21,3 17,4 - 25,2 18,6 15,9 - 21,2
Goiânia 13,3 10,2 - 16,3 14,7 9,3 - 20,1 12,0 8,8 - 15,2
João Pessoa 20,0 17,5 - 22,4 17,7 14,0 - 21,5 21,8 18,7 - 24,9
Macapá 19,9 17,2 - 22,5 21,0 16,6 - 25,5 18,8 15,6 - 21,9
Maceió 20,1 17,8 - 22,4 17,7 14,2 - 21,2 22,1 19,0 - 25,1
Manaus 27,2 23,5 - 31,0 30,0 23,7 - 36,3 24,7 20,6 - 28,8
Natal 19,0 16,6 - 21,4 19,5 15,5 - 23,4 18,7 15,8 - 21,5
Palmas 13,6 11,3 - 15,8 13,6 10,4 - 16,9 13,5 10,5 - 16,5
Porto Alegre 20,9 18,5 - 23,4 22,7 18,8 - 26,6 19,5 16,3 - 22,6
Porto Velho 20,4 17,6 - 23,3 17,8 13,9 - 21,8 23,2 19,2 - 27,2
Recife 18,7 16,8 - 20,7 15,4 12,4 - 18,3 21,4 18,8 - 24,1
Rio Branco 21,9 19,0 - 24,8 21,9 17,2 - 26,6 21,9 18,4 - 25,4
Rio de Janeiro 18,5 15,9 - 21,1 13,9 10,1 - 17,6 22,4 18,9 - 26,0
Salvador 16,3 14,2 - 18,4 14,4 11,0 - 17,8 17,9 15,2 - 20,5
São Luís 14,0 11,7 - 16,2 13,6 9,7 - 17,6 14,2 11,8 - 16,6
São Paulo 21,2 18,9 - 23,4 21,4 17,9 - 25,0 21,0 18,1 - 23,8
Teresina 15,8 13,7 - 18,0 16,8 13,3 - 20,2 15,0 12,3 - 17,8
Vitória 15,0 12,9 - 17,1 12,5 9,3 - 15,6 17,2 14,4 - 19,9
Distrito Federal 14,4 11,7 - 17,0 13,8 9,8 - 17,8 14,8 11,3 - 18,4

Fonte: SVS/MS.
* Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta de cada cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

49
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Figura 11 Percentual de homens (≥ 18 anos) com obesidade (Índice de Massa Corporal ≥ 30 kg/m2), segundo as
capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

40

30
30
25
23
21 21 21 22
19 20 20
20 18 18 18
%

17 17 17
15 15 16 16
14 14 14 14 14 14
12

10

0
Vitória
Palmas
São Luís
Distrito Federal
Rio de Janeiro
Curitiba
Salvador
Goiânia
Recife
Belo Horizonte
Florianópolis
Cuiabá
Teresina
Aracaju
Maceió
João Pessoa
Porto Velho
Natal
Campo Grande
Belém
Macapá
Fortaleza
São Paulo
Rio Branco
Porto Alegre
Boa Vista
Manaus
Fonte: SVS/MS.

Figura 12 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) com obesidade (Índice de Massa Corporal ≥ 30 kg/m2), segundo as
capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

40

30

24 25
23
22 22 22
21 21 21 22
19
18 18 19 19 19 19
20 17 18 18 18
%

15 15 16
13 14
12

10

0
Goiânia
Palmas
São Luís

Curitiba
Fortaleza
Natal
Macapá
Belo Horizonte
Porto Alegre
São Paulo
Boa Vista
Recife
João Pessoa
Rio Branco
Maceió
Rio de Janeiro
Porto Velho
Campo Grande
Manaus
Distrito Federal
Teresina
Florianópolis
Vitória
Aracaju
Salvador
Cuiabá
Belém

Fonte: SVS/MS.

50
VIGITEL Brasil 2015

No conjunto das 27 cidades, a frequência de adultos obesos foi de 18,9%. Em


ambos os sexos, a frequência da obesidade mais que duplicou da faixa de 18 a 24
anos para a faixa de 25 a 34 anos de idade. Além disso, entre homens, a frequência da
obesidade tendeu a aumentar com a idade até os 44 anos, enquanto para as mulheres
esse aumento se estendeu até os 54 anos. A frequência de obesidade tendeu a diminuir
com o aumento do nível de escolaridade em ambos os sexos (Tabela 12).

Tabela 12 Percentual* de indivíduos com obesidade (Índice de Massa Corporal ≥ 30 kg/m2) no conjunto da
população adulta (≥ 18 anos) das capitais dos estados brasileiros e do Distrito Federal, por sexo,
segundo idade e anos de escolaridade. Vigitel, 2015

Sexo
Variáveis Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Idade (anos)
18 a 24 8,3 6,9 - 9,7 8,5 6,5 - 10,4 8,1 6,1 - 10,1
25 a 34 17,9 16,0 - 19,7 18,5 15,7 - 21,4 17,3 14,8 - 19,7
35 a 44 23,6 21,8 - 25,5 24,1 21,2 - 27,1 23,2 20,8 - 25,5
45 a 54 21,7 20,0 - 23,4 19,9 17,3 - 22,5 23,2 21,0 - 25,4
55 a 64 22,7 20,8 - 24,6 22,4 18,9 - 25,9 22,9 20,7 - 25,1
65 e mais 19,4 17,8 - 21,0 15,5 12,7 - 18,3 21,9 20,0 - 23,9
Anos de escolaridade
0a8 23,6 22,0 - 25,2 20,6 18,0 - 23,2 26,2 24,2 - 28,2
9 a 11 17,8 16,7 - 18,9 16,9 15,3 - 18,5 18,6 17,2 - 20,1
12 e mais 14,6 13,5 - 15,7 16,6 14,8 - 18,4 13,0 11,6 - 14,4
Total 18,9 18,2 - 19,7 18,1 16,9 - 19,3 19,7 18,7 - 20,6

Fonte: SVS/MS.
* Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta de cada cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

51
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

3.3 Consumo alimentar

Nesta publicação, são utilizados indicadores do consumo de alimentos considerados


marcadores de padrões saudáveis e não saudáveis de alimentação. No primeiro caso,
avalia-se a frequência de consumo de frutas, hortaliças (legumes e verduras) e feijão.
No segundo caso, avalia-se o hábito de consumir carnes com excesso de gordura (sem
remover a gordura visível) e de consumir leite com teor integral de gordura, além do
consumo de refrigerantes e de doces, a substituição do almoço ou jantar por lanches
e a percepção do consumo elevado de sal.

Consumo regular de frutas e hortaliças


Considerou-se regular o consumo de frutas e hortaliças quando tanto frutas quanto
hortaliças eram consumidas em cinco ou mais dias da semana. A frequência de
adultos que consomem regularmente frutas e hortaliças variou entre 24,0% em
Belém e 53,9% no Distrito Federal. As maiores frequências foram encontradas, entre
homens, no Distrito Federal (45,1%), em Goiânia (40,2%) e em Natal (39,3%) e,
entre mulheres, no Distrito Federal (61,6%), em Florianópolis (56,3%) e em Goiânia
(55,7%). As menores frequências do consumo regular de frutas e hortaliças no sexo
masculino ocorreram em Belém (19,2%), Salvador (21,1%) e Macapá (21,9%) e, no
sexo feminino, em Belém (28,1%), São Luís (29,1%) e Fortaleza (30,7%) (Tabela 13 e
figuras 13 e 14).

52
VIGITEL Brasil 2015

Tabela 13 Percentual* de adultos (≥ 18 anos) que consomem frutas e hortaliças em cinco ou mais dias da semana,
por sexo, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

Sexo
Capitais/DF Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Aracaju 39,7 37,0 - 42,4 35,3 30,9 - 39,6 43,3 39,9 - 46,8
Belém 24,0 21,7 - 26,2 19,2 16,1 - 22,3 28,1 24,9 - 31,2
Belo Horizonte 45,3 42,6 - 47,9 37,0 32,9 - 41,0 52,2 48,8 - 55,7
Boa Vista 36,9 33,5 - 40,3 29,6 24,6 - 34,7 43,8 39,3 - 48,3
Campo Grande 36,2 33,6 - 38,8 25,5 21,9 - 29,0 45,9 42,4 - 49,5
Cuiabá 38,8 35,1 - 42,5 25,7 20,1 - 31,3 50,9 46,5 - 55,4
Curitiba 44,4 41,8 - 47,0 37,4 33,6 - 41,3 50,4 47,0 - 53,9
Florianópolis 48,1 44,9 - 51,3 39,0 34,0 - 43,9 56,3 52,3 - 60,3
Fortaleza 29,6 27,1 - 32,0 28,2 24,2 - 32,2 30,7 27,6 - 33,8
Goiânia 48,5 44,1 - 52,8 40,2 33,1 - 47,3 55,7 50,7 - 60,7
João Pessoa 37,6 34,8 - 40,4 31,5 27,1 - 35,9 42,7 39,0 - 46,3
Macapá 28,7 25,8 - 31,6 21,9 18,0 - 25,9 35,0 31,1 - 38,9
Maceió 30,9 28,4 - 33,5 26,5 22,8 - 30,3 34,5 31,1 - 37,9
Manaus 32,0 28,6 - 35,5 29,1 23,4 - 34,9 34,7 30,6 - 38,8
Natal 39,7 36,8 - 42,6 39,3 34,6 - 44,1 40,0 36,5 - 43,5
Palmas 40,4 37,2 - 43,5 35,0 30,3 - 39,8 45,3 41,1 - 49,5
Porto Alegre 45,1 42,1 - 48,1 35,7 31,3 - 40,0 52,8 48,9 - 56,8
Porto Velho 30,2 27,2 - 33,2 22,0 18,0 - 26,0 38,9 34,7 - 43,1
Recife 36,8 34,2 - 39,4 34,2 30,0 - 38,4 38,9 35,7 - 42,0
Rio Branco 30,5 27,4 - 33,6 24,5 19,9 - 29,2 35,9 31,8 - 40,1
Rio de Janeiro 38,5 35,4 - 41,7 31,6 26,6 - 36,6 44,4 40,5 - 48,3
Salvador 28,9 26,4 - 31,5 21,1 17,4 - 24,8 35,4 32,0 - 38,8
São Luís 27,4 24,6 - 30,1 25,3 20,7 - 29,9 29,1 25,8 - 32,4
São Paulo 36,5 34,0 - 39,0 29,7 26,0 - 33,4 42,2 38,9 - 45,5
Teresina 33,2 30,4 - 36,0 28,2 23,9 - 32,5 37,3 33,6 - 40,9
Vitória 44,5 41,4 - 47,7 39,1 34,1 - 44,0 49,2 45,3 - 53,0
Distrito Federal 53,9 49,6 - 58,1 45,1 38,1 - 52,0 61,6 56,6 - 66,6

Fonte: SVS/MS.
* Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta da cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

53
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Figura 13 Percentual de homens (≥ 18 anos) que consomem frutas e hortaliças em cinco ou mais dias da semana,
segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

80

70

60

50 45
39 39 39 40
%

40 37 37
34 35 35 36
31 32
29 30 30
30 27 28 28
25 25 25 26
21 22 22
19
20

10

0
Belém
Salvador
Macapá
Porto Velho
Rio Branco
São Luís
Campo Grande
Cuiabá
Maceió
Fortaleza
Teresina
Manaus
Boa Vista
São Paulo
João Pessoa

Vitória
Natal
Goiânia
Distrito Federal
Rio de Janeiro
Recife
Palmas
Aracaju
Porto Alegre
Belo Horizonte
Curitiba
Florianópolis
Fonte: SVS/MS.

Figura 14 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) que consomem frutas e hortaliças em cinco ou mais dias da semana,
segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

80

70
62
60 56 56
53
51 52
49 50
50 44 45 46
42 43 43 44
40
%

40 37 39 39
34 35 35 35 36
31
28 29
30

20

10

0
Belém
São Luís
Fortaleza
Maceió
Manaus
Macapá
Salvador
Rio Branco
Teresina
Recife
Porto Velho
Natal
São Paulo
João Pessoa
Aracaju
Boa Vista
Rio de Janeiro
Palmas
Campo Grande
Vitória
Curitiba
Cuiabá
Belo Horizonte
Porto Alegre
Goiânia
Florianópolis
Distrito Federal

Fonte: SVS/MS.

54
VIGITEL Brasil 2015

No conjunto da população adulta estudada, a frequência de consumo regular de


frutas e hortaliças foi de 37,6%, sendo menor em homens (31,3%) do que em mulheres
(43,1%). Em ambos os sexos, o consumo regular de frutas e hortaliças aumentou com a
idade e foi maior entre os indivíduos com 12 anos ou mais anos de estudo (Tabela 14).

Tabela 14 Percentual* de indivíduos que consomem frutas e hortaliças em cinco ou mais dias da semana no
conjunto da população adulta (≥ 18 anos) das capitais dos estados brasileiros e do Distrito Federal, por
sexo, segundo idade e anos de escolaridade. Vigitel, 2015

Sexo

Variáveis Total Masculino Feminino


% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Idade (anos)
18 a 24 29,3 27,0 - 31,6 28,2 25,0 - 31,4 30,6 27,4 - 33,8
25 a 34 35,3 33,2 - 37,4 30,1 26,9 - 33,2 40,2 37,4 - 43,0
35 a 44 35,7 33,8 - 37,6 29,1 26,2 - 32,0 41,1 38,6 - 43,6
45 a 54 39,2 37,2 - 41,1 29,9 26,9 - 32,8 46,4 43,9 - 48,9
55 a 64 44,6 42,3 - 46,8 37,1 33,3 - 40,9 49,8 47,1 - 52,5
65 e mais 48,1 46,1 - 50,1 40,9 37,4 - 44,3 52,9 50,5 - 55,2
Anos de escolaridade
0a8 33,0 31,3 - 34,7 26,7 24,0 - 29,5 38,4 36,2 - 40,5
9 a 11 33,8 32,5 - 35,1 27,8 25,9 - 29,6 39,1 37,4 - 40,8
12 e mais 48,9 47,4 - 50,5 42,4 40,0 - 44,8 54,2 52,2 - 56,2
Total 37,6 36,7 - 38,5 31,3 29,9 - 32,6 43,1 41,9 - 44,2

Fonte: SVS/MS.
* Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta de cada cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

55
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Consumo recomendado de frutas e hortaliças


A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a ingestão diária de pelo menos
400 gramas de frutas e hortaliças (WHO, 2003), o que equivale, aproximadamente,
ao consumo diário de cinco porções desses alimentos. Como descrito anteriormente
neste relatório, a quantidade de porções de frutas e hortaliças consumidas
habitualmente pelos indivíduos é estimada pelo Vigitel a partir de questões sobre
a quantidade de frutas ou sucos de frutas consumida por dia e sobre o hábito de
consumir hortaliças cruas (na forma de saladas) ou cozidas no almoço e no jantar.
Essas questões são perguntadas apenas para indivíduos que informam consumir
frutas e hortaliças em cinco ou mais dias da semana. O cômputo do total diário de
porções é feito considerando-se cada fruta ou cada suco de fruta como equivalente a
uma porção. Entretanto, para assegurar a necessária diversificação da dieta, limita-se
em três o número máximo de porções diárias computadas para frutas e em um o
número máximo para sucos. No caso de hortaliças, computa-se um número máximo
de quatro porções diárias, situação que caracteriza indivíduos que informam o hábito
de consumir hortaliças cruas e hortaliças cozidas no almoço e no jantar.
A frequência de adultos que consomem cinco ou mais porções diárias de frutas
e hortaliças (consumo recomendado de frutas e hortaliças) foi baixa na maioria das
cidades estudadas, variando entre 15,6% em Maceió e 39,5% no Distrito Federal. As
maiores frequências foram encontradas, entre homens, no Distrito Federal (33,6%),
em Vitória (27,9%) e em Florianópolis (26,9%) e, entre mulheres, no Distrito Federal
(44,7%), em Florianópolis (39,3%) e Goiânia (36,8%). As menores frequências no sexo
masculino ocorreram em Maceió (13,0%), Salvador e Belém (13,2%) e Rio Branco
(13,7%), e, no sexo feminino, em Fortaleza (16,1%), Maceió (17,6%) e Rio Branco
(19,8%) (Tabela 15 e figuras 15 e 16).

56
VIGITEL Brasil 2015

Tabela 15 Percentual* de adultos (≥ 18 anos) que consomem cinco ou mais porções diárias de frutas e hortaliças,
por sexo, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

Sexo
Capitais/DF Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Aracaju 24,0 21,7 - 26,4 20,6 16,8 - 24,4 26,9 23,9 - 29,8
Belém 16,8 14,8 - 18,7 13,2 10,5 - 15,9 19,9 17,1 - 22,6
Belo Horizonte 30,4 28,0 - 32,9 24,7 21,0 - 28,3 35,3 32,0 - 38,5
Boa Vista 23,1 20,2 - 26,0 16,7 12,7 - 20,7 29,1 25,0 - 33,3
Campo Grande 24,1 21,9 - 26,4 16,1 13,2 - 19,1 31,3 28,1 - 34,6
Cuiabá 26,0 22,8 - 29,3 18,1 13,5 - 22,8 33,3 29,0 - 37,6
Curitiba 29,6 27,2 - 31,9 25,4 22,0 - 28,9 33,2 30,0 - 36,4
Florianópolis 33,4 30,4 - 36,4 26,9 22,4 - 31,4 39,3 35,4 - 43,2
Fortaleza 17,0 14,9 - 19,1 18,1 14,5 - 21,6 16,1 13,7 - 18,6
Goiânia 31,6 27,8 - 35,5 25,8 19,5 - 32,1 36,8 32,2 - 41,3
João Pessoa 21,9 19,5 - 24,3 17,0 13,5 - 20,6 25,9 22,7 - 29,1
Macapá 19,8 17,2 - 22,4 15,0 11,5 - 18,5 24,3 20,7 - 28,0
Maceió 15,6 13,7 - 17,4 13,0 10,4 - 15,7 17,6 15,0 - 20,2
Manaus 21,4 18,2 - 24,6 19,0 13,6 - 24,4 23,6 20,0 - 27,2
Natal 23,1 20,7 - 25,5 19,9 16,3 - 23,5 25,9 22,7 - 29,0
Palmas 29,1 26,3 - 32,0 25,5 21,2 - 29,9 32,5 28,7 - 36,3
Porto Alegre 29,0 26,3 - 31,7 22,3 18,6 - 25,9 34,6 30,8 - 38,4
Porto Velho 18,6 16,1 - 21,0 14,3 10,9 - 17,7 23,1 19,7 - 26,5
Recife 20,4 18,3 - 22,5 17,9 14,7 - 21,2 22,4 19,7 - 25,0
Rio Branco 16,9 14,5 - 19,3 13,7 10,1 - 17,3 19,8 16,7 - 23,0
Rio de Janeiro 27,8 24,9 - 30,8 24,3 19,5 - 29,1 30,8 27,3 - 34,4
Salvador 18,6 16,4 - 20,8 13,2 10,2 - 16,1 23,1 20,1 - 26,1
São Luís 19,5 17,0 - 22,0 18,5 14,1 - 22,8 20,4 17,5 - 23,2
São Paulo 25,1 22,9 - 27,3 20,0 16,9 - 23,2 29,5 26,4 - 32,5
Teresina 22,1 19,6 - 24,5 19,6 15,8 - 23,4 24,1 20,8 - 27,3
Vitória 31,1 28,2 - 33,9 27,9 23,3 - 32,4 33,8 30,3 - 37,3
Distrito Federal 39,5 35,5 - 43,6 33,6 27,0 - 40,3 44,7 39,8 - 49,5

Fonte: SVS/MS.
* Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta da cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

57
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Figura 15 Percentual de homens (≥ 18 anos) que consomem cinco ou mais porções diárias de frutas e hortaliças,
segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
60

50

40
34
%

30 28
26 27
24 25 25 26
22
20 20 20 21
18 18 18 18 19
20
15 16 17 17
13 13 13 14 14

10

0
Maceió
Salvador
Belém
Rio Branco
Porto Velho
Macapá
Campo Grande
Boa Vista
João Pessoa
Recife
Fortaleza
Cuiabá
São Luís
Manaus
Teresina
Natal
São Paulo
Aracaju
Porto Alegre
Rio de Janeiro
Belo Horizonte
Curitiba
Palmas
Goiânia
Florianópolis
Vitória
Distrito Federal
Fonte: SVS/MS.

Figura 16 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) que consomem cinco ou mais porções diárias de frutas e hortaliças,
segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

60

50
45

39
40 37
35
34 35
32 33 33
31 31
%

29 29
30 26 26 27
24 24
22 23 23 24
20 20 20
20 18
16

10

0
Fortaleza
Maceió
Rio Branco
Belém
São Luís
Recife
Porto Velho
Salvador
Manaus
Teresina
Macapá
Natal
João Pessoa
Aracaju
Boa Vista
São Paulo
Rio de Janeiro
Campo Grande
Palmas
Curitiba
Cuiabá
Vitória
Porto Alegre
Belo Horizonte
Goiânia
Florianópolis
Distrito Federal

Fonte: SVS/MS.

58
VIGITEL Brasil 2015

No conjunto das 27 cidades, a frequência de consumo recomendado de frutas e hortaliças


foi de 25,2%, sendo menor em homens (21,0%) do que em mulheres (28,9%). Entre
mulheres, a frequência do consumo recomendado de frutas e hortaliças tendeu a aumentar
com a idade. Em ambos os sexos, o consumo recomendado de frutas e hortaliças aumentou
com o nível de escolaridade (Tabela 16).

Tabela 16 Percentual* de indivíduos que consomem cinco ou mais porções diárias de frutas e hortaliças no conjunto
da população adulta (≥ 18 anos) das capitais dos estados brasileiros e do Distrito Federal, por sexo,
segundo idade e anos de escolaridade. Vigitel, 2015

Sexo
Variáveis Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Idade (anos)
18 a 24 21,0 19,1 - 23,0 20,4 17,7 - 23,1 21,8 19,1 - 24,6
25 a 34 25,3 23,3 - 27,3 21,5 18,5 - 24,6 28,7 26,1 - 31,4
35 a 44 24,2 22,5 - 25,9 19,1 16,6 - 21,7 28,4 26,1 - 30,6
45 a 54 26,3 24,5 - 28,1 19,8 17,2 - 22,3 31,4 29,0 - 33,8
55 a 64 28,8 26,8 - 30,8 24,4 21,0 - 27,7 31,8 29,4 - 34,3
65 e mais 27,3 25,5 - 29,0 22,6 19,7 - 25,4 30,4 28,2 - 32,6
Anos de escolaridade
0a8 20,1 18,6 - 21,6 17,4 14,9 - 19,8 22,5 20,6 - 24,3
9 a 11 23,2 22,1 - 24,3 18,6 17,0 - 20,2 27,3 25,7 - 28,9
12 e mais 34,6 33,1 - 36,1 29,3 27,1 - 31,5 38,9 36,9 - 40,9
Total 25,2 24,4 - 26,0 21,0 19,8 - 22,2 28,9 27,8 - 29,9

Fonte: SVS/MS.
* Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta de cada cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

Hábito de consumir carnes com excesso de gordura


A frequência de adultos que referiram o consumo de carnes com excesso de gordura
variou entre 20,9% em Salvador e 42,6% em Campo Grande. As maiores frequências
do consumo de carnes com gordura entre homens foram observadas em Campo
Grande (54,3%), Cuiabá (52,9%) e São Paulo (49,7%) e as menores em Salvador
(31,3%), em Manaus (32,8%) e em Florianópolis e Vitória (35,1%). Entre mulheres, as
maiores frequências ocorreram em Campo Grande (32,0%), Belo Horizonte (29,8%)
e Cuiabá (28,1%) e as menores em Salvador (12,4%), Florianópolis (13,9%) e João
Pessoa (15,9%) (Tabela 17 e figuras 17 e 18).

59
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Tabela 17 Percentual* de adultos (≥ 18 anos) que costumam consumir carnes com excesso de gordura**, por sexo,
segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

Sexo
Capitais/DF Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Aracaju 26,3 23,6 - 28,9 37,3 32,7 - 42,0 17,2 14,5 - 20,0
Belém 26,8 24,2 - 29,4 36,6 32,4 - 40,9 18,5 15,4 - 21,5
Belo Horizonte 38,5 35,8 - 41,2 48,8 44,6 - 53,0 29,8 26,5 - 33,2
Boa Vista 34,9 31,3 - 38,5 44,7 39,1 - 50,4 25,6 21,5 - 29,8
Campo Grande 42,6 39,8 - 45,3 54,3 50,0 - 58,5 32,0 28,6 - 35,4
Cuiabá 40,0 36,2 - 43,9 52,9 46,5 - 59,4 28,1 24,1 - 32,1
Curitiba 33,6 31,1 - 36,1 45,0 41,0 - 48,9 23,7 20,7 - 26,8
Florianópolis 24,0 21,0 - 26,9 35,1 30,0 - 40,2 13,9 11,0 - 16,8
Fortaleza 30,3 27,7 - 33,0 41,5 37,1 - 45,9 21,0 18,0 - 23,9
Goiânia 34,1 29,9 - 38,4 43,8 36,3 - 51,3 25,7 21,4 - 29,9
João Pessoa 26,9 24,1 - 29,8 40,3 35,4 - 45,1 15,9 12,8 - 18,9
Macapá 33,7 30,1 - 37,3 43,3 37,4 - 49,2 24,7 21,0 - 28,4
Maceió 33,4 30,5 - 36,3 45,8 41,1 - 50,5 23,3 19,8 - 26,8
Manaus 25,2 21,8 - 28,5 32,8 27,1 - 38,5 18,1 14,5 - 21,6
Natal 27,1 24,2 - 30,0 38,7 33,7 - 43,6 17,3 14,5 - 20,2
Palmas 36,8 33,6 - 40,1 46,5 41,4 - 51,5 27,9 23,8 - 31,9
Porto Alegre 31,8 28,9 - 34,7 41,0 36,4 - 45,7 24,3 20,6 - 27,9
Porto Velho 35,1 31,6 - 38,5 47,7 42,2 - 53,2 21,6 17,9 - 25,2
Recife 27,8 25,3 - 30,4 37,8 33,3 - 42,2 19,8 17,1 - 22,6
Rio Branco 31,2 27,8 - 34,5 42,7 37,2 - 48,1 20,7 17,0 - 24,4
Rio de Janeiro 27,2 24,0 - 30,4 36,3 30,8 - 41,9 19,5 16,1 - 22,9
Salvador 20,9 18,4 - 23,5 31,3 26,8 - 35,8 12,4 9,8 - 15,0
São Luís 27,5 24,5 - 30,5 37,7 32,5 - 42,8 19,2 16,1 - 22,3
São Paulo 35,0 32,4 - 37,7 49,7 45,5 - 53,9 22,5 19,6 - 25,5
Teresina 30,7 27,8 - 33,6 42,2 37,4 - 47,0 21,2 18,0 - 24,4
Vitória 26,6 23,6 - 29,5 35,1 30,0 - 40,2 19,4 16,2 - 22,5
Distrito Federal 31,5 27,2 - 35,8 43,1 35,8 - 50,3 21,4 17,3 - 25,5

Fonte: SVS/MS.
* Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta da cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
** Adultos que consomem carne vermelha com gordura ou frango com pele sem remover a gordura visível do
alimento.
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

60
VIGITEL Brasil 2015

Figura 17 Percentual de homens (≥ 18 anos) que costumam consumir carnes com excesso de gordura, segundo as
capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

70

60
53 54
50
50 48 49
44 45 45 46 46
42 43 43 43
40 41 41
39
40 37 37 38 38
35 35 36
%

33
31
30

20

10

0
Fortaleza
Teresina
Rio Branco
Distrito Federal
Macapá
Goiânia
Boa Vista
Curitiba
Maceió
Palmas
Porto Velho
Belo Horizonte
São Paulo
Cuiabá
Campo Grande
Salvador
Manaus
Florianópolis
Vitória
Rio de Janeiro
Belém
Aracaju
São Luís
Recife
Natal
João Pessoa
Porto Alegre

Fonte: SVS/MS.

Figura 18 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) que costumam consumir carnes com excesso de gordura, segundo
as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

70

60

50

40
%

32
30
30 28 28
26 26
23 24 24 25
21 21 21 21 22 23
20
18 18 19 19 20
20 16 17 17
14
12
10

0
Boa Vista

Cuiabá
Belo Horizonte
Campo Grande
Salvador
Florianópolis
João Pessoa
Aracaju
Natal
Manaus
Belém
São Luís
Vitória
Rio de Janeiro
Recife
Rio Branco
Fortaleza
Teresina
Distrito Federal
Porto Velho
São Paulo
Maceió
Curitiba
Porto Alegre
Macapá

Goiânia
Palmas

Fonte: SVS/MS.

61
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

No conjunto da população adulta estudada, um terço (31,1%) das pessoas declarou


ter o hábito de consumir carnes com excesso de gordura, sendo esta condição quase
duas vezes mais frequente em homens (42,6%) do que em mulheres (21,4%). Em
ambos os sexos, a frequência do consumo de carnes com excesso de gordura tende
a diminuir com o aumento da faixa etária. Entre homens, a frequência de consumo
tende a ser menor entre os indivíduos com 12 anos ou mais de escolaridade; já
entre mulheres, as menores frequências foram observadas nas faixas extremas de
escolaridade (0 a 8 anos e 12 e mais anos) (Tabela 18).

