AULA ATIVIDADE TUTOR
AULA
ATIVIDADE
TUTOR
AULA ATIVIDADE TUTOR
Disciplina: Gestão, Qualidade e Segurança do Paciente
Teleaula: 01
Prezado (a) tutor(a),
A aula atividade tem a finalidade de promover o autoestudo das competências e
conteúdos relacionados à Aula 01 sobre Fundamentos da gestão da qualidade e segurança
do paciente. Leia o texto a seguir e responda às questões propostas para reflexão:
As Metas Internacionais de Segurança do Paciente
As metas internacionais de segurança do paciente foram instituídas a partir de uma aliança
global para eliminar ou diminuir, em todo o mundo, os riscos e não conformidades no
atendimento médico e prestação de serviços de saúde. Elas foram criadas em 2006 pela Joint
Commission International (JCI), entidade sem fins lucrativos responsável pela acreditação de
instituições de saúde nos Estados Unidos, em parceria com a Organização Mundial da Saúde
(OMS).
São seis metas ao todo, que visam garantir as melhores práticas durante o atendimento ao
paciente, oferecendo qualidade e segurança. O objetivo é eliminar ou reduzir a exposição dos
pacientes a riscos e não conformidades que poderiam ser evitados.
As metas internacionais de segurança do paciente, além de oficializadas pela OMS, formam a
base para as políticas públicas de segurança na saúde. No Brasil, em 2013, o Ministério da Saúde
instituiu, por meio da Portaria 529, o Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP), que
também define diretrizes sobre essas metas.
“O PNSP tem o objetivo de contribuir para a qualificação do cuidado em saúde. O estímulo a
uma prática assistencial segura se baseia em um conjunto de protocolos básicos, definidos pela
Organização Mundial da Saúde, que são as seis Metas Internacionais de Segurança do Paciente.
Os protocolos são fundamentais na prevenção de eventos adversos e para fortalecer a
segurança dos pacientes”.
Sugestões de vídeos sobre o tema:
Vídeo institucional do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), mostra a importância de
conhecer e praticar as seis metas internacionais de segurança do paciente:
Metas internacionais de segurança do paciente - Hospital das Clínicas de Porto Alegre (HCPA)
Disponível em: [Link]
do-paciente-hospital-das-cl%C3%ADnicas-de-porto-alegre-hcpa (08:48)
Você conhece as 6 Metas Internacionais de Segurança do Paciente?
Metas internacionais de segurança do paciente - Hospital das Clínicas de Porto Alegre (HCPA)
Disponível em: [Link]
internacionais-de-seguran%C3%A7a-do-paciente (11min43seg)
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Metas Internacionais da Segurança do Paciente – YouTube (CRF-RS)
Disponível em: [Link] Acesso em: 09 abr. 2023
Metas internacionais de segurança do paciente - Hospital das Clínicas de Porto Alegre (HCPA)
Disponível em:
[Link]
&rlz=1C1CHZN_pt-
BRBR962BR963&tbm=vid&sxsrf=APwXEddz4rtfFtx3vyx4YFtimv4IS49h0A:1681090587136&ei=
G2gzZI77B8DV1sQPq7iaWA&start=20&sa=N&ved=2ahUKEwjO9J-6lp7-
AhXAqpUCHSucBgs4ChDy0wN6BAgVEAc&biw=1366&bih=625&dpr=1#fpstate=ive&vld=cid:63
258246,vid:5vfCp7xtJGQ Acesso em: 09 abr. 2023 (17min31seg)
OMS: Plano Global de Segurança do Paciente 2021-2030 – versão em português
Metas internacionais de segurança do paciente - Hospital das Clínicas de Porto Alegre (HCPA)
Disponível em: [Link]
Acesso em: 09 abr. 2023
Portarias, Notas Técnicas e Resoluções
• Portaria 529/2013
• Portaria 529/2013 – 2
• RDC 36-2013 -Institui ações para a segurança do paciente em serviços de saúde e dá
outras providências.
