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Definições Urbanas e Ambientais Essenciais

O documento apresenta definições e conceitos relacionados ao planejamento urbano, incluindo termos como Alça Viária, Agrofloresta, Áreas Institucionais e Impacto Ambiental. Também aborda aspectos técnicos sobre infraestrutura, como drenagem, pavimentação e uso do solo, além de requisitos para estudos ambientais. Por fim, inclui diretrizes para o dimensionamento e declividade de vias públicas.

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joel araujo
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Definições Urbanas e Ambientais Essenciais

O documento apresenta definições e conceitos relacionados ao planejamento urbano, incluindo termos como Alça Viária, Agrofloresta, Áreas Institucionais e Impacto Ambiental. Também aborda aspectos técnicos sobre infraestrutura, como drenagem, pavimentação e uso do solo, além de requisitos para estudos ambientais. Por fim, inclui diretrizes para o dimensionamento e declividade de vias públicas.

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1

Anexo I
Definições

Alça Viária: ramo que proporciona conversão à esquerda mediante giro contínuo à direita,
com ângulo central da ordem de 270°.
Alinhamento ou testada: é a linha divisória entre o lote ou gleba de propriedade particular ou
pública e a via de circulação.

Agrofloresta ou Sistema Agroflorestal: é um sistema que reúne as culturas de importância


agronômica em consórcio com a floresta. Um sistema agroflorestal é um sistema de plantio de
alimentos que é sustentável e ainda faz a recuperação de uma floresta.

Áreas Institucionais: são áreas públicas destinadas à instalação de equipamentos urbanos e


comunitários, tais como escolas, creches, postos de saúde, ginásios de esportes, delegacias de
polícia, reservatório de água e outros similares, mantidos pelo poder público ou por entidades
civis sem fins lucrativos comprovadamente aptas ao cumprimento de atividades institucionais.

Áreas Sustentáveis: são áreas destinadas à implantação de práticas e soluções tecnológicas


sustentáveis que reduzam o consumo de recursos naturais e energia, visando à
autossuficiência dos sistemas e à mitigação dos impactos ambientais no ciclo de vida das
edificações.

Área verde: espaços com vegetação e arborização, preferencialmente nativa, natural ou


recuperada, com restrições a edificações, que desempenhem função ecológica e paisagística,
visando tanto à conservação da biodiversidade quanto ao uso urbanístico propiciando a
melhoria da qualidade estética, funcional e ambiental da cidade, promovendo não somente
preservação como também usos recreativos de forma a criar uma apropriação e valorização
desses ambientes pela população.

Balão de retorno: área de manobra alargada situada no final da rua sem saída, que permite o
retorno de veículos pelo próprio acesso.

Calçada: é a parte da via de circulação normalmente segregada e em nível diferente reservada


ao trânsito de pedestres e, quando possível, à implantação de mobiliário urbano,
equipamentos de infraestrutura, sinalização, vegetação.

Ciclovia: é a pista destinada à circulação de bicicletas, separada fisicamente do tráfego


comum.

Ciclofaixa: é a faixa da via destinada à circulação de bicicletas, delimitada por sinalização


específica.
2

Coeficiente de Aproveitamento: é o índice pelo qual a área do lote deve ser multiplicada para
se obter a área total de edificação permitida nesse lote.

Corredor Ecológico: Área que proporciona a conectividade e conservação de fragmentos de


vegetação, facilitando a recolonização de áreas degradadas, o fluxo gênico e a manutenção das
populações, com mitigação dos efeitos de fragmentação de habitats. São estratégias que
buscam o ordenamento da ocupação humana com a manutenção das funções ecológicas do
território.

Cerrado: caracterizado por gradiente de fisionomias ou tipos de vegetação, que vai dos
extremos campo sujo ou Cerrado ralo (gramíneas com arbustos pequenos esparsos), até
Cerradão (árvores que formam dossel contínuo). Suas variadas fitofisionomias se diferem,
basicamente pela presença de gramíneas nativas, estrato herbáceo-arbustivo ou arbóreo-
lenhoso que têm relação intrínseca com a fertilidade do solo, geomorfologia do relevo,
topografia, pluviosidade e fatores de perturbação como o fogo, dentre outros.

Divisa de lote: é a linha divisória entre diferentes propriedades, particulares ou públicas.

Drenagem: conjunto de atividades, infraestrutura e instalações operacionais com o objetivo de


drenar as águas pluviais, incluindo o transporte, detenção, retenção e infiltração para o
amortecimento de vazões de cheias, o tratamento e disposição final das águas pluviais
drenadas, e a limpeza e manutenção das redes.

Ecótono: região com vegetação resultante do contato entre dois ou mais Biomas fronteiriços,
resultando em área de tensão ecológica com imensa riqueza biológica, devido à transição de
diferentes comunidades (totalidade da fauna e flora) que a compõe. Regiões ecotonais são
áreas dinâmicas que, com o tempo, podem mudar de largura e até de posição, em razão das
mudanças ambientais. Quando essas áreas têm fisionomia florestal e estão em contato com
Cerrado há predomínio de espécies generalistas (capazes de se estabelecer tanto em Cerrado
quanto em Mata Atlântica), mas com poucos indivíduos das espécies típicas do Cerrado (não
sobrevivem no ambiente sombreado de florestas) e número também reduzido das espécies
florestais típicas (não conseguem se estabelecer no ambiente de Cerrado devido ao déficit
hídrico e à baixa umidade relativa).

Edícula: é a construção colada na divisa de fundo do lote, com profundidade máxima de 5m


(cinco metros).

Entroncamento Viário: Área de junção ou bifurcação de vias públicas, abrange toda a região
que compreende os ramos, as alças e o viaduto.
3

Equipamentos Urbanos: são as instalações de infraestrutura urbana tais como estação de


tratamento de água e esgoto, subestação de energia elétrica e instalações comunitárias, tais
como aquelas destinadas à educação, cultura, saúde, lazer e vias públicas.

Espaço Árvore: local permeável projetado e demarcado, preferencialmente na faixa de serviço


das calçadas de loteamentos e de empreendimentos residenciais, não residenciais e
institucionais, destinado exclusivamente à implantação do indivíduo arbóreo.

Estudo de Impacto de Vizinhança - EIV: é o conjunto dos estudos e informações técnicas


relativas à identificação, avaliação, prevenção, mitigação, compatibilização, compensação e
potencialização dos impactos da vizinhança de um empreendimento ou atividade de forma a
permitir a análise das condições que existirão com a sua implantação.

Faixa de Domínio: é uma área destinada à implantação e operação de rodovias, linhas de alta
tensão, gasodutos ou outros serviços de interesse público.

Faixa não edificável (non aedificandi): é a faixa reservada dentro de terrenos de propriedade
pública ou privada, na qual fica excluído o direito de construir, por razões de interesse
urbanístico, em obediência às legislações federal, estadual e municipal.

Frente do lote ou Testada: é a sua divisa lindeira à via oficial de circulação.

Impacto Ambiental: é a alteração das propriedades físicas, químicas ou biológicas do meio


ambiente, causada por matéria ou energia resultante das atividades humanas que, direta ou
indiretamente, afete: a saúde; a segurança e o bem estar da população, as atividades sociais e
econômicas, a biota, as condições estéticas e sanitárias do meio ambiente e a qualidade dos
recursos ambientais.

Infraestrutura Básica: são as vias de circulação, pavimentadas ou não, os equipamentos


urbanos de escoamento das águas pluviais, as redes de esgoto sanitário e abastecimento de
água potável, e as redes de energia elétrica domiciliar.

Logradouro Público: é o espaço destinado à circulação, parada ou estacionamento de veículos,


de bicicletas e de pedestres, tais como calçadas, parques, áreas de lazer e calçadões.

Lote: é o terreno resultante de parcelamento do solo para fins urbanos, servido de


infraestrutura, com pelo menos uma divisa lindeira a via pública de circulação, destinado à
edificação.

Macrodrenagem: é o processo de escoamento que ocorre nos fundos de vale que coletam
águas pluviais de áreas vizinhas providas ou não de sistema de microdrenagem, os quais
tenham leito de escoamento bem definido, mesmo que ali não exista um curso d`água perene.
4

Manejo Agroflorestal Sustentável: intervenção em área de vegetação natural, incluindo


atividades tradicionais sustentáveis e o cultivo de plantas anuais ou perenes, nativas ou
exóticas, de forma integrada ao ecossistema local, para a obtenção de benefícios econômicos,
sociais e ambientais.

Medidas mitigadoras: ações com objetivo de reduzir ou eliminar os impactos negativos


causados pela implantação, operação ou desativação de um empreendimento e/ou atividade.

Medidas compensatórias: ações com o objetivo de contrabalancear os impactos negativos


causados pela implantação, operação ou desativação de um empreendimento e/ou atividade,
que não puderam ser eliminados ou reduzidos suficientemente pelas medidas mitigadoras.

Memorial de Caracterização do Empreendimento (MCE): Formulário que contém informações


quantitativas e qualitativas de atividades industriais ou outras licenciáveis por órgão estadual
competente.

Microdrenagem: é o sistema para a captação, condução e lançamento de águas pluviais e


também de pequenos corpos d`água, constituído dos seguintes elementos: sarjetas, sarjetões,
bocas de lobo, ramais de ligação, poços de visita, tubulações, galerias, escadas hidráulicas,
canais, valas, alas de proteção, bueiros e reservatórios de detenção ou retenção.

Parcelamento do Solo: é todo e qualquer processo de divisão da propriedade na área urbana


do Município.

Pavimento Técnico: aquele pavimento com até 2m (dois metros) de pé-direito e destinado a
abrigar equipamentos, máquinas e instalações prediais tais como tubulações, dutos e
similares, destinados ao apoio de infraestrutura necessária à edificação.

Pavimento Térreo: é o pavimento de acesso principal à edificação, definido pelo projeto,


devendo estar compreendido entre as cotas de 1m (um metro) acima ou abaixo do nível de
qualquer cota intermediária entre a cota mais baixa e a mais elevada do perfil natural do
terreno. Quando existir mais de uma edificação no lote, o nível do térreo poderá variar
seguindo o perfil natural do terreno.

Pista: é a parte da via normalmente utilizada para a circulação de veículos, identificada por
elementos separadores ou por diferença de nível em relação às calçadas, ilhas ou canteiros
centrais.

Plano de manejo: documento técnico mediante o qual, com fundamento nos objetivos gerais
da área a ser protegida, estabelece-se os locais destinados à preservação da vegetação e as
normas que devem presidir a manutenção e o manejo dos recursos naturais, inclusive a
implantação das estruturas físicas necessárias à sua gestão.
5

Plano de ocupação: é o plano de parcelamento ou ocupação, com a delimitação do


zoneamento proposto para o local, incluindo seus parâmetros de ocupação e os usos
admitidos em cada uma delas.