Tabela 18 Percentual* de indivíduos que costumam consumir carnes com excesso de gordura** no conjunto
da população adulta (≥ 18 anos) das capitais dos estados brasileiros e do Distrito Federal, por sexo,
segundo idade e anos de escolaridade. Vigitel, 2015

Sexo
Variáveis Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Idade (anos)
18 a 24 40,5 37,9 - 43,1 49,3 45,7 - 53,0 29,6 26,2 - 33,0
25 a 34 36,6 34,4 - 38,8 46,3 42,9 - 49,8 27,6 25,0 - 30,1
35 a 44 32,4 30,3 - 34,4 44,8 41,5 - 48,2 22,1 19,8 - 24,4
45 a 54 27,0 25,1 - 29,0 38,8 35,3 - 42,3 17,9 16,0 - 19,8
55 a 64 22,0 19,9 - 24,1 34,7 30,7 - 38,8 13,2 11,4 - 15,0
65 e mais 19,7 17,9 - 21,4 29,5 26,2 - 32,9 13,2 11,5 - 14,9
Anos de escolaridade
0a8 31,4 29,6 - 33,3 44,7 41,6 - 47,8 20,0 18,1 - 21,9
9 a 11 33,3 31,9 - 34,6 44,1 41,9 - 46,3 23,6 22,0 - 25,2
12 e mais 27,8 26,3 - 29,3 37,5 35,1 - 40,0 20,0 18,3 - 21,7
Total 31,1 30,2 - 32,0 42,6 41,0 - 44,1 21,4 20,4 - 22,4

Fonte: SVS/MS.
* Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta de cada cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
** Indivíduos que consomem carne vermelha gordurosa ou frango com pele sem remover a gordura visível do
alimento.
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

Hábito de consumir leite com teor integral de gordura


A frequência de adultos que referem o hábito de consumir leite integral se mostrou
elevada em todas as cidades estudadas, variando entre 39,1% em Porto Alegre e 67,0%
em Manaus. Entre homens, as maiores frequências de consumo de leite integral
foram observadas em Manaus (67,4%), Porto Velho (65,1%) e Salvador (63,2%), e as
menores no Distrito Federal (43,4%), em Florianópolis (46,6%) e em Porto Alegre
(46,8%). Entre mulheres, as maiores frequências ocorreram em Manaus (66,6%),
Belém (64,8%) e Porto Velho (62,3%) e as menores em Porto Alegre (32,9%), em
Florianópolis (34,5%) e no Distrito Federal (37,2%) (Tabela 19 e figuras 19 e 20).

62
VIGITEL Brasil 2015

Tabela 19 Percentual* de adultos (≥ 18 anos) que costumam consumir leite com teor integral de gordura, por sexo,
segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

Sexo
Capitais/DF Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Aracaju 50,3 47,4 - 53,1 54,1 49,4 - 58,8 47,2 43,7 - 50,7
Belém 63,2 60,5 - 65,9 61,3 57,0 - 65,6 64,8 61,5 - 68,2
Belo Horizonte 50,7 48,0 - 53,4 57,4 53,2 - 61,6 45,1 41,7 - 48,6
Boa Vista 59,7 56,2 - 63,2 59,0 53,4 - 64,5 60,4 56,0 - 64,8
Campo Grande 54,0 51,3 - 56,8 54,4 50,1 - 58,7 53,7 50,2 - 57,3
Cuiabá 45,5 41,6 - 49,3 47,7 41,2 - 54,1 43,4 39,1 - 47,7
Curitiba 55,3 52,7 - 57,9 58,1 54,2 - 62,0 52,8 49,3 - 56,2
Florianópolis 40,2 37,0 - 43,5 46,6 41,4 - 51,8 34,5 30,6 - 38,4
Fortaleza 54,1 51,3 - 56,8 55,4 51,0 - 59,9 52,9 49,5 - 56,4
Goiânia 48,0 43,6 - 52,4 52,2 44,7 - 59,7 44,3 39,4 - 49,2
João Pessoa 49,8 46,8 - 52,8 53,0 48,1 - 57,9 47,2 43,4 - 50,9
Macapá 58,7 55,1 - 62,3 58,9 52,9 - 65,0 58,5 54,5 - 62,6
Maceió 47,5 44,6 - 50,4 51,3 46,6 - 55,9 44,4 40,7 - 48,1
Manaus 67,0 63,5 - 70,4 67,4 61,7 - 73,1 66,6 62,5 - 70,6
Natal 49,9 46,9 - 52,9 53,0 48,1 - 58,0 47,2 43,5 - 50,8
Palmas 54,1 50,8 - 57,3 57,0 52,0 - 62,0 51,3 47,0 - 55,6
Porto Alegre 39,1 36,2 - 42,1 46,8 42,1 - 51,5 32,9 29,3 - 36,5
Porto Velho 63,7 60,5 - 67,0 65,1 60,1 - 70,1 62,3 58,1 - 66,4
Recife 48,5 45,8 - 51,2 53,3 48,8 - 57,8 44,7 41,4 - 48,0
Rio Branco 60,7 57,3 - 64,2 60,6 55,2 - 66,1 60,9 56,7 - 65,0
Rio de Janeiro 46,6 43,2 - 50,0 54,7 49,2 - 60,1 39,8 35,9 - 43,7
Salvador 60,0 57,1 - 62,9 63,2 58,5 - 67,9 57,3 53,8 - 60,9
São Luís 60,5 57,6 - 63,5 61,5 56,6 - 66,4 59,7 56,1 - 63,3
São Paulo 51,6 49,0 - 54,3 54,6 50,4 - 58,7 49,1 45,7 - 52,5
Teresina 54,9 51,8 - 57,9 59,9 55,3 - 64,5 50,7 46,8 - 54,5
Vitória 46,2 43,0 - 49,4 53,3 48,1 - 58,5 40,2 36,3 - 44,1
Distrito Federal 40,1 35,9 - 44,3 43,4 36,4 - 50,4 37,2 32,2 - 42,1

Fonte: SVS/MS.
* Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta da cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

63
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Figura 19 Percentual de homens (≥ 18 anos) que costumam consumir leite com teor integral de gordura, segundo
as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

80

70 67
65
63
60 61 61 61
60 57 57 58 59 59
55
53 53 54 54 55 55
51 52 53 53
50 47 47 48
43
%

40

30

20

10

0
Distrito Federal
Florianópolis
Porto Alegre
Cuiabá
Maceió
Goiânia
João Pessoa
Natal
Recife
Vitória
Aracaju
Campo Grande
São Paulo
Rio de Janeiro
Fortaleza
Palmas
Belo Horizonte
Curitiba
Macapá
Boa Vista
Teresina
Rio Branco
Belém
São Luís
Salvador
Porto Velho
Manaus
Fonte: SVS/MS.

Figura 20 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) que costumam consumir leite com teor integral de gordura, segundo
as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

80

70 65 67
62
60 60 61
60 57 59
54
51 53 53
49 51
50 47 47 47
43 44 44 45 45
%

40 40
40 37
33 34
30

20

10

0
Porto Alegre
Florianópolis
Distrito Federal
Rio de Janeiro
Vitória
Cuiabá
Goiânia
Maceió
Recife

Belém
Manaus
Belo Horizonte
Natal
João Pessoa
Aracaju
São Paulo
Teresina
Palmas
Curitiba
Fortaleza
Campo Grande
Salvador
Macapá
São Luís
Boa Vista
Rio Branco
Porto Velho

Fonte: SVS/MS.

64
VIGITEL Brasil 2015

No conjunto das 27 cidades, a frequência do hábito de consumir leite integral foi


de 51,5%, sendo maior entre homens (55,3%) do que entre mulheres (48,2%). Entre
mulheres, o consumo de leite integral tendeu a diminuir com o aumento da idade, e
entre homens, essa diminuição ocorreu a partir dos 35 anos. Em ambos os sexos, a
maior frequência foi encontrada entre indivíduos de escolaridade intermediária (9 a
11 anos de estudo) (Tabela 20).

Tabela 20 Percentual* de indivíduos que costumam consumir leite com teor integral de gordura no conjunto
da população adulta (≥ 18 anos) das capitais dos estados brasileiros e do Distrito Federal, por sexo,
segundo idade e anos de escolaridade. Vigitel, 2015

Sexo
Variáveis Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Idade (anos)
18 a 24 56,7 54,1 - 59,3 61,3 57,6 - 64,9 51,0 47,4 - 54,7
25 a 34 53,4 51,2 - 55,6 56,2 52,8 - 59,6 50,8 47,9 - 53,6
35 a 44 54,0 51,9 - 56,1 58,4 55,1 - 61,7 50,3 47,7 - 52,9
45 a 54 50,1 48,0 - 52,1 51,8 48,3 - 55,2 48,8 46,2 - 51,3
55 a 64 44,6 42,3 - 46,9 50,6 46,5 - 54,6 40,5 37,8 - 43,1
65 e mais 45,1 43,1 - 47,1 46,2 42,7 - 49,8 44,3 41,9 - 46,8
Anos de escolaridade
0a8 51,5 49,6 - 53,4 53,7 50,6 - 56,7 49,6 47,4 - 51,9
9 a 11 56,7 55,3 - 58,1 60,4 58,3 - 62,5 53,4 51,6 - 55,3
12 e mais 44,1 42,5 - 45,7 49,9 47,4 - 52,3 39,5 37,5 - 41,5
Total 51,5 50,5 - 52,4 55,3 53,8 - 56,8 48,2 47,0 - 49,4

Fonte: SVS/MS.
* Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta de cada cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

Consumo de alimentos doces em cinco ou mais dias da semana


O consumo de alimentos doces foi estimado pelo Vigitel a partir de questão que
indagou sobre a frequência semanal do consumo de sorvetes, chocolates, bolos,
biscoitos ou doces. A frequência de adultos que referem o consumo de alimentos doces em
cinco ou mais dias da semana variou entre 11,8% em Belém e 23,6% em Goiânia. As maiores
frequências foram encontradas, entre homens, em Goiânia (25,6%), Curitiba (20,0%) e Belo
Horizonte (19,6%) e, entre mulheres, no Rio de Janeiro (26,6%), em São Paulo (25,8%) e no
Distrito Federal (25,6%). As menores frequências ocorreram, no sexo masculino, em Belém
(10,8%), Cuiabá (11,3%) e Macapá (11,9%) e, no sexo feminino, em Belém (12,7%), Macapá
(13,2%) e Teresina (13,3%) (Tabela 21 e figuras 21 e 22).

65
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Tabela 21 Percentual* de adultos (≥ 18 anos) que consomem alimentos doces em cinco ou mais dias da semana,
por sexo, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

Sexo
Capitais/DF Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Aracaju 18,4 16,0 - 20,9 17,0 12,9 - 21,2 19,6 16,8 - 22,4
Belém 11,8 9,9 - 13,8 10,8 7,7 - 13,9 12,7 10,3 - 15,1
Belo Horizonte 20,8 18,6 - 23,0 19,6 16,3 - 22,9 21,7 18,8 - 24,6
Boa Vista 15,6 13,1 - 18,2 16,4 12,2 - 20,6 14,9 12,1 - 17,8
Campo Grande 17,5 15,2 - 19,7 16,2 12,9 - 19,6 18,6 15,6 - 21,6
Cuiabá 13,9 11,5 - 16,3 11,3 7,8 - 14,8 16,3 13,1 - 19,5
Curitiba 21,1 19,0 - 23,2 20,0 16,8 - 23,2 22,0 19,2 - 24,9
Florianópolis 21,4 18,7 - 24,1 17,6 13,5 - 21,8 24,7 21,3 - 28,2
Fortaleza 19,0 16,8 - 21,1 16,9 13,7 - 20,1 20,7 17,8 - 23,6
Goiânia 23,6 19,4 - 27,7 25,6 18,2 - 33,0 21,8 17,5 - 26,1
João Pessoa 18,4 16,0 - 20,8 18,0 14,0 - 21,9 18,7 15,7 - 21,6
Macapá 12,6 10,4 - 14,7 11,9 8,7 - 15,0 13,2 10,4 - 16,1
Maceió 16,9 14,5 - 19,2 16,3 12,6 - 20,0 17,3 14,2 - 20,4
Manaus 16,0 13,2 - 18,9 15,5 10,8 - 20,2 16,5 13,2 - 19,8
Natal 20,3 17,7 - 22,8 18,8 14,7 - 22,9 21,5 18,4 - 24,6
Palmas 16,1 13,7 - 18,6 13,4 10,1 - 16,7 18,7 15,2 - 22,2
Porto Alegre 21,9 19,3 - 24,4 18,1 14,4 - 21,8 25,0 21,5 - 28,4
Porto Velho 14,7 12,0 - 17,4 13,9 9,7 - 18,1 15,6 12,4 - 18,8
Recife 18,0 15,8 - 20,1 16,7 13,2 - 20,2 19,0 16,3 - 21,7
Rio Branco 16,5 13,8 - 19,1 18,8 14,4 - 23,2 14,3 11,3 - 17,4
Rio de Janeiro 23,1 20,4 - 25,9 19,0 15,0 - 22,9 26,6 22,9 - 30,3
Salvador 16,5 14,2 - 18,8 14,8 11,1 - 18,4 17,9 15,0 - 20,9
São Luís 14,9 12,4 - 17,3 16,4 12,1 - 20,7 13,6 10,9 - 16,3
São Paulo 22,5 20,3 - 24,8 18,8 15,5 - 22,1 25,8 22,7 - 28,8
Teresina 13,7 11,5 - 15,8 14,1 10,6 - 17,6 13,3 10,7 - 16,0
Vitória 18,4 15,9 - 20,9 17,1 13,2 - 21,0 19,5 16,3 - 22,7
Distrito Federal 21,2 18,0 - 24,4 16,2 11,6 - 20,8 25,6 21,2 - 29,9

Fonte: SVS/MS.
*Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta da cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

66
VIGITEL Brasil 2015

Figura 21 Percentual de homens (≥ 18 anos) que consomem alimentos doces em cinco ou mais dias da semana,
segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

50

45

40

35

30
26
%

25
20 20
18 18 19 19 19 19
20
16 16 16 16 16 17 17 17 17 18
15 16
15 13 14 14
11 11 12
10

0
Belém
Cuiabá
Macapá
Palmas
Porto Velho
Teresina
Salvador
Manaus
Distrito Federal
Campo Grande
Maceió
Boa Vista
São Luís
Recife
Fortaleza
Aracaju
Vitória
Florianópolis
João Pessoa
Porto Alegre
São Paulo
Natal
Rio Branco
Rio de Janeiro
Belo Horizonte
Curitiba
Goiânia
Fonte: SVS/MS.

Figura 22 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) que consomem alimentos doces em cinco ou mais dias da semana,
segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

50

45

40

35

30 27
25 25 26 26
%

25 22 22 22
21 21
19 19 19 19 20 20
20
16 17 17 18
16
14 15
15 13 13 13 14

10

0
Belém
Macapá
Teresina
São Luís
Rio Branco
Boa Vista
Porto Velho
Cuiabá
Manaus
Maceió
Salvador
Campo Grande
João Pessoa
Palmas
Recife
Vitória
Aracaju
Fortaleza
Natal
Belo Horizonte
Goiânia
Curitiba
Florianópolis
Porto Alegre
Distrito Federal
São Paulo
Rio de Janeiro

Fonte: SVS/MS.

67
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

No conjunto das 27 cidades, a frequência do consumo de alimentos doces em cinco


ou mais dias da semana foi de 20,1%, sendo maior entre mulheres (22,1%) do que
entre homens (17,6%). Em ambos os sexos, a frequência é maior entre os mais jovens
(18 a 24 anos) e tendeu a aumentar de acordo com o nível de escolaridade (Tabela 22).

Tabela 22 Percentual* de indivíduos que consomem alimentos doces em cinco ou mais dias da semana, no
conjunto da população adulta (≥ 18 anos) das capitais dos estados brasileiros e do Distrito Federal, por
sexo, segundo idade e anos de escolaridade. Vigitel, 2015

Sexo
Variáveis Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Idade (anos)
18 a 24 28,5 26,2 - 30,9 22,9 19,9 - 25,9 35,4 31,9 - 39,0
25 a 34 24,6 22,6 - 26,5 20,0 17,2 - 22,7 28,9 26,2 - 31,6
35 a 44 17,8 16,2 - 19,4 16,6 14,1 - 19,1 18,8 16,8 - 20,8
45 a 54 16,4 14,8 - 18,0 15,3 12,8 - 17,7 17,3 15,3 - 19,3
55 a 64 14,3 12,8 - 15,9 12,3 9,8 - 14,8 15,7 13,7 - 17,7
65 e mais 13,8 12,5 - 15,2 13,2 10,9 - 15,5 14,3 12,5 - 16,0
Anos de escolaridade
0a8 13,6 12,3 - 14,9 13,1 11,0 - 15,2 14,0 12,3 - 15,7
9 a 11 21,5 20,2 - 22,8 18,3 16,5 - 20,1 24,4 22,6 - 26,1
12 e mais 26,2 24,8 - 27,6 22,7 20,6 - 24,8 29,0 27,1 - 30,9
Total 20,1 19,3 - 20,8 17,6 16,5 - 18,8 22,1 21,1 - 23,1

Fonte: SVS/MS.
* Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta de cada cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

Consumo de refrigerantes
A frequência de adultos que referiram o consumo de refrigerantes em cinco ou mais
dias da semana variou entre 6,8% em Natal e 25,6% em Porto Alegre. As maiores
frequências dessa condição foram encontradas, entre homens, em Porto Alegre
(33,3%), São Paulo (29,3%) e Porto Velho (26,6%) e, entre mulheres, em São Paulo
(21,6%), Porto Velho (19,4%) e Porto Alegre (19,2%). As menores frequências
ocorreram, no sexo masculino, em Natal (8,2%), Vitória (12,6%) e Aracaju (13,0%) e,
no sexo feminino, em Natal (5,5%), Aracaju (6,6%) e João Pessoa (8,2%) (Tabela 23 e
figuras 23 e 24).

68
VIGITEL Brasil 2015

Tabela 23 Percentual* de adultos (≥ 18 anos) que consomem refrigerantes em cinco ou mais dias da semana, por
sexo, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

Sexo
Capitais/DF Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Aracaju 9,5 7,6 - 11,4 13,0 9,5 - 16,5 6,6 4,6 - 8,5
Belém 14,7 12,7 - 16,7 18,4 14,9 - 21,8 11,6 9,4 - 13,9
Belo Horizonte 18,9 16,7 - 21,1 21,9 18,2 - 25,5 16,4 13,7 - 19,1
Boa Vista 14,7 12,2 - 17,2 18,3 14,1 - 22,5 11,2 8,4 - 14,1
Campo Grande 19,4 17,1 - 21,7 20,2 16,7 - 23,7 18,7 15,7 - 21,7
Cuiabá 21,2 17,7 - 24,7 25,6 20,0 - 31,3 17,1 12,9 - 21,3
Curitiba 21,2 19,0 - 23,3 23,5 20,2 - 26,9 19,1 16,3 - 21,9
Florianópolis 17,3 14,7 - 20,0 21,7 17,2 - 26,1 13,4 10,5 - 16,3
Fortaleza 14,7 12,6 - 16,8 19,4 15,7 - 23,1 10,8 8,5 - 13,1
Goiânia 19,0 15,0 - 23,1 23,2 16,0 - 30,4 15,4 11,4 - 19,3
João Pessoa 10,7 8,6 - 12,8 13,7 10,2 - 17,3 8,2 5,8 - 10,5
Macapá 19,0 16,1 - 21,9 23,5 18,6 - 28,3 14,9 11,6 - 18,2
Maceió 14,9 12,5 - 17,3 17,1 13,2 - 21,0 13,1 10,1 - 16,0
Manaus 21,6 18,1 - 25,0 25,6 19,6 - 31,5 17,9 14,2 - 21,5
Natal 6,8 5,0 - 8,5 8,2 5,2 - 11,3 5,5 3,7 - 7,4
Palmas 18,5 15,7 - 21,3 22,4 18,0 - 26,9 14,8 11,3 - 18,3
Porto Alegre 25,6 22,7 - 28,4 33,3 28,6 - 38,0 19,2 15,9 - 22,5
Porto Velho 23,1 19,7 - 26,6 26,6 21,2 - 32,0 19,4 15,3 - 23,6
Recife 14,9 12,9 - 17,0 18,8 15,1 - 22,5 11,8 9,6 - 14,1
Rio Branco 21,1 18,0 - 24,2 25,8 20,7 - 30,8 16,8 13,1 - 20,4
Rio de Janeiro 19,6 16,9 - 22,3 21,4 16,9 - 25,9 18,2 14,9 - 21,4
Salvador 11,8 9,6 - 14,0 14,1 10,3 - 17,9 9,8 7,5 - 12,2
São Luís 13,7 11,1 - 16,2 16,2 11,6 - 20,9 11,6 9,0 - 14,2
São Paulo 25,1 22,8 - 27,5 29,3 25,5 - 33,1 21,6 18,7 - 24,4
Teresina 11,6 9,6 - 13,6 13,2 10,1 - 16,2 10,3 7,7 - 13,0
Vitória 11,0 8,9 - 13,1 12,6 9,3 - 15,9 9,7 7,0 - 12,3
Distrito Federal 13,7 10,5 - 16,9 17,0 11,3 - 22,7 10,8 7,3 - 14,3

Fonte: SVS/MS.
* Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta da cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

69
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Figura 23 Percentual de homens (≥ 18 anos) que consomem refrigerantes em cinco ou mais dias da semana,
segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

50

45

40

35 33
29
30
26 26 26 27
%

25 23 23 24
21 22 22 22
19 20
20 18 18 19
16 17 17
14 14
15 13 13 13

10 8

0
Natal
Vitória
Aracaju
Teresina
João Pessoa
Salvador
São Luís
Distrito Federal
Maceió
Boa Vista
Belém
Recife
Fortaleza
Campo Grande
Rio de Janeiro
Florianópolis
Belo Horizonte
Palmas
Goiânia
Macapá
Curitiba
Manaus
Cuiabá
Rio Branco
Porto Velho
São Paulo
Porto Alegre
Fonte: SVS/MS.

Figura 24 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) que consomem refrigerantes em cinco ou mais dias da semana,
segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
50

45

40

35

30
%

25 22
19 19 19
20 18 18 19
16 17 17
15 15 15
15 13 13
11 11 11 12 12 12
10 10 10
10 8
6 7
5

0
São Paulo
Natal
Aracaju
João Pessoa
Vitória

Boa Vista
São Luís
Belém
Recife
Maceió

Macapá
Goiânia
Belo Horizonte
Rio Branco
Cuiabá
Manaus
Rio de Janeiro
Campo Grande
Curitiba
Porto Alegre
Porto Velho
Salvador
Teresina
Fortaleza
Distrito Federal

Florianópolis
Palmas

Fonte: SVS/MS.

70
VIGITEL Brasil 2015

No conjunto das 27 cidades, a frequência do consumo de refrigerantes em cinco ou


mais dias da semana foi de 19,0%, sendo mais alta entre homens (22,4%) do que entre
mulheres (16,1%). Em ambos os sexos, o consumo de refrigerantes em cinco ou mais
dias da semana tendeu a diminuir com a idade e foi maior entre os indivíduos com
escolaridade intermediária (9 a 11 anos de estudo) (Tabela 24).

Tabela 24 Percentual* de indivíduos que consomem refrigerantes em cinco ou mais dias da semana no conjunto
da população adulta (≥ 18 anos) das capitais dos estados brasileiros e do Distrito Federal, por sexo,
segundo idade e anos de escolaridade. Vigitel, 2015

Sexo
Variáveis Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Idade (anos)
18 a 24 30,2 27,6 - 32,7 32,2 28,7 - 35,8 27,6 24,0 - 31,1
25 a 34 23,8 21,9 - 25,8 27,1 24,0 - 30,3 20,7 18,4 - 23,1
35 a 44 17,9 16,2 - 19,5 21,3 18,6 - 24,1 15,0 13,0 - 17,0
45 a 54 14,2 12,6 - 15,7 15,7 13,2 - 18,2 13,0 11,0 - 15,0
55 a 64 11,9 10,1 - 13,6 15,1 11,8 - 18,4 9,7 7,8 - 11,5
65 e mais 9,4 8,1 - 10,7 11,6 9,1 - 14,0 7,9 6,5 - 9,4
Anos de escolaridade
0a8 16,6 15,1 - 18,1 19,3 16,8 - 21,9 14,3 12,5 - 16,1
9 a 11 22,5 21,2 - 23,9 26,8 24,7 - 29,0 18,7 17,1 - 20,3
12 e mais 16,9 15,6 - 18,2 19,7 17,6 - 21,8 14,7 13,1 - 16,2
Total 19,0 18,2 - 19,8 22,4 21,0 - 23,7 16,1 15,1 - 17,0

Fonte: SVS/MS.
* Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta de cada cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

Consumo de feijão
A frequência de adultos que referem o consumo de feijão em cinco ou mais dias
da semana variou entre 37,0% em Macapá e 82,1% em Belo Horizonte. As maiores
frequências foram encontradas, entre homens, em Belo Horizonte (86,6%), João Pessoa
(85,3%) e Cuiabá (84,4%) e, entre mulheres, em Belo Horizonte (78,2%), Palmas e
Campo Grande (73,0%) e Vitória (71,9%). As menores frequências ocorreram no sexo
masculino em Macapá (38,9%), Florianópolis (40,1%) e Manaus (41,9%) e, no sexo
feminino, em Manaus (33,1%), Florianópolis (34,4%) e Macapá (35,2%) (Tabela 25 e
figuras 25 e 26).

71
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Tabela 25 Percentual* de adultos (≥ 18 anos) que consomem feijão em cinco ou mais dias da semana, por sexo,
segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

Sexo
Capitais/DF Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Aracaju 75,7 73,3 - 78,1 82,9 79,4 - 86,5 69,9 66,7 - 73,1
Belém 46,5 43,7 - 49,3 55,9 51,6 - 60,1 38,6 35,1 - 42,0
Belo Horizonte 82,1 80,0 - 84,1 86,6 83,8 - 89,4 78,2 75,3 - 81,1
Boa Vista 56,9 53,5 - 60,4 62,9 57,7 - 68,1 51,4 46,9 - 55,8
Campo Grande 77,2 74,9 - 79,5 81,8 78,6 - 85,0 73,0 69,8 - 76,2
Cuiabá 76,8 74,0 - 79,6 84,4 80,5 - 88,2 69,9 66,1 - 73,7
Curitiba 64,6 62,1 - 67,0 71,1 67,6 - 74,7 58,8 55,4 - 62,2
Florianópolis 37,1 33,9 - 40,3 40,1 35,0 - 45,3 34,4 30,5 - 38,2
Fortaleza 68,6 66,0 - 71,1 73,8 70,0 - 77,7 64,1 60,8 - 67,4
Goiânia 74,3 70,6 - 78,0 81,7 76,0 - 87,4 67,8 63,1 - 72,5
João Pessoa 75,4 72,9 - 77,9 85,3 82,0 - 88,6 67,2 63,7 - 70,6
Macapá 37,0 33,6 - 40,5 38,9 33,3 - 44,6 35,2 31,2 - 39,3
Maceió 70,6 68,0 - 73,3 77,4 73,6 - 81,3 65,1 61,5 - 68,6
Manaus 37,3 33,8 - 40,9 41,9 36,1 - 47,8 33,1 28,7 - 37,5
Natal 73,7 71,1 - 76,4 78,4 74,2 - 82,7 69,7 66,4 - 73,1
Palmas 75,8 72,9 - 78,6 78,7 74,4 - 83,0 73,0 69,2 - 76,7
Porto Alegre 48,7 45,7 - 51,8 54,3 49,7 - 59,0 44,1 40,2 - 48,0
Porto Velho 67,2 64,0 - 70,3 72,6 67,8 - 77,3 61,4 57,3 - 65,5
Recife 63,4 60,9 - 66,0 73,3 69,4 - 77,2 55,5 52,2 - 58,7
Rio Branco 64,2 60,9 - 67,5 70,1 65,1 - 75,2 58,7 54,5 - 63,0
Rio de Janeiro 67,1 64,1 - 70,1 76,4 72,2 - 80,7 59,3 55,4 - 63,2
Salvador 54,8 51,8 - 57,7 61,5 56,8 - 66,1 49,2 45,6 - 52,8
São Luís 41,7 38,7 - 44,8 46,6 41,5 - 51,7 37,8 34,1 - 41,4
São Paulo 67,6 65,2 - 70,1 74,4 70,8 - 78,0 61,9 58,7 - 65,1
Teresina 63,3 60,5 - 66,2 67,3 63,0 - 71,6 60,1 56,3 - 63,9
Vitória 76,6 74,1 - 79,2 82,2 78,5 - 85,9 71,9 68,5 - 75,3
Distrito Federal 68,5 64,8 - 72,1 74,4 68,7 - 80,1 63,3 58,7 - 67,8

Fonte: SVS/MS.
*Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta da cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

72
VIGITEL Brasil 2015

Figura 25 Percentual de homens (≥ 18 anos) que consomem feijão em cinco ou mais dias da semana, segundo as
capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

100
87
90 84 85
82 82 82 83
79
80 76 77 78
73 73 74 74 74
70 71
67
70
61 63
60 54 56
%

50 47
42
39 40
40

30

20

10

Natal
Palmas
Goiânia
Campo Grande
Vitória
Aracaju
Cuiabá
João Pessoa
Belo Horizonte
Recife
Fortaleza
São Paulo
Distrito Federal
Rio de Janeiro
Maceió
Macapá
Florianópolis
Manaus
São Luís
Porto Alegre
Belém
Salvador
Boa Vista
Teresina
Rio Branco
Curitiba
Porto Velho

Fonte: SVS/MS.

Figura 26 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) que consomem feijão em cinco ou mais dias da semana, segundo as
capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

100

90
78
80
72 73 73
70 70 70
65 67 68
70 64
61 62 63
59 59 59 60
60 55
51
%

49
50 44
38 39
40 35
33 34
30

20

10

0
Manaus
Florianópolis
Macapá
São Luís
Belém
Porto Alegre
Salvador
Boa Vista
Recife
Rio Branco
Curitiba
Rio de Janeiro
Teresina
Porto Velho
São Paulo
Distrito Federal
Fortaleza
Maceió
João Pessoa
Goiânia
Natal
Aracaju
Cuiabá
Vitória
Campo Grande
Palmas
Belo Horizonte

Fonte: SVS/MS.

