Universidade de Belas
Faculdade de Ciências da Saúde
Curso de Nutrição e Dietética
Pré-Projecto do Trabalho de Fim do Curso
IMPACTO DE ALIMENTOS ULTRAPROCESSADOS, EM
CRIANÇAS DOS 6 MESES AOS 5 ANOS DE IDADE,
ASSISTIDAS NO HOSPITAL DIVINA PROVIDÊNCIA,
DURANTE O PRIMEIRO SEMESTRE DE 2025.
Elaborado: Luzia José Gabriel
Luanda - 2024
Universidade de Belas
Faculdade de Ciências da Saúde
Licenciatura em Nutrição e Dietética
Pré-Projecto do Trabalho de Fim do Curso
IMPACTO DE ALIMENTOS ULTRAPROCESSADOS, EM
CRIANÇAS DOS 6 MESES AOS 5 ANOS DE IDADE,
ASSISTIDAS NO HOSPITAL DIVINA PROVIDÊNCIA,
DURANTE O PRIMEIRO SEMESTRE DE 2025.
Elaborado pela: Luzia José Gabriel
Orientadora: Dra. Nazaré Baptista
Luanda – 2024
ÍNDICE
I. INTRODUÇÃO ....................................................................................................... 4
1.1- Introdução do Tema................................................................................................ 4
1.2- Delimitação Do Tema ............................................................................................. 5
1.3- Justificativa do Tema .............................................................................................. 6
1.4- Formulação do Problema ........................................................................................ 6
1.5- Objectivos da Pesquisa ........................................................................................... 7
1.5.1- Objectivo Geral ................................................................................................... 7
1.5.2- Objectivos Específicos ......................................................................................... 7
II- FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ........................................................................... 8
2.1 Considerações Gerais ............................................................................................... 8
2.2 Classificação dos alimentos de acordo com o nível de processamento ........................... 8
2.3 Composição nutricional desses alimentos ................................................................... 9
2.4 Consequências dos alimentos ultrapassados na infância ............................................. 10
2.5- Causas de alimentos ultrapassados na infância......................................................... 10
2.6- Fatores que influenciam no consumo de alimentos ultraprocessados em crianças ........ 10
III. CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL DO ESTUDO ............................................... 11
3.1 Historial ............................................................................................................... 11
3.2 Limite Geográfico ................................................................................................. 11
3.2 Serviços do Hospital .............................................................................................. 11
IV. METODOLOGIA ............................................................................................... 12
4.1 Tipo de Estudo ...................................................................................................... 12
4.2 População e amostra .............................................................................................. 12
4.3 Critério de inclusão e exclusão ................................................................................ 12
4.4 Métodos a utilizar .................................................................................................. 12
4.5 Procedimento éticos, instrumentos e técnicas de recolha de dados .............................. 12
4.6 Processamento dos dados ....................................................................................... 13
V. CRONOGRAMA ................................................................................................. 13
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ....................................................................... 13
I. INTRODUÇÃO
1.1- Introdução do Tema
O Presente trabalho abordará sobre o Impacto de Alimentos Ultrapassados em crianças dos
6 meses aos 5 anos de idade, assistidas no Hospital Divina Providência, durante o Primeiro
Semestre de 2025.
Segundo Nilson, (2023) Atualmente, países como Estados Unidos, Inglaterra e Canadá têm
perto de 60% das calorias da dieta oriundos de alimentos ultraprocessados e estes padrões
de consumo pouco se alteraram ao longo das últimas décadas. Porém, mesmo entre os países
de alta renda, há exceções, como França, Itália, Suíça e Japão, a forte cultura alimentar
conseguiu conter, até agora, o avanço dos ultraprocessados.
Segundo Nilson, (2023) no contexto global, ainda mais preocupante é o fato de que as
indústrias de ultraprocessados já não apresentam mais crescimento no consumo entre os
países ricos e agora avançam para novos mercados entre os países de rendimentos médios e
baixos, como na América Latina e África, que têm apresentado gradual aumento na
participação dos ultraprocessados nas dietas.
Segundo a Unicef(2023) O marketing de alimentos é difundido e persuasivo. Chega às
nossas crianças onde elas vivem, aprendem, comem, brincam e se encontram – tanto online
como na vida real. Afeta negativamente as preferências alimentares, as decisões de compra
e os comportamentos de consumo das crianças, contribuindo, em última análise, para a
obesidade infantil e para as doenças crónicas relacionadas com a alimentação.
