Definições Urbanas e Ambientais Essenciais
Definições Urbanas e Ambientais Essenciais
Anexo I
Definições
Alça Viária: ramo que proporciona conversão à esquerda mediante giro contínuo à direita,
com ângulo central da ordem de 270°.
Alinhamento ou testada: é a linha divisória entre o lote ou gleba de propriedade particular ou
pública e a via de circulação.
Balão de retorno: área de manobra alargada situada no final da rua sem saída, que permite o
retorno de veículos pelo próprio acesso.
Coeficiente de Aproveitamento: é o índice pelo qual a área do lote deve ser multiplicada para
se obter a área total de edificação permitida nesse lote.
Cerrado: caracterizado por gradiente de fisionomias ou tipos de vegetação, que vai dos
extremos campo sujo ou Cerrado ralo (gramíneas com arbustos pequenos esparsos), até
Cerradão (árvores que formam dossel contínuo). Suas variadas fitofisionomias se diferem,
basicamente pela presença de gramíneas nativas, estrato herbáceo-arbustivo ou arbóreo-
lenhoso que têm relação intrínseca com a fertilidade do solo, geomorfologia do relevo,
topografia, pluviosidade e fatores de perturbação como o fogo, dentre outros.
Ecótono: região com vegetação resultante do contato entre dois ou mais Biomas fronteiriços,
resultando em área de tensão ecológica com imensa riqueza biológica, devido à transição de
diferentes comunidades (totalidade da fauna e flora) que a compõe. Regiões ecotonais são
áreas dinâmicas que, com o tempo, podem mudar de largura e até de posição, em razão das
mudanças ambientais. Quando essas áreas têm fisionomia florestal e estão em contato com
Cerrado há predomínio de espécies generalistas (capazes de se estabelecer tanto em Cerrado
quanto em Mata Atlântica), mas com poucos indivíduos das espécies típicas do Cerrado (não
sobrevivem no ambiente sombreado de florestas) e número também reduzido das espécies
florestais típicas (não conseguem se estabelecer no ambiente de Cerrado devido ao déficit
hídrico e à baixa umidade relativa).
Entroncamento Viário: Área de junção ou bifurcação de vias públicas, abrange toda a região
que compreende os ramos, as alças e o viaduto.
3
Faixa de Domínio: é uma área destinada à implantação e operação de rodovias, linhas de alta
tensão, gasodutos ou outros serviços de interesse público.
Faixa não edificável (non aedificandi): é a faixa reservada dentro de terrenos de propriedade
pública ou privada, na qual fica excluído o direito de construir, por razões de interesse
urbanístico, em obediência às legislações federal, estadual e municipal.
Macrodrenagem: é o processo de escoamento que ocorre nos fundos de vale que coletam
águas pluviais de áreas vizinhas providas ou não de sistema de microdrenagem, os quais
tenham leito de escoamento bem definido, mesmo que ali não exista um curso d`água perene.
4
Pavimento Técnico: aquele pavimento com até 2m (dois metros) de pé-direito e destinado a
abrigar equipamentos, máquinas e instalações prediais tais como tubulações, dutos e
similares, destinados ao apoio de infraestrutura necessária à edificação.
Pista: é a parte da via normalmente utilizada para a circulação de veículos, identificada por
elementos separadores ou por diferença de nível em relação às calçadas, ilhas ou canteiros
centrais.
Plano de manejo: documento técnico mediante o qual, com fundamento nos objetivos gerais
da área a ser protegida, estabelece-se os locais destinados à preservação da vegetação e as
normas que devem presidir a manutenção e o manejo dos recursos naturais, inclusive a
implantação das estruturas físicas necessárias à sua gestão.
5
Ramo Viário: via que conectam as vias que se interceptam ou as ligam a outras vias de um
entroncamento.
Rua sem saída: é a rua com um único acesso de entrada e saída de veículos e pedestres,
dotada ou não de sistema de retorno.
Sistemas de Lazer: são espaços livres de uso público que desempenham funções recreativas,
esportivas e de lazer, nos quais se admite a implantação de equipamentos de lazer, quadras
esportivas, pistas de skate, playgrounds, quiosques, praças e mobiliários urbanos.
Subsolos aflorados: subsolos situados acima do perfil da via ou do perfil natural do terreno.
Taxa de Ocupação Máxima: é o índice pelo qual a área do lote deve ser multiplicada para se
obter a máxima área de projeção horizontal da edificação permitida no lote.
Uso do Solo: é a destinação permitida para o imóvel e se subdivide em: residencial e não
residencial (sendo que o uso não residencial se subdivide em industrial e comercial, de serviço
e institucional).
6
Uso misto: caracteriza-se pela implantação de dois ou mais usos, ou categorias de usos, no
mesmo imóvel ou perímetro.
Via Pública Oficial: é a via destinada a circulação de veículos e/ou pedestres, que integra o
patrimônio do Município, estando denominada ou não, podendo compreender a pista, o
canteiro central e a calçada.
