Relatório de Estágio em Ensino de Geografia
Relatório de Estágio em Ensino de Geografia
Faculdade de Educação
Instituto de Educação à Distância
Faculdade de Educação
Código: 708240779
Tutor:
Lista de Tabelas..................................................................................................................................... VI
Agradecimentos.................................................................................................................................... VII
Resumo ................................................................................................................................................VIII
1. Introdução ........................................................................................................................................... 9
5.13. Relação entre Escola com as Instituições Públicas, Privadas e a Comunidade .................... 19
PARTE III: AULAS LECIONADAS NA ESGM PELOS PROFESSORES POR DISCIPLINA. ...... 20
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Lista de Tabelas
Tabela1: Horário das turmas que o estagiário passava na disciplina de Química ---------
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Agradecimentos
Em primeiro lugar, o meu agradecimento vai a Deus, pelo dom da Vida e pela maneira
incondicional que tem traçado e conduzido os meus caminhos.
A minha família e a todos que directa e indirectamente contribuíram para se tornasse possível
a realização do meu relatório de praticas pedagógicas.
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Resumo
Realizou-se actividades pedagógicas numa instituição de ensino designada Escola Secundária
Geral de Marrupa, num período compreendido entre 10 de Abril a 15 de Maio de 2025.
Descrever as actividades de práticas pedagógicas, constituiu o objectivo geral, e Conhecer a
Estrutura Física da Escola, o Historial e a Localização Geográfica da Escola Secundária Geral
de Marrupa; Enfrentar a leccionação de aulas obedecendo as funções didácticas e os
objectivos previstos; Fazer acompanhamento do aproveitamento Pedagógico dos Alunos da 9ª
Classe Turmas D, E e F; Propor algumas formas para melhoria do PEA na Escola,
constituíram objectivos específicos. O relatório seguiu a seguinte estrutura: Elementos Pré-
Textuais: Capa; Página de rosto; Índice; Lista de símbolos, abreviaturas e tabelas;
Agradecimentos e Resumo. Elementos Textuais: Introdução; Objectivos; Metodologia;
Desenvolvimento. Partes Centrais, subdivididas em: Actividades de Preparação; Aulas
Assistidas e Leccionadas pelo Tutor; Aulas Leccionadas. Conclusão. Elementos Pós-Textuais:
Bibliografia; Apêndices e Anexos. Uma semana depois da apresentação iniciaram as
actividades de leccionação dos estagiários mediante a assistência da leccionação do tutor.
Forma realizadas 3 avaliações: Uma AS, Um Trabalho em Grupo e Uma APT. A aula
leccionada pelo tutor, teve muita importância na medida que o estagiário acabou aprendendo
como encarar aos alunos em função das suas realidades, e que linguagens usar de forma que
as aulas se tornassem de domínio público e mais produtivas. A actividade de estágio
pedagógico permitiu ao estagiário por um lado, entrar em contacto com a realidade escolar e
por outro, aperfeiçoar os mecanismos envolvidos na estrutura da Instituição. Deste modo o
estagiário ficou a conhecer os pressupostos básicos que permitem o bom funcionamento de
um estabelecimento de ensino, de modo particular da Escola Secundária Geral de Marrupa.
Palavras – Chave: Praticas pedagógicas, Observação, Leccionação, Avaliação, Propostas.
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1. Introdução
O presente trabalho constitui o relatório da cadeira de Práticas pedagógicas ii, e foi elaborado
mediante as actividades realizadas na Escola Secundária Geral de Marrupa, no ano lectivo de
2025, 1º Trimestre.
Praticas pedagógicas (PP) é uma actividade curricular preconizada pela Univesidade Católica
de Moçambique de forma a habilitar o estudante praticante em termos de capacidade de
realização da actividade teóricas e práticas docente.
1.1. Objectivos
Constituem objectivos deste relatório:
1.1.1. Geral
Descrever as actividades de Praticas pedagógicas realizadas na Escola Secundária
Geral de Marrupa.
1.1.2. Específicos
Conhecer a Estrutura Física da Escola, o Historial e a Localização Geográfica da
Escola Secundária Gral de Marrupa.
