FAI - Centro de Ensino Superior em Gestão, Tecnologia e Educação
Curso de Psicologia
Kayrine Vitória Rincon Mendes
RELATÓRIO DE OBSERVAÇÃO
Santa Rita do Sapucaí
2025
FAI - Centro de Ensino Superior em Gestão, Tecnologia e Educação
Curso de Psicologia
Kayrine Vitória Rincon Mendes
RELATÓRIO DE OBSERVAÇÃO
Relatório apresentado à disciplina Psicologia Escolar e
Processos Educacionais como exigência parcial para a
obtenção de nota sob a orientação da Profª.Ms. Rita
Helena Rezek Nassar
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO
O presente trabalho de observação em campo emerge da necessidade de compreender o
cotidiano e as dinâmicas que permeiam o ambiente escolar, especificamente no contexto
do Ensino Fundamental I. Acreditando que a imersão no espaço educativo proporciona
uma visão aprofundada das práticas pedagógicas, das interações sociais e dos desafios
enfrentados no processo de ensino-aprendizagem, realizamos uma observação
sistemática no Instituto Presbiteriano de Educação localizada em Rua professor
Francisco Ribeiro Magalhães, 300, Fernandes.
Durante o período de 16/03/2025 a 07/05/2025, dedicamos tempo para observar as
atividades desenvolvidas em sala de aula, as interações entre alunos e professores, a
organização do espaço físico e outros aspectos relevantes para a compreensão do
funcionamento da instituição no nível do Ensino Fundamental I. O foco principal desta
observação reside em observar a rotina de um determinado aluno em questão, avaliando
sua interação social, com os outros alunos, com a professora e o modo como se
comporta.
Acreditamos que a análise detalhada das observações realizadas contribuirá para uma
reflexão crítica sobre as práticas educativas e para a identificação de elementos que
podem influenciar o desenvolvimento integral dos alunos nos anos iniciais do ensino
fundamental. Este relatório apresenta as impressões e análises decorrentes desta
experiência de campo, buscando oferecer uma visão panorâmica e específica do
ambiente escolar observado.
A Psicologia Educacional configura-se como um campo amplo da Psicologia, dedicado
à investigação dos intrincados processos psicológicos que permeiam a aprendizagem e o
ensino. Seu escopo abrange a formulação de teorias e a condução de pesquisas que
buscam desvendar os mecanismos do desenvolvimento cognitivo, da motivação, das
diversas formas de aprendizagem, das nuances das diferenças individuais, dos métodos
de avaliação e da influência crucial do ambiente no contexto educativo. O objetivo
primordial da Psicologia Educacional reside na aplicação de seus princípios e teorias
para otimizar a prática educativa em seus múltiplos níveis e contextos, tanto escolares
quanto não escolares, impactando o desenvolvimento de currículos, estratégias
pedagógicas, abordagens de aprendizagem e políticas educacionais. Sua natureza é
eminentemente teórica e investigativa, visando aprofundar a compreensão dos
fenômenos relacionados ao aprender e ao ensinar.
Por outro lado, a Psicologia Escolar emerge como um campo de atuação profissional
dentro da Psicologia, concentrando-se na aplicação prática dos conhecimentos derivados
da Psicologia Educacional e de outras áreas correlatas, como a Psicologia Clínica e a
Social, no ambiente específico da escola. Seu foco central reside no bem-estar
psicológico e no desenvolvimento integral dos estudantes, atuando diretamente com
alunos, educadores, famílias e a comunidade escolar como um todo. O psicólogo escolar
desempenha um papel crucial na identificação e intervenção em dificuldades de
aprendizagem, questões comportamentais, desafios emocionais e sociais que possam
obstaculizar o processo educativo. Suas atividades abrangem a avaliação
psicopedagógica, a orientação individual e em grupo, o aconselhamento, a mediação de
conflitos, a elaboração e implementação de programas de prevenção e intervenção, e a
colaboração ativa na construção do projeto político-pedagógico da instituição. Sua
essência é eminentemente prática e aplicada, utilizando o arcabouço teórico da
Psicologia para solucionar problemas concretos no cotidiano escolar.
Em síntese, enquanto a Psicologia Educacional estabelece o alicerce teórico e científico
para a compreensão dos processos de aprendizagem e ensino, a Psicologia Escolar
traduz esse conhecimento em ações concretas dentro do ambiente escolar, visando
promover o desenvolvimento saudável e a aprendizagem eficaz dos alunos. A
Psicologia Escolar, portanto, nutre-se dos insights gerados pela Psicologia Educacional
para guiar sua atuação no dia a dia da escola. Ambas as áreas são indispensáveis para a
construção de uma educação de qualidade, pois a compreensão aprofundada dos
mecanismos da aprendizagem (Psicologia Educacional) informa e direciona as práticas
e intervenções no contexto escolar (Psicologia Escolar).