O relatório da UNICEF “Uma abordagem ao marketing alimentar baseada nos direitos da
criança” explora o impacto do marketing de alimentos não saudáveis nos direitos das
crianças. O relatório destaca os danos causados pela comercialização de alimentos e bebidas
não saudáveis, incluindo resultados negativos para a saúde, e estabelece uma abordagem à
comercialização de alimentos baseada nos direitos da criança. Fornece uma visão geral dos
quadros jurídicos internacionais relevantes e descreve os princípios fundamentais de uma
abordagem à comercialização de alimentos baseada nos direitos da criança.
Este conjunto de ferramentas UNICEF-OMS - Agir para Proteger as Crianças do Impacto
Nocivo da Comercialização de Alimentos: Uma Abordagem Baseada nos Direitos da
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Criança - tem como objectivo orientar os governos e parceiros na introdução de medidas
legais adequadas para restringir a comercialização de alimentos às crianças.
Segundo o PNDS (2012), A Estratégia de Desenvolvimento a longo Prazo, “Angola 2025”
e a Politica Nacional de Saúde, identificam a promoção para a saúde como peça fundamental
para a mudança de comportamentos e adopção de estilos de vida saudáveis, realçando o
envolvimento e capacitação das famílias e comunidades para a obtenção de resultados
sustentáveis, no processo do desenvolvimento sanitário do País.
A Politica Nacional de Saúde identifica o Agente Comunitário como o principal elo de
ligação entre os indivíduos, famílias e comunidades e os serviços de saúde. Em Angola, as
províncias de Luanda, Huambo e Huíla, têm desenvolvido esta iniciativa com o apoio dos
Governos Locais. Contudo, há necessidade de se desenvolver um instrumento legal para o
suporte desta estratégia.
Politica de Promoção para a Saúde e a Estratégia intersectorial, que sirvam de instrumentos
de coordenação das intervenções e do mecanismo de coordenação e seguimento da
implementação das acções em todos os níveis.
Nota-se a necessidade da divulgação de informações relacionadas a esta temática, e
implementação de políticas para apoiar a promoção à amamentação e à alimentação
complementar adequada, de forma a contribuir para que as famílias recebam melhores
instruções. Desse modo, evidencia-se a importância da atuação do profissional Nutricionista,
a fim de auxiliar positivamente no bem estar da criança, no seu crescimento e
desenvolvimento.
1.2- Delimitação Do Tema
A presente pesquisa delimitar-se-á sobre o Impacto que tem a introdução de alimentos
ultrapassados com relação ao estado nutricional, de crianças dos 6 meses aos 5 anos de idade,
no Hospita Divina Providência, na Área de Nutrição, durante o primeiro semestre de 2025,
no município do Kilamba Kiaxi, em Luanda.
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1.3- Justificativa do Tema
A motivação da escolha do tema, deve-se ao que tenho vivenciado actualmente, o elevado
consumo de alimentos ultraprocessados logo no início da introdução alimentar, o que não é
recomendado. No que se refere a introdução alimentação infantil, segundo a OMS ela
começa com 6 meses de vida e com alimentos in natura mas actualmente tem se notado uma
prática errada da introdução alimentar, onde é feita a partir dos 3 à 4meses de idade, sendo
maior parte desses alimentos ultraprocessados.
A escolha do tema visa mostrar o impacto que tem o consumo excessivo dos alimentos
ultrapassados, logo na introdução alimentar. Achando que são os melhores alimentos para
uma introdução alimentar, quando na verdade esses alimentos são responsáveis por doenças
crônicas não transmissíveis, como diabetes, obesidade, hipertensão.
A Relevância do tema se dá há uma educação alimentar a sociedade, para que se tenha
conhecimento do que são alimentos ultrapassados, alimentos esses que têm ocupado um
lugar importante na rotina alimentar das pessoas. Sem muitas das vezes saber que os
alimentos ultraprocessados são alimentos ricos em açúcar, gorduras e sódio.
Esse tema poderá mostrar as consequências do consumo de alimentos ultrapassados de forma
excessiva em crianças dos 6meses aos 5 anos, fazer com que os pais têm mais atenção em
priorizar os alimentos in natura ou minimamente processado para a introdução alimentar das
crianças.
