Diagnóstico de Dermatoses em Pacientes
Diagnóstico de Dermatoses em Pacientes
1- Mulher 52 anos que chegou com febre há 2 dias, tosse, expectoração purulenta, dor
ventilo respiratória dependente, queda do estado geral, crepitações. PA 84X52, taquicardia
e febre.
d) fazer SOFA, expansão volêmica, tratar como PAC, internação em UTI, investigação de
pneumonia por pneumocistose.
5- Uma jovem de 26 anos, procura UBS com relato de febre de início abrupto, calafrios, dor
pelo corpo, cefaléia há 3 dias, fez uso de sintomáticos sem melhora do caso, a tosse se
tornou produtiva, dor torácica, ventilo respiratória dependente com piora. T39, SAT 95, PA
120X80, MVFD, RX com infiltrado alveolar sem consolidações. c
c) Síndrome gripal, painel viral.
8- Paciente do sexo masculino 56 anos, internado por pneumonia, evolui com sepse, e foi
entubado. Em relação a gasometria:
a) distúrbio misto (acidose metabólica e respiratória)
12- paciente com 32 anos em uso de contraceptivo oral apresenta dispneia súbita com
taquipneia e dor pleurítica, radiografia de tórax sinais de derrame pleural e condensação da
base do lado esquerdo com frêmito de espectro triangular. Esses dados:
A) Embolia pulmonar
13- Paciente masculino 55 anos, tabagista desde os 18 anos, com histórico de hipertensão
e tosse, desenvolve dispneia progressiva aos pequenos esforços.
a) congestão capilar secundária a insuficiência cardíaca esquerda
16- Paciente idoso, tosse, PAC, FTV aumentado, estertor crepitante, macicez em base
direita, HMG leuco 13.500 com desvio a esquerda.
D) PAC, ceftriaxona + azitromicina
18- V ou F
B) V (choque séptico e sepse associada a hipotensão e perfusão não responsivo a volume)
F (disfunção de múltiplos órgãos)
F (bacteremia, presunção de bactérias nos tecidos)
————————-
1- Um homem de 42 anos portador de HAS foi orientado com medidas não farmacológicas
mas sem controle do quadro, ao exame físico PA 140x90, ausculta cardíaca e pulmonar
sem alterações, sem edema de MMII e creatinina de 1.
B) enalapril (IECA), baixo risco cardiovascular
2- Os fármacos vasoativos são usados no manuseio de paciente sépticos, no caso de um
paciente séptico após não responder a terapia de reposição volêmica adequada foi
administrado NORA, pode-se afirmar que a NORA é útil nessa situação pois apresenta ação
em quais receptores?
A) α1 (promovendo vasoconstrição potente com consequências potentes da resistência
vascular periférica e pressão arterial)
9- Paciente 42 anos masculino chega ao PS com dor abdominal difusa de forte intensidade
iniciada ás 6h, ao exame: fáceis de dor, abdome com RHA++ e defesa involuntária. Rotina de
abdome agudo com pneumoperitônio. Na UTI: distúrbio ácido básico (pH diminuído, PCO2
normal, BIC diminuído):
d) acidose metabólica
10- Sobre paciente com hiponatremia importante em exame laboratorial podemos ter:
b) pode ter como causa a síndrome inapropriada de ADH
Sintomas de hiponatremia! Sinais de hipocalcemia!
11- idoso dependente de família para ingerir água e alimentos. Comparece para
debridamento de escara. No exame pré operatório sódio sérico 182. A correção rápida desse
íon pode causar?
Letra D (edema cerebral, crise convulsiva e coma)
13- assinale a questão que indica a principal causa de hiponatremia em pacientes com IC
D) (estado de retenção de sódio associada a hipersecrecao de vasopressina e retenção deágua)
14- as ações para tratamento da tuberculose tem sido modificadas em função do abandono ao
tratamento. Uma das ações que se beneficia na USF, é o tratamento supervisionado
C) Tratamento de todos os casos baciliferos com ingestão dos medicamentos somente na unidade
de saúde com supervisão. Consultas de acompanhamento e baciloscopias de controle
15- paciente de 40 anos, sexo masculino. Queixa-se de dor em região plantar há 6 meses com
piora ao acordar e melhora ao longo do dia. Além de lombalgia com características
semelhantes. Refere ainda artrite ocasional de joelho direito e tornozelo esquerdo.