Quadra: é a área resultante de loteamento, delimitada por vias de circulação de veículos ou


logradouros públicos, que pode, quando proveniente de loteamento aprovado, ter como
limites as divisas deste mesmo loteamento.

Ramo Viário: via que conectam as vias que se interceptam ou as ligam a outras vias de um
entroncamento.

Recuo: é a distância, medida em projeção horizontal, entre o limite externo da edificação e a


divisa do lote, sendo que: os recuos são definidos por linhas paralelas às divisas do lote, o
recuo de frente é definido por uma linha paralela ao alinhamento do lote e, no caso de lotes
de forma irregular ou com mais de uma frente, a definição dos recuos será feita de acordo com
o esquema para a implantação de recuos constante do Anexo XV – Recuos: esquemas gráficos
desta Lei Complementar.

Rua sem saída: é a rua com um único acesso de entrada e saída de veículos e pedestres,
dotada ou não de sistema de retorno.

Segundo Pavimento: é o pavimento imediatamente superior ao pavimento térreo.

Sistemas de Lazer: são espaços livres de uso público que desempenham funções recreativas,
esportivas e de lazer, nos quais se admite a implantação de equipamentos de lazer, quadras
esportivas, pistas de skate, playgrounds, quiosques, praças e mobiliários urbanos.

Subsolos: são os pavimentos situados abaixo do pavimento térreo.

Subsolos aflorados: subsolos situados acima do perfil da via ou do perfil natural do terreno.

Taxa de Ocupação Máxima: é o índice pelo qual a área do lote deve ser multiplicada para se
obter a máxima área de projeção horizontal da edificação permitida no lote.

Taxa de Permeabilidade: é a relação entre a área da parte permeável, que permite a


infiltração de água no solo, livre de qualquer edificação, impermeabilização ou cobertura
impermeável, e a área total do lote ou da gleba.

Unidade Habitacional: é a unidade formada pelo conjunto de compartimentos destinados a


uma moradia.

Uso do Solo: é a destinação permitida para o imóvel e se subdivide em: residencial e não
residencial (sendo que o uso não residencial se subdivide em industrial e comercial, de serviço
e institucional).
6

Uso misto: caracteriza-se pela implantação de dois ou mais usos, ou categorias de usos, no
mesmo imóvel ou perímetro.

Via Pública Oficial: é a via destinada a circulação de veículos e/ou pedestres, que integra o
patrimônio do Município, estando denominada ou não, podendo compreender a pista, o
canteiro central e a calçada.

Viela de Serviços ou Viela Sanitária: é a faixa de terrenos públicos destinada exclusivamente à


implantação de obras subterrâneas de infraestrutura, em especial de drenagem de águas
pluviais, redes coletoras de esgotos e redes de abastecimento de água.
7

Anexo II
Conteúdo Mínimo dos Estudos Ambientais

1. Laudo de Caracterização da Vegetação

a) Bioma: identificar o Bioma onde a gleba está inserida com base em cartografia oficial;
b) Remanescentes de Vegetação Nativa: Demarcar e quantificar a vegetação nativa
remanescente, quando existente;
c) Fitofisionomia: identificar a(s) fitofisionomia(s) da vegetação remanescente, dos
indivíduos arbóreos isolados e da vegetação exótica.
d) Registro Fotográfico: apresentar registro fotográfico da vegetação existente,
panorâmico e de particularidades da gleba.

2. Estudo Ambiental
a) Análise temporal dos remanescentes de vegetação nativa: levantar, a partir de 2006,
o histórico das áreas ocupadas por remanescentes de vegetação nativa na propriedade
e em seu entorno, considerando pelo menos um raio de 30 metros (trinta metros) a
contar do perímetro da área do empreendimento.
b) Diagnóstico dos remanescentes de vegetação nativa: realizar levantamento florístico
das espécies da borda dos remanescentes e a classificação dos estágios de
desenvolvimento e regeneração (inicial, médio e avançado) das fitofisionomias
existentes, com base nos parâmetros das Resoluções Federais e Estaduais para cada
Bioma, além de indicar os principais fatores de perturbação que prejudicam o
desenvolvimento da vegetação nativa.
c) Prognóstico e plano de manejo: apontar as áreas a serem conservadas e aquelas
prioritárias para recomposição da vegetação e para a formação de corredores
ecológicos e o manejo a ser adotado para a restauração, manutenção e proteção dos
remanescentes. Em especial, para o Bioma Cerrado, apontar aquelas áreas com
potencial de rebrota de espécies arbóreas e herbáceas de ocorrência natural do
Cerrado.

Obs: Quando o Estudo Ambiental for exigido e não tiver sido precedido da apresentação do
Laudo de Caracterização da Vegetação, seu conteúdo mínimo deverá englobar os itens
descritos para o Laudo de Caracterização de Vegetação.
8
Anexo III
Dimensionamento Mínimo e Declividade de Vias

CALÇADA CANTEIRO DECLIVIDADE DECLIVIDADE DECLIVIDADE


LARGURA CANTEIRO
TIPOLOGIA DA VIA PISTA CALÇADA + CENTRAL + MÁXIMA MÁXIMA MÍNIMA TODAS
TOTAL CENTRAL
CICLOVIA CICLOVIA RESIDENCIAL INDUSTRIAL VIAS
LOCAL 11,40m 11,40m 7,00m 2,20m - - - 15% - 1%
LOCAL 13m 13,00m 7,00m 3,00m - - - 15% - 1%
LOCAL 18m (Super lotes) 18,00m 12,00m 3,00m - - - 15% - 1%
LOCAL 19m
19,00m 12,00m 2,50m 4,50m - - 12% 12% 1%
(Industrial)
COLETORA 25m
(ciclovia no canteiro 25,00m 7,00m 3,50m - - 4,00m 10% * 8% 1%
central)
COLETORA 25m
25,00m 7,00m 3,50m 5,00m 2,50m - 10% * 8% 1%
(ciclovia junto à calçada)
COLETORA 29m
(ciclovia no canteiro 29,00m 9,00m 3,50m - - 4,00m 10% * 8% 1%
central)
COLETORA 29m
29,00m 9,00m 3,50m 5,00m 2,50m - 10% * 8% 1%
(ciclovia junto à calçada)
ARTERIAL 33m
(ciclovia no canteiro 33,00m 9,50m 4,50m - - 5,00m 8% 6% ** 1%
central)
ARTERIAL 33m
33,00m 9,50m 4,50m 6,00m 3,50m - 8% 6% ** 1%
(ciclovia junto à calçada)
MARGINAL*** 15,00m 7,50m - 6,00m - - 8% 6% 1%
MARGINAL RODOVIAS*** 18,00m 10,50m - 6,00m - - 8% 6% 1%
*Aceitável até 12% nos trechos de transição, numa extensão máxima de 100m.
**Aceitável até 8% nos trechos de transição, numa extensão máxima de 100m.
*** Faixa de serviço com largura de 1,50m.
9

Anexo IV
Perfis de Vias

LOCAL – 11,40m (ZM5) LOCAL – 13,00m

LOCAL – 18,00m (Super lotes)


10

LOCAL – 19,00m (Industrial)

COLETORA – 25,00m (Ciclovia no canteiro central)

COLETORA – 25,00m (Ciclovia junto à calçada)


11

COLETORA – 29,00m (Ciclovia no canteiro central)

COLETORA – 29,00m (Ciclovia junto à calçada)

ARTERIAL – 33,00m (Ciclovia no canteiro central)


12

ARTERIAL – 33,00m (Ciclovia junto à calçada)

VIA MARGINAL – 15,00m VIA MARGINAL – 18,00m


13
Anexo V
Área de Recarga de Aquífero
14

Anexo VI
Parâmetros de Uso e Ocupação

Índices Máximos Índices Mínimos


Índice
Básico Recuos (m)
CAM Gabarito Lote
Categorias de Uso (*)
Zoneamento de
Permitidas TO Lateral e
(ME e altura Área Testada
CAB (MC) Frontal Fundos
MOC) (m) (m²) (m)
até o 2º pav
CS/ CS1-A/ CS1-B
5,00 1,50
I1-A / I1-B
via CS2 / CS3
1,30 5,00 _ _ 0,80 3.000,00 50,00
marginal CS4-A / CS4-B
Centralidade Metropolitana – Eixo Dutra

15,00 5,00
I2 / I3
ICJ
CS/ CS1-A/ CS1-B
vias CS4-A 500,00 20,00
CMETRO-ED

arteriais e I1-A / I1-B 1,30 5,00 _ _ 0,80 5,00 1,50


coletoras CS2 / CS4-B
1.200,00 40,00
I2
RV1 / RV2
(art. 33 – 3.000,00 50,00 15,00 5,00
LC612/18)
CS
175,00 7,00 5,00 _
vias locais I1-A 1,30 5,00 _ _ 0,80
CS1-A / CS1-B
CS4-A 250,00 10,00 5,00 1,50
I1-B
CS2 / I2 500,00 10,00 5,00 1,50
R / CS / I1-A 175,00 7,00
Centralidade RH 500,00 20,00
Metropolina – (1) _ _
Centro Tradicional RHS 1,30 5,00 _ _ 0,80
(2)
CS1-A / CS1-B 250,00 10,00
(2) (2)
CMETRO-CT CS4-A /CS4-B
RV1 / RV2 _ 15,00 5,00 3,00
Centralidades R / CS / I1-A 175,00 7,00 _
Municipais (Centro RH 500,00 20,00 1,50
Expandido, Vila (1)
Adyana, Aquárius e RHS
(2) 1,30 4,00 _ _ 0,65 250,00 10,00 5,00 1,50
Satélite) CS1-A /CS1-B
RV1 _ 15,00 3,00
CM
RV2 _ 20,00 3,00
Centralidades Locais R / CS / I1-A 175,00 7,00 _ _
(Jd Paulista, Vl.
RH 500,00 20,00 1,50
Industrial, Santana, (1)
Motorama, Pq. RHS
(2) 250,00 10,00 1,50
Industrial, Colonial, CS1-A /CS1-B
Novo Horizonte, São 1,30 4,00 3,00 _ 0,65
RV1 _ 15,00 3,00
Judas, Eugenio de 5,00
Melo, Campos de
SJosé e Urbanova)
RV2 _ 20,00 3,00
CL
15

