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Tutorial de Download e Análise no QGIS

O documento é um tutorial sobre como utilizar o QGIS para o planejamento regional, especificamente para a elaboração da Carta 1 em Campo Grande, MS. Ele orienta sobre o download de dados cartográficos e modelos digitais de superfície, além de instruções para configurar o ambiente no QGIS, calcular declividade e editar camadas vetoriais. O guia é voltado para estudantes da disciplina de Planejamento Regional e inclui passos detalhados para a execução das atividades.
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Tutorial de Download e Análise no QGIS

O documento é um tutorial sobre como utilizar o QGIS para o planejamento regional, especificamente para a elaboração da Carta 1 em Campo Grande, MS. Ele orienta sobre o download de dados cartográficos e modelos digitais de superfície, além de instruções para configurar o ambiente no QGIS, calcular declividade e editar camadas vetoriais. O guia é voltado para estudantes da disciplina de Planejamento Regional e inclui passos detalhados para a execução das atividades.
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Planejamento Regional

Tutorial Carta 1 no QGIS

Campo Grande, MS - 2021


ATENÇÃO: PULE PARA O ITEM 3, POIS OS DADOS JÁ FORAM OBTIDOS
PARA FINS DIDÁTICOS DA DISCIPLINA (ELABORAÇÃO DA CARTA 1).

1. Exemplo: Download da base cartográfica de Campo Grande - MS


Para a realização dos módulos 1 será utilizada como área de estudo a região urbana
de Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Assim, para auxiliar na identificação desta área,
iremos utilizar o arquivo vetorial correspondente ao limite municipal de Campo Grande.
No site da SEMADUR ([Link]
vetoriais-de-campo-grande/) são disponibilizados arquivo vetorial correspondente a base
cartográfica (Limite d munícipio, Área urbana, Logradouros, Bairros e Parcelamentos) de
Campo Grande, além de diversas informações do município.
Para a obtenção dos vetores do limite municipal de Campo Grande e de sua área
urbana é necessário que o usuário acesse o site da SEMADUR e solicite o download dos
dados de Base Cartográfica (Figura 1).

Figura 1 – Acesso ao Catálogo de dados vetoriais da SEMADUR.


Em “Arquivos Vetoriais de Campo Grande” há o ícone “Base Cartográfica”. Solicite
o download.

2
Figura 2 - Download da Base Cartográfica de Campo Grande – MS.
Após o download descompacte o arquivo em uma pasta com caminho sem caracteres
especiais.

2. Exemplo: Download do Modelo Digital de Superfície


Os modelos digitais de superfície podem sem encontrados em diversos órgãos, tais
como:
• INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais);
• Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária);
• GLCF (Global Land Cover Facility);
• CGIR-CSI (Consortium for Spatial Information)
• USGS (United States Geological Survey).

Pelo site do USGS ([Link] são disponibilizadas gratuitamente


o modelo digital de superfície originários da Missão de Topografia por RADAR da
Endeavour (Landsat Remote Sensing Satelite), além de diversas informações e dados de
sensoriamento remoto.
Para encontrar os dados e fazer o download siga as instruções das Figura 3 a .

3
Figura 3 – Pagina inicial do site da USGS Explorer.
Para a obtenção das imagens é necessário que o usuário faça um cadastro para login.
Assim, clique na opção “Registro” no canto superior direito da página (Figura 4).

Figura 4 – Clique na opção “Registro”.

Agora, faça seu cadastro.

Após o registro abra novamente a tela inicial do USGS Explorer. Finalmente,


podemos escolher o modelo de superfície desejado para download. Busque no mapa pelo
Brasil. Em seguida encontre o município de interesse (Figura 5).

4
Figura 5 – Encontre no mapa a área de interesse – MS, Brasil.

Figura 6 – Clique em “Usar mapa” para selecionar a área ilustrada pelo mapa. Observe que
as quatro coordenadas dos cantos do mapa aparecem na aba “Polígono”.

5
Figura 7 – Na aba “Período” preencha o intervalo de busca com uma data anterior ao ano
2000 e uma data atual. Por exemplo: Pesquisa em 01/01/1990 até 01/01/2020. Observação as
datas são do tipo mês/dia/ano. Após completar o período clique em “Conjunto de Dados”.

Figura 8 - Na aba “Data Sets” busque por Digital Elevation> STRM e selecione SRTM Non-
Void Filled. Depois clique em “Results”.