Alternativa correta?
A) Provável diagnóstico de espondiloartrite indiferenciada pois não há critérios para
defender qual doença
16- paciente 35 anos, sexo masculino, apresenta quadro súbito de dor, edema, calor e rubor em
joelho direito. De forte intensidade que limita inclusive o toque no local. Compatível com?
Resposta: artrite gotosa aguda. Tratamento com anti-inflamatório não hormonal ecolchicina
20- paciente de 40 anos, sexo feminino, apresenta poliartrite simétrica com acometimento das
mãos, tornozelos. Com rigidez matinal prolongada. Diagnóstico de?
A) Artrite reumatóide
3- nódulo de mama
R: seguimento ecografico
5- tabela de hepatite
R: Hep B crônica
13- questão gigantesca de quase 1 página de síndrome urêmica com creatinina de 12.
R: puncionar acesso venoso central + diálise
14- outra questão de nódulo de tireoide, com TSH alto. Próxima conduta?
R: solicitar T3 e T4 livre + cintilografia
15- outra questão sobre tuberculose. Se pediu teste rápido e veio negativo, qual a próxima
conduta? Já faz teste de sensibilidade na 1ª consulta?
QUESTÕES PROVA INTERNATO 2021 CLINICA MÉDICA
III – Rigidez matutina com melhora durante atividade e com uso de anti-
inflamatório
V – Artrite de articulações metacarpo-falangeanas proximais
7- Diante de um paciente com sinais e sintomas de LES quais os exames que devem
ser solicitados para o INICIO da investigação?
Resposta: Anticorpos anti-nucleares, hemograma completo, plaquetas, exame deurina
10- Paciente de 8 anos, com queda de cabelo e lesões tonsurantes na cabeça. Qual
o diagnóstico e tratamento?
Resposta: Tinha do couro cabeludo do tipo tonsurante e anti-micótico sistêmico
12- Mulher de 43 anos chegou ao PS com queda do estado geral, cefaleia e febre há2
dias. Estava desidratada, descorada, ictérica, borda do fígado há 10 cm do rebordo
costal D, baço palpável. Havia viajado recente para MG onde permaneceu por 5 dias.
A conduta além da coleta de exames laboratoriais e reposição volêmica é:
Resposta: Teste rápido para dengue e febre amarela
13- Homem, 82 anos, refere falta de ar, inchaço progressivo há 2 semanas. Tem
história de cardiomiopatia dilatada e fazia uso de Carvedilol, Enalapril e Furosemida.
Ao exame apresentava estertores crepitantes bilateralmente, edema de membros
inferiores 4+/4+, sacral e pubiano, creatinina = 1,5, ureia = 68 e potássio = 5,2. Nos 4
primeiros dias da internação fez uso de Furosemida EV 8/8h com melhora
significativa das queixas. No 5 dia começou apresentar tonturas sem
dispneia. Ao exame físico estava hipotenso 960x540mmHg, edema de membro inferior
2+/4+, creatinina = 3,8, ureia = 202, potássio = 3,5. Qual a conduta?
Resposta: Suspender furosemida e iniciar hidratação
14- Mulher, 63 anos, com história de mãos e pés arroxeados com a mudança de
temperatura e cansaço há 6 meses. FAN 1/1280 com padrão anticentromerico,
tomografia com vidro fosco difusamente, capacidade vital da função pulmonar
diminuída. Qual o diagnóstico?
Resposta: Esclerose Sistêmica
15- Paciente de 50 anos com diagnostico de LES e SAAF, com histórico de TVP em
membro inferior esquerdo, estando permanentemente anticoagulado com Varfafina
1 cp VO/dia. INR = 1,5. Qual a conduta?
