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Matemática: Razão e Proporção Explicadas

O documento aborda conceitos fundamentais de matemática e raciocínio lógico, incluindo razão, proporção, porcentagem, juros compostos e estatística. Ele explora a leitura e interpretação de dados, medidas de centralização e propriedades de proporções, além de aplicações práticas como velocidade média e densidade demográfica. O texto também discute operações comerciais, lucro e prejuízo, e a importância de entender taxas percentuais e juros compostos.

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Matemática: Razão e Proporção Explicadas

O documento aborda conceitos fundamentais de matemática e raciocínio lógico, incluindo razão, proporção, porcentagem, juros compostos e estatística. Ele explora a leitura e interpretação de dados, medidas de centralização e propriedades de proporções, além de aplicações práticas como velocidade média e densidade demográfica. O texto também discute operações comerciais, lucro e prejuízo, e a importância de entender taxas percentuais e juros compostos.

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MATEMÁTICA E RACIOCÍNIO LÓGICO

Prof. Waldomário Melo

MATEMÁTICA E RACIOCÍNIO LÓGICO: Razão, proporção; regra de Usamos escala quando queremos representar
três simples e composta, porcentagem; juros compostos. Estatística.
um esboço gráfico de objetos como móveis, plantas de
Tratamento da Informação: Leitura e interpretação de dados em tabelas
estatísticas e gráficos. Medida de Centralização. Média, moda e uma casa ou de uma cidade, fachadas de prédios,
mediana. Frequências acumuladas e desvio padrão. Desvios, Análise mapas, maquetes etc.
combinatória, Probabilidade, Progressão Aritmética, Progressão c) Densidade Demográfica: O cálculo da densidade
geométrica; Conjuntos (problemas).
demográfica, também chamada de população relativa de
RAZÃO E PROPORÇÃO uma região é considerado uma aplicação de razão entre
1. RAZÃO duas grandezas. Ela expressa a razão entre o número
Você já deve ter ouvido expressões como: "De de habitantes e a área ocupada em certa região.
cada 20 habitantes, 5 são analfabetos", "De cada 10 d=
alunos, 2 gostam de Matemática", "Um dia de sol, para
cada dois de chuva". d) Densidade de um Corpo: Densidade de um corpo é
Em cada uma dessas frases está sempre clara mais uma aplicação de razão entre duas grandezas.
uma comparação entre dois números. Assim, no primeiro Assim, a densidade (volumétrica) de um corpo é a razão
caso, destacamos 5 entre 20; no segundo, 2 entre 10, e entre a massa desse corpo, medida em kg ou gramas e
no terceiro, 1 para cada 2. o seu volume, medido em m³, dm³ ou qualquer outra
Todas as comparações serão matematicamente unidade de volume.
expressas por um quociente chamado razão. 2. PROPORÇÃO
A palavra razão vem do latim “ratio” e significa a a c
divisão ou o quociente entre dois números ou de duas =
grandezas de algum sistema de medidas. b d
Assim: A esse tipo de igualdade entre duas razões dá-
Dados dois números racionais a e b, com b  0, se o nome de proporção.
chamamos de razão ao quociente de a para b. Na expressão acima, a e c são chamados de
antecedentes e b e d de consequentes.
Indicamos razão por ou a : b, onde a é o
A proporção também pode ser representada
antecedente e b é o consequente. como a : b = c : d. Qualquer uma dessas expressões é
lida assim: “a está para b assim como c está para d”. E
1.1 Razões inversas importante notar que b e c são denominados meios e a
Duas razões são denominadas de inversas, e d, extremos.
quando o produto entre elas é igual a um. Amostra: A proporção
3 9
= , ou 3 : 7 : : 9 : 21, é lida da
Exemplos: 7 21
3 5 3 5 seguinte forma: 3 está para 7 assim como 9 está para
e   1 1 1
a) b) 10 e  10  1 21. Temos ainda:
5 3 5 3 10 10 3 e 9 como antecedentes,
Obs.: Grandeza é tudo que se pode contar, medir, pesar, 7 e 21 como consequentes,
enfim enumerar. A relação entre grandezas iguais não 7 e 9 como meios e
tem unidade. 3 e 21 como extremos.
1.2 Razões especiais muito utilizadas em nosso 2.1 PROPRIEDADE FUNDAMENTAL
cotidiano O produto dos extremos é igual ao produto dos
Existem algumas razões especiais muito
a c
utilizadas em nosso cotidiano, entre as quais: velocidade
meios: =  a  d = b  c ; b, d  0
média, escala, densidade demográfica e densidade de b d
um corpo. 6 24
a) Velocidade Média: A "velocidade média", em geral, é Amostra: Se = , então 6 . 96 = 24 . 24 = 576.
24 96
uma grandeza obtida pela razão entre uma distância
percorrida (expressa em quilômetros ou metros) e um 2.2 PROPRIEDADES DA PROPORÇÃO
tempo por ele gasto (expresso em horas, minutos ou a c a b cd
segundos). 1ª)   
b d [Link].b [Link].d
distância percorrida
Vmédia  a c ac
tempo gasto 2ª)  
b d bd
b) Escala: Uma das aplicações da razão entre duas
grandezas se encontra na escala de redução ou escala a c e ace
3ª)   
de ampliação, conhecidas simplesmente como escala. b d f bdf
Chamamos de escala de um desenho à razão entre o 2.3 QUARTA PROPORCIONAL
comprimento considerado no desenho e o comprimento Sendo a, b e c três números racionais diferentes
real correspondente, ambos medidos na mesma de zero, denomina-se de quarta proporcional desses
unidade. a c
compriment o no desenho números um número x, tal que:  .
ESCALA  b x
compriment o real 2.4 PROPORÇÃO CONTINUA
É toda proporção cujos meios são iguais.

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2.5 TERCEIRA PROPORCIONAL Observamos a seguinte tabela de velocidade


É uma proporção contínua. Sendo a e b dois utilizada e o tempo gasto para percorrê-la não formam
números racionais, não nulos, denomina-se de terceira uma múltipla igualdade de razões:
proporcional desses números um número x tal que: 24km / h 30km / h 40km / h 120km / h
   
24 30 40 120
  
a b 10horas 8horas 6horas 2horas 10 8 6 2
 .
b x Mas, se, no entanto, relacionássemos os valores
da velocidade utilizada e o inverso do tempo gasto para
GRANDEZAS PROPORCIONAIS E percorrê-la, teríamos uma múltipla igualdade de razões,
DIVISÃO PROPORCIONAL assim:
1. INTRODUÇÃO 24km / h 30km / h 40km / h 120km / h
   
24 30 40 120
  
Ocorrem no dia-a-dia situações que envolvem 1 1 1 1 1 1 1 1
números tais como: tempo; espaço; velocidade; pressão; 10horas 8horas 6horas 2horas 10 8 6 2
massa; volume; salário; horas de trabalho; número de ou 24 x 10 = 30 x 8 = 40 x 6 = 120 x 2 = 240 = k
empregados etc. A cada uma dessas situações Quando isso ocorre diremos que os valores da
mencionadas acima chamamos de grandeza. primeira coluna (velocidade) são inversamente
Assim, o número de horas de viagem realizado proporcionais aos correspondentes valores da segunda
por um automóvel depende da sua velocidade e do coluna (tempo gasto), ou seja, os números 24, 30, 40 e
espaço a ser percorrido. 120 são inversamente proporcionais a 10, 8, 6 e 2.
As grandezas podem ser: diretamente Uma sucessão numérica (a, b, c) é diretamente
proporcionais ou inversamente proporcionais. proporcional à sucessão (m, p, q) se:
2. GRANDEZAS DIRETAMENTE PROPORCIONAIS a b c
   am  bp  c q  k .
(GDP) 1 1 1
Analisemos a seguinte tabela de preços de kg de m p q
batata.
4. DIVISÃO EM PARTES DIRETAMENTE
Kg de Batata Preço
PROPORCIONAIS
1 kg R$ 2,00
Para decompor um número M em duas partes A
2 kg R$ 4,00
e B diretamente proporcionais a p e q, montamos um
3 kg R$ 6,00 sistema com duas equações e duas incógnitas, de modo
4 kg R$ 8,00
Observamos que a quantidade de Kg de batatas A B
e o preço por elas cobrado forma uma múltipla igualdade que a soma das partes seja A+B=M, mas p  q .
de razões: A solução segue das propriedades das
1kg 2kg 3kg 4kg 1 2 3 4 proporções:
      
RS2,00 RS4,00 RS6,00 RS8,00 2 4 6 8 A B A B M
Quando isso ocorre diremos que os valores da    k
primeira coluna (kg de batatas) são diretamente
p q pq pq
proporcionais aos correspondentes valores da segunda O valor de K é que proporciona a solução pois:
coluna (preço), ou seja, os números 1, 2, 3, 4 são A = K.p e B = K.q
diretamente proporcionais a 2, 4, 6, 8. Com isso, 5. DIVISÃO EM PARTES INVERSAMENTE
podemos afirmar: PROPORCIONAIS
Uma sucessão numérica (a, b, c) é diretamente Para decompor um número M em duas partes A
a b c e B inversamente proporcionais a p e q, deve-se
proporcional à sucessão (m, p, q) se:   k . decompor este número M em duas partes A e B
m p q
diretamente proporcionais a 1/p e 1/q, que são,
K é denominado de constante de respectivamente, os inversos de p e q.
proporcionalidade ou coeficiente de proporcionalidade. Assim basta montar o sistema com duas
3. GRANDEZAS INVERSAMENTE PROPORCIONAIS equações e duas incógnitas tal que A+B=M. Desse
Analisemos a seguinte tabela de velocidade modo:
utilizada e o tempo gasto para percorrer certa distância. A B A B M Mp  q
    k
Velocidade (Km/h) Tempo Gasto (horas) 1 1 1 1 1 1 pq
 
24 10 p q p q p q
30 8 O valor de K proporciona a solução pois: A=K/p e
40 6 B=K/q.
120 2

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6. DIVISÃO EM PARTES DIRETAMENTE Como exemplo, vamos transformar a razão 3/4