Enfrentar a leccionação de aulas obedecendo as funções didácticas e os objectivos
previstos;
Fazer acompanhamento do aproveitamento Pedagógico dos Alunos da Escola
Secundária Geral de Marrupa;
Propor algumas formas para melhoria do PEA na Escola.
Libâneo (1990:150), “define os métodos como os caminhos adequados e que são usados para a
materialização dos objectivos”.
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No presente relatório, usou-se como recurso a observação directa, e consulta bibliográfica
consistida pelo uso de várias obras de diferentes autores que abordam sobre os critérios de
planificação de ensino e aulas.
São muitas técnicas de recolha de dados na escola e na sala de aulas, como observação
participativa e não participativa, observação das relações professor-aluno, bem como das
demais variáveis que interferem no processo de ensino e aprendizagem.
Neste relatório usou-se a observação indirecta por ser um método de pesquisa no qual o
observador faz através de materiais auxiliares, livros, globos, mapas, fotografias, mapas
estatísticos, entre outros materiais. Consistiu na análise feita da revisão das aulas leccionadas
pelo Tutor, dados de aproveitamento da primeira e segunda avaliação e por fim da APT, tudo
isto do 1º Trimestre.
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2. PARTE I: ACTIVIDADES DE PREPARAÇÃO
Destacou-se que um bom professor é aquele que praticamente vem a colmatar todas as
saliências ou dificuldades que um aluno tem dentro do ensino-aprendizagem utilizando
conhecimentos científicos e psicopedagógicos de forma apropriada do seu ramo tendo em
conta o nível dos alunos assim como a idade. Salientou-se que o mau professor é aquele que
não apresenta as quatro funções didácticas.
O professor deve cada vez mais compreender os desafios da educação e do próprio educador.
O professor não deve baixar os braços sobre a necessidade de cada vez mais apropriar-se do
saber ser, do saber estar e fazer de modo que possa se impor, fazendose respeitar em todos os
círculos.
Um educador ideal é aquele que a sua prática educativa é afectividade, alegria, capacidade
científica, domínio técnico a serviço da mudança, para moldar a sociedade.
i. Centra-se no saber ser, saber estar e fazer em prol de uma educação inclusiva.
ii. Tomada consciente de decisões.
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iii. Disponibilidade para o diálogo e querer o bem dos seus educandos.
iv. Ter um envolvimento com a prática educativa, sabidamente política, moral,
gnosiológica, sem deixar de fazê-la e criá-la nos educandos.
v. Respeito à autonomia do educando.
vi. Respeito aos saberes dos educandos pois são importantes experiências vividas por eles
e devem ser aproveitadas pelo educador, para que haja uma discussão da realidade
concreta em que actuam.
vii. Humildade, tolerância e luta em defesa dos direitos dos educadores.
Plano de aula é uma sequência de conteúdo que poderá se desenvolver em único dia ou
semana.
Segundo Piletti (1986, p.79), plano de aula é a sequência e sistematização de todas as
actividades que se desenvolvem num período de tempo em que o professor e o aluno
interagem, numa dinâmica de ensino-aprendizagem
É notório que a planificação revela-se de muita importância para o professor pois evita a
rotina/repetição da aula, permite fornecer respostas adequadas, organiza matéria didáctica,
usando métodos adequados para atingir objectivos e cometer menores erros, ganhando
dinamismo e promovendo melhores métodos do processo de ensino e aprendizagem.
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3. Apresentação dos Estagiários a Direcção da Escola Secundária Geral de Marrupa.
A Escola Secundária Geral de Marrupa localiza-se no bairro de Manlia sendo que dista a
trezentos metros do Mercado Central, isto na vila sede de Marrupa. O bairro separa os bairros de
Estação Um (1) e Dois (2), com o bairro da Cerâmica, Matola e o da Estação, ao Sul o Mercado
central e a Feira do Niassa (FEN), ao Norte encontramos o rio Marracuene, a Oeste encontramos
o bairro Central Dois (2) e a Este encontramos Marracuene Um (1), (o mais vasto entre os dois
bairros Moagem).