6
Figura 9 – Na aba “Resultados” aparecerá o SRTM da área selecionada. Verifique se o
SRTM cobre a área desejada clicando no ícone .

Figura 10 – Ainda da aba Resultados faço o download do modelo SRTM denominado


s21_w055_3arc_v2 no ícone .

7
Figura 11 – Clique no terceiro “Download” para adquirir o arquivo em formato GeoTIFF (3
Arc-second (2.8 MB)).

3. Download do arquivo vetorial da bacia hidrográfica (setor) do seu grupo


Para a aquisição do arquivo vetorial que contém o limite das bacias hidrográficas
localizadas no Município de interesse, siga até o site Ambiente Virtual de Aprendizagem -
UFMS ([Link] No Curso de Planejamento Regional (Figura 12).

Figura 12 – Página inicial e restrita ao aluno no Ambiente Virtual de Aprendizagem –


UFMS.
No curso de Planejamento Regional, busque pelo Item 0 - Repositório de Materiais.
Depois, clique no link denominado: Áreas de Planejamento dos Grupos (Figura 13).
8
Figura 13 – Localização do arquivo das Unidades de Planejamento no AVA.

Em Áreas de Planejamento dos Grupos há um link para download da pasta com


todas as bacias hidrográficas criadas para a execução das cartas do curso de Planejamento
Regional. Cada grupo deve selecionar e salvar a sua bacia hidrográfica conforme seu grupo
de estudo.

Figura 14 – Download das unidades de planejamento no Município escolhido.

4 – Inicie um projeto no QGIS

9
Ao iniciar o programa QGIS. Salve o projeto com nome sem caracteres especiais, tais
como @ % $ & * Ç ã é ê, etc, porque o QGIS não consegue ler os dados se houver arquivos
com nomes contendo esses caracteres especiais ao longo do caminho onde o arquivo está
armazenado.

Figura 15 – Para salvar o projeto no QGIS, vá no canto superior esquerdo: Projeto> Salvar
como...

Figura 16 – Escolha a pasta onde deseja salvar seu projeto. Lembre-se que o caminho do
arquivo não deve conter caracteres especiais.

10
5 – Configurando o ambiente no QGIS
Configure o sistema de projeção do QGIS para a projeção na qual irá trabalhar.
Habilite a transformação SRC “on de fly" e escolha a sua projeção. Aqui utilizaremos a
projeção UTM 22S WGS84 (EPSG:32722). Através do menu: Projeto > Propriedades do
Projeto > SRC. Você também pode utilizar o atalho Ctrl + Shift + P ou clicar no globo
localizado no canto inferior direito.

Figura 17 – Selecione a projeção WGS84 / UTM 22 S e clique em OK.

11
6 – Abrindo o modelo digital de superfície no QGIS
Para abrir um arquivo raster no QGIS. Vá em Camada> Adicionar Camada>
Adicionar Camada Raster (Figura 18a). Busque pelo arquivo SRTM (DEM_utm.tif adquirido
pelo AVA – Figura 18b) e abra a camada raster no QGIS.

(a)

(b)
Figura 18 – (a) No menu Camada, clique em adicionar camada e em seguida Adicionar
Camada Raster (Ctrl + Shift + R). (b) local de dowload da camada no AVA.

Demonstração do modelo digital de superfície denominado, o qual cobre o município a ser


estudado (superfície em tons de cinza). Os tons de cinza representam a altitude variando entre
o preto (valores de altitudes mais baixas) e o branco (valores de altitude mais alta).

12
Figura 19 – Modelo digital de superficie (MDS) aberto no QGIS como um arquivo raster.

7 - Reprojetando as imagens SRTM provenientes do USGS (realizar apenas se a camada


não estiver configurada como EPSG:32722)
Após abrir a imagem raster temos que reprojetar a camada raster para que os dados
estejam na mesma unidade. Isso porque as imagens SRTM vem em WGS84 (EPSG:4326),
ou seja, como dados X, Y (latitude e longitude) em graus e os dados de Z (altitude) em metros.
Para o cálculo de declividade funcionar o ideal é termos todos os dados estejam na mesma
unidade, no nosso caso em metros, para facilitar o trabalho.
Para isso vamos alterar a projeção de WGS84 (EPSG:4326) para UTM 22S WGS84
(EPSG:32722).
Observação: A escolha do datum (WGS84, SIRGAS 200, SAD 69) deve ser feita de acordo
com o seu projeto, bem como a zona UTM de acordo com a localização de sua área).

