0% acharam este documento útil (0 voto)
6 visualizações10 páginas

Diretrizes para Relatório de Projeto Técnico

O documento fornece diretrizes para a elaboração de relatórios, enfatizando a importância de ser impessoal, sintético e preciso, com uma estrutura clara e referências adequadas. Ele detalha as características específicas de um relatório de projeto de sistema, incluindo a necessidade de documentação técnica e notas de cálculo. Além disso, aborda a organização do conteúdo, como nomenclatura, memória descritiva e justificativa, e notas de cálculo, para garantir que o relatório seja compreensível e útil para futuros usuários.

Enviado por

João Ricardo
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
6 visualizações10 páginas

Diretrizes para Relatório de Projeto Técnico

O documento fornece diretrizes para a elaboração de relatórios, enfatizando a importância de ser impessoal, sintético e preciso, com uma estrutura clara e referências adequadas. Ele detalha as características específicas de um relatório de projeto de sistema, incluindo a necessidade de documentação técnica e notas de cálculo. Além disso, aborda a organização do conteúdo, como nomenclatura, memória descritiva e justificativa, e notas de cálculo, para garantir que o relatório seja compreensível e útil para futuros usuários.

Enviado por

João Ricardo
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

Algumas indicações para elaboração de um relatório

May 25, 2023

1 Premissas fundamentais
Um relatório tem por objectivo registar as características e documentar um determinado processo de interesse
com os seguintes propósitos:

• servir de memória futura para os intervenientes no processo;


• transmitir toda a informação relevante sobre o processo a entidades que nele não intervieram, mas que
vão utilizar os seus resultados.
Com estas premissas um relatório deve:

• ser impessoal, sintético e preciso, não deixando ambiguidade face ao que é escrito;
• utilizar uma notação (ou nomenclatura) definida no texto, que está em geral de acordo com o que se
utiliza na bibliografia afim, e que deve ser a mesma em todo o documento;
• relatar de forma sucinta e coerente todos os detalhes relevantes ao processo e seu resultado final,
tendo em consideração que tudo deve estar definido, pois poderá ser dirigido a pessoas que não estão
familiarizadas com aspectos demasiado técnicos do processo;
• apresentar todo o sistema envolvido tomando por base os elementos de relevância relevantes;
• incluir todas as referências necessárias para refazer todo o processo a partir do início;

Detalhes não fundamentais ou demasiado pormenorizados, cálculos auxiliares, experiências ou testes, devem
ser remetidos para anexo.
Em geral um relatório deve incluir os nomes dos seus autores (e até ser assinado). [Os docentes da unidade
curricular não são certamente autores do relatório...]

Part I
Caso de um relatório de projecto de um sistema
O resultado final da fase de projecto de um sistema consiste em geral de documentação, e eventualmente de
um protótipo demonstrativo. De toda a documentação, a parte mais importante são os desenhos de definição
(seja um sistema mecânico, ou um processador digital), e hoje em dia também os respectivos modelos dos
componentes em software. Também relevante são as notas de cálculo efectuadas para dimensionar o sistema.
Mas associada a toda a documentação e fazendo a ligação entre todos os documentos produzidos existe um
relatório do projecto, onde se encontram todas as especificações definidas para o projecto e se explicam as
soluções utilizadas juntamente com todas as considerações efectuadas durante o desenvolvimento do projecto
e que conduziram ao resultado final. O relatório serve para memória futura e é a fonte de toda a informação
associada ao projecto contendo as referências para todos os outros documentos que possam estar associados,
como por exemplo os desenhos.
Em termos globais um relatório de um projecto mecânico ou mecatrónico deve possuir as seguintes carac-
terísticas, adicionais às já citadas para um qualquer outro tipo de relatório.

