Matemática: Razão e Proporção Explicadas
Matemática: Razão e Proporção Explicadas
MATEMÁTICA E RACIOCÍNIO LÓGICO: Razão, proporção; regra de Usamos escala quando queremos representar
três simples e composta, porcentagem; juros compostos. Estatística.
um esboço gráfico de objetos como móveis, plantas de
Tratamento da Informação: Leitura e interpretação de dados em tabelas
estatísticas e gráficos. Medida de Centralização. Média, moda e uma casa ou de uma cidade, fachadas de prédios,
mediana. Frequências acumuladas e desvio padrão. Desvios, Análise mapas, maquetes etc.
combinatória, Probabilidade, Progressão Aritmética, Progressão c) Densidade Demográfica: O cálculo da densidade
geométrica; Conjuntos (problemas).
demográfica, também chamada de população relativa de
RAZÃO E PROPORÇÃO uma região é considerado uma aplicação de razão entre
1. RAZÃO duas grandezas. Ela expressa a razão entre o número
Você já deve ter ouvido expressões como: "De de habitantes e a área ocupada em certa região.
cada 20 habitantes, 5 são analfabetos", "De cada 10 d=
alunos, 2 gostam de Matemática", "Um dia de sol, para
cada dois de chuva". d) Densidade de um Corpo: Densidade de um corpo é
Em cada uma dessas frases está sempre clara mais uma aplicação de razão entre duas grandezas.
uma comparação entre dois números. Assim, no primeiro Assim, a densidade (volumétrica) de um corpo é a razão
caso, destacamos 5 entre 20; no segundo, 2 entre 10, e entre a massa desse corpo, medida em kg ou gramas e
no terceiro, 1 para cada 2. o seu volume, medido em m³, dm³ ou qualquer outra
Todas as comparações serão matematicamente unidade de volume.
expressas por um quociente chamado razão. 2. PROPORÇÃO
A palavra razão vem do latim “ratio” e significa a a c
divisão ou o quociente entre dois números ou de duas =
grandezas de algum sistema de medidas. b d
Assim: A esse tipo de igualdade entre duas razões dá-
Dados dois números racionais a e b, com b 0, se o nome de proporção.
chamamos de razão ao quociente de a para b. Na expressão acima, a e c são chamados de
antecedentes e b e d de consequentes.
Indicamos razão por ou a : b, onde a é o
A proporção também pode ser representada
antecedente e b é o consequente. como a : b = c : d. Qualquer uma dessas expressões é
lida assim: “a está para b assim como c está para d”. E
1.1 Razões inversas importante notar que b e c são denominados meios e a
Duas razões são denominadas de inversas, e d, extremos.
quando o produto entre elas é igual a um. Amostra: A proporção
3 9
= , ou 3 : 7 : : 9 : 21, é lida da
Exemplos: 7 21
3 5 3 5 seguinte forma: 3 está para 7 assim como 9 está para
e 1 1 1
a) b) 10 e 10 1 21. Temos ainda:
5 3 5 3 10 10 3 e 9 como antecedentes,
Obs.: Grandeza é tudo que se pode contar, medir, pesar, 7 e 21 como consequentes,
enfim enumerar. A relação entre grandezas iguais não 7 e 9 como meios e
tem unidade. 3 e 21 como extremos.
1.2 Razões especiais muito utilizadas em nosso 2.1 PROPRIEDADE FUNDAMENTAL
cotidiano O produto dos extremos é igual ao produto dos
Existem algumas razões especiais muito
a c
utilizadas em nosso cotidiano, entre as quais: velocidade
meios: = a d = b c ; b, d 0
média, escala, densidade demográfica e densidade de b d
um corpo. 6 24
a) Velocidade Média: A "velocidade média", em geral, é Amostra: Se = , então 6 . 96 = 24 . 24 = 576.