A Escola foi dada o nome de Moagem devido a sua localização, este nome surge devido as
grandes carradas de areia que eram retiradas neste bairro no tempo colonial para a construção de
edifícios na antiga Vila Cabral, actual Lichinga. Porém, a designação é interpretação do Governo
Colonial no processo de retirada de areia dado que um sujeito cansado de esperar os carregadores
de areia pergunta os seus colegas onde teriam ido os outros, ele em língua local respondeu
“aphite kumchenga” isto em Nyanja ou Yao que em português significa foram a busca de areia.
Assim ficou baptizado o nome de bairro Moagem.
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A Escola foi implantada naquele local, na perspectiva de aproximação das escolas, aos bairros
mais populosos da vila de marrupa. E como foi situada no bairro que já tinha nome de
Marracuene, o régulo Marracuene atribuiu o nome da escola também de Marracuene, isto de
acordo com o depoimento dado pela dirrecção da ESGM, na pessoa do Director, Senhor Alberto
Luís Suruge. É de referir que esta foi fundada em 1986, como salas anexas da Escola Amílcar
Cabral, e aos 16 de Fevereio de 1987, passou a ser escola autónoma com o nome de Escola
Primária de Muchenga. E anos depois concretamente em 2004, esta passa de 1º Ciclo e para 2º
ciclo, e ainda passando dois anos isto em 2006, esta passa ser a ESGM.
Quanto a sucessão dos directores contam-se: Elvira Fontana Germano, a primeira directora na
fundação da escola, sucedeu-lhe a Verónica Machava, depois Rodrigues Chissingo (em
memoria). Em 2003 a 2008, a escola foi dirigida pelo senhor Tomás Ntupila, desse veio a
directora Alocre Saíde até 2009, sucedendo-lhe Helena Bacar Atanásio até aos meados de 2012
(em memoria), e actualmente Alberto Luís Suruge.
Em relação a estrutura física da ESGM, é de referir que esta possui 4 blocos de salas de aulas, das
quais três (3) com duas (2) salas a cada, e um com três (3) salas, totalizando nove (9) salas de
aula. Possui ainda um bloco administrativo contendo um gabinete do adjunto director do ensino
básico, gabinete administrativo e uma secretária geral. Possui também duas (2) casas, que uma
era para o dirrector da escola e a outra para o adjunto pedagógico, destas duas casas, uma
funciona actualmente como a sala de professores e a outra como biblioteca. Contém ainda quatro
(6) casas de banho das quais quatro (4) para alunos subdivididas em duas (2) para homens e duas
(2) para mulheres; e duas (2) para professores subdividadidas em uma (1) para homens e a outra
para mulheres. Possui uma fontenária de água, o recinto da escola esta protegido com um muro
de vedação, tem um guarda, possui um (1) campo de futebol para a recreação desportiva e um
lugar de lazer dos aunos e professores.
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Regulamento interno (RI);
Regulamento de avaliação (RA);
Orientações curriculares;
Estatuto geral dos funcionários e gentes do estado (EGFAE);
Estatuto do professor (EP);
Instruções e despachos ministeriais;
Planos de estudo e curriculares;
Livro da turma.
A ESGM continua à funcionar com regulamento interno, constituído por sete (7) capítulos, com o
fim de conduzir um bom exercício e funcionamento, condutas definidas para a Direcção da
Escola, professores, alunos, outros funcionários e pais e encarregados de educação.
Auxilia a formular as regras para a avaliação, estas avaliações podem ser: Avaliação diagnóstica,
avaliação formativa, avaliação sumativa.
Avaliação diagnóstica
Avaliação formativa
Avaliação sumativa
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5.3. Estatuto do Professor
São planos já feitos ou pré-estabelecidos que orientam o professor, pois apresentam um programa
já resumido; os professores usam como o auxílio de uma disciplina para fazer dosificarão das
aulas.
Na Escola Básica de Marrupa-sede existe o plano que ajuda na planificação e na carga horária, o
mesmo plano foi aprovado pelo Conselho de Ministro em 2007, que tange na satisfação das
demandas nas escolas.