Anexo II
Conteúdo Mínimo dos Estudos Ambientais
a) Bioma: identificar o Bioma onde a gleba está inserida com base em cartografia oficial;
b) Remanescentes de Vegetação Nativa: Demarcar e quantificar a vegetação nativa
remanescente, quando existente;
c) Fitofisionomia: identificar a(s) fitofisionomia(s) da vegetação remanescente, dos
indivíduos arbóreos isolados e da vegetação exótica.
d) Registro Fotográfico: apresentar registro fotográfico da vegetação existente,
panorâmico e de particularidades da gleba.
2. Estudo Ambiental
a) Análise temporal dos remanescentes de vegetação nativa: levantar, a partir de 2006,
o histórico das áreas ocupadas por remanescentes de vegetação nativa na propriedade
e em seu entorno, considerando pelo menos um raio de 30 metros (trinta metros) a
contar do perímetro da área do empreendimento.
b) Diagnóstico dos remanescentes de vegetação nativa: realizar levantamento florístico
das espécies da borda dos remanescentes e a classificação dos estágios de
desenvolvimento e regeneração (inicial, médio e avançado) das fitofisionomias
existentes, com base nos parâmetros das Resoluções Federais e Estaduais para cada
Bioma, além de indicar os principais fatores de perturbação que prejudicam o
desenvolvimento da vegetação nativa.
c) Prognóstico e plano de manejo: apontar as áreas a serem conservadas e aquelas
prioritárias para recomposição da vegetação e para a formação de corredores
ecológicos e o manejo a ser adotado para a restauração, manutenção e proteção dos
remanescentes. Em especial, para o Bioma Cerrado, apontar aquelas áreas com
potencial de rebrota de espécies arbóreas e herbáceas de ocorrência natural do
Cerrado.
Obs: Quando o Estudo Ambiental for exigido e não tiver sido precedido da apresentação do
Laudo de Caracterização da Vegetação, seu conteúdo mínimo deverá englobar os itens
descritos para o Laudo de Caracterização de Vegetação.
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Anexo III
Dimensionamento Mínimo e Declividade de Vias
Anexo IV
Perfis de Vias
Anexo VI
Parâmetros de Uso e Ocupação
15,00 5,00
I2 / I3
ICJ
CS/ CS1-A/ CS1-B
vias CS4-A 500,00 20,00
CMETRO-ED
CS / CS1-A / CS1-B
(somente nas estradas 0,50 0,30 1.500,00 30,00 5,00 3,00
ZPA2 municipais)
_ _ 9,00
Clube associativo
e recreativo/
0,30 0,30 20.000,00 30,00 10,00 10,00
Serviço de
hospedagem
(2)(4)
I1-A/ I1-B 0,50 0,30 20.000,00 30,00 10,00 10,00
Atividade agrícola,
0,02 0,02 20.000,00 50,00 10,00 10,00
pecuária/florestal
CS / CS1-A / CS1-B
/ CS2
250,00 10,00
CS4-A / CS4-B
ZUD I1-A / I1-B / I2 1,30 4,00 2,00 _ 0,80 5,00 1,50
CS3
500,00 15,00
ICL / ICD / ICJ
I1-A / I1-B / I2 / I3
ZUPI 1 (5) 1,30 4,00 2,00 _ 0,80 250,00 10,00 5,00 1,50
I4
CS / CS1-A / CS1-B
CS2 / CS4-A / 0,80 250,00 10,00 1,50
CS4-B
ZUPI 2 I1-A / I1-B / I2 / I3 1,30 4,00 2,00 _ (6) 5,00
0,65
CS3
500,00 20,00 3,00
ICL / ICD / ICJ
R / CS / I1-A 175,00 7,00 _
RH 500,00 15,00 1,50
ZESFX RHS
(1) 1,30 1,30 9,00 0,65 _
(2)
CS1-A / CS1-B 250,00 10,00 1,50
(2)
CS4-A
17
R
CR 1 CS 1,30 1,30 1,30 9,00 0,65 450,00 10,00 5,00 1,50
I1-A
R
CS / CS1-A /
(2) (2)
CS1-B /CS2 250,00 10,00 1,50
(2)
CR 2 CS4-A 1,30 3,00 2,00 _ 0,65 5,00
(2)
I1-A / I1-B
RV1 1.000,00
20,00 3,00
RV2 1.500,00
R
CS _
I1-A
CR 3 CS1-A / CS1-B / 1,30 2,00 1,30 _ 0,65 250,00 10,00 5,00
(2)
CS2
1,50
CS4-A / CS4-B
2
I1-B
CS / CS1-A / CS1-B
CS2
CR 4 1,30 3,00 2,00 _ 0,65 3.000,00 50,00 5,00 5,00
CS4-A / CS4-B
I1-A / I1-B
R
CS -
CR5 I1-A
1,30 3,00 Vide disposições do artigo 127
CS1-A -
CS4-A -
* Recuos: Vide disposições dos artigos 196 a 208 desta Lei Complementar
18
Lista de corredores
Corredor 1
Corredor 2
• João Batista Soares de Queiroz Junior, Av. (exceto trecho na Centralidade Metropolitana Eixo
Dutra)
• José de Moura Candelária, Av.