Índices Máximos Índices Mínimos


Índice
Básico Recuos (m)
CAM Gabarito Lote
Categorias de Uso (*)
Zoneamento de
Permitidas TO Lateral e
(ME e altura Área Testada
CAB (MC) Frontal Fundos
MOC) (m) (m²) (m)
até o 2º pav
R
6
CS 175,00 7,00
I1-A
ZM1 1,30 1,30 9,00 0,65 5,00 1,50
RH 500,00 20,00
(1)
RHS
(2) 250,00 10,00
CS1-A / CS1-B
R
6
CS 175,00 7,00
I1-A
1,50
ZM2 RH 1,30 3,00 2,00 _ 0,65 500,00 20,00 5,00
(1)
RHS
(2) 250,00 10,00
CS1-A / CS1-B
RV1 750,00 15,00 3,00
R
CS 175,00 7,00 _
I1-A
RH 500,00 20,00 1,50
(1)
ZM 3 RHS 1,30 3,00 2,00 _ 0,65 5,00
(2)
CS1-A / CS1-B 250,00 10,00 1,50
(2)
I1-B
RV1 750,00 15,00 3,00
RV2 1.500,00 20,00 3,00
R / CS / I1-A 175,00 7,00 _
RH
500,00 20,00 1,50
RCL
(1)
RHS
(2)
CS1-A / CS1-B 250,00 10,00 1,50
(2)
ZM 4 I1-B 1,30 2,00 1,30 _ 0,65 5,00
RV1 750,00 15,00 3,00
RV2 1.500,00 20,00 3,00
(2)
CS2 500,00 10,00 1,50

R / CS / I1-A 125,00 7,00 _


RH
500,00 15,00 1,50
RCL
ZM5³ (1) 1,30 1,30 9,00 0,65 5,00
RHS
(2)
CS1-A / CS1-B 250,00 10,00 1,50
(2)
I1-B
16

Índices Máximos Índices Mínimos


Índice
Básico Recuos (m)
CAM Gabarito Lote
Categorias de Uso (*)
Zoneamento de
Permitidas TO Lateral e
(ME e altura Área Testada
CAB (MC) Frontal Fundos
MOC) (m) (m²) (m)
até o 2º pav

ZR R 1,30 1,30 9,00 0,65 250,00 10,00 5,00 1,50


Atividade agrícola
ZPA1 _ _ 0,02 _ 0,02 20.000,00 50,00 10,00 10,00
e pecuária
2.000,00
(decl<30%)
R 1,00 0,50 15,00 5,00 3,00
4.000,00
(30%<decl<40%)

RSCL _ _ 50.000,00 30,00 15,00 5,00

CS / CS1-A / CS1-B
(somente nas estradas 0,50 0,30 1.500,00 30,00 5,00 3,00
ZPA2 municipais)
_ _ 9,00

Clube associativo
e recreativo/
0,30 0,30 20.000,00 30,00 10,00 10,00
Serviço de
hospedagem
(2)(4)
I1-A/ I1-B 0,50 0,30 20.000,00 30,00 10,00 10,00
Atividade agrícola,
0,02 0,02 20.000,00 50,00 10,00 10,00
pecuária/florestal
CS / CS1-A / CS1-B
/ CS2
250,00 10,00
CS4-A / CS4-B
ZUD I1-A / I1-B / I2 1,30 4,00 2,00 _ 0,80 5,00 1,50
CS3
500,00 15,00
ICL / ICD / ICJ

I1-A / I1-B / I2 / I3
ZUPI 1 (5) 1,30 4,00 2,00 _ 0,80 250,00 10,00 5,00 1,50
I4
CS / CS1-A / CS1-B
CS2 / CS4-A / 0,80 250,00 10,00 1,50
CS4-B
ZUPI 2 I1-A / I1-B / I2 / I3 1,30 4,00 2,00 _ (6) 5,00
0,65
CS3
500,00 20,00 3,00
ICL / ICD / ICJ
R / CS / I1-A 175,00 7,00 _
RH 500,00 15,00 1,50
ZESFX RHS
(1) 1,30 1,30 9,00 0,65 _
(2)
CS1-A / CS1-B 250,00 10,00 1,50
(2)
CS4-A
17

Índices Máximos Índices Mínimos


Índice
Básico Recuos (m)
CAM Gabarito Lote
Categorias de Uso (*)
Zoneamento de
Permitidas TO Lateral e
(ME e altura Área Testada
CAB (MC) Frontal Fundos
MOC) (m) (m²) (m)
até o 2º pav

R
CR 1 CS 1,30 1,30 1,30 9,00 0,65 450,00 10,00 5,00 1,50
I1-A
R
CS / CS1-A /
(2) (2)
CS1-B /CS2 250,00 10,00 1,50
(2)
CR 2 CS4-A 1,30 3,00 2,00 _ 0,65 5,00
(2)
I1-A / I1-B
RV1 1.000,00
20,00 3,00
RV2 1.500,00
R
CS _
I1-A
CR 3 CS1-A / CS1-B / 1,30 2,00 1,30 _ 0,65 250,00 10,00 5,00
(2)
CS2
1,50
CS4-A / CS4-B
2
I1-B
CS / CS1-A / CS1-B
CS2
CR 4 1,30 3,00 2,00 _ 0,65 3.000,00 50,00 5,00 5,00
CS4-A / CS4-B
I1-A / I1-B
R
CS -
CR5 I1-A
1,30 3,00 Vide disposições do artigo 127
CS1-A -

CS4-A -

MC: Macrozona de Consolidação (LC621/18) CAB: Coeficiente de Aproveitamento Básico


ME: Macrozona de Estruturação (LC621/18) CAM: Coeficiente de Aproveitamento Máximo
MOC: Macrozona de Ocupação Controlada (LC621/18) TO: Taxa de Ocupação Máxima
(1)
RHS: admitido somente em lotes de loteamentos aprovados antes de 15 de dezembro de 1997 – vide disposições do
artigo 144 desta Lei Complementar
(2)
Análise de localização conforme artigos 190 a 194 desta Lei Complementar
(3)
ZM5: não admitidas atividades enquadradas como Polo Gerador de Tráfego - PGT, exceto nos lotes com frente para
as estradas municipais – vide disposições do artigo 117 desta Lei Complementar
(4)
Admitidas apenas o uso agroindustrial – AGI – vide disposições do artigo 155 desta Lei Complementar
(5)
I4: vide disposições do artigo 159 desta lei Complementar
(6)
ZUPI2: Na Macrozona de Ocupação Controlada - MOC, a Taxa de Ocupação Máxima (TO) é 0,65

* Recuos: Vide disposições dos artigos 196 a 208 desta Lei Complementar
18

Significado das siglas de atividades:

R: Residencial unifamiliar CS4: Uso comercial, de serviço e institucional com nível de


RH: Residencial multifamiliar horizontal. interferência urbano-ambiental gerador de ruído noturno
RHS: Condomínio simples. I1-A: Atividade industrial não incômoda, compatível com uso
RV 1: Residencial multifamiliar vertical com até 80 UH. residencial
RV 2: Residencial multifamiliar vertical com mais de 80 UH I1-B: Atividade industrial de baixa incomodidade, compatível
até 300 UH com uso residencial
RCL: Condomínio de lotes residenciais I2: Atividade industrial, de médio potencial de incomodidade,
RSCL: Condomínio de lotes residenciais sustentável não compatível com uso residencial
CS: Uso comercial, de serviço e institucional com nível de I3: Atividade industrial, de alto potencial de incomodidade,
interferência urbano-ambiental desprezível não compatível com uso residencial.
CS1-A e CS1-B: Uso comercial, de serviço e institucional com I4: Atividade industrial, de alto potencial de incomodidade e
nível de interferência urbano-ambiental baixo impacto ambiental (novas instalações ficam expressamente
CS2: Uso comercial, de serviço e institucional com nível de proibidas no Município)
interferência urbano-ambiental médio ICD: Condomínio industrial
CS3: Uso comercial, de serviço e institucional com nível de ICL: Condomínio de lotes industriais
interferência urbano-ambiental alto ICJ: Conjunto industrial

Lista de corredores

Corredor 1

• Alexandra Diacov, Rua


• Ana Maria Nardo Silva, Rua (trecho: da Rua Laurent Martins até a Rua Bartolomeu de Gusmão)
• Antônio Queiroz Filho, Rua Professor
• Benedito Marcondes dos Santos, Rua
• Benedito Silva Ramos, Rua (trecho: da Rua Pascoal Moreira até a Av. São João)
• Carlos Chagas, Rua (trecho: da Rua Vital Brasil até a Rua Professor Antônio Queiroz Filho)
• Clóvis Bevilaqua, Rua (trecho: da Avenida São João até a Rua Presidente Wenceslau)
• Espinosa, Rua
• Fernão Dias, Rua
• José Otávio Franco Bittencourt, Rua
• Lagoa da Prata, Rua
• Laurent Martins, Rua (lado Jd. Esplanada)
• Maria Demétria Kfuri, Rua Irmã (somente lado Jd. Esplanada – trecho: da Rua Nicolau Lefait até a
Av. São João)
• Nove de Julho, Av. (somente lado Jd. Apolo – trecho: da Av. Heitor Villa Lobos até a Rua Guarujá)
• Pascoal Moreira, Rua (trecho: da Av. Barão do Rio Branco até a Av. São João)
• Prudente Meireles de Moraes, Rua Engenheiro (trecho: da Av. São João até a Rua Vilta Brasil)
• Rio Branco, Av Barão do
• Roberval Froes, Rua Professor (somente lado Jd. Esplanada – trecho: da Rua Graça Aranha até a
Rua Nicolau Lefait)
• São João, Av. (lado Jd. Apolo – trecho: da Rua Madre Paula de São José até a Rua Artur Neiva)
• São João Del Rei, Rua
• Sebastiana Monteiro, Rua
• Vital Brasil, Rua (trecho: entre a Rua Pascoal Moreira e Rua Engº Prudente Meireles de Moraes)
• Wenceslau, Rua Presidente
19