1
1. Todas as figuras devem ser figuras técnicas, correctamente desenhadas, em perspectiva ou múltiplas
vistas, com informação rigorosa e de acordo com a nomenclatura. As suas fontes serão os desenhos
de definição dos diversos componentes do sistema. Estas figuras apoiam as notas de cálculo, pelo que
as direcções e sentidos de binários e forças devem ser correctamente representados. Junto das mesmas
devem estar as expressões matemáticas. No caso de vectores, a sua representação matemática em
componentes. O mesmo referencial global deve ser utilizado em todo o documento, e quando outros
referenciais são necessários, então definem-se em relação ao global.
2. O relatório apresenta a descrição do sistema, os métodos de cálculo e os resultados finais obtidos em cada
fase do cálculo, numa forma acessível e de fácil compreensão, sem ter de estar a estudar cada detalhe
numérico. O processo completo de cálculo aparece depois em anexo, sempre com a mesma notação,
mas agora mostrando todos os passos, devidamente explicados, de acordo com as aproximações ou
considerações que tenham sido efectuadas. Iterações efectuadas com as mesmas expressões devem
apresentar-se em tabelas.
O relatório de projecto possui em geral uma estrutura semelhante à seguinte. (Note-se que o projecto é um
processo iterativo e o relatório é um documento final, pelo que sua estrutura não é exactamente igual ao
procedimento de projecto e cálculo, embora existam algumas semelhanças.) No início começa por ser um
documento de trabalho onde se vai incluindo informação à medida que o projecto avança. Quando o projecto
está pronto ultima-se o relatório. Por isso algumas das suas secções podem ir mudando ao longo do tempo,
de acordo com as opções que vão sendo tomadas. É um bom documento para servir de guia ao raciocínio ao
longo do desenvolvimento do projecto.
• Consoante a unidade curricular em que esteja a utilizar este modelo de relatório, dê atenção e preencha
apenas os pontos para os quais possui conhecimentos suficientes. No caso de Desenho Técnico de
Sistemas Mecânicos apenas alguma da informação deve ser incluída, e em geral será até qualitativa e
algo hipotética, porque não se possui ainda conhecimento para mais.

• Considera-se como exemplo o caso de uma possível prensa, utilizando as figuras de um exemplo da
bibliografia. Aqui utiliza-se uma organização do documento em secções, mas secções grandes podem
ser tornadas capítulos, como acontece com a secção de dimensionamento se existirem muito componentes
envolvidos.

2
[O texto seguinte é apenas exemplificativo e hipotético. Alguma informação, bem como
figuras não serão coerentes entre si. É da sua responsabilidade apresentar um relatório
coerente.]

Prensa manual DCM 19970711

Índice
(Em geral é gerado automaticamente pelo processador de texto utilizado.) Indica as secções existentes no
documento e as respectivas páginas.
...

Nomenclatura
(Apresenta-se aqui a denição dos termos técnicos, unidades, variáveis e símbolos utilizados ao longo do
projecto. Em cada secção pode ser introduzida mais notação, devidamente explicada quando é denida.
Parte desta informação, em geral a denição de determinados termos técnicos, poderá ser colocada em
anexo.)
Potência nominal : Potência consumida pela equipamento quando funciona sujeito às acções para o qual
foi dimensionado.
Fa : Força de aperto
Sy : Tensão de cedência de um material.
nM : Factor de segurança relativo ao material.
...

2 Memória descritiva e justificativa


(É efectuada a descrição sumária do sistema em desenvolvimento, incluindo os principais componentes
e especicações. É o preâmbulo do documento.)
(Começa por descrever-se sucintamente o problema para o qual este projecto vai apresentar uma
solução. Poderão ser utilizadas guras para explicar o sistema necessário e qual se espera que seja o seu
funcionamento. Em DTSM esta informação está indicada no enunciado do trabalho. Nesta secção deve
colocar-se o entendimento que o aluno faz do problema.)
Pretende-se desenvolver um sistema de fixação que permita a fabricação de componentes como os mostra-
dos na Figura 1, por corte por arranque de apara em fresadora.
a0 = 5

Lt = 180
Lc = 70
gw = 22,5

gl = 35
R 20

L0 = 45
Rf =

b0 = 12,5

Figure 1: Produtos a fabricar.