• Juscelino Kubitschek, Av. Presidente (trecho: da Rua Pedro Alvares Cabral até a Rua Patativa).
• Laudelino Gonçalves de Miranda, Av.
• Lucia de Almeida Barretos, Rua
• Martins Guimarães, Estrada Municipal para (trecho: da Av. Barbacena até a Rua José Gomes de
Abreu)
• Mato Dentro, Estrada (trecho defronte a Centralidade Local – Novo Horizonte)
• Nacib Simão, Av.
• Napoleão Bonaparte, Rua (trecho: da Rua Emerentina Carvalho Campos até a Av. Eugenia da
Silva)
• Norma Sueli Junqueira Pereira, Rua
• Numa de Oliveira, Av. Dr.
• Octavia Porto Rodrigues, Av.
• Ouro Fino, Av.
• Patativa, Rua (exceto imóveis situados na Centralidade Local Vila Industrial).
• Perseu, Av. (trecho: da Av. Cassiopéia até a Av. Iguape)
• Pico das Agulhas Negras, Av.
• Rui Barbosa, Av. (trecho: da Rua Fernando Ferrari até a Rodovia SP-50)
• Salinas, Av.
• Samuel Wainer, Av.
• São Jerônimo, Rua
• Sebastião Paulo de Toledo Pontes, Av. Prof. (trecho: da Av. José de Moura Candelária até a Rua
Adhemar Figueiredo Lira)
• Serra do Japi, Rua
• SP 50, Rodovia (trecho: da Av. Rui Barbosa até a Rua Maria Luiza Rodrigues Costa)
• Tancredo Neves, Av. Presidente (trecho: da travessia do Córrego do Cajuru até a Av. Vinte e três
de Dezembro)
• Torataro Takitani, Rua
• Tottoni, Rua (trecho: da Rua Taru até a Rua Gisele Martins)
• Valparaiso, Rua (trecho: da Rua Benedito Pinto da Cunha atá a Rua Arequipa)
• Vicente Brandão Ferreira, Av.
• Waldemar Teixeira, Rua (trecho: da Rua Rogerio Monteiro até a Av. Dias Gomes).
• Wilson Cunha Padre, Av.
Corredor 3
• Bulgária, Rua
• Camerino Pereira dos Santos, Rua
• Candeias, Rua (trecho: da Av. Feira de Santana até a Rua Caravelas)
• Caravelas, Rua
• Carmelina Alves dos Santos, Av.
• Casimiro Montenegro Filho, Rua Marechal do Ar
• Cidade Jardim, Av. (trecho: da Rua Antenor Teodoro Azevedo até Av. Maria de Lourdes Medeiros
de Assis)
• Clarismundo da Silva, Av. Segundo Sargento
• Dinamarca, Rua
• Eugênia da Silva, Av.
• Faria Lima, Av. Brig. (trecho: da Av. dos Astronautas até a Rua Oswaldo Ricci)
• Francisco Rosa Marques, Rua
• George Eastman, Av. (trecho: da Rua Mehgi Moana Metene até a Estrada do Imperador)
• João B., Praça
• João Batista de Souza Soares, Av. Dr. (trecho: da Av. Feira de Santana até a Av. Leonor de
Almeida Ribeiro Souto)
• João Guska, Av. (exceto trecho na Centralidade Local Colonial)
• Joel de Paula, Estrada Municipal (trecho: do limite da ZPE3 até o limite da Macrozona de
Estruturação)
• José de Campos, Rua
• José Guilherme de Almeida, Rua (trecho: do início da Rua Léa Maria Brandão Russo até a Rua
Carlos Carnevalli)
• José Martins Ferreira, Av.
• Josefina Pozzi Bondezan, Av.
• Leonor de Almeida Ribeiro Souto, Av.
• Lucio Alves de Almeida, Rua
• Manuel Vieira, Rua
• Marginal B, Av. (no Jd. Motorama)
• Maria de Lourdes Medeiros de Assis, Av.
• Maria Hipolita de Souza, Av.