Resposta: Deve-se aumentar dose da varfarina e solicitar um retorno dentro de 15 dias com
novo exame
16- Homem com pneumonia, internado e fez uso de Amoxicilina + Clavulanato com
melhora do quadro clínico. No 5º dia de internação começou apresentar quadro
diarreico. Hemograma com leucócitos = 12.000, tinha distencao do colon (Quadro de
colite pseudomembranosa)
Tratamento: Metronidazol VO
17- Homem, 35 anos, com história de dor lombar sem irradiação, que melhora
quando anda e piora quando dorme. Qual a principal hipótese diagnóstica?
Resposta: Espondiloartrite
31- Classificação IC
NYHA classe I
33- Hanseníase
TB paucibacilar indeterminada
1- Mulher 52 anos que chegou com febre há 2 dias, tosse, expectoração purulenta, dor
ventilo respiratória dependente, queda do estado geral, crepitações. PA 84X52, taquicardia
e febre.
d) fazer SOFA, expansão volêmica, tratar como PAC, internação em UTI, investigação de
pneumonia por pneumocistose.
5- Uma jovem de 26 anos, procura UBS com relato de febre de início abrupto, calafrios, dor
pelo corpo, cefaléia há 3 dias, fez uso de sintomáticos sem melhora do caso, a tosse se
tornou produtiva, dor torácica, ventilo respiratória dependente com piora. T39, SAT 95, PA
120X80, MVFD, RX com infiltrado alveolar sem consolidações. c
c) Síndrome gripal, painel viral.
8- Paciente do sexo masculino 56 anos, internado por pneumonia, evolui com sepse, e foi
entubado. Em relação a gasometria:
a) distúrbio misto (acidose metabólica e respiratória)
12- paciente com 32 anos em uso de contraceptivo oral apresenta dispneia súbita com
taquipneia e dor pleurítica, radiografia de tórax sinais de derrame pleural e condensação da
base do lado esquerdo com frêmito de espectro triangular. Esses dados:
A) Embolia pulmonar
13- Paciente masculino 55 anos, tabagista desde os 18 anos, com histórico de hipertensão
e tosse, desenvolve dispneia progressiva aos pequenos esforços.
a) congestão capilar secundária a insuficiência cardíaca esquerda
16- Paciente idoso, tosse, PAC, FTV aumentado, estertor crepitante, macicez em base
direita, HMG leuco 13.500 com desvio a esquerda.
D) PAC, ceftriaxona + azitromicina
18- V ou F
B) V (choque séptico e sepse associada a hipotensão e perfusão não responsivo a volume)
F (disfunção de múltiplos órgãos)
F (bacteremia, presunção de bactérias nos tecidos)
————————-
1- Um homem de 42 anos portador de HAS foi orientado com medidas não farmacológicas
mas sem controle do quadro, ao exame físico PA 140x90, ausculta cardíaca e pulmonar
sem alterações, sem edema de MMII e creatinina de 1.
B) enalapril (IECA), baixo risco cardiovascular
2- Os fármacos vasoativos são usados no manuseio de paciente sépticos, no caso de um
paciente séptico após não responder a terapia de reposição volêmica adequada foi
administrado NORA, pode-se afirmar que a NORA é útil nessa situação pois apresenta ação
em quais receptores?
A) α1 (promovendo vasoconstrição potente com consequências potentes da resistência
vascular periférica e pressão arterial)
9- Paciente 42 anos masculino chega ao PS com dor abdominal difusa de forte intensidade
iniciada ás 6h, ao exame: fáceis de dor, abdome com RHA++ e defesa involuntária. Rotina de
abdome agudo com pneumoperitônio. Na UTI: distúrbio ácido básico (pH diminuído, PCO2
normal, BIC diminuído):
d) acidose metabólica
10- Sobre paciente com hiponatremia importante em exame laboratorial podemos ter:
b) pode ter como causa a síndrome inapropriada de ADH
Sintomas de hiponatremia! Sinais de hipocalcemia!