24 96
uma grandeza obtida pela razão entre uma distância
percorrida (expressa em quilômetros ou metros) e um 2.2 PROPRIEDADES DA PROPORÇÃO
tempo por ele gasto (expresso em horas, minutos ou a c a b cd
segundos). 1ª)
b d [Link].b [Link].d
distância percorrida
Vmédia a c ac
tempo gasto 2ª)
b d bd
b) Escala: Uma das aplicações da razão entre duas
grandezas se encontra na escala de redução ou escala a c e ace
3ª)
de ampliação, conhecidas simplesmente como escala. b d f bdf
Chamamos de escala de um desenho à razão entre o 2.3 QUARTA PROPORCIONAL
comprimento considerado no desenho e o comprimento Sendo a, b e c três números racionais diferentes
real correspondente, ambos medidos na mesma de zero, denomina-se de quarta proporcional desses
unidade. a c
compriment o no desenho números um número x, tal que: .
ESCALA b x
compriment o real 2.4 PROPORÇÃO CONTINUA
É toda proporção cujos meios são iguais.
7. MEDIDAS DE DISPERSÃO
Consideremos a seguinte situação:
Uma pessoa é encarregada de organizar
5.5 Gráfico em Setores atividades de lazer para um grupo um grupo de 8
pessoas e recebe a informação de que a média de idade
do grupo é 25 anos. Nesse caso, apenas a informação
da média não é suficiente para planejar as atividades,
pois podemos ter grupos com média de idade de 25
anos com características diferentes. Observe as
possibilidades abaixo:
Grupo 1: 25 anos; 25 anos; 25 anos; 25 anos; 25
anos; 25 anos; 25 anos; 25 anos.
Princípio multiplicativo:
A variância é suficiente para diferenciar a Se um evento pode ser dividido em duas etapas, em
dispersão dos grupos: o grupo 1 não tem dispersão (V = que para realizar a 1ª etapa existem m maneiras e para
0) e o grupo 3 tem uma dispersão maior que o grupo 2. realizar a 2ª etapa, n maneiras, então para a ocorrência
Contudo, não é possível expressar a variância na mesma desse evento existem m, n possibilidades.
unidade dos valores da variável, uma vez que os desvios
Importante:
são elevados ao quadrado.
7.3 Desvio Padrão (DP) (1) No princípio multiplicativo, o resultado final
Denomina-se desvio padrão de um conjunto de depende de todas as etapas, por isso se multiplicam
dados, a raiz quadrada da variância. as possibilidades.
3. FATORIAL DE UM NÚMERO NATURAL
Sendo n um número natural, por definição:
n! = n . (n – 1) . (n – 2). (...) . 4 . 3 . 2 . 1, se n 2
O fatorial de zero e o fatorial de um são 8) Considere todas as placas de veículos desde NCD-
definidos como sendo a unidade, ou seja: 4000 até NCD-9999. O número de placas que
possuem os dígitos todos diferentes é:
0! = 1. e 1! = 1. A) 2.520 B) 3.024 C) 3.528 D) 3.786 E) 4.032
Exemplos:
3! = 3 . 2 . 1 = 6. 9) Um restaurante oferece no cardápio duas saladas
4! = 4 . 3 . 2 . 1 = 24. distintas, quatro tipos de pratos de carne, cinco
5! = 5 . 4 . 3 . 2 . 1 = 120. variedades de bebidas e três sobremesas diferentes.
6! = 6 . 5 . 4 . 3 . 2 . 1 = 720 Uma pessoa deseja uma salada, um prato de carne,
7! = 7 . 6 . 5 . 4 . 3 . 2 . 1 = 5 040 uma bebida e uma sobremesa. De quantas maneiras
a pessoa poderá fazer seu pedido?
Observações:
A) 90
(1) 7! = 7 . 6! = 7 . 6 . 5! = 7 . 6 . 5 . 4! = ...
B) 100
(2) Para simplificar frações contendo fatorial, procura-se
C) 110
deixar o fatorial do maior número em função do
D) 130
menor.