• Monte Verde, Rua
• Nelson Tavares da Silva, Estrada (trecho: da Rua dos Topógrafos até a altura da Rua Um do
loteamento Boa Esperança - excluído)
• Paraibuna, Rua (trecho: da Rodovia Pres. Dutra até a Rua das Acácias)
• Quinze de Novembro, Rua – São Francisco Xavier (trecho: da Rua Joaquim da Silva Maia até o
limite do Perímetro Urbano)
• São Afonso Maria, Rua
• São Nicolau, Rua
• SP-50, Rodovia (trecho: da Rua Maria Luiza Rodrigues Costa até o limite do Perímetro Urbano)
• Tancredo Neves, Av. Presidente (trecho: da Rua dos Alfaiates até a Estrada do Bom Retiro)
• Ubirajara Raimundo de Souza, Rua
• Vicente Paulo Penido, Avenida Comendador (lado ímpar)
Corredor 4
• Cambui, Via.
22
Corredor 5 (apenas lado das vias ao longo da Orla do Banhado – Art. 127, desta Lei Complementar)
• Ana Eufrásia, Rua (trecho: da Rua Pe. Fortunato da Silva ramos até a Av. São José)
• Cândida Maria Cesar Savaya Giana, Praça
• Corifeu de Azevedo Marques, Av. (trecho: da Viela 21 até o limite da Macrozona de
Consolidação)
• Luiz Jacinto, Rua
• Manoel Borba Gato, Av.
• São José, Av.
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Anexo VII
Mapa de Zoneamento
24
Anexo VIII
Esquema Gráfico da Orla do Banhado (CR5)
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Anexo IX
Uso e Ocupação na Zona Rural
Residencial R Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim
Consumo
Agropecuária de
próprio/ Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim
subsistência
Diversificado
(3)
Agroflorestal Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim
Integrado
Agrosivopastoril Não Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim
Lavoura-pecuária Não Não Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim
Agricultura Não Não Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim
Horticultura,
Não Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim
Fungicultura
Silvicultura Nativa Não Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim
Agrícola
Silvicultura Exótica Não Não Não Não Sim Sim Sim Sim Sim
Produção Rural
Viveiro de Mudas
Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim
Nativas
Econômico
Viveiro de Mudas
Não Não Não Não Sim Sim Sim Sim Sim
Exóticas
Pecuária Não Não Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim
Avicultura,
Suinocultura,
Cunicultura, Não Não Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim
Equinocultura,
Zootécnico
Sericicultura
Aquicultura,
Piscicultura,
Não Não Não Sim Sim Sim Sim Sim Não
Ranicultura,
Ampularicultura
Apicultura,
Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim
Melipolicultura
27
AGI Não Não Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim
Exploração e envasamento
Não Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim Não
de água mineral
Indústrias incompatíveis
(4)
com o meio urbano e de Não Não Não Não Não Não Não Não Sim
segurança nacional
Sistemas de biodigestão e
Resíduos
compostagem de resíduos Não Não Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim
orgânicos
orgânicos
(I)
ZDI da APA São Francisco Xavier: parâmetros para a Siglas:
Zona Rural, não ZPM: Zona de proteção máxima
aplicáveis ao núcleo urbano. ZCB: Zona de conservação da biodiversidade
(II)
As restrições impostas pela Zona de Amortecimento ZCRH: Zona de conservação de recursos
hídricos
do Parque Natural ZOD: Zona de ocupação diversificada
Municipal Augusto Ruschi (PNMAR) deverão ser ZDI: Zona de ocupação dirigida
respeitadas. MZPRH: Macrozona de proteção de recursos
(1) hídricos
exceto pesqueiro.
(2)
admitido na Tamoios. MZPT: Macrozona de potencial turístico
(3) MZDS: Macrozona de Desenvolvimento
excluída extração de madeira. Sustentável
(4)
conforme art. 10, da Lei Complementar n.º 612, de APA SJ: Área de proteção ambiental municipal
2018. da Serra de Jambeiro
(5)
permitida a geração de energia para autoconsumo.
28
Anexo X
Conversão para Áreas Sustentáveis
Observação:
(1)
Não aplicável quando a arborização da área é uma obrigatoriedade do empreendimento;
29
Anexo XI
Classificação das Atividades de Uso Comercial, de Serviço e Institucional
Uso comercial, de serviço e institucional com nível de impacto urbanístico e ambiental baixo: CS1
Observação: As atividades originalmente classificadas como CS, se com ACC ≥ 1.000 m² serão classificadas
como CS1-A.
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1. Bar, choperia; sem entretenimento e/ou música podendo funcionar após 22hs.
2. Clínica veterinária com internação.
3. Clube esportivo e recreativo.
4. Lanternagem, funilaria e pintura de veículos automotores (exceto veículos automotores pesados,
tais como tratores, caminhões e ônibus).
5. Lavagem, lubrificação e polimento de veículos automotores (exceto caminhões, máquinas agrícolas
dentre outros veículos pesados).