PROPORCIONAIS E INVERSAMENTE numa taxa de porcentagem: 3/4 = 0,75 x 100 = 75%.
PROPORCIONAIS 4. FATOR DE AUMENTO E FATOR DE REDUÇÃO
Ver questão. a) Fator de aumento
De modo geral, se determinado valor V sofre um
REGRA DE TRÊS acréscimo segundo uma taxa percentual i, o novo valor
- GDP – ASSINALAR O TERMO DEBAIXO. V1 é dado por:
- GIP – ASSINALAR O TERMO DE CIMA. V1  1  i   V
sendo 1 + i o fator de aumento.
X = PRODUTOS DOS ASSINLADOS b) Fator de redução
PRODUTO DOS NÃO ASSINALADO De modo geral, se determinado valor V sofre um
acréscimo segundo uma taxa percentual i, o novo valor
PORCENTAGEM V1 é dado por:
1. O QUE É PORCENTAGEM? V1  1  i   V
Frases como essas aparecem com frequência no sendo 1 – i o fator de redução.
nosso dia-a-dia. 5. ACRÉSCIMOS E DESCONTOS SUCESSIVOS
Vejamos o significado de algumas delas: Aplicando os conceitos de fator de aumento e fator
a) “Grande liquidação. Desconto de 30%” de redução, podemos resolver questões que envolvem
Isso significa que em cada R$ 100,00 de compra é acréscimos e descontos sucessivos.
feito um desconto de R$ 30,00.
6. OPERAÇÕES COMERCIAIS
Veremos a seguir operações de compra e venda
b) “O índice de reajuste do salário mínimo foi de 42%”.
em que pode ocorrer lucro ou prejuízo.
Isso significa que em cada R$ 100,00 há um aumento
Operações com Lucro
de R$ 42,00
As operações de compra e venda em que ocorre o
lucro são calculadas pela expressão:
2. RAZÃO CENTESIMAL – TAXA PORCENTUAL
L=V–C
Toda razão de consequente 100 chama-se razão
sendo L o lucro, V o preço de venda e C o preço de
centesimal. custo.
Amostra: Operações com Prejuízo
4 12 As operações comerciais em que ocorre prejuízo
a) c)
100 100 são calculadas pela expressão:
30 175 P=C–V
b) d)
100 100 Sendo P o prejuízo, C o preço de custo e V o preço de
venda.
Podemos representar as razões centesimais por JUROS COMPOSTOS
números decimais. Assim, os exemplos anteriores Chamamos de juros compostos a remuneração que o
podem ser representados por: capital C recebe após o período de aplicação, quando a
4 12 cada período t, a partir do segundo, os juros são
a)  0,04 c)  0,12
100 100 calculados sobre o montante do capital C no período
30 175 anterior. No regime de juros compostos, os juros são
b)  0,30 d)  1,75 gerados a cada período e são incorporados ao principal
100 100
Também podemos representar as razões para o cálculo dos juros do período seguinte.
centesimais na forma porcentual (%). Assim, por Chamamos de capitalização o momento em que
exemplo: os juros são incorporados ao principal.
Após três meses de capitalização, temos:
4 12
a)  4% c)  12 % Tempo (t) Montante
100 100 t=0 M = C.(1+i)0 = C
30 175 t=1 M=C.(1+i)
b)  30 % d)  175 %
100 100 t=2 M=C.(1+i).(1+i)
Os numerais 4%, 30%, 12% e 175% bem como t=3 M=C.(1+i). (1+i). (1+i)
qualquer outro escrito na forma % são chamados taxa ... ...
porcentual ou taxa de porcentagem. M=C.(1+i).(1+i). .... (1+i)
Os números fracionários podem também ser t=n
escritos na forma de razão centesimal. n vezes
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Assim, o montante M de um capital C aplicado à taxa


unitária i de juros compostos, a cada período de tempo,
por n períodos, é dado por:
M = C . (1 + i)t
Obs: Juros = M – C
O fator (1 + i)n é chamado de capitalização.
NOÇÕES DE ESTATÍSTICAS
1. Estatística é a ciência que se preocupa com a coleta, 4.2 Distribuição de frequência com intervalos de
organização, descrição, análise e interpretação de dados classe
experimentais. Quando o tamanho da amostra é elevado e o
2. População é um conjunto de indivíduos, objetos ou número de variáveis é muito grande, é mais racional
informações que apresentam pelo menos uma efetuar o agrupamento dos valores em vários intervalos
característica comum. de classe.
3. Amostra é uma parte representativa de uma Amostra:
população.
As características das populações são chamadas
de variáveis, que podem ser divididas em:
Qualitativas:
- nominal (sexo, cor dos olhos...)
- ordinal (classe social, grau de instrução...)
Quantitativas:
- contínua (peso, altura...)
5. Representação Gráfica de uma distribuição de
- discreta (número de filhos, número de carros...)
frequências
4. Distribuição de Frequências 5.1 Histograma e polígono de frequências
Um conjunto de observações de certo fenômeno, - Histograma é um gráfico formado por um conjunto de
não estando adequadamente organizado, fornece pouca retângulos justapostos.
informação de interesse ao pesquisador e ao leitor. - Polígono de frequências é obtido unindo-se por
Para uma visão rápida e global do fenômeno em segmentos de reta os pontos médios das bases
estudo é preciso que os dados estejam organizados. superiores dos retângulos de um histograma.
Uma das formas de se fazer a organização dos dados
coletados em uma pesquisa é através das distribuições
de frequência.
Representação dos Dados (Amostrais ou Populacionais)
Dados brutos: são aqueles que não foram
numericamente organizados, ou seja, estão na forma
com que foram coletados.
Amostra: Números de filhos de um grupo de 50 casais

5.2 Gráfico em curvas ou em linhas


São usados para representar séries temporais,
principalmente quando a série cobrir um grande número
de períodos de tempo.
ROL: é a organização dos dados brutos em ordem de
grandeza crescente ou decrescente.
Amostra: Números de filhos de um grupo de 50 casais

4.1 Distribuição de frequência sem intervalos de


classe
É a simples condensação dos dados conforme 5.3 Gráfico em Colunas
as repetições de seus valores. É a representação de uma série estatística
Amostra: Número de pontos obtidos pelos alunos na através de retângulos, dispostos em colunas (na vertical)
disciplina-X, colégio-Y, em 2007. ou em retângulos (na horizontal). Este tipo de gráfico
representa praticamente qualquer série estatística.
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Média aritmética ponderada:

Moda é o valor que se repete o maior número de vezes


(maior frequência), entre os dados obtidos.
Mediana é o valor central entre os dados obtidos,
estando esses dados em ordem crescente ou
decrescente.
5.4 Gráfico em Barras Devemos considerar dois casos:
É representado por retângulos dispostos 1° caso: se o N for ímpar a mediana é o termo de
horizontalmente, prevalecendo os mesmos critérios ordem:
adotados na elaboração de gráfico em coluna.
2° caso: se o N for par a mediana é a média aritmética
dos termos de ordem:

7. MEDIDAS DE DISPERSÃO
Consideremos a seguinte situação:
Uma pessoa é encarregada de organizar
5.5 Gráfico em Setores atividades de lazer para um grupo um grupo de 8
pessoas e recebe a informação de que a média de idade
do grupo é 25 anos. Nesse caso, apenas a informação
da média não é suficiente para planejar as atividades,
pois podemos ter grupos com média de idade de 25
anos com características diferentes. Observe as
possibilidades abaixo:
 Grupo 1: 25 anos; 25 anos; 25 anos; 25 anos; 25
anos; 25 anos; 25 anos; 25 anos.

 Grupo 2: 25 anos; 20 anos; 18 anos; 17 anos; 32


É a representação gráfica de uma série anos; 30 anos; 21 anos; 37 anos.
estatística em um círculo de raio qualquer, por meio de
setores com ângulos centrais proporcionais às
ocorrências. É utilizado quando se pretende comparar  Grupo 3: 5 anos; 70 anos; 20 anos; 28 anos; 29
cada valor da série com o total. anos; 19 anos; 7 anos; 22 anos.
O total da série corresponde a 360º (total de
graus de um arco de circunferência).
O gráfico em setores representa valores Observamos que a medida de tendência central
absolutos ou porcentagens complementares. (média) não é suficiente para uma análise conclusiva da
As séries geográficas, específicas e as amostra, pois a pessoa encarregada não poderá como,
categorias em nível nominal são mais representadas em por exemplo, passar uma atividade de esportes radicais
gráficos de setores, desde que não apresentem muitas ao Grupo 3, já que há crianças e idosos nesse grupo.
parcelas (no máximo sete). Por isso precisamos de outras medidas para
Cada parcela componente do total será expressa avaliar a distribuição de uma amostra de números. Para
em graus, calculada através de uma regra de três: estudar situações como a do exemplo anterior,
Total 360° precisaremos estudar as medidas de dispersão.
Parte x° 7.1 Desvio absoluto médio
6. MEDIDAS DE POSIÇÃO Observe as notas das cinco avaliações de José
MÉDIAS, MODA E MEDIANA Benício de uma escola em Ananindeua.
a) Média aritmética simples: 1ª aval = 8,0
(da população) 2ª aval = 4,5
3ª aval = 6,5
(da amostra) 4ª aval = 4,0
5ª aval = 9,0
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Calculando a média, temos: Observação Hertz:


I. O desvio padrão tem a mesma unidade dos
dados da amostra, logo ele é mais utilizado do
Para determinar o quanto cada nota está que a variância.
afastada da média aritmética, basta efetuar a diferença II. Se em uma amostra de volume a medida for litro,
entre a nota e a média, nessa ordem; essa diferença é o desvio também será dado em litro, ao passo
chamada de desvio da nota. Esses desvios são: que a variância seria em litro2.
d1 = 8,0 – 6,0 = 2,0 III. Se os valores dos dados se repetirem em todas
d2 = 4,5 – 6,0 = - 1,5 as amostras, então a variância da amostra será
d3 = 6,5 – 6,0 = 0,5 zero.
d4 = 4,0 – 6,0 = - 2,0 IV. Se os dados estiverem muito espalhados, então
d5 = 9,0 – 6,0 = 3,0 a variância da amostra acusará um número
O módulo de cada um desses desvios é positivo elevado. Assim, uma grande variância
chamado de desvio absoluto da nota, ou seja, o desvio significará uma grande dispersão dos dados em
absoluto da nota 4,0 é │4,0 – 6,0│ = 2,0. De forma relação à média.
análoga para as outras notas. V. Quanto menor o desvio padrão, mais os valores
A média aritmética entre esses desvios absolutos da variável se aproximam de sua média.
é chamada de desvio absoluto médio (dm), logo: VI. Quanto maior o desvio padrão, mais significativo
à heterogeneidade entre os elementos de um
conjunto.
PRINCÍPIOS DE CONTAGEM e
PROBABILIDADES
ou seja, as notas de José Benício estão, em média, 1,8 ANÁLISE COMBINATÓRIA
acima ou abaixo da média aritmética 6,0, 1. INTRODUÇÃO
A Análise Combinatória é uma parte da
Dado uma amostra de números reais, x1, x2, x3, ..., xn e matemática que estuda e desenvolve métodos para a
chamando a média aritmética e di = xi – , o desvio resolução de problemas que envolvam contagem.
absoluto, então chama-se desvio absoluto médio, e se
indica por dm, o número: As origens dos problemas de apareceram com
Blaise Pascal e Pierre de Fermet.
Temos também outros que desenvolveram
estudos, com destaque para os suíços Jaques Bernoulli
e Leonhard Euler e para o alemão Gotfried W. Leibniz.
7.2 Variância (V) 2. PRINCIPIO FUNDAMENTAL DE CONTAGEM
Chama-se variância a média aritmética entre os Princípio Aditivo:
quadrados dos desvios dos elementos de uma amostra, Se um evento pode ocorrer por x ou y maneiras
ou seja, distintas e independentes entre si, para ocorrer esse
evento existem x.y possibilidades.