E) 120
Exemplo:
10) Durante a Copa do Mundo, que foi disputada por 24
países, as tampinhas de Coca-Cola traziam palpite
(3) O fatorial de um número natural é uma operação
sobre os países que se classificariam nos três
aritmética que não admite certas propriedades
primeiros lugares (por exemplo: 1° lugar, Brasil, 2°
numéricas. Veja:
lugar, Nigéria, 3° lugar, Holanda). Se, em cada
2! + 3! 5! e (4!).(3!) (4.3!)
tampinha, os três países são distintos, quantas
Importante: Utilizando o fatorial de um número natural,
tampinhas diferentes poderiam existir?
será possível retornamos aos problemas de contagem
a) 69
por meio de padrões e fórmulas.
b) 2024
EXERCÍCIOS DE APRENDIZAGEM c) 9562
1) Uma pessoa dispõe de 6 calças, 4 paletós e 10 d) 12144
camisas distintas entre si. De quantas maneiras e) 13824
diferentes ela pode se vestir?
PCn = (n – 1)!
Observações:
Nesse exemple, quando calculamos P5, incluímos P3 EXERCÍCIOS DE APRENDIZAGEM
(permutação das 3 letras S) e P2 (permutação das 2 17) Determine quantos anagramas podemos formar com
letras O) que, evidentemente, só podem ser as seguintes palavras:
consideradas uma única vez. a) MISSISSIPPI
Generalizando: b) BORBOLETA
Uma permutação de n elementos é qualquer c) MATEMÁTICA
agrupamento ordenado desses n elementos. Se, entre d) ARARAQUARA;
esses n elementos existem elementos que aparecem e) ABÓBORA;
f) BISCOITO;
vezes, vezes, vezes, ..., o número total dessas
g) BATATA
permutações é dado por
h) MATEMATICA
α,β,γ,... n!
Pn =
α! . β! . γ! (...)
7. PERMUTAÇÃO CIRCULAR 18) Em relação à palavra LUCIANO, determine:
Uma permutação circular é aquela em que os a) o número de anagramas.
elementos são dispostos em torno de um círculo. b) o número de anagramas que começam por
Vamos imaginar, como exemplo, que desejamos consoante.
saber de quantas maneiras podemos dispor 4 pessoas c) o número de anagramas que começam por vogal
ao redor de uma mesa circular. e terminam por consoante.
Duas permutações circulares são diferentes quando
a posição relativa dos elementos é diferente. Assim, as 4 19) Responda:
figuras abaixo representam uma só permutação circular: a) Quantos são os anagramas da palavra
PERDÂO?
b) Quantos são os anagramas da palavra PERDÃO
que iniciam com P e terminam por O?
c) Quantos são os anagramas da palavra PERDÃO
em que as letras A e O aparecem juntas e nessa
ordem (ÃO)?
d) Quantos são os anagramas da PERDÃO em P e
O aparecem nos extremos?
20) Quantos anagramas da palavra SIMULADO:
a) começam com S?
b) começam com S e terminam com O?
Se a cada permutação circular de 4 elementos c) começam com vogal?
corresponde um grupo de 4 permutações simples, então: d) terminam por consoante?
Circular Simples e) têm as letras SIM juntas, nessa ordem?
1 4 f) têm as letras SIM juntas?
PC4 P4 21) Em um concurso com 5 vagas, os candidatos
4 . 3! aprovados serão alocados, cada um, em um dos
4 . PC4 = P4 PC4 = 3! municípios A, B, C, D ou E. O primeiro colocado foi
4
designado para o município A. O número de
Generalizando: possíveis alocações dos outros candidatos
A cada permutação circular de n elementos aprovados é:
corresponde um grupo de n permutações simples. A) 120 B) 24 C) 30 D) 6 E) 4
Então:
22) Considere as 24 permutações das letras P, C, E e M.
Circular Simples Se colocarmos essas 24 permutações em ordem
1 n alfabética, a permutação PCEM ocupará a posição
PCn Pn de ordem:
P A) 24
1 n . (n 1)!
n = n!
n B) 21
PCn =
PC P n n n C) 19
n n
D) 18
Logo, o número de permutações circulares de n
E) 17
elementos é dado por:
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Vamos considerar agora os eventos E1 e E2, Ao evento “não sair bolinha par” denominamos evento
relativos a esse experimento. complementar do evento E e indicamos por E .
