0% acharam este documento útil (0 voto)
3 visualizações3 páginas

Casa Alentejana: Sustentabilidade e Conforto

O documento aborda a arquitetura tradicional da Casa Alentejana, destacando suas características adaptadas ao clima quente e seco de Portugal. Além disso, discute inovações na construção civil, como materiais ecológicos e técnicas para melhorar a eficiência energética e o conforto dos edifícios. Conclui que a ciência e a tecnologia são fundamentais para uma construção mais sustentável e responsável ambientalmente.
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
3 visualizações3 páginas

Casa Alentejana: Sustentabilidade e Conforto

O documento aborda a arquitetura tradicional da Casa Alentejana, destacando suas características adaptadas ao clima quente e seco de Portugal. Além disso, discute inovações na construção civil, como materiais ecológicos e técnicas para melhorar a eficiência energética e o conforto dos edifícios. Conclui que a ciência e a tecnologia são fundamentais para uma construção mais sustentável e responsável ambientalmente.
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

Nomes: Heloisa Vitoria Livieri / Paula Oliveira Turma: SC-2 N*13/

21

Construção e Arquitetura

1- (texto de cada uma)

2.1) A Casa Alentejana é tradicional da região do Alentejo, Portugal, o


clima influencia diretamente a organização funcional. As casas são
térreas, de paredes espessas e janelas pequenas, para manter a
temperatura interna estável e tem características adaptadas ao clima
quente e seco:

 Espaço exterior (pátio ou quintal) – Usado para lazer, secagem de


roupa ou até pequenas hortas.
 Cozinha com lareira ou forno de lenha – Espaço central da casa,
usado não só para cozinhar, mas também como área de convívio.
 Quartos pequenos – Situados longe das zonas mais expostas ao sol,
com janelas pequenas para manter o frescor.
 Sala de estar modesta – Espaço de convívio social, por vezes
integrado com a cozinha.
 Arrumos ou arrecadação – Para guardar ferramentas agrícolas ou
alimentos.

2.2) Sala de estar – Espaço de convívio com visitas e lazer familiar.

o Cozinha – Embora funcional, também é usada como ponto de


encontro, sobretudo à hora das refeições.
o Casa de banho social – Para uso geral, especialmente por
visitas.
o Quartos –Quatro, sendo um de casal e 3 individuais. Espaços
reservados ao descanso e intimidade.
o Casa de banho privada – Ligada ao quarto principal, de uso
restrito.

3- Pensando em uma alteração onde haja um cômodo suplementar, de


forma a promover o bem-estar do ocupante(s), dividimos parte da sala de
forma a deixar um espaço extra que possa ser utilizado conforme quiser,
seja como um escritório ou quarto, tendo em conta a funcionalidade do
cômodo, trazemos também a diminuição da porta da varanda, dando
espaço a uma janela a promover uma luminosidade, já pensando na
retirada da divisória da cozinha e sala, dando um conceito aberto e a
sensação de um espaço maior.

3.2. Ao analisarmos a planta arquitetônica da habitação (Residência da


Heloisa), pensamos na “retirada” de uma das varandas, a integrando
diretamente ao quarto de forma que formassem apenas um cômodo, que
seria dividido de forma necessária para se formar uma casa de banho, por
fim resultando em uma suíte.

4- Na imagem apresentada, existem dois conceitos sendo eles o


Wallmate, uma placa de placa de isolamento térmico rígida feita de
poliestireno, utilizadas normalmente em edifícios, o Roofmate, tem a
mesma funcionalidade, mas fabricados para coberturas (tetos), como
opção a melhoria da residência, trazemos o BTC, um tijolo ecológico, que
ao contrário do tijolo tradicional não precisa ser queimado, sendo
considerado ambientalmente sustentável, uma vez que não libera CO₂ na
atmosfera, conta também com furos na vertical permitindo embutir a
estrutura de sustentação, evitando o uso de formas de madeira e resíduos
no final da construção, e também as instalações elétricas e hidráulicas, de
forma diminuir os custos elevados com mão de obra e material.

5) A construção civil tem evoluído com base nos avanços científicos,


trazendo melhorias significativas em termos de isolamento térmico,
comportamento sísmico e eficiência energética dos edifícios. Estes
avanços têm como objetivo garantir maior conforto humano, segurança e
sustentabilidade ambiental.

A ciência tem contribuído para a criação de materiais inovadores, como


isolamentos térmicos ecológicos, vidros duplos com corte térmico e tintas
com propriedades refletoras. Estes materiais ajudam a manter
temperaturas agradáveis no interior das habitações, reduzindo o uso de
aquecimento ou ar condicionado, o que se traduz em menores emissões
de carbono e faturas de energia mais baixas. Além disso, o uso de tintas
ecológicas, por exemplo, reduz a emissão de compostos orgânicos
voláteis (COV), melhorando a qualidade do ar interior.

Outra inovação importante é a substituição do betão armado por aço leve


galvanizado em certas estruturas. Este tipo de aço é mais leve, flexível e
resistente à corrosão, e apresenta melhor comportamento em caso de
sismo, o que o torna uma excelente escolha em zonas de risco sísmico. A
leveza do material também reduz o impacto estrutural e facilita o
transporte e a montagem, acelerando o processo de construção.

Na execução de um projeto de edifício, vários aspetos devem ser


considerados para obter o certificado de eficiência energética.
A orientação solar é fundamental: ao posicionar corretamente as janelas e
áreas de maior permanência, é possível aproveitar ao máximo a luz
natural e o aquecimento solar passivo. O uso de painéis solares para
produção de eletricidade ou aquecimento de água também contribui para
esse certificado.

Outros fatores relevantes incluem o isolamento de coberturas e paredes,


a ventilação cruzada natural, o uso de equipamentos eficientes (como
caldeiras de classe A ou iluminação LED) e a gestão racional da água.
Todos estes elementos visam tornar os edifícios não apenas mais
eficientes, mas também mais confortáveis, seguros e adaptados às
exigências ambientais do século XXI.

Concluindo, a ciência e a tecnologia estão ao serviço de uma construção


mais inteligente e sustentável. Investir na eficiência energética e no
conforto térmico e sísmico não é apenas uma questão técnica, mas uma
responsabilidade ambiental e social.

Você também pode gostar