1.4- Formulação do Problema
A venda dos alimentos ultraprocessados tem aumentado na maioria das regiões do mundo e,
no Brasil, de 2009 a 2019, a taxa de crescimento anual foi de 1,9%. A prevalência do
consumo de alimento ultraprocessados aumentou dos 2 aos 4 anos, para todos os 9 itens
avaliados, exceto para o iogurte. A prevalência do consumo de salgadinhos de pacote,
nuggets/hambúrguer e chocolate em pó variou em torno de 43% a 46% em crianças de 2
anos e de 61% a 66% em crianças de 4 anos. Refrigerante e macarrão instantâneo eram
geralmente consumidos por cerca de 37% e 30% das crianças aos 2 anos de idade,
respectivamente, e cerca de 50% e 46% aos 4 anos de idade, respectivamente. Assim, tendo
em conta essa realidade, será fundamental a formulação da problemática de pesquisa o
seguinte: Que impacto pode originar nas crianças dos 6 meses aos 5 anos de idade a
introdução de alimentos ultraprocessados em relação ao estado nutricional no hospital
Divina Providência, durante o primeiro semestre de 2025?
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1.5- Objectivos da Pesquisa
1.5.1- Objectivo Geral
➢ Analisar o Impacto da Alimentos Ultraprocessados, em crianças dos 6 meses aos 5
anos de idade, assistidas no Hospital Divina Providência, durante o primeiro semestre de
2025.
1.5.2- Objectivos Específicos
➢ Definir teoricamente alimentos ultrapassados;
➢ Caracterizar o perfil sociodemográfico da população em estudo;
➢ Descrever as consequências dos alimentos ultrapassados em relação ao estado
nutricional, de crianças dos 6 meses aos 5 anos de idade, assistidas no Hospital Divina
Providência, durante o primeiro semestre de 2025;
➢ Identificar as causas de alimentos ultraprocessados em crianças dos 6 meses aos 5
anos de idade, assistidas no Hospital Divina Providência, durante o primeiro semestre de
2025.
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II- FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
2.1 Considerações Gerais
Segundo a OMS ( 2023) A alimentação complementar, definida como o processo de
fornecimento de alimentos além do leite quando o leite materno ou a fórmula láctea por si
só não são mais adequados para atender às necessidades nutricionais, geralmente começa
aos 6 meses de idade e continua até os 23 meses de idade. Este é um período de
desenvolvimento em que é fundamental que as crianças aprendam a aceitar alimentos e
bebidas saudáveis e a estabelecer padrões alimentares a longo prazo. Também coincide com
o período de pico de risco de falha no crescimento e deficiências nutricionais.
Os Produtos ultraprocessadossão são formulações industriais elaboradas a partir de
substâncias derivadas dos alimentos ou sintetizadas de outras fontes orgânicas. Nas formas
atuais, são invenções da ciência e tecnologia de alimentos industrializados modernos. A
maioria desses produtos contém uma pequena parte, ou nada, de alimentos inteiros. Eles vêm
prontos para consumir ou esquentar e, portanto, requerem pouco ou nenhum preparo
culinário.
2.2 Classificação dos alimentos de acordo com o nível de processamento
Historicamente, as recomendações de alimentação e nutrição têm-se baseadas na
composição nutricional dos alimentos, enfatizando agora a importância do balanço de
nutrientes, ou a predominância de certos nutrientes na composição dos diferentes grupos de
alimentos.
Quadro 1- Classificação dos Alimentos com base no nível de Processamento
Alimentos in natura ou minimamente São obtidos diretamente de plantas ou de
processados animais. Não sofre qualquer alteração
após deixar a natureza, podendo ser
submetidos apenas a processos como
limpeza, remoção de partes não
comestíveis. Exemplo: hortaliças, frutas,
raízes e tubérculos, cereais, leguminosas,
carnes, ovos, leite e água.
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Ingredientes culinários ou min São substâncias extraídas e purificadas
pela indústria a partir de componentes dos
alimentos ou obtidos da natureza (como
gorduras, óleos, sal e açúcares).
Geralmente não são consumidas
isoladamente, mas usados para temperar e
cozinhar alimentos. Como exemplo: Óleos
vegetais, manteiga, banha de porco, açúcar
e sal.