2. ORGANIZAÇÃO
2.1 IDENTIFICAÇÃO DO OBSERVADOR E DA INSTITUIÇÃO
Kayrine Vitória Rincon Mendes, regularmente matriculado no Curso Psicologia, desenvolveu
observação relacionada a disciplina Psicologia Escolar e Processos Educacionais na instituição
Instituto Presbiteriano de Educação (IPE), , inscrita no CNPJ sob o número 01.304.919/0001-
31 , com sede no endereço Rua Professor Francisco Ribeiro Magalhães, 300 . A sua
atividade fim é ......... e, tem como responsável ............
2.2 HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO ( apresentação da escola)
O Instituto Presbiteriano de educação foi fundado no dia 09/07/1996.
Mencionar quando a escola foi fundada, como foi à história da fundação, qual o público alvo a
que se destina. QUANTOS ALUNOS, PROFESSORES, PUBLICA ( MUNICIPAL,
ESTADUAL) OU PARTICULAR.
A sala é formada por uma turma de quatorze alunos, sendo cinco meninas e nove meninos. O
ambiente de estudo é bem organizado e limpo, as carteiras são pequenas e espaçosas. A
professora S. é muito atenciosa com os alunos. Contando com a ajuda de uma assistente, para
auxiliar o aluno J. L. Os materiais das crianças consiste em mochila, lancheira, livros didáticos,
agenda.
Os alunos estão no processo de alfabetizaçaõ, formação de palavras e aprendendo a fazer contas
matemáticas de adição e subtração. È uma turma agitada, os alunos possuem uma dificuldade
grande em se manterem sentados e em silencio. São muito receptivos e animados. A maior parte
dos alunos tem muita facilidade com as atividades, porém, ao que parece a maioria já tem um
conhecimento maior do que o que está sendo aprendido em sala de aula.
O aluno escolhido para observação foi G. A. com seis anos de idade. Possui a segunda maior
altura da sala. Um garoto muito enérgico e falante, possui muita facilidade nas atividades,
sempre sendo o primeiro a terminar. Assume a postura de líder da sala, sempre procurando a
atençaõ de todos os utros alunos, não há nenhuma conversa que não passe antes por ele. Sua
carteira é colocada no fundo da sala, na ponta lateral esquerda.
G. A. possui uma grande desconfiança a cerca da presença do observador. Tem uma grande
qunatidade de material escolar, como vários lapis, apontadores e borrachas. Seu melhor amigo é
J. C. Conversa muito sozinho, constantemente faz barulhos com a boca, ou batendo seus
materiais.
Seu nome é colocado no quadro, como forma de punição por seu comportamento, conversando
muito e desrespeitando a professora. Sua mesa é desorganizada, com coisas espalhadas sobre
ela, sua letra é escrita com força. A ativivdade é feita de qualquer forma. A professora pede para
os alunos descerem para o salaõa de ensaio, ele fica na frente da fila. Faz com que as outras
crianaças prestem atençaõ em suas brincadeiras, os alunos que ele mais gosta ele os mantem por
perto.
No ensaio ele mostra que tem um grande talento para musica, estando acompanhando o ritmo
com facilidade. Tem uma atitude desafiadora em relação as figuras de autoridade.
O aluno hoje está mais agitado do que o normal, aparentando uma irritação com os outros
alunos. Seu nome já esta escrito no quadro, significando que ficara sem intervalo. A professora
escreveu um recado para os pais em sua agenda. Ele teve um desentendimento com seu melhor
amigo onde ele acabou batendo nele. A professora rapidamente o repreendeu em frente a turma
toda, fazendo com que os dois se abraçassem como forma de desculpa. G. A não mostra
nenhum sinal de arrependimento.
Na aula de matemática, ele possui uma grande facilidade com os cálculos. Se mantém pouco
entretido com a matéria. Dispensa a conversa com seus colegas, se isolando do grupo. No
horário do lanche mais uma vez se coloca em conflito com seu melhor amigo, dessa vez
mordendo suas costas e dando um murro na barriga do colega. A professora mais uma vez o
repreende e chama a coordenadora para contar sobre a situação. Quando mencionam que a
situação vai ser passada para os pais, ele assume uma postura abatida e triste.
Na hora do intervalo, fica somente ele e a professora dentro da sala de aula, ele se recusa a falar
com ela. Levantou-se da cadeira dezessete vezes em um intervalo de quinze minutos.
3. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS
4. CONCLUSÃO
5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS
IMPORTANTE:
ANEXAR A FOLHA DE FREQUÊNCIA
17 HORAS DE PRÁTICA:
- 12 HORAS EM CAMPO
- 3 HORAS DE ESTUDO
- 2 HORAS DE RELTÓRIO