E1: ocorrer face par.
Então, temos E = {1, 3, 5}
E2: ocorrer número menor que 3.
Então E1 = {2, 4, 6} e E2 = {1, 2} Note que: E E = (E e E são mutuamente exclusivos)
Vamos determinar o evento E1 E2 : ocorrer face E E= S
par ou um número menor que 3. E=S–E
E1 E2 : {1, 2, 4, 6}
EXERCÍCIOS
O evento E1 E2 é denominado evento união.
Visualizando num diagrama, temos: 01) No lançamento de dois dados D1 e D2, tem-se o
espaço amostral, apresentado, a seguir, em forma de
S tabela de dupla entrada.
E1 E2 D2 1 2 3 4 5 6
4 D1
2 1 1 (1, 1) (1, 2) (1, 3) (1, 4) (1, 5) (1, 6)
6 2 (2, 1) (2, 2) (2, 3) (2, 4) (2, 5) (2, 6)
3 (3, 1) (3, 2) (3, 3) (3, 4) (3, 5) (3, 6)
3 5
4 (4, 1) (4, 2) (4, 3) (4, 4) (4, 5) (4, 6)
4.2 Intersecção de Eventos 5 (5, 1) (5, 2) (5, 3) (5, 4) (5, 5) (5, 6)
6 (6, 1) (6, 2) (6, 3) (6, 4) (6, 5) (6, 6)
Considere o mesmo experimento anterior e os eventos
E1 e E2. Enumere os seguintes eventos:
Vamos determinar, agora, o evento E1 E2: ocorrer face a) A: a soma dos pontos é 8
par e um número menor que 3. b) B: sais face iguais
c) C: uma das faces é o dobro da outra
E1 E2 = {2}
d) D: a soma das faces é maior que 12
O evento E1 E2 é denominado evento intersecção.
Visualizando num diagrama, temos: 02) No lançamento de um dado, enumere os seguintes
eventos:
S a) A: ocorrer face ímpar
b) B: ocorrer face menor que 3
E1 E2 c) ocorrer face maior que 6
4
d) Ocorrer um múltiplo de 2
2 1
6 03) Considere o evento “lançamento de duas moedas e
observação das faces voltadas para cima”. Construa
3 5 o espaço e enumere os seguintes eventos:
Caso particular – eventos mutuamente excluídos a) A: ocorrer cara em umas das faces
São eventos que não ocorrem simultaneamente, b) B: ocorrer coroa em umas das faces
isto é E1E2=. c) A B
Considerando o mesmo experimento anterior e d) C: não ocorrer nenhuma cara
os eventos 5. PROBABILIDADE DE UM EVENTO
E1: obter face ímpar; Denomina-se espaço amostral equiprovável de
E2: obter face par. um experimento aleatório aquele cujos elementos tem a
Os eventos E1 e E2 são denominados mesma chance de ocorrer.
mutuamente exclusivos. Sejam S um espaço amostral equiprovável de
S um experimento aleatório e E um evento desse espaço
E1 E2 amostral.
1 4 A probabilidade de o evento E ocorrer é definida
5 2 pelo número real P(E), tal que:
6
3
Observação
1ª) Cada elemento de uma sequência também pode ser
denominado termo de uma sequência.
2.5 FÓRMULA DO TERMO GERAL DE UMA P.A. 3. FÓRMULA DO TERMO GERAL DE UMA PROGRESSÃO
Seja a P.A. (a1, a2, a3, ..., an – 1, an). Cada um dos GEOMÉTRICA
seus termos pode ser escrito da seguinte maneira: Considere a progressão geométrica (a1,a2,a3,...,an–1, an).
a1 = a1 Cada um de seus termos pode ser escrito da seguinte maneira:
a1 = a1
a2 = a1 + r
a2 = a1 . q a2 = a1 . q
a3 = a2 + r = (a1 + r) + r = a1 + 2r
a3 = a2 . q = (a1 . q) . q a3 = a1 . q2
a4 = a3 + r = (a1 + 2r) + r = a1 + 3r 2
a4 = a3 . q = (a1 . q ) . q a4 = a1 . q3
... ...
a18 = a1 + 17r a25 = a1 . q24
... ...
a n a 1 n 1 r
a n a1 q n1
Usando essa fórmula, podemos determinar um
termo qualquer de uma P.A., bastando, para isso, 7. SOMA DOS TERMOS DE UMA PROGRESSÃO
GEOMÉTRICA FINITA
conhecer o primeiro termo e sua razão.