3
2.1 Especificações de projecto
(Apresentam-se aqui todas as características a que o sistema tem de responder, acções, dimensões, potên-
cia, duração, etc.. Basicamente é o que o cliente pede, o que se pretende atingir. Por exemplo, parte
desta informação é a que aparece na caixa de um produto comercial numa loja.)
O sistema deve satisfazer os seguintes requisitos.
• Força de aperto Fa = 850N.
• Pressão de contacto p = 500kPa.
• Permitir o fabrico de produtos com dimensões L0 no intervalo [30; 90] e a0 no intervalo [0.1; 10] em
milímetros (ver Figura 1)
• ...
• Velocidade regulável de vTl = 50cm/min a vTh = 5m/min
• Funcionamento num intervalo de temperaturas [−10, 80][o C]
• ...
[Será aqui a secção mais lógica para indicar os cálculos efectuados com os vossos números
de alunos e que definem as dimensões do vosso sistema.]

2.2 Descrição da solução adoptada


(Descrever a solução adoptada a nível global, utilizando desenhos (técnicos) do sistema e seus compo-
nentes, imagens do assembly, desenhos de conjunto, perspectivas explodidas, etc., com o detalhe suciente
para que o leitor compreenda o que se efectuou. Em geral apresentam-se guras simplicadas no texto e
remete-se o leitor para os desenhos em anexo.
Explicar de forma sucinta e fundamentada as opções tomadas, com base nas especicações, possíveis
processos de fabrico, condicionantes de montagem, tudo aquilo que impõe um constrangimento que obrigou
a tomar decisões que conduziram ao resultado nal.
Caraterísticas e opções tomadas especícas de cada componente serão incluídas nos pontos relativos
ao dimensionamento desse componente.)
Considerou-se a solução indicada na Figura 2 (desenho DCM 970711 em anexo com a respectiva lista de
componentes).

Figure 2: Sistema completo.

4
A correspondente perspectiva explodida encontra-se na Figura 3.

Figure 3: Componentes do sistema.

Nesta solução a mordente móvel (3) é suportada e guiada com precisão através das calhas (1) impulsionada
pelo fuso (11)...

2.2.1 Observações
(Se houver alguma informação relevante a registar face à solução encontrada).

2.2.2 Análise de soluções alternativas.


(Caso faça sentido, documentar soluções alternativas que possam ter sido testadas e que não apresen-
tavam o desempenho pretendido (não convém repetir erros), bem como soluções ou detalhes que poderiam
representar possíveis melhoramentos, mas que por constrangimentos de custo ou tempo não foram con-
siderados, mas podem vir a ser exploradas).

3 Notas de cálculo (ou Dimensionamento)


(Utilizar a divisão em subsecções que for a mais lógica para o cálculo em causa. Tipicamente devem
aparecer primeiro as secções com a informação que é aplicável ou inuencia todas as seguintes.)

3.1 Determinação das acções presentes no sistema


(Tendo por base as especicações, determinam-se aqui todas as implicações sobre o sistema e obtêm-se
as acções que se desenvolvem entre os diversos componentes. Note-se que este é um relatório nal, pelo
que já se conhece todo o sistema. No entanto aqui inclui-se apenas a informação necessária ás fases
seguintes. Informação mais detalhada estará no local onde é necessária.
Utilizar nas diversas secções as identicações dos componentes de acordo com os seus desenhos e
números nas listas de peças e desenhos de conjunto.
As Figuras utilizadas devem ser técnicas e sem ambiguidades, mantendo toda a nomenclatura e ref-
erenciais.

5
Aqui devem ser apresentados os vários casos de carga possíveis e contemplados no projecto, bem como
a justicação para os considerar. Em muitas situação são imposições legais, de normas ou códigos de
construção.)
[Em DTSM vamos apenas considerar uma indicação qualitativa para o material do componente,
obter a sua massa (o software fornece isso se seleccionarmos um material para o componente)
e explicar os ajustamentos e as tolerâncias dimensionais e geométricas aplicados ao componente,
fazendo referência aos que com ele ajustam.]

