LISTA 1 – Matemática IV – 2025.
QUESTÕES
01q) Explique o que é uma função.
02q) Explique o que é o domínio de uma função.
03q) Explique o que é o contradomínio de uma função.
04q) Explique o que é a imagem de uma função.
05q) Explique o que é uma função injetora.
06q) Explique o que é uma função sobrejetora.
07q) Dê um exemplo de uma função que seja injetora mas não seja sobrejetora.
08q) Dê um exemplo de uma função que seja sobrejetora mas não seja injetora.
09q) Explique o que é uma função bijetora.
10q) Dê um exemplo de uma função que seja injetora e sobrejetora.
11q) Dê um exemplo de uma função que não seja injetora e nem sobrejetora.
12q) Explique o que é uma função composta.
13q) Seja f(x) = 2*x e g(x) = x + 1, calcule a composta f(g(x)).
14q) Seja f(x) = 2*x e g(x) = x + 1, calcule a composta g(f(x)).
15q) Explique o que é a função identidade.
16q) Explique o que é a função inversa.
17q) Explique qual é a condição necessária para existir inversa de uma função.
18q) Seja f(x) = 2*x, calcule a inversa de f(x).
19q) Seja g(x) = x + 1, calcule a inversa de g(x).
20q) Explique o que é a função constante.
21q) Dê um exemplo de função constante.
22q) Explique o que é a função linear.
23q) Dê um exemplo de função linear.
24q) Explique o que é a função afim.
25q) Dê um exemplo de função afim.
26q) Explique como determinar se uma função linear (ou afim) é crescente (ou decrescente).
27q) Dada uma função linear f(x) e sabendo que f(x1) = y1, para x1 e y1 números Reais, com x1 e
y1 diferentes de 0, explique como podemos determinar a função f(x).
28q) Determine a função linear f(x) tal que f(-3) = 4.
29q) Dada uma função afim f(x) e sabendo que f(x1) = y1 e f(x2) = y2, para x1, x2, y2 e y1 números
Reais, com x1 ≠ x2 e y1 ≠ y2, explique como podemos determinar a função f(x).
30q) Determine a função afim f(x) tal que f(-2) = 4 e f(3) = -5.
RESOLUÇÕES
01r) Uma função é uma relação que associa a cada elemento de um conjunto um único elemento de
outro conjunto.
02r) O domínio de uma função é o conjunto de todos os valores de entrada para os quais a função
está definida.
03r) O contradomínio de uma função é o conjunto onde os valores de saída da função são, em
princípio, esperados, embora nem todos esses valores necessariamente sejam atingidos.
04r) A imagem de uma função é o conjunto de todos os valores efetivamente produzidos pela função
quando se aplica o domínio.
05r) Uma função injetora é aquela em que elementos distintos do domínio são mapeados para
elementos distintos no contradomínio.
06r) Uma função sobrejetora é aquela em que cada elemento do contradomínio é imagem de pelo
menos um elemento do domínio.
07r) Exemplo: f(x) = 2x, definida de para . Ela é injetora (pois 2x ₁ = 2x₂ implica x₁ = x₂) mas não = 2x ₂ implica x₁ = x₂) mas não implica x ₁ = 2x₂ implica x₁ = x₂) mas não = x ₂ implica x₁ = x₂) mas não) mas não
é sobrejetora pois os números ímpares do contradomínio não estão associados.
08r) Exemplo: g(x) = x(x² - 1), definida de ℝ para ℝ. Ela é sobrejetora mas não é injetora, pois g(-1) para ℝ para ℝ. Ela é sobrejetora mas não é injetora, pois g(-1). Ela é sobrejetora mas não é injetora, pois g(-1)
= g(0) = g(1).
09r) Uma função bijetora é aquela que é simultaneamente injetora e sobrejetora, estabelecendo uma
correspondência um a um entre os elementos do domínio e os do contradomínio.
10r) Exemplo: f(x) = x + 1, definida de ℝ para ℝ. Ela é sobrejetora mas não é injetora, pois g(-1) para ℝ para ℝ. Ela é sobrejetora mas não é injetora, pois g(-1). Essa função é injetora (pois x ₁ = 2x₂ implica x₁ = x₂) mas não + 1 = x ₂ implica x₁ = x₂) mas não + 1 implica
x₁ = 2x₂ implica x₁ = x₂) mas não = x₂ implica x₁ = x₂) mas não) e sobrejetora, logo é bijetora.