Princípio multiplicativo:
A variância é suficiente para diferenciar a Se um evento pode ser dividido em duas etapas, em
dispersão dos grupos: o grupo 1 não tem dispersão (V = que para realizar a 1ª etapa existem m maneiras e para
0) e o grupo 3 tem uma dispersão maior que o grupo 2. realizar a 2ª etapa, n maneiras, então para a ocorrência
Contudo, não é possível expressar a variância na mesma desse evento existem m, n possibilidades.
unidade dos valores da variável, uma vez que os desvios
Importante:
são elevados ao quadrado.
7.3 Desvio Padrão (DP) (1) No princípio multiplicativo, o resultado final
Denomina-se desvio padrão de um conjunto de depende de todas as etapas, por isso se multiplicam
dados, a raiz quadrada da variância. as possibilidades.
3. FATORIAL DE UM NÚMERO NATURAL
Sendo n um número natural, por definição:
n! = n . (n – 1) . (n – 2). (...) . 4 . 3 . 2 . 1, se n  2

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O fatorial de zero e o fatorial de um são 8) Considere todas as placas de veículos desde NCD-
definidos como sendo a unidade, ou seja: 4000 até NCD-9999. O número de placas que
possuem os dígitos todos diferentes é:
0! = 1. e 1! = 1. A) 2.520 B) 3.024 C) 3.528 D) 3.786 E) 4.032
Exemplos:
3! = 3 . 2 . 1 = 6. 9) Um restaurante oferece no cardápio duas saladas
4! = 4 . 3 . 2 . 1 = 24. distintas, quatro tipos de pratos de carne, cinco
5! = 5 . 4 . 3 . 2 . 1 = 120. variedades de bebidas e três sobremesas diferentes.
6! = 6 . 5 . 4 . 3 . 2 . 1 = 720 Uma pessoa deseja uma salada, um prato de carne,
7! = 7 . 6 . 5 . 4 . 3 . 2 . 1 = 5 040 uma bebida e uma sobremesa. De quantas maneiras
a pessoa poderá fazer seu pedido?
Observações:
A) 90
(1) 7! = 7 . 6! = 7 . 6 . 5! = 7 . 6 . 5 . 4! = ...
B) 100
(2) Para simplificar frações contendo fatorial, procura-se
C) 110
deixar o fatorial do maior número em função do
D) 130
menor.
E) 120
Exemplo:
10) Durante a Copa do Mundo, que foi disputada por 24
países, as tampinhas de Coca-Cola traziam palpite
(3) O fatorial de um número natural é uma operação
sobre os países que se classificariam nos três
aritmética que não admite certas propriedades
primeiros lugares (por exemplo: 1° lugar, Brasil, 2°
numéricas. Veja:
lugar, Nigéria, 3° lugar, Holanda). Se, em cada
2! + 3!  5! e (4!).(3!)  (4.3!)
tampinha, os três países são distintos, quantas
Importante: Utilizando o fatorial de um número natural,
tampinhas diferentes poderiam existir?
será possível retornamos aos problemas de contagem
a) 69
por meio de padrões e fórmulas.
b) 2024
EXERCÍCIOS DE APRENDIZAGEM c) 9562
1) Uma pessoa dispõe de 6 calças, 4 paletós e 10 d) 12144
camisas distintas entre si. De quantas maneiras e) 13824
diferentes ela pode se vestir?

2) Quatro processos, numerados de 1 a 4, deverão ser


distribuídos entre três procuradores: Átila, Hércules e 11) Observe o diagrama:
Ulisses. Um mesmo procurador pode receber até
quatro processos, exceto o procurador Átila, que não
pode receber o processo número 2. O número de
maneiras diferentes de se fazer tal distribuição é:
A) 81
B) 64
C) 54
D) 11
E) 8
3) (Faap–SP) Num hospital existem 3 portas de entrada
que dão para um amplo saguão, onde há 5
elevadores. Um visitante deve se dirigir ao 6° andar,
utilizando um dos elevadores. De quantas formas
diferentes poderá fazê-lo? O número de ligações distintas entre X e Z é:
A) 41
4) Quantos números de três algarismos podemos B) 45
formar com os algarismos 2, 3, 4, 6 e 7? C) 35
D) 39
5) Quantos números de três algarismos distintos
podemos formar com os algarismos 2, 3, 4, 6 e 7?

6) Quantos números pares de três algarismos distintos


podemos formar com os algarismos 2, 3, 4, 6 e 7?

7) Ao lançarmos sucessivamente 3 moedas, quantas e


quais são as possibilidades de resultado?
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4. ARRANJOS SIMPLES 16) Quantos números inteiros positivos, com 3


Dados um conjunto x com n elementos, chama- algarismos significativos distintos, são múltiplos de
se arranjo simples dos n elementos dados, tomados p a 5?
p, a qualquer sequência de p elementos distintos a) 128 b) 136 c) 144 d) 162 e) 648
formada com p elementos de x. 5. PERMUTAÇÃO SIMPLES
A palavra simples é utilizada para indicar que os Considere a seguinte situação:
elementos de um mesmo agrupamento são distintos. Uma pessoa, ao abrir uma conta corrente em um
Indica-se por A pn ou An,p com n  p, o número total banco, deve escolher uma “senha” composta de quatro
desses arranjos, de tal forma que: algarismos. Se essa pessoa gosta dos algarismos
3;4;5;8 e deseja colocá-los numa certa ordem para
n!
A pn = formar a senha, pergunta-se: qual o número total de
(n  p)! senhas que podem ser formadas com esses algarismos?
Exemplos: * Vamos ver quais são as possibilidades:
3 5! 3458 4358 5348 8345
A5 =
(5  3)! 3485 4385 5384 8354
3 5 . 4 . 3 . 2! 3548 4538 5438 8435
A 5 = 3584 4583 5483 8453
2! 3845 4835 5834 8534
3
A5 = 5 . 4 . 3 3854 4853 5843 8543
3
ou seja, há 24 senhas possíveis.
A 5 = 60 Poderíamos obter o total de senhas, utilizando o
princípio multiplicativo, ou seja: 4 . 3 . 2 . 1 = 24
Observações: Como são quatro algarismos e devemos
Embora ainda não seja necessário direcionarmos os formar sequências com esses quatro algarismos,
diversos tipos de agrupamento que são estudados, é então o total de possibilidades pode ser determinado,
importante destacar que nos problemas de arranjos fazendo:
simples cada agrupamento se diferencia dos demais em 4 4
4! 4 . 3 . 2 .1 4
duas situações: A4 = A4 = A 4 = 24
* Pela ordem dos elementos (4  4)! 1
AEIAI E Observe que, na situação apresentada,
* Pela natureza dos elementos formamos arranjos simples, de tal forma que em cada
AEIAE U agrupamento todos os elementos disponíveis
EXERCÍCIOS DE APRENDIZAGEM apareceram. O que diferencia um agrupamento do outro
12) Calcule: é a permutação entre as posições dos elementos.
a) A6,2 e) A4,1 Podemos, por esse motivo, chamar tais arranjos de
b) A4,3 f) A7,2 permutações.
c) A8,4 g) A9,3 Uma permutação de n objetos ou elementos distintos
d) A5,4 h) A10,2 é qualquer agrupamento ordenado desses n objetos. O
número total dessas permutações é Pn, onde
13) Dez pessoas disputam uma corrida. Quantos são os Pn = A nn = n!
possíveis resultados para as três primeiras 6. PERMUTAÇÃO COM REPETIÇÃO
colocações, sabendo que não pode haver empates? Existem situações envolvendo permutações em
que aparecem elementos repetidos.
14) Quantos números de três algarismos distintos podem Considere todos os anagramas que podem ser
ser formados com os números primos pertencentes formados com as letras da palavra: OSSOS, ou seja:
ao conjunto A = {1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10}? 10 anagramas
Será que são apenas esses 10 anagramas, ou
15) Quantos números de 4 algarismos distintos. Maiores existirão outros?
que 1 000, podemos escrever no sistema de Ao considerar todas as permutações das cinco
numeração decimal? letras da palavra OSSOS, a letra A aparece 3 vezes e a
a) 4 536 letra O, 2 vezes. Como P5 fornece o número de
b) 3 024 permutações simples das 5 letras, esse total deverá ser
c) 6 561 dividido por P3 (que é o número de permutações das 3
d) 5 040 letras S) e por P2 (que é o número de permutações das 2
e) 9 999 letras O), ou seja:

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PCn = (n – 1)!
Observações:
Nesse exemple, quando calculamos P5, incluímos P3 EXERCÍCIOS DE APRENDIZAGEM
(permutação das 3 letras S) e P2 (permutação das 2 17) Determine quantos anagramas podemos formar com
letras O) que, evidentemente, só podem ser as seguintes palavras:
consideradas uma única vez. a) MISSISSIPPI
Generalizando: b) BORBOLETA
Uma permutação de n elementos é qualquer c) MATEMÁTICA
agrupamento ordenado desses n elementos. Se, entre d) ARARAQUARA;
esses n elementos existem elementos que aparecem  e) ABÓBORA;
f) BISCOITO;
vezes,  vezes,  vezes, ..., o número total dessas
g) BATATA
permutações é dado por
h) MATEMATICA
α,β,γ,... n!
Pn =
α! . β! . γ! (...)
7. PERMUTAÇÃO CIRCULAR 18) Em relação à palavra LUCIANO, determine:
Uma permutação circular é aquela em que os a) o número de anagramas.
elementos são dispostos em torno de um círculo. b) o número de anagramas que começam por
Vamos imaginar, como exemplo, que desejamos consoante.
saber de quantas maneiras podemos dispor 4 pessoas c) o número de anagramas que começam por vogal
ao redor de uma mesa circular. e terminam por consoante.
Duas permutações circulares são diferentes quando
a posição relativa dos elementos é diferente. Assim, as 4 19) Responda:
figuras abaixo representam uma só permutação circular: a) Quantos são os anagramas da palavra
PERDÂO?
b) Quantos são os anagramas da palavra PERDÃO
que iniciam com P e terminam por O?
c) Quantos são os anagramas da palavra PERDÃO
em que as letras A e O aparecem juntas e nessa
ordem (ÃO)?
d) Quantos são os anagramas da PERDÃO em P e
O aparecem nos extremos?
20) Quantos anagramas da palavra SIMULADO:
a) começam com S?
b) começam com S e terminam com O?
Se a cada permutação circular de 4 elementos c) começam com vogal?
corresponde um grupo de 4 permutações simples, então: d) terminam por consoante?
Circular Simples e) têm as letras SIM juntas, nessa ordem?
1 4 f) têm as letras SIM juntas?
PC4 P4 21) Em um concurso com 5 vagas, os candidatos
4 . 3! aprovados serão alocados, cada um, em um dos
 4 . PC4 = P4  PC4 =  3! municípios A, B, C, D ou E. O primeiro colocado foi
4
designado para o município A. O número de
Generalizando: possíveis alocações dos outros candidatos
A cada permutação circular de n elementos aprovados é:
corresponde um grupo de n permutações simples. A) 120 B) 24 C) 30 D) 6 E) 4
Então:
22) Considere as 24 permutações das letras P, C, E e M.
Circular Simples Se colocarmos essas 24 permutações em ordem
1 n alfabética, a permutação PCEM ocupará a posição
PCn Pn de ordem:
P A) 24
1 n . (n  1)!
 n = n! 
n B) 21
 PCn =
PC P n n n C) 19
n n
D) 18
Logo, o número de permutações circulares de n
E) 17
elementos é dado por:
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23) A sigla de Assembleia Legislativa do Estado da Bahia Combinações Arranjos


é “ALBA”. Embaralhando as letras de ALBA, o
número de sequências diferentes que podem ser 1 2!
formadas com essas mesmas 4 letras é:
A) 4 2 2
C5 A5
B) 6
C) 8 A2
D) 10 1 = 2! 2 2 20
 C5 = 5
 C5 =  10
E) 12 C2 A2 2! 2
24) Em um campeonato de futebol amador de pontos 5 5

corridos, do qual participam 10 times, cada um Agora, vamos generalizar!


desses times joga duas vezes com cada adversário, Dado um conjunto com n elementos, chama-se
o que totaliza exatas 18 partidas para cada. combinação simples dos n elementos dados, tomados p
Considerando-se que o time vencedor do a p, a qualquer subconjuntos de p elementos distintos
campeonato venceu 13 partidas e empatou 5, é escolhidos entre os n elementos.
correto afirmar que a quantidade de maneiras O número de combinações de n elementos,
possíveis para que esses resultados ocorram dentro tomados p a p, representado por C pn ou Cn, p pode ser
do campeonato é.
calculado por proporção.
A) superior a 4.000 e inferior a 6.000.
B) superior a 6.000 e inferior a
Combinações Arranjos
8.000.
Simples Simples
C) superior a 8.000.
D) inferior a 2.000.
1 p!
E) superior a 2.000 e inferior a
4.000.
C pn A pn
25) Um grupo de 5 pessoas do
mesmo setor empresarial
1 p! Ap
decidem almoçar fora do prédio comercial, ao chegar n
  C pn =
no restaurante sentam-se em volta de uma mesa p!
circular. Assinale a alternativa que apresenta a Cp Ap
n n
quantidade de modos distintos que esse grupo pode n!
se sentar à mesa.
n! (n  p)!
A) 15 modos Como A pn = , temos: C pn =
B) 12 modos (n  p)! p!
C) 24 modos n!
Portanto, C pn =
D) 32 modos p! . (n  p)!
8. COMBINAÇÕES SIMPLES Observações:
Um grupo formado por 5 pessoas resolve formar (1) n  p
uma comissão com 2 pessoas que ficarão encarregadas (2) Como nas combinações simples os agrupamentos
de organizar um almoço de confraternização. Qual o são subconjuntos, a ordem dos elementos não altera
número total de possíveis comissões? os agrupamentos.
Vamos considerar as pessoas A, B, C, D e E e
todos os possíveis arranjos simples dessas 5 pessoas (3) Nos problemas que envolvem arranjos simples, a
duas a duas ordem dos elementos interessa na formação dos
2 5!
agrupamentos, enquanto, na combinação, isso não
A5 = 5 . 4 . 3!
  20 importa.
(5  2)! 3!
EXERCÍCIOS
Esses 20 arranjos podem ser esquematizados da
01. Um órgão público dispõe de 6 Economistas e 6
seguinte maneira:
Administradores. Quantas comissões podem ser
A comissão formada pelas pessoas B e D
constituídas por 3 Economistas e 4 Administradores?
(representada por B, D) é a mesma formada por D e B
a) 300.
(representadas por D, B). Se apresentarmos o número
b) 40.
2
de maneiras de escolher 2 pessoas, por C5 c) 43200.
(combinação de 5 tomados 2 a 2), a cada uma dessas d) 320.
combinações corresponderão dois arranjos simples: e) 60
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02. Quantos códigos diferentes podemos obter de todos os resultados possíveis é:


reagrupando os algarismos 12231? S = {C, K}, em que C = cara e K = coroa.
a) 120. b) 60. c) 30. d) 20. e) 100.
03. Se uma pessoa gasta exatamente 30 segundos para 02) No lançamento de duas moedas, os resultados
escrever cada anagrama da palavra VISEU, quanto possíveis para a face que fica virada para cima são:
tempo levará para escrever todos, se não parar nenhum S = {(C. C), (C, K), (K, C), (K, K))}
instante para descansar? 3. EVENTOS
a) 1 hora.
Qualquer subconjunto de espaço amostral S é
b) 40 minutos.
denominado evento.
c) 1.800 segundos.
Amostra:
d) 50 minutos.
03) Lançam-se uma moeda e um dado. Enumerar os
e) 1 hora e 20 minutos.
seguintes eventos:
04. Para a realização de vários projetos, uma empresa E1: sair cara e face par E2: sair coroa
dispõe de 6 engenheiros e 10 técnicos. De quantas
maneiras podem ser formadas equipes compostas por 2 Resolução
engenheiros e 4 técnicos? Vamos construir a seguinte tabela de dupla
a) 225 entrada para determinar o espaço amostral.
b) 3.150
c) 1.512 Dado 1 2 3 4 5 6
d) 5.100 Moeda
e) 3.160 C (C, 1) (C, 2) (C, 3) (C, 4) (C, 5) (C, 6)
K (K, 1) (K, 2) (K, 3) (K, 4) (K, 5) (K, 6)
05. De um grupo de 10 biólogos, de quantas maneiras
Os eventos pedidos são:
posso escolher 2 ou mais para participar de uma
E1={(C, 2), (C, 4), (C, 6)} e
pesquisa?
E2={(K, 1), (K, 2), (K, 3), (K, 4), (K, 5), (K, 6)}
a) 45
Note que os ventos E1 e E2 são subconjuntos do
b) 1.021
espaço amostral.
c) 580
d) 1.024
3.1 Evento Certo
e) 1.013
O espaço amostral S também é um evento (todo
06. Quantos anagramas podemos formar com as letras conjunto é subconjunto de si mesmo). Ele é denominado
da palavra ECONOMIA? evento certo, aquele que ocorre com certeza.
a) 8!
b) 6! Amostra: No lançamento de um dado, seja o evento E:
c) 20.160 sai face menor que 7.
d) 10.080 Esse evento pode ser enumerado assim: E = {1, 2, 3, 4,
e) 5.400 5, 6}
NOÇÕES DE PROBABILIDADE Note que o evento E coincide com o espaço amostral S e
portanto o evento E é o Evento certo.
1. INTRODUÇÃO
Muitos povos da Antiguidades por hábito ou 3.2 Evento impossível
passatempo, gostavam de algum tipo de jogo de azar. O subconjunto vazio () de um espaço amostral
S é denominado evento impossível aquele que nunca
Acredita-se que a partir daí tenham surgido as ocorre.
primeiras ideias sobre probabilidade. Amostra: No lançamento de dois dados, seja o evento
A teoria das probabilidades é um dos importantes E: obter soma maior que 12.
ramos da matemática, cuja aplicação pode ser Esse evento nunca ocorre, pois a soma máxima
observada em diversas áreas, como medicina, indústria, possível é 12, e portanto E = .
empresas de seguro, astronomia e muitas outras. Então dizemos que evento E é um evento
2. ESPAÇO AMOSTRAL impossível
O conjunto de todos os resultados possíveis de 4. OPERAÇÕES COM EVENTOS
um experimento aleatório é denominado especo 4.1 União de Eventos
amostral, e será indicado por S. Vamos considerar o experimento “lançar um
Amostra: dado e observar o número de face voltada para cima”.
01) Seja o experimento “lançar uma moeda honesta e O espaço amostral desse experimento é S = {1,
observar a face que fica voltada para cima”. O conjunto 2, 3, 4, 5, 6}.
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Vamos considerar agora os eventos E1 e E2, Ao evento “não sair bolinha par” denominamos evento
relativos a esse experimento. complementar do evento E e indicamos por E .
E1: ocorrer face par.
Então, temos E = {1, 3, 5}
E2: ocorrer número menor que 3.
Então E1 = {2, 4, 6} e E2 = {1, 2} Note que: E  E =  (E e E são mutuamente exclusivos)
Vamos determinar o evento E1  E2 : ocorrer face E  E= S
par ou um número menor que 3. E=S–E
E1  E2 : {1, 2, 4, 6}
EXERCÍCIOS
O evento E1  E2 é denominado evento união.
Visualizando num diagrama, temos: 01) No lançamento de dois dados D1 e D2, tem-se o
espaço amostral, apresentado, a seguir, em forma de
S tabela de dupla entrada.
E1 E2 D2 1 2 3 4 5 6
4 D1
2 1 1 (1, 1) (1, 2) (1, 3) (1, 4) (1, 5) (1, 6)
6 2 (2, 1) (2, 2) (2, 3) (2, 4) (2, 5) (2, 6)
3 (3, 1) (3, 2) (3, 3) (3, 4) (3, 5) (3, 6)
3 5
4 (4, 1) (4, 2) (4, 3) (4, 4) (4, 5) (4, 6)
4.2 Intersecção de Eventos 5 (5, 1) (5, 2) (5, 3) (5, 4) (5, 5) (5, 6)
6 (6, 1) (6, 2) (6, 3) (6, 4) (6, 5) (6, 6)
Considere o mesmo experimento anterior e os eventos
E1 e E2. Enumere os seguintes eventos:
Vamos determinar, agora, o evento E1  E2: ocorrer face a) A: a soma dos pontos é 8
par e um número menor que 3. b) B: sais face iguais
c) C: uma das faces é o dobro da outra
E1  E2 = {2}
d) D: a soma das faces é maior que 12
O evento E1  E2 é denominado evento intersecção.
Visualizando num diagrama, temos: 02) No lançamento de um dado, enumere os seguintes
eventos:
S a) A: ocorrer face ímpar
b) B: ocorrer face menor que 3
E1 E2 c) ocorrer face maior que 6
4
d) Ocorrer um múltiplo de 2
2 1
6 03) Considere o evento “lançamento de duas moedas e
observação das faces voltadas para cima”. Construa
3 5 o espaço e enumere os seguintes eventos:
Caso particular – eventos mutuamente excluídos a) A: ocorrer cara em umas das faces
São eventos que não ocorrem simultaneamente, b) B: ocorrer coroa em umas das faces
isto é E1E2=. c) A  B
Considerando o mesmo experimento anterior e d) C: não ocorrer nenhuma cara
os eventos 5. PROBABILIDADE DE UM EVENTO
E1: obter face ímpar; Denomina-se espaço amostral equiprovável de
E2: obter face par. um experimento aleatório aquele cujos elementos tem a
Os eventos E1 e E2 são denominados mesma chance de ocorrer.
mutuamente exclusivos. Sejam S um espaço amostral equiprovável de
S um experimento aleatório e E um evento desse espaço
E1 E2 amostral.
1 4 A probabilidade de o evento E ocorrer é definida
5 2 pelo número real P(E), tal que:
6
3