13
Clique com o botão direito do mouse sobre o nome da camada no canto esquerdo e
vá em “Salvar como”, ajuste os parâmetros na janela que será aberta, de acordo com a figura
abaixo, escola o local e o nome do arquivo, então salve.

Figura 20 - Caminho para salvar o SRTM em outra projeção: Clique sobre a camada SRTM
com o botão direito do mouse e vá em Exportar> Salvar como...

Na janela “Salvar Camada Raster como…” Preencha as informações conforme descrito a


seguir. Também há uma demonstrado na Figura 21:
Modo de saída: Selecione “Dados brutos”;
Formato: GeoTIFF
Nome do arquivo: selecione o caminho (pasta) onde deseja salvar o arquivo reprojetado;
Nome da camada: deixe em branco;
SRC alvo: Selecione o SRC para qual deseja reprojetar, no meu caso UTM 22S WGS84
(EPSG:32722).
Marque o box “Adicionar arquivo salvo ao mapa” para que carregue o arquivo na tela
do QGIS ao terminar o processo de reprojeção. Certifique que a imagem esteja com todos os
dados em unidades métricas.

14
Figura 21 - Para salvar um arquivo raster em outra projeção. Vá ícone em SRC. No Aba
“Selector de sistema de coordenadas de referÊncia (SRC)” busque por 32722 em Filtro e
selecione o WGS 84 / UTM zone 22 S (EPSG: 32722).

Figura 22 - Definindo o SRC para o datum 22 S, onde está localizada a área de interesse
(WGS 84 / UTM zone 22 S (EPSG: 32722)).

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Figura 23 - Janela “Salvar a Camada Raster como…” com itens preenchidos. Após essa
etapa clique em “Ok”. Uma nova camada será aberta no QGIS com o nome dado a ela.
A camada com a projeção WGS84 22 Sul será aberta no QGIS. A camada com
projeção EPSG: 4626 pode ser removida clicando sobre a camada que se deseja remover e
depois no ícone “Remover camada” .

8 – Cálculo de declividade em graus ou porcentagem no QGIS


Através do menu: Raster > Análise > Declividade. Com a imagem reprojetada
acessamos o menu abaixo:

Figura 24 - Selecionando o plugin para gerar a declividade no QGIS.

16
No plugin Declividade siga as instruções a seguir para preencher os itens solicitados para
execução do cálculo da declividade a partir de uma camada raster.
Camada de entrada: selecione o MDS, certifique-se de que esteja selecionado o arquivo
reprojetado
Número da banda: Banda 1
Ratio of vertical units to horizontal (Proporção de unidades verticais em relação à
horizontal): 1,00000
Selecione o item “Declividade expressa em porcentagem (em invés de graus)”.
• Arquivo de saída: selecione o caminho (pasta) onde deseja salvar o arquivo com os dados
de declividade
• Modo: Selecione Declividade

Figura 25 - No plugin “Declividade” selecione o SRTM reprojetado como camada de


entrada; selecione o item “Declividade expressa em porcentagem (ao invés de graus)”,
então escolha o local onde deseja salvar e clique em “Executar”.

17
A Figura 26 demonstra o produto gerado pelo cálculo de declividade no software QGIS.

Figura 26 - Declividade do modelo de superfície s21_w055_3arc_v2.

9 - Adicionar camada vetorial no QGIS


Para abrir um arquivo vetorial no QGIS. Vá em Camada> Adicionar Camada>
Adicionar Camada Vetorial (Figura 27). Busque pelo arquivo da Área de Planejamento do
seu grupo adquirido pelo AVA (o meu grupo é o Grupo0). Abra a camada vetorial do tipo
Fonte de forma do AutoCAD ou .shp como demonstrado na Figura 27 e 28.

Figura 27 - Adicionando camada vetorial no QGIS: Camada> Adicionar camada>


Adicionar Camada Vetorial…

18
Figura 28 - Selecione o arquivo vetorial através dos Fonte> Base de vetores>…

Figura 29 - Escolha o arquivo .shp ou do tipo Fonte de forma do AutoCAD referente ao seu
grupo da disciplina de Planejamento Regional.

O arquivo vetorial da Unidade de planejamento do Grupo0 é apresentado na Figura 30.