3.2 Guia [DCM 970711-1]


(Em função da solução considerada e da funcionalidade de cada componente e sua montagem em outros
componentes, é necessário denir as tolerâncias dimensionais e geométricas a considerar.
Para cada componente apresentar o modo como foi efectuado o seu dimensionamento. Descrever de
forma sucinta mas rigorosa como foi efectuado o processo de cálculo.)
O componente (1) guia mostra-se em perspectiva isométrica na Figura , o qual possui o desenho de
definição DCM 970711-1 que deve ser consultado no anexo.

Figure 4: Guia, componente (1).

3.2.1 Acções
(Incluir a uma gura do componente com todas as acções que sobre ele actuam, de forma perceptível, bem
como uma indicação do referencial considerado.
Listar todas as acções na forma vectorial, bem como outros dados importantes, como temperatura,
...,)

3.2.2 Material
(Se existiu um processo de selecção de materiais, apresentá-lo sucintamente. Fundamentar a escolha
de um determinado material, que em geral não é só pela resistência, mas pela ductilidade, processo de
fabrico que será considerado, ambiente em que funciona, corrosão, normas regulamentares (acontece na
indústria alimentar).
Para o material seleccionado apresentar todas as suas características relevantes, de acordo com a
nomenclatura denida, dados do fabricante, etc. Toda a informação do material pode depois ser colocada
em anexo. Aqui deve gurar a relevante para os cálculos.
Se há informação do comportamento à fadiga do material, essa informação pode estar aqui.
Se existem tratamentos térmicos, devem ser especicados e em que fase do processo o são efectuados.)

3.2.3 Modelo de cálculo


(Deve constar uma gura com o esquema ou a geometria pretendida para o componente.
Indicar a teoria estrutural que vai ser seguida, as aproximações efectuadas, apresentar as expressões de
cálculo de tensões e sua justicação. Sempre que a informação seja obtida de uma fonte exterior, devem
existir referências a bibliograa que suportem as aproximações ou simplicações efectuadas. Efectuar as
escolhas de coecientes de segurança, majoração de carga, etc.)

6
3.2.4 Dimensionamento a solicitações estáticas
(Apresentar o ou os critérios de dimensionamento à cedência que são utilizados, bem como os casos de
carga que são considerados. Identicar quais as secções críticas e proceder ao seu dimensionamento.)

3.2.5 Dimensionamento a solicitações variáveis


(Indicar o processo de cálculo utilizado no dimensionamento à fadiga, bem como o critério de falha
considerado. As expressões das várias tensões, Figuras com os esforços e distribuições de tensão, ponto
mais solicitado, tensões alternadas e médias, tensões equivalentes, devem ser todas indicadas.))

3.2.6 Verificação
(Devem agora ser avaliados os coecientes de segurança globais em cada secção do componente para
vericar que todo o processo de cálculo está isento de erros, tanto no caso estático como no dimension-
amento à fadiga. Como as fórmulas são já conhecidas, pode apresentar-se só uma tabela com as tensões
e coeciente de segurança global.)

3.2.7 Informação para a manufactura do produto


[Fazendo referência ao respectivo desenho, justificar as tolerâncias dimensionais e geométricas
aplicadas tendo em consideração a funcionalidade do componente, bem como acabamentos de
superfície. Indicar outras informações relavantes para o fabrico como requisito de tratamentos
térmicos, polimento, pintura, passivação... Dar indicação de processos de fabrico podem
ser considerados para uma manufactura eficiente do produto.
O processo de fabrico depende em geral:
• do número de componentes a fabricar;
• das dimensões do componente;
• do material a utilizar;
• das tolerâncias dimensionais e geométricas a obter;
• dos equipamentos disponíveis para os produzir ou do correspondente investimento a efectuar.
]

3.3 Mordente móvel [DCM 970711-3]

Figure 5: Mordente, componente (3).

7
(...)