6. Lavanderia hospitalar, lavanderia industrial.
7. Loja e depósito de tinta, verniz, óleo, material lubrificante, com 250m² < ACC ≤ 500m²
8. Posto de abastecimento de veículos em geral.
9. Salão de festas (Buffet) infantil (com horário de funcionamento até as 22h).
31
Uso comercial, de serviço e institucional com nível de impacto urbanístico e ambiental médio:
CS2
Uso comercial, de serviço e institucional com nível de impacto urbanístico e ambiental alto: CS3
Uso comercial, de serviço e institucional com nível de impacto urbanístico e ambiental potencial
gerador de ruído noturno: CS4
CS4-A: incômodo 1
CS4-B: incômodo 2
Uso comercial, de serviço e institucional com nível de impacto urbanístico e ambiental sujeito a
análise específica: CS5
Anexo XII
Medidas Mitigadoras
ASPECTO
URBANO- EXIGÊNCIAS TÉCNICAS E MEDIDAS MITIGADORAS
AMBIENTAL
- As fontes de poluição atmosférica deverão ser controladas de forma a atender aos
padrões estabelecidos pelo Regulamento da Lei Estadual N° 997/76 aprovado pelo
Decreto Estadual N° 8.468/76 e suas alterações, bem como não causar incômodos à
população vizinha.
- As operações, processos ou funcionamento dos equipamentos de transporte,
manipulação, carga e descarga de material fragmentado ou particulado, deverão ser
realizados a úmido, mediante processo de umidificação permanente.
- O armazenamento de material fragmentado ou particulado deverá ser feito em silos
adequadamente vedados, ou em outro sistema de controle de poluição de ar de
Emissão eficiência igual ou superior, de modo a impedir o arraste, pela ação dos ventos, do
Atmosférica (EA) respectivo material.
- No caso de utilização de forno ou fogão a combustível sólido (lenha, briquete, etc),
estes deverão ser providos de chaminé com sistema de retenção de fuligem, de forma a
evitar a emissão de poluentes atmosféricos.
- As operações de cobertura de superfícies realizadas por aspersão, tal como pintura ou
aplicação de verniz a pistola, deverão ser realizadas em compartimento próprio provido
de sistema de ventilação local exaustora e de equipamento eficiente para a retenção de
material particulado (“cabine de pintura”).
- Fica proibida a emissão de substâncias odoríferas na atmosfera, em quantidades que
possam ser perceptíveis fora dos limites da área de propriedade da fonte emissora.
- Os efluentes líquidos gerados no empreendimento, independentemente se industrial
ou sanitário, deverão ser tratados através de sistema de prevenção e controle de
poluição, e lançados nos padrões estabelecidos pela Lei Estadual N° 997/76 aprovado
pelo Decreto Estadual N° 8.468/76 e nas Resoluções CONAMA N° 357/05 e Nº 430/2011
e suas respectivas alterações.
Lançamento de - Fica proibido o lançamento de efluentes líquidos em galeria de água pluvial ou em via
Efluente (LE) pública;
- Deverá ser implementado sistema de retenção de gorduras e óleos biodegradáveis de
origem animal ou vegetal, de forma a atender os padrões legais de lançamento nos
corpos d’água ou na rede coletora de esgotos.
- Deverá ser implementado sistema de retenção de óleos e graxas, de forma a atender
os padrões legais de lançamento nos corpos d’água ou na rede coletora de esgotos.
- Além dos parâmetros urbanísticos estabelecidos pela classe de uso e ocupação, as
Perigoso ou
atividades deverão atender as restrições e medidas de segurança, bem como as
Potencialmente
regulamentações e normas dos órgãos competentes como Corpo de Bombeiro, CNEN,
Perigoso (PP)
ANP, CETESB, IBAMA, entre outros.
35
- Os resíduos sólidos gerados pela atividade deverão ser gerenciados de forma eficiente,
promovendo a coleta seletiva, a valorização dos resíduos orgânicos por meio da
compostagem e dos resíduos recicláveis, além da disposição final ambientalmente
adequada, observando normas operacionais específicas de modo a evitar danos ou
riscos à saúde pública e à segurança em consonância com a Política Nacional de
Resíduos Sólidos e o Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos.
- Os resíduos de serviços de saúde gerados pela atividade deverão ser gerenciados
Resíduos Sólidos conforme regulamentações e normas operacionais específicas estabelecidas pelos
(RS) órgãos do SISNAMA e do SNVS.
- Os resíduos perigosos deverão ser classificados de acordo com a ABNT NBR
10004:2004 e suas alterações (ou a que vier a substitui-la) e destinados a locais
devidamente licenciados pelo órgão ambiental competente, observando normas
operacionais específicas de modo a evitar danos ou riscos à saúde pública e à
segurança.
- O armazenamento de resíduos deverá atender as normas ABNT NBR 11174:1990 e
ABNT 12235:1992 e suas alterações (ou a que vier a substitui-la).
- O nível de ruído emitido pela atividade deverá atender aos padrões estabelecidos pela
norma ABNT NBR 10151:2000 - "Avaliação do ruído em áreas habitadas, visando o
conforto da comunidade", em suas alterações ou em normas substitutas; deverá ser
atendida a Resolução CONAMA nº 001, de 08 de março de 1990 e suas alterações (ou a
que vier a substitui-la). No caso de possibilidade de emissão de ruído para além dos
limites da propriedade, deverá ser executado isolamento acústico no estabelecimento,
segundo as normas técnicas e legais aplicáveis.