4.3 Eventos Complementares Sendo:


Vamos considerar o experimento “sortear uma bolinha
numerada de 1 a 5”.
O espaço amostral desse experimento é S = {1, 2, 3, 4,
5}
Seja o evento E: sair bolinha par. Então: E = {2 4}
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Observe abaixo: EXERCÍCIOS DE APRENDIZAGEM


04) No lançamento de um dado, determinar a 08) Uma carta é extraída aleatoriamente de um baralho
probabilidade de se obter: de 52 cartas. Calcule a probabilidade de a carta
a) o número 3. escolhida ser:
b) um número maior que 2. a) um rei de copas
b) uma figura
05) Considerando o experimento aleatório “lançar dois
dados e observar as faces voltadas para cima”, 09) Duas cartas são retiradas aleatoriamente de um
determinar a probabilidade de se obter. baralho. Determine a probabilidade de se obterem:
a) a soma dos pontos igual a 10 a) dois reis
b) o número em uma das faces igual ao dobro do b) duas figuras
número na outra face. c) duas cartas de ouro
c) a soma dos pontos igual a 13.
d) a soma dos pontos menor ou igual a 12. 10) Uma moeda é lançada três vezes. Determine a
e) faces iguais probabilidade:
06) De um baralho de 52 cartas, tira-se ao acaso uma a) de se obterem duas coroas e uma cara
das cartas. Determinar a probabilidade de que a b) de se obterem nenhuma cara.
carta seja:
a) Um valete 11) Retira-se uma carta de um baralho com 52 cartas.
b) Um rei de copas Qual é a probabilidade de sair um rei ou uma carta
c) Uma carta de espadas de espadas?
07) Em uma caixa existem cinco bolas brancas e oito
bolas azuis. Duas bolas são retiradas 12) Um número é escolhido ao acaso entre 15 números
simultaneamente da caixa, aleatoriamente. Qual a inteiros, de 1 a 15. Qual é a probabilidade de o
probabilidade de serem brancas? número:
a) ser múltiplo de 3 ou de 4?
6. PROPRIEDADE DAS PROBABILIDADES b) ser impar ou múltiplo de 5?
Veremos agora duas importantes propriedades 13) No lançamento de três moedas, qual é a
das probabilidades. probabilidade de se obterem exatamente duas caras
1ª Propriedade: ou três coroas?
A probabilidade do evento certo é igual a 1,
8. PROBABILIDADE DO EVENTO
isto é: P(S) = 1
COMPLEMENTAR
2ª Propriedade:
A probabilidade de ocorrer um evento E do Sejam os eventos E o seu complementar E , do
espaço amostral S é sempre maior que ou igual a zero e espaço amostral S. Como E e E são mutuamente
menor ou igual a 1. exclusivos, isto é, E E =, temos: P(E E )=P(E)+P( E )
7. PROBABILIDADE DA UNIÃO DE DOIS Como E  E = S, então: P(E  E ) = 1. Portanto:
EVENTOS P(E) + P( E ) = 1
Sejam E1 e E2 eventos quaisquer de um espaço 9. PROBABILIDADE CONDICIONAL
amostral. Vamos considerar o seguinte problema: um grupo
Então: de vinte estudantes é formado por treze homens e sete
P(E1  E2) = P(E1) + P(E2) – P(E1  E2) mulheres. Nesse mesmo grupo, cinco homens e três
Observações: mulheres usam óculos, como mostra o quadro.
1ª) Se os eventos forem mutuamente exclusivos, isto é, Óculos
Usam Não usam Total
E1  E2 = , então, teremos: Sexo
P(E1  E2) = P(E1) + P(E2) Homem 5 8 13
2º) Se E1, E2, E3, . . ., En, são eventos dois a dois Mulher 3 4 7
mutuamente exclusivos, então: Total 8 12 20
P(E1  E2  . . .  En) = P(E1) + P(E2) + . . . + P(En) Suponha agora a seguinte pergunta: Escolhida
uma mulher do grupo, qual é a probabilidade de ela não
usar óculos.
Resolução:
E1: o estudante escolhido é mulher.
E2: o estudante escolhido não usa óculos.
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Observe que a informação “escolhida uma mulher” Observe os exemplos abaixo:


reduz o espaço amostral. O “novo” espaço amostral 14) Seja uma urna contendo seis bolas numeradas de 1
agora é constituído por sete mulheres, das quais quatro a 6 qual é a probabilidade de retirar a bola número 1
não usam óculos. e, sem reposição desta, a bola número 2 sair em
Não fica difícil entender, então, que a pergunta seguida?
equivale a P(E1  E2), em que n(E1) = 7 (novo espaço
amostral) e n(E1  E2) = 4. 15) Qual é a probabilidade de, no lançamento de um
4 dado branco e um dado preto, ocorrer face 4 no
Então, temos: P(E1  E2) = dado branco e face 2 no dado preto?
7
A probabilidade de o evento E2 ocorrer sabendo 16) Lançam-se um dado e uma moeda. Qual é a
que o evento E1 ocorreu, ambos no espaço amostral S, é probabilidade de se obter face 3 no dado e coroa na
denominado probabilidade condicional, indicada pela moeda?
expressão:
P E1  E 2  17) Lançam-se três dados. Qual é a probabilidade de se
P E 2 E1   sendo P(E1)  0
P  E1  obter face 5 nos três?
n(E  E ) n(E ) 18) Uma urna A contém quatro bolas azuis e três bolas
1 2 1
Sendo P(E1  E2) = e P(E1) =
n(S) n(S) pretas. Uma urna B contém três bolas azuis e duas
pretas. Escolher-se uma urna ao acaso e extrai-se
Aplicando essa expressão no exemplo dado,
dela uma bola. Qual é a probabilidade de a bola ser
temos:
preta?
P(E1  E2) =  P(E1  E2) =
19) A probabilidade de que um homem esteja vivo daqui
n(E ) 7
P(E1) = 1
 P(E1) = a quarenta anos é 1/5; a de sua mulher, 3/5.
n(S) 20 Determine a probabilidade de que daqui a quarenta
anos.
P(E  E )
Então: P(E2 / E1)= 1 2  P(E2/ E1) =  a) somente a mulher esteja viva.
P(E ) b) Nenhum esteja viva.
1
P(E2 / E1) = 4/7
Resolução:
Portanto, a probabilidade de o estudante escolhido
Sejam os eventos:
não usar óculos, sabendo que é mulher, é 4/7.
E1: o homem estar vivo daqui a quarenta anos
10. PRODUTO DE PROBABILIDADE E2: a mulher estar viva daqui a quarenta anos
Em decorrência da definição de probabilidade
condicional, podemos estabelecer uma relação que Então, temos: P(E1) = e P(E2) =
permite calcular a probabilidade de ocorrerem os eventos
Se E 1 e E 2 são os eventos “o homem não estar vivo”
E1 e E2. Essa relação, conhecida como regra do
produto, é dada por: e “a mulher não estar viva” daqui a quarenta anos,
respectivamente, então:
P(E1  E2) = P(E1) . P(E2 / E1)
Dizemos, então, que:
A Probabilidade de ocorrerem dois eventos E1 e P( E 1 ) = 1 – = e P( E 2 ) = 1 – =
E2 (E1  E2) é igual ao produto da probabilidade de um a) P( E 1  E2) = . = (48%)
deles pela probabilidade do outro, dado que o primeiro
ocorreu. b) P( E 1  E 2 ) = . = (32%)
11.1 Eventos independentes
Dois eventos E1 e E2 são independentes quando a
probabilidade de ocorrer um deles não depende de ter
ou não ocorrido o outro. Nesse caso, temos: P(E2 / E1) =
P(E2)
Assim, a regra do produto é dada por:
P(E1  E2) = P(E1) . P(E2)
Observação
Para os eventos E1,E2, ..., En, independentes
entre si, a regra do produto é dada por:
P(E1  E2  ... En) = P(E1) . P(E2) . ... . P(E2)
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PROGRESSÃO ARITMÉTICA (PA) 2. PROGRESSÃO ARITMÉTICA (P. A.)