Seja a P.G. finita (a1, a2, a3, ..., an – 1, an), de razão q (q ≠ 0 e q ≠ 1).
2.6 INTERPOLAÇÃO ARITMÉTICA Vamos indicar a soma de seus n termos por:
Interpolar (ou inserir) k meios aritméticos entre
dois números a e b significa obter uma P.A. de extremos a1 qn 1
a1 = a e an = b, com (k + 2) termos. Sn
2.7 SOMA DOS TERMOS DE UMA P.A. FINITA q 1
Consideremos a PA finita (a1, a2, a3, ..., an – 1, an) e
vamos indicar por Sn a soma de seus termos. 8. SOMA DOS TERMOS DE UMA PROGRESSÃO
Daí: GEOMÉTRICA INFINITA
Sn = a1 + a2 + a3 + a4 + ... + an – 2 + an – 1 + an
ou, de maneira equivalente: a1
Sn = an + an – 1 + an – 2 + ... + a4 + a3 + a2 + a1 S
Somando membro a membro as igualdades e 1 q
, temos: 10. FORMAS DE SE REPRESENTAR UMA PROGRESSÃO
2Sn = (a1 + an) + (a2 + an – 1) + (a3 + an – 2) +…+ (an – 1 + GEOMÉTRICA
a2) + (an + a1) Para resolver problemas que envolvam soma e produto
Sabemos que, uma P.A. finita, a soma de dois de termos de uma P.G., representamos seus termos de uma
termos equidistantes dos extremos é igual à soma dos maneira conveniente.
extremos. Então temos: Uma PG de três termos, por exemplo, pode ser
representada das seguintes maneiras:
2S n a1 a n a1 a n ... a1 a n a1 a n
x
2
n parcelas iguais a a1 a n ,x,x q ou x,x q,x q
q
Logo:
a1 an n CONJUNTOS (PROBLEMAS)
2Sn = n . (a1 + na) Sn 1. INTRODUÇÃO
2 Teoria dos conjuntos é o ramo da matemática
que estuda conjuntos, que são coleções de objetos.
PROGRESSÃO GEOMÉTRICA (PG) Embora qualquer tipo de objeto possa ser reunido em
1. DEFINIÇÃO um conjunto, a teoria dos conjuntos é aplicada na
Progressões Geométricas são sequências de números
reais não – nulos, em que o quociente entre cada termo e o
maioria das vezes a objetos que são relevantes para a
termo anterior, a partir do segundo, é uma constante q matemática. A linguagem da teoria dos conjuntos pode
denominada razão da P.G. Se a sequência (a1, a2, a3, ..., an – 1, ser usada nas definições de quase todos os objetos
an) é uma P.G., então: matemáticos.
a2 a3
a
... n q 2. A NOÇÃO DE CONJUNTO E A RELAÇÃO DE
a1 a 2 a n 1 PERTINÊNCIA
Amostra: A noção de conjunto é bastante simples e
1) A sequência (2, 10, 50, 250) é uma P.G. de quatro termos, fundamental na Matemática, pois a partir dela podem ser
em que o 1º termo é a1 = 2 e a razão q = 5, pois: expressos todos os conceitos matemáticos.
a1 = 2 Um conjunto é uma coleção qualquer de
a2 = 10 (10 = 2 . 5, ou seja, a2 = a1 . 5)
objetos. Por exemplo:
a3 = 50 (50 = 10 . 5, ou seja, a3 = a2 . 5)
a4 = 250 (250 = 50 . 5, ou seja, a4 = a3 . 5)
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U U
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c) C = {8} nC = 1 #C = 1
A B
d) D = nD = 0 #D = 0
B A Amostra:
Sejam A = {3, 4, 5, 6, 7} e B = {6, 7, 8, 9}.