19
Figura 30 - Unidade de planejamento (bacia hidrográfica) do Grupo0.

Recordando: os grupos de trabalho estão na página:

Figura 31 - Grupos da disciplina de Planejamento Regional.

10 - Mudar projeção de camada Vetorial (realizar apenas se a camada não estiver


configurada como EPSG:32722)
Para mudar a projeção da camada vetorial procederemos da seguinte forma: Clique sobre a
camada vetorial> Vá em “Exportar”> “Salvar Feições Como…” (Figura 32).

20
Figura 32 - Abrindo a janela “Salvar Como…” de uma camada vetorial.

Formato: Shapefile
Nome do arquivo: selecione a pasta e o nome que deseja dar a camada vetorial da unidade
de planejamento (bacia hidrográfica) reprojetada para o datum WGS84 22 Sul EPSG:
32722.

Figura 33 - Salvando arquivo vetorial em projeção 22 Sul (WGS8 / UTM zone 22 Sul
EPSG: 32722).

21
11 - Edição de camada vetorial
Para editar a camada vetorial dê duplo clique sobre o nome da camada vetorial ou clique
com o botão direito do mouse sobre a camada. Depois clique em Propriedades. A Figura 34
demonstra esses comandos.

Figura 34 - Abrindo às “Propriedades…” da camada vetorial.

Em propriedades da camada clique em “Simbologia”> Símbolo simples>Preenchimento


simples. Em “Estilo de preenchimento” escolha “Sem pincel” para retirar o preenchimento
do polígono. Além disso, escolha a cor do traço (Figura 33).

Figura 35 - Simbologia da camada vetorial sem preenchimento.

22
Resultado das alterações em Simbologia da camada vetorial da área.

Figura 36 - Camada vetorial Grupo0 destacado em rosa sobre a camada da declividade.

12 - Recortar raster baseado em um vetor


Para recortar somente a área da sua unidade de planejamento. Vá em Raster> Extrair>
Recortar raster pela camada de máscara (Figura 37).

Figura 37 - Selecionando o plugin para recorte de raster através de uma camada máscara.
Comandos para recortar a camada Declividade por meio do vetor da bacia hidrográfica.

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Camada de entrada: Declividade
Camada máscara: Vetor da sua área/bacia.
Resultado: seleciona a pasta e dê o nome do arquivo de saída.
Os demais itens não precisam ser alterados.

Figura 38 - Janela de recortar raster pela camada de máscara preenchida como exemplo.

Figura 39 - Resultado do recorte da declividade pela camada máscara da bacia hidrográfica


do Grupo0.

24
13 - Classificação das camadas de elevação e declividade
A classificação hipsométrica pode ser feita através da “Simbologia” no QGIS. Vá em
Propriedades da camada Declividade da sua unidade de planejamento (No nosso caso
denominada como Grupo0_Declividade).

Figura 40 - Abrindo às “Propriedades…” da camada raster de declividade da unidade de


planejamento do meu grupo.

Na Janela Propriedades da camada - Grupo0_Declividade.


Em banda de renderização preencha os itens da seguinte forma:
Tipo de renderização: selecione “Banda simples falsa cor”.
Banda: Band 1 (Gray)
Mín: 0 Máx: 100

Em Configurações de valor Mín / Máx preencha os itens da seguinte forma:


Interpolar: Método discreto
Gradiente de cores: vamos padronizar no próximo capítulo
Unidade do sufixo do rótulo: %
Na tabela preencha cada linha com 0, 3, 8, 20, 45, 75 e 100 como na Figura 41 a seguir:

25
Figura 41 - Demonstração do preenchimento da classificação da simbologia da camada
Declividade.

Clique em Ok quando terminar de preencher as 6 classes de declividade.

A demonstração do resultado pode ser vista na Figura 42.

Figura 42 - Demonstração do resultado de classificação de declificade de acordo com a


classificação da Embrapa.

26
14 - Escala de cores das classes de declividade
A escolha da escala de cores também pode ser feita em Propriedades> Simbologia da
camada declividade da unidade de planejamento.

Figura 43 - Janela de Propriedades da camada - Grupo0_Declividade.

Para alterar as cores, clique sobre o quadrado colorido de cada classe de declividade e insira
o código RGB definido como padrão na Tabela 1 a seguir.

Figura 44 - Define-se o padrão de cores para a camada declividade na janela Change


Color, a qual pode ser acessada clicando duas vezes sobre o quadrado colorido de cada
classe da camada.

