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Parada Cardiorrespiratória: Condutas e Protocolos

A morte súbita cardíaca é definida como a morte natural de causa cardíaca que ocorre rapidamente, muitas vezes sem sintomas premonitórios. A parada cardiorrespiratória (PCR) pode ser revertida e, se isso ocorrer, é chamada de 'morte súbita cardíaca abortada'. O documento também discute condutas de emergência e protocolos para manejo de PCR, incluindo a avaliação inicial e a transferência de pacientes em situações críticas.
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Parada Cardiorrespiratória: Condutas e Protocolos

A morte súbita cardíaca é definida como a morte natural de causa cardíaca que ocorre rapidamente, muitas vezes sem sintomas premonitórios. A parada cardiorrespiratória (PCR) pode ser revertida e, se isso ocorrer, é chamada de 'morte súbita cardíaca abortada'. O documento também discute condutas de emergência e protocolos para manejo de PCR, incluindo a avaliação inicial e a transferência de pacientes em situações críticas.
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Parada

Cardiorrespiratória
PANADA
CardigrespiraToriA

Definida e dismotive
Sinta de Atividade
-

CURSO

CARDIALA que provoca


-

Irresponsividade
-

Respiração anormal on Aprecia


America de
sirula
Aonina pulso Arti
de em
Grande
A morte súbita cardíaca é a morte natural de causa cardíaca que
se manifesta através de perda da consciência dentro de Ih após o
início dos sintomas.
Apesar de o período de 1h ser usado na definição, a maioria dos
casos acontece quase que instantaneamente (em segundo ), sem
sintomas premonitórios.
A morte súbita cardíaca nem sempre evolui para óbito!!! Quando
a Parada Cardiorrespiratória (PCR) é revertida, utilizamos o termo
"morte súbita cardíaca abortada".

A parada cardiorrespiratória se torna óbito a partir do


momento em que as funções encefálicas (cérebro +
tronco cerebral) são irreversivelmente extinguidas. Portanto, na
prática médica,
Existem dois "tipos" de PCR:

(1) aquela que ocorre de forma inesperada e pode ser revertida


com manobras de ressuscitação cardiopulmonar
(RCP);
e (2) aquela que já era, de certa forma, esperada pela evolução
do quadro clínico, e que se segue à falência orgânica inexorável.
Este último caso não está incluído no conceito de "morte
súbita cardíaca" e geralmente não se beneficia das manobras de
reanimação.
J

Ritmos cardíacos na
parada
FV V Assistalia

Tom
N RESP

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-&
EXTrA
Hos Ax
213d3

=> 20 % de Vida
*SE CHECAR PULSO: POR 10s
RESIDÊNCIA MÉDICA
Um homem de 50 anos apresenta um colapso na
recepção do PS e é levado diretamente para a
sala de emergência.
Após verificar a responsividade, qual é a
conduta mais adequada?
A) Iniciar compressões torácicas
B) Aplicar duas ventilações de resgate.
C) Acesso venoso calibroso e expansão
volêmica.
D) Eletrocardiograma de 12 derivações.
E) Checar o pulso carotídeo e a respiração.

RESIDÊNCIA MÉDICA
Um homem de 63 anos, recebendo medicação
para dor epigástrica na sala de observação do
pronto atendimento, apresenta um colapso ao
levantar-se da poltrona.
Qual é a conduta imediata mais adequada nesse
caso?
a) Realizar um eletrocardiograma de 12
derivações.
b) Checar a responsividade.
c) Aplicar 1 mg de epinefrina EV.
d) Iniciar compressões torácicas.
e) Solicitar avaliação da cardiologia.
&L aparta Básica a
Vida

& inculacat
-

&

torésizes Depremis 5-G


compressos : cm

No ritimo -120 mis

AirwAXX
Extensão arrica elevação do quiso
CONDUTAS EMERGÊNCiAS

Avaliação inicial
Estrati cação de risco inicial

É um trauma?
Se sim, Seguir algoritmo do ATLS (Inclusive compreendendo RCP se PCR no trauma)
Se não, prosseguir avaliação

É uma PCR sem trauma?


Se não, prosseguir avaliação
Se sim, seguir algoritmos intra e extra-hospitalar do BLS e ACLS
Ao nal, administrar os cuidados pós PCR de acordo com ACLS e tratar a causa subjacente à parada

Formulação da hipótese diagnóstica/ Diagnóstico Sindrômico

Quadro potencialmente fatal ou com possibilidade de piora sem manejo imediato? (Sempre sim se houve PCR,
obviamente)

Se sim, transferir paciente para uma Grande emergência após estabilização inicial
Se sim, monitorização cardíaca contínua e oximetria, acesso venoso e veri car necessidade de oxigenoterapia
Se não, o tratamento pode ser feito em unidade de menor complexidade (SPA)
Quais casos não podem ser tratados no SPA? Quando pedir transferência da UPA?