Temos: A B={3, 4, 5, 6, 7, 8, 9} e AB={6, 7}.
U U Portanto, n(AB) = 7 e n(A B) = 2
Consideremos os conjuntos finitos A e B, ambos
Obs: Consideremos dois conjuntos A e B tais que AB = subconjuntos de U. É fácil verificar (analisando o
. Neste caso dizemos que A e B são disjuntos. diagrama) que:
5.3 Diferença de Conjuntos
Sejam A e B subconjuntos de U. A diferença A B
entre A e B é o conjuntos dos elementos de A que não
pertencem a B, isto é, é o conjunto de todos os
elementos de A com exceção dos que são comuns a A e
B. A diferença entre A e B é indicada por: A – B.
U
Temos então: A – B = {x/xA e xB}
Exemplos: n (A B) = n(A) + n(B) – n(A B)
1) Dados dois conjuntos A={1, 2, 3, 4, 5} e B={2,4,6,8}.
Então: 6.2 União de três Conjuntos
Consideremos agora os conjuntos A, B e C,
todos eles subconjuntos de U. É fácil verificar, pela
análise do diagrama, que:
C
A B
A – B = {1, 3, 5} B – A = {6, 8}
2) Dados os conjuntos A
= {1, 2, 3, 4, 5} e B = {2,
5}.
Então: A – B = {1, 3, 4} C
02.(CETAP)- 05.(CETAP)-
GABARITO: E
03.(CETAP)- O gráfico de setores, a seguir, informa a
origem dos 4.200 candidatos inscritos em um concurso
público.
GABARITO: C
06.(CETAP)-
GABARITO: A
07.(CETAP)-
GABARITO: C
08.(CETAP)- Quero dividir R$ 2.100,00 em partes
GABARITO: B inversamente proporcionais a 3, 5 e 6. Qual o valor da
menor parcela?
A) R$ 700,00 B) R$ 500,00 C) R$ 420,00 D) R$ 350,00
GABARITO: B
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09.(CETAP)- 16.(CETAP)-
GABARITO: C
10.(CETAP)- O preço de um imóvel sofreu duas
valorizações seguidas: 10% no 1º ano e 20% no 2º ano.
Calcule o percentual de valorização desse imóvel após GABARITO: C
os dois anos. 17.(CETAP)-
A) 30% B) 32% C) 15% D) 34%
GABARITO: B
11.(CETAP)-
GABARITO: C
GABARITO: C Maria, José e João têm a mesma idade. Somando suas
12.(CETAP)- Uma televisão custava R$ 580,00 e sofreu idades com as de Carla (14), Teresa (15) e Joaquim (16),
um aumento de 20%. No mês seguinte, a loja entrou em encontramos 81.
liquidação e ofertou a mesma televisão com um desconto 18.(CETAP)- Qual é a moda nesse rol de idade?
de 20%. Qual o preço da televisão? A) 16 B) 14 C) 13 D) 12
A) R$ 580,00 B) R$ 600,00 C) R$ 556,80 GABARITO: D
D) R$ 562,30 E) R$ 557,00 19.(CETAP)- Qual é a mediana desse rol de idade?
GABARITO: C A) 13 B) 12,5 C) 14 D) 15
13.(CETAP)- GABARITO: A
20.(CETAP)- João, Lucas, Victor e Celina têm a mesma
idade. A soma dessas idades com as de Manoel (15),
Mariana (15), Fernanda (16) e Ana (18) é de 120 anos.
Qual é a moda e qual é a mediana respectivamente da
idades destes jovens?
A) 14 e 13,75 B) 14 e 14,5 C) 15 e 15
D) 14 e 15 E) 15 e 14,2
GABARITO: B GABARITO: B
14.(CETAP)- Apliquei R$ 10.000,00 a juros compostos 21.(CETAP)-
de 2%ao mês. Qual será o meu montante após 2 meses
de aplicação.