27
A Tabela 1 define o padrão de cores para a camada declividade e às recomendações de uso
do solo e suas restrições.
Tabela 1 - Classes de declividade, recomendações de uso do solo e suas restrições.

Resultado da classificação da declividade do Grupo0 com cores padronizadas.

Figura 45 - Resultado da classificação da declividade de acordo com as classes definidas


pela Embrapa e com as cores pré-definidas neste tutorial.

28
15 - Elaboração da Carta de Elevação
Repita todos procedimentos de recorte do raster realizado para a camada de declividade,
mas agora para o raster de elevação (MDE).Para definir as classes de elevação, utilize
primeiro a ferramenta “Estatísticas da Camada Raster” disponível na Caixa de Ferramentas
de Processamento. A Tabela 2 apresenta os valores das classes de elevação para cada setor.
Apresentamos nas figuras 46, 47 e 48 como obtivemos os valores para fins didáticos. Para
prosseguir com a definição das classes, pule para Tabela 2.

Figura 46 - MDE de elevação já recortado utilizando os mesmos procedimentos realizados


para declividade.

Escolha a camada raster de elevação de sua bacia e clique em Run in Backgroud.

29
Figura 47 - Estatísticas da camada raster para definir as classes de elevação.

Você terá os valores abaixo: Elevação mínima e máxima. No exemplo temos mínimo igual
a 261 m e máximo igual a 566. Ou seja, uma amplitude de 305 metros (Elev max - Elev
min). Divida a amplitude pelo número de classes (5) e calcule os intervalos de elevação:

30
Figura 48 - Estatísticas da camada raster para definir as classes de elevação após clicar em
Run in Background.

Tabela 2 - Faixas de elevação das bacias/grupos para Paraíso das Águas.


Área de 1ª faixa de encosta (planície 2ª faixa de encosta (terço
Classe inundação Planície alta) médio) 3ª faixa de encosta
Construção Construção com áreas Limite de expansão
Grupo Proteção rarefeita verdes Ocupação urbana urbana
Min: 461 - Max: Min: 521 - Max:
0 521 581 Min: 581 - Max: 641 Min: 641 - Max: 701 Min: 701 - Max:761
Min: 454 - Max: Min: 517 - Max:
1 517 580 Min: 580 - Max: 643 Min: 643 - Max: 706 Min: 706 - Max:765
Min: 491 - Max: Min: 546 - Max:
2 546 601 Min: 601 - Max: 656 Min: 656 - Max: 711 Min: 711 - Max:765
Min: 507 - Max: Min: 556 - Max:
3 556 605 Min: 605 - Max: 654 Min: 654 - Max: 703 Min: 703 - Max:752
Min: 379 - Max: Min: 450 - Max:
4 450 521 Min: 521 - Max: 592 Min: 592 - Max: 663 Min: 663 - Max:732
Min: 465 - Max: Min: 539 - Max:
5 539 613 Min: 613 - Max: 687 Min: 687 - Max: 761 Min: 761 - Max:835
Min: 464 - Max: Min: 525 - Max:
6 525 586 Min: 586 - Max: 647 Min: 647 - Max: 708 Min: 708 - Max:765
Min: 453 - Max: Min: 510 - Max:
7 510 567 Min: 567 - Max: 624 Min: 624 - Max: 681 Min: 681 - Max:737
Min: 382 - Max: Min: 452 - Max:
8 452 522 Min: 522 - Max: 592 Min: 592 - Max: 662 Min: 662 - Max:732
Min: 421 - Max: Min: 469 - Max:
9 469 517 Min: 517 - Max: 565 Min: 565 - Max: 613 Min: 613 - Max:658
Min: 484 - Max: Min: 537 - Max:
10 537 590 Min: 590 - Max: 643 Min: 643 - Max: 696 Min: 696 - Max:745

Para colorir as classes de elevação, use o mesmo procedimento da declividade. Utilize a


tabela 3 para obter os padrões de cores.

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16 - Padrões de cores e legenda
Elevação
Tabela 3 - Classes de elevação (altimetria) e recomendações de uso do solo.

17 - Informações básicas para conter no Layout (carta final)


Tamanho: Configurar layout para A1 ou A0. O layout é livre, mas deve respeitar a paleta de
cores pré-definidas para os temas abordados e conter os elementos destacados abaixo.

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