Corredor 2

• 06, Av. – Dom Pedro II


• Adonias da Silva, Av.
• Agenor Alves dos Santos, Av.
• Alberto Renart, Av.
• Andrômeda, Av. (trecho: da Av. Iguape até a Av. Cidade Jardim)
• Antônio Ferreira Vinhas, Av. (trecho: da Rua Benedito Luiz de Medeiros até a Av. Geraldo
Fernandes da Silva).
• Aparecida Maria Consiglio, Rua
• Aparecida Machado dos Santos (Cida Penha), Estrada (trecho da Rua Aparecida Maria Consiglio
até a Centralidade Local – Novo Horizonte)
• Artur Antônio dos Santos, Av.
• Audemo Veneziani, Rua (trecho: da Rua Alziro Lebrão até a Rua Dep. Fernando Ferrari)
• Aurora Pinto da Cunha, Rua
• Bacabal, Rua (trecho 1: da Rua Quixada até a Rua Itamaracá / trecho 2: da Rua Penedo até a Rua
Candeias)
• Barbacena, Av. (trecho: da Rua Bento Pinto da Cunha até a Estrada Municipal para Martins
Guimarães)
• Benedito Bento, Av.
• Benedito Cubas, Rua
• Benedito Domingues de Oliveira, Av.
• Benedito Luiz Medeiros, Rua (trecho: da Rua Antonio Galvão Jr. até a Rua Dusmenil Santos
Fernandes).
• Benedito Matarazzo, Av. Dep. (trecho: da Rua dos Paturis até a Rua Patativa)
• Brasil, Av.
• Candeias, Rua (trecho: da Rua Bacabal até a Av. Feira de Santana).
• Cidade Jardim, Av. (trecho: da Av. Iguape até a Rua Antenor Teodoro Azevedo)
• Domingos de Macedo Custódio, Av. (trecho: da Av. Durvalina Silva Aguiar até a Av. Alberto
Renart).
• Durvalina Silva Aguiar, Av.
• Dusmenil Santos Fernandes, Rua.
• Eliane Maria Barbieri Soares, Av.
• Evangélicos, Av. dos
• Feira de Santana, Av.
• Francisco Matarazzo, Av. Conde (trecho: da Av. Dr. Numa de Oliveira até a Rua Benedito Pereira
Lima)
• Geraldo Fernandes da Silva, Av.
• Gisele Martins, Rua
• Governador Valadares, Rua (trecho: da Rua Medina até a Rua Itambacurí).
• Iguape, Av.
• Itabaiana, Av.
• Jaguari, Estrada do ou Rua (trecho: da rotatória / Av. Conde Francisco Matarazzo até a Av. Alto
do Rio Doce)
• João Adão, Rua
• João Batista de Souza Soares, Av. Dr. (trecho 1: do ramo viário do Viaduto Kanebo até a Rua
Itamaracá / trecho 2: da Rua Penedo até a Av. Feira de Santana)
20

• João Batista Soares de Queiroz Junior, Av. (exceto trecho na Centralidade Metropolitana Eixo
Dutra)
• José de Moura Candelária, Av.
• Juscelino Kubitschek, Av. Presidente (trecho: da Rua Pedro Alvares Cabral até a Rua Patativa).
• Laudelino Gonçalves de Miranda, Av.
• Lucia de Almeida Barretos, Rua
• Martins Guimarães, Estrada Municipal para (trecho: da Av. Barbacena até a Rua José Gomes de
Abreu)
• Mato Dentro, Estrada (trecho defronte a Centralidade Local – Novo Horizonte)
• Nacib Simão, Av.
• Napoleão Bonaparte, Rua (trecho: da Rua Emerentina Carvalho Campos até a Av. Eugenia da
Silva)
• Norma Sueli Junqueira Pereira, Rua
• Numa de Oliveira, Av. Dr.
• Octavia Porto Rodrigues, Av.
• Ouro Fino, Av.
• Patativa, Rua (exceto imóveis situados na Centralidade Local Vila Industrial).
• Perseu, Av. (trecho: da Av. Cassiopéia até a Av. Iguape)
• Pico das Agulhas Negras, Av.
• Rui Barbosa, Av. (trecho: da Rua Fernando Ferrari até a Rodovia SP-50)
• Salinas, Av.
• Samuel Wainer, Av.
• São Jerônimo, Rua
• Sebastião Paulo de Toledo Pontes, Av. Prof. (trecho: da Av. José de Moura Candelária até a Rua
Adhemar Figueiredo Lira)
• Serra do Japi, Rua
• SP 50, Rodovia (trecho: da Av. Rui Barbosa até a Rua Maria Luiza Rodrigues Costa)
• Tancredo Neves, Av. Presidente (trecho: da travessia do Córrego do Cajuru até a Av. Vinte e três
de Dezembro)
• Torataro Takitani, Rua
• Tottoni, Rua (trecho: da Rua Taru até a Rua Gisele Martins)
• Valparaiso, Rua (trecho: da Rua Benedito Pinto da Cunha atá a Rua Arequipa)
• Vicente Brandão Ferreira, Av.
• Waldemar Teixeira, Rua (trecho: da Rua Rogerio Monteiro até a Av. Dias Gomes).
• Wilson Cunha Padre, Av.

Corredor 3

• Acácias, Rua das


• Adilson José da Cruz, Av.
• Antônio da Costa Nunes, Av. (trecho: da Rua Antônio Sudário Ferreira até Rua Antônio Bernardo
Hemkemier)
• Araguaia, Rua
• Arcilio Moreira da Silva, Rua (trecho: da Rua José de Campos até a Rua Francisco Rosa Marques)
• Astronautas, Av. dos
• Benedicto Albino Tomaz, Av.
• Benedito Matarazo, Av. (trecho: da Av. José Longo até a Rua Cândido Marciano Leite)
21

• Bulgária, Rua
• Camerino Pereira dos Santos, Rua
• Candeias, Rua (trecho: da Av. Feira de Santana até a Rua Caravelas)
• Caravelas, Rua
• Carmelina Alves dos Santos, Av.
• Casimiro Montenegro Filho, Rua Marechal do Ar
• Cidade Jardim, Av. (trecho: da Rua Antenor Teodoro Azevedo até Av. Maria de Lourdes Medeiros
de Assis)
• Clarismundo da Silva, Av. Segundo Sargento
• Dinamarca, Rua
• Eugênia da Silva, Av.
• Faria Lima, Av. Brig. (trecho: da Av. dos Astronautas até a Rua Oswaldo Ricci)
• Francisco Rosa Marques, Rua
• George Eastman, Av. (trecho: da Rua Mehgi Moana Metene até a Estrada do Imperador)
• João B., Praça
• João Batista de Souza Soares, Av. Dr. (trecho: da Av. Feira de Santana até a Av. Leonor de
Almeida Ribeiro Souto)
• João Guska, Av. (exceto trecho na Centralidade Local Colonial)
• Joel de Paula, Estrada Municipal (trecho: do limite da ZPE3 até o limite da Macrozona de
Estruturação)
• José de Campos, Rua
• José Guilherme de Almeida, Rua (trecho: do início da Rua Léa Maria Brandão Russo até a Rua
Carlos Carnevalli)
• José Martins Ferreira, Av.
• Josefina Pozzi Bondezan, Av.
• Leonor de Almeida Ribeiro Souto, Av.
• Lucio Alves de Almeida, Rua
• Manuel Vieira, Rua
• Marginal B, Av. (no Jd. Motorama)
• Maria de Lourdes Medeiros de Assis, Av.
• Maria Hipolita de Souza, Av.
• Monte Verde, Rua
• Nelson Tavares da Silva, Estrada (trecho: da Rua dos Topógrafos até a altura da Rua Um do
loteamento Boa Esperança - excluído)
• Paraibuna, Rua (trecho: da Rodovia Pres. Dutra até a Rua das Acácias)
• Quinze de Novembro, Rua – São Francisco Xavier (trecho: da Rua Joaquim da Silva Maia até o
limite do Perímetro Urbano)
• São Afonso Maria, Rua
• São Nicolau, Rua
• SP-50, Rodovia (trecho: da Rua Maria Luiza Rodrigues Costa até o limite do Perímetro Urbano)
• Tancredo Neves, Av. Presidente (trecho: da Rua dos Alfaiates até a Estrada do Bom Retiro)
• Ubirajara Raimundo de Souza, Rua
• Vicente Paulo Penido, Avenida Comendador (lado ímpar)

Corredor 4

• Cambui, Via.
22

• Eduardo Cury, Av.


• Florestan Fernandes, Av.
• Jorge Zarur, Av. Dr.
• Mario Covas até a Rua Aporé, Av. Governador
• Teotônio Vilela, Av. Senador

Corredor 5 (apenas lado das vias ao longo da Orla do Banhado – Art. 127, desta Lei Complementar)

• Ana Eufrásia, Rua (trecho: da Rua Pe. Fortunato da Silva ramos até a Av. São José)
• Cândida Maria Cesar Savaya Giana, Praça
• Corifeu de Azevedo Marques, Av. (trecho: da Viela 21 até o limite da Macrozona de
Consolidação)
• Luiz Jacinto, Rua
• Manoel Borba Gato, Av.
• São José, Av.
23

Anexo VII
Mapa de Zoneamento
24

Anexo VIII
Esquema Gráfico da Orla do Banhado (CR5)
25

Anexo IX
Uso e Ocupação na Zona Rural

APA São Franciso Xavier MZDS APA


(I) MZPRH MZPT (II)
ZPM ZCB ZCRH ZOD ZDI SJ

TO 0,03 0,03 0,05 0,05 0,10 0,05 0,10 0,10 0,05


Parâmetros/ Usos
CAM 0,06 0,06 0,10 0,10 0,20 0,10 0,20 0,20 0,10

Residencial R Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim

Pesquisa científica sobre


Pesquisa biodiversidade e patrimônio Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim
ambiental
Lazer contemplativo e
atividades em contato com
Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim
a natureza (práticas de
ecoturismo)
Casa de Repouso para
Idosos e Casa para
Não Não Não Sim Sim Sim Não Sim Sim
Recuperação de
dependentes químicos
Serviço de hospedagem Não Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim
Serviços de entretenimento
sustentável, com ou sem (1)
Ecoturismo Não Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim
hospedagem (restaurantes,
/ turismo bares, pesqueiros, etc.)
rural Comércio de apoio (CS e
CS1) à residência e ao
(2)
turismo ao longo das Não Não Não Sim Sim Sim Sim Sim Não
estradas municipais e
rodovias estaduais
Comércio especializado de
produtos oriundos da Não Não Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim
atividade agropecuária
Clubes náuticos, clubes
recreativos e de campo,
Não Não Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim
haras, hípicas, estande de
tiro e similares
26

APA São Franciso Xavier MZDS


(I) MZPRH MZPT (II) APA SJ
ZPM ZCB ZCRH ZOD ZDI
TO 0,03 0,03 0,05 0,05 0,10 0,05 0,10 0,10 0,05
Parâmetros/ Usos
CAM 0,06 0,06 0,10 0,10 0,20 0,10 0,20 0,20 0,10

Consumo
Agropecuária de
próprio/ Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim
subsistência
Diversificado

(3)
Agroflorestal Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim
Integrado

Agrosivopastoril Não Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim

Lavoura-pecuária Não Não Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim

Agricultura Não Não Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim

Horticultura,
Não Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim
Fungicultura

Silvicultura Nativa Não Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim
Agrícola

Silvicultura Exótica Não Não Não Não Sim Sim Sim Sim Sim
Produção Rural

Viveiro de Mudas
Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim
Nativas
Econômico

Viveiro de Mudas
Não Não Não Não Sim Sim Sim Sim Sim
Exóticas

Pecuária Não Não Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim

Avicultura,
Suinocultura,
Cunicultura, Não Não Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim
Equinocultura,
Zootécnico

Sericicultura

Aquicultura,
Piscicultura,
Não Não Não Sim Sim Sim Sim Sim Não
Ranicultura,
Ampularicultura

Apicultura,
Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim
Melipolicultura
27

APA São Franciso Xavier MZDS


(I) MZPRH MZPT (II) APA SJ
ZPM ZCB ZCRH ZOD ZDI
TO 0,03 0,03 0,05 0,05 0,10 0,05 0,10 0,10 0,05
Parâmetros/ Usos
CAM 0,06 0,06 0,10 0,10 0,20 0,10 0,20 0,20 0,10

AGI Não Não Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim

Exploração e envasamento
Não Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim Não
de água mineral

Industriais Exploração mineral de


Não Não Não Não Não Sim Não Sim Não
cascalho e saibro

Indústrias incompatíveis
(4)
com o meio urbano e de Não Não Não Não Não Não Não Não Sim
segurança nacional

Geração de energia (5) (5) (5)


Energia Não Não Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim
hidrelétrica, solar e eólica.