Segundo Libâneo (1990:34), o livro da turma é um instrumento da escola que serve como o
instrumento de controlo pessoal para docentes e alunos, onde consta as notas de avaliação e os
conteúdos leccionados.
O livro de turma tem a função de fazer os registos inerentes a turma, tais como: o registo de faltas
dos docentes e dos alunos, registos de notas, relação nominal dos alunos, idade, sexo, seus
respectivos locais de residência, o nome e profissão dos encarregados da educação.
a) Conselho de Escola;
b) Direcção da escola;
c) Colectivo de Direcção;
d) Conselho Pedagógico;
e) Assembleia geral da escola;
f) Assembleia geral da turma.
Fazem parte deste órgão, o conselho da escola, a direcção da escola e o colectivo de direcção.
A escola possui este órgão do qual fazem parte, o director da escola, o director adjunto
pedagógico, coordenadores dos ciclos e coordenadores de áreas, e é presidido pelo director da
escola.
Segundo o regulamento das escolas do ensino básico, compete a este órgão:
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São componentes deste órgão, o conselho pedagógico, assembleia geral da escola, a assembleia
geral da turma e o conselho geral da turma.
Com base nos dados fornecidos pela direcção da escola, a mesma possui estes dois órgãos a
funcionar devidamente.
A Escola Secundária Geral de Marrupa possui a o seu plano de estudo que está organizado com
base nos ciclos e grupo de disciplina. Com base no regulamento, a Escola possui um ciclo que e
da 7ª a 12ª classe, existindo um representante que vela sobre os assuntos do ciclo conhecido como
coordenador do ciclo. Assim como da disciplina que é o delegado da disciplina.
Nesta escola, as turmas estão organizadas e estruturadas da seguinte forma: um director da turma,
pais de turma, chefe de turma, chefe adjunto da turma, chefe de higiene, chefe de disciplina;
chefe de desporto, chefe de cultura, chefe do grupo, chefe de informação e outros.
Montar a estrutura dos estudantes da turma, dinamizando a sua participação activa nos
grupos;
Assistir as aulas dos professores da sua turma;
Presidir as reuniões da turma;
Conhecer realidade dos estudantes da sua turma e preocupar – se com o seu aproveitamento
pedagógico, e avaliar o comportamento como a assiduidade pontualidade e outros;
O director da turma e substituído, na sua ausência ou impedimento pelo professor da turma
que não exerce nenhuma função de direcção ou chefia na escola.
Um professor na comunidade seja onde for que seja é um espelho da comunidade, averiguar
os problemas existentes, incentivar os vizinhos a participar nos processos curriculares assim
como a família, sensibilizar pais encarregados de educação a enviar educandos.
A Escola Secundária de Marrupa tem relações com instituições públicas como a DPEDH, a
UCM, e a DPJD.
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iii. Dois representantes dos professores, são eleitos pela Assembleia dos professores,
presidida pelo Director da Escola;
iv. O Chefe de Turma por Ciclo, a representar os alunos, é eleito pelos Chefes de Turma de
Ciclo;
v. Comissão de Pais, Eleito pela Assembleia Geral da Escola;
vi. Representantes da Comunidade, eleito pela Assembleia Geral da Escola;
vii. O chefe da Secretaria (em representação do pessoal administrativo e auxiliares).
Nesta parte serão apresentados os juízos reflectidos sobre a prática nas diferentes aulas que o
estagiário leccionou, tendo em conta também os aspectos positivos e negativos nas três áreas:
científica, metodológica e comportamental. E abordar-se-ão aspectos relacionados com
avaliação no PEA e a dosificação. E por fim serão avançadas as dificuldades encaradas e
como dos mecanismos de solucionamento e possíveis propostas para a melhoria do PEA na
escola.