2.1. DEFINIÇÃO
1. SEQUÊNCIAS
Progressões Aritméticas são sequências de
Na lista de chamada de sua classe, o nome de
cada aluno está associado a um número natural não – números reais em que a diferença entre cada termo e o
seu anterior, a partir do segundo, é um valor constante r,
nulo. Por exemplo:
denominado razão da P.A.
1. Alberto Vieira de Moraes
Dessa forma, se a sequência (a1, a2, a3, ..., an – 1,
2. Alessandra Rodrigues Fontana
an) é uma P.A., então:
3. Alex Stanley
a2 – a1 = a3 – a2 = ... = an – an – 1 = r
...
30. Valdir de Souza e Ramos 2.2 CLASSIFICAÇÃO DE UMA PA QUANTO À RAZÃO
As progressões aritméticas podem ser
Quando associamos os números naturais 1, 2, 3, classificadas em:
..., 30 aos elementos do conjunto dos alunos, de modo  Crescente: Quando a razão é positiva. Por
que cada um dos números – 1, 2, 3, ..., 30 – esteja exemplo: (0, 3, 6, 9, ...), sendo R=3 (r > 0)
associado a um único elemento, estamos estabelecendo  Decrescente: Quando a razão é negativa. Por
uma sequência. exemplo: (8,5,2,-1,-4,...), sendo R=-3 (r < 0)
Para representar uma sequência, escrevemos  Constante: Quando a razão é nula. Por
entre parênteses os seus elementos separados um a um exemplo: (5, 5, 5, 5, ...), sendo r = 0.
por vírgulas, de modo que da esquerda para a direita 2.3 PROPRIEDADES
tenhamos: (primeiro elemento, segundo elemento, 1ª propriedade:
terceiro elemento, ...). A soma de dois termos equidistantes dos extremos
Note, portanto, que: de uma P.A. é igual a soma desses extremos.
Sequência é todo conjunto cujos elementos Amostra:
obedecem a uma determinada ordem. Seja a P.A. (10, 20, 30, 40, 50, 70)
Os termos a3 e a5 estão igualmente distantes dos
Existem, também, sequências infinitas como, por extremos a1 e a7, respectivamente.
exemplo, a sequência dos números naturais pares em Observe que: a3 + a5 = a1 + a7 = 80.
ordem crescente (0, 2, 4, 6, 8, ...).

Observação
1ª) Cada elemento de uma sequência também pode ser
denominado termo de uma sequência.

2ª) O termo de uma sequência que ocupa a posição de 2ª propriedade:


número n é indicado pelo símbolo na. Isto é: Uma sequência de três termos é P.A. se, e
a1 indica o primeiro termo da sequência somente se, o termo médio é igual à média aritmética
a2 indica o segundo termo da sequência entre os outros dois, isto é:
a3 indica o terceiro termo da sequência
...
an indica o enésimo termo da sequência
1.1 CLASSIFICAÇÃO DAS SEQÜÊNCIAS NUMÉRICAS 2.4 REPRESENTAÇÃO GENÉRICA DE UMA P.A.
Sequências numéricas são aquelas cujos termos É de grande utilidade, para a resolução de certos
são números reais. problemas, sabermos representar genericamente uma
Podemos classificá-las em: P.A. Mostraremos a seguir algumas representações.
 Finitas: Quando o número de termos é finito.  P.A. de três termos:
Por exemplo: (1, 3, 5, 7) é a sequência dos (x – r, x, x + r), com razão r.
números ímpares positivos menores que 9.
 Infinitas: Quando há infinitos termos. Por  P.A. de quatro termos:
exemplo: (0, 2, 4, 6, ...) é a sequência dos (x – 3r, x – r, x + r, x + 3r), com razão r.
números pares positivos.
1.2 LEI DE FORMAÇÃO DE UMA SEQÜÊNCIA  P.A. de cinco termos:
Nesse estudo, daremos maior importância às (x – 2r, x – r, x, x + r, x + 2r), com razão r.
sequências que obedecem a uma lei de formação, por
meio da qual podemos determinar qualquer elemento da
sequência, bem como sua posição.
Geralmente, as leis de formação são indicadas
pelo termo geral an.
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2.5 FÓRMULA DO TERMO GERAL DE UMA P.A. 3. FÓRMULA DO TERMO GERAL DE UMA PROGRESSÃO
Seja a P.A. (a1, a2, a3, ..., an – 1, an). Cada um dos GEOMÉTRICA
seus termos pode ser escrito da seguinte maneira: Considere a progressão geométrica (a1,a2,a3,...,an–1, an).
a1 = a1 Cada um de seus termos pode ser escrito da seguinte maneira:
a1 = a1
a2 = a1 + r
a2 = a1 . q  a2 = a1 . q
a3 = a2 + r = (a1 + r) + r = a1 + 2r
a3 = a2 . q = (a1 . q) . q  a3 = a1 . q2
a4 = a3 + r = (a1 + 2r) + r = a1 + 3r 2
a4 = a3 . q = (a1 . q ) . q  a4 = a1 . q3
... ...
a18 = a1 + 17r a25 = a1 . q24
... ...
a n  a 1   n  1  r
a n  a1  q n1
Usando essa fórmula, podemos determinar um
termo qualquer de uma P.A., bastando, para isso, 7. SOMA DOS TERMOS DE UMA PROGRESSÃO
GEOMÉTRICA FINITA
conhecer o primeiro termo e sua razão.
Seja a P.G. finita (a1, a2, a3, ..., an – 1, an), de razão q (q ≠ 0 e q ≠ 1).
2.6 INTERPOLAÇÃO ARITMÉTICA Vamos indicar a soma de seus n termos por:

 
Interpolar (ou inserir) k meios aritméticos entre
dois números a e b significa obter uma P.A. de extremos a1 qn  1
a1 = a e an = b, com (k + 2) termos. Sn 
2.7 SOMA DOS TERMOS DE UMA P.A. FINITA q 1
Consideremos a PA finita (a1, a2, a3, ..., an – 1, an) e
vamos indicar por Sn a soma de seus termos. 8. SOMA DOS TERMOS DE UMA PROGRESSÃO
Daí: GEOMÉTRICA INFINITA
Sn = a1 + a2 + a3 + a4 + ... + an – 2 + an – 1 + an 
ou, de maneira equivalente: a1
Sn = an + an – 1 + an – 2 + ... + a4 + a3 + a2 + a1  S
Somando membro a membro as igualdades  e 1 q
, temos: 10. FORMAS DE SE REPRESENTAR UMA PROGRESSÃO
2Sn = (a1 + an) + (a2 + an – 1) + (a3 + an – 2) +…+ (an – 1 + GEOMÉTRICA
a2) + (an + a1) Para resolver problemas que envolvam soma e produto
Sabemos que, uma P.A. finita, a soma de dois de termos de uma P.G., representamos seus termos de uma
termos equidistantes dos extremos é igual à soma dos maneira conveniente.
extremos. Então temos: Uma PG de três termos, por exemplo, pode ser
representada das seguintes maneiras:
2S n   a1  a n    a1  a n   ...   a1  a n    a1  a n 
x 
 
 2
n parcelas iguais a  a1  a n   ,x,x  q  ou x,x  q,x  q
 q 
Logo:
 a1  an   n CONJUNTOS (PROBLEMAS)
2Sn = n . (a1 + na)  Sn  1. INTRODUÇÃO
2 Teoria dos conjuntos é o ramo da matemática
que estuda conjuntos, que são coleções de objetos.
PROGRESSÃO GEOMÉTRICA (PG) Embora qualquer tipo de objeto possa ser reunido em
1. DEFINIÇÃO um conjunto, a teoria dos conjuntos é aplicada na
Progressões Geométricas são sequências de números
reais não – nulos, em que o quociente entre cada termo e o
maioria das vezes a objetos que são relevantes para a
termo anterior, a partir do segundo, é uma constante q matemática. A linguagem da teoria dos conjuntos pode
denominada razão da P.G. Se a sequência (a1, a2, a3, ..., an – 1, ser usada nas definições de quase todos os objetos
an) é uma P.G., então: matemáticos.
a2 a3

a
 ...  n  q 2. A NOÇÃO DE CONJUNTO E A RELAÇÃO DE
a1 a 2 a n 1 PERTINÊNCIA
Amostra: A noção de conjunto é bastante simples e
1) A sequência (2, 10, 50, 250) é uma P.G. de quatro termos, fundamental na Matemática, pois a partir dela podem ser
em que o 1º termo é a1 = 2 e a razão q = 5, pois: expressos todos os conceitos matemáticos.
a1 = 2 Um conjunto é uma coleção qualquer de
a2 = 10 (10 = 2 . 5, ou seja, a2 = a1 . 5)
objetos. Por exemplo:
a3 = 50 (50 = 10 . 5, ou seja, a3 = a2 . 5)
a4 = 250 (250 = 50 . 5, ou seja, a4 = a3 . 5)
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a) Conjunto dos estados da região Norte: Se A não for subconjunto de B, escrevemos A 