Sistemas de biodigestão e
Resíduos
compostagem de resíduos Não Não Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim
orgânicos
orgânicos

CAM: Coeficiente de Aproveitamento Máximo


TO: Taxa de Ocupação Máxima

(I)
ZDI da APA São Francisco Xavier: parâmetros para a Siglas:
Zona Rural, não ZPM: Zona de proteção máxima
aplicáveis ao núcleo urbano. ZCB: Zona de conservação da biodiversidade
(II)
As restrições impostas pela Zona de Amortecimento ZCRH: Zona de conservação de recursos
hídricos
do Parque Natural ZOD: Zona de ocupação diversificada
Municipal Augusto Ruschi (PNMAR) deverão ser ZDI: Zona de ocupação dirigida
respeitadas. MZPRH: Macrozona de proteção de recursos
(1) hídricos
exceto pesqueiro.
(2)
admitido na Tamoios. MZPT: Macrozona de potencial turístico
(3) MZDS: Macrozona de Desenvolvimento
excluída extração de madeira. Sustentável
(4)
conforme art. 10, da Lei Complementar n.º 612, de APA SJ: Área de proteção ambiental municipal
2018. da Serra de Jambeiro
(5)
permitida a geração de energia para autoconsumo.
28

Anexo X
Conversão para Áreas Sustentáveis

Prática / Tecnologia Sustentável Métrica da Área Sustentável (AS)


Aquecimento solar 1,00 m² de painel solar = 1,00 m² de AS
Geração de energia solar 1,00 m² de painel solar = 1,00 m² de AS
Vaga infraestruturada para recarga de veículos
1,00 m² de vagas = 1,00 m² de AS
elétricos
1,00 m² de área de captação de água pluvial =
Reuso de água pluvial
1,00 m² de AS
1,00 m³ de efluente tratado/mês = 1,00 m² de
Reuso de águas cinza
AS
Teto verde 1,00 m² vegetado = 1,00 m² de AS
Fachada/Parede/Muro Verde 1,00 m² vegetado = 1,00 m² de AS
Área permeável adicional ao mínimo exigido 1,00 m² vegetado = 1,00 m² de AS
Arborização com espécies nativas de médio ou grande
(1) 1,00 individuo arbóreo = 5,00 m² de AS
porte sobre área permeável
Sistema de biorretenção de água pluviais - jardim de 1,00 m² de área de contribuição de drenagem
chuva de água pluvial = 1,00 m² de AS

Instalação e equipamentos necessários para


1,00 m² da instalação = 1,00 m² de AS
compostagem ou biodigestão de resíduos orgânicos

Horta coletiva 1,00 m² da instalação = 1,00 m² de AS

Observação:
(1)
Não aplicável quando a arborização da área é uma obrigatoriedade do empreendimento;
29

Anexo XI
Classificação das Atividades de Uso Comercial, de Serviço e Institucional

Uso comercial, de serviço e institucional com nível de impacto urbanístico e ambiental baixo: CS1

Sem análise de localização: CS1-A

1. Academia de ginástica, escola de dança e música, escola de natação


2. Blindagem de veículos automotores.
3. Centro de Distribuição (depósito) com ACC ≤ 1.000m².
4. Cinema, teatro, auditório, sala de convenções, salão para concerto acústico, tv com auditório – ACC
≥ 600m².
5. Comércio Atacadista – ACC ≥ 1.000m².
6. Comércio de alimentação com drive thru ou que utilize forno com combustível sólido (lenha. Carvão,
etc) ou com ACC ≥ 600m², tais como restaurante, churrascaria, pizzaria, padaria, etc.
7. Comércio de gases medicinais (cilindros).
8. Comércio de material de construção (sem as operações de corte, lixamento, polimento).
9. Edifício comercial e/ou de serviços composto por uma ou mais unidades comerciais e/ou de serviços
(Inclusive shopping center, galerias, boulevard, conjunto de lojas e coworkings) - ACC ≥ 1.000m².
10. Escola de ensino fundamental, médio, técnico, pré-vestibular, superior, pós-graduação, ensino a
distância, cursos profissionalizantes e cursos livres - ACC ≥ 1.000m2.
11. Escola Infantil, berçário, creche e hotelzinho – ACC ≥ 600m².
12. Estacionamento e garagem a partir de 101 vagas (exceto veículos pesados).
13. Hospital, maternidade, pronto-socorro, ambulatório, sanatório, instituição de pesquisa de doenças.
14. Manutenção e reparação mecânica e elétrica de veículos automotores, estofaria, conversão de
motores de veículos automotores e borracharia (exceto veículos pesados).
15. Martelinho de ouro.
16. Museu e centro cultural – ACC ≥ 1.000m².
17. Padaria sem forno a lenha – ACC ≥ 1.000m².
18. Pet shop (comércio e serviço) – ACC ≥ 1.000m².
19. Prestação de serviços à saúde humana (casa de repouso de idosos, deficientes físicos, dependentes
químicos, assistência psicossocial) - ACC ≥ 1.000 m².
20. Recarga e carga (envasamento) de extintor.
21. Revenda de GLP com até 40 unidades (ou 520Kg).
22. Serviços de atenção ambulatorial sem internação (clínicas médicas e odontológicas, vacinação e
imunização) e demais serviços de saúde (enfermagem, fisioterapia, psicologia) -ACC ≥ 1.000 m².
23. Serviço de armazenamento e guarda de bens móveis não associados a comercialização - ACC ≥
1.000m².
24. Serviços de complementação diagnóstica e terapêutica (análises clínicas, tomografia, ressonância
magnética, radiologia, hemoterapia) - ACC ≥ 1.000 m².
25. Serviços de hospedagem acima de 30 unidades (Hotel, pousada e hostel).
26. Showroom com ACC ≥ 1.000m².
27. Supermercado, hipermercado, hortifrúti - ACC ≥ 600m².
28. Transportadora (somente com o uso de veículos utilitários ou leves)
29. Templo e local de culto em geral, atividade religiosa.
30. Venda de veículos automotores (exceto caminhões, máquinas agrícolas dentre outros veículos
pesados).

Observação: As atividades originalmente classificadas como CS, se com ACC ≥ 1.000 m² serão classificadas
como CS1-A.
30

Com análise de localização: CS1-B

1. Bar, choperia; sem entretenimento e/ou música podendo funcionar após 22hs.
2. Clínica veterinária com internação.
3. Clube esportivo e recreativo.
4. Lanternagem, funilaria e pintura de veículos automotores (exceto veículos automotores pesados,
tais como tratores, caminhões e ônibus).
5. Lavagem, lubrificação e polimento de veículos automotores (exceto caminhões, máquinas agrícolas
dentre outros veículos pesados).
6. Lavanderia hospitalar, lavanderia industrial.
7. Loja e depósito de tinta, verniz, óleo, material lubrificante, com 250m² < ACC ≤ 500m²
8. Posto de abastecimento de veículos em geral.
9. Salão de festas (Buffet) infantil (com horário de funcionamento até as 22h).
31

Uso comercial, de serviço e institucional com nível de impacto urbanístico e ambiental médio:
CS2

1. Arena ou estádio esportivo.


2. Centro de Distribuição de mercadorias (depósito) - ACC > 1.000m².
3. Comércio de gases industriais (cilindros).
4. Comércio de material de construção (com as operações de corte, lixamento e polimento)
5. Depósito de banheiro químico portátil.
6. Depósito de material e equipamento de empresa: construtora, tira-entulho, aluguel de caçamba,
aluguel de máquina e equipamento pesado, aluguel de andaime, guarda de trator, guincho, máquina
e equipamento agrícola e demais máquinas de grande porte.
7. Ensacamento de carvão e venda a granel.
8. Entreposto de carne com câmara frigorífica.
9. Estabelecimentos destinados a criação de animais, tais como canis de criação / estadia: hotelzinho,
pensão ou creche para animais / escola de adestramento.
10. Hidrojateamento, dedetização, desinfecção, desratização, higienização, controle de pragas urbanas
com armazenamento e/ou operação de fracionamento de produtos.
11. Lanternagem, funilaria e pintura de veículos pesados tais como tratores, caminhões e ônibus.
12. Lavagem, lubrificação e polimento de veículos pesados tais como tratores, caminhões e ônibus.
13. Loja e depósito de tinta, verniz, óleo, material lubrificante - ACC > 500m².
14. Manutenção de arma (a atividade depende de autorização do Exército).
15. Manutenção e reparação de embarcações para esporte e lazer.
16. Manutenção e reparação mecânica e elétrica de veículos automotores pesados, estofaria, conversão
de motores de veículos automotores e borracharia.
17. Motel e drive-in - AT > 3.000m².
18. Ponto/local de entrega, comércio, central de recebimento, ponto de concentração, transbordo ou
triagem de resíduos com baixo potencial de causar impacto ambiental (resíduos da construção civil,
vidro, papel, papelão, plástico, sucata metálica, volumosos) tais como área de transbordo e triagem,
galpões de recicladoras, de cooperativas ou de associação de catadores – AT < 2.000m²
19. Ponto/ local de entrega de resíduos envolvidos no sistema de logística reversa (quando não
associada ao ponto de venda1) – AT < 2.000m²
20. Recondicionamento, recuperação ou retífica de motores para veículos automotores
21. Recuperação de extintor de incêndio (desmontagem, jateamento com granalha de aço, lixamento,
pintura por aspersão etc.).
22. Revenda de GLP entre 40 e 120 unidades (ou até 1.560 Kg).
23. Serviços de desmanche de veículos automotores com comercialização de partes, peças e acessórios.
24. Stand de tiro (em local fechado).
25. Transportadora que utiliza veículo de carga; empresa de mudança; garagem de veículo de carga
(ônibus; caminhão); centro de logística (armazenamento e transporte).
26. Unidade de tratamento de resíduos por compostagem (processamento de até 10 toneladas/dia de
resíduos).
27. Venda de veículos automotores pesados tais como tratores, caminhões e ônibus.
28. Airsoft e paintball com horário de funcionamento até 22h.
29. Ensino e/ou prática de esportes em quadra (com horário de funcionamento até as 22h).
30. Rinque de patinação, pista de skate e boliche (com horário de funcionamento até as 22h).
1
Nos casos em que a atividade de logística reversa ocorrer em estabelecimento de venda do produto, a
atividade será classificada conforme a atividade principal do estabelecimento.
32