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Tabela1: Horário das turmas que o estagiário passava na disciplina de Química
b) Objectivos da avaliação
Avaliação tem por objectivos: determinar o grau de desenvolvimento das competências dos
alunos numa determinada disciplina ou conjunto de disciplinas, classes e ciclo; estimar o
estudo regular e sistemático, tanto individual assim como colectivo.
c) Tipos de avaliação
Segundo o Nerici (1999:86), a avaliação está dividida em três partes saber:
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Diagnóstica - que se realiza no início do ano ou de uma unidade temática, com
objectivo de testar o aluno se tem conhecimentos ou habilidades dum determinado
conteúdo;
Formativa - que se realiza ao longo do processo do ensino aprendizagem, este ajuda
ao aluno, assim como o professor na superação das dificuldades;
Sumativa - realizada no fim de um semestre /trimestre, curso, ano lectivo, segundo o
nível de aproveitamento.
d) Formas de recolha de dados na avaliação
Avaliação pode ser individual, por pares colectivos, auto avaliação ou reavaliação, isto tudo
com finalidade de recolha de dados, esta recolha pode ser por meio de:
Observação, questionário, entrevista, trabalho de casa, teste, trabalho laboratoriais,
seminários exames e outros.
e) Critério de classificação
Tabela 2: Critério de classificação
Classificação Valores
Excelente 19 a 20
Muito bom 17 a 18
Bom 14 a 16
Satisfatória 10 a 13
Não satisfatória 0a9
Fonte: MINED, 2006
O trabalho em grupo foi dado no dia 27 de Setembro e devia ser entregue no dia 4 de Outubro,
isto no prazo de Sete (7) dias.
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Classificação Alunos que realizaram 1ª AS Percentagem (%)
Turma D Turma E Turma F Turma Turma Turma
D E F
Positivas 57 46 61 69.5 % 50.0 % 64.9 %
Negativas 19 25 27 23.2 % 27.1 % 28.8 %
Ausentes 6 21 6 7.3 % 22.9 % 6.3 %
Totais inscritos na 82 92 94 100 % 100 % 100 %
caderneta
Com base nos resultados descritos na tabela acima, constatou-se que o aproveitamento
pedagógico foi positivo em ambas turmas, sendo que a turma D destacou-se com a maior
percentagem para a classificação positiva, a turma F com a maior percentagem de negativas e
finalmente a turma E com maior número de ausências sem a devida justificação.
a) Na área científica:
Um dos maiores obstáculos enfrentados pelo estagiário foi o facto de o tutor não ter
disponibilizado a dosificação do trimestre, isto constituiu constrangimento na medida
que para a planificação das aulas o estagiário devia conjugar os aspectos previstos no
programa de ensino em concordância com o livro do aluno, tarefa que não foi muito
fácil;
Segundo o programa de ensino, o terceiro trimestre inicia com a terceira unidade
intitulada EVOLUÇÃO, coisa que não se materializou porque o professor não foi a
tempo de terminar a segunda unidade no segundo trimestre. Daí que o estagiário foi
sujeito a terminar a segunda unidade, introduzir a terceira unidade, e por motivos de
escassez de tempo foi necessário elaborar um texto de apoio onde estavam patentes
aspectos mais profundos do tema mutações; Unidade sobre Evolução a Unidade sobre
a Ecologia.
b) Na área metodológica:
A aula da 5ª feira que era sempre leccionada na turma F no primeiro tempo, acabava
estando comprometida devido ao tempo que era usado na concentração para a
entoação do Hino Nacional, que em alguns dias chegou-se a gastar 15 minutos do
tempo de aulas;
Não foi possível realizar a 1ª AS escrita na sala de aulas porque o tampo estava
ficando escasso, sendo que fez-se necessária a formação de grupos de trabalho para
que realizassem um trabalho escrito em casa, de modo que se pudesse racionalizar o
tempo que restava em função dos conteúdos previstos no programa de ensino.
Foi difícil conhecer a realidade de cada aluno de forma a atender as dificuldades de
cada um devido ao número excessivo nas salas, aspecto que deixa um espaço vazio e
um sentimento de incumprimento efectivo dos objectos no coração do estagiário, pois
era o seu desejo assim o fazer mas as possibilidades não foram suficientes.
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c) Na área comportamental:
Porque tratava-se de estágio, a princípio o estudante estagiário sentiu-se com medo
pelo facto da responsabilidade que lhe fora incumbido, e principalmente por se tratar
de uma classe com exames. Daí que não foi fácil assimilar logo a princípio esta
realidade.