73
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

No conjunto das 27 cidades, a frequência do consumo de feijão em cinco ou


mais dias da semana foi de 64,8%, sendo maior entre homens (71,4%) do que entre
mulheres (59,1%). Em ambos os sexos, não houve variação entre as faixas etárias,
sendo o consumo mínimo verificado nos indivíduos na faixa de escolaridade de 12 ou
mais anos de estudo (Tabela 26).

Tabela 26 Percentual* de indivíduos que consomem feijão em cinco ou mais dias da semana no conjunto da
população adulta (≥ 18 anos) das capitais dos estados brasileiros e do Distrito Federal, por sexo,
segundo idade e anos de escolaridade. Vigitel, 2015

Sexo
Variáveis Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Idade (anos)
18 a 24 66,6 64,2 - 68,9 72,3 69,2 - 75,4 59,5 56,0 - 63,0
25 a 34 65,8 63,8 - 67,8 72,5 69,6 - 75,4 59,6 56,9 - 62,3
35 a 44 65,2 63,3 - 67,1 71,9 69,0 - 74,7 59,6 57,1 - 62,1
45 a 54 64,5 62,6 - 66,4 71,4 68,5 - 74,3 59,2 56,7 - 61,7
55 a 64 64,6 62,4 - 66,7 71,2 67,6 - 74,8 59,9 57,4 - 62,5
65 e mais 59,7 57,8 - 61,6 66,3 63,1 - 69,5 55,4 53,1 - 57,8
Anos de escolaridade
0a8 69,1 67,4 - 70,7 74,5 71,8 - 77,1 64,5 62,4 - 66,5
9 a 11 67,3 66,1 - 68,6 76,2 74,6 - 77,8 59,5 57,7 - 61,3
12 e mais 55,7 54,1 - 57,2 60,4 58,1 - 62,8 51,9 49,8 - 53,9
Total 64,8 63,9 - 65,6 71,4 70,2 - 72,7 59,1 57,9 - 60,2

Fonte: SVS/MS.
* Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta de cada cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

Substituição da comida do almoço ou jantar por lanches


Considera-se que houve substituição da comida do almoço ou jantar por lanches
quando refeições completas baseadas em preparações culinárias são substituídas por
sanduíches, salgados, pizza ou outros tipos de lanches. A frequência de adultos que
fazem esta substituição ao menos sete vezes por semana variou entre 6,0% em João Pessoa
e 25,0% em Belo Horizonte. As maiores frequências foram encontradas, entre homens, em
Belo Horizonte (19,7%), Porto Alegre (18,0%) e Palmas (17,7%) e, entre mulheres, em Belo
Horizonte (29,3%), no Distrito Federal (26,2%) e em Porto Alegre (25,9%). As menores
frequências ocorreram no sexo masculino em João Pessoa (4,6%), Recife (5,6%) e Aracaju
(5,7%) e, no sexo feminino, em Natal (6,5%), Maceió (7,0%) e João Pessoa (7,1%) (Tabela
27 e figuras 27 e 28).

74
VIGITEL Brasil 2015

Tabela 27 Percentual* de adultos (≥ 18 anos) que substituem a comida do almoço ou jantar por lanches sete
ou mais vezes por semana, por sexo, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal.
Vigitel, 2015

Sexo
Capitais/DF Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Aracaju 6,8 5,5 - 8,2 5,7 3,6 - 7,7 7,8 6,1 - 9,6
Belém 16,2 14,1 - 18,4 14,0 10,5 - 17,4 18,2 15,5 - 20,9
Belo Horizonte 25,0 22,7 - 27,2 19,7 16,4 - 23,1 29,3 26,3 - 32,4
Boa Vista 16,3 13,6 - 18,9 14,3 10,0 - 18,5 18,1 15,0 - 21,3
Campo Grande 12,5 10,7 - 14,4 9,3 6,7 - 11,8 15,5 12,9 - 18,1
Cuiabá 11,4 9,5 - 13,4 9,5 6,6 - 12,4 13,2 10,8 - 15,7
Curitiba 19,1 17,1 - 21,1 14,9 12,2 - 17,6 22,7 20,0 - 25,5
Florianópolis 20,7 18,3 - 23,2 16,6 13,1 - 20,1 24,5 21,1 - 27,8
Fortaleza 15,6 13,7 - 17,6 11,5 8,9 - 14,1 19,1 16,3 - 22,0
Goiânia 20,7 17,3 - 24,1 16,5 10,4 - 22,5 24,4 20,7 - 28,1
João Pessoa 6,0 4,7 - 7,2 4,6 2,9 - 6,3 7,1 5,3 - 9,0
Macapá 14,5 12,2 - 16,7 13,7 10,1 - 17,3 15,1 12,4 - 17,9
Maceió 7,7 6,0 - 9,3 8,4 5,5 - 11,4 7,0 5,2 - 8,8
Manaus 13,2 11,0 - 15,4 11,4 8,0 - 14,8 14,8 12,0 - 17,6
Natal 6,8 5,4 - 8,2 7,3 4,9 - 9,6 6,5 4,8 - 8,1
Palmas 17,9 15,4 - 20,5 17,7 13,5 - 21,9 18,1 15,1 - 21,2
Porto Alegre 22,3 20,1 - 24,6 18,0 14,7 - 21,4 25,9 22,8 - 29,0
Porto Velho 13,4 11,1 - 15,6 11,6 8,1 - 15,1 15,2 12,4 - 18,0
Recife 7,4 6,0 - 8,7 5,6 3,6 - 7,6 8,8 7,0 - 10,6
Rio Branco 15,8 13,2 - 18,3 13,4 9,4 - 17,4 17,9 14,5 - 21,2
Rio de Janeiro 17,4 15,2 - 19,6 12,0 9,2 - 14,9 21,9 18,7 - 25,1
Salvador 19,1 16,7 - 21,5 17,1 13,1 - 21,1 20,8 17,9 - 23,6
São Luís 13,1 10,9 - 15,4 13,0 9,0 - 17,0 13,2 10,7 - 15,7
São Paulo 12,4 10,6 - 14,1 11,1 8,3 - 13,8 13,5 11,2 - 15,7
Teresina 14,0 12,1 - 15,9 10,4 7,7 - 13,2 17,0 14,4 - 19,5
Vitória 18,9 16,6 - 21,2 16,7 13,2 - 20,2 20,8 17,8 - 23,7
Distrito Federal 21,1 17,8 - 24,3 15,2 10,5 - 19,8 26,2 21,9 - 30,5

Fonte: SVS/MS.
*Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta da cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

75
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Figura 27 Percentual de homens (≥ 18 anos) que substituem a comida do almoço ou jantar por lanches sete ou
mais vezes por semana, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
50

45

40

35

30
%

25
20
20 18 18
16 17 17 17
14 15 15
15 13 13 14 14
11 11 11 12 12
8 9 9 10
10 7
5 6 6
5

Porto Velho
Rio de Janeiro
São Luís
Rio Branco
Macapá
Belém
Boa Vista
João Pessoa
Recife
Aracaju
Natal
Maceió
Campo Grande
Cuiabá
Teresina
São Paulo
Manaus
Fortaleza

Curitiba
Distrito Federal
Goiânia
Florianópolis
Vitória
Salvador
Palmas
Porto Alegre
Belo Horizonte
Fonte: SVS/MS.

Figura 28 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) que substituem a comida do almoço ou jantar por lanches sete ou
mais vezes por semana, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

50

45

40

35
29
30
26 26
%

24 24
25 22 23
21 21
18 18 18 19
20 17 18
15 15 15 15
15 13 13 13

8 9
10 6 7 7

0
Natal
Maceió
João Pessoa
Aracaju
Recife
São Luís
Cuiabá
São Paulo
Manaus
Macapá
Porto Velho
Campo Grande
Teresina
Rio Branco
Boa Vista
Palmas
Belém
Fortaleza
Vitória
Salvador
Rio de Janeiro
Curitiba
Goiânia
Florianópolis
Porto Alegre
Distrito Federal
Belo Horizonte

Fonte: SVS/MS.

76
VIGITEL Brasil 2015

No conjunto das 27 cidades, a frequência de adultos que substituem almoço ou jantar


por lanches sete ou mais vezes por semana foi de 15,5%, sendo maior entre mulheres
(18,0%) do que entre homens (12,6%). Em ambos os sexos, a frequência desse
comportamento atingiu seu valor máximo entre as pessoas com 65 ou mais anos de
idade e tendeu a aumentar com a o nível de escolaridade (Tabela 28).

Tabela 28 Percentual* de indivíduos que substituem a comida do almoço ou jantar por lanches sete ou mais vezes
por semana no conjunto da população adulta (≥ 18 anos) das capitais dos estados brasileiros e do
Distrito Federal, por sexo, segundo idade e anos de escolaridade. Vigitel, 2015

Sexo
Variáveis Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Idade (anos)
18 a 24 12,8 11,2 - 14,5 11,2 9,0 - 13,4 14,8 12,2 - 17,4
25 a 34 14,0 12,5 - 15,5 12,0 9,7 - 14,3 15,8 13,9 - 17,7
35 a 44 13,7 12,3 - 15,1 10,5 8,7 - 12,3 16,4 14,3 - 18,4
45 a 54 16,1 14,6 - 17,6 12,6 10,4 - 14,8 18,7 16,7 - 20,8
55 a 64 16,9 15,4 - 18,5 12,8 10,3 - 15,3 19,7 17,8 - 21,7
65 e mais 23,7 22,0 - 25,4 21,1 18,2 - 24,0 25,4 23,3 - 27,5
Anos de escolaridade
0a8 15,0 13,7 - 16,3 11,9 9,9 - 13,9 17,6 16,0 - 19,3
9 a 11 15,0 14,0 - 16,0 12,4 11,1 - 13,8 17,3 16,0 - 18,6
12 e mais 16,9 15,9 - 18,0 13,8 12,4 - 15,3 19,4 18,0 - 20,9
Total 15,5 14,9 - 16,2 12,6 11,7 - 13,6 18,0 17,1 - 18,9

Fonte: SVS/MS.
* Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta de cada cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

77
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Autoavaliação do consumo de sal


O consumo de sódio da população brasileira excede em mais de duas vezes o limite
máximo recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) (SARNO et
al., 2013). Ainda que o sódio possa ser consumido em diversas formulações, sua
forma de consumo mais tradicional é o cloreto de sódio (sal de cozinha). Conforme
mencionado neste relatório, a percepção dos entrevistados a respeito de seu consumo
de sal foi aferida por meio de uma única questão, que pede para o indivíduo classificar
seu consumo de sódio em muito alto, alto, adequado, baixo ou muito baixo.
A frequência de adultos que referem o consumo de sal muito alto ou alto variou entre
10,9% em Vitória e 19,2% em Goiânia. As maiores frequências foram encontradas, entre
homens, em Florianópolis (22,5%), Macapá (21,0%) e Campo Grande (20,6%) e, entre
mulheres, em Goiânia (19,0%), Distrito Federal e Curitiba (18,1%) e Porto Alegre (16,4%).
As menores frequências ocorreram no sexo masculino em Vitória (11,6%), Teresina (13,6%)
e no Rio de Janeiro (13,9%) e, no sexo feminino, em Aracaju (9,3%), Vitória (10,3%) e João
Pessoa (10,7%) (Tabela 29 e figuras 29 e 31).

78
VIGITEL Brasil 2015

Tabela 29 Percentual* de adultos (≥ 18 anos) que consideram seu consumo de sal alto ou muito alto, por sexo,
segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

Sexo
Capitais/DF Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Aracaju 12,2 10,3 - 14,2 15,8 12,3 - 19,4 9,3 7,2 - 11,3
Belém 14,3 12,3 - 16,3 16,3 13,1 - 19,4 12,6 10,0 - 15,2
Belo Horizonte 16,9 14,8 - 19,1 18,8 15,3 - 22,2 15,4 12,6 - 18,1
Boa Vista 14,8 12,3 - 17,2 16,6 12,6 - 20,5 13,1 10,1 - 16,1
Campo Grande 17,8 15,5 - 20,1 20,6 16,9 - 24,3 15,3 12,4 - 18,2
Cuiabá 14,9 12,0 - 17,8 16,3 11,5 - 21,0 13,6 10,3 - 17,0
Curitiba 18,9 16,7 - 21,0 19,8 16,5 - 23,0 18,1 15,2 - 20,9
Florianópolis 18,2 15,5 - 20,8 22,5 18,0 - 27,0 14,2 11,3 - 17,2
Fortaleza 13,9 11,9 - 15,8 15,6 12,3 - 18,9 12,4 10,0 - 14,8
Goiânia 19,2 15,4 - 23,0 19,6 13,1 - 26,0 19,0 14,6 - 23,3
João Pessoa 12,5 10,4 - 14,7 14,7 11,1 - 18,3 10,7 8,2 - 13,3
Macapá 18,2 15,5 - 20,8 21,0 16,7 - 25,3 15,5 12,5 - 18,6
Maceió 14,4 12,2 - 16,6 15,6 12,0 - 19,1 13,4 10,7 - 16,1
Manaus 15,8 13,0 - 18,5 16,1 12,0 - 20,2 15,4 11,8 - 19,1
Natal 13,0 11,0 - 15,0 15,8 12,3 - 19,2 10,7 8,5 - 13,0
Palmas 15,1 12,8 - 17,5 15,2 11,7 - 18,7 15,1 12,0 - 18,2
Porto Alegre 18,2 15,7 - 20,7 20,3 16,2 - 24,4 16,4 13,4 - 19,5
Porto Velho 15,0 12,4 - 17,5 17,0 12,9 - 21,0 12,8 9,8 - 15,8
Recife 13,6 11,6 - 15,5 15,4 12,0 - 18,7 12,1 9,8 - 14,4
Rio Branco 16,3 13,7 - 19,0 19,9 15,4 - 24,5 13,1 10,2 - 15,9
Rio de Janeiro 14,1 11,7 - 16,5 13,9 10,1 - 17,7 14,3 11,1 - 17,4
Salvador 12,2 10,2 - 14,2 14,0 10,7 - 17,3 10,7 8,3 - 13,2
São Luís 13,7 11,6 - 15,8 15,3 11,9 - 18,7 12,4 9,7 - 15,1
São Paulo 14,2 12,3 - 16,0 15,4 12,4 - 18,4 13,1 10,8 - 15,4
Teresina 12,4 10,4 - 14,3 13,6 10,5 - 16,7 11,3 8,9 - 13,8
Vitória 10,9 8,9 - 12,9 11,6 8,4 - 14,9 10,3 7,7 - 12,8
Distrito Federal 18,1 14,7 - 21,4 18,0 12,6 - 23,4 18,1 14,0 - 22,3

Fonte: SVS/MS.
*Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta da cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

79
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Figura 29 Percentual de homens (≥ 18 anos) que consideram seu consumo de sal alto ou muito alto, segundo as
capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

50

45

40

35

30
%

25 23
20 20 21 21
18 19 20 20
20 17 17
15 15 15 15 16 16 16 16 16 16 16
14 14 14 15
15 12
10

0
Vitória
Teresina
Rio de Janeiro
Salvador
João Pessoa
Palmas
São Luís
Recife
São Paulo
Maceió
Fortaleza
Natal
Aracaju
Manaus
Cuiabá
Belém
Boa Vista
Porto Velho
Distrito Federal
Belo Horizonte
Goiânia
Curitiba
Rio Branco
Porto Alegre
Campo Grande
Macapá
Florianópolis
Fonte: SVS/MS.

Figura 30 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) que consideram seu consumo de sal alto ou muito alto, segundo as
capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
50

45

40

35

30
%

25

20 18 18 19
16
15 15 15 15 16
14 14 14
15 12 12 12 13 13 13 13 13 13
11 11 11 11
9 10
10

0
Aracaju
Vitória
João Pessoa
Natal
Salvador
Teresina
Recife
São Luís
Fortaleza
Belém
Porto Velho
Rio Branco
Boa Vista
São Paulo
Maceió
Cuiabá

Distrito Federal
Goiânia
Florianópolis
Rio de Janeiro
Palmas
Campo Grande
Belo Horizonte
Manaus
Macapá
Porto Alegre
Curitiba

Fonte: SVS/MS.

80
VIGITEL Brasil 2015

No conjunto da população adulta estudada, a frequência de indivíduos que


consideram seu consumo de sal muito alto ou alto foi de 14,9%, sendo maior entre
homens (16,2%) do que entre mulheres (13,9%). Em ambos os sexos, essa percepção
tendeu a diminuir com a idade e a aumentar com o incremento da escolaridade
(Tabela 30).

Tabela 30 Percentual* de indivíduos que consideram seu consumo de sal alto ou muito alto no conjunto da
população adulta (≥ 18 anos) das capitais dos estados brasileiros e do Distrito Federal, por sexo,
segundo idade e anos de escolaridade. Vigitel, 2015

Sexo
Variáveis Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Idade (anos)
18 a 24 20,5 18,6 - 22,4 19,9 17,3 - 22,5 21,2 18,3 - 24,1
25 a 34 19,7 18,0 - 21,4 20,1 17,5 - 22,7 19,4 17,1 - 21,6
35 a 44 16,3 14,7 - 17,9 17,7 15,1 - 20,2 15,2 13,2 - 17,3
45 a 54 11,2 10,0 - 12,5 12,8 10,6 - 15,0 10,0 8,6 - 11,5
55 a 64 9,6 8,1 - 11,2 11,2 8,0 - 14,4 8,6 7,1 - 10,0
65 e mais 5,2 4,4 - 6,0 6,2 4,7 - 7,6 4,6 3,7 - 5,5
Anos de escolaridade
0a8 11,0 9,8 - 12,3 11,7 9,7 - 13,8 10,4 9,0 - 11,9
9 a 11 16,4 15,3 - 17,5 18,0 16,3 - 19,7 15,0 13,6 - 16,4
12 e mais 17,8 16,6 - 19,1 19,3 17,4 - 21,3 16,6 15,0 - 18,2
Total 14,9 14,2 - 15,6 16,2 15,1 - 17,3 13,9 13,0 - 14,7

Fonte: SVS/MS.
* Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta de cada cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

81
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

3.4 Atividade física

O nível de atividade física dos adultos pode ser avaliado em quatro domínios: no tempo
livre (lazer), na atividade ocupacional, no deslocamento e no âmbito das atividades
domésticas. O Vigitel avalia as atividades físicas praticadas nesses quatro domínios,
o que permite a construção de múltiplos indicadores do padrão de atividade física.
Adicionalmente, é apresentada a frequência de adultos que têm o hábito de assistir à
televisão por pelo menos três horas por dia.

Prática de atividades físicas no tempo livre


A frequência de adultos que praticam atividade física no tempo livre equivalente a
pelo menos 150 minutos de atividade física moderada por semana variou entre 30,7%
em São Paulo e 52,1% no Distrito Federal. Entre homens, as maiores frequências
foram encontradas no Distrito Federal (61,8%), em Florianópolis (55,5%) e Vitória
(53,3%) e as menores em São Paulo (38,8%), Recife (41,2%) e Salvador (41,4%). Entre
mulheres, as maiores frequências foram observadas no Distrito Federal e em Palmas
(43,6%) e Goiânia (41,7%). As menores foram em São Paulo (23,9%), Recife (24,0%)
e Maceió (26,0%) (Tabela 31 e figuras 31 e 32).

82
VIGITEL Brasil 2015

Tabela 31 Percentual* de adultos (≥ 18 anos) que praticam atividades físicas no tempo livre equivalentes a pelo
menos 150 minutos de atividade de intensidade moderada por semana**, por sexo, segundo as capitais
dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

Sexo
Capitais/DF Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Aracaju 43,6 40,7 - 46,4 51,2 46,5 - 55,9 37,4 34,0 - 40,8
Belém 41,7 39,0 - 44,5 49,8 45,5 - 54,2 34,8 31,4 - 38,2
Belo Horizonte 38,8 36,2 - 41,4 45,5 41,3 - 49,7 33,2 29,9 - 36,5
Boa Vista 45,9 42,3 - 49,4 50,4 44,7 - 56,0 41,6 37,1 - 46,1
Campo Grande 39,9 37,1 - 42,7 44,7 40,3 - 49,0 35,6 32,1 - 39,1
Cuiabá 41,0 37,2 - 44,9 46,0 39,5 - 52,4 36,5 32,3 - 40,6
Curitiba 39,1 36,4 - 41,7 48,6 44,6 - 52,5 30,8 27,5 - 34,0
Florianópolis 47,6 44,4 - 50,9 55,5 50,4 - 60,6 40,5 36,5 - 44,4
Fortaleza 38,1 35,4 - 40,8 46,7 42,2 - 51,1 30,9 27,8 - 34,1
Goiânia 42,8 38,5 - 47,0 44,0 36,7 - 51,3 41,7 36,8 - 46,6
João Pessoa 34,1 31,2 - 37,0 42,5 37,7 - 47,4 27,1 23,9 - 30,3
Macapá 44,6 41,2 - 48,1 50,0 44,2 - 55,8 39,7 35,7 - 43,7
Maceió 34,4 31,6 - 37,2 44,7 40,0 - 49,3 26,0 22,8 - 29,1
Manaus 39,7 36,1 - 43,4 47,5 41,5 - 53,5 32,6 28,5 - 36,7
Natal 39,7 36,7 - 42,6 43,7 38,7 - 48,6 36,3 32,8 - 39,8
Palmas 46,6 43,3 - 49,9 49,8 44,7 - 54,8 43,6 39,3 - 47,8
Porto Alegre 34,5 31,5 - 37,4 42,1 37,4 - 46,9 28,2 24,6 - 31,7
Porto Velho 39,1 35,7 - 42,6 45,2 39,7 - 50,7 32,7 28,8 - 36,5
Recife 31,7 29,1 - 34,3 41,2 36,7 - 45,6 24,0 21,2 - 26,8
Rio Branco 39,4 36,1 - 42,8 45,8 40,3 - 51,3 33,7 29,7 - 37,6
Rio de Janeiro 41,0 37,7 - 44,3 50,8 45,2 - 56,3 32,8 29,0 - 36,6
Salvador 34,6 31,9 - 37,4 41,4 36,7 - 46,1 29,0 25,7 - 32,3
São Luís 37,9 34,9 - 41,0 48,3 43,1 - 53,4 29,5 26,1 - 32,8
São Paulo 30,7 28,3 - 33,2 38,8 34,7 - 42,8 23,9 21,0 - 26,8
Teresina 35,3 32,5 - 38,2 43,7 39,0 - 48,5 28,4 25,1 - 31,6
Vitória 46,2 43,0 - 49,4 53,3 48,1 - 58,5 40,2 36,4 - 44,0
Distrito Federal 52,1 47,9 - 56,3 61,8 55,1 - 68,5 43,6 38,8 - 48,4

Fonte: SVS/MS.
*Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta da cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
**Adultos que praticam atividades de intensidade leve ou moderada por pelo menos 150 minutos semanais ou
atividades de intensidade vigorosa por pelo menos 75 minutos semanais.
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

83
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Figura 31 Percentual de homens (≥ 18 anos) que praticam atividades físicas no tempo livre equivalentes a pelo
menos 150 minutos de atividade de intensidade moderada por semana, segundo as capitais dos estados
brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

80

70
62
60 55
53
50 51 51
48 49 50 50 50
50 45 45 45 45 46 46 47 47
44 44 44
41 41 42 43
39
%

40

30

20

10

Distrito Federal
São Paulo
Recife
Salvador
Porto Alegre
João Pessoa
Natal
Teresina
Goiânia
Maceió
Campo Grande
Porto Velho
Belo Horizonte
Rio Branco
Cuiabá
Fortaleza
Manaus
São Luís
Curitiba
Palmas
Belém
Macapá
Boa Vista
Rio de Janeiro
Aracaju
Vitória
Florianópolis
Fonte: SVS/MS.

Figura 32 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) que praticam atividades físicas no tempo livre equivalentes a pelo
menos 150 minutos de atividade de intensidade moderada por semana, segundo as capitais dos estados
brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
80

70

60

50
44 44
42 42
40 40 40
37
35 36 36 36
%

40
31 33 33 33 33 34
31
28 28 29 29
30 26 27
24 24

20

10

0
Rio de Janeiro

Rio Branco
Belém
São Paulo
Recife
Maceió
João Pessoa
Porto Alegre
Teresina
Salvador
São Luís
Curitiba
Fortaleza
Manaus
Porto Velho

Belo Horizonte

Campo Grande
Natal
Cuiabá
Aracaju
Macapá
Vitória
Florianópolis
Boa Vista
Goiânia
Palmas
Distrito Federal

Fonte: SVS/MS.

84
VIGITEL Brasil 2015

No conjunto das 27 cidades, a frequência da pratica de atividade física no tempo livre


equivalente a pelo menos 150 minutos de atividade moderada por semana foi de 37,6%,
sendo maior entre homens (45,6%) do que entre mulheres (30,8%). A frequência dessa
condição tendeu a diminuir com o aumento da idade, de forma mais acentuada entre os
homens e, em ambos os sexos, aumentou com o nível de escolaridade (Tabela 32).

Tabela 32 Percentual* de indivíduos que praticam atividades físicas no tempo livre equivalentes a pelo menos
150 minutos de atividade de intensidade moderada por semana** no conjunto da população adulta (≥
18 anos) das capitais dos estados brasileiros e do Distrito Federal, por sexo, segundo idade e anos de
escolaridade. Vigitel, 2015

Sexo
Variáveis Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Idade (anos)
18 a 24 51,4 48,8 - 54,0 64,3 60,6 - 67,9 35,4 32,1 - 38,8
25 a 34 45,2 43,0 - 47,4 55,9 52,5 - 59,3 35,3 32,6 - 37,9
35 a 44 36,4 34,4 - 38,4 40,9 37,6 - 44,2 32,7 30,2 - 35,1
45 a 54 30,5 28,7 - 32,3 33,1 30,0 - 36,1 28,6 26,4 - 30,8
55 a 64 29,1 27,1 - 31,1 30,9 27,4 - 34,5 27,9 25,6 - 30,1
65 e mais 23,5 22,0 - 25,1 28,3 25,4 - 31,3 20,4 18,7 - 22,1
Anos de escolaridade
0a8 25,4 23,7 - 27,1 29,8 27,0 - 32,7 21,6 19,7 - 23,5
9 a 11 40,1 38,7 - 41,5 50,7 48,5 - 52,9 30,7 29,0 - 32,3
12 e mais 49,6 48,0 - 51,2 58,9 56,5 - 61,3 42,2 40,2 - 44,2
Total 37,6 36,7 - 38,5 45,6 44,1 - 47,1 30,8 29,7 - 31,9

Fonte: SVS/MS.
* Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta de cada cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
** Adultos que praticam atividades de intensidade leve ou moderada por pelo menos 150 minutos semanais em ou
atividades de intensidade vigorosa por pelo menos 75 minutos semanais.
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

Prática de atividades físicas no deslocamento


A frequência de adultos que se deslocam para o trabalho ou escola de bicicleta ou
caminhando pelo menos uma parte do trajeto e que despendem pelo menos 30 minutos
diários no percurso de ida e volta – ou pelo menos 150 minutos de atividade física
moderada por semana – variou entre 5,6% em Palmas e 15,3% no Rio de Janeiro. Entre
homens, as maiores frequências foram encontradas no Rio de Janeiro (18,5%), em
Florianópolis (15,0%) e em Belém (14,8%) e as menores no Distrito Federal (2,7%), em
Palmas (5,7%) e em João Pessoa (7,6%). Entre mulheres, as maiores frequências foram
observadas em Florianópolis (15,6%), São Paulo (14,6%) e Vitória (13,5%) e as menores
em Goiânia (4,5%), Palmas (5,6%) e Aracaju (7,6%) (Tabela 33 e figuras 33 e 34).

85
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Tabela 33 Percentual* de adultos (≥ 18 anos) que praticam atividades físicas no deslocamento equivalentes a pelo
menos 150 minutos de atividade de intensidade moderada por semana**, por sexo, segundo as capitais
dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

Sexo
Capitais/DF Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Aracaju 9,1 7,2 - 10,9 10,9 7,5 - 14,2 7,6 5,6 - 9,6
Belém 13,0 11,0 - 15,0 14,8 11,5 - 18,2 11,4 9,0 - 13,9
Belo Horizonte 11,7 10,0 - 13,5 10,2 7,6 - 12,7 13,0 10,6 - 15,4
Boa Vista 9,3 6,8 - 11,7 9,4 5,6 - 13,1 9,1 5,9 - 12,4
Campo Grande 8,0 6,5 - 9,6 8,4 5,9 - 10,8 7,7 5,9 - 9,6
Cuiabá 10,3 7,9 - 12,7 8,1 4,5 - 11,7 12,3 9,2 - 15,4
Curitiba 11,4 9,6 - 13,2 11,4 8,6 - 14,1 11,5 9,1 - 13,8
Florianópolis 15,3 12,9 - 17,8 15,0 11,2 - 18,7 15,6 12,5 - 18,8
Fortaleza 9,7 7,9 - 11,4 9,7 6,9 - 12,5 9,7 7,5 - 11,9
Goiânia 6,2 4,2 - 8,2 8,1 4,3 - 12,0 4,5 2,9 - 6,1
João Pessoa 7,7 6,1 - 9,3 7,6 5,1 - 10,0 7,8 5,7 - 9,9
Macapá 13,1 10,6 - 15,6 13,3 9,2 - 17,3 13,0 10,0 - 16,0
Maceió 10,7 8,9 - 12,6 10,6 7,7 - 13,6 10,8 8,5 - 13,1
Manaus 9,9 7,2 - 12,7 11,8 6,8 - 16,9 8,1 5,8 - 10,5
Natal 8,1 6,4 - 9,8 8,7 5,8 - 11,5 7,6 5,7 - 9,5
Palmas 5,6 4,1 - 7,2 5,7 3,2 - 8,1 5,6 3,6 - 7,6
Porto Alegre 12,8 10,6 - 15,1 13,3 9,8 - 16,9 12,4 9,6 - 15,3
Porto Velho 12,6 9,8 - 15,4 12,7 8,6 - 16,7 12,6 8,8 - 16,4
Recife 11,4 9,6 - 13,2 12,8 9,7 - 15,9 10,3 8,3 - 12,4
Rio Branco 12,1 9,6 - 14,6 14,6 10,2 - 19,0 9,8 7,1 - 12,4
Rio de Janeiro 15,3 12,5 - 18,2 18,5 13,5 - 23,6 12,7 9,8 - 15,5
Salvador 11,4 9,5 - 13,3 12,5 9,3 - 15,7 10,4 8,2 - 12,6
São Luís 9,0 7,3 - 10,7 8,7 5,9 - 11,5 9,3 7,2 - 11,4
São Paulo 14,4 12,5 - 16,2 14,1 11,2 - 17,0 14,6 12,1 - 17,0
Teresina 9,5 7,5 - 11,5 11,3 7,8 - 14,8 8,0 5,9 - 10,2
Vitória 13,0 10,8 - 15,3 12,5 8,9 - 16,0 13,5 10,7 - 16,4
Distrito Federal 6,3 4,5 - 8,2 2,7 1,2 - 4,2 9,5 6,4 - 12,7

Fonte: SVS/MS.
* Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta da cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
** Indivíduos que se deslocam a pé ou de bicicleta para o trabalho ou curso/escola, perfazendo, pelo menos, 30
minutos diários no total do trajeto.
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

86
VIGITEL Brasil 2015

Figura 33 Percentual de homens (≥ 18 anos) que praticam atividades físicas no deslocamento equivalentes a pelo
menos 150 minutos de atividade de intensidade moderada por semana, segundo as capitais dos estados
brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

40

35

30

25
%

20 19

15
14 15 15
15 13 13 13
11 11 12 12 12 13
11 11
9 9 9 10 10
10 8 8 8 8
6
5 3

0
Distrito Federal
Palmas
João Pessoa
Cuiabá
Goiânia
Campo Grande
Natal
São Luís
Boa Vista
Fortaleza
Belo Horizonte
Maceió
Aracaju
Teresina
Curitiba
Manaus
Vitória
Salvador
Porto Velho
Recife
Macapá
Porto Alegre
São Paulo
Rio Branco
Belém
Florianópolis
Rio de Janeiro
Fonte: SVS/MS.