Uso comercial, de serviço e institucional com nível de impacto urbanístico e ambiental alto: CS3

1. Base de armazenamento e distribuição de derivados de petróleo e engarrafadora de GLP.


2. Central de recebimento, ponto de concentração, transbordo ou triagem de resíduos envolvidos no
sistema de logística reversa que tenham potencial de ocasionar significativo impacto ambiental após
o consumo dos produtos (agrotóxico e suas embalagens, óleo lubrificante usado e contaminado e
suas embalagens, óleo comestível, filtro de óleo lubrificante automotivo, baterias automotivas,
pilhas e baterias portáteis, produtos eletroeletrônicos e seus componentes, lâmpadas fluorescentes,
de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista, pneus inservíveis, medicamentos domiciliares, vencidos
ou em desuso)
3. Depósito de arma e munição.
4. Depósito e comércio de produtos perigosos: químico, inflamável e explosivo.
5. Desentupidora e limpa fossa.
6. Estacionamento e garagem de veículos pesados.
7. Estande de tiro (em local aberto).
8. Laboratório de ensaio destrutivo.
9. Loja de fogos de artifício e de estampido (no máx. 25 kg de pólvora de caça).
10. Oficina de recondicionamento, recuperação de bateria.
11. Ponto/local de entrega, comércio, central de recebimento, ponto de concentração, transbordo ou
triagem de resíduos com baixo potencial de causar impacto ambiental (resíduos da construção civil,
vidro, papel, papelão, plástico, sucata metálica, volumosos) tais como área de transbordo e triagem,
galpões de recicladoras, de cooperativas ou de associação de catadores – AT ≥ 2.000m²
12. Ponto/ local de entrega de resíduos envolvidos no sistema de logística reversa (quando não
associada ao ponto de venda1) – AT ≥ 2.000m².
13. Revenda de GLP com mais de 120 unidades.
14. Transportadora de derivados de petróleo, produto inflamável, explosivo, perigoso e de resíduo
sólido urbano.
15. Tratamento e/ou disposição de resíduos.
16. Unidade de tratamento de resíduos por compostagem (processamento acima de 10 toneladas/dia
de resíduos).
1
Nos casos em que a atividade de logística reversa ocorrer em estabelecimento de venda do produto, a
atividade será classificada conforme a atividade principal do estabelecimento.
33

Uso comercial, de serviço e institucional com nível de impacto urbanístico e ambiental potencial
gerador de ruído noturno: CS4

CS4-A: incômodo 1

1. Boate, danceteria, salão de festas.


2. Restaurante, bar noturno, karaokê e similares com música.
3. Prática de esportes em quadra (com horário de funcionamento após as 22h).

CS4-B: incômodo 2

1. Casa de shows, eventos e/ou espetáculos.


2. Quadra de escola de samba e congêneres.
3. Rinque de patinação, pista de skate e boliche (com horário de funcionamento após as 22h).

Uso comercial, de serviço e institucional com nível de impacto urbanístico e ambiental sujeito a
análise específica: CS5

1. Abastecimento de gás natural (estações, centrais).


2. Autódromo , pista de MotoCross, kartódromo, kart indoor, velódromo, hípica.
3. Equipamentos relacionados à mobilidade urbana (terminais de ônibus urbano e interurbano,
estações de transporte coletivo).
4. Equipamentos relacionados ao transporte aéreo (aeroportos, aeródromos e helipontos).
5. Geração, transmissão e distribuição de energia elétrica (estações e subestações, sistemas de
transmissão e usinas de geração).
6. Parque temático e/ou diversões permanente, zoológico, centro e/ou pavilhão de feira e/ou
exposição.
7. Saneamento ambiental (tais como: estação de tratamento de água e de esgoto, estação elevatória
de água e esgoto, entre outros).
8. Unidade de internação, treinamento e recuperação de menor infrator, cadeia e presídio.
9. Velório, serviço de tanatopraxia, necrotério, crematório e cemitério.
34

Anexo XII
Medidas Mitigadoras

ASPECTO
URBANO- EXIGÊNCIAS TÉCNICAS E MEDIDAS MITIGADORAS
AMBIENTAL
- As fontes de poluição atmosférica deverão ser controladas de forma a atender aos
padrões estabelecidos pelo Regulamento da Lei Estadual N° 997/76 aprovado pelo
Decreto Estadual N° 8.468/76 e suas alterações, bem como não causar incômodos à
população vizinha.
- As operações, processos ou funcionamento dos equipamentos de transporte,
manipulação, carga e descarga de material fragmentado ou particulado, deverão ser
realizados a úmido, mediante processo de umidificação permanente.
- O armazenamento de material fragmentado ou particulado deverá ser feito em silos
adequadamente vedados, ou em outro sistema de controle de poluição de ar de
Emissão eficiência igual ou superior, de modo a impedir o arraste, pela ação dos ventos, do
Atmosférica (EA) respectivo material.
- No caso de utilização de forno ou fogão a combustível sólido (lenha, briquete, etc),
estes deverão ser providos de chaminé com sistema de retenção de fuligem, de forma a
evitar a emissão de poluentes atmosféricos.
- As operações de cobertura de superfícies realizadas por aspersão, tal como pintura ou
aplicação de verniz a pistola, deverão ser realizadas em compartimento próprio provido
de sistema de ventilação local exaustora e de equipamento eficiente para a retenção de
material particulado (“cabine de pintura”).
- Fica proibida a emissão de substâncias odoríferas na atmosfera, em quantidades que
possam ser perceptíveis fora dos limites da área de propriedade da fonte emissora.
- Os efluentes líquidos gerados no empreendimento, independentemente se industrial
ou sanitário, deverão ser tratados através de sistema de prevenção e controle de
poluição, e lançados nos padrões estabelecidos pela Lei Estadual N° 997/76 aprovado
pelo Decreto Estadual N° 8.468/76 e nas Resoluções CONAMA N° 357/05 e Nº 430/2011
e suas respectivas alterações.
Lançamento de - Fica proibido o lançamento de efluentes líquidos em galeria de água pluvial ou em via
Efluente (LE) pública;
- Deverá ser implementado sistema de retenção de gorduras e óleos biodegradáveis de
origem animal ou vegetal, de forma a atender os padrões legais de lançamento nos
corpos d’água ou na rede coletora de esgotos.
- Deverá ser implementado sistema de retenção de óleos e graxas, de forma a atender
os padrões legais de lançamento nos corpos d’água ou na rede coletora de esgotos.
- Além dos parâmetros urbanísticos estabelecidos pela classe de uso e ocupação, as
Perigoso ou
atividades deverão atender as restrições e medidas de segurança, bem como as
Potencialmente
regulamentações e normas dos órgãos competentes como Corpo de Bombeiro, CNEN,
Perigoso (PP)
ANP, CETESB, IBAMA, entre outros.
35