- No caso de utilização de equipamentos ruidosos (compressores, geradores de energia,
motores em geral, etc.), deverá ser executado isolamento acústico do ambiente,
enclausuramento da fonte emissora ou outras medidas de mitigação, a fim de evitar
Vibração e ruído
incômodo à vizinhança.
(VR)
- As vibrações geradas pelas atividades do empreendimento deverão ser controladas de
modo a evitar incômodos ao bem estar público
- Na hipótese de equipamento que produza vibração mecânica ou choque, este deverá
ser assentado em base própria, adequada e antivibratória, a fim de evitar incômodo à
vizinhança. Referência para avaliação de incômodo: Decisão de Diretoria da CETESB nº
205/2007/E, de 07 de novembro de 2007.
- No caso de utilização de equipamentos de áudio ou instrumentos musicais (bateria
acústica, caixas acústicas, etc.), deverá ser executado isolamento acústico do ambiente
e outras medidas de mitigação, a fim de evitar incômodo à vizinhança, obedecida as
exigências específicas aplicáveis ao caso.
- As operações de lavagem e aspersão de veículos deverão ser realizadas em
compartimento fechado, de forma minimizar a formação de névoas na vizinhança.
Outros Aspectos - Atividades que emitam luzes de alta intensidade, como por exemplo operação de
de Interferência solda, deverão ser realizadas em ambiente fechado ou com anteparos que evitem o
(OA) ofuscamento nas vias e outros distúrbios para a vizinhança.
- Atividades cujos processos produzam temperaturas extremas deverão executar
medidas de isolamento térmico entre outras, a fim de evitar sobrecarga térmica e
outros incômodos para a vizinhança.
36
Anexo XIII
Classificação das Categorias do Uso Industrial: Matriz de Classificação
Potencial de Incomodidade
Parâmetros de
Baixo - I1
Incomodidade Médio - I2 Médio-Alto - I3
I1.a I1.b
Área Construída
Até 500,00m² Maior que 500,00 m² até 1000,00m² Maior que 1000,00m² Maior que 1000,00m²
Computável
Apresenta emissões atmosféricas que
Emissões Apresenta emissões atmosféricas
não contenham minerais não
atmosféricas – Apresenta emissões que contenham hidrocarbonetos,
metálicos e/ou metais pesados em sua Apresenta emissões atmosféricas que
Gases, Vapores, atmosféricas geradas na compostos orgânicos voláteis –
composição. contenham minerais não metálicos. (tais
Odores e Material queima de gás natural (GN) VOC, fluoretos, metais pesados ou
Apresenta emissões atmosféricas como cal, cimento, enxofre, gesso, rochas
Particulado, e gás liquefeito de petróleo outras substâncias perigosas ou
geradas na queima de combustíveis ornamentais, etc.). Exceto amianto.
(obedecidas as (GLP). nocivas à saúde pública e ao meio
sólidos e líquidos e os processos de
exigências legais). ambiente.
pintura por aspersão.
Apresenta operações de corte,
lixamento e polimento, exceto de Apresenta operações de corte, lixamento
Apresenta operações que pedras, cerâmicas ou similares, de e polimento, de martelagem, moagem, Apresenta operações cujos ruídos
Ruídos
não tenham potencial para martelagem, moagem, trituração, trituração, prensagem ou equipamentos tenham potencial para ultrapassar
(obedecidas as
ultrapassar o limite de prensagem ou equipamentos pneumáticos, cujos ruídos tenham os limites de emissão de ruídos
exigências legais).
emissão para zonas mistas. pneumáticos, cujos ruídos não tenham potencial para ultrapassar os limites de para áreas de uso diversificado.
potencial para ultrapassar os limites emissão para zonas mistas.
de emissão para zonas mistas.
Efluentes líquidos
Efluentes líquidos industriais, admitindo,
industriais equiparáveis a
no máximo, o pré-tratamento físico no
efluentes domésticos, Efluentes líquidos industriais
local, como remoção de sólidos Efluentes líquidos industriais, com
Efluentes líquidos admitindo, no máximo, o equiparáveis a efluentes domésticos,
grosseiros, gorduras, sedimentáveis, estação local de tratamento de
industriais tratamento preliminar físico admitindo a estabilização e/ou
estabilização e/ou neutralização de efluentes.
no local, como remoção de neutralização de efluentes no local.
efluentes.
sólidos grosseiros, gorduras
e sedimentáveis.
