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Guia Completo sobre Renda Fixa e Investimentos

O documento aborda diferentes tipos de aplicações em renda fixa, incluindo títulos públicos e privados, como CDBs e debêntures. Explica o funcionamento do Tesouro Direto, destacando sua segurança, acessibilidade e flexibilidade para investidores. Também menciona os riscos associados a esses investimentos, especialmente em relação à inadimplência do emissor e ao endividamento do governo.

Enviado por

Renato Retz
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Guia Completo sobre Renda Fixa e Investimentos

O documento aborda diferentes tipos de aplicações em renda fixa, incluindo títulos públicos e privados, como CDBs e debêntures. Explica o funcionamento do Tesouro Direto, destacando sua segurança, acessibilidade e flexibilidade para investidores. Também menciona os riscos associados a esses investimentos, especialmente em relação à inadimplência do emissor e ao endividamento do governo.

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ESPECULAÇÃO E TRADING

Renda Fixa
Que aplicações em renda fixa existem?

Os títulos de renda fixa podem ser divididos entre públicos e privados e pós e prefixados.
Quando você compra um título de renda fixa prefixado, está fazendo uma aplicação cuja rentabilidade nominal você
conhece previamente. Isso porque a taxa de retorno desse papel é acertada no momento da aplicação.
Nos papéis de renda fixa pós-fixados, a situação é inversa, ou seja, você só conhece o retorno da aplicação na da ta
de seu vencimento, porque sua rentabilidade está atrelada a uma taxa que tem variações periódicas.
Você poderá aplicar em títulos de renda fixa diretamente, no caso de títulos privados como debêntures ou
Certificados de Depósito Bancário (CDB) ou por meio de fundos de investimentos em renda fixa.
Renda Fixa
O que são títulos do governo?

São papéis emitidos pelo poder público federal, estadual ou municipal.


De modo geral, os títulos públicos hoje no mercado são todos emitidos pela União. O governo federal trocou os
títulos da dívida dos Estados e municípios por papéis emitidos pelo Tesouro Nacional. Essa troca corresponde à
renegociação da dívida estadual e municipal. Os Estados e municípios estão obrigados por lei a não aumentar suas
dívidas e, no futuro, quando voltarem a emitir papéis, vão precisar de um rating para conseguir vender esses papéis
no mercado.
Isso porque, desde a aprovação da Lei de Responsabilidade Fiscal em maio de 2000, a União está proibida de
refinanciar as dívidas dos Estados e municípios.
Renda Fixa
Como investir em títulos do governo?

Os títulos do governo são colocados no mercado por meio de ofertas públicas, leilões realizados pelo Banco Central
e dos quais participam as instituições autorizadas a operar no mercado aberto. Os bancos compram esses títulos
para a aplicação de seu próprio caixa, e os administradores de fundos os adquirem para a carteira de seus fundos de
renda fixa. Os fundos DI, que tem 100% de sua carteira aplicada em títulos federais, são considerados as aplicações
mais seguras do mercado.
Renda Fixa
Qual é o risco de o governo não pagar esses títulos?

O risco é muito baixo, mas fique atento ao endividamento do governo.


No caso dos títulos federais, o risco é extremamente baixo. Mas saiba que em 1990, quando o governo do então
presidente Fernando Collor bloqueou por 18 meses 80% dos depósitos ou aplicações, sob qualquer modalidade, em
instituições financeiras. Tecnicamente, o governo não deu o calote, mas fez um alongamento compulsório de sua
dívida com o setor privado. Naquele ano, o endividamento do governo já havia chegado a mais de 50% do PIB, um
nível extremamente alto e que já comprometia a capacidade de pagamento do governo.
Renda Fixa
Conheça o Tesouro Direto

O Tesouro Direto é um Programa do Tesouro Nacional desenvolvido em parceria com a B3 para venda de títulos
públicos federais para pessoas físicas, de forma 100% online. Lançado em 2002, o Programa surgiu com o objetivo
de democratizar o acesso aos títulos públicos, permitindo aplicações a partir R$ 30,00.

O Tesouro Direto é uma excelente alternativa de investimento pois oferece títulos com diferentes tipos de
rentabilidade (prefixada, ligada à variação da inflação ou à variação da taxa de juros básica da economia - Selic),
diferentes prazos de vencimento e também diferentes fluxos de remuneração. Com tantas opções, fica fácil achar o
título indicado para realizar seus objetivos!