11- idoso dependente de família para ingerir água e alimentos. Comparece para
debridamento de escara. No exame pré operatório sódio sérico 182. A correção rápida
desse íon pode causar?
Letra D (edema cerebral, crise convulsiva e coma)
13- assinale a questão que indica a principal causa de hiponatremia em pacientes com IC
D) (estado de retenção de sódio associada a hipersecrecao de vasopressina e retenção de
água)
14- as ações para tratamento da tuberculose tem sido modificadas em função do abandono
ao tratamento. Uma das ações que se beneficia na USF, é o tratamento supervisionado
C) Tratamento de todos os casos baciliferos com ingestão dos medicamentos somente na
unidade de saúde com supervisão. Consultas de acompanhamento e baciloscopias de
controle
15- paciente de 40 anos, sexo masculino. Queixa-se de dor em região plantar há 6 meses
com piora ao acordar e melhora ao longo do dia. Além de lombalgia com características
semelhantes. Refere ainda artrite ocasional de joelho direito e tornozelo esquerdo.
Alternativa correta?
A) Provável diagnóstico de espondiloartrite indiferenciada pois não há critérios para
defender qual doença
16- paciente 35 anos, sexo masculino, apresenta quadro súbito de dor, edema, calor e rubor
em joelho direito. De forte intensidade que limita inclusive o toque no local. Compatível
com?
Resposta: artrite gotosa aguda. Tratamento com anti-inflamatório não hormonal e
colchicina
20- paciente de 40 anos, sexo feminino, apresenta poliartrite simétrica com acometimento
das mãos, tornozelos. Com rigidez matinal prolongada. Diagnóstico de?
A) Artrite reumatóide
1-Mulher 52 anos que chegou com febre há 2 dias, tosse, 3- Anticoagulantes cumarinucos são utilizados em pacientes
expectoração purulenta, dor ventilo respiratória com risco para formação de trombos, além disso ...... é
dependente, queda do estado geral, crepitações. PA 84X52, correto afirmar que nesse caso o exame solicitado deve ter
taquicardia e febre.d) fazer SOFA, expansão volêmica, tratar sido: c) tempo de pró trombina (coagulograma)
como PAC, internação em UTI, investigação de pneumonia 4- As heparinas são utilizadas como anticoagulantes
por pneumocistose. parenterais, assinale a alternativa correta em relação as
2- Paciente 72 anos, diabética, admitida na emergência vantagens do uso da heparina fracionada sobre a não
sonolenta, hipoativa, taquipnéia, febre, tosse produtiva, fracionada: d) maior biodisponibilidade e menor risco de
hiporexia, PA 70X40, 120FC, SAT81, febril. Leuco com desvio trombocitopenia.
à esquerda. c) sepse, pneumococo (PAC) 5- Antipsicóticos são utilizados para o tratamento da
3- Considerando a complicação mundial de sepses 3 com a esquizofrenia, transtorno bipolar, depressão psicótica,
proposta de redefinir a sepse, o escore de identificação de psicose, além disso eles melhoram o humor, aliviam a
pacientes com sepse foi reformulado, QSOFA, quais critérios ansiedade e distúrbios do sono, com relação a esses
o QSOFA avalia?c) taquipneia, hipotensão e diminuição do fármacos, assinale a correta: d) os antipsicóticos de segunda
nível de consciência. geração apresentam …. completa, porém em contrapartida
4- Homem 77 anos tabagista há 40 anos com histórico de uma maior capacidade de alterar os receptores 5HT2A do
tosse e expectoração purulenta e dor torácica ventilo que D2
dependente e febre não aferida...... RX com consolidação em 6- Intretinas e análogos…. podemos afirmar que…. exceto:
lobo superior direito com broncograma aéreo, quais os d) os agonistas de GLP1 inibidores da enzima DPP4 são
possíveis diagnósticos para esse paciente? c) PAC ou TB hipoglicemiantes por estimular a proliferação de células
5- Uma jovem de 26 anos, procura UBS com relato de febre betas, aumentando assim a liberação de insulina sem alterar
de início abrupto, .........., ventilo respiratória dependente a liberação do glucagon.