3.4 Outros componentes...


3.5 Componentes normalizados (ou adquiridos)
(Apresentar os componentes normalizados ou que sejam adquiridos e que não foram portanto projecta-
dos, justicando a sua escolha. Identicar as normas a que obedecem e a sua designação normalizada
ou os códigos de identicação aplicados pelos fornecedores. Note-se que tiveram de ser componentes
seleccionados e portanto evolveram também cálculos de dimensionamento que devem ser apresentados.)
[Em DTSM a selecção terá sido efectuada apenas pela geometria e suas dimensões.]

Figure 6: Perno roscado ISO-0123-M12x1.5 xpto. Porca ISO-00321-M12x1.5 superFixe.

4 Montagem do sistema
(Explicação de como montar o sistema em vários passos. Aqui é muito útil o recurso a desenhos em
perspectiva explodida.)
[Explicar como são montados todos os componentes do sistema, bem como a ordem pela qual
deve ser feita e os cuidados a ter no processo.]

5 Controlo de qualidade
(Indicação dos vários processos de controlo necessários à garantia da qualidade do produto nal.)

5.1 Controlo de qualidade de matérias-primas


(Exigências impostas aos fornecedores de matérias-primas. Sempre que um novo lote de matéria-prima
é comprado, deve exigir-se um certicado de conformidade ao fornecedor. Especicação de ensaios a
realizar eventualmente a amostras de matéria-prima de cada lote para vericar a sua conformidade.)

5.2 Controlo dimensional e geométrico dos componentes


(Indicações de como deve ser efectuado o controlo da geometria e dimensões dos elementos do produto, o
que pode exigir a elaboração de desenhos especícos, que devem encontrar-se em anexo.)

5.3 Controlo de montagem e funcionamento


(Como se deve efectuar o controlo do sistema após estar montado. Poderão ter de ser medidas dimensões
e tolerâncias a que o conjunto montado deva obedecer.)

8
5.4 Características operacionais
(Dependendo da importância do produto, pode ser necessário efectuar testes que garantam a sua conformi-
dade com as especicações e permitam avaliar do seu correcto funcionamento e resistência. Descrevem-se
neste ponto os procedimentos de ensaio de produto acabado. Ensaios de correcto funcionamento, ensaios
de resistência estrutural, eléctrica, química, etc.
São denidos e indicados quais os valores aceitáveis que signicam que o produto se encontra em
conformidade.)

6 Manutenção do sistema
(Indicações para cuidados a ter e sobre a lubricação dos elementos móveis, mudança de ltros, substi-
tuições de componentes de desgaste, etc. Daqui sairá informação para o manual do utilizador e para os
manuais de manutenção do sistema. Haverá informação especíca por componente, se necessário.
• Plano de manutenção necessário, que intervenções efectuar e com que regularidade.
• Instruções para vericação, como desmontar, medir e quais os valores que aceitáveis são aceitáveis
obter.)

7 Instruções de utilização
(Como utilizar o sistema. Daqui sairá a informação para depois elaborar o manual do utilizador. Será
útil ter desenhos em perspectiva para mostrar ao utilizador como deve utilizar o produto.)

8 Embalagem do produto
(Constituição da embalagem. Pode envolver desenhos da embalagem pretendida e como a fabricar. Car-
acterísticas físicas da embalagem e do produto embalado, ou seja, como manusear, etc. Indicações para
transporte.)

9 Documentação adicional
• Manual do utilizador
• Garantia do produto
• Condições de assistência pós-venda
• Certicados de conformidade
• Certicado de conformidade e responsabilidade da equipa de projecto, assinado pelos seus membros
e responsáveis.

Bibliografia
(Indicação das referências que suportam processos de cálculo, especicações, soluções existentes, normas,
regulamentos, etc.)

Anexos
Desenhos
• Lista de peças
• Desenhos de projecto ou denição
• Desenhos de fabrico
• Desenhos de vericação

9
Componentes normalizados
• Indicação de normas importantes, partes de catálogos, respectivos desenhos e características, etc.
• Índice de fabricantes de componentes que fazem parte do produto, incluindo os seus certicados de
conformidade.
...

10

Você também pode gostar