- Os resíduos sólidos gerados pela atividade deverão ser gerenciados de forma eficiente,
promovendo a coleta seletiva, a valorização dos resíduos orgânicos por meio da
compostagem e dos resíduos recicláveis, além da disposição final ambientalmente
adequada, observando normas operacionais específicas de modo a evitar danos ou
riscos à saúde pública e à segurança em consonância com a Política Nacional de
Resíduos Sólidos e o Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos.
- Os resíduos de serviços de saúde gerados pela atividade deverão ser gerenciados
Resíduos Sólidos conforme regulamentações e normas operacionais específicas estabelecidas pelos
(RS) órgãos do SISNAMA e do SNVS.
- Os resíduos perigosos deverão ser classificados de acordo com a ABNT NBR
10004:2004 e suas alterações (ou a que vier a substitui-la) e destinados a locais
devidamente licenciados pelo órgão ambiental competente, observando normas
operacionais específicas de modo a evitar danos ou riscos à saúde pública e à
segurança.
- O armazenamento de resíduos deverá atender as normas ABNT NBR 11174:1990 e
ABNT 12235:1992 e suas alterações (ou a que vier a substitui-la).
- O nível de ruído emitido pela atividade deverá atender aos padrões estabelecidos pela
norma ABNT NBR 10151:2000 - "Avaliação do ruído em áreas habitadas, visando o
conforto da comunidade", em suas alterações ou em normas substitutas; deverá ser
atendida a Resolução CONAMA nº 001, de 08 de março de 1990 e suas alterações (ou a
que vier a substitui-la). No caso de possibilidade de emissão de ruído para além dos
limites da propriedade, deverá ser executado isolamento acústico no estabelecimento,
segundo as normas técnicas e legais aplicáveis.
- No caso de utilização de equipamentos ruidosos (compressores, geradores de energia,
motores em geral, etc.), deverá ser executado isolamento acústico do ambiente,
enclausuramento da fonte emissora ou outras medidas de mitigação, a fim de evitar
Vibração e ruído
incômodo à vizinhança.
(VR)
- As vibrações geradas pelas atividades do empreendimento deverão ser controladas de
modo a evitar incômodos ao bem estar público
- Na hipótese de equipamento que produza vibração mecânica ou choque, este deverá
ser assentado em base própria, adequada e antivibratória, a fim de evitar incômodo à
vizinhança. Referência para avaliação de incômodo: Decisão de Diretoria da CETESB nº
205/2007/E, de 07 de novembro de 2007.
- No caso de utilização de equipamentos de áudio ou instrumentos musicais (bateria
acústica, caixas acústicas, etc.), deverá ser executado isolamento acústico do ambiente
e outras medidas de mitigação, a fim de evitar incômodo à vizinhança, obedecida as
exigências específicas aplicáveis ao caso.
- As operações de lavagem e aspersão de veículos deverão ser realizadas em
compartimento fechado, de forma minimizar a formação de névoas na vizinhança.
Outros Aspectos - Atividades que emitam luzes de alta intensidade, como por exemplo operação de
de Interferência solda, deverão ser realizadas em ambiente fechado ou com anteparos que evitem o
(OA) ofuscamento nas vias e outros distúrbios para a vizinhança.
- Atividades cujos processos produzam temperaturas extremas deverão executar
medidas de isolamento térmico entre outras, a fim de evitar sobrecarga térmica e
outros incômodos para a vizinhança.
36
Anexo XIII
Classificação das Categorias do Uso Industrial: Matriz de Classificação
Potencial de Incomodidade
Parâmetros de
Baixo - I1
Incomodidade Médio - I2 Médio-Alto - I3
I1.a I1.b
Área Construída
Até 500,00m² Maior que 500,00 m² até 1000,00m² Maior que 1000,00m² Maior que 1000,00m²
Computável
Apresenta emissões atmosféricas que
Emissões Apresenta emissões atmosféricas
não contenham minerais não
atmosféricas – Apresenta emissões que contenham hidrocarbonetos,
metálicos e/ou metais pesados em sua Apresenta emissões atmosféricas que
Gases, Vapores, atmosféricas geradas na compostos orgânicos voláteis –
composição. contenham minerais não metálicos. (tais
Odores e Material queima de gás natural (GN) VOC, fluoretos, metais pesados ou
Apresenta emissões atmosféricas como cal, cimento, enxofre, gesso, rochas
Particulado, e gás liquefeito de petróleo outras substâncias perigosas ou
geradas na queima de combustíveis ornamentais, etc.). Exceto amianto.
(obedecidas as (GLP). nocivas à saúde pública e ao meio
sólidos e líquidos e os processos de
exigências legais). ambiente.
pintura por aspersão.
Apresenta operações de corte,
lixamento e polimento, exceto de Apresenta operações de corte, lixamento
Apresenta operações que pedras, cerâmicas ou similares, de e polimento, de martelagem, moagem, Apresenta operações cujos ruídos
Ruídos
não tenham potencial para martelagem, moagem, trituração, trituração, prensagem ou equipamentos tenham potencial para ultrapassar
(obedecidas as
ultrapassar o limite de prensagem ou equipamentos pneumáticos, cujos ruídos tenham os limites de emissão de ruídos
exigências legais).
emissão para zonas mistas. pneumáticos, cujos ruídos não tenham potencial para ultrapassar os limites de para áreas de uso diversificado.
potencial para ultrapassar os limites emissão para zonas mistas.
de emissão para zonas mistas.
Efluentes líquidos
Efluentes líquidos industriais, admitindo,
industriais equiparáveis a
no máximo, o pré-tratamento físico no
efluentes domésticos, Efluentes líquidos industriais
local, como remoção de sólidos Efluentes líquidos industriais, com
Efluentes líquidos admitindo, no máximo, o equiparáveis a efluentes domésticos,
grosseiros, gorduras, sedimentáveis, estação local de tratamento de
industriais tratamento preliminar físico admitindo a estabilização e/ou
estabilização e/ou neutralização de efluentes.
no local, como remoção de neutralização de efluentes no local.
efluentes.
sólidos grosseiros, gorduras
e sedimentáveis.
Observações: [Link] parâmetros de incomodidade “emissões atmosféricas” e “ruídos” devem ser avaliados sem considerar a adição/aplicação de métodos/sistemas de
controle nas fontes de emissão. 2. Para determinação do potencial de incomodidade por emissões atmosféricas devem ser consideradas as emissões em todos os
processos/operações realizados no local, como recebimento ou transferência, armazenamento, manipulação, transformação ou tratamento de matéria prima, produto
acabado, resíduos ou efluentes. 3. A classificação da indústria se dará pelo maior potencial de incomodidade atingido em qualquer um dos parâmetros de incomodidade
presentes na matriz de classificação.
37

Anexo XIV
Análise de Localização
38

Anexo XV
Recuos: Esquemas Gráficos
39
40
41
42
43

Legenda:

R: Recuo frontal principal

R/2: Recuo frontal secundário, sendo metade do recuo principal

F: Recuo de fundos

L: Recuo lateral

Observações:

a) Recuos sempre paralelos às divisas.


b) O recuo frontal secundário (R/2) poderá ser usado inclusive quando se tratar de mesma via com alteração
de direção.
c) A edícula sempre deverá respeitar o recuo frontal secundário para lotes com mais de uma frente.
d) Lotes com faces não paralelas e ortogonais entre si deverão atender a “dimensão considerada” para fins
de testada e recuos nos termos do artigo 202 (Figuras 11, 13, 15 e 16).
e) Para construções em terrenos com frente para 4 vias, serão adotados 2 recuos frontais principais e 2
secundários. (Figura 18).
f) Para construções a partir do 4º pavimento em terreno com frente para 3 vias, serão adotados 2 recuos
frontais principais, admitido escalonamento (Figura 19).
g) Para as construções em terrenos com frente para 2 vias, será adotado um recuo frontal principal e um
recuo frontal secundário.
44
Anexo XVI
Recuo Especial de Vias

LARGURA LARGURA RECUO ESPECIAL


ITEM VIA ALARGAMENTO REGIÃO
EXISTENTE (m) FINAL (m) (m)

Alziro Lebrão, R. (Av. Rui Barbosa até a Estr. Lado par (Lado Rio Paraíba do Sul) 13,50 a 16,10
01 Pedro Moacir de Almeida – SJC-020 – antiga 11,90 a 14,50 28,00 Norte
Lado ímpar, deverá ampliar a calçada de mínimo 3,00m a 3,00 (largura
Estr. da Vargem Grande)
partir da guia existente final da calçada)

Lado ímpar (lado do Res. Dom Bosco) entre a Av. Pres.


Tancredo Neves e a R. Bertolino Cursino dos Santos / R-2
Aparecida Maria Consiglio, R. (entre a Av.
02 9,00 a 20,00 26,00 6,00 a 17,00 Leste
Pres. Tancredo Neves e a Av. 4 de Março) Lado par (lado do Jd. Cerejeiras) entre a R. Bertolino
Cursino dos Santos / R-2 e a Av. 4 de Março (Lado do Jd.
Cerejeiras)
03 Aporé, R. Lado do DCTA 11,80 a 13,40 21,00 7,60 a 9,20 Sul
Lado par, deverá implantar calçada de no mínimo 3,00m a
2,10 a 3,10 Variável 0 a 0,90
partir da guia existente.
04 Audemo Veneziani, R. Norte
Lado ímpar, deverá implantar calçada de no mínimo 3,00m
1,40 a 2,80 Variável 0,20 a 1,60
a partir da guia existente.
Benedito Cubas, Av. (entre a R. Tottoni e a
05 Lado Jd. Rosário 12,20 24,00 11,80 Sul
R. Benedita Cantinho de Moura)
06 Cambuí, Via / Aeroporto-Tamoios, Av. Diretriz específica
_ _ _ Sudeste

07 Carlos Marcondes, Av. (Rod. Pres. Dutra até Lado par: a partir da Rod. Pres. Dutra até o nº 309 13,70 a 14,90 21,00 6,10 a 7,30
a linha férrea) Oeste
Lado ímpar: entre o nº 309 e a linha férrea.
14,80 a 15,70 21,00 0 a 5,30

08 Cassiano Ricardo, Av. (entre a Av. da


Liberdade e R. São Caetano do Sul menos Lado ímpar 19,30 24,50 5,20 Oeste
130 m)
09 Ceci, R. Lado par (Jd. São José), lado direito sentido da via 13,60 a 14,70 18,00 4,00 Central
10 Cel. Morais, R. Lado ímpar (lado direito – sentido da via) Variável Variável 2,00 a 5,20 Central
45
LARGURA LARGURA RECUO ESPECIAL
ITEM VIA ALARGAMENTO REGIÃO
EXISTENTE (m) FINAL (m) (m)

11 Cegonheiros, Av. dos Lado leste (lado das glebas – transportadora) entre a Estr.
Municipal Martins Guimarães e toda a testada da Vl.
Patrícia 14,50 28,00 13,50 Leste
Lado da Vl. Patrícia - lado oposto ao Gasoduto, entre a Vl.
Patrícia e a Av. General Motors
Ambos os lados entre a R. Cajueiros e o Córrego da
10 a 13,3 26,00 6,35 a 8,00
Ressaca
12 Corifeu de Azevedo Marques, R. Oeste
Lado ímpar entre o Córrego da Ressaca e a R. Carlos
10,00 a 13,30 25,00 11,70 a 15,00
Marcondes (conforme projeto funcional)
13 Dolzani Ricardo, R. (entre nº 750 e Viaduto. Lado par
Raquel Marcondes) Variável Variável 0 a 7,00 Central

14 Eduardo Cury, Av. Dr – Anel Viário Lado par (Jd. Esplanada), entre o nº 500, inclusive, e a R.
Ana Maria Nardo
78,50 85,50 3,50 Oeste
Lado ímpar (Jd. das Colinas)

15 Evangélicos, Av. dos Ambos os lados, somente no trecho em que ocorrer o


desalinhamento dos imóveis (estreitamento de calçada). 17,30 a 20,00 20,00 2,70 Sul

16 Florestan Fernandes, Av. – Anel Viário Diretriz específica Central /


_ _ _
Sul

17 Francisco Ricci, R. Lado par Variável 18,00 4,00 Central


18 Genésia Berardineli Tarantino, R. (entre o Ambos os lados
Viaduto Raquel Marcondes até a Rua Variável 19,00 3,50 Central
Turnalina)

19 Heitor Villa Lobos, Av. Lado do loteamento Apolo II e Vila Ema, entre a R. Madre
Variável Variável 3,50 Central
Paula de São José e a Av. Nove de Julho
Ambos os lados, entre o viaduto Heitor Villa Lobos e a Av.
12,10 a 16,10 21,00 2,45 a 4,45 Central
Engº Francisco José Longo
46
LARGURA LARGURA RECUO ESPECIAL
ITEM VIA ALARGAMENTO REGIÃO
EXISTENTE (m) FINAL (m) (m)

Ambos os lados do limite intermunicipal com Jacareí até a


Pç. Cariri 12,10 a 17,00 18,00 1,00 a 5,90

Lado da indústria Gerdau, entre a Pç. Cariri e a Al. Rio


20 Imperador, Estr. do 12,20 21,00 8,80 Sul
Negro

Lado da indústria Gerdau, entre a Al. Rio Negro e a R.