Figura 34 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) que praticam atividades físicas no deslocamento equivalentes a pelo
menos 150 minutos de atividade de intensidade moderada por semana, segundo as capitais dos estados
brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

40

35

30

25
%

20
16
15
15 14
12 12 13 13 13 13
10 10 11 11 11
9 9 10 10 10
10 8 8 8 8 8 8
6
4
5

0
Porto Velho
Goiânia
Palmas
Aracaju
Natal

Rio de Janeiro
Belo Horizonte
Macapá
Vitória
Campo Grande
João Pessoa
Teresina
Manaus
Boa Vista
São Luís
Distrito Federal
Fortaleza
Rio Branco
Recife
Salvador
Maceió
Belém
Curitiba
Cuiabá
Porto Alegre

São Paulo
Florianópolis

Fonte: SVS/MS.

87
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

No conjunto das 27 cidades, a frequência de adultos que despendem pelo menos


30 minutos diários caminhando ou indo de bicicleta para o trabalho ou escola foi de
11,9%. Em ambos os sexos, essa frequência tendeu a ser menor em indivíduos com
mais de 55 anos de idade. Para os homens, ela tendeu a diminuir com o aumento da
escolaridade, a mesma relação é verificada para as mulheres (Tabela 34).

Tabela 34 Percentual* de indivíduos que praticam atividades físicas no deslocamento equivalentes a pelo menos
150 minutos de atividade de intensidade moderada por semana** no conjunto da população adulta
(≥ 18 anos) das capitais dos estados brasileiros e do Distrito Federal, por sexo, segundo idade e anos
de escolaridade. Vigitel, 2015

Sexo
Variáveis Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Idade (anos)
18 a 24 11,9 10,2 - 13,5 13,1 10,7 - 15,6 10,3 8,1 - 12,4
25 a 34 13,6 11,8 - 15,3 13,1 10,3 - 15,9 14,0 11,8 - 16,1
35 a 44 14,9 13,3 - 16,5 12,8 10,4 - 15,2 16,6 14,5 - 18,7
45 a 54 13,2 11,6 - 14,8 14,4 11,6 - 17,3 12,2 10,4 - 14,0
55 a 64 9,2 7,9 - 10,6 11,0 8,4 - 13,6 8,0 6,5 - 9,5
65 e mais 4,0 3,1 - 4,8 5,9 4,0 - 7,7 2,8 2,0 - 3,5

Anos de escolaridade

0a8 12,3 10,8 - 13,7 13,5 11,1 - 16,0 11,2 9,6 - 12,8
9 a 11 13,0 12,0 - 14,0 12,7 11,2 - 14,2 13,3 12,1 - 14,6
12 e mais 10,0 8,9 - 11,1 10,4 8,8 - 12,0 9,7 8,3 - 11,1
Total 11,9 11,3 - 12,6 12,4 11,2 - 13,5 11,6 10,7 - 12,4

Fonte: SVS/MS.
* Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta de cada cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
**Indivíduos que se deslocam a pé ou de bicicleta para o trabalho ou curso/escola, perfazendo, pelo menos, 30
minutos diários no total do trajeto.
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

88
VIGITEL Brasil 2015

Prática insuficiente de atividade física


O Vigitel atribui a condição de prática insuficiente de atividade física a indivíduos cuja
soma de minutos despendidos em atividades físicas no tempo livre, no deslocamento
para o trabalho/escola e na atividade ocupacional não alcança o equivalente a, pelo
menos, 150 minutos semanais de atividades de intensidade moderada ou pelo menos
75 minutos semanais de atividades de intensidade vigorosa.
A frequência de adultos com prática insuficiente de atividade física variou entre
38,0% no Distrito Federal e 53,9% em Recife. Entre homens, as maiores frequências
foram encontradas em Porto Alegre (43,1%), Recife (42,4%) e Maceió (42,1%) e as
menores em Florianópolis (28,5%), em Macapá (30,1%) e no Distrito Federal (30,8%).
Entre mulheres, as maiores frequências foram observadas em Recife (63,2%), João
Pessoa (62,9%) e Teresina (62,1%) e as menores no Distrito Federal (44,2%), em
Florianópolis (47,7%) e em Palmas (47,8%) (Tabela 35 e figuras 35 e 36).

89
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Tabela 35 Percentual* de adultos (≥ 18 anos) com pratica insuficiente de atividade física**, por sexo, segundo as
capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

Sexo
Capitais/DF Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Aracaju 46,3 43,5 - 49,1 34,7 30,5 - 39,0 55,7 52,2 - 59,1
Belém 46,6 43,8 - 49,3 36,2 32,1 - 40,4 55,3 51,8 - 58,8
Belo Horizonte 45,0 42,4 - 47,7 38,0 33,9 - 42,0 50,9 47,5 - 54,4
Boa Vista 42,5 39,0 - 46,0 35,1 29,8 - 40,5 49,5 45,0 - 54,0
Campo Grande 45,2 42,5 - 47,9 36,7 32,7 - 40,7 52,9 49,3 - 56,5
Cuiabá 44,3 40,5 - 48,1 37,5 31,5 - 43,4 50,7 46,2 - 55,1
Curitiba 45,5 42,9 - 48,1 35,3 31,7 - 39,0 54,4 50,9 - 57,9
Florianópolis 38,6 35,5 - 41,6 28,5 24,1 - 33,0 47,7 43,7 - 51,6
Fortaleza 50,1 47,3 - 52,9 39,5 35,2 - 43,8 58,9 55,5 - 62,4
Goiânia 46,2 41,9 - 50,6 39,9 32,4 - 47,3 51,8 46,9 - 56,7
João Pessoa 53,4 50,4 - 56,4 41,9 37,1 - 46,7 62,9 59,3 - 66,4
Macapá 40,2 36,9 - 43,6 30,1 25,0 - 35,3 49,6 45,5 - 53,7
Maceió 51,9 48,9 - 54,8 42,1 37,6 - 46,7 59,8 56,1 - 63,5
Manaus 49,1 45,4 - 52,8 39,3 33,3 - 45,2 58,2 53,9 - 62,6
Natal 49,1 46,1 - 52,1 41,6 36,8 - 46,5 55,3 51,7 - 59,0
Palmas 43,0 39,8 - 46,3 37,9 33,0 - 42,8 47,8 43,5 - 52,1
Porto Alegre 50,2 47,1 - 53,2 43,1 38,5 - 47,7 56,0 52,0 - 59,9
Porto Velho 44,9 41,4 - 48,4 37,1 32,0 - 42,3 53,2 48,8 - 57,6
Recife 53,9 51,2 - 56,7 42,4 38,0 - 46,8 63,2 60,0 - 66,4
Rio Branco 46,7 43,2 - 50,1 34,3 29,1 - 39,6 58,0 53,7 - 62,2
Rio de Janeiro 43,7 40,5 - 47,0 32,3 27,4 - 37,2 53,3 49,4 - 57,3
Salvador 51,3 48,4 - 54,3 41,3 36,5 - 46,1 59,6 56,0 - 63,2
São Luís 49,8 46,7 - 52,9 36,4 31,6 - 41,2 60,8 57,2 - 64,4
São Paulo 50,2 47,5 - 52,8 38,4 34,3 - 42,4 60,3 56,9 - 63,6
Teresina 51,0 48,0 - 54,1 37,6 33,1 - 42,1 62,1 58,4 - 65,8
Vitória 41,8 38,7 - 44,9 33,5 28,7 - 38,2 48,8 45,0 - 52,7
Distrito Federal 38,0 34,0 - 42,0 30,8 24,5 - 37,2 44,2 39,3 - 49,1

Fonte: SVS/MS.
*Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta da cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
** cuja soma de minutos despendidos em atividades físicas no tempo livre, no deslocamento para o trabalho/escola e
na atividade ocupacional não alcança o equivalente a pelo menos 150 minutos semanais de atividades de intensidade
moderada ou pelo menos 75 minutos semanais de atividades de intensidade vigorosa.
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

90
VIGITEL Brasil 2015

Figura 35 Percentual de homens (≥ 18 anos) com prática insuficiente de atividade física, segundo as capitais dos
estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

80

70

60

50
43
41 42 42 42 42
40 40
38 38 38 39
%

40 36 36 37 37 37 38
34 35 35 35
32 33
30 31
29
30

20

10

0
Campo Grande

Belo Horizonte
Distrito Federal

Cuiabá

Palmas

São Paulo
Manaus
Fortaleza
Goiânia
Salvador
Natal
João Pessoa
Maceió
Recife
Porto Alegre
Florianópolis
Macapá

Rio de Janeiro
Vitória
Rio Branco
Aracaju
Boa Vista
Curitiba
Belém
São Luís

Porto Velho

Teresina

Fonte: SVS/MS.

Figura 36 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) com prática insuficiente de atividade física, segundo as capitais dos
estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

80

70
62 63 63
60 61
58 58 59 60 60
60 55 55 56 56
53 53 53 54
49 50 51 51 52
48 48 49
50 44
%

40

30

20

10

0
Distrito Federal
Florianópolis
Palmas
Vitória
Boa Vista
Macapá
Cuiabá
Belo Horizonte
Goiânia
Campo Grande
Porto Velho
Rio de Janeiro
Curitiba
Natal
Belém
Aracaju
Porto Alegre
Rio Branco
Manaus
Fortaleza
Salvador
Maceió
São Paulo
São Luís
Teresina
João Pessoa
Recife

Fonte: SVS/MS.

91
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Considerando o conjunto da população adulta estudada, 47,5% não alcançaram


um nível suficiente de atividades físicas, sendo este percentual maior entre mulheres
(56,3%) do que entre homens (37,2%). A prática insuficiente de atividades físicas
tendeu a aumentar com a elevação da idade, marcadamente entre os homens, e a
diminuir com o aumento da escolaridade entre homens e mulheres (Tabela 36).

Tabela 36 Percentual* de indivíduos com prática insuficiente de atividade física, no conjunto da população adulta
(≥ 18 anos) das capitais dos estados brasileiros e do Distrito Federal, por sexo, segundo idade e anos de
escolaridade. Vigitel, 2015

Sexo
Variáveis Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Idade (anos)
18 a 24 37,5 34,9 - 40,1 23,9 20,5 - 27,3 54,3 50,8 - 57,9
25 a 34 38,9 36,8 - 41,0 28,9 26,0 - 31,9 48,2 45,4 - 51,0
35 a 44 44,3 42,2 - 46,3 36,9 33,7 - 40,0 50,4 47,8 - 53,0
45 a 54 50,0 47,9 - 52,0 42,5 39,1 - 45,9 55,7 53,2 - 58,3
55 a 64 58,0 55,7 - 60,3 50,2 46,1 - 54,3 63,4 60,8 - 65,9
65 e mais 71,7 70,0 - 73,4 63,7 60,4 - 67,1 76,9 75,1 - 78,7
Anos de escolaridade
0a8 56,0 54,1 - 57,9 45,9 42,9 - 48,9 64,7 62,4 - 66,9
9 a 11 44,5 43,1 - 45,9 32,9 30,9 - 34,9 54,7 52,9 - 56,5
12 e mais 41,0 39,5 - 42,5 32,2 30,0 - 34,4 48,0 46,0 - 50,0
Total 47,5 46,6 - 48,4 37,2 35,8 - 38,7 56,3 55,1 - 57,4

Fonte: SVS/MS.
* Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta de cada cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
** cuja soma de minutos despendidos em atividades físicas no tempo livre, no deslocamento para o trabalho/escola e
na atividade ocupacional não alcança o equivalente a pelo menos 150 minutos semanais de atividades de intensidade
moderada ou pelo menos 75 minutos semanais de atividades de intensidade vigorosa.
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

92
VIGITEL Brasil 2015

Inatividade física
O Vigitel classifica como fisicamente inativos todos os indivíduos que referem não ter
praticado qualquer atividade física no tempo livre nos últimos três meses e que não
realizam esforços físicos relevantes no trabalho, não se deslocam para o trabalho ou
para a escola a pé ou de bicicleta (perfazendo um mínimo de 10 minutos por trajeto
ou 20 minutos por dia) e que não participam da limpeza pesada de suas casas.
A frequência de indivíduos fisicamente inativos variou entre 12,4% em Florianópolis
e 20,3% em João Pessoa. Entre homens, as maiores frequências de inatividade física
foram observadas em Goiânia (21,5%), Maceió (21,1%) e Natal (20,0%) e as menores
em Macapá (9,9%), Florianópolis (10,6%) e Cuiabá (12,4%). Entre mulheres, as
maiores frequências foram observadas em João Pessoa (22,3%), São Luís (19,7%) e
Recife (19,5%) e as menores em Palmas (12,6%), Cuiabá (12,8%) e Curitiba (13,1%)
(Tabela 37 e figuras 37 e 38).

93
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Tabela 37 Percentual* de adultos (≥ 18 anos) fisicamente inativos**, por sexo, segundo as capitais dos estados
brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

Sexo
Capitais/DF Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Aracaju 15,5 13,6 - 17,5 14,9 11,8 - 18,0 16,1 13,6 - 18,6
Belém 14,9 13,0 - 16,9 15,1 12,0 - 18,2 14,8 12,4 - 17,2
Belo Horizonte 15,6 13,7 - 17,6 17,5 14,3 - 20,7 14,0 11,7 - 16,4
Boa Vista 14,3 11,7 - 16,8 15,0 10,9 - 19,2 13,5 10,6 - 16,4
Campo Grande 13,8 12,1 - 15,6 14,0 11,3 - 16,6 13,7 11,4 - 16,0
Cuiabá 12,6 10,4 - 14,8 12,4 8,6 - 16,2 12,8 10,4 - 15,2
Curitiba 13,1 11,5 - 14,8 13,2 10,7 - 15,7 13,1 10,8 - 15,4
Florianópolis 12,4 10,7 - 14,2 10,6 7,9 - 13,2 14,1 11,8 - 16,4
Fortaleza 17,2 15,2 - 19,1 16,7 13,6 - 19,8 17,6 15,0 - 20,1
Goiânia 17,9 14,4 - 21,3 21,5 15,1 - 27,9 14,6 11,7 - 17,5
João Pessoa 20,3 18,0 - 22,7 17,9 14,2 - 21,6 22,3 19,3 - 25,3
Macapá 12,8 10,8 - 14,8 9,9 6,9 - 12,9 15,6 13,0 - 18,2
Maceió 19,4 17,2 - 21,6 21,1 17,5 - 24,8 18,0 15,2 - 20,7
Manaus 17,1 14,2 - 20,0 18,1 13,5 - 22,7 16,2 12,7 - 19,7
Natal 19,5 17,1 - 21,9 20,0 15,8 - 24,2 19,1 16,4 - 21,9
Palmas 12,8 10,7 - 14,8 13,0 9,6 - 16,4 12,6 10,1 - 15,0
Porto Alegre 17,6 15,4 - 19,9 18,3 14,7 - 21,8 17,1 14,2 - 20,1
Porto Velho 15,0 12,4 - 17,7 15,4 11,2 - 19,7 14,6 11,6 - 17,6
Recife 19,2 17,1 - 21,2 18,7 15,3 - 22,1 19,5 17,0 - 22,1
Rio Branco 17,4 14,7 - 20,0 15,1 11,4 - 18,9 19,4 15,8 - 23,1
Rio de Janeiro 14,4 12,2 - 16,6 15,2 11,3 - 19,1 13,8 11,3 - 16,3
Salvador 17,1 14,7 - 19,4 16,9 12,9 - 21,0 17,1 14,4 - 19,9
São Luís 18,2 15,8 - 20,6 16,4 12,5 - 20,2 19,7 16,8 - 22,6
São Paulo 16,1 14,2 - 18,1 15,7 12,8 - 18,6 16,5 13,9 - 19,0
Teresina 17,3 15,0 - 19,6 15,5 12,3 - 18,6 18,7 15,5 - 22,0
Vitória 15,7 13,4 - 18,0 16,2 12,2 - 20,1 15,4 12,8 - 17,9
Distrito Federal 13,9 11,1 - 16,8 12,6 7,6 - 17,6 15,1 12,0 - 18,2

Fonte: SVS/MS.
* Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta da cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
** Indivíduos que não praticaram qualquer atividade física no lazer nos últimos três meses e que não realizam esforços
físicos intensos no trabalho, não se deslocam para o trabalho ou para a escola a pé ou de bicicleta perfazendo um
mínimo de 10 minutos por trajeto/dia e que não participam da limpeza pesada de suas casas.
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

94
VIGITEL Brasil 2015

Figura 37 Percentual de homens (≥ 18 anos) fisicamente inativos, segundo as capitais dos estados brasileiros e o
Distrito Federal. Vigitel, 2015

50

40

30

21 22
%

20
19
20 17 18 18 18
16 16 17 17
15 15 15 15 15 15 15 16
14
12 13 13 13
10 11
10

0
Macapá
Florianópolis
Cuiabá
Distrito Federal
Palmas
Curitiba
Campo Grande
Aracaju
Boa Vista
Belém
Rio Branco
Rio de Janeiro
Porto Velho
Teresina
São Paulo
Vitória
São Luís
Fortaleza
Salvador
Belo Horizonte
João Pessoa
Manaus
Porto Alegre
Recife
Natal
Maceió
Goiânia
Fonte: SVS/MS.

Figura 38 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) fisicamente inativas, segundo as capitais dos estados brasileiros e o
Distrito Federal. Vigitel, 2015

50

40

30

22
%

19 19 19 20 20
20 18 18
16 16 16 16 17 17
15 15 15
14 14 14 14 15 15
13 13 13 14

10

0
Fortaleza
Maceió
Teresina
Natal
Rio Branco
Recife
São Luís
João Pessoa
Palmas
Cuiabá
Curitiba
Boa Vista
Campo Grande
Rio de Janeiro
Belo Horizonte
Florianópolis
Porto Velho
Goiânia
Belém
Distrito Federal
Vitória
Macapá
Aracaju
Manaus
São Paulo
Salvador
Porto Alegre

Fonte: SVS/MS.

95
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

No conjunto das 27 cidades, a frequência de adultos fisicamente inativos foi de


16,0%, igual em ambos os sexos. O percentual de indivíduos fisicamente inativos
tendeu a aumentar a partir de 55 anos, tanto para os homens quanto para as mulheres.
Em ambos os sexos, indivíduos com menor escolaridade (até oito anos) apresentaram
os maiores percentuais de inatividade física (Tabela 38).

Tabela 38 Percentual* de indivíduos fisicamente inativos** no conjunto da população adulta (≥ 18 anos) das
capitais dos estados brasileiros e do Distrito Federal, por sexo, segundo idade e anos de escolaridade.
Vigitel, 2015

Sexo
Capitais/DF Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Idade (anos)
18 a 24 15,1 13,0 - 17,1 11,9 9,0 - 14,8 19,0 16,1 - 21,9
25 a 34 11,9 10,4 - 13,3 10,7 8,7 - 12,8 13,0 10,9 - 15,0
35 a 44 11,5 10,1 - 12,8 14,5 12,2 - 16,9 9,0 7,5 - 10,5
45 a 54 12,9 11,6 - 14,3 16,0 13,6 - 18,3 10,6 9,1 - 12,1
55 a 64 18,2 16,4 - 19,9 21,1 17,9 - 24,3 16,2 14,2 - 18,1
65 e mais 37,5 35,6 - 39,5 36,5 33,0 - 39,9 38,2 35,9 - 40,5
Anos de escolaridade
0a8 20,4 19,0 - 21,8 22,1 19,7 - 24,4 18,9 17,4 - 20,5
9 a 11 14,0 12,9 - 15,0 13,6 12,1 - 15,2 14,3 12,9 - 15,6
12 e mais 13,2 12,2 - 14,3 11,5 10,1 - 13,0 14,6 13,1 - 16,1
Total 16,0 15,3 - 16,7 16,0 14,9 - 17,1 16,0 15,1 - 16,8
Fonte: SVS/MS.
* Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta de cada cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
** Indivíduos que não praticaram qualquer atividade física no lazer nos últimos três meses e que não realizam esforços
físicos intensos no trabalho, não se deslocam para o trabalho ou para a escola a pé ou de bicicleta perfazendo um
mínimo de 10 minutos por trajeto/dia e que não participam da limpeza pesada de suas casas.
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

Hábito de ver televisão


O tempo gasto em comportamentos sedentários está fortemente relacionado ao
aumento do risco de doenças crônicas. Há inúmeras evidências de que o número de
horas diárias despendido em ver televisão aumenta o risco de obesidade, diabetes tipo
II, doenças cardiovasculares e síndrome metabólica (Hu et al., 2003; Dunstan et
al., 2010; Wijndaele et al., 2010; Inoue et al., 2012; BELL et al., 2014).
A frequência de adultos que costumam despender três ou mais horas do dia
vendo televisão variou entre 17,4% em Palmas e 26,9% em Macapá. Entre homens,
as maiores frequências foram encontradas em Macapá (29,3%), Belém (26,7%) e no
Rio de Janeiro (26,3%) e as menores em Palmas (17,6%), no Distrito Federal (18,6%)
e em Fortaleza (18,7%). Entre mulheres, as maiores frequências foram observadas em
Salvador (26,4%), no Rio de Janeiro (25,7%) e em Macapá (24,8%) e as menores em
Curitiba (15,9%), Boa Vista (16,9%) e Palmas (17,2%) (Tabela 39 e figuras 39 e 40).

96
VIGITEL Brasil 2015

Tabela 39 Percentual* de adultos (≥ 18 anos) que despendem três ou mais horas diárias vendo televisão, por sexo,
segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

Sexo
Capitais/DF Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Aracaju 23,0 20,5 - 25,5 24,4 20,3 - 28,6 21,8 18,8 - 24,9
Belém 25,5 23,1 - 28,0 26,7 22,6 - 30,7 24,6 21,6 - 27,6
Belo Horizonte 21,1 18,9 - 23,2 21,4 18,0 - 24,9 20,8 18,1 - 23,5
Boa Vista 20,7 17,6 - 23,7 24,7 19,5 - 29,8 16,9 13,4 - 20,3
Campo Grande 20,6 18,4 - 22,9 23,2 19,6 - 26,9 18,3 15,5 - 21,2
Cuiabá 20,2 17,3 - 23,1 19,7 15,1 - 24,2 20,7 17,1 - 24,4
Curitiba 17,8 15,8 - 19,8 19,9 16,8 - 23,1 15,9 13,5 - 18,4
Florianópolis 20,9 18,3 - 23,5 19,8 15,7 - 23,9 21,9 18,7 - 25,1
Fortaleza 19,0 16,8 - 21,2 18,7 15,1 - 22,3 19,3 16,6 - 22,0
Goiânia 21,0 17,6 - 24,4 21,4 15,7 - 27,0 20,7 16,8 - 24,6
João Pessoa 20,8 18,4 - 23,3 22,8 18,5 - 27,0 19,3 16,4 - 22,1
Macapá 26,9 23,6 - 30,3 29,3 23,7 - 34,9 24,8 21,1 - 28,4
Maceió 22,0 19,6 - 24,5 21,4 17,6 - 25,2 22,6 19,4 - 25,8
Manaus 22,4 19,4 - 25,5 23,7 18,7 - 28,7 21,2 17,6 - 24,9
Natal 19,3 16,8 - 21,8 21,0 16,7 - 25,3 17,9 15,1 - 20,6
Palmas 17,4 14,9 - 19,9 17,6 13,7 - 21,5 17,2 13,9 - 20,5
Porto Alegre 22,0 19,5 - 24,5 22,2 18,4 - 26,1 21,8 18,6 - 25,1
Porto Velho 20,0 17,3 - 22,7 18,7 14,9 - 22,6 21,4 17,5 - 25,2
Recife 22,2 19,9 - 24,5 24,3 20,3 - 28,2 20,5 17,8 - 23,1
Rio Branco 20,5 17,6 - 23,4 21,1 16,5 - 25,7 19,9 16,4 - 23,5
Rio de Janeiro 26,0 23,0 - 29,0 26,3 21,2 - 31,4 25,7 22,2 - 29,2
Salvador 24,9 22,4 - 27,4 23,1 19,1 - 27,1 26,4 23,1 - 29,6
São Luís 21,0 18,4 - 23,5 22,7 18,3 - 27,1 19,6 16,7 - 22,4
São Paulo 23,7 21,5 - 26,0 24,8 21,1 - 28,5 22,8 20,0 - 25,6
Teresina 19,6 17,3 - 22,0 21,9 18,1 - 25,8 17,7 14,8 - 20,6
Vitória 22,7 20,1 - 25,3 21,1 16,9 - 25,3 24,0 20,8 - 27,2
Distrito Federal 19,1 15,9 - 22,3 18,6 13,3 - 23,9 19,5 15,7 - 23,3

Fonte: SVS/MS.
* Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta de cada cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

97
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Figura 39 Percentual de homens (≥ 18 anos) que despendem três ou mais horas diárias vendo televisão, segundo
as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

50

45

40

35
29
30 26 27
24 24 24 25 25
22 23 23 23 23
%

25
20 21 21 21 21 21 21 22
20 20
20 18 19 19 19

15

10

0
Palmas
Distrito Federal
Fortaleza
Porto Velho
Cuiabá

Rio de Janeiro
Belém
Macapá
Florianópolis
Curitiba
Natal
Rio Branco
Vitória
Goiânia
Maceió
Belo Horizonte
Teresina
Porto Alegre
São Luís
João Pessoa
Salvador
Campo Grande
Manaus
Recife
Aracaju
Boa Vista
São Paulo
Fonte: SVS/MS.

Figura 40 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) que despendem três ou mais horas diárias vendo televisão, segundo
as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

50

45

40

35

30
26 26
23 24 25 25
23
%

25 22 22 22
20 21 21 21 21 21
19 19 19 20 20
20 17 17 18 18 18
16
15

10

0
Curitiba
Boa Vista
Palmas
Teresina
Natal
Campo Grande
João Pessoa
Fortaleza
Distrito Federal
São Luís
Rio Branco
Recife
Goiânia
Cuiabá
Belo Horizonte
Manaus
Porto Velho
Aracaju
Porto Alegre
Florianópolis
Maceió
São Paulo
Vitória
Belém
Macapá
Rio de Janeiro
Salvador

Fonte: SVS/MS.

98
VIGITEL Brasil 2015

Considerando o conjunto da população adulta estudada, a frequência do hábito


de ver televisão por três ou mais horas diárias foi de 22,5%, sendo semelhante entre
homens (23,2%) e mulheres (22,0%). Essa frequência foi menor entre os indivíduos de
maior escolaridade (12 anos ou mais) e de menor idade (menos de 34 anos) (Tabela 40).

Tabela 40 Percentual* de indivíduos que despendem três ou mais horas diárias vendo televisão no conjunto
da população adulta (≥ 18 anos) das capitais dos estados brasileiros e do Distrito Federal, por sexo,
segundo idade e anos de escolaridade. Vigitel, 2015

Sexo
Variáveis Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Idade (anos)
18 a 24 22,8 20,5 - 25,1 21,4 18,1 - 24,7 24,5 21,3 - 27,7
25 a 34 21,4 19,5 - 23,3 23,1 20,0 - 26,1 19,8 17,5 - 22,1
35 a 44 21,8 19,9 - 23,6 26,6 23,5 - 29,7 17,8 15,7 - 19,9
45 a 54 20,4 18,8 - 22,0 20,1 17,5 - 22,6 20,7 18,6 - 22,8
55 a 64 24,7 22,7 - 26,7 23,7 20,1 - 27,3 25,3 23,1 - 27,6
65 e mais 27,3 25,5 - 29,1 24,7 21,5 - 27,9 29,0 26,9 - 31,1
Anos de escolaridade
0a8 23,4 21,8 - 25,0 23,6 20,9 - 26,4 23,2 21,3 - 25,0
9 a 11 24,8 23,5 - 26,0 25,9 23,9 - 27,8 23,8 22,3 - 25,4
12 e mais 18,3 17,1 - 19,5 18,5 16,6 - 20,5 18,1 16,5 - 19,7
Total 22,5 21,7 - 23,3 23,2 21,8 - 24,5 22,0 21,0 - 23,0

Fonte: SVS/MS.
* Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta de cada cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

3.5 Consumo de bebidas alcoólicas

A frequência de consumo abusivo de bebidas alcoólicas (ingestão de quatro ou mais


doses, para mulheres, ou cinco ou mais doses, para homens, em uma mesma ocasião
dentro dos últimos 30 dias) variou entre 12,4% em Curitiba e 24,0% no Distrito Federal.
As maiores frequências, entre homens, foram observadas no Distrito Federal (33,7%),
em Salvador (31,0%) e Teresina (30,2%) e, entre mulheres, no Distrito Federal e em
Salvador (15,4%) e no Rio de Janeiro (14,4%). As menores frequências do consumo
abusivo de bebidas alcoólicas no sexo masculino ocorreram em Rio Branco (18,4%),
Maceió (19,0%) e Curitiba (19,1%) e, no sexo feminino, em Manaus e João Pessoa
(5,2%) e Belém (5,9%) (Tabela 41 e figuras 41 e 42).