• RDC Nº 63 – BOAS PRÁTICAS EM ESTABELECIMENTOS EM SAÚDE – 2011
• PORTARIA 1377-2013 – PROTOCOLOS DE SEGURANÇA
• PORTARIA 2095-2013 – PROTOCOLOS DE SEGURANÇA
• Nota Técnica Anvisa 03/2017 – Práticas seguras para prevenção de Lesão por Pressão
em serviços de saúde
• Nota Técnica Anvisa 04/2017 – Práticas seguras para prevenção de retenção não
intencional de objetos após realização de procedimento cirúrgico em serviços de saúde
Documento de referência para o Programa Nacional de Segurança do Paciente Metas
internacionais de segurança do paciente - Hospital das Clínicas de Porto Alegre (HCPA)
Disponível em: Metas internacionais de segurança do paciente - Hospital das Clínicas de
Porto Alegre (HCPA) Disponível em:
[Link]
[Link] Acesso em: 09 abr. 2023
Segurança do Paciente na Atenção Primária à Saúde: Teoria & Prática
Metas internacionais de segurança do paciente - Hospital das Clínicas de Porto Alegre (HCPA)
Disponível em: [Link]
[Link] Acesso em: 09 abr. 2023
“Pesquisa Multicêntrica sobre Eventos Adversos Relacionados a Medicamentos (PMEAM)”.
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Metas internacionais de segurança do paciente - Hospital das Clínicas de Porto Alegre (HCPA)
Disponível em: [Link]
eventos-adversos-relacionados-a-medicamentos/ Acesso em: 09 abr. 2023
Cartilha sobre Segurança do Paciente no Serviço de Nutrição Hospitalar
Metas internacionais de segurança do paciente - Hospital das Clínicas de Porto Alegre (HCPA)
Disponível em:
[Link]
%C3%87A%20DO%20PACIENTE%20NO%20SERVI%C3%87O%20DE%20NUTRI%C3%87%C3%83
O%[Link] Acesso em: 09 abr. 2023
MANUAL DE ORIENTAÇÃO AO FARMACÊUTICO SEGURANÇA DO PACIENTE
Metas internacionais de segurança do paciente - Hospital das Clínicas de Porto Alegre (HCPA)
Disponível em:
[Link]
[Link] Acesso em: 09 abr. 2023
Agora é com você!
A partir das fontes de pesquisa responda as questões a seguir:
Considerando o tema abordado na aula, temos a seguinte proposta de atividade:
1. Qual objetivo da identificação correta do paciente?
O processo de identificação do paciente deve ser capaz de identificar corretamente o
indivíduo como sendo a pessoa para a qual se destina o serviço (medicamentos, sangue ou
hemoderivados, exames, cirurgias e tratamentos).
2. Em qual momento deve ser feita identificação do paciente e por quem?
A identificação acontece no momento da admissão (internação e Pronto Atendimento), por
meio de pulseira de identificação de coloração branca.
3. O que fazer para melhorar esse para garantir a segurança do cuidado?
Para garantir a segurança do cuidado, é importante:
• Manter a pulseira de identificação até a alta.
• Verificar em todos os turnos se as informações estão corretas e legíveis.
• Certifique-se de que a equipe assistencial faça a conferência de sua identificação antes
de qualquer atendimento.
• Envolver o paciente no processo de cuidado, esclarecendo todas as suas dúvidas. Isso
pode evitar falhas.
4. Como o serviço de nutrição hospitalar está inserido na segurança do
paciente?
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A identificação do paciente na gestão e oferta da dieta é importante, pois,
confere segurança ao processo, indica qualidade na assistência nutricional, com
consequente melhoria terapêutica do paciente.
5. Qual a função do farmacêutico na alta hospitalar do paciente?
Ao paciente de alta hospitalar O papel do farmacêutico é fundamental durante a alta
hospitalar a fim de garantir a segurança do paciente. É necessário garantir orientação
adequada do paciente/cuidador a respeito dos medicamentos e respectivos cuidados
de alta, promovendo a última etapa da conciliação medicamentosa. Nesta ocasião,
serão comparados e avaliados os medicamentos prescritos na alta do paciente e aqueles
que já costumava fazer uso antes da internação. Podem ser oferecidas também
orientações sobre os possíveis locais de aquisição dos novos medicamentos. Além disso,
documentar adequadamente as recomendações especiais de armazenamento, preparo
e administração desses medicamentos. No caso da alta de pacientes em uso de
antirretrovirais ou antituberculostáticos são válidas orientações verbais e por escrito
sobre a importância da continuidade do tratamento e a forma de contato com o serviço
de referência.
6. Como deve ser a relação entre a equipe multiprofissional em relação a administração
de medicamentos, dietas, sondas e conexões.