A) R$ 10.400,00 B) R$ 10.404,00
C) R$ 10.420,00 D) R$ 10.200,00
GABARITO: B
15.(CETAP)-
GABARITO: C GABARITO: D
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GABARITO: B GABARITO: E
O histograma seguinte apresenta a distribuição de 29.(CETAP-ADAPTADA)-
frequência das faixas salariais dos funcionários de uma
empresa.
A) R$ 1053,33 B) R$ 1100,00
C) R$ 1150,00 D) R$ 1200,00
23.(CETAP)- Qual é a média salarial dessa empresa? GABARITO: A
A) R$ 2.200,00 B) R$ 3.200,00 C) R$ 2.600,00 Após prestar um concurso com cinco provas de nota
D) R$ 2.800,00 E) R$ 3.800,00 máxima 100, um candidato consultou o gabarito e anotou
GABARITO: D seus pontos.
24.(CETAP)- Qual a moda salarial?
A) R$ 1.200,00 B) R$ 3.600,00 C) R$ 6.000,00
D) R$ 1.400,00 E) R$ 2.600,00
GABARITO: A
25.(CETAP)- Qual o valor da mediana salarial?
A) R$ 3.600,00 B) R$ 3.400,00 C) R$ 3.450,00
D) R$ 2.600,00 E) R$ 2.400,00
GABARITO: E
26.(CETAP)- Uma progressão aritmética possui 9 Sabendo que a classificação será feita através de desvio
termos, sabendo que a1 = 2 e razão = 3, escreve a padrão, responda as questões abaixo:
sequência e assinale a alternativa que contém sua 30.(CETAP)- O número médio das notas é de:
mediana A) 80 B) 82 C) 84 D) 86
A) 26 GABARITO: C
B) 12,5 31.(CETAP)- O desvio médio é de:
C) 14 A) 7,2 B) 7,4 C) 8,2 D) 8,0
D) 17 GABARITO: A
GABARITO: C
32.(CETAP)- A variância é de: 37.(CETAP)- (x, x + 9, x + 45) formam nessa ordem uma
A) 60,2 B) 78,3 C) 59,2 D) 50 progressão geométrica de três termos. Calcule a razão e
GABARITO: C o termo central da sequência.
33.(CETAP)- O desvio padrão é de: A) 4 e 12 B) 3 e 12 C) 4 e 16 D) 2 e 11
GABARITO: A
A) 79,2 B) 59,2 C) 78,3 D) 50 38.(CETAP)-
GABARITO: B
34.(CETAP)-
GABARITO: B
39.(CETAP)- Sabendo que a sequência (2, 7, 12, 17,...)
forma uma progressão aritmética, calcule seu décimo
termo.
A) 53 B) 57 C) 45 D) 47
GABARITO: D
A) 6 B) 5 C) 0,5 D) 0,25 E) 0,15
40.(CETAP)-
GABARITO: C
35.(CETAP)-
GABARITO: A
A) 1,2 B) 1,3 C) 0,7 D) 0,84 E) 0,6 41.(CETAP)-
GABARITO: C
36.(CETAP)- A tabela 1 seguinte mostra a distribuição de
frequência das estaturas, em centímetros, de uma
amostra de 25 pessoas. Qual a estatura média desta
amostra de 25 pessoas?
GABARITO: C
42.(CETAP)- Um auditório com a forma de um trapézio
isósceles tem 10 poltronas na 1ª fila, 12 poltronas na 2ª
fila, 14 na 3ª fila e assim na mesma sequência aritmética
(PA) até a 18ª fila que é a última. Com as informações
A) 1,68m dadas calcule a capacidade desse auditório.
B) 1,702m A) 428
C) 1,72m B) 456
D) 1,74m C) 486
E) 1,69m D) 480
GABARITO: B GABARITO: C
GABARITO: C
52.(CETAP)-
GABARITO: A
48.(CETAP)-
GABARITO: B
GABARITO: B
53.(CETAP)- Uma escola preparatória para concurso O texto seguinte servirá de base para responder às
oferece os seguintes cursos: Matemática (M); Português questões de 56 a 57.