A = {Amazonas, Amapá, Acre, Pará, Roraima, B. Nesse caso, existe pelo menos um elemento de A que
Rondônia, Tocantins} não pertence a B.
b) Conjunto dos números primos; Relação de Inclusão
B = {2, 3, 5, 7, 11, 13, ...} O símbolo  é chamado sinal de inclusão e
c) Conjunto dos Quadriláteros: estabelece uma relação entre dois conjuntos.
C = {quadrado, retângulo, trapézio, losango, etc} Os símbolos  e  são as negações de  e
Um conjunto é formado por elementos. Um , respectivamente.
objeto a qualquer pode ser elemento de um determinado 5. OPERAÇÕES ENTRE CONJUNTOS
conjunto A. Quando for, dizemos que:
5.1 Reunião ou União de Conjuntos
a pertence a A e escrevemos (a  A) Dados dois conjuntos A = {0, 10, 20, 30, 50} e B
Caso contrário, dizemos que: = {0, 30, 40, 50, 60}, podemos escrever o conjunto C
a não pertence a A e escrevemos (a  A) formados pelos elementos que pertencem a A ou
pertencem a B ou a ambos. Assim, C = {0, 10, 20, 30,
Nos exemplos acima, temos: 40, 50, 60}. O conjunto C é chamado reunião ou união
 Roraima  A e Paraná  A de A e B e é indicado por A  B (lê-se A reunião B ou A
 2Be9B união B).
 Retângulo  C e Triângulo  C De modo geral, dados dois conjuntos A e B, a
De um modo geral, conjuntos são representados reunião AB é o conjunto formado pelos elementos de A
por letras maiúsculas e seus elementos por letras mais os elementos de B:
minúsculas. AB = {x/xA ou xB}
3. CONJUNTO VAZIO, UNITÁRIO E UNIVERSO Nos diagramas abaixo, a reunião AB está
Um conjunto interessante é o conjunto vazio, hachurada:
cuja notação é  ou { }. É o conjunto que não possui
A B A B
elementos.
Conjunto unitário é o conjunto formado por um
único elemento.
Amostra:
a) Conjunto A do animal mamífero que tem bico U U
A = { ornitorrinco }
b) Conjunto B de aves com pelos
A B
Não existem aves com pelos, por isso, B =  ou B = { }
c) C = {x/x é um número natural ímpar menor do B A
que 1}
C=
d) D = {x/x é um número natural par e primo} U U
D = {2} 5.2 Intersecção de Conjuntos
4. SUBCONJUNTOS E RELAÇÃO DE INCLUSÃO Dados os conjuntos A = {a, e, i, o, u} e B = {a, e,
Consideremos dois conjuntos, A e B. Se todos os u, b}, podemos escrever o conjunto C formado pelos
elementos de A forem também elementos de B, dizemos elementos que pertencem simultaneamente a A e B, ou
que A é subconjunto de B ou que A está contido em B ou, seja, pelos elementos comuns a A e B. Assim, C = {a, e,
ainda, que A é parte de B. Indicamos esse fato por A  B. u}. O conjunto C é chamado intersecção de A e B e é
No diagrama, temos: indicado AB (lê-se A intersecção B ou, simplesmente A
U
inter B). De modo geral, dados dois conjuntos A e B, a
intersecção AB é o conjunto formado pelos elementos
B simultâneo a A e a B:
AB = {x/xA e xB}
A Nos diagramas abaixo, a reunião AB está
hachurada:
A B A B

U U
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c) C = {8} nC = 1 #C = 1
A B
d) D =  nD = 0 #D = 0
B A Amostra:
Sejam A = {3, 4, 5, 6, 7} e B = {6, 7, 8, 9}.
Temos: A  B={3, 4, 5, 6, 7, 8, 9} e AB={6, 7}.
U U Portanto, n(AB) = 7 e n(A  B) = 2
Consideremos os conjuntos finitos A e B, ambos
Obs: Consideremos dois conjuntos A e B tais que AB = subconjuntos de U. É fácil verificar (analisando o
. Neste caso dizemos que A e B são disjuntos. diagrama) que:
5.3 Diferença de Conjuntos
Sejam A e B subconjuntos de U. A diferença A B
entre A e B é o conjuntos dos elementos de A que não
pertencem a B, isto é, é o conjunto de todos os
elementos de A com exceção dos que são comuns a A e
B. A diferença entre A e B é indicada por: A – B.
U
Temos então: A – B = {x/xA e xB}
Exemplos: n (A  B) = n(A) + n(B) – n(A  B)
1) Dados dois conjuntos A={1, 2, 3, 4, 5} e B={2,4,6,8}.
Então: 6.2 União de três Conjuntos
Consideremos agora os conjuntos A, B e C,
todos eles subconjuntos de U. É fácil verificar, pela
análise do diagrama, que:
C
A B

A – B = {1, 3, 5} B – A = {6, 8}

2) Dados os conjuntos A
= {1, 2, 3, 4, 5} e B = {2,
5}.

Então: A – B = {1, 3, 4} C

n(ABC) = n(A) + n(B) + n(C) – n(AB) –


n(AC) – n(BC) + n(ABC)
3) Dados os conjuntos A = {2, 3, 4, 5} e B = {1, 2, 3, 4,
5}. Então, A – B = .
QUESTÕES DA BANCA CETAP
4) Dados os conjuntos A = {3, 4, 5} e B = {2, 7, 8}. Então: 01.(CETAP)- Uma universidade realiza pesquisa sobre a
A – B = {3, 4, 5} = A e B – A = {2, 7, 8} = B origem dos alunos aprovados no vestibular de 2019. Os
dados estão registrados no gráfico de setores a seguir.
Obs: É importante observar que, em geral, A–B  B–A.
Se 4.200 alunos foram aprovados, calcule o número de
6. NÚMERO DE ELEMENTOS DA UNIÃO DE alunos procedentes do interior.
CONJUNTOS
6.1 União de dois Conjuntos
Dado um conjunto finito A, indicamos o número
de elementos de A por nA. Assim, por exemplo, se A = {2,
3, 7, 9}, temos nA = 4 elementos.
Outra notação para nA é #A. Assim, no exemplo
anterior temos: #A = 4.
Amostras:
a) A = {2, 3, 4} nA = 3 #A = 3 a) 800 b) 650 c) 840 d) 920
b) B = {7, 9} nB = 2 #B = 2 GABARITO: C
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02.(CETAP)- 05.(CETAP)-

GABARITO: E
03.(CETAP)- O gráfico de setores, a seguir, informa a
origem dos 4.200 candidatos inscritos em um concurso
público.
GABARITO: C
06.(CETAP)-

GABARITO: A
07.(CETAP)-

Qual o número de candidatos procedentes de Belém?


A) 1.400 B) 1.260 C) 1.280 D) 1.320
GABARITO: B
04.(CETAP)-

GABARITO: C
08.(CETAP)- Quero dividir R$ 2.100,00 em partes
GABARITO: B inversamente proporcionais a 3, 5 e 6. Qual o valor da
menor parcela?
A) R$ 700,00 B) R$ 500,00 C) R$ 420,00 D) R$ 350,00
GABARITO: B
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09.(CETAP)- 16.(CETAP)-

GABARITO: C
10.(CETAP)- O preço de um imóvel sofreu duas
valorizações seguidas: 10% no 1º ano e 20% no 2º ano.
Calcule o percentual de valorização desse imóvel após GABARITO: C
os dois anos. 17.(CETAP)-
A) 30% B) 32% C) 15% D) 34%
GABARITO: B
11.(CETAP)-

GABARITO: C
GABARITO: C Maria, José e João têm a mesma idade. Somando suas
12.(CETAP)- Uma televisão custava R$ 580,00 e sofreu idades com as de Carla (14), Teresa (15) e Joaquim (16),
um aumento de 20%. No mês seguinte, a loja entrou em encontramos 81.
liquidação e ofertou a mesma televisão com um desconto 18.(CETAP)- Qual é a moda nesse rol de idade?
de 20%. Qual o preço da televisão? A) 16 B) 14 C) 13 D) 12
A) R$ 580,00 B) R$ 600,00 C) R$ 556,80 GABARITO: D
D) R$ 562,30 E) R$ 557,00 19.(CETAP)- Qual é a mediana desse rol de idade?
GABARITO: C A) 13 B) 12,5 C) 14 D) 15
13.(CETAP)- GABARITO: A
20.(CETAP)- João, Lucas, Victor e Celina têm a mesma
idade. A soma dessas idades com as de Manoel (15),
Mariana (15), Fernanda (16) e Ana (18) é de 120 anos.
Qual é a moda e qual é a mediana respectivamente da
idades destes jovens?
A) 14 e 13,75 B) 14 e 14,5 C) 15 e 15
D) 14 e 15 E) 15 e 14,2
GABARITO: B GABARITO: B
14.(CETAP)- Apliquei R$ 10.000,00 a juros compostos 21.(CETAP)-
de 2%ao mês. Qual será o meu montante após 2 meses
de aplicação.
A) R$ 10.400,00 B) R$ 10.404,00
C) R$ 10.420,00 D) R$ 10.200,00
GABARITO: B
15.(CETAP)-

GABARITO: C GABARITO: D
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22.(CETAP)- 27.(CETAP)- Os termos (x + 1), (3x – 2), (2x + 4),


formam, nessa ordem, uma progressão aritmética. Qual
o valor da razão dessa PA?
A) 3 B) 1/3 C) 4 D) -3 E) 2
GABARITO: A
28.(CETAP)-

GABARITO: B GABARITO: E
O histograma seguinte apresenta a distribuição de 29.(CETAP-ADAPTADA)-
frequência das faixas salariais dos funcionários de uma
empresa.

A) R$ 1053,33 B) R$ 1100,00
C) R$ 1150,00 D) R$ 1200,00
23.(CETAP)- Qual é a média salarial dessa empresa? GABARITO: A
A) R$ 2.200,00 B) R$ 3.200,00 C) R$ 2.600,00 Após prestar um concurso com cinco provas de nota
D) R$ 2.800,00 E) R$ 3.800,00 máxima 100, um candidato consultou o gabarito e anotou
GABARITO: D seus pontos.
24.(CETAP)- Qual a moda salarial?
A) R$ 1.200,00 B) R$ 3.600,00 C) R$ 6.000,00
D) R$ 1.400,00 E) R$ 2.600,00
GABARITO: A
25.(CETAP)- Qual o valor da mediana salarial?
A) R$ 3.600,00 B) R$ 3.400,00 C) R$ 3.450,00
D) R$ 2.600,00 E) R$ 2.400,00
GABARITO: E
26.(CETAP)- Uma progressão aritmética possui 9 Sabendo que a classificação será feita através de desvio
termos, sabendo que a1 = 2 e razão = 3, escreve a padrão, responda as questões abaixo:
sequência e assinale a alternativa que contém sua 30.(CETAP)- O número médio das notas é de:
mediana A) 80 B) 82 C) 84 D) 86
A) 26 GABARITO: C
B) 12,5 31.(CETAP)- O desvio médio é de:
C) 14 A) 7,2 B) 7,4 C) 8,2 D) 8,0
D) 17 GABARITO: A
GABARITO: C

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32.(CETAP)- A variância é de: 37.(CETAP)- (x, x + 9, x + 45) formam nessa ordem uma
A) 60,2 B) 78,3 C) 59,2 D) 50 progressão geométrica de três termos. Calcule a razão e
GABARITO: C o termo central da sequência.
33.(CETAP)- O desvio padrão é de: A) 4 e 12 B) 3 e 12 C) 4 e 16 D) 2 e 11
GABARITO: A
A) 79,2 B) 59,2 C) 78,3 D) 50 38.(CETAP)-
GABARITO: B
34.(CETAP)-

GABARITO: B
39.(CETAP)- Sabendo que a sequência (2, 7, 12, 17,...)
forma uma progressão aritmética, calcule seu décimo
termo.
A) 53 B) 57 C) 45 D) 47
GABARITO: D
A) 6 B) 5 C) 0,5 D) 0,25 E) 0,15
40.(CETAP)-
GABARITO: C
35.(CETAP)-

GABARITO: A
A) 1,2 B) 1,3 C) 0,7 D) 0,84 E) 0,6 41.(CETAP)-
GABARITO: C
36.(CETAP)- A tabela 1 seguinte mostra a distribuição de
frequência das estaturas, em centímetros, de uma
amostra de 25 pessoas. Qual a estatura média desta
amostra de 25 pessoas?