Alimentos Processados São elaborados ao adicionar gorduras,
óleos, açúcares, sal e outros ingredientes
culinários aos alimentos minimamente
processados para que tenham maior
durabilidade e, em geral, mais sabor.
Como exemplo: Frutas em calda e
cristalizadas, e atum enlatados, vegetais e
legumes em conserva.
Alimentos Ultraprocessados São formulações industriais feitas ou
majoritariamente com substâncias
extraídas de alimentos (óleos, gorduras,
açúcar, amido, proteínas). Como exemplo:
Biscoitos, sorvetes, embutidos, cereais
açucarados, refrigerantes, temperos
instantâneos.
2.3 Composição nutricional desses alimentos
Os alimentos ultraprocessados apresentam perfil nutricional inadequado e desfavorável para
a saúde e impactam negativamente a qualidade nutricional da alimentação, em geral com
alta densidade energética e excesso de gorduras totais, gorduras saturadas, açúcar e sódio,
além de baixo teor de fibras. Contudo, nas últimas décadas, o consumo de AUP tem sido
expressivo, vem aumentando no mundo, inclusive na população infantil, e tem sido
associado a desfechos negativos em saúde entre crianças (por exemplo, asma, alteração de
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perfil lipídico e maior circunferência da cintura), adolescentes (por exemplo, maior massa
corporal e gordura corporal) e adultos (por exemplo, obesidade, doenças cardiovasculares,
câncer, depressão, desordens gastrointestinais e maior mortalidade).
2.4 Consequências dos alimentos ultrapassados na infância
Segundo Machado,DV (2021), (SHINCAGLIA et al., 2015). Isto pode trazer como
consequência inúmeros distúrbios como baixo peso ou obesidade, que ocorre devido à
saciedade que estes alimentos promovem diminuindo a ingestão do leite materno.
2.5- Causas de alimentos ultrapassados na infância
Segundo Machado,DV (2021), (SALDIVA et al., 2011) Introduzir alimentos de forma
antecipada está diretamente relacionado a morbimortalidade infantil, uma vez que, o leite
materno passa a não ser exclusivo, sendo geralmente substituído por alimentos de baixo teor
nutritivo como chás ou grande teor calórico como alimentos com alto teor de carboidratos.
2.6- Fatores que influenciam no consumo de alimentos ultraprocessados em crianças
Segundo Jerônimo (2018) a alimentação infantil sofreu mudanças, onde que atualmente, o
repertório de alimentos destinados a esse público é padronizado, sendo massivo o marketing
das indústrias de alimentos. A prática ganhou força por meio do surgimento dos canais de
comunicação. As indústrias de alimentos diversificaram a oferta de produtos para essa faixa
etária, e utilizaram estratégias de marketing para promover o consumo de leite
industrializado e de alimentos complementares como os papas industrializados.
Para Pessoa et al., (2021) os hábitos alimentares são formados na infância e sofrem influência
de vários fatores, principalmente os socioeconômicos, culturais e familiares, já que na fase
de introdução alimentar a criança é ainda um ser passivo e dependente de forma exclusiva
das escolhas alimentares do cuidador. Segundo Werlang et al. (2017) em um estudo realizado
crianças com pais que tenha uma baixa escolaridade a redução em consumo de alimentos
ultra processados é maior.
Em conformidade Santana (2020) diz que as propagandas de alimentos na TV são
amplamente marcadas pela promoção de alimentos não saudáveis, pois os hábitos mais
frequentes de assistir TV estão relacionados ao aumento do consumo desses alimentos,
prejudicando os alimentos saudáveis.
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III. CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL DO ESTUDO
3.1 Historial
O Hospital Divina Providência, foi construído no ano de 1994, é uma instituição que pertence
a Obra da Divina Providência. Organização não governamental, nacional, vinculada á Igreja
Católica, sem fins lucrativos, cujo objectivo é oferecer assistência á população mais carente.
A ONG constitui-se em 28 de janeiro de 2000, e obteve o reconhecimento do Governo
Angolano, mediante a publicação no diário da república ( III série – N°32 do dia 11/08/2000)
do estatuto e da acta constituída.