99
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Tabela 41 Percentual* de adultos (≥ 18 anos) que, nos últimos 30 dias, consumiram quatro ou mais doses (mulher)
ou cinco ou mais doses (homem) de bebida alcoólica em uma mesma ocasião, por sexo, segundo as
capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

Sexo
Capitais/DF Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Aracaju 16,9 14,7 - 19,1 26,4 22,4 - 30,4 9,1 6,9 - 11,3
Belém 14,3 12,3 - 16,3 24,2 20,4 - 28,0 5,9 4,3 - 7,6
Belo Horizonte 19,0 16,8 - 21,3 27,5 23,7 - 31,3 11,9 9,4 - 14,4
Boa Vista 14,7 12,1 - 17,3 21,6 17,0 - 26,2 8,3 5,7 - 10,8
Campo Grande 14,3 12,2 - 16,3 21,5 18,0 - 25,1 7,7 5,4 - 9,9
Cuiabá 20,9 17,5 - 24,2 28,1 22,5 - 33,8 14,1 10,5 - 17,8
Curitiba 12,4 10,6 - 14,2 19,1 15,9 - 22,3 6,6 4,8 - 8,4
Florianópolis 19,5 16,7 - 22,4 27,8 22,9 - 32,6 12,1 9,1 - 15,0
Fortaleza 14,2 12,0 - 16,4 22,4 18,4 - 26,4 7,3 5,4 - 9,2
Goiânia 18,6 15,3 - 21,9 24,8 18,8 - 30,7 13,2 9,9 - 16,4
João Pessoa 14,1 11,9 - 16,3 24,7 20,5 - 28,9 5,2 3,4 - 7,1
Macapá 16,3 13,7 - 18,9 25,1 20,3 - 29,8 8,1 5,9 - 10,4
Maceió 12,6 10,6 - 14,6 19,0 15,4 - 22,6 7,4 5,2 - 9,6
Manaus 14,6 11,8 - 17,4 24,7 19,5 - 30,0 5,2 3,5 - 6,9
Natal 14,8 12,5 - 17,0 24,3 20,1 - 28,4 6,7 4,7 - 8,7
Palmas 19,0 16,4 - 21,7 27,6 23,2 - 31,9 11,1 8,1 - 14,2
Porto Alegre 14,4 12,0 - 16,9 19,9 15,8 - 23,9 10,0 7,1 - 12,9
Porto Velho 18,8 15,6 - 22,0 28,8 23,4 - 34,2 8,0 5,7 - 10,4
Recife 17,7 15,5 - 20,0 27,0 22,9 - 31,2 10,3 8,2 - 12,4
Rio Branco 13,0 10,7 - 15,3 18,4 14,4 - 22,4 8,0 5,5 - 10,5
Rio de Janeiro 20,7 17,7 - 23,7 28,2 22,9 - 33,6 14,4 11,4 - 17,4
Salvador 22,5 19,9 - 25,0 31,0 26,5 - 35,5 15,4 12,7 - 18,1
São Luís 16,3 13,7 - 18,8 27,6 22,8 - 32,4 6,9 5,1 - 8,8
São Paulo 14,8 12,9 - 16,7 22,5 19,1 - 26,0 8,2 6,3 - 10,1
Teresina 19,4 16,8 - 22,0 30,2 25,6 - 34,7 10,5 8,1 - 13,0
Vitória 19,6 16,9 - 22,4 26,0 21,2 - 30,7 14,2 11,2 - 17,3
Distrito Federal 24,0 20,2 - 27,7 33,7 26,9 - 40,4 15,4 12,2 - 18,7

Fonte: SVS/MS.
* Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta de cada cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

100
VIGITEL Brasil 2015

Figura 41 Percentual de homens (≥ 18 anos) que, nos últimos 30 dias, consumiram cinco ou mais doses de bebida
alcoólica em uma mesma ocasião, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal.
Vigitel, 2015
45

40

34
35
30 31
29
30 27 28 28 28 28 28
26 26 27
24 24 25 25 25 25
25
22 22 22 23
20
%

20 18 19 19

15

10

0
Boa Vista
Fortaleza
São Paulo
Belém
Natal
João Pessoa
Manaus
Goiânia
Macapá
Vitória
Aracaju
Recife
Belo Horizonte
Palmas
São Luís
Florianópolis
Cuiabá
Rio de Janeiro
Porto Velho
Teresina
Salvador
Distrito Federal
Rio Branco
Maceió
Curitiba
Porto Alegre
Campo Grande

Fonte: SVS/MS.

Figura 42 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) que, nos últimos 30 dias, consumiram quatro ou mais doses de
bebida alcoólica em uma mesma ocasião, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito
Federal. Vigitel, 2015
45

40

35

30

25
%

20
15 15
14 14
15 13 14
12 12
10 11 11
8 8 9 10
10 7 7 8 8 8 8
7 7 7
5 5 6
5

0
Manaus
João Pessoa
Belém
Curitiba
Natal
São Luís
Fortaleza
Maceió
Campo Grande
Rio Branco
Porto Velho
Macapá
São Paulo
Boa Vista
Aracaju
Porto Alegre
Recife
Teresina
Palmas
Belo Horizonte
Florianópolis
Goiânia
Cuiabá
Vitória
Rio de Janeiro
Salvador
Distrito Federal

Fonte: SVS/MS.

101
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

No conjunto das 27 cidades, a frequência do consumo abusivo de bebidas alcoólicas


nos últimos 30 dias foi de 17,2%, sendo duas vezes e meia maior em homens (25,3%)
do que em mulheres (10,2%). Em ambos os sexos, o consumo abusivo de bebidas
alcoólicas foi mais frequente entre os indivíduos com idade entre 18 a 54 anos e
tendeu a aumentar com o nível de escolaridade (Tabela 42).

Tabela 42 Percentual* de indivíduos que, nos últimos 30 dias, consumiram quatro ou mais doses (mulher) ou cinco
ou mais doses (homem) de bebida alcoólica em uma mesma ocasião no conjunto da população adulta
(≥ 18 anos) das capitais dos estados brasileiros e do Distrito Federal, por sexo, segundo idade e anos de
escolaridade. Vigitel, 2015

Sexo
Variáveis Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Idade (anos)
18 a 24 20,2 18,0 - 22,3 24,2 21,0 - 27,4 15,2 12,6 - 17,8
25 a 34 23,5 21,6 - 25,4 33,5 30,3 - 36,8 14,1 12,2 - 16,1
35 a 44 19,4 17,7 - 21,2 29,2 26,1 - 32,3 11,4 9,6 - 13,1
45 a 54 15,5 14,0 - 17,0 24,4 21,5 - 27,2 8,6 7,3 - 9,9
55 a 64 11,0 9,6 - 12,5 18,1 15,2 - 21,1 6,1 4,7 - 7,5
65 e mais 3,7 3,1 - 4,4 6,4 5,0 - 7,7 2,0 1,3 - 2,7
Anos de escolaridade
0a8 13,2 11,7 - 14,7 21,4 18,7 - 24,2 6,0 4,8 - 7,3
9 a 11 18,1 17,0 - 19,3 25,8 23,9 - 27,7 11,3 10,1 - 12,6
12 e mais 20,9 19,6 - 22,2 29,8 27,5 - 32,1 13,8 12,4 - 15,2
Total 17,2 16,4 - 17,9 25,3 24,0 - 26,7 10,2 9,5 - 11,0

Fonte: SVS/MS.
* Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta de cada cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

102
VIGITEL Brasil 2015

3.6 Condução de veículo motorizado após consumo de bebidas


alcoólicas

Acompanhando a implementação nacional da Lei nº 11.705, de 19 de junho de 2008, e


a nova “Lei Seca”, Lei nº 12.760, de 20 de dezembro de 2012, que visa coibir a condução
de veículo motorizado após o consumo de bebidas alcoólicas, o Vigitel passou a
estimar a frequência de indivíduos que referiram conduzir veículo motorizado
após o consumo de bebida alcoólica, independentemente da quantidade de bebida
consumida e da periodicidade dessa prática.
A frequência de adultos que referiram conduzir veículos motorizados após o
consumo de qualquer quantidade de bebida alcoólica variou de 2,6% em Recife a
13,0% em Florianópolis. As maiores frequências foram observadas, entre homens,
em Florianópolis (21,5%), Palmas (20,3%) e Goiânia (19,5%) e, entre mulheres,
no Distrito Federal (6,0%), em Florianópolis (5,4%) e Cuiabá (5,1%). As menores
frequências entre os homens ocorreram em Vitória (4,9%), Recife (5,3 %) e Fortaleza
(6,1%) e, entre as mulheres, em Maceió (0,1%), Recife (0,4%) e Belém (0,7%) (Tabela
43 e figuras 43 e 44).

103
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Tabela 43 Percentual* de adultos (≥ 18 anos) que referiram conduzir veículos motorizados após consumo de
qualquer quantidade de bebida alcoólica, por sexo, segundo as capitais dos estados brasileiros e o
Distrito Federal. Vigitel, 2015

Sexo
Capitais/DF Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Aracaju 6,8 5,3 - 8,2 12,8 9,9 - 15,8 1,8 0,8 - 2,8
Belém 4,8 3,5 - 6,1 9,6 6,9 - 12,3 0,7 0,2 - 1,3
Belo Horizonte 6,2 4,9 - 7,6 11,3 8,7 - 14,0 2,0 1,0 - 2,9
Boa Vista 9,4 7,3 - 11,6 14,7 10,9 - 18,5 4,5 2,6 - 6,3
Campo Grande 7,6 6,0 - 9,2 13,7 10,6 - 16,7 2,1 1,0 - 3,2
Cuiabá 11,7 8,7 - 14,6 18,8 13,2 - 24,4 5,1 3,2 - 7,0
Curitiba 6,2 4,8 - 7,5 10,8 8,3 - 13,2 2,1 1,0 - 3,3
Florianópolis 13,0 10,6 - 15,5 21,5 17,0 - 26,0 5,4 3,5 - 7,2
Fortaleza 3,3 2,4 - 4,3 6,1 4,2 - 8,0 1,1 0,3 - 1,8
Goiânia 11,5 8,8 - 14,2 19,5 14,1 - 24,9 4,6 2,8 - 6,3
João Pessoa 3,4 2,3 - 4,6 6,5 4,2 - 8,8 0,9 0,0 - 1,7
Macapá 6,3 4,8 - 7,7 11,9 9,0 - 14,8 1,1 0,3 - 1,8
Maceió 2,9 1,9 - 3,9 6,4 4,2 - 8,5 0,1 0,0 - 0,2
Manaus 4,1 2,9 - 5,3 7,1 4,6 - 9,5 1,3 0,7 - 2,0
Natal 5,0 3,7 - 6,3 9,4 6,8 - 12,0 1,3 0,6 - 2,1
Palmas 11,9 9,9 - 13,9 20,3 16,4 - 24,1 4,1 2,7 - 5,5
Porto Alegre 3,9 2,7 - 5,0 6,2 4,1 - 8,3 1,9 0,0 - 0,0
Porto Velho 8,5 6,1 - 10,8 15,2 10,8 - 19,5 1,4 0,6 - 2,1
Recife 2,6 1,7 - 3,5 5,3 3,3 - 7,3 0,4 0,0 - 0,8
Rio Branco 4,2 3,0 - 5,5 6,9 4,5 - 9,4 1,8 0,8 - 2,8
Rio de Janeiro 3,3 2,2 - 4,5 6,2 3,8 - 8,5 0,9 0,1 - 1,7
Salvador 4,4 3,2 - 5,6 8,8 6,2 - 11,3 0,8 0,1 - 1,4
São Luís 5,8 4,4 - 7,2 10,7 7,7 - 13,6 1,7 0,9 - 2,6
São Paulo 5,3 4,0 - 6,5 9,6 7,1 - 12,1 1,6 0,8 - 2,3
Teresina 10,1 8,1 - 12,0 19,4 15,5 - 23,3 2,4 1,3 - 3,4
Vitória 3,2 2,0 - 4,4 4,9 2,7 - 7,0 1,8 0,5 - 3,1
Distrito Federal 10,2 7,6 - 12,8 15,0 9,9 - 20,1 6,0 4,1 - 7,9

Fonte: SVS/MS.
* Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta da cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

104
VIGITEL Brasil 2015

Figura 43 Percentual de homens (≥ 18 anos) que referiram conduzir veículos motorizados após consumo de
qualquer quantidade de bebida alcoólica, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito
Federal. Vigitel, 2015

30

25
22
20
20
20 19 19

15 15 15
14
%

15 13
12
11 11 11
9 9 10 10
10
7 7 7
6 6 6 6
5 5
5

0
Vitória
Recife
Fortaleza
Rio de Janeiro
Porto Alegre
Maceió
João Pessoa
Rio Branco
Manaus
Salvador
Natal
Belém
São Paulo
São Luís
Curitiba
Belo Horizonte
Macapá
Aracaju
Campo Grande
Boa Vista
Distrito Federal
Porto Velho
Cuiabá
Teresina
Goiânia
Palmas
Florianópolis
Fonte: SVS/MS.

Figura 44 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) que referiram conduzir veículos motorizados após consumo de
qualquer quantidade de bebida alcoólica, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito
Federal. Vigitel, 2015

30

25

20
%

15

10

5 6
4 5 5
4
5
2 2 2 2 2 2 2 2 2
1 1 1 1 1 1 2
0 1 1 1
0
0
Natal
Manaus
Porto Velho
São Paulo
São Luís
Aracaju
Rio Branco
Vitória
Porto Alegre

Palmas
Boa Vista
Goiânia
Cuiabá
Florianópolis
Distrito Federal
Maceió
Recife
Belém
Salvador
João Pessoa
Rio de Janeiro
Fortaleza
Macapá

Belo Horizonte
Campo Grande
Curitiba
Teresina

Fonte: SVS/MS.

105
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

No conjunto das 27 cidades, 5,5% dos indivíduos referiram conduzir veículo


motorizado após consumo de qualquer quantidade de bebida alcoólica, sendo essa
proporção bastante maior em homens (9,8%) do que em mulheres (1,8%). No conjunto
da população estudada, a prática de dirigir após consumo de qualquer quantidade de
bebida alcoólica foi mais comum na faixa etária de 25 a 34 anos e aumentou com a
escolaridade em ambos os sexos (Tabela 44).

Tabela 44 Percentual* de indivíduos que referiram conduzir veículos motorizados após consumo de qualquer
quantidade de bebida alcoólica no conjunto da população adulta (≥ 18 anos) das capitais dos estados
brasileiros e do Distrito Federal, por sexo, segundo idade e anos de escolaridade. Vigitel, 2015

Sexo
Variáveis Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Idade (anos)
18 a 24 4,8 3,8 - 5,8 6,9 5,2 - 8,6 2,2 1,4 - 3,1
25 a 34 8,7 7,5 - 10,0 14,4 12,1 - 16,8 3,4 2,5 - 4,3
35 a 44 6,4 5,4 - 7,3 12,1 10,0 - 14,1 1,7 1,2 - 2,1
45 a 54 4,4 3,7 - 5,1 8,2 6,7 - 9,7 1,4 0,9 - 1,9
55 a 64 2,9 2,3 - 3,6 6,4 4,9 - 7,8 0,6 0,2 - 0,9
65 e mais 2,0 1,5 - 2,6 4,6 3,4 - 5,9 0,3 0,1 - 0,5
Anos de escolaridade
0a8 3,0 2,3 - 3,8 6,4 4,8 - 8,1 0,1 0,0 - 0,2
9 a 11 5,3 4,7 - 5,9 9,7 8,5 - 10,9 1,3 0,9 - 1,8
12 e mais 8,9 8,1 - 9,8 14,5 12,8 - 16,1 4,5 3,7 - 5,2
Total 5,5 5,1 - 5,9 9,8 9,0 - 10,7 1,8 1,5 - 2,1

Fonte: SVS/MS.
* Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta de cada cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

106
VIGITEL Brasil 2015

3.7 Autoavaliação do estado de saúde

A autoavaliação do estado de saúde é um indicador válido e relevante do estado de


saúde de indivíduos e de populações. Esse indicador está fortemente relacionado a
medidas objetivas de morbidade e de uso de serviços, constituindo-se um preditor
poderoso de mortalidade, independentemente de outros fatores (Halford et al.,
2012; Franks; GOLD; FISCELLA, 2003; Ilder; Benyamini, 1997). Obtida por
meio de uma única questão, que pede para o indivíduo classificar seu estado de saúde
em muito bom, bom, regular, ruim ou muito ruim, a autoavaliação de saúde capta,
além da exposição a doenças (diagnosticadas ou não por profissional de saúde), o
impacto que essas doenças geram no bem-estar físico, mental e social dos indivíduos.
A frequência de adultos que avaliaram negativamente seu estado de saúde (como
ruim ou muito ruim) variou entre 2,5% no Distrito Federal e 7,6% em Maceió. No
sexo masculino, as maiores frequências foram observadas em Goiânia (6,8%), Porto
Velho (5,7%) e Natal (5,6%) e as menores no Distrito Federal (1,8%) em São Paulo
(2,0%) e Macapá (2,3%), e entre mulheres, as maiores frequências foram observadas
em Maceió (9,9%), Porto Velho (8,6%) e Manaus (8,4%), e as menores no Distrito
Federal (3,2%), em Florianópolis (3,6%) e Vitória (3,7%) (Tabela 45 e figuras 45 e 46).

107
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Tabela 45 Percentual* de adultos (≥ 18 anos) que avaliaram negativamente o seu estado de saúde, por sexo,
segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

Sexo
Capitais/DF Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Aracaju 3,7 2,6 - 4,9 3,1 1,1 - 5,2 4,2 2,9 - 5,5
Belém 4,9 3,7 - 6,0 2,4 1,2 - 3,6 7,0 5,1 - 8,8
Belo Horizonte 4,2 3,2 - 5,3 2,3 1,0 - 3,7 5,8 4,2 - 7,3
Boa Vista 3,5 2,3 - 4,6 2,8 0,9 - 4,6 4,1 2,7 - 5,6
Campo Grande 4,3 3,2 - 5,4 2,7 1,2 - 4,2 5,8 4,1 - 7,4
Cuiabá 4,4 2,4 - 6,4 4,2 1,8 - 6,6 4,6 1,4 - 7,7
Curitiba 3,9 3,0 - 4,8 2,3 1,3 - 3,3 5,3 3,9 - 6,7
Florianópolis 3,3 2,4 - 4,2 3,0 1,6 - 4,4 3,6 2,4 - 4,8
Fortaleza 5,1 3,9 - 6,2 3,3 1,8 - 4,8 6,6 4,9 - 8,3
Goiânia 5,5 3,1 - 7,8 6,8 2,3 - 11,4 4,3 2,5 - 6,1
João Pessoa 4,2 3,1 - 5,4 2,5 1,0 - 4,0 5,7 4,1 - 7,3
Macapá 5,3 3,9 - 6,6 2,3 1,0 - 3,5 8,1 5,8 - 10,4
Maceió 7,6 6,1 - 9,0 4,8 2,7 - 6,8 9,9 7,8 - 11,9
Manaus 6,8 4,9 - 8,6 5,0 2,6 - 7,4 8,4 5,7 - 11,1
Natal 5,8 4,5 - 7,2 5,6 3,5 - 7,7 6,0 4,3 - 7,8
Palmas 3,8 2,6 - 4,9 3,2 1,6 - 4,8 4,3 2,7 - 5,9
Porto Alegre 3,4 2,5 - 4,2 2,4 1,2 - 3,7 4,1 3,0 - 5,3
Porto Velho 7,1 5,3 - 9,0 5,7 3,1 - 8,4 8,6 6,0 - 11,2
Recife 5,9 4,7 - 7,1 3,9 2,2 - 5,5 7,6 5,9 - 9,3
Rio Branco 6,3 4,6 - 8,1 5,5 2,7 - 8,3 7,1 5,0 - 9,3
Rio de Janeiro 5,2 3,3 - 7,2 3,4 0,1 - 6,6 6,8 4,5 - 9,1
Salvador 4,0 3,0 - 5,0 2,3 0,9 - 3,7 5,4 4,0 - 6,8
São Luís 4,8 3,7 - 6,0 3,4 2,0 - 4,8 6,0 4,3 - 7,8
São Paulo 5,0 3,7 - 6,2 2,0 0,9 - 3,2 7,5 5,4 - 9,5
Teresina 4,2 3,0 - 5,4 3,5 1,8 - 5,2 4,8 3,2 - 6,5
Vitória 3,2 2,2 - 4,2 2,5 1,0 - 4,0 3,7 2,4 - 5,1
Distrito Federal 2,5 1,2 - 3,9 1,8 0,4 - 3,1 3,2 1,0 - 5,4

Fonte: SVS/MS.
*Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta da cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

108
% %

0
2
4
6
8
10
12
14

0
2
4
6
8
10
12
14
2

3
Distrito Federal Distrito Federal

Fonte: SVS/MS.
Fonte: SVS/MS.

4
Florianópolis São Paulo

4
Macapá
VIGITEL Brasil 2015

Vitória

4
Porto Alegre Curitiba

4
Boa Vista Salvador

4
Aracaju Belo Horizonte

4
Goiânia Belém

4
Palmas Porto Alegre

5
Cuiabá Vitória

5
Teresina João Pessoa

5
Curitiba Campo Grande

5
Salvador Boa Vista
3

6
João Pessoa Florianópolis
3

6
Campo Grande Aracaju
3

6
Belo Horizonte Palmas
3

6
Natal Fortaleza
3

6
São Luís Rio de Janeiro

capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015


capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

7
Fortaleza São Luís
4

7
Rio de Janeiro Teresina
4

7
Belém Recife
4

7
Rio Branco Cuiabá
5

7
São Paulo Maceió
5

8
Recife Manaus
5

8
Macapá Rio Branco

8
6

Manaus Natal

9
6

Porto Velho Porto Velho


7

10
Maceió Goiânia
Figura 45 Percentual de homens (≥ 18 anos) que avaliaram negativamente o seu estado de saúde, segundo as

Figura 46 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) que avaliaram negativamente o seu estado de saúde, segundo as

109
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

No conjunto das 27 cidades, 4,8% das pessoas avaliaram negativamente o seu


estado de saúde, sendo essa proporção maior em mulheres (6,3%) do que em homens
(3,0%). Em ambos os sexos, a frequência dessa condição tendeu a aumentar com a
idade e diminuiu expressivamente com o aumento da escolaridade (Tabela 46).

Tabela 46 Percentual* de indivíduos que avaliaram negativamente seu estado de saúde no conjunto da população
adulta (≥ 18 anos) das capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal, por sexo, segundo idade e
anos de escolaridade. Vigitel, 2015

Sexo
Variáveis Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Idade (anos)
18 a 24 3,2 2,3 - 4,1 1,8 1,0 - 2,7 4,9 3,2 - 6,6
25 a 34 4,0 2,7 - 5,2 2,7 0,9 - 4,4 5,2 3,4 - 7,0
35 a 44 4,2 3,3 - 5,0 2,7 1,7 - 3,8 5,4 4,1 - 6,7
45 a 54 5,2 4,2 - 6,2 3,6 2,2 - 4,9 6,5 5,1 - 7,9
55 a 64 6,6 5,5 - 7,6 3,7 2,7 - 4,8 8,5 6,8 - 10,1
65 e mais 7,3 6,2 - 8,4 4,6 3,1 - 6,0 9,1 7,6 - 10,6
Anos de escolaridade
0a8 7,7 6,6 - 8,8 4,7 3,2 - 6,2 10,2 8,7 - 11,8
9 a 11 3,8 3,2 - 4,3 2,1 1,6 - 2,7 5,2 4,3 - 6,1
12 e mais 2,6 2,1 - 3,0 2,0 1,3 - 2,6 3,0 2,3 - 3,7
Total 4,8 4,3 - 5,2 3,0 2,4 - 3,6 6,3 5,7 - 7,0

Fonte: SVS/MS.
*Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta de cada cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

110
VIGITEL Brasil 2015

3.8 Prevenção de câncer

O Vigitel disponibiliza dois indicadores do acesso da população feminina a


serviços de diagnóstico precoce de câncer: a frequência da realização do exame de
mamografia e a frequência de realização do exame de citologia oncótica para câncer
de colo do útero.

Realização de mamografia
Em consonância com as recomendações internacionais, o Ministério da Saúde
recomenda que todas as mulheres entre 50 e 69 anos de idade façam exames de
mamografia pelo menos uma vez a cada dois anos, além de recomendar o exame
anual para mulheres acima de 35 anos que pertençam a grupos de alto risco
(BRASIL, 2013a).
As maiores frequências de mulheres entre 50 a 69 anos de idade que referiram ter
realizado exame de mamografia nos últimos dois anos foram observadas em Vitória
(88,1%), Salvador (85,3%) e Florianópolis (84,9%), e as menores em Rio Branco
(61,8%), Belém (69,2%) e Macapá (70,0 %) (Tabela 47 e Figura 47).

111
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Tabela 47 Percentual* de mulheres (50 a 69 anos de idade) que realizaram mamografia em algum
momento de suas vidas e nos últimos dois anos, segundo as capitais dos estados
brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

Realização de mamografia

Capitais/DF em algum momento nos últimos 2 anos


% IC 95% % IC 95%
Aracaju 90,2 86,5 - 93,9 80,5 75,9 - 85,1
Belém 84,5 80,0 - 88,9 69,2 63,4 - 75,0
Belo Horizonte 96,7 94,7 - 98,7 82,6 78,6 - 86,7
Boa Vista 87,0 80,9 - 93,1 74,7 67,7 - 81,6
Campo Grande 92,0 89,0 - 94,9 80,1 76,1 - 84,1
Cuiabá 89,7 85,0 - 94,4 74,2 68,1 - 80,3
Curitiba 96,3 94,4 - 98,1 81,6 77,7 - 85,5
Florianópolis 96,9 94,9 - 98,8 84,9 81,2 - 88,7
Fortaleza 88,3 84,8 - 91,8 72,2 67,2 - 77,2
Goiânia 91,9 81,5 - 102,3 82,1 72,0 - 92,2
João Pessoa 93,1 90,2 - 95,9 75,4 70,3 - 80,6
Macapá 79,5 72,5 - 86,6 70,0 62,4 - 77,6
Maceió 92,0 89,4 - 94,6 72,9 68,2 - 77,6
Manaus 86,3 81,7 - 91,0 75,1 68,9 - 81,2
Natal 87,6 83,7 - 91,5 70,3 65,2 - 75,4
Palmas 92,1 87,8 - 96,4 74,3 67,3 - 81,3
Porto Alegre 94,3 91,5 - 97,2 80,9 76,7 - 85,0
Porto Velho 90,9 87,1 - 94,8 81,8 77,0 - 86,6
Recife 91,9 88,8 - 95,1 79,3 75,0 - 83,5
Rio Branco 78,1 71,7 - 84,6 61,8 55,0 - 68,7
Rio de Janeiro 88,0 84,1 - 91,9 75,8 70,8 - 80,8
Salvador 93,8 90,8 - 96,9 85,3 81,2 - 89,4
São Luís 90,2 86,2 - 94,3 72,6 66,7 - 78,4
São Paulo 94,3 91,9 - 96,7 78,7 73,9 - 83,6
Teresina 93,9 91,3 - 96,5 79,3 74,6 - 83,9
Vitória 96,0 93,8 - 98,2 88,1 84,4 - 91,8
Distrito Federal 93,1 87,9 - 98,4 79,3 72,1 - 86,4

Fonte: SVS/MS.
*Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta da cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

112
VIGITEL Brasil 2015

Figura 47 Percentual de mulheres (50 a 69 anos de idade) que realizaram mamografia pelo menos uma vez nos
últimos dois anos, segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

100
88
90 85 85
82 82 82 83
79 79 79 79 80 81 81
80 75 75 75 76
72 73 73 74 74
69 70 70
70
62
60
%

50

40

30

20

10

0
Rio Branco
Belém
Macapá
Natal
Fortaleza
São Luís
Maceió
Cuiabá
Palmas
Boa Vista

Curitiba
Porto Velho
Goiânia
Belo Horizonte
Florianópolis
Salvador
Vitória
Manaus
João Pessoa
Rio de Janeiro
São Paulo
Distrito Federal
Recife
Teresina
Campo Grande
Aracaju
Porto Alegre

Fonte: SVS/MS.

No conjunto das 27 cidades, a frequência de realização de mamografia nos últimos


dois anos, em mulheres entre 50 e 69 anos de idade, foi de 78,1%. A frequência de
realização do exame não apresentou diferença entre as faixas de idade e aumentou
com a escolaridade: 71,9% para as mulheres com até oito anos de estudo e 89,3% para
aquelas com escolaridade de 12 anos ou mais (Tabela 48).