11r) Exemplo: f(x) = x², definida de ℝ para ℝ. Ela é sobrejetora mas não é injetora, pois g(-1) para ℝ para ℝ. Ela é sobrejetora mas não é injetora, pois g(-1). Ela não é injetora (por exemplo, f(2) = f(–2)) nem
sobrejetora (valores negativos não são alcançados).
12r) Uma função composta é a função resultante de aplicar uma função sobre o resultado de outra,
denotada por (f ∘ g)(x) = f(g(x)). g)(x) = f(g(x)).
13r) Para f(x) = 2x e g(x) = x + 1, a composta f(g(x)) = 2*(x + 1) = 2x + 2.
14r) Para f(x) = 2x e g(x) = x + 1, a composta g(f(x)) = (2x) + 1 = 2x + 1.
15r) A função identidade é aquela que associa cada elemento do domínio a ele mesmo, isto é, i(x) =
x para todo x.
16r) A função inversa de uma função bijetora é aquela que desfaz a associação da função original,
de modo que se f(x) = y, então f⁻¹(y) = x.¹(y) = x.
17r) Para que uma função tenha inversa, ela precisa ser bijetora, isto é, tanto injetora quanto
sobrejetora, garantindo uma correspondência única e completa.
18r) Para f(x) = 2x, resolvemos y = 2x. Invertendo a relação: x = y/2, logo a inversa é f ⁻¹(y) = x.¹(x) = x/2.
19r) Para g(x) = x + 1, resolvemos y = x + 1. Invertendo a relação: x = y – 1, logo a inversa é g ⁻¹(y) = x.¹(x) =
x – 1.
20r) Uma função constante é aquela que atribui o mesmo valor de saída para qualquer valor de
entrada no domínio.
21r) Exemplo de função constante: f(x) = 5 para todo x, onde o valor 5 é atribuído
independentemente do valor de x.
22r) Uma função linear é uma função do tipo f(x) = mx, onde m é uma constante, e cujo gráfico é
uma reta que passa pela origem.
23r) Exemplo de função linear: f(x) = 3x, que representa uma reta que passa pela origem com
inclinação 3.
24r) Uma função afim é uma função do tipo f(x) = mx + b, onde m e b são constantes; é uma
transformação linear seguida de uma translação.
25r) Exemplo de função afim: f(x) = 2x + 3, que representa uma reta com inclinação 2 e intercepto 3
no eixo y.
26r) Para determinar se uma função linear (ou afim) é crescente ou decrescente, observa-se o sinal
da inclinação m: se m > 0, a função é crescente; se m < 0, é decrescente.
27r) Dada uma função linear f(x) com f(x₁ = 2x₂ implica x₁ = x₂) mas não) = y ₁ = 2x₂ implica x₁ = x₂) mas não, e conhecendo que a função passa pela origem,
pode-se determinar a razão de variação (inclinação).
28r) Para determinar a função linear f(x) tal que f(–3) = 4, se supormos que é do tipo f(x) = mx
(passa pela origem), então m = 4/(-3) = –4/3. Assim, f(x) = –(4/3)x.
29r) Dada uma função afim f(x) e sabendo que f(x ₁ = 2x₂ implica x₁ = x₂) mas não) = y ₁ = 2x₂ implica x₁ = x₂) mas não e f(x ₂ implica x₁ = x₂) mas não) = y ₂ implica x₁ = x₂) mas não, podemos determinar a função
calculando a inclinação m = (y₂ implica x₁ = x₂) mas não – y₁ = 2x₂ implica x₁ = x₂) mas não)/(x₂ implica x₁ = x₂) mas não – x₁ = 2x₂ implica x₁ = x₂) mas não) e, em seguida, utilizando a forma f(x) = m(x – x ₁ = 2x₂ implica x₁ = x₂) mas não) + y ₁ = 2x₂ implica x₁ = x₂) mas não
para encontrar o coeficiente b.
30r) Para determinar a função afim f(x) tal que f(–2) = 4 e f(3) = –5, primeiro calcule a inclinação: m =
(–5 – 4)/(3 – (–2)) = (–9)/5 = –9/5. Agora, usando f(x) = m(x + 2) + 4 ou a forma geral f(x) = mx + b,
substitua um ponto para encontrar b: 4 = (–9/5)(–2) + b, então 4 = 18/5 + b, resultando em b = 4 –
18/5 = (20 – 18)/5 = 2/5. Assim, a função é f(x) = –(9/5)x + 2/5.