GABARITO: C
42.(CETAP)- Um auditório com a forma de um trapézio
isósceles tem 10 poltronas na 1ª fila, 12 poltronas na 2ª
fila, 14 na 3ª fila e assim na mesma sequência aritmética
(PA) até a 18ª fila que é a última. Com as informações
A) 1,68m dadas calcule a capacidade desse auditório.
B) 1,702m A) 428
C) 1,72m B) 456
D) 1,74m C) 486
E) 1,69m D) 480
GABARITO: B GABARITO: C

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43.(CETAP)- Em um curso, várias pessoas estudam para prestar


concurso em três cidades do Pará (A, B e C). Uma
pesquisa informou o local onde gostariam de ser
aprovados, conforme a tabela a seguir:

A) 1200 B) 2800 C) 2400 D) 2200


GABARITO: B
44.(CETAP)- A média aritmética dos cinco meios
geométricos que podem ser inseridos entre os números 49.(CETAP)- Quantas pessoas participaram dessa
4 e 256 vale: pesquisa?
A) 48,0 B) 36,0 C) 49,6 D) 54,2 E) 48,4 A) 105 B) 155 C) 135 D) 95
GABARITO: C
GABARITO: A
45.(CETAP)- Interpolando 4 meios aritméticos (PA) entre 50.(CETAP)- Qual a probabilidade de um candidato
os números 100 e 160, podemos afirmar que a mediana escolhido ao acaso desejar ficar só na cidade B?
dessa sequência de 6 termos é: A) 3/5 B) 1/5 C) 3/4 D) 2/5
A) 120 B) 230 C) 260 D) 140 E) 130 GABARITO: D
GABARITO: E
51.(CETAP)-
46.(CETAP)- Em uma progressão geométrica o 1º termo
é igual a 4 e o 4º termo é igual a 108. Qual o valor do 3º
termo dessa progressão?
A) 12 B) 13 C) 35 D) 36 E) 48
GABARITO: D
47.(CETAP)-

GABARITO: C
52.(CETAP)-
GABARITO: A
48.(CETAP)-

GABARITO: B

GABARITO: B

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53.(CETAP)- Uma escola preparatória para concurso O texto seguinte servirá de base para responder às
oferece os seguintes cursos: Matemática (M); Português questões de 56 a 57.
(P) e Informática (I). A tabela a seguir, registra a Entre os funcionários de uma Prefeitura, foi feita uma
distribuição desses alunos. Um aluno é escolhido ao pesquisa sobre vacinação: Gripe (A), Coronavírus (B) e
acaso. A probabilidade de ele estar cursando só Febre Amarela (C). A tabela seguinte registra o resultado
matemática é de, aproximadamente: da pesquisa:

56.(CETAP-2023)-
Quantos funcionários participaram da pesquisa?
(A) 375 (B) 351 (C) 405 (D) 465
A) 18,7% B) 50% C) 37,2% D) 33% E) 28,4%
GABARITO: C
GABARITO: A
57.(CETAP-2023)-
54.(CETAP)-
Quantos funcionários só se vacinaram contra
Coronavírus (B)?
(A) 130 (B) 86 (C) 115 (D) 125
GABARITO: C
58.(CETAP-2023)-
Em um ambulatório trabalham 8 enfermeiros com as
seguintes idades:
Maria, José e Célia: tem a mesma idade.
Carlos: 23 anos.
Sílvia: 30 anos.
Antônio: 28 anos.
Laura: 40 anos.
Marcos: 24 anos.
Qual a mediana dessas idades sabendo que elas somam
250 anos?
(A) 34,2 (B) 31,5 (C) 32,5 (D) 33
GABARITO: C
59.(CETAP-2023)-
Trabalhando 6 horas por dia, um Agente Comunitário de
Saúde - ACS atendeu uma comunidade em 36 dias. Em
quantos dias poderia fazer o mesmo atendimento
trabalhando 8 horas por dia?
(A) 27 (B) 32 (C) 28 (D) 30
GABARITO: A
GABARITO: B
60.(CETAP-2023)-
55.(CETAP-2023)- Dois produtos inseticidas X e Y serão misturados na
Um capital de R$ 50.000,00 foi aplicado em regime de razão (X/Y) de 9 para 5 afim de obter um volume de 140
juros compostos a uma taxa de 8% ao ano. Qual o valor litros. Calcule o volume em litros de cada produto.
do montante após 2 anos? (A) X= 100 litros e Y= 40 litros
(A) R$ 58.320,00 (B) X= 80 litros e Y= 60 litros
(B) R$ 58.000,00 (C) X= 85 litros e Y= 55 litros
(C) R$ 58.566,00 (D) X= 90 litros e Y= 50 litros
(D) R$ 62.300,00 GABARITO: D
GABARITO: A

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61.(CETAP-2023)- Para produzir certo inseticida devo 67.(CETAP)-


misturar dois produtos X e Y (X/Y) em litros na razão de
3 para 5. Quantos litros do produto X serão necessários
para obtermos 64 litros do inseticida?
(A) 26 (B) 40 (C) 28 (D) 24
GABARITO: D
62.(CETAP-2023)- Calcule a taxa de aprovação em um
curso em que frequentaram 40 pessoas, sabendo que 12
não obtiveram aprovação?
(A) 62% (B) 65% (C) 74% (D) 70%
GABARITO: D
63.(CETAP-2023)- Apliquei em um Banco um capital de
GABARITO: D
R$ 50.000,00 a juro composto de 20% a.a., capitalizando
anualmente. Qual será o meu montante ao final de 2 68.(CETAP)-
anos?
(A) R$78.000,00 (B) R$74.000,00
(C) R$72.000,00 (D) R$68.000,00
GABARITO: C
64.(CETAP)-

GABARITO: A
69.(CETAP)-

GABARITO: A
65.(CETAP)-

GABARITO: C
GABARITO: A 70.(CETAP)-
66.(CETAP)-

GABARITO: C
GABARITO: B
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71.(CETAP)- 74.(CETAP)-

GABARITO: A
75.(CETAP)-

GABARITO: C
76.(CETAP)-

GABARITO: C
72.(CETAP)-

GABARITO: A
73.(CETAP)-

GABARITO: A
77.(CETAP)-

GABARITO: D

GABARITO: A
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78.(CETAP)- 81.(CETAP)-

GABARITO: D
79.(CETAP)-

GABARITO: B
82.(CETAP)-

(A) 152,7 5 k W h. (B) 125,7 5 k W h.


(C) 151,5 0 k W h. (D) 127,5 0 k W h. GABARITO: A
GABARITO: B 83.(CETAP)-
80.(CETAP)-

GABARITO: A
84.(CETAP)- O número de alunos matriculados em
GABARITO: B cálculo, estatística e computação é de 150. Desses, 12
cursam estatística e computação e 80 cursam somente
cálculo. Quem cursa computação não cursa cálculo. Se a
turma de cálculo tem 96 alunos e estatística tem 35, os
alunos de computação são:
(A) 12. (B) 47. (C) 23. (D) 28.
GABARITO: B

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85.(CETAP)- 88.(CETAP)- Uma loja vende um determinado modelo de


calça de duas formas diferentes:
I - Se o cliente pagar à vista, a calça sai por R$ 140,00.
II - Se o cliente pagar com cartão de crédito, o preço
passa a ser R$ 145,84.
Sabe-se que a diferença entre o valor pago com cartão
de crédito e o valor pago à vista corresponde
exatamente ao valor que a loja paga à operadora da
máquina de cartões. Assim, ao cobrar R$ 145,84 no
cartão, caberá à loja R$ 140,00 e à operadora de cartão,
R$ 5,84. O percentual que essa operadora cobra da loja,
nas vendas com cartões, é aproximadamente:
(A) 5,8%. (B) 4%. (C) 5%. (D) 0,4%.
GABARITO: B
89.(CETAP)- Uma telefonista, em média, atende em
cada dia da semana (de segunda-feira até sexta-feira), a
partir da terça-feira, 10 clientes a mais do que atendeu
no dia anterior. Sabendo que numa semana o total de
clientes atendidos foi igual a 600. A soma dos algarismos
do número de clientes que essa telefonista atendeu na
segunda-feira dessa semana foi igual a:
(A) 4. (B) 1. (C) 3. (D) 2.
GABARITO: B
GABARITO: B
90.(CETAP)-
86.(CETAP)-

GABARITO: D
91.(CETAP)-

(A) 42,92. (B) 45,14. (C) 42,86. (D) 42,80.


GABARITO: C
87.(CETAP)- As notas, variando de 1 a 10, de oito
candidatos em determinada prova, de certo concurso GABARITO: C
são: 9, 4, 7, 8, 9, x, y, 8. Sabe-se que a média aritmética
das notas desses candidatos foi igual a 8,125. A mediana
das notas dos oito candidatos que fizeram a prova é:
(A) 8,500. (B) 8,000. (C) 8,125. (D) 2,500.
GABARITO: A
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92.(CETAP)- 97.(CETAP)-

GABARITO: A
98.(CETAP)-

GABARITO: C
93.(CETAP)-

GABARITO: C
99.(CETAP)-

GABARITO: A
94.(CETAP)-

GABARITO: B
100.(CETAP)-

GABARITO: C
95.(CETAP)-

GABARITO: B
10.(CETAP)-

GABARITO: C

96.(CETAP)-

GABARITO: D GABARITO: C
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