Observações: [Link] parâmetros de incomodidade “emissões atmosféricas” e “ruídos” devem ser avaliados sem considerar a adição/aplicação de métodos/sistemas de
controle nas fontes de emissão. 2. Para determinação do potencial de incomodidade por emissões atmosféricas devem ser consideradas as emissões em todos os
processos/operações realizados no local, como recebimento ou transferência, armazenamento, manipulação, transformação ou tratamento de matéria prima, produto
acabado, resíduos ou efluentes. 3. A classificação da indústria se dará pelo maior potencial de incomodidade atingido em qualquer um dos parâmetros de incomodidade
presentes na matriz de classificação.
37
Anexo XIV
Análise de Localização
38
Anexo XV
Recuos: Esquemas Gráficos
39
40
41
42
43
Legenda:
F: Recuo de fundos
L: Recuo lateral
Observações:
Alziro Lebrão, R. (Av. Rui Barbosa até a Estr. Lado par (Lado Rio Paraíba do Sul) 13,50 a 16,10
01 Pedro Moacir de Almeida – SJC-020 – antiga 11,90 a 14,50 28,00 Norte
Lado ímpar, deverá ampliar a calçada de mínimo 3,00m a 3,00 (largura
Estr. da Vargem Grande)
partir da guia existente final da calçada)
07 Carlos Marcondes, Av. (Rod. Pres. Dutra até Lado par: a partir da Rod. Pres. Dutra até o nº 309 13,70 a 14,90 21,00 6,10 a 7,30
a linha férrea) Oeste
Lado ímpar: entre o nº 309 e a linha férrea.
14,80 a 15,70 21,00 0 a 5,30
11 Cegonheiros, Av. dos Lado leste (lado das glebas – transportadora) entre a Estr.
Municipal Martins Guimarães e toda a testada da Vl.
Patrícia 14,50 28,00 13,50 Leste
Lado da Vl. Patrícia - lado oposto ao Gasoduto, entre a Vl.
Patrícia e a Av. General Motors
Ambos os lados entre a R. Cajueiros e o Córrego da
10 a 13,3 26,00 6,35 a 8,00
Ressaca
12 Corifeu de Azevedo Marques, R. Oeste
Lado ímpar entre o Córrego da Ressaca e a R. Carlos
10,00 a 13,30 25,00 11,70 a 15,00
Marcondes (conforme projeto funcional)
13 Dolzani Ricardo, R. (entre nº 750 e Viaduto. Lado par
Raquel Marcondes) Variável Variável 0 a 7,00 Central
14 Eduardo Cury, Av. Dr – Anel Viário Lado par (Jd. Esplanada), entre o nº 500, inclusive, e a R.
Ana Maria Nardo
78,50 85,50 3,50 Oeste
Lado ímpar (Jd. das Colinas)
19 Heitor Villa Lobos, Av. Lado do loteamento Apolo II e Vila Ema, entre a R. Madre
Variável Variável 3,50 Central
Paula de São José e a Av. Nove de Julho
Ambos os lados, entre o viaduto Heitor Villa Lobos e a Av.
12,10 a 16,10 21,00 2,45 a 4,45 Central
Engº Francisco José Longo
46
LARGURA LARGURA RECUO ESPECIAL
ITEM VIA ALARGAMENTO REGIÃO
EXISTENTE (m) FINAL (m) (m)
22 João Batista de Souza Soares, Av. Dr. Lado ímpar, entre a R. Mar Del Plata e o Posto de
7,00
Combustível nº 3059
30,00 a 44,00 44,00 Sul
Lado ímpar (Av. Manuel Vieira), entre a R. José de
13,00
Campos e o nº 4009
23 João Batista Ortiz Monteiro, Av. Prof. Ambos os lados 14,80 a 17,50 28,00 5,50 a 6,60 Oeste
24 João Miacci, Av. Ambos os lados, entre a Av. 13 do Dom Pedro II e a Estr.
8,00 a 20,00 33,00 6,50 a 12,50 Sul
Torrão de Ouro
Ambos os lados, entre a Estr. Torrão de Ouro e a R.
10,00 a 12,00 20,00 4,00 a 5,00 Sul
Alexandre Teodoro Eras
25 João Marson, Av. Lado do Vista Linda entre a Av. José de Moura Candelária
Variável Variável 3,50 Leste
e o nº 2795
Entre a R. Jamil Cury e a Av. Sen. Teotônio Vilela Variável Variável Variável Leste
26 Jorge Zarur, Av. Dr. – Anel Viário Diretriz específica _ _ _ Oeste /
Sul
27 Juscelino Kubitschek, Av. Lado par (Jd. Jussara) entre R. Pedro Álvares Cabral e R.
Maestro Francisco Gaia
15,30 a 17,90 28,00 10,10 a 12,70 Leste
Lado ímpar – Monte Castelo, entre a R. Maestro Francisco
Gaia e R. 21 de Abril
47
LARGURA LARGURA RECUO ESPECIAL
ITEM VIA ALARGAMENTO REGIÃO
EXISTENTE (m) FINAL (m) (m)
28 Laurent Martins, Av. Lado oposto ao loteamento Jd. Esplanada II 13,70 a 14,10 16,00 1,90 a 2,30 Central
29 Lineu de Moura, Av. (entre o Jd. do Golf e a Lado ímpar, lado oposto ao loteamento Jd. do Golf
18,40 a 28,30 25,50 3,50 Oeste
rotatória do Serimbura)
30 Lívio Veneziani, Av./Madre Tereza de Lado ímpar entre a R. dos Jaburús / R. dos Poncãs e a APP
Calcutá, Av. do Córrego
11,00 23,00 12,00 Sudeste
Lado par entre a APP do Córrego e a duplicação da Av.