Os componentes da dieta oral, enteral ou parenteral podem interagir com os
medicamentos, comprometendo assim sua estabilidade e/ ou absorção de nutrientes
(ex: proteína e carbamazepina; fibras e digoxina).
Nesse contexto é fundamental a interação entre farmacêuticos, nutricionistas e
enfermeiros para o ajuste de formas farmacêuticas, bem como dos horários de
administração dos medicamentos e da dieta, a fim de minimizar as interações e manter
o adequado aporte nutricional do paciente.
7. Alguns medicamentos são considerados críticos e denominados Medicamentos ou
Drogas de Alta Vigilância. Quais medidas especiais de segurança devem ser tomadas
para evitar que erros aconteçam?
Armazenamento em locais seguros e separados dos demais medicamentos: em
armários identificados na farmácia e em gavetas chaveadas nos postos de Enfermagem
sob responsabilidade da enfermeira;
Dispensação em embalagem plástica vermelha selada com etiqueta adesiva amarela;
Dupla checagem pela enfermagem na administração desses medicamentos.
8. O que é protocolo da cirurgia segura? Quais são os objetivos?
Garantia do local correto, do procedimento correto e cirurgia no paciente correto.
O conceito de cirurgia segura envolve medidas adotadas para redução do risco de
eventos adversos que podem acontecer antes, durante e depois das cirurgias. Eventos
adversos cirúrgicos são incidentes que podem resultar em dano ao paciente.
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9. Quais ações são recomendadas pela OMS para utilizar o protocolo de cirurgia
segura?
Identificação correta do paciente e presença de toda a equipe cirúrgica;
Confirmação do lado a ser operado;
Confirmação do procedimento a ser realizado e planejamento de acesso respiratório e
da necessidade de transfusão de sangue;
Posicionamento correto do paciente na mesa cirúrgica;
Disponibilidade de equipamentos e materiais necessários para a cirurgia.
10. Quais ações são necessárias para garantir a segurança da criança no protocolo de
cirurgia segura?
Para garantir a segurança do processo e a humanização dos cuidados, o responsável
pela criança permanece na sala operatória até o momento da indução anestésica, o que
garante a segurança e o conforto da criança em relação à presença do responsável.
11. Como familiar/acompanhante de uma criança a ser operada poderá participar do
protocolo de cirurgia segura?
Alguns procedimentos necessitam de sua autorização, por meio de um Termo de
Consentimento (TCLE). Os termos de consentimentos cirúrgicos e anestésicos deverão
possuir a assinatura do responsável pela criança após os devidos esclarecimentos pelas
equipes da cirurgia e da anestesia.
12. Como o fisioterapeuta pode auxiliar a equipe e o paciente no risco de queda?
Uma vez identificado o risco de queda, os profissionais devem se comunicar e aplicar o
protocolo para prevenir quedas. A prevenção é muito importante, pois quedas podem
causar lesões e aumentar o tempo de internação;
Orientar o paciente, orientar o acompanhante quando houver, orientar a solicitar
ajuda da equipe assistencial, manter as grades do leito elevadas.
13. Como deve ser a comunicação efetiva entre os profissionais?
A segurança da assistência depende de uma comunicação clara, objetiva, completa e
que possa ser compreendida por todos os profissionais e áreas que promovem o
cuidado.
A boa comunicação é um processo fundamental nas trocas de plantão entre equipes,
nas transferências do paciente entre unidades, nas situações de emergências e em
todos os registros do prontuário do paciente. São utilizados formulários com
informações padronizadas para garantir uma comunicação efetiva.
Resultados de exames com valores críticos, também conhecidos como “valores de
pânico”, não comunicados ou mal comunicados resultam em risco para a segurança do
paciente, pois os resultados fora da faixa da normalidade podem indicar uma condição
de alto risco.
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14. Recomendado pela OMS a higienização das mãos, deve ser realizada por todos os
profissionais de saúde, em cinco momentos diferentes. Quais são eles?
• Antes do contato com o paciente;
• Antes da realização de procedimentos assépticos (por exemplo: aplicação de
medicamento na veia e troca de curativo);
• Após riscos de exposição a fluidos corporais;
• Após o contato com o paciente;
• Após o contato com áreas próximas do paciente.
Bom trabalho!
Profª. Silvia