com piora. T39, SAT 95, PA 120X80, MVFD, RX com infiltrado 7- Paciente de 50 anos com antecedente de sindrome
alveolar sem consolidações. c) Síndrome gripal, painel viral. metabólica admitido na emergencia com dor torácica do
6- Na forma mais grave de colangite aguda, colangite tóxica, tipo A, ......Na investigação: foco no sítio do CVC,
o paciente apresenta a pêntade de reynolds: a) febre, dor, hemocultura com [Link], resistente a oxacilina. d) choque
icterícia, hipotensão e confusão mental séptico, infecção da corrente sanguínea, vancomicina.
7- Paciente sexo F, 31 anos, internado por um quadro de 8- Pielonefrite aguda é melhor diagnosticada por: a)
desidratação e uso abusivo de furosemida para controle do calafrios, febre e dor em flancos
peso, ............ A PCR pode ser explicada por qual distúrbio 9- Paciente 42 anos masculino chega ao PS com dor
hidroelétrico? d) hipomagnesemia (torsades de pointes) abdominal difusa de forte intensidade iniciada ás 6h, ....... Na
8- Paciente do sexo masculino 56 anos, internado por UTI: distúrbio ácido básico (pH diminuído, PCO2 normal, BIC
pneumonia, evolui com sepse, e foi entubado. Em relação a diminuído): d) acidose metabólica
gasometria: a) distúrbio misto (acidose metabólica e 10- Sobre paciente com hiponatremia importante em exame
respiratória) laboratorial podemos ter: b) pode ter como causa a
9- O suporte hemodinâmico do paciente com IAM de VD síndrome inapropriada de ADH Sintomas de hiponatremia!
deve ser feito com: D) inotrópico e volume Sinais de hipocalcemia!
10- Paciente masculino de 80 anos admitido na emergência 11- idoso dependente de família para ingerir água e
com dispneia em repouso....de marca-passo por bradicardia alimentos. Comparece para debridamento de escara. No
PA 08x60, Fc 120, estase jugular com hipofonese de bulha: exame pré operatório sódio sérico 182. A correção rápida
C) tamponamento cardíaco, ECO desse íon pode causar? Letra D (edema cerebral, crise
11- Em um derrame pleural volumoso esperamos encontrar convulsiva e coma)
os seguintes achados físicos: B) ausência de frêmito, macicez 12- qual método prioritário para diagnóstico da
e ausência de murmúrios. tuberculose? Letra D (baciloscopia direta do escarro)
12- paciente com 32 anos em uso de contraceptivo oral 13- assinale a questão que indica a principal causa de
apresenta dispneia súbita com taquipneia e dor pleurítica, hiponatremia em pacientes com IC D) (estado de retenção
radiografia de tórax sinais de derrame pleural e de sódio associada a hipersecrecao de vasopressina e
condensação da base do lado esquerdo com frêmito de retenção de água)
espectro triangular. Esses dados: A) Embolia pulmonar 14- as ações para tratamento da tuberculose tem sido
13- Paciente masculino 55 anos, tabagista desde os 18 anos, modificadas em função do abandono ao tratamento. Uma
com histórico de hipertensão e tosse, desenvolve dispneia das ações que se beneficia na USF, é o tratamento
progressiva aos pequenos esforços. a) congestão capilar supervisionado C) Tratamento de todos os casos baciliferos
secundária a insuficiência cardíaca esquerda com ingestão dos medicamentos somente na unidade de
14- Intoxicação exógena -> Letra C saúde com supervisão. Consultas de acompanhamento e
15- Medidas para PIC B) corticoide EV baciloscopias de controle
16- Paciente idoso, tosse, PAC, FTV aumentado, estertor 15- paciente de 40 anos, sexo masculino. Queixa-se de dor
crepitante, macicez em base direita, HMG leuco 13.500 com em região plantar há 6 meses com piora ao acordar e
desvio a esquerda. D) PAC, ceftriaxona + azitromicina melhora ao longo do dia. ..... Refere ainda artrite ocasional
17- Critérios de uso de fibrinolíticos no AVCi exceto: C) início de joelho direito e tornozelo esquerdo. Alternativa correta?