3.2 Limite Geográfico
Em Angola, o Hospital Divina Providência, está localizado na Avenida Pedro de Castro Van
Dunem, bairro Golf2, município do Kilamba Kiaxi, Luanda. O município do Kilamba Kiaxi,
conta com uma população estimada de cerca de 1.500.000 habitantes, tendo registado nos
anos passados, maciços fluxos migratórios, vinda do Interior, devido à guerra.
3.2 Serviços do Hospital
A rede sanitária do Hospital Divina Providência, é articulada, pois conta com um conjunto
de unidades e sectores diferenciados, segundo o tipo de prestação de cuidados de saúde
oferecidos. Assim sendo, têm unidades hospitalares vocacionadas para atenção primária(
nível primário), uma unidade se referência com prestações polivalentes( nível secundário),
e um centro para o tratamento de doenças infecciosas, como a Tuberculose e Sida, de forma
a dar uma resposta mais completa possível á demanda da assistência sanitária, da área de
saúde das suas competências.
O estudo será feito na área de Centro Nutricional Terapêutico (CNT).
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IV. METODOLOGIA
4.1 Tipo de Estudo
Tratar-se-a de um estudo transversal descrito, observacional, prospectivo com uma
abordagem quanti-qualitativa.
4.2 População e amostra
A população alvo estimar-se-à em 80 crianças dos 6 meses aos 5 anos de idade, assistidas
no Hospital Divina Providência, durante o segundo semestre de 2025.
A amostra será constituída por 40% das crianças dos 6 meses aos 5 anos de idade, assistidas
no Hospital Divina Providência, durante o segundo semestre de 2025.
4.3 Critério de inclusão e exclusão
Estarão incluídas todas as crianças dos 6meses aos 5anos de idade, assistidas no Hospital
Divina Providência, durante o segundo semestre de 2025, que aceitarão fazer parte do meu
estudo.
Estarão excluídas todas as crianças dos 6meses aos 5anos de idade, assistidas no Hospital
Divina Providência, durante o segundo semestre de 2025, que não terão disponibilidade para
fazer parte do estudo.
4.4 Métodos a utilizar
Segundo Pedro Menezes(2023), método dedutivo é feito do maior para o menor, ou seja, de
uma premissa geral em direção a outra, particular ou singular. As conclusões encontradas
nesse método já estavam nas premissas analisadas anteriormente e, portanto, ele não produz
conhecimentos novos.
Segundo Pedro Menezes(2023), método indutivo vai do menor ao maior ou de uma premissa
singular ou particular para outra, geral. Diferente do método dedutivo, onde a conclusão está
implícita nas premissas, aqui, sua conclusão vai além desses enunciados. Assim, o método
indutivo é mais amplo sendo muito utilizado nas ciências.
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4.5 Procedimento éticos, instrumentos e técnicas de recolha de dados
Após a aprovação do tema a universidade enviará uma carta ao Hospital Divina Providência.
O instrumento usado será o inquérito. A técnica de recolha de dados usada será o inquérito
por questionário, com perguntas abertas e fechadas.
4.6 Processamento dos dados
O trabalho será feito na versão do Word 2016, tabelas serão feitas no Word e a defesa do
trabalho será feita em Power point.
V. Cronograma
D J F M A M J O N D
Actividade a Realizar e a e a b a u u o e
z n v r r i n t v z
Escolha do tema X
Leitura e Pesquisa X X X X X X X X X
bibliográfica
Elaboração do pré-projecto
Entrega do pré-projecto X
Recolha de dados X X
Processamento de dados X X
Revisão do Projecto X X
Entrega do Projecto X
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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Diefenthaler, I. C. M., Oliveira, M. L. (2019). Guias alimentares: estratégia para
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Panam Saúde Pública. Disponível em: [Link]
➢ Comissão Multissectorial. (2012). PLANO NACIONAL DE
DESENVOLVIMENTO SANITARIO (PNDS). VolumeII.
➢ Comitê de Revisão de Diretrizes, Nutrição e Segurança Alimentar (NFS)2023.
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23 meses de idade. Organização Mundial de Saúde.10.35953/raca.v3i2.145
➢ Fagherazzi. S. (2019). A Nova Classificação Alimentar. Disponível em:
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➢ Oliveira. M. C. .Alimentos industrializados e qualidade nutricional. VolumeII.
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e consequências do consumo de alimentos ultraprocessados na saúde infantil. Avenida
Sulim Abramovitc, 100 - Centro, Vargem Grande Paulista - SP. Disponível em:
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