16,80 28,00 11,20
George Eastman
21 Jaguari, R. (entre Av. Benedito Pereira Lima Lado par
e R. Leonidia Damasceno Veneziani)
12,00 a 13,65 22,00 10,00 Norte

22 João Batista de Souza Soares, Av. Dr. Lado ímpar, entre a R. Mar Del Plata e o Posto de
7,00
Combustível nº 3059
30,00 a 44,00 44,00 Sul
Lado ímpar (Av. Manuel Vieira), entre a R. José de
13,00
Campos e o nº 4009
23 João Batista Ortiz Monteiro, Av. Prof. Ambos os lados 14,80 a 17,50 28,00 5,50 a 6,60 Oeste
24 João Miacci, Av. Ambos os lados, entre a Av. 13 do Dom Pedro II e a Estr.
8,00 a 20,00 33,00 6,50 a 12,50 Sul
Torrão de Ouro
Ambos os lados, entre a Estr. Torrão de Ouro e a R.
10,00 a 12,00 20,00 4,00 a 5,00 Sul
Alexandre Teodoro Eras
25 João Marson, Av. Lado do Vista Linda entre a Av. José de Moura Candelária
Variável Variável 3,50 Leste
e o nº 2795
Entre a R. Jamil Cury e a Av. Sen. Teotônio Vilela Variável Variável Variável Leste
26 Jorge Zarur, Av. Dr. – Anel Viário Diretriz específica _ _ _ Oeste /
Sul
27 Juscelino Kubitschek, Av. Lado par (Jd. Jussara) entre R. Pedro Álvares Cabral e R.
Maestro Francisco Gaia
15,30 a 17,90 28,00 10,10 a 12,70 Leste
Lado ímpar – Monte Castelo, entre a R. Maestro Francisco
Gaia e R. 21 de Abril
47
LARGURA LARGURA RECUO ESPECIAL
ITEM VIA ALARGAMENTO REGIÃO
EXISTENTE (m) FINAL (m) (m)

28 Laurent Martins, Av. Lado oposto ao loteamento Jd. Esplanada II 13,70 a 14,10 16,00 1,90 a 2,30 Central
29 Lineu de Moura, Av. (entre o Jd. do Golf e a Lado ímpar, lado oposto ao loteamento Jd. do Golf
18,40 a 28,30 25,50 3,50 Oeste
rotatória do Serimbura)
30 Lívio Veneziani, Av./Madre Tereza de Lado ímpar entre a R. dos Jaburús / R. dos Poncãs e a APP
Calcutá, Av. do Córrego
11,00 23,00 12,00 Sudeste
Lado par entre a APP do Córrego e a duplicação da Av.
Madre Tereza do Calcutá
Lucio Alves de Almeida, R. (entre Av. José Lado da gleba (Jd. Cruzeiro do Sul)
31 Adilson da Cruz e a R. Aparecida da Silva 14,10 23,00 8,90 Sul
Alves)
32 Madre Paula de São José, R. Lado par 14,10 17,60 3,50 Central
33 Manoel Rodrigues de Moraes, R. Lado ímpar / Lado do Rio Paraíba do Sul (calçada e
11,80 a 11,90 15,00 3,10 a 3,20 Norte
ciclovia)
34 Manoel Ricardo Jr., R. Lado ímpar entre a R. Paraibuna e a Trav. João Friggi 3,50 a 5,00
Ambos os lados entre a Trav. João Friggi e a Av. Dr. 9,30 a 11,10 14,00 Central
3,50
Nélson D´Ávila

35 Maria C. Delgado, R. (entre R. Alziro Lebrão Ambos os lados


10,70 a 10,80 33,00 15,00 Norte
e R. Bernardo Prianti)
36 Maria Demétria Kfouri, R. Irmã (entre Av. Lado oposto ao loteamento Jd. Esplanada II
São João e R. Nicolau Lefaif) 13,80 16,00 2,20 Oeste

37 Maria Luciana de Jesus, R. Lado par 13,80 a 14,00 17,50 3,50 Sul

38 Mario Campos, R. Lado ímpar 11,80 15,30 3,50 Leste


39 Mário Covas, Av. Gov. – Anel Viário Diretriz específica _ _ _ Sul
48
LARGURA LARGURA RECUO ESPECIAL
ITEM VIA ALARGAMENTO REGIÃO
EXISTENTE (m) FINAL (m) (m)

40 Martins Guimarães, Estr. Municipal / Lado Ímpar – Lado do Vl. Ester, entre a R. Benedito
14,00 a 20,00 20,00 0 a 6,00
Lacerda e a Av. dos Cegonheiros
Três, R.
Lado par (glebas / transportadora), a partir da Av. dos
Variável 26,00 0 a 12,00 Leste
Cegonheiros até o n° 1027
Ambos os lados, do nº 1027 até a R. Mario Campos
Variável 26,00 0 a 12,00
(transição)
41 Maurício Cardoso, R. Ambos os lados 23,00 a
15,80 a 16,10 6,00 Sul
28,00
42 Paraibuna, R. (entre a Pç. Cândido Dias Ambos os lados
Variável 21,00 3,50 Central
Castejon e o Viaduto Paraibuna)

43 Pedro Álvares Cabral, R. Ambos os lados 12,00 19,00 3,50 Leste

44 Pedro Friggi, Av. (entre a R. Peru e a R. Lado ímpar (Jd. Motorama) 8,00
Buenos Aires) 18,70 a 27,00 35,00 Leste
Lado par (Vista Verde) 4,00
45 Pedro Rachid, R. Lado Via Norte – Lado oposto ao Cemitério 11,80 a 13,00 16,00 3,50 Norte

46 Piraquara Club, R. Lado Rio Paraíba 12,00 a 19,00 28,00 9,00 a 16,00 Norte

47 Quirino Custódio da Silva, Trav. Lado par 5,90 a 10,10 14,00 4,00 a 8,00 Norte

48 Roberval Fróes, R. Prof. (entre a R. Nicolau Lado oposto ao loteamento Jd. Esplanada II
Lefaif e a R. Graça Aranha) 13,50 a 13,90 16,00 2,50 Central
49
LARGURA LARGURA RECUO ESPECIAL
ITEM VIA ALARGAMENTO REGIÃO
EXISTENTE (m) FINAL (m) (m)

A - entre o Viaduto dos Expedicionários e a R. Bendito de


Variável Variável 3,50 Norte
Paula: lado ímpar
B - entre a R. Bendito de Paula e a Pç. Santa Cruz: lado
10,60 a 11,40 13,50 4,00 Norte
ímpar (lado R. Pedro Rachid)
C - entre a Pç. Santa Cruz e a Pç. Antônio Prado: lado
Variável Variável 3,50 Norte
ímpar (lado R. Pedro Rachid)
D - entre a Pç. Antônio Prado e a Trav. Rodolfo Ferreanci
Variável Variável 3,50 Norte
49 Rui Barbosa, Av., + 20,00m: ambos os lados
E - entre R. Piraquara Club e a R. Alziro Lebrão: lado do
11,40 a 14,70 28,00 13,30 a 16,60 Norte
Rio Paraíba
F - entre R. Alziro Lebrão e a SP-50 lado par: ampliar a
calçada para no mínimo 3,00m a partir da guia existente
F - entre R. Alziro Lebrão e a SP-50 lado ímpar: alagar o 7,80 a 14,70 14,00 0,50 a 6,20 Norte
leito para o mínimo 8,00m de largura, e calçada para o
mínimo de 3,00m
50 Saigiro Nakamura, R. (entre R. Ricardo Lado par
12,20 a 16,00 15,50 0,50 a 3,30 Leste
Edwards e a R. Julieta Damasceno Claro)
51 São João, Av. Ambos os lados, entre a Av. Barão do Rio Branco e a Av.
18,80 a 19,00 26,00 3,50 Central
Dr. Jorge Zarur
Lado Jd. Nova América, entre Praça Gastão Vidigal e a R.
15,70 a 18,00 21,00 3,00 a 5,30 Central
Prudente Meirelles de Moraes
52 Sebastião Gualberto, Av. Engº – Anel Viário Projeto executivo Variável Variável Variável Central

53 Sumatra, R., entre a R. Mindanau e a R. Lado par, ampliar a calçada para no mínimo 3,00m
Variável Variável Variável Sul
Java.
54 Tancredo Neves, Av., entre a R. Maria Ambos os lados
Adolfina de Almeida Tomás e a Av. João Variável 33,00 5,00 Leste
Bassi
55 Teotônio Vilela, Av. Sen. – Anel Viário Diretriz específica _ _ _ Central

56 Tupã, R Lado Jd. Jussara 12,00 16,00 4,00 Central


50

Anexo XVII
Parâmetros para Fachada Ativa

Centro
Tradicional Corredores e Demais Zonas Mistas e
Parâmetros
e Centro Centralidades Centralidade Aquarius
Expandido

Faixa de Fruição Pública Recuo Frontal conforme Anexo VI com mínimo de


2,50 m
Dimensão Mínima 5,00m

Atender as disposições do Atender as disposições do


Recuo Lateral do uso não residencial - Anexo VI - Parâmetros de Anexo VI - Parâmetros de
Uso e Ocupação (1) Uso e Ocupação

Imóvel com frente


30% da testada do imóvel
para mais de uma via
Extensão
mínima de Testada
30% da testada do imóvel
Fachada ≤ 30m
Frente para
Ativa
uma via
Testada
50% da testada do imóvel
> 30m

(1)
Nos casos do uso misto entre o não residencial e o residencial multifamiliar vertical, nos
pavimentos com fachada ativa, as áreas comuns do uso residencial, com exceção das áreas de lazer
cobertas e das lixeiras, poderão ocupar os recuos laterais.
51
Anexo XVIII
Parâmetros para o Ajardinamento e o Espaço Árvore em Calçadas

Dimensão da testada do lote (T)


Usos
< 7m ≥ 7m e < 10m ≥ 10m e ≤ 12m > 12m
Comprimento mínimo da área ajardinada (C) Não residencial 0 2m 3m 50% de T
Residencial 50% de T

Largura mínima da área ajardinada (L) = 0,80m (oitenta centímetros)

Espaço árvore (E) = A ser definido por legislação específica


52

Anexo XIX
Entroncamento Viário
Exemplificação de Termos de Definição Relativos ao Sistema Viário
53

Anexo XX
Ampliação do Perímetro Urbano do Distrito de São Francisco Xavier – Lei Complementar 612/2018 (PDDI)
54
Anexo XXI
Ampliação do Perímetro Urbano do Distrito de São José dos Campos – Lei Complementar 612/2018 (PDDI)

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