Con gura 1 das 3 grandes síndromes da emergência?


Insu ciência respiratória aguda
Choque
Síndrome coronariana aguda

Se sim, manejar conforme protocolo especí co

Se não, formular outra hipótese diagnóstica

Atribuições de acordo com o serviço


SAMU - atender ao chamado, preencher saída e chegada no local, bem como a avaliação inicial do paciente, manter
o paciente estável no trajeto (controlando a questão aguda), preencher cha do atendimento e passar o caso para o
médico responsável na unidade para a qual está acontecendo a transferência
Quem de ne o local para o qual o paciente será transferido? O médico do SAMU ou o regulador ?
Como sinalizar o aceite da unidade de destino? Quando termina a jurisdição da USA?

UPA - atender as chas de diversas complexidades, preencher BAM, prescrição, avaliar e tratar os pacientes em
observação, estabilizar quadros potencialmente fatais ou com grande possibilidade de agravamento sem
intervenção e transferir para hospital.
Existe internação na UPA? Para quadros autolimitados..
Quais casos devem ser transferidos para unidade hospitalar? Como funciona o processo de transferência?

SPA DO HOSPITAL - Atender as chas verde e amarela e transferir as chas vermelhas (ou pacientes graves
fi
fi
fi
fi
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fi
fi
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advindos da porta para a grande emergência (sala vermelha), passando o caso para o colega médico. Preencher
BAM, prescrição, avaliar e tratar os pacientes da sala de observação, realizar internação, evoluir os pacientes da
hipodermia, solicitar parecer para os pacientes internados na hipodermia.
Como de nir o setor para o qual o paciente será internado?
A internação começa pela hipodermia ou é apenas quando falta vaga nas clínicas?
Existe um plantonista para a hipodermia ou é o plantonista do SPA sempre?
Como funciona o remanejamento de setor?

Sala Vermelha - Admitir os pacientes de maior gravidade ou com possibilidade de agravamento, realizar manejo
inicial, estabilização e direcionar o paciente para o setor necessário (podendo ser a hipodermia, clínica ou a própria
sala vermelha até resolução completa do quadro ou enquanto se aguarda vaga no CTI), prescrição, solicitação de
parecer, evolução dos pacientes internados, evolução dos pacientes sem internação? Observação na sala
vermelha?
O médico da sala vermelha pode internar o paciente em qualquer lugar do hospital?
Existe direcionamento de setor no ato da internação?
Como funciona o processo de solicitar a vaga em CTI?
Quando o paciente deixa de estar sob sua responsabilidade no processo de transferência de setor?
Qual a periodicidade da evolução médica na sala vermelha?
Quando internar o paciente? Fica internado na GE?

Quando proceder internação? A internação é na GE?

HORA DA CONDUTA NA EMERGÊNCIA


(Se estou em um serviço que ofereça o que preciso para o manejo. Se não, vou estabilizar e transferir)

Para tirar o paciente da emergência e prevenir agravos, frequentemente se faz necessária a compreensão teórica e
técnica e a prática de procedimentos e exames.
Tais quais,
Manejo de vias aéreas ( em especial, IOT)
Cricotireoidostomia
Gasometria arterial (coleta e interpretação)
Eletrocardiograma (realização e interpretação)
SVD
SNG
Ventilação mecânica
Toracocentese
Paracentese

Trauma? Proceder cuidados de acordo com ATLS

Uma das 3 grandes síndromes supracitadas?


MOVER + sinais vitais + HGT + cuidados especí cos
fi
fi
PROCEDER DIAGNÓSTICO SINDRÔMICO GERAL ( em especial das síndromes mais relevantes , com protocolos
bem estabelecidos)

TEM INSTABILIDADE HEMODINÂMICA?


NECESSITA DE MEDIDAS DE SUPORTE RESPIRATÓRIO?

Fornecer estabilização possível antes de re nar investigação (mesmo sindrômica)

ENFOQUE NAS SÍNDROMES COM ALTO POTENCIAL FATAL EM QUE NÃO HÁ TEMPO HÁBIL PARA DÚVIDA

SÍNDROMES HEMORRÁGICAS
SÍNDROME DE BAIXO DÉBITO
SÍNDROME CORONARIANA AGUDA
SÍNDROMES RESPIRATÓRIAS
SÍNDROMES NEUROLÓGICAS AGUDAS
(Como abordar o rebaixamento do nível de consciência? Quando solicitar avaliação do especialista?)

APÓS O MOVE fi

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