Foi constrangedor o facto de haver alguns alunos que logo na primeira impressão
acharem que o estagiário não conseguiria atingir as expectativas da disciplina e dos
alunos, o que ocasionou um comportamento de indisciplina nas duas primeiras aulas
isto em todas as turmas, e este aspecto foi solucionado a partir da 3ª semana, quando o
professor antes do início das aulas, fez uma espécie de aconselhamento e sapiência ao
mesmo tempo aos alunos, fazendo-lhes perceber da necessidade de prestarem atenção
as aulas, e as implicações que isto ocasionaria caso não o fizessem, isto resultou muito
bem pois os alunos colocarem-se a peito em favor dos objectivos de cada um.
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Aumentar o espaço do Gabinete do chefe da secretaria e aumentar o número de
trabalhadores para que possam responder cabalmente as necessidades da secretaria e o
processo da emissão de documentos não seja lento.
Que a escola negocie com a Direcção Provincial da Saúde ou a Cruz Vermelha para se
instalar um posto de saúde no recinto ou nas proximidades da escola.
Visto que aos nossos dias regista-se o uso massivo de tecnologias, valia a pena equipar
a escola em material informático.
12. Actividades extracurriculares realizadas durante actividade pedagógica na ESGM.
Algo que julgo necessário fazer menção é que o tutor desempenha o papel de director da
turma E, e por motivos sociais ausentou por 2 semanas da cidade e orientou ao estagiário
para ficar a par dos assuntos pontuais da turma. No dia 09 quando fez-se a marcação de
presenças na turma E, ausentavam 5 alunos que tinham ido visitar uma colega que perdera
a sua tia, vítima de doença. E depois da aula de Biologia segundo o horário seguia-se a
Reunião de Turma. E foi neste tempo da reunião onde a turma tendo se apercebido da
situação sucedida com a colega, achou por bem fazer-se uma contribuição e deleguei
alguns alunos para irem auxiliar aos 5 alunos que tinham ido a casa onde estavam
concentradas as actividades para cerimónias fúnebres.
No mesmo dia o estagiário ditou o exemplar de convocatórias para que os pais e
encarregados de educação se fizessem presentes no sábado, entretanto data 21 de
Setembro, convocando-os para virem auscultar o aproveitamento pedagógico dos seus
educandos.
Chegado o sábado, o estagiário dirigiu-se a escola e a directora de Classe professora: Ema
Uale atribuiu-lhe a pauta da 10 classe, turma E de antemão preenchida pelo director de
turma. O pedagógico da escola sr:____Mustafa Bonifácio____________ recomendou
que os professores chamassem atenção aos pais e encarregados de educação no sentido de
serem mais participativos na vida estudantil dos seus educandos e a necessidade de caso
sintam-se injustiçados com os resultados, trouxessem as provas na 2ª feira da semana
seguinte, posto isso o estagiário dirigiu-se a respectiva turma.
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12. Conclusão
De uma forma geral, a actividade de estágio pedagógico permitiram ao estagiário por um lado,
entrar em contacto com a realidade escolar e por outro, aperfeiçoar os mecanismos envolvidos na
estrutura da Instituição. Deste modo o estagiário ficou a conhecer os pressupostos básicos que
permitem o bom funcionamento de um estabelecimento de ensino, de modo particular da Escola
Secundária Geral de Marrupa.
Aula leccionada pelo tutor, teve muita importância na medida que o estagiário acabou
aprendendo como encarar aos alunos em função das suas realidades, e que linguagens usar de
forma que as aulas se tornassem de domínio público e mais produtivas.
Ao longo das leccionações sentiu-se como se lhe tivessem posto a prova mediante a profissão
que terá com o término da sua formação profissional. Ao longo das leccionações percebeu que
ser professor é uma tarefa de bom agrado mas também muito exaustiva.
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13. Bibliografia
Ciência e Pratica da Pesquisa. 14ª ed, Rer. E ampl. Ptropolis, Rj, Vozes, 1997.
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Figura 1: Vista frontal da Escola Secundária Geral de Marrupa.
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