Madre Tereza do Calcutá
Lucio Alves de Almeida, R. (entre Av. José Lado da gleba (Jd. Cruzeiro do Sul)
31 Adilson da Cruz e a R. Aparecida da Silva 14,10 23,00 8,90 Sul
Alves)
32 Madre Paula de São José, R. Lado par 14,10 17,60 3,50 Central
33 Manoel Rodrigues de Moraes, R. Lado ímpar / Lado do Rio Paraíba do Sul (calçada e
11,80 a 11,90 15,00 3,10 a 3,20 Norte
ciclovia)
34 Manoel Ricardo Jr., R. Lado ímpar entre a R. Paraibuna e a Trav. João Friggi 3,50 a 5,00
Ambos os lados entre a Trav. João Friggi e a Av. Dr. 9,30 a 11,10 14,00 Central
3,50
Nélson D´Ávila
37 Maria Luciana de Jesus, R. Lado par 13,80 a 14,00 17,50 3,50 Sul
40 Martins Guimarães, Estr. Municipal / Lado Ímpar – Lado do Vl. Ester, entre a R. Benedito
14,00 a 20,00 20,00 0 a 6,00
Lacerda e a Av. dos Cegonheiros
Três, R.
Lado par (glebas / transportadora), a partir da Av. dos
Variável 26,00 0 a 12,00 Leste
Cegonheiros até o n° 1027
Ambos os lados, do nº 1027 até a R. Mario Campos
Variável 26,00 0 a 12,00
(transição)
41 Maurício Cardoso, R. Ambos os lados 23,00 a
15,80 a 16,10 6,00 Sul
28,00
42 Paraibuna, R. (entre a Pç. Cândido Dias Ambos os lados
Variável 21,00 3,50 Central
Castejon e o Viaduto Paraibuna)
44 Pedro Friggi, Av. (entre a R. Peru e a R. Lado ímpar (Jd. Motorama) 8,00
Buenos Aires) 18,70 a 27,00 35,00 Leste
Lado par (Vista Verde) 4,00
45 Pedro Rachid, R. Lado Via Norte – Lado oposto ao Cemitério 11,80 a 13,00 16,00 3,50 Norte
46 Piraquara Club, R. Lado Rio Paraíba 12,00 a 19,00 28,00 9,00 a 16,00 Norte
47 Quirino Custódio da Silva, Trav. Lado par 5,90 a 10,10 14,00 4,00 a 8,00 Norte
48 Roberval Fróes, R. Prof. (entre a R. Nicolau Lado oposto ao loteamento Jd. Esplanada II
Lefaif e a R. Graça Aranha) 13,50 a 13,90 16,00 2,50 Central
49
LARGURA LARGURA RECUO ESPECIAL
ITEM VIA ALARGAMENTO REGIÃO
EXISTENTE (m) FINAL (m) (m)
53 Sumatra, R., entre a R. Mindanau e a R. Lado par, ampliar a calçada para no mínimo 3,00m
Variável Variável Variável Sul
Java.
54 Tancredo Neves, Av., entre a R. Maria Ambos os lados
Adolfina de Almeida Tomás e a Av. João Variável 33,00 5,00 Leste
Bassi
55 Teotônio Vilela, Av. Sen. – Anel Viário Diretriz específica _ _ _ Central
Anexo XVII
Parâmetros para Fachada Ativa
Centro
Tradicional Corredores e Demais Zonas Mistas e
Parâmetros
e Centro Centralidades Centralidade Aquarius
Expandido
(1)
Nos casos do uso misto entre o não residencial e o residencial multifamiliar vertical, nos
pavimentos com fachada ativa, as áreas comuns do uso residencial, com exceção das áreas de lazer
cobertas e das lixeiras, poderão ocupar os recuos laterais.
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Anexo XVIII
Parâmetros para o Ajardinamento e o Espaço Árvore em Calçadas
Anexo XIX
Entroncamento Viário
Exemplificação de Termos de Definição Relativos ao Sistema Viário
53
Anexo XX
Ampliação do Perímetro Urbano do Distrito de São Francisco Xavier – Lei Complementar 612/2018 (PDDI)
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Anexo XXI
Ampliação do Perímetro Urbano do Distrito de São José dos Campos – Lei Complementar 612/2018 (PDDI)