113
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Tabela 48 Percentual* de mulheres (50 a 69 anos de idade) que realizaram mamografia em algum momento de
suas vidas e nos últimos dois anos no conjunto das capitais dos estados brasileiros e do Distrito Federal,
segundo idade e anos de escolaridade. Vigitel, 2015

Realização de mamografia
Variáveis em algum momento nos últimos 2 anos
% IC 95% % IC 95%
Idade (anos)
50 a 59 92,3 90,9 - 93,8 79,8 77,6 - 82,0
60 a 69 91,2 89,5 - 92,8 75,6 73,1 - 78,2
Anos de escolaridade
0a8 89,0 87,1 - 90,8 71,9 69,1 - 74,7
9 a 11 93,9 92,5 - 95,3 81,5 79,2 - 83,9
12 e mais 96,5 95,2 - 97,9 89,3 87,2 - 91,3
Total 91,9 90,8 - 93,0 78,1 76,5 - 79,8

Fonte: SVS/MS.
*Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta de cada cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

Realização de citologia oncótica para câncer de colo do útero


A realização do exame de citologia oncótica para câncer de colo do útero é preconizada
pelo Ministério da Saúde para todas as mulheres de 25 a 64 anos de idade uma vez por
ano e, após dois exames anuais negativos, a cada três anos (BRASIL, 2013a).
As maiores frequências de mulheres entre 25 e 64 anos de idade que referiram
ter realizado exame de citologia oncótica para câncer de colo do útero nos últimos
três anos foram observadas em Porto Alegre (88,6%), São Paulo (87,8%), Curitiba
e Vitória (87,5%), e as menores em Maceió (65,3%), Teresina (70,2%) e Fortaleza
(72,4%) (Tabela 49 e Figura 48).

114
VIGITEL Brasil 2015

Tabela 49 Percentual* de mulheres (25 a 64 anos de idade) que realizaram exame de citologia oncótica para câncer
de colo do útero em algum momento de suas vidas e nos últimos três anos, segundo as capitais dos
estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

Realização de exame de citologia oncótica


Capitais/DF em algum momento nos últimos 3 anos

% IC 95% % IC 95%
Aracaju 80,6 77,1 - 84,0 75,8 72,2 - 79,5
Belém 86,5 83,6 - 89,4 78,8 75,2 - 82,3
Belo Horizonte 91,1 88,6 - 93,6 83,7 80,6 - 86,7
Boa Vista 88,5 84,7 - 92,3 85,5 81,5 - 89,6
Campo Grande 87,1 83,7 - 90,4 82,6 79,0 - 86,3
Cuiabá 84,5 79,2 - 89,9 78,2 72,8 - 83,6
Curitiba 92,3 89,8 - 94,7 87,5 84,8 - 90,3
Florianópolis 91,5 88,4 - 94,7 84,4 80,7 - 88,1
Fortaleza 80,3 76,8 - 83,8 72,4 68,6 - 76,2
Goiânia 84,5 79,2 - 89,8 74,4 68,3 - 80,4
João Pessoa 79,7 75,8 - 83,6 72,6 68,5 - 76,8
Macapá 80,5 75,6 - 85,3 74,7 69,7 - 79,8
Maceió 74,1 69,8 - 78,4 65,3 60,9 - 69,7
Manaus 88,5 85,1 - 92,0 84,4 80,7 - 88,2
Natal 84,2 80,7 - 87,6 76,3 72,5 - 80,1
Palmas 89,2 85,6 - 92,8 86,1 82,3 - 89,8
Porto Alegre 94,6 92,0 - 97,2 88,6 85,4 - 91,7
Porto Velho 88,5 84,9 - 92,2 84,1 80,2 - 87,9
Recife 82,6 79,5 - 85,8 77,7 74,3 - 81,0
Rio Branco 87,5 83,7 - 91,4 80,3 75,6 - 85,0
Rio de Janeiro 84,4 80,3 - 88,4 76,8 72,2 - 81,3
Salvador 83,1 79,7 - 86,4 79,6 76,1 - 83,1
São Luís 82,1 78,5 - 85,6 77,2 73,5 - 81,0
São Paulo 95,0 93,1 - 96,8 87,8 85,1 - 90,5
Teresina 75,9 71,8 - 80,1 70,2 65,8 - 74,5
Vitória 91,2 88,4 - 93,9 87,5 84,3 - 90,7
Distrito Federal 85,2 80,2 - 90,1 77,6 72,2 - 83,0

Fonte: SVS/MS.
*Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta da cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

115
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Figura 48 Percentual de mulheres (de 25 a 64 anos de idade) que realizaram exame de citologia oncótica para
câncer de colo do útero pelo menos uma vez nos últimos três anos, segundo as capitais dos estados
brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

100
88 89
90 86 86 87 88
83 84 84 84 84
80 80
77 78 78 78 79
80 75 76 76 77
72 73 74
70
70 65

60
%

50

40

30

20

10

0
Maceió
Teresina
Fortaleza
João Pessoa
Goiânia
Macapá
Aracaju
Natal
Rio de Janeiro
São Luís
Distrito Federal
Recife
Cuiabá
Belém
Salvador
Rio Branco
Campo Grande
Belo Horizonte
Porto Velho
Florianópolis
Manaus
Boa Vista
Palmas
Vitória
Curitiba
São Paulo
Porto Alegre
Fonte: SVS/MS.

No conjunto das 27 cidades, a frequência de realização de citologia oncótica para


câncer de colo do útero nos últimos três anos, em mulheres entre 25 e 64 anos de
idade, foi de 81,0%. A cobertura do exame foi menor na faixa etária entre 25 e 34 anos
(75,1%) e aumentou com o nível de escolaridade (Tabela 50).

116
VIGITEL Brasil 2015

Tabela 50 Percentual* de mulheres (25 a 64 anos de idade) que realizaram exame de citologia
oncótica para câncer de colo do útero em algum momento de suas vidas e nos últimos
três anos no conjunto das capitais dos estados brasileiros e do Distrito Federal, segundo
idade e anos de escolaridade. Vigitel, 2015

Realização de exame de citologia oncótica


Variáveis em algum momento nos últimos 3 anos
% IC 95% % IC 95%
Idade (anos)
25 a 34 79,6 77,5 - 81,8 75,1 72,8 - 77,5
35 a 44 89,2 87,5 - 90,9 83,9 81,9 - 86,0
45 a 54 92,6 91,1 - 94,0 83,9 81,8 - 85,9
55 a 64 93,2 91,7 - 94,6 83,3 81,4 - 85,3
Anos de escolaridade
0a8 87,0 85,1 - 88,9 77,7 75,4 - 80,0
9 a 11 86,7 85,2 - 88,1 80,4 78,7 - 82,1
12 e mais 89,4 87,9 - 90,9 85,3 83,6 - 87,0
Total 87,6 86,7 - 88,5 81,0 79,9 - 82,1

Fonte: SVS/MS.
*Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta de cada cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

3.9 Morbidade referida

Por ser realizado a partir de entrevistas telefônicas, o Vigitel não pode aferir
diretamente a frequência de fatores de risco e doenças crônicas que necessitem
diagnóstico médico. Nesses casos, de forma semelhante à empregada por outros
sistemas de vigilância (CDC, 2008), o Vigitel estima a frequência de indivíduos
que referem diagnóstico médico prévio do fator de risco ou doença de interesse. É
evidente que as frequências estimadas dessa maneira são influenciadas pela cobertura
da assistência à saúde existente em cada local, podendo, assim, subestimar, em maior
ou menor grau, a prevalência real do fator de risco na população. De qualquer modo,
fornecem informações úteis para avaliar a demanda por cuidados de saúde originada
pela presença do fator. Em médio prazo, com a expansão e a universalização da
cobertura da atenção à saúde da população adulta do País, espera-se que a frequência
de casos diagnosticados se aproxime da prevalência real daquelas condições na
população, propiciando assim informações seguras para o seu acompanhamento ao
longo do tempo. A seguir, apresentam-se estimativas do Vigitel para a frequência
de adultos com diagnóstico médico de hipertensão arterial, diabetes e dislipidemias
(colesterol ou triglicérides elevados).

117
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Diagnóstico médico de hipertensão arterial


A frequência de adultos que referiram diagnóstico médico de hipertensão arterial
variou entre 15,7% em Palmas e 30,6% no Rio de Janeiro. No sexo masculino, as maiores
frequências foram observadas em Belo Horizonte (26,5%), em Maceió (25,4%) e no
Rio de Janeiro (24,5%), e as menores em São Luís (15,6%), Palmas (15,8%) e Boa Vista
(16,1%). Entre mulheres, as maiores frequências foram observadas no Rio de Janeiro
(35,8%), em Porto Alegre e Maceió (32,7%), e as menores em Palmas (15,7%), Boa
Vista (18,7%) e Macapá (19,5%) (Tabela 51 e figuras 49 e 50).

118
VIGITEL Brasil 2015

Tabela 51 Percentual* de adultos (≥ 18 anos) que referiram diagnóstico médico de hipertensão arterial, por sexo,
segundo as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

Sexo
Capitais/DF Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Aracaju 22,9 20,7 - 25,1 22,0 18,3 - 25,7 23,6 21,0 - 26,3
Belém 21,2 19,1 - 23,3 21,6 18,1 - 25,0 20,8 18,2 - 23,4
Belo Horizonte 27,9 25,7 - 30,2 26,5 22,8 - 30,1 29,2 26,3 - 32,1
Boa Vista 17,4 14,8 - 20,1 16,1 12,0 - 20,3 18,7 15,4 - 22,0
Campo Grande 25,2 23,1 - 27,4 21,1 18,0 - 24,2 28,9 26,0 - 31,8
Cuiabá 21,8 19,1 - 24,4 17,4 13,4 - 21,3 25,8 22,4 - 29,2
Curitiba 22,8 20,8 - 24,7 19,2 16,5 - 21,9 25,9 23,1 - 28,7
Florianópolis 21,3 19,1 - 23,5 17,1 14,0 - 20,3 25,0 22,0 - 28,1
Fortaleza 22,1 20,0 - 24,3 17,2 14,0 - 20,4 26,3 23,4 - 29,1
Goiânia 22,1 18,8 - 25,3 22,6 16,7 - 28,5 21,6 18,4 - 24,9
João Pessoa 25,4 23,0 - 27,9 23,6 19,5 - 27,6 27,0 24,1 - 30,0
Macapá 19,1 16,7 - 21,5 18,7 14,8 - 22,6 19,5 16,7 - 22,3
Maceió 29,4 26,9 - 32,0 25,4 21,6 - 29,2 32,7 29,3 - 36,1
Manaus 21,4 18,7 - 24,2 21,0 16,7 - 25,4 21,8 18,4 - 25,2
Natal 24,7 22,3 - 27,2 21,7 17,8 - 25,6 27,3 24,3 - 30,3
Palmas 15,7 13,8 - 17,7 15,8 12,8 - 18,8 15,7 13,1 - 18,2
Porto Alegre 28,0 25,5 - 30,4 22,1 18,8 - 25,5 32,7 29,3 - 36,2
Porto Velho 19,7 17,2 - 22,2 17,2 13,3 - 21,1 22,4 19,2 - 25,5
Recife 27,4 25,2 - 29,7 23,4 19,9 - 27,0 30,6 27,8 - 33,5
Rio Branco 23,6 20,8 - 26,4 22,6 18,1 - 27,2 24,4 21,1 - 27,8
Rio de Janeiro 30,6 27,6 - 33,6 24,5 19,8 - 29,1 35,8 32,0 - 39,6
Salvador 25,7 23,4 - 28,1 21,4 17,9 - 25,0 29,3 26,3 - 32,4
São Luís 17,9 16,0 - 19,9 15,6 12,6 - 18,6 19,8 17,2 - 22,4
São Paulo 24,7 22,5 - 27,0 23,3 19,8 - 26,8 25,9 23,0 - 28,8
Teresina 21,6 19,3 - 23,8 21,7 18,1 - 25,2 21,5 18,7 - 24,4
Vitória 24,9 22,5 - 27,4 21,7 17,9 - 25,6 27,6 24,5 - 30,8
Distrito Federal 20,4 17,4 - 23,4 18,3 13,9 - 22,7 22,1 18,1 - 26,2

Fonte: SVS/MS.
*Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta da cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

119
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Figura 49 Percentual de homens (≥ 18 anos) que referiram diagnóstico médico de hipertensão arterial, segundo as
capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015
45

40

35

30
26
25
24
23 23 24
%

25 22 22 23 23
21 21 21 22 22 22 22
20 18 19 19
17 17 17 17
16 16 16
15

10

0
São Luís
Palmas
Boa Vista

Recife

Rio de Janeiro
Maceió
Belo Horizonte
Florianópolis
Porto Velho
Fortaleza
Cuiabá
Distrito Federal
Macapá
Curitiba
Manaus
Campo Grande
Salvador
Belém
Teresina
Natal
Vitória
Aracaju
Porto Alegre
Goiânia
Rio Branco
São Paulo

João Pessoa
Fonte: SVS/MS.

Figura 50 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) que referiram diagnóstico médico de hipertensão arterial, segundo
as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

45

40
36
35 33 33
31
29 29 29
30 27 28
26 27
24 25 26 26 26
24
%

25 22 22
21 22 22 22
20
20 19 19
16
15

10

0
Palmas
Boa Vista

Rio Branco

Maceió
Porto Alegre
Rio de Janeiro
Macapá
São Luís
Belém
Teresina
Goiânia
Manaus
Distrito Federal
Porto Velho
Aracaju

Florianópolis
Cuiabá
São Paulo
Curitiba
Fortaleza
João Pessoa
Natal
Vitória
Campo Grande
Belo Horizonte
Salvador
Recife

Fonte: SVS/MS.

120
VIGITEL Brasil 2015

No conjunto das 27 cidades, a frequência de diagnóstico médico prévio de


hipertensão arterial foi de 24,9%, sendo maior em mulheres (27,3%) do que em
homens (22,0%). A frequência de diagnósticos aumentou com a idade e foi maior
entre os indivíduos com menor nível de escolaridade (zero a oito anos de estudo)
(Tabela 52).

Tabela 52 Percentual* de indivíduos que referiram diagnóstico médico de hipertensão arterial no conjunto da
população adulta (≥ 18 anos) das capitais dos estados brasileiros e do Distrito Federal, por sexo,
segundo idade e anos de escolaridade. Vigitel, 2015

Sexo
Variáveis Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Idade (anos)
18 a 24 4,4 3,3 - 5,5 4,5 3,0 - 6,1 4,2 2,7 - 5,7
25 a 34 10,1 8,5 - 11,7 10,5 8,0 - 13,0 9,7 7,6 - 11,7
35 a 44 18,9 17,2 - 20,7 17,7 15,0 - 20,5 20,0 17,6 - 22,3
45 a 54 33,9 31,9 - 35,9 31,8 28,6 - 35,0 35,6 33,1 - 38,1
55 a 64 47,0 44,7 - 49,3 43,3 39,2 - 47,3 49,6 46,9 - 52,3
65 e mais 59,6 57,6 - 61,6 56,1 52,6 - 59,6 61,9 59,6 - 64,2
Anos de escolaridade
0a8 39,9 38,1 - 41,7 32,1 29,3 - 34,9 46,6 44,4 - 48,8
9 a 11 18,2 17,2 - 19,2 16,5 15,0 - 18,0 19,7 18,4 - 21,0
12 e mais 15,1 14,1 - 16,1 16,7 15,2 - 18,3 13,8 12,6 - 15,0
Total 24,9 24,1 - 25,6 22,0 20,8 - 23,2 27,3 26,3 - 28,3

Fonte: SVS/MS.
*Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta da cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

Diagnóstico médico de diabetes


A frequência de adultos que referiram diagnóstico médico prévio de diabetes variou
entre 3,9% em Palmas e 8,8% no Rio de Janeiro. No sexo masculino, as maiores
frequências foram observadas em São Paulo (8,2%), em Porto Alegre (8,0%) e no Rio
de Janeiro (7,7%), e as menores em São Luís (2,8%), Macapá (3,8%) e Palmas (4,3%).
Entre mulheres, o diagnóstico de diabetes foi mais frequente no Rio de Janeiro e em
Natal (9,6%) e em Porto Alegre (9,3%) e menos frequente em Palmas (3,5%), Boa
Vista (4,4%) e Macapá (5,3%) (Tabela 53 e figuras 51 e 52).

121
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Tabela 53 Percentual* de adultos (≥ 18 anos) que referiram diagnóstico médico de diabetes, por sexo, segundo as
capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

Sexo
Capitais/DF Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Aracaju 7,1 5,8 - 8,5 7,2 4,8 - 9,7 7,0 5,5 - 8,5
Belém 6,3 5,1 - 7,5 5,2 3,5 - 6,9 7,3 5,6 - 8,9
Belo Horizonte 7,5 6,3 - 8,8 7,5 5,5 - 9,4 7,6 6,0 - 9,2
Boa Vista 4,6 3,3 - 5,9 4,9 2,9 - 7,0 4,4 2,7 - 6,0
Campo Grande 7,9 6,7 - 9,0 7,1 5,4 - 8,9 8,5 7,0 - 10,1
Cuiabá 6,3 4,8 - 7,7 6,7 4,2 - 9,2 5,9 4,4 - 7,3
Curitiba 7,2 6,0 - 8,3 5,7 4,1 - 7,3 8,5 6,8 - 10,1
Florianópolis 6,7 5,4 - 8,0 6,4 4,2 - 8,5 7,1 5,6 - 8,6
Fortaleza 6,2 5,2 - 7,3 5,5 3,9 - 7,1 6,9 5,4 - 8,3
Goiânia 7,0 4,7 - 9,2 7,0 3,6 - 10,4 6,9 4,0 - 9,9
João Pessoa 6,2 5,0 - 7,3 5,1 3,5 - 6,8 7,0 5,4 - 8,6
Macapá 4,6 3,6 - 5,6 3,8 2,3 - 5,2 5,3 3,9 - 6,7
Maceió 7,3 6,1 - 8,6 5,8 4,1 - 7,6 8,5 6,8 - 10,2
Manaus 7,2 5,6 - 8,8 6,4 4,3 - 8,5 7,9 5,6 - 10,2
Natal 7,8 6,4 - 9,2 5,8 4,0 - 7,5 9,6 7,5 - 11,7
Palmas 3,9 2,8 - 5,0 4,3 2,4 - 6,1 3,5 2,3 - 4,7
Porto Alegre 8,7 7,2 - 10,3 8,0 5,9 - 10,1 9,3 7,1 - 11,5
Porto Velho 5,5 4,0 - 7,0 4,5 2,2 - 6,9 6,6 4,7 - 8,5
Recife 7,6 6,3 - 8,8 6,6 4,7 - 8,5 8,3 6,7 - 9,9
Rio Branco 6,7 5,1 - 8,2 6,0 3,7 - 8,4 7,2 5,1 - 9,4
Rio de Janeiro 8,8 6,9 - 10,6 7,7 5,0 - 10,5 9,6 7,2 - 12,1
Salvador 7,4 6,0 - 8,8 6,0 3,9 - 8,0 8,6 6,8 - 10,4
São Luís 4,4 3,5 - 5,4 2,8 1,7 - 3,9 5,8 4,3 - 7,2
São Paulo 7,7 6,4 - 9,1 8,2 6,0 - 10,4 7,3 5,8 - 8,9
Teresina 6,5 5,3 - 7,8 6,7 4,6 - 8,7 6,4 5,0 - 7,9
Vitória 6,6 5,3 - 7,9 6,9 4,7 - 9,2 6,4 4,9 - 7,9
Distrito Federal 7,0 4,8 - 9,1 6,5 3,1 - 9,9 7,4 4,7 - 10,1

Fonte: SVS/MS.
*Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta da cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

122
% %

0
2
4
6
8
10
12
14
14

0
2
4
6
8
10
12

3
3
Palmas São Luís

Fonte: SVS/MS.
Fonte: SVS/MS.
4
Boa Vista Macapá

5
4
Macapá
VIGITEL Brasil 2015

Palmas

6
5
São Luís Porto Velho

6
5
Cuiabá Boa Vista

6
5
Vitória João Pessoa

6
5
Teresina Belém

7
6
Porto Velho Fortaleza

7
6
Fortaleza Curitiba

7
Goiânia 6
Natal

7
6

Aracaju Maceió

7
6

João Pessoa Salvador

7
6

Florianópolis Rio Branco

7
6

Rio Branco Florianópolis

7
6

Belém Manaus

dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015


dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

7
6

São Paulo Distrito Federal

7
7

Distrito Federal Recife

8
7

Belo Horizonte Teresina

8
7

Manaus Cuiabá

8
7

Recife Vitória

8
7

Curitiba Goiânia

9
7

Maceió Campo Grande

9
7

Campo Grande Aracaju

9
7

Salvador Belo Horizonte


8

Porto Alegre Rio de Janeiro


8

Natal Porto Alegre


8

9 10 10
Rio de Janeiro São Paulo
Figura 52 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) que referiram diagnóstico médico de diabetes, segundo as capitais
Figura 51 Percentual de homens (≥ 18 anos) que referiram diagnóstico médico de diabetes, segundo as capitais

123
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

No conjunto das 27 cidades, a frequência do diagnóstico médico prévio de diabetes


foi de 7,4%, sendo de 6,9% entre homens e de 7,8% entre mulheres. Em ambos os sexos,
o diagnóstico da doença se tornou mais comum com o avanço da idade. Essa tendência
se acentuou a partir dos 45 anos, e mais de um quinto dos indivíduos com 65 anos ou
mais referiram diagnóstico médico de diabetes. Em ambos os sexos, a frequência de
diabetes foi maior em indivíduos com até oito anos de estudo (Tabela 54).

Tabela 54 Percentual* de indivíduos que referiram diagnóstico médico de diabetes no conjunto da população
adulta (≥ 18 anos) das capitais dos estados brasileiros e do Distrito Federal, por sexo, segundo idade e
anos de escolaridade. Vigitel, 2015

Sexo
Variáveis Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Idade (anos)
18 a 24 0,9 0,5 - 1,2 0,8 0,3 - 1,3 0,9 0,4 - 1,4
25 a 34 1,4 0,9 - 1,9 1,1 0,4 - 1,9 1,7 1,0 - 2,3
35 a 44 5,0 3,9 - 6,1 4,1 2,8 - 5,5 5,7 4,1 - 7,4
45 a 54 9,2 7,7 - 10,7 10,3 7,5 - 13,1 8,4 6,9 - 9,9
55 a 64 15,8 14,2 - 17,5 16,3 13,5 - 19,2 15,5 13,5 - 17,5
65 e mais 22,6 20,8 - 24,3 24,2 21,0 - 27,4 21,5 19,5 - 23,5
Anos de escolaridade
0a8 13,5 12,3 - 14,7 12,1 10,2 - 13,9 14,8 13,3 - 16,3
9 a 11 4,4 4,0 - 4,9 4,4 3,6 - 5,2 4,5 3,9 - 5,0
12 e mais 3,7 3,2 - 4,2 3,7 3,1 - 4,4 3,7 3,0 - 4,5
Total 7,4 6,9 - 7,9 6,9 6,2 - 7,6 7,8 7,2 - 8,4

Fonte: SVS/MS.
*Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta de cada cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

Diagnóstico médico de dislipidemia


A frequência de adultos que referiram diagnóstico médico prévio de dislipidemia
variou entre 16,3% em Boa Vista e 26,3% em Aracaju. No sexo masculino, as maiores
frequências foram observadas em Aracaju (23,7%), Salvador e Goiânia (20,6%), e as
menores em Palmas (12,5%), Porto Velho (13,5%) e Cuiabá (14,4%). Entre mulheres,
o diagnóstico de diabetes foi mais frequente em Aracaju (28,4%), Maceió (28,2%)
e Salvador (27,2%) e menos frequente em Boa Vista (17,6%), Cuiabá (18,6%) e Rio
Branco (19,9%) (Tabela 55 e figuras 53 e 54).

124
VIGITEL Brasil 2015

Tabela 55 Percentual* de adultos (≥ 18 anos) que referiram diagnóstico médico de dislipidemia, por sexo, segundo
as capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

Sexo
Capitais/DF Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Aracaju 26,3 23,9 - 28,7 23,7 19,9 - 27,5 28,4 25,4 - 31,3
Belém 22,1 19,9 - 24,3 16,8 13,7 - 19,8 26,6 23,6 - 29,7
Belo Horizonte 19,6 17,6 - 21,5 16,6 13,5 - 19,6 22,1 19,5 - 24,7
Boa Vista 16,3 13,7 - 18,9 14,9 10,9 - 19,0 17,6 14,4 - 20,7
Campo Grande 21,3 19,1 - 23,4 18,7 15,5 - 21,8 23,6 20,7 - 26,5
Cuiabá 16,6 13,7 - 19,5 14,4 9,3 - 19,5 18,6 15,5 - 21,7
Curitiba 19,0 17,1 - 20,9 17,5 14,7 - 20,3 20,3 17,8 - 22,8
Florianópolis 20,0 17,7 - 22,4 17,7 14,3 - 21,2 22,1 19,0 - 25,3
Fortaleza 19,6 17,6 - 21,7 15,3 12,3 - 18,3 23,3 20,5 - 26,0
Goiânia 21,2 17,8 - 24,7 20,6 14,6 - 26,5 21,8 17,9 - 25,7
João Pessoa 20,1 18,0 - 22,3 16,5 13,2 - 19,9 23,1 20,3 - 25,9
Macapá 18,4 15,9 - 20,9 16,8 12,7 - 20,9 19,9 17,0 - 22,9
Maceió 24,1 21,8 - 26,4 19,1 15,7 - 22,4 28,2 25,1 - 31,3
Manaus 21,1 18,3 - 23,9 19,4 14,9 - 23,8 22,7 19,3 - 26,0
Natal 22,7 20,4 - 25,0 17,6 14,2 - 21,0 27,0 23,9 - 30,1
Palmas 16,4 14,2 - 18,6 12,5 9,8 - 15,1 20,1 16,8 - 23,5
Porto Alegre 22,1 19,8 - 24,4 19,4 16,1 - 22,8 24,3 21,1 - 27,4
Porto Velho 17,4 15,1 - 19,7 13,5 10,2 - 16,8 21,6 18,4 - 24,8
Recife 21,7 19,7 - 23,7 16,5 13,6 - 19,4 25,9 23,2 - 28,6
Rio Branco 17,4 15,1 - 19,7 14,8 11,2 - 18,4 19,9 16,9 - 22,8
Rio de Janeiro 20,7 18,2 - 23,1 16,2 12,6 - 19,9 24,4 21,2 - 27,6
Salvador 24,2 21,8 - 26,7 20,6 16,7 - 24,6 27,2 24,1 - 30,3
São Luís 19,9 17,7 - 22,1 16,2 12,7 - 19,7 22,9 20,1 - 25,8
São Paulo 20,4 18,3 - 22,4 19,7 16,5 - 22,8 20,9 18,3 - 23,6
Teresina 22,5 20,2 - 24,7 18,6 15,4 - 21,9 25,6 22,5 - 28,8
Vitória 18,2 16,1 - 20,4 14,7 11,5 - 18,0 21,2 18,3 - 24,0
Distrito Federal 20,5 17,2 - 23,9 16,7 11,5 - 21,9 23,9 19,6 - 28,2

Fonte: SVS/MS.
*Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta da cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

125
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Figura 53 Percentual de homens (≥ 18 anos) que referiram diagnóstico médico de dislipidemia, segundo as capitais
dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

50

40

30
%

24
21 21
19 19 19 20
20 17 17 17 17 17 17 18 18 18 19 19
16 16
14 15 15 15 15
12 14

10

0
Palmas
Porto Velho

Goiânia

Aracaju
Cuiabá
Vitória
Rio Branco
Boa Vista
Fortaleza
São Luís
Rio de Janeiro
Recife
João Pessoa
Belo Horizonte
Distrito Federal
Belém
Macapá
Curitiba
Natal
Florianópolis
Teresina
Campo Grande
Maceió
Manaus
Porto Alegre
São Paulo

Salvador
Fonte: SVS/MS.

Figura 54 Percentual de mulheres (≥ 18 anos) que referiram diagnóstico médico de dislipidemia, segundo as
capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. Vigitel, 2015

50

40

30 28 28
27 27
26 26 27
%

24 24 24
23 23 23 23 24
21 22 22 22 22
20 20 20 20 21
20 18 19

10

0
Porto Alegre
Rio de Janeiro
Teresina
Recife
Belém
Natal
Salvador
Maceió
Aracaju
Boa Vista
Cuiabá
Rio Branco
Macapá
Palmas
Curitiba
São Paulo
Vitória
Porto Velho
Goiânia
Belo Horizonte
Florianópolis
Manaus
São Luís
João Pessoa
Fortaleza
Campo Grande
Distrito Federal

Fonte: SVS/MS.

126
VIGITEL Brasil 2015

No conjunto das 27 cidades, a frequência do diagnóstico médico prévio de dislipidemia


foi de 20,8%, sendo maior entre as mulheres (23,2%) do que entre os homens (18,0%).
Em ambos os sexos, o diagnóstico da doença se tornou mais comum com o avanço da
idade e foi maior em indivíduos com até oito anos de estudo (Tabela 56).