Além de acessível e de apresentar muitas opções de investimento, o Tesouro Direto oferece boa rentabilidade e
liquidez diária, mesmo sendo a aplicação de menor risco do mercado.
Renda Fixa
Conheça o Tesouro Direto
SEGURO
Os investimentos em títulos públicos, por meio do Programa Tesouro Direto, são
100% garantidos pelo Tesouro Nacional, ou seja, são os investimentos mais
seguros do país.

100% DIGITAL
Você não precisa sair de casa para investir! Todas as aplicações, resgates e
acompanhamento dos seus investimentos são feitos pelo site, ou se você preferir,
dá para fazer tudo pelo celular também no aplicativo oficial do Tesouro Direto.

FLEXÍVEL
Com o Tesouro Direto, você escolhe os títulos que vai investir de acordo com os seus
objetivos e necessidades e pode resgatá-los, a preços de mercado, a qualquer
momento. São diferentes tipos de rentabilidade, prazos de vencimento e fluxos de
remuneração.
Renda Fixa
Conheça o Tesouro Direto
Renda Fixa
O que é um CDB?

O CDB (certificado de Depósito Bancário) é um título de crédito emitido por bancos que paga uma taxa de juros
prefixada ou pós-fixada e pode ser resgatado a qualquer momento. As aplicações mais usuais são com os CDBs com
prazos de 30 dias a dois anos.
Para os CDBs de prazos mais longos, os bancos costumam fazer uma operação de swap (troca) para o CDI, o que lhes
garante o acompanhamento diário das taxas de juro interbancárias. Dessa forma, os CDBs não correm o risco de
flutuações da taxa, mas também não têm ganhos previamente fixados se a taxa diária cai.
O maior risco desse papel é de inadimplência do emissor, ou seja, em caso de quebra do banco, o resgate do papel
não é honrado. O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) garante essas aplicações até o limite de R$ 250 mil. Mas note
que nesse limite estão incluídos todos os seus créditos com o banco, até mesmo a poupança.
Os bancos também podem emitir recibos de depósito bancário, que são títulos semelhantes aos CDBs, mas pouco
utilizados, porque não podem ser recomprados antes de sua data de vencimento.
Renda Fixa
O que são debêntures?

São títulos de renda fixa de longo prazo emitidos por empresas públicas ou privadas.
Quando uma empresa precisa de dinheiro e não quer tomar um empréstimo bancário, pode recorrer a uma emissão
de debêntures – títulos de longo prazo que pagam taxas de juro e não possuem nenhuma garantia. Por isso, é
importante avaliar a qualidade do emissor do papel antes de optar por esse tipo de aplicação. As debêntures podem
ser simples ou conversíveis em ações. As simples são títulos de dívida tradicional, que pagam juros e são resgatadas
em dinheiro na data do vencimento.
Já as debêntures conversíveis em ações podem, no seu vencimento, ser resgatadas em dinheiro ou convertidas em
ações, à escolha do debenturista (o comprador da debênture). Nesse caso, a escritura de emissão da debênture
deverá estabelecer todas as características da conversão em ações.
Renda Fixa
O que são debêntures?

As debêntures conversíveis em ações reúnem para o investidor as vantagens de dois tipos de aplicações financeiras:
renda fixa e renda variável. Se na data do vencimento o preço de conversão da debênture em ações estiver abaixo
do preço pelo qual a ação está sendo negociada no mercado, o investidor poderá exercer o direito de converter suas
debêntures em ações e depois vender os papéis no mercado, ganhando com a valorização da ação.
Do ponto de vista empresarial, emitir debêntures pode representar um estágio inicial para as empresas que
pretendem abrir seu capital mas não são muito conhecidas pelos investidores.
Referências
LUQUET, Mara, Guia Valor econômico de finanças pessoais – São Paulo: Globo, 2000.

DEBASTIANI, Carlos Alberto, Candlestick: um método para ampliar lucros na Bolsa de Valores – São Paulo: Novatec
Editora, 2007.

ELDER, Alexander, 1950- Aprenda a operar no mercado de ações: como into my trading room / Alexander Elder;
tradução de Afonso Celso da Cunha Serra. – Rio de Janeiro: Alta Books, 2017.

BUSSULADOINVESTIDOR. Disponível em: <[Link] Acesso em 14 out. 2020.

TESOURODIRETO. Disponível em: <[Link] Acesso em 19 out. 2020.


GEAN FORK

NÃO SE ESQUEÇA DE SE ESCREVER!

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