(P) e Informática (I). A tabela a seguir, registra a Entre os funcionários de uma Prefeitura, foi feita uma
distribuição desses alunos. Um aluno é escolhido ao pesquisa sobre vacinação: Gripe (A), Coronavírus (B) e
acaso. A probabilidade de ele estar cursando só Febre Amarela (C). A tabela seguinte registra o resultado
matemática é de, aproximadamente: da pesquisa:
56.(CETAP-2023)-
Quantos funcionários participaram da pesquisa?
(A) 375 (B) 351 (C) 405 (D) 465
A) 18,7% B) 50% C) 37,2% D) 33% E) 28,4%
GABARITO: C
GABARITO: A
57.(CETAP-2023)-
54.(CETAP)-
Quantos funcionários só se vacinaram contra
Coronavírus (B)?
(A) 130 (B) 86 (C) 115 (D) 125
GABARITO: C
58.(CETAP-2023)-
Em um ambulatório trabalham 8 enfermeiros com as
seguintes idades:
Maria, José e Célia: tem a mesma idade.
Carlos: 23 anos.
Sílvia: 30 anos.
Antônio: 28 anos.
Laura: 40 anos.
Marcos: 24 anos.
Qual a mediana dessas idades sabendo que elas somam
250 anos?
(A) 34,2 (B) 31,5 (C) 32,5 (D) 33
GABARITO: C
59.(CETAP-2023)-
Trabalhando 6 horas por dia, um Agente Comunitário de
Saúde - ACS atendeu uma comunidade em 36 dias. Em
quantos dias poderia fazer o mesmo atendimento
trabalhando 8 horas por dia?
(A) 27 (B) 32 (C) 28 (D) 30
GABARITO: A
GABARITO: B
60.(CETAP-2023)-
55.(CETAP-2023)- Dois produtos inseticidas X e Y serão misturados na
Um capital de R$ 50.000,00 foi aplicado em regime de razão (X/Y) de 9 para 5 afim de obter um volume de 140
juros compostos a uma taxa de 8% ao ano. Qual o valor litros. Calcule o volume em litros de cada produto.
do montante após 2 anos? (A) X= 100 litros e Y= 40 litros
(A) R$ 58.320,00 (B) X= 80 litros e Y= 60 litros
(B) R$ 58.000,00 (C) X= 85 litros e Y= 55 litros
(C) R$ 58.566,00 (D) X= 90 litros e Y= 50 litros
(D) R$ 62.300,00 GABARITO: D
GABARITO: A
GABARITO: A
69.(CETAP)-
GABARITO: A
65.(CETAP)-
GABARITO: C
GABARITO: A 70.(CETAP)-
66.(CETAP)-
GABARITO: C
GABARITO: B
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71.(CETAP)- 74.(CETAP)-
GABARITO: A
75.(CETAP)-
GABARITO: C
76.(CETAP)-
GABARITO: C
72.(CETAP)-
GABARITO: A
73.(CETAP)-
GABARITO: A
77.(CETAP)-
GABARITO: D
GABARITO: A
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78.(CETAP)- 81.(CETAP)-
GABARITO: D
79.(CETAP)-
GABARITO: B
82.(CETAP)-
GABARITO: A
84.(CETAP)- O número de alunos matriculados em
GABARITO: B cálculo, estatística e computação é de 150. Desses, 12
cursam estatística e computação e 80 cursam somente
cálculo. Quem cursa computação não cursa cálculo. Se a
turma de cálculo tem 96 alunos e estatística tem 35, os
alunos de computação são:
(A) 12. (B) 47. (C) 23. (D) 28.
GABARITO: B
GABARITO: D
91.(CETAP)-
92.(CETAP)- 97.(CETAP)-
GABARITO: A
98.(CETAP)-
GABARITO: C
93.(CETAP)-
GABARITO: C
99.(CETAP)-
GABARITO: A
94.(CETAP)-
GABARITO: B
100.(CETAP)-
GABARITO: C
95.(CETAP)-
GABARITO: B
10.(CETAP)-
GABARITO: C
96.(CETAP)-
GABARITO: D GABARITO: C
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