Tabela 56 Percentual* de indivíduos que referiram diagnóstico médico de dislipidemia no conjunto da população
adulta (≥ 18 anos) das capitais dos estados brasileiros e do Distrito Federal, por sexo, segundo idade e
anos de escolaridade. Vigitel, 2015

Sexo
Variáveis Total Masculino Feminino
% IC 95% % IC 95% % IC 95%
Idade (anos)
18 a 24 7,3 6,1 - 8,6 6,4 4,7 - 8,0 8,5 6,7 - 10,3
25 a 34 11,5 10,2 - 12,8 11,3 9,1 - 13,5 11,7 10,1 - 13,3
35 a 44 19,2 17,5 - 20,8 20,4 17,7 - 23,1 18,1 16,1 - 20,2
45 a 54 27,2 25,3 - 29,0 24,3 21,6 - 27,0 29,4 27,0 - 31,7
55 a 64 38,2 35,9 - 40,4 32,5 28,6 - 36,5 42,0 39,3 - 44,7
65 e mais 34,6 32,7 - 36,5 26,5 23,4 - 29,6 39,9 37,5 - 42,2
Anos de escolaridade
0a8 26,7 25,1 - 28,2 20,7 18,4 - 23,1 31,8 29,8 - 33,8
9 a 11 16,6 15,6 - 17,5 14,9 13,5 - 16,4 18,0 16,8 - 19,2
12 e mais 19,2 18,0 - 20,3 18,7 16,9 - 20,6 19,5 18,1 - 21,0
Total 20,8 20,1 - 21,5 18,0 16,8 - 19,1 23,2 22,3 - 24,1

Fonte: SVS/MS.
*Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra Vigitel à distribuição da população
adulta de cada cidade projetada para o ano de 2015 (ver Aspectos Metodológicos).
Vigitel: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.
IC 95%: Intervalo de Confiança de 95%.

127
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

4 Estimativas da variação temporal de indicadores


(2006-2015)

Esta seção descreve a variação temporal de indicadores do Vigitel para o conjunto da


população adulta das 26 capitais e do Distrito Federal cobertas pelo sistema.
Como detalhado na seção de metodologia deste relatório, os indicadores descritos
são aqueles que mostraram tendência estatisticamente significativa de variação
(aumento ou diminuição) entre 2006 e 2015 ou, alternativamente, no período mais
recente em que o indicador pôde ser calculado, estabelecendo-se, neste caso, um
período mínimo de cinco anos para a avaliação. Não é possível obter estimativas para
todos os indicadores em todos os anos de operação do sistema, tendo em vista que
alguns destes foram introduzidos após o início do sistema e outros sofreram alterações
na sua definição ou forma de cálculo no período.
A interpretação dos resultados apresentados nesta seção requer cuidado. No período
de tempo analisado (dez anos), variações temporais que não tenham sido suficientemente
uniformes ao longo do período (aumento seguido de declínio ou declínio seguido de
aumento) tendem a não ser detectadas pelos critérios utilizados. Essas tendências
apenas poderão ser estudadas com a subdivisão do período total de vigência do Vigitel
em intervalos menores de tempo, o que dependerá da continuidade do sistema.
Considerando o conjunto da população coberta pelo sistema Vigitel, houve
tendência significativa de variação temporal para indicadores relacionados ao
tabagismo, à obesidade, ao consumo alimentar, à atividade física, à realização de
exame de mamografia e ao diagnóstico de diabetes (Quadro 2).
Os indicadores relacionados ao tabagismo evoluíram de modo extremamente favorável
no período estudado. A frequência de fumantes diminuiu em média 0,7 ponto percentual
(pp) ao ano e a de fumantes de 20 ou mais cigarros por dia em 0,2 pp ao ano. Tanto a
frequência de fumantes passivos no domicílio quanto a frequência de fumantes passivos no
local de trabalho (disponíveis desde 2009) diminuíram em média 0,6 pp ao ano.
Na direção oposta evoluíram os indicadores da obesidade. A frequência de adultos
com excesso de peso aumentou em média 1,3 pp ao ano e a de obesos 0,8 pp ao ano.
A evolução dos indicadores do consumo alimentar foi favorável. A frequência do
consumo regular de frutas e hortaliças e do consumo recomendado desses alimentos
(indicadores disponíveis desde 2008) aumentou em média 0,8 pp ao ano enquanto
diminuíram tanto a frequência do hábito de consumir carnes com excesso de gordura
– 0,3 pp ao ano – e leite com teor integral de gordura – 0,5 pp ao ano – quanto a
frequência de consumo de refrigerantes em cinco ou mais dias da semana – 1,2 pp ao
ano (indicadores disponíveis desde 2007).
Os indicadores de atividade física evoluíram favoravelmente no caso da frequência
de prática de atividade física no tempo livre (disponível desde 2009) – aumento médio
de 1,2 pp ao ano – e desfavoravelmente para a frequência de deslocamento ativo –
diminuição média de 1,04 pp ao ano.
Evolução favorável foi observada ainda para a frequência de realização de
mamografia em qualquer tempo e nos últimos dois anos – aumento em média de 1,0
pp ao ano (indicadores disponíveis desde 2007).

128
VIGITEL Brasil 2015

Finalmente, acompanhando a evolução desfavorável dos indicadores de obesidade,


a frequência de indivíduos com diagnóstico médico de diabetes aumentou em média
0,2 pp ao ano no período 2006-2015.

Quadro 2 Indicadores do Vigitel que apresentaram variação temporal significativa no período. População adulta (≥ 18
anos) de ambos os sexos das capitais dos 26 estados brasileiros e do Distrito Federal (2006-2015)

Variação anual
Indicadores 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015
média (em PP)*
% de fumantes 15,7 15,6 14,8 14,3 14,1 13,4 12,1 11,3 10,8 10,4 -0,65
% de fumantes de
4,6 4,7 4,6 4,2 4,3 4,0 4,0 3,4 3,0 3,1 -0,19
≥ 20 cigarros por dia
% de fumantes passivos
12,7 11,5 11,3 10,2 10,2 9,4 9,1 -0,57
no domicílio
% de fumantes passivos
12,1 10,5 11,2 10,4 9,8 8,9 8,0 -0,61
no trabalho
% com excesso de peso
42,6 43,4 44,9 46,0 48,2 48,8 51,0 50,8 52,5 53,9 1,28
(IMC ≥ 25 kg/m2)
% com obesidade
11,8 13,3 13,7 14,3 15,1 16,0 17,4 17,5 17,9 18,9 0,77
(IMC ≥ 30 kg/m2)
% com consumo
regular de frutas 33,0 32,2 32,0 33,7 34,0 36,0 36,5 37,6 0,79
e hortaliças
% com consumo
recomendado de frutas 20,0 20,2 19,5 22,0 22,7 23,6 24,1 25,2 0,82
e hortaliças
% com consumo de
carnes com excesso de 32,3 31,9 32,2 32,9 32,4 31,5 31,0 29,4 31,1 -0,27
gordura
% de consumo de
consumo de leite com 54,3 56,3 57,8 55,9 55,9 53,8 53,5 52,9 51,5 -0,54
teor integral de gordura
% consumo de
refrigerantes em cinco 30,9 26,4 26,0 26,8 27,5 26,0 23,3 20,8 19,0 -1,20
ou mais dias da semana
% de ativos no
30,3 30,5 31,6 33,5 33,8 35,3 37,6 1,20
tempo livre
% de ativos no
17,0 17,9 14,8 14,2 12,1 12,3 11,9 -1,04
deslocamento
% que realizaram
exame de mamografia 82,8 86,3 86,5 87,7 88,7 89,9 89,7 90,8 91,9 0,97
em algum momento
% que realizaram
exame de mamografia 71,1 71,7 72,4 73,4 74,4 77,4 78,0 77,8 78,1 1,03
nos últimos 3 anos
% com diagnóstico
5,5 5,8 6,2 6,3 6,8 6,3 7,4 6,9 8,0 7,4 0,23
médico de diabetes

Fonte: SVS/MS.
PP: Pontos percentuais.
* Correspondente ao coeficiente da regressão linear do valor do indicador sobre o ano do levantamento.
Nota: As estimativas para a evolução de alguns indicadores poderão apresentar pequenas variações com relação a
estimativas divulgadas em relatórios anteriores do Vigitel em função de aperfeiçoamentos metodológicos quanto a
fatores de ponderação e imputação de dados faltantes (ver Capítulo 2 – “Aspectos Metodológicos”).

129
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

A variação temporal dos indicadores na análise estratificada por sexo confirma,


de modo geral, a tendência de evolução favorável dos indicadores relacionados ao
tabagismo, ao consumo alimentar e à prática de atividade física no lazer. Da mesma
forma, confirma-se a tendência de evolução desfavorável dos indicadores relacionados
à obesidade, à prática do deslocamento ativo e ao diabetes (Quadro 3).

130
Quadro 3 Indicadores do Vigitel que apresentaram variação temporal estatisticamente significativa no período, por sexo. População adulta (≥ 18 anos) das capitais dos estados brasileiros e
do Distrito Federal (2006-2015)

Variação anual
Indicadores Sexo 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015
média (em PP)*
Homens 19,5 19,5 18,0 17,5 16,8 16,5 15,5 14,4 12,8 12,8 -0,79
% de fumantes
Mulheres 12,4 12,3 12,0 11,5 11,7 10,7 9,2 8,6 9,0 8,3 -0,52
Homens 6,3 6,4 6,2 5,4 5,4 5,2 5,5 4,5 4,1 4,2 -0,26
VIGITEL Brasil 2015

% de fumantes de ≥ 20 cigarros por dia


Mulheres 3,2 3,3 3,2 3,1 3,4 3,0 2,8 2,4 2,1 2,2 -0,14
Homens 11,9 9,9 9,9 9,3 9,6 8,7 8,4 -0,48
% de fumantes passivos no domicílio
Mulheres 13,4 12,8 12,5 11,0 10,7 10,0 9,7 -0,66
Homens 17,0 15,3 16,0 15,5 14,1 13,1 12,0 -0,76
% de fumantes passivos no trabalho
Mulheres 7,9 6,5 7,1 6,0 6,1 5,2 4,6 -0,48
Homens 47,5 48,8 49,8 50,2 52,4 53,4 54,5 54,7 56,5 57,6 1,11
% com excesso de peso (IMC ≥ 25 kg/m2)
Mulheres 38,5 38,7 40,7 42,4 44,6 44,9 48,1 47,4 49,1 50,8 1,42
Homens 11,4 13,6 13,4 13,9 14,4 15,5 16,5 17,5 17,6 18,1 0,72
% com obesidade (IMC ≥ 30 kg/m2)
Mulheres 12,1 13,1 13,9 14,7 15,6 16,5 18,2 17,5 18,2 19,7 0,81
% com consumo regular de frutas Homens 26,4 25,7 26,0 27,5 26,9 29,6 29,4 31,3 0,74
e hortaliças Mulheres 38,6 37,8 37,2 39,0 40,1 41,5 42,5 43,1 0,82
% com consumo recomendado de frutas Homens 15,8 15,8 16,0 17,5 17,6 19,3 19,3 21,0 0,76
e hortaliças Mulheres 23,7 23,9 22,5 25,8 27,2 27,3 28,2 28,9 0,87
% com consumo de carnes com excesso
Mulheres 23,1 22,6 22,7 23,3 23,2 22,4 22,2 21,7 21,4 -0,19
de gordura
% com consumo de leite com teor
Mulheres 52,6 54,4 55,6 54,4 54,0 52,0 50,9 50,4 48,2 -0,68
integral de gordura
% com consumo de refrigerantes em Homens 35,7 30,7 29,3 30,0 32,0 29,8 26,7 23,9 22,4 -1,32
≥ 5 dias da semana Mulheres 26,9 22,8 23,1 24,1 23,6 22,7 20,4 18,2 16,1 -1,07
Homens 39,7 40,0 40,4 41,5 41,2 41,6 45,6 0,78
% de ativos no tempo livre
Mulheres 22,2 22,4 24,1 26,5 27,4 30,0 30,8 1,58
Homens 17,6 17,9 15,1 13,8 12,2 13,0 12,4 -1,01
% de ativos no deslocamento
Mulheres 16,5 17,9 14,6 14,5 11,9 11,6 11,6 -1,08
Homens 4,6 5,4 5,7 5,8 6,1 5,9 6,5 6,5 7,3 6,9 0,24
% com diagnóstico médico de diabetes
Mulheres 6,3 6,2 6,7 6,8 7,4 6,6 8,1 7,2 8,7 7,8 0,22

Fonte: SVS/MS.
PP: Pontos percentuais.
* Correspondente ao coeficiente da regressão linear do valor do indicador sobre o ano do levantamento.
Nota: As estimativas para a evolução de alguns indicadores poderão apresentar pequenas variações com relação a estimativas divulgadas em relatórios anteriores a 2012 do Vigitel em função
de aperfeiçoamentos metodológicos quanto a fatores de ponderação e imputação de dados faltantes (ver Capítulo 2 – “Aspectos Metodológicos”).

131
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

REFERÊNCIAS

AINSWORTH, B. E. et al. 2011 Compendium of Physical Activities: a second update of


codes and MET values. Medicine and science in sports and exercise, [S.l.], v. 43, n. 8, p.
1575-1581, 2011.

BELL, J. A. et al. Metabolically healthy obesity: what is the role of sedentary behaviour?
Preventive Medicine, [S.l.], v. 62, p. 35-37, 2014.

BRASIL. Ministério da Saúde. Controle dos cânceres do colo do útero e da mama. 2.


ed. Brasília, 2013a. (Cadernos de Atenção Básica, n. 13).

______. Plano de ações estratégicas para o enfrentamento das doenças crônicas não
transmissíveis (DCNT) no Brasil, 2011-2022. Brasília, 2011a. Disponível em: <http://
[Link]/bvs/publicacoes/plano_acoes_enfrent_dcnt_2011.pdf>. Acesso em:
2 mar. 2016.

______. Vigitel Brasil 2006: vigilância de fatores de risco e proteção para doenças
crônicas por inquérito telefônico. Brasília, 2007.

______. Vigitel Brasil 2007: vigilância de fatores de risco e proteção para doenças
crônicas por inquérito telefônico. Brasília, 2008.

______. Vigitel Brasil 2008: vigilância de fatores de risco e proteção para doenças
crônicas por inquérito telefônico. Brasília, 2009.

______. Vigitel Brasil 2009: vigilância de fatores de risco e proteção para doenças
crônicas por inquérito telefônico. Brasília, 2010.

______. Vigitel Brasil 2010: vigilância de fatores de risco e proteção para doenças
crônicas por inquérito telefônico. Brasília, 2011b.

______. Vigitel Brasil 2011: vigilância de fatores de risco e proteção para doenças
crônicas por inquérito telefônico. Brasília, 2012.

______. Vigitel Brasil 2012: vigilância de fatores de risco e proteção para doenças
crônicas por inquérito telefônico. Brasília, 2013b.

______. Vigitel Brasil 2013: vigilância de fatores de risco e proteção para doenças
crônicas por inquérito telefônico. Brasília, 2014.

______. Vigitel Brasil 2014: vigilância de fatores de risco e proteção para doenças
crônicas por inquérito telefônico. Brasília, 2015.

CARVALHAES, M. A. B. L.; MOURA, E. C.; MONTEIRO, C. A. Prevalência de fatores de risco


para doenças crônicas: inquérito populacional mediante entrevistas telefônicas em Botucatu,
São Paulo, 2004. Revista Brasileira de Epidemiologia, v. 11, p. 14-23, 2008.

132
VIGITEL Brasil 2015

CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION. Behavioral Risk Factor


Surveillance System – BRFSS: about the BRFSS. 2008. Disponível em: <[Link]
gov/brfss/about/htm>. Acesso em: 2 mar. 2016.

DUNSTAN, D. W. et al. Television viewing time and mortality. The Australian Diabetes,
Obesity and Lifestyle Study (AusDiab). Circulation, [S.l.], v. 121, p. 384-391, 2010.

FRANKS, P.; GOLD, M. R.; FISCELLA, K. Sociodemographics, self-rated health, and


mortality in the US. Social Science & Medicine, [S.l.], v. 56, p. 2505-2514, 2003.

GRAHAM, K. Compensating for missing survey data. Michigan: Ann Arbor, 1983.

HALFORD, C. et al. Effects of self-rated health on sick leave, disability pension,


hospital admissions and mortality. A population-based longitudinal study of nearly
15,000 observations among Swedish women and men. BMC Public Health, [S.l.],
v. 12, p. 1103, 2012.

HASKELL, W. L. et al. Physical activity and publichealth: updated recommendation


for adults from the American College of Sports Medicine and the American Heart
Association. Medicine and science in sports and exercise, [S.l.], v. 39, n. 8, p. 1423-
1434, 2007.

HU, F. B. et al. Television watching and other sedentary behaviors in relation to risk of obesity
and type 2 diabetes mellitus in women. JAMA, [S.l.], v. 289, p. 1785-1791, 2003.

ILDER, E. L.; BENYAMINI, Y. Self-rated health and mortality: A review of twenty-seven


community studies. Journal of Health and Social Behavior, [S.l.], v. 38, p. 27-37, 1997.

INOUE, S. et al. Television viewing time is associated with overweight/obesity among


older adults, independent of meeting physical activity and health guidelines. Journal of
Epidemiology, [S.l.], v. 22, p. 50-56, 2012.

IZRAEL, D. et al. A SAS macro for balancing a weighted sample. In: Proceedings of the
Twenty-Fifth Annual SAS Users Group International Conference, Paper 275, 2000.
Disponível em: <[Link] Acesso em: 2
mar. 2016.

MALTA, D. C. et al. Balanço do primeiro ano da implantação do Plano de Ações


Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis no Brasil,
2011 a 2022. Revista Epidemiologia e Serviços de Saúde, Brasília, v. 22, p. 171-178,
2013.

MALTA, D. C. et al. Construção da vigilância e prevenção das doenças crônicas não


transmissíveis no contexto do sistema único de saúde. Revista Epidemiologia e Serviços
de Saúde, Brasília, v. 15, p. 47-64, 2006.

MALTA, D. C. et al. Mortalidade por doenças crônicas não transmissíveis no Brasil e


suas regiões, 2000 a 2011. Revista Epidemiologia e Serviços de Saúde, Brasília, v. 23, n.
4, p. 599-608, 2014.

133
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

MONTEIRO, C. A. et al. Monitoramento de fatores de risco para as doenças crônicas


por entrevistas telefônicas. Revista de Saúde Pública, São Paulo, v. 39, p. 47-57, 2005.

MONTEIRO, C. A. et al. SIMTEL – CINCO CIDADES: implantação, avaliação e


resultados de um sistema municipal de monitoramento de fatores de risco nutricionais
para doenças crônicas não transmissíveis a partir de entrevistas telefônicas em cinco
municípios brasileiros. São Paulo: NUPENS/USP, 2007. 41 p. [Relatório Técnico].

ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE. Plano estratégico da Organização


Pan Americana de Saúde, 2014-2019. Washington, DC: OPAS, 2014.

REMINGTON, P. L. et al. Design, characteristics, and usefulness of state-based behavioral


risk factor surveillance: 1981-87. Public Health Reports, [S.l.], v. 103, p. 366-375, 1988.

SARNO, F. et al. Estimativa de consumo de sódio pela população brasileira, 2008-2009.


Revista de Saúde Pública, São Paulo, v. 47, p. 571-578, 2013.

STATA CORPORATION. Stata Statistical Software: release 13.1. Stata Corporation:


College Station, TX, 2013.

WIJNDAELE, K. et al. Television viewing time independently predicts all-cause


and cardiovascular mortality: the EPIC Norfolk Study. International Journal of
Epidemiology, [S.l.], v. 40, p. 150-159, 2010.

WORLD HEALTH ORGANIZATION. Diet, nutrition and the prevention chronic


diseases. Geneva, 2003.

______. Global action plan for the prevention and control of NCDs 2013-2020.
Geneva, 2013.

______. Global recommendations on physical activity for health. Geneva, 2010.

______. Noncommunicable diseases country profiles 2011. Geneva, 2011a.

______. Obesity: preventing and managing the global epidemic: report a WHO
Consultation on Obesity. Geneva, 2000.

______. Preventing Chronic Diseases a vital investment. Geneva, 2005a.

______. Sample size determination in health studies: a practical manual. Geneva, 1991.

______. Summary: surveillance of risk factors for non communicable diseases. The
WHO STEP wise approach. Geneva, 2001.

______. WHO Framework Convention on Tobacco Control. Geneva, 2005b.


Disponível em: <[Link] Acesso em: 2
mar. 2016.

______. WHO report on the global tobacco epidemic, 2011: warning about the
dangers of tobacco. Geneva, 2011b.

134
VIGITEL Brasil 2015

ANEXOS

1998 2000 2002 2004

linear capital UF Tend. linear UF


ar região Brasil Tend. linear Bra

135
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

ANEXOS

136
VIGITEL Brasil 2015

ANEXO A
Questionário do Vigitel 2015

1998 2000 2002 2004

linear capital UF Tend. linear UF


ar região Brasil Tend. linear Bra

137
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Vigitel
Ministério da Saúde – Secretaria de Vigilância em Saúde
Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas
Não Transmissíveis por Entrevistas Telefônicas (Vigitel) – 2014

Cidade_uf:
Réplica: Operador:

ENTREVISTA

1. Réplica XX número de moradores XX número de adultos XX

2. Bom dia/tarde/noite. Meu nome é XXXX. Estou falando do Ministério da Saúde, o


número do seu telefone é XXXX?
o sim o não – Desculpe, liguei no número errado.

3. Sr.(a) gostaria de falar com o(a) sr.(a) NOME DO SORTEADO. Ele(a) está?
o sim
o não – Qual o melhor dia da semana e período para conversarmos com o(a) sr.(a) NOME
DO SORTEADO?
o residência a retornar. Obrigado(a), retornaremos a ligação. Encerre.

3.a Posso falar com ele agora?


o sim
o não – Qual o melhor dia da semana e período para conversarmos com o(a) sr.(a) NOME
DO SORTEADO?
o residência a retornar. Obrigado(a), retornaremos a ligação. Encerre.

4. O(a) sr.(a) foi informado sobre a avaliação que o Ministério da Saúde está fazendo?
o sim (pule para Q5)
o não – O Ministério da Saúde está avaliando as condições de saúde da população brasileira e o seu
número de telefone e o(a) sr.(a) foram selecionados para participar de uma entrevista. A entrevista deverá
durar cerca de 7 minutos. Suas respostas serão mantidas em total sigilo e serão utilizadas com as respostas
dos demais entrevistados para fornecer um retrato das condições atuais de saúde da população brasileira.
Para sua segurança, esta entrevista poderá ser gravada. Caso tenha alguma dúvida sobre a pesquisa,
poderá esclarecê-la diretamente no Disque-Saúde do Ministério da Saúde, no telefone: 136. O(a) sr.(a)
gostaria de anotar o telefone agora ou no final da entrevista?

5. Podemos iniciar a entrevista?


o sim (pule para Q6)
o não – Qual o melhor dia da semana e período para conversarmos?
o residência a retornar. Obrigado(a), retornaremos a ligação. Encerre.
Q6. Qual sua idade? (só aceita ≥18 anos e < 150) ____ anos

138
VIGITEL Brasil 2015

Q7. Sexo:
( ) masculino (pule a Q14) ( ) feminino (se > 50 anos, pule a Q14)

CIVIL. Qual seu estado conjugal atual?


1 ( ) solteiro(a)
2 ( ) casado(a) legalmente
3 ( ) tem união estável há mais de seis meses
4 ( ) viúvo(a)
5 ( ) separado(a) ou divorciado(a)
888 ( ) não quis informar

Q8. Até que série e grau o(a) sr.(a) estudou?


8A
8B. Qual a última série (ano) o sr.(a) COMPLETOU? 8 anos de estudo (out put)
1 o curso primário o1 o2 o3 o 4 (1, 2, 3, 4)
2 o admissão o 4
3 o curso ginasial ou ginásio o1 o2 o3 o 4 (5, 6, 7, 8)
4 o 1º grau ou fundamental ou supletivo de 1º grau
o 1 o 2 o 3 o 4 o 5 o 6 o 7 o 8 (1 a 8)
5 o 2º grau ou colégio ou técnico ou normal ou científico ou ensino médio ou supletivo
de 2º grau
o 1 o 2 o 3 o (9,10,11)
6 o 3º grau ou curso superior
o 1 o 2 o 3 o 4 o 5 o 6 o 7 o 8 ou + (12 a 19)
7 o pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado)
o 1 ou + (20)
8 o nunca estudou (0)
777 o não sabe (só aceita Q6 > 60)
888 o não quis responder

R128a. O(a) sr.(a) dirige carro, moto e/ou outro veículo?


1 o sim 2 o não (não perguntar a Q40, Q40b, R135, R137)
888 o não quis informar

Q9. O(a) sr.(a) sabe seu peso (mesmo que seja valor aproximado)? (só aceita ≥ 30 kg
e < 300 kg)
_______ kg 777 o não sabe 888 o não quis informar

Q11. O(a) sr.(a) sabe sua altura? (só aceita ≥ 1,20 m e < 2,20 m)
__ m ____ cm 777 o não sabe 888 o não quis informar

Q14. A sra. está grávida no momento?


1 o sim 2 o não 777 o não sabe

139
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Agora eu vou fazer algumas perguntas sobre sua alimentação.

Q15. Em quantos dias da semana o(a) sr.(a) costuma comer feijão?


1 ( ) 1 a 2 dias por semana
2 ( ) 3 a 4 dias por semana
3 ( ) 5 a 6 dias por semana
4 ( ) todos os dias (inclusive sábado e domingo)
5 ( ) quase nunca
6 ( ) nunca

Q16. Em quantos dias da semana, o(a) sr.(a) costuma comer pelo menos um tipo de
verdura ou legume (alface, tomate, couve, cenoura, chuchu, berinjela, abobrinha –
não vale batata, mandioca ou inhame)?
1 ( ) 1 a 2 dias por semana
2 ( ) 3 a 4 dias por semana
3 ( ) 5 a 6 dias por semana
4 ( ) todos os dias (inclusive sábado e domingo)
5 ( ) quase nunca (pule para Q21)
6 ( ) nunca (pule para Q21)

Q17. Em quantos dias da semana, o(a) sr.(a) costuma comer salada de alface e
tomate ou salada de qualquer outra verdura ou legume CRU?
1 ( ) 1 a 2 dias por semana
2 ( ) 3 a 4 dias por semana
3 ( ) 5 a 6 dias por semana
4 ( ) todos os dias (inclusive sábado e domingo)
5 ( ) quase nunca (pule para Q19)
6 ( ) nunca (pule para Q19)

Q18. Num dia comum, o(a) sr.(a) come este tipo de salada:
1 ( ) no almoço (1 vez ao dia)
2 ( ) no jantar ou
3 ( ) no almoço e no jantar (2 vezes ao dia)

Q19. Em quantos dias da semana, o(a) sr.(a) costuma comer verdura ou legume
COZIDO com a comida ou na sopa, como por exemplo, couve, cenoura, chuchu,
berinjela, abobrinha, sem contar batata, mandioca ou inhame?
1 ( ) 1 a 2 dias por semana
2 ( ) 3 a 4 dias por semana
3 ( ) 5 a 6 dias por semana
4 ( ) todos os dias (inclusive sábado e domingo)
5 ( ) quase nunca (pule para Q21)
6 ( ) nunca (pule para Q21)

140
VIGITEL Brasil 2015

Q20. Num dia comum, o(a) sr.(a) come verdura ou legume cozido:
1 ( ) no almoço (1 vez ao dia)
2 ( ) no jantar ou
3 ( ) no almoço e no jantar (2 vezes ao dia)

Q21. Em quantos dias da semana o (a) sr.(a) costuma comer carne vermelha (boi,
porco, cabrito)?
1 ( ) 1 a 2 dias por semana
2 ( ) 3 a 4 dias por semana
3 ( ) 5 a 6 dias por semana
4 ( ) todos os dias (inclusive sábado e domingo)
5 ( ) quase nunca (pule para Q23)
6 ( ) nunca (pule para Q23)

Q22. Quando o(a) sr.(a) come carne vermelha com gordura, o(a) sr.(a) costuma:
1 ( ) tirar sempre o excesso de gordura
2 ( ) comer com a gordura
3 o não come carne vermelha com muita gordura

Q23. Em quantos dias da semana o (a) sr.(a) costuma comer frango/galinha?


1 ( ) 1 a 2 dias por semana
2 ( ) 3 a 4 dias por semana
3 ( ) 5 a 6 dias por semana
4 ( ) todos os dias (inclusive sábado e domingo)
5 ( ) quase nunca (pule para Q25)
6 ( ) nunca (pule para Q25)

Q24. Quando o(a) sr.(a) come frango/galinha com pele, o(a) sr.(a) costuma:
1 ( ) tirar sempre a pele
2 ( ) comer com a pele
3 o não come pedaços de frango com pele

Q25. Em quantos dias da semana o(a) sr.(a) costuma tomar suco de frutas natural?
1 ( ) 1 a 2 dias por semana
2 ( ) 3 a 4 dias por semana
3 ( ) 5 a 6 dias por semana
4 ( ) todos os dias (inclusive sábado e domingo)
5 ( ) quase nunca (pule para Q27)
6 ( ) nunca (pule para Q27)

Q26. Num dia comum, quantos copos o(a) sr.(a) toma de suco de frutas natural?
1( )1
2( )2
3 ( ) 3 ou mais

141
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Q27. Em quantos dias da semana o(a) sr.(a) costuma comer frutas?


1 ( ) 1 a 2 dias por semana
2 ( ) 3 a 4 dias por semana
3 ( ) 5 a 6 dias por semana
4 ( ) todos os dias (inclusive sábado e domingo)
5 ( ) quase nunca (pule para Q29)
6 ( ) nunca (pule para Q29)

Q28. Num dia comum, quantas vezes o(a) sr.(a) come frutas?
1 ( ) 1 vez no dia
2 ( ) 2 vezes no dia
3 ( ) 3 ou mais vezes no dia

Q29. Em quantos dias da semana o(a) sr.(a) costuma tomar refrigerante ou suco
artificial?
1 ( ) 1 a 2 dias por semana
2 ( ) 3 a 4 dias por semana
3 ( ) 5 a 6 dias por semana
4 ( ) todos os dias (inclusive sábado e domingo)
5 ( ) quase nunca (pule para Q32)
6 ( ) nunca (pule para Q32)

Q30. Que tipo?


1 ( ) normal
2 ( ) diet/light/zero
3 ( ) ambos

Q31. Quantos copos/latinhas costuma tomar por dia?


1o1 2o2 3o3 4o4 5o5 6 o 6 ou + 777 o não sabe

Q32. Em quantos dias da semana o(a) sr.(a) costuma tomar leite? (não vale soja)
1 ( ) 1 a 2 dias por semana
2 ( ) 3 a 4 dias por semana
3 ( ) 5 a 6 dias por semana
4 ( ) todos os dias (inclusive sábado e domingo)
5 ( ) quase nunca (pule para R143)
6 ( ) nunca (pule para R143)

Q33. Quando o sr.(a) toma leite, que tipo de leite costuma tomar?
1 ( ) integral
2 ( ) desnatado ou semidesnatado
3 o os dois tipos
777 o não sabe

142
VIGITEL Brasil 2015

R143. Em quantos dias da semana o sr.(a) costuma comer alimentos doces, tais
como: sorvetes, chocolates, bolos, biscoitos ou doces?
1 ( ) 1 a 2 dias por semana
2 ( ) 3 a 4 dias por semana
3 ( ) 5 a 6 dias por semana
4 ( ) todos os dias (inclusive sábado e domingo)
5 ( ) quase nunca (pule para R144a)
6 ( ) nunca (pule para R144a)

R146. Num dia comum, quantas vezes o(a) sr.(a) come doces?
1 ( ) 1 vez ao dia
2 ( ) 2 vezes ao dia
3 ( ) 3 ou mais vezes ao dia

R144a. Em quantos dias da semana o(a) sr.(a) costuma trocar a comida do almoço
por sanduíches, salgados, pizza ou outros lanches?
1 ( ) 1 a 2 dias por semana
2 ( ) 3 a 4 dias por semana
3 ( ) 5 a 6 dias por semana
4 ( ) todos os dias (inclusive sábado e domingo)
5 ( ) quase nunca
6 ( ) nunca

R144b. Em quantos dias da semana o(a) sr.(a) costuma trocar a comida do jantar
por sanduíches, salgados, pizza ou outros lanches?
1 ( ) 1 a 2 dias por semana
2 ( ) 3 a 4 dias por semana
3 ( ) 5 a 6 dias por semana
4 ( ) todos os dias (inclusive sábado e domingo)
5 ( ) quase nunca
6 ( ) nunca

R145. Somando a comida preparada na hora e os alimentos industrializados o sr.(a)


acha que o seu consumo de sal é:
1 ( ) Muito alto
2 ( ) Alto
3 ( ) Adequado
4 ( ) Baixo
5 ( ) Muito baixo
777 o Não sabe

Q35. O(a) sr.(a) costuma consumir bebida alcoólica?


1 o sim 2 o não (pula para Q42) 888 o não quis informar (pula para Q42)

143
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Q36. Com que frequência (a) sr.(a) costuma consumir alguma bebida alcoólica?
1 ( ) 1 a 2 dias por semana
2 ( ) 3 a 4 dias por semana
3 ( ) 5 a 6 dias por semana
4 ( ) todos os dias (inclusive sábado e domingo)
5 ( ) menos de 1 dia por semana
6 ( ) menos de 1 dia por mês (pule para Q40b)

Q37. Nos últimos 30 dias, o sr. chegou a consumir cinco ou mais doses de bebida
alcoó­lica em uma única ocasião? (cinco doses de bebida alcoólica seriam cinco latas
de cerveja, cinco taças de vinho ou cinco doses de cachaça, whisky ou qualquer outra
bebida alcoólica destilada) (só para homens)
1 o sim (pule para Q39) 2 o não (pule para Q40b)

Q38. Nos últimos 30 dias, a sra. chegou a consumir quatro ou mais doses de bebida
alcoólica em uma única ocasião? (quatro doses de bebida alcoólica seriam quatro latas
de cerveja, quatro taças de vinho ou quatro doses de cachaça, whisky ou qualquer outra
bebida alcoólica destilada) (só para mulheres)
1 o sim 2 o não (pule para Q40b)

Q39. Em quantos dias do mês isto ocorreu?


1 ( ) em 1 único dia no mês
2 ( ) em 2 dias
3 ( ) em 3 dias
4 ( ) em 4 dias
5 ( ) em 5 dias
6 ( ) em 6 dias
7 ( ) em 7 ou mais dias
777 o Não sabe

R200. Nos dias do mês que isto ocorreu, qual foi o número máximo de doses
consumido em uma única ocasião? (Exemplo: uma dose de bebida alcoólica
seria uma lata de cerveja, uma taça de vinho ou uma dose de cachaça, whisky ou
qualquer outra bebida alcoólica destilada – registrar em doses inteiras)
__________

Q40. Neste dia (ou em algum destes dias), o(a) sr.(a) dirigiu logo depois de beber?
1 o sim 2 o não 888 o não quis informar

144
VIGITEL Brasil 2015

Q40b. Independente da quantidade, o(a) sr.(a) costuma dirigir depois de consumir


bebida alcoólica?
1 ( ) sempre
2 ( ) algumas vezes
3 ( ) quase nunca
4 ( ) nunca
888 o não quis informar

Nas próximas questões, vamos perguntar sobre suas atividades físicas do dia a dia.

Q42. Nos últimos três meses, o(a) sr.(a) praticou algum tipo de exercício físico
ou esporte?
1 o sim 2 o não (pule para Q47) (não vale fisioterapia)

Q43a. Qual o tipo principal de exercício físico ou esporte que o(a) sr.(a) praticou?
ANOTAR APENAS O PRIMEIRO CITADO
1 o caminhada (não vale deslocamento para trabalho)
2 o caminhada em esteira
3 o corrida (cooper)
4 o corrida em esteira
5 o musculação
6 o ginástica aeróbica (spinning, step, jump)
7 o hidroginástica
8 o ginástica em geral (alongamento, pilates, ioga)
9 o natação
10 o artes marciais e luta (jiu-jítsu, karatê, judô, boxe, muay thai, capoeira)
11 o bicicleta (inclui ergométrica)
12 o futebol/futsal
13 o basquetebol
14 o voleibol/futevôlei
15 o tênis
16 o dança (balé, dança de salão, dança do ventre)
17 o outros __________________________________

Q44. O(a) sr.(a) pratica o exercício pelo menos uma vez por semana?
1o sim 2o não (pule para Q47)

Q45. Quantos dias por semana o(a) sr.(a) costuma praticar exercício físico ou
esporte? _________
1 o 1 a 2 dias por semana
2 o 3 a 4 dias por semana
3 o 5 a 6 dias por semana
4 o todos os dias (inclusive sábado e domingo)

145
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Q46. No dia que o(a) sr.(a) pratica exercício ou esporte, quanto tempo dura esta
atividade? __________
1 o menos de 10 minutos
2 o entre 10 e 19 minutos
3 o entre 20 e 29 minutos
4 o entre 30 e 39 minutos
5 o entre 40 e 49 minutos
6 o entre 50 e 59 minutos
7 o 60 minutos ou mais

Q47. Nos últimos três meses, o(a) sr.(a) trabalhou?


1 o sim 2 o não (pule para Q52)

Q48. No seu trabalho, o(a) sr.(a) anda bastante a pé?


1 o sim 2 o não 777 o não sabe

Q49. No seu trabalho, o(a) sr.(a) carrega peso ou faz outra atividade pesada?
1 o sim 2 o não (pule para Q50) 777 o não sabe (pule para Q50)

R147. Em uma semana normal, em quantos dias o(a) sr.(a) faz essas atividades no
seu trabalho?
Número de dias ___ 555 o menos de 1 vez por semana 888 o não quis responder

R148. Quando realiza essas atividades, quanto tempo costuma durar?


HH:MM ______________________

Q50. Para ir ou voltar ao seu trabalho, faz algum trajeto a pé ou de bicicleta?


1 o sim, todo o trajeto 2 o sim, parte do trajeto 3 o não (pule para Q52)

Q51. Quanto tempo o(a) sr.(a) gasta para ir e voltar neste trajeto (a pé ou de
bicicleta)? ___________
1 o menos de 10 minutos
2 o entre 10 e 19 minutos
3 o entre 20 e 29 minutos
4 o entre 30 e 39 minutos
5 o entre 40 e 49 minutos
6 o entre 50 e 59 minutos
7 o 60 minutos ou mais

146
VIGITEL Brasil 2015

Q52. Atualmente, o(a) sr.(a) está frequentando algum curso/escola ou leva alguém
em algum curso/escola?
1 o sim 2 o não (pule para Q55) 888 o não quis informar (pule para Q55)

Q53. Para ir ou voltar a este curso ou escola, faz algum trajeto a pé ou de bicicleta?
1 o sim, todo o trajeto 2 o sim, parte do trajeto 3 o não (pule para Q55)

Q54. Quanto tempo o(a) sr.(a) gasta para ir e voltar neste trajeto (a pé ou de
bicicleta)? _________
1 o menos de 10 minutos
2 o entre 10 e 19 minutos
3 o entre 20 e 29 minutos
4 o entre 30 e 39 minutos
5 o entre 40 e 49 minutos
6 o entre 50 e 59 minutos
7 o 60 minutos ou mais

Q55. Quem costuma fazer a faxina da sua casa?


1 o eu sozinho (pule para R149) 2 o eu com outra pessoa 3 o outra pessoa (pule
para R201)

Q56. A parte mais pesada da faxina fica com:


1 ( ) o(a) sr.(a) ou 2 ( ) outra pessoa (pule para R201) 3 o ambos

R149. Em uma semana normal, em quantos dias o(a) sr.(a) realiza faxina da sua
casa?
Número de dias ___ 555 o menos de 1 vez por semana 888 o não quis responder

R150. E quanto tempo costuma durar a faxina?


HH:MM ______________________

R201. Em média, quantas horas por dia o(a) sr.(a) costuma ficar sentado?
(Considerar atividades como: ficar sentado no trabalho ou estudando, lendo,
usando computador, na internet, assistindo a filmes, vendo TV etc.)
1 ( ) menos de 1 hora
2 ( ) entre 1 e 2 horas
3 ( ) entre 2 e 3 horas
4 ( ) entre 3 e 4 horas
5 ( ) entre 4 e 5 horas
6 ( ) entre 5 e 6 horas
7 ( ) mais de 6 horas

147
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Agora, considerando apenas o hábito de ver TV.

Q59a. Em média, quantas horas por dia o(a) sr.(a) costuma ficar assistindo à
televisão?
1 ( ) menos de 1 hora
2 ( ) entre 1 e 2 horas
3 ( ) entre 2 e 3 horas
4 ( ) entre 3 e 4 horas
5 ( ) entre 4 e 5 horas
6 ( ) entre 5 e 6 horas
7 ( ) mais de 6 horas
8 o Não assiste à televisão

Q60. Atualmente, o(a) sr.(a) fuma?


1 ( ) sim, diariamente (ir para Q61)
2 ( ) sim, mas não diariamente (pule para Q61a)
3 ( ) não (pule para Q64)

Q61. Quantos cigarros o(a) sr.(a) fuma por dia?________ (vá para Q62)
1 o 1-4
2 o 5-9
3 o 10-14
4 o 15-19
5 o 20-29
6 o 30-39
7 o 40 ou +

Q61a. Quantos cigarros o(a) sr.(a) fuma por semana? _________ (apenas se Q60=2)
1 o 1-4
2 o 5-9
3 o 10-14
4 o 15-19
5 o 20-29
6 o 30-39
7 o 40 ou +

Q62. Que idade o(a) sr.(a) tinha quando começou a fumar regularmente? (só aceita
≥ 5 anos e ≤ 6)
______ anos
777 o não lembra

148
VIGITEL Brasil 2015

Q63. O(a) senhor(a) já tentou parar de fumar?


1 o sim (pule para Q69) 2 o não (pule para Q69)

Q64. No passado, o(a) sr.(a) já fumou?


1 ( ) sim, diariamente
2 ( ) sim, mas não diariamente
3 ( ) não

*(Vá para Q69 se mora sozinho e não trabalha)


(Vá para Q68 se mora sozinho e trabalha)

Q67. Alguma das pessoas que moram com o(a) sr.(a) costuma fumar dentro de
casa?
1 o sim 2 o não 888 o Não quis informar

Q68. Algum colega do trabalho costuma fumar no mesmo ambiente onde o(a)
sr.(a) trabalha? (só para Q47=1)
1 o sim 2 o não (pule para Q69) 888 o Não quis informar (pule para Q69)

R157. Se sim, o(a) sr.(a) trabalha em local fechado?


1o sim 2o não 888 o Não quis informar

Q69. A sua cor ou raça é:


1 ( ) branca
2 ( ) preta
3 ( ) amarela
4 ( ) parda
5 ( ) indígena
777 o não sabe
888 o não quis informar

Q70. Além deste número de telefone, tem outro número de telefone fixo em sua
casa? (não vale extensão)
1 o sim 2 o não (pule para Q74)

Q71. Se sim: Quantos no total? ____números ou linhas telefônicas

149
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Agora estamos chegando ao final do questionário e gostaríamos de saber sobre


seu estado de saúde.

Q74. O(a) sr.(a) classificaria seu estado de saúde como:


1 ( ) muito bom
2 ( ) bom
3 ( ) regular
4 ( ) ruim
5 ( ) muito ruim
777 o não sabe
888 o não quis informar

Q75. Algum MÉDICO já lhe disse que o(a) sr.(a) tem pressão alta?
1 o sim
2 o não (pule para Q76a)
777 o não lembra (pule para Q76a)

R129. Atualmente, o(a) sr.(a) está tomando algum medicamento para controlar a
pressão alta?
1 o sim
2 o não (pule para Q76a)
777 o não sabe (pule para Q76a)
888 o não quis responder (pule para Q76a)

R130a. Como o(a) sr.(a) consegue a medicação para controlar a pressão alta?
1 ( ) unidade de saúde do SUS
2 ( ) farmácia popular do governo federal
3 ( ) outro lugar (farmácia privada/particular, drogaria)
777 o não sabe
888 o não quis responder

Q76. Algum MÉDICO já lhe disse que o(a) sr.(a) tem diabetes?
1 o sim 2 o não (pule para Q78) 777 o não lembra (pule para Q78)
(se Q7=1, vá para R202)

R138. (Se mulher) O diabetes foi apenas quando estava grávida? (apenas para Q7=2)
1 ( ) sim
2 ( ) não
3 ( ) Nunca engravidou
777 o não lembra

150
VIGITEL Brasil 2015

R202. Que idade o(a) sr.(a) tinha quando o médico disse que o(a) sr.(a) tem diabetes?
______ anos
777 o não sabe/não lembra

R133a. Atualmente, o(a) sr(a) está tomando algum comprimido para controlar o
diabetes
1 o sim
2 o não
777 o não sabe
888 o não quis responder

R133b. Atualmente, o(a) sr.(a) está usando insulina para controlar o diabetes?
1 o sim
2 o não
777 o não sabe
888 o não quis responder

R134b. Como o(a) sr.(a) consegue a medicação para diabetes? (APLICAR se R133a =
1 ou R133b = 1)
1 ( ) unidade de saúde do SUS
2 ( ) farmácia popular do governo federal
3 ( ) outro lugar (farmácia privada/particular, drogaria)
777 o não sabe
888 o não quis responder

Q78. Algum médico já lhe disse que o sr.(a) tem colesterol ou triglicérides elevado?
1 o sim
2 o não
777 o não sabe/não lembra

Q79a. A sra. já fez alguma vez exame de Papanicolau, exame preventivo de câncer
de colo do útero? (apenas para sexo feminino – Q7=2)
1 o sim 2 o não (pule para Q81) 777 o não sabe (pule para Q81)

Q80. Quanto tempo faz que a sra. fez exame de Papanicolau?


1 o menos de 1 ano
2 o entre 1 e 2 anos
3 o entre 2 e 3 anos
4 o entre 3 e 5 anos
5 o 5 anos ou mais
777 o não lembra

151
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

Q81. A sra. já fez alguma vez mamografia, raio X das mamas? (apenas para sexo
feminino)
1 o sim 2 o não (pule para Q85a) 777 o não sabe (pule para Q85a)

Q82. Quanto tempo faz que a sra. fez mamografia?


1 o menos de 1 ano
2 o entre 1 e 2 anos
3 o entre 2 e 3 anos
4 o entre 3 e 5 anos
5 o 5 ou mais anos
777 o não lembra

Q85a. Existe perto de sua casa, algum LUGAR PÚBLICO (praça, parque, rua fechada)
para fazer caminhada, realizar exercício ou praticar esporte?
1 o sim 2 o não 777 o não sabe

Q88. O(a) sr.(a) tem plano de saúde ou convênio médico?


1 ( ) Sim, apenas 1
2 ( ) Sim, mais de um
3 ( ) Não
888 o Não quis informar

R135. Nos últimos 12 meses, o sr.(a) foi multado(a) por dirigir com excesso de
velocidade na via? (apenas para quem dirige – R128a = 1)
1 ( ) Sim
2 ( ) Não (pule para R153)
777 o Não lembra (pule para R153)
888 o Não quis responder (pule para R153)

R136. Qual o local que o(a) sr.(a) foi multado?


1 ( ) Dentro da cidade (via urbana)
2 ( ) Rodovia
3 ( ) Ambos
777 o Não lembra
888 o Não quis responder

R153. Nos últimos 12 meses o(a) sr.(a) você passou em uma blitz na sua cidade?
1 ( ) sim
2 ( ) não
777 o não lembra
888 o não quis responder

152
VIGITEL Brasil 2015

R137a. Nos últimos doze meses o sr.(a), como condutor, foi parado em alguma
blitz de transito na sua cidade? (apenas para quem dirige – R128a=1)
1 ( ) sim
2 ( ) não (encerre a entrevista)
777 o não lembra (encerre a entrevista)
888 o não quis responder (encerre a entrevista)

R154. (Se sim para R137a) E o(a) sr.(a) foi convidado a fazer o teste de bafômetro?
1 ( ) sim
2 ( ) não (encerre a entrevista)
777 o não lembra (encerre a entrevista)
888 o não quis responder (encerre a entrevista)

R155. (Se sim para R154) E o(a) sr.(a) fez o teste do bafômetro?
1 ( ) sim
2 ( ) não (encerre a entrevista)
777 o não lembra (encerre a entrevista)
888 o não quis responder (encerre a entrevista)

R156. (Se sim para R155). E o teste do bafômetro deu positivo?


1 ( ) sim
2 ( ) não (encerre a entrevista)
777 o não lembra (encerre a entrevista)
888 o não quis responder (encerre a entrevista)

Sr.(a) XX Agradecemos pela sua colaboração. Se tivermos alguma dúvida voltaremos


a lhe telefonar. Se não anotou o telefone no início da entrevista: Gostaria de anotar
o número de telefone do Disque-Saúde?
Se sim: O número é 136.

Observações (entrevistador):

Nota: Mencionar para o entrevistado as alternativas de resposta apenas quando elas se iniciarem por
parênteses.

153
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

[Apenas para Brasília ou Belo Horizonte]

Para finalizar, vou lhe fazer perguntas sobre os serviços de saúde que o(a) senhor(a)
frequentemente usa.

R301. Quando está doente ou precisando de atendimento para cuidar da própria


saúde qual o serviço de saúde o(a) senhor(a) costuma procurar?

Resposta única – anotar apenas o primeiro citado

Público

1 o unidade básica de saúde (posto ou centro de saúde ou unidade de saúde da família)


2 o centro de especialidades, policlínica pública ou PAM – posto de assistência médica
3 o UPA (unidade de pronto atendimento)
4 o outro tipo de pronto atendimento público (24 horas)
5 o pronto-socorro ou emergência de hospital público
6 o hospital público/ambulatório
7 o no domicílio, com profissional da equipe de Saúde da Família

Privado/particular

8 o consultório particular ou clínica privada


9 o ambulatório ou consultório de empresa ou sindicato
10 o pronto atendimento ou emergência (pronto-socorro) de hospital privado
11 o no domicílio, com médico particular
12 o farmácia
13 o outro serviço (especifique:_______________________________________)

R302. Nos últimos 12 meses, quantas vezes o(a) senhor(a) procurou atendimento
em um posto ou centro de saúde para cuidar da própria saúde?
1 o nenhuma vez (agradeça e encerre a entrevista – vá para página final de
encerramento)
2 o 1 ou 2 vezes nos últimos 12 meses
3 o 3 a 5 vezes nos últimos 12 meses
4 o 6 a 9 vezes nos últimos 12 meses
5 o 10 ou mais vezes nos últimos 12 meses
6 o procurou, mas não se lembra do número de vezes
7 o não se lembra se procurou

R303. Na última vez que o (a) senhor(a) procurou por algum posto ou centro de
saúde o senhor foi atendido?
1 o sim
2 o não
3 o não se lembra ou não sabe informar

154
VIGITEL Brasil 2015

R304. Temos mais uma última pergunta: O(a) senhor(a) aceitaria receber outra
ligação que deve durar cerca de 10 minutos para colaborar respondendo um pouco
mais sobre sua experiência na utilização desse serviço de saúde?
1 o sim (registre melhor dia/horário ou período e vá para página final de encerramento)
2 o não (agradeça e encerre a entrevista – vá para página final de encerramento)

R305. Qual o melhor dia da semana e horário para retornar a ligação?


REGISTRAR DATA E HORA
Dia: ___ / ___ / ___
Horário: ___ : ___
o outro (especifique): _________________

[PARA TODOS – PÁGINA FINAL DE ENCERRAMENTO]

Sr.(a) XX Agradecemos pela sua colaboração. Caso tenhamos alguma dúvida,


voltaremos a lhe telefonar. Se não anotou o telefone no início da entrevista:
Gostaria de anotar o número de telefone do Disque-Saúde?
Se sim: O número é 136.

Observações (entrevistador):

Nota: Mencionar para o entrevistado as alternativas de resposta apenas quando elas se iniciarem por
parênteses.

155
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS

156
VIGITEL Brasil 2015

ANEXO B
Estimativas para a distribuição (%) da
população adulta total (2015) e da
1998 2000 2002 2004
população adulta com telefone (2015),
segundo variáveis sociodemográficas

linear capital UF Tend. linear UF


ar região Brasil Tend. linear Bra

157
158
Estimativas para a distribuição (%) da população adulta total (2015) e da população adulta
com telefone (2015), segundo variáveis sociodemográficas

População Sexo Idade (anos) Anos de escolaridade


Cidade
adulta Masculino Feminino 18-24 25-34 35-44 45-54 55-64 65 e+ 0-8 9-11 12 e+
Aracaju total 44,9 55,1 17,5 27,0 20,4 16,1 10,5 8,6 35,3 37,0 27,7
(n=1.942) com telefone 41,5 58,5 14,8 20,8 15,2 17,8 16,9 14,5 22,1 38,2 39,6
Belém total 46,0 54,0 17,2 26,0 21,0 16,1 10,4 9,3 36,2 42,1 21,7
(n=1.955) com telefone 38,6 61,4 14,4 19,4 17,1 16,8 15,3 17,0 25,6 41,8 32,6
Belo Horizonte total 45,7 54,3 14,9 24,3 18,3 17,8 12,4 12,1 35,4 36,8 27,7
(n=1.956) com telefone 40,0 60,0 12,0 16,9 16,2 18,7 17,3 19,0 32,0 37,9 30,0
Boa Vista total 48,8 51,2 21,5 30,5 20,2 14,4 7,9 5,4 32,5 42,8 24,8
(n=1.953) com telefone 42,4 57,6 17,3 19,9 18,2 19,9 14,8 9,8 21,2 38,1 40,7
Campo Grande total 47,5 52,5 17,0 24,4 19,8 17,5 11,3 9,9 39,2 34,5 26,3
(n=1.949) com telefone 39,7 60,3 12,6 13,4 13,1 21,0 19,0 20,9 34,0 33,1 32,9
Cuiabá total 48,0 52,0 17,7 26,7 20,2 17,0 10,7 7,7 36,2 34,2 29,6
(n=1.964) com telefone 40,5 59,5 13,7 17,2 17,9 20,4 16,3 14,4 26,6 34,6 31,2
Curitiba total 46,6 53,4 15,3 23,9 19,8 17,9 12,5 10,6 33,4 34,6 32,0
(n=1.951) com telefone 40,2 59,8 9,9 12,2 16,5 18,7 20,4 22,3 34,1 34,7 31,2
Florianópolis total 47,6 52,4 15,8 25,2 18,1 17,8 12,9 10,2 25,2 36,2 38,6
(n=1.956) com telefone 40,7 59,3 10,3 13,6 12,7 19,6 20,4 23,4 26,8 33,9 39,4
Fortaleza total 45,5 54,5 18,4 25,3 20,1 16,4 10,3 9,5 38,5 40,9 20,6
(n=1.977) com telefone 40,7 59,3 14,9 17,3 16,6 19,3 16,1 15,8 28,0 43,1 28,9
Goiânia total 46,7 53,3 17,2 26,1 19,9 16,7 11,0 9,1 32,8 37,8 29,4
(n=1.979) com telefone 39,8 60,2 11,5 16,4 18,0 18,6 18,2 17,3 32,1 35,4 32,4
João Pessoa total 45,3 54,7 17,0 25,4 20,0 16,7 10,9 9,9 38,9 35,8 25,3
(n=1.953) com telefone 38,2 61,8 12,1 16,5 14,8 18,4 18,2 20,0 26,4 36,9 36,7
Macapá total 48,3 51,7 22,3 29,8 21,6 13,5 7,0 5,8 35,5 39,9 24,6
(n=1.949) com telefone 42,1 57,9 16,6 23,0 17,0 18,1 14,2 11,1 19,9 40,4 39,6
Maceió total 45,0 55,0 17,2 25,5 21,8 16,6 10,6 8,3 44,0 33,8 22,1
(n=1.978) com telefone 39,5 60,5 12,6 17,8 16,2 18,9 18,7 15,8 27,0 38,7 34,3
Secretaria de Vigilância em Saúde | MS
Manaus total 48,0 52,0 19,3 29,8 21,5 14,9 8,4 6,1 35,4 45,8 18,7
(n=1.959) com telefone 42,8 57,2 13,5 19,5 17,6 18,8 17,9 12,7 25,2 46,3 28,5
Natal total 45,8 54,2 17,7 24,8 19,3 17,1 11,0 10,0 38,1 38,4 23,5
(n=1.956) com telefone 38,5 61,5 13,8 15,9 13,6 20,2 17,2 19,3 29,2 37,9 32,9
VIGITEL Brasil 2015

Palmas total 48,6 51,4 22,6 31,6 21,1 13,3 6,7 4,6 26,9 39,8 33,3
(n=1.960) com telefone 43,1 56,9 17,8 18,0 21,9 21,9 13,1 7,3 12,0 31,9 56,1
Porto Alegre total 45,1 54,9 13,8 23,3 16,3 18,1 14,3 14,2 31,6 37,0 31,5
(n=1.949) com telefone 39,1 60,9 10,5 11,9 10,9 17,5 20,4 28,8 30,1 35,5 34,4
Porto Velho total 51,3 48,7 20,9 28,5 20,6 16,3 8,4 5,3 42,6 37,9 19,5
(n=1.954) com telefone 44,9 55,1 18,5 18,1 19,7 23,2 12,2 8,4 25,3 41,9 32,8
Recife total 44,6 55,4 15,6 23,4 20,0 17,8 11,9 11,4 39,4 35,7 24,9
(n=1.951) com telefone 36,5 63,5 10,8 15,5 18,1 19,4 18,5 17,7 29,2 39,7 31,1
Rio Branco total 47,8 52,2 20,4 29,6 20,9 14,0 8,4 6,7 41,2 35,8 23,0
(n=1.971) com telefone 41,3 58,7 18,4 17,0 17,4 17,1 16,2 13,9 24,7 36,2 39,1
Rio de Janeiro total 45,6 54,4 13,6 22,5 18,2 17,8 13,8 14,1 34,1 39,3 26,6
(n=1.980) com telefone 38,8 61,2 10,4 13,9 15,0 19,0 18,3 23,4 30,0 39,8 30,2
Salvador total 45,3 54,7 15,2 27,6 20,5 17,2 10,8 8,7 34,5 45,5 20,0
(n=1.960) com telefone 39,3 60,7 13,4 19,7 16,5 20,1 16,0 14,3 28,4 46,3 25,3
São Luís total 45,1 54,9 21,0 31,2 19,7 13,9 7,9 6,2 31,1 47,5 21,4
(n=1.942) com telefone 38,5 61,5 17,2 22,1 15,1 16,5 15,4 13,7 22,0 47,4 30,5
São Paulo total 46,1 53,9 14,7 24,6 19,8 17,2 12,3 11,4 40,8 33,3 25,9
(n=1.999) com telefone 40,5 59,5 14,6 18,0 19,0 18,1 15,1 15,3 34,8 37,7 27,6
Teresina total 45,2 54,8 19,2 27,0 19,5 15,9 10,1 8,3 40,4 37,0 22,6
(n=1.954) com telefone 40,1 59,9 16,0 21,3 14,4 17,5 17,0 13,9 23,5 39,0 37,6
Vitória total 45,9 54,1 15,6 24,7 17,1 18,3 13,0 11,4 24,4 37,5 38,1
(n=1.966) com telefone 38,6 61,4 12,1 14,2 14,0 18,2 19,1 22,4 26,7 36,0 37,3
Distrito Federal total 46,7 53,3 16,6 28,3 22,0 15,8 9,7 7,6 32,7 34,5 32,8
(n=1.966) com telefone 41,1 58,9 13,0 19,6 16,4 20,0 16,0 15,0 25,4 35,4 39,2
Total total 46,1 53,9 15,9 25,3 19,7 16,9 11,6 10,5 36,6 37,5 25,9
(n=52.929) com telefone 40,3 59,7 14,0 17,6 16,3 19,0 16,8 16,2 26,5 38,6 34,9

159
Fontes: Projeção da população adulta das 26 cidades estudas e do Distrito Federal realizada a partir de dados do Censo 2000, do Censo 2010 e do DATASUS, e amostra estudada pelo Vigitel
para população adulta com telefone em 2015.
ISBN 978-85-334-2441-8

9 788533 424418

Secretaria de Vigilância em Saúde


[Link]/svs

Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde


[Link]/bvs

Você também pode gostar