dos sintomas até 6h A) Provável diagnóstico de espondiloartrite indiferenciada
18- V ou F B) V (choque séptico e sepse associada a pois não há critérios para defender qual doença
hipotensão e perfusão não responsivo a volume) F 16- paciente 35 anos, sexo masculino, apresenta quadro
(disfunção de múltiplos órgãos) F (bacteremia, presunção de súbito de dor, edema, calor e rubor em joelho direito. De
bactérias nos tecidos) forte intensidade que limita inclusive o toque no local.
19- Com relação a febre hemorrágica da dengue, assinale a Compatível com? Resposta: artrite gotosa aguda.
correta. B) a presença de choque se justifica pelo aumento Tratamento com anti-inflamatório não hormonal e
da permeabilidade vascular seguido de extravasamento colchicina
plasmático e falência circulatória. 17- na osteoartrite é correto afirmar? B) Degradação da
20- O que apresenta um paciente com IAM com Killip 3? C) cartilagem hialina pelo aumento da produção de
edema agudo de pulmão metaloproteinase estimuladas por citocinas inflamatórias
no espaço articular.
1-Um homem de 42 anos portador de HAS foi orientado com 18- a SAF está associada a alto anticorpos como
medidas não farmacológicas mas sem controle do quadro, antifosfolipideo e ancardiolipina e se associada? C)
..... sem edema de MMII e creatinina de 1. B) enalapril (IECA), Trombose arterial e ou venosa de causa desconhecida
baixo risco cardiovascular 19- a presença de soropositivo, independente do padrão e
2- Os fármacos vasoativos são usados no manuseio de do tipo, indica: B) Produção de autoanticorpos anticelulas.
paciente sépticos, ......, pode-se afirmar que a NORA é útil 20- paciente de 40 anos, sexo feminino, apresenta poliartrite
nessa situação pois apresenta ação em quais receptores? A) simétrica com acometimento das mãos, tornozelos. Com
α1 (promovendo vasoconstrição potente com rigidez matinal prolongada. Diagnóstico de? A) Artrite
consequências potentes da resistência vascular periférica e reumatoide
pressão arterial)
QUESTÕES PROVA INTERNATO 2021 - CLINICA MÉDICA
1- Paciente com história de 6 meses de evolução de comprometimento cognitivo e
memoria, com instabilidade de marcha de passos curtos e andar magnético com
rotação externa do quadril. Qual o diagnóstico??
Resposta: Hidrocefalia de pressão normal.
2- Na investigação de uma paciente com poliartrite, o médico levantou algumas
possibilidades. Pedia para analisar as alternativas e marcar as que era compatíveis
com Artrite Reumatóide.
Resposta: III e V
III – Rigidez matutina com melhora durante atividade e com uso de anti-
inflamatório
V – Artrite de articulações metacarpo-falangeanas proximais
3- Um paciente com 55 anos, professor, apresentou nos últimos 6 meses quadro de
perda ponderal, disfagia para sólido e líquido e fraqueza muscular generalizada. No
exame neurológico miofasciculações, tinha ausência de déficit sensitivo. Qual o
diagnóstico?
Resposta: Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA)
Dor articular com rigidez e acometimento de metacarpo
4- O sinal de Pápulas de Gottron e poiquilodermia são sinais cutâneos de qual
doença?
Resposta: Dermatomiosite
5- Paciente 23 anos, sexo masculino, refere relações sexuais sem uso de
preservativos. Iniciou com perda de peso, anorexia, linfadenopatia indolor e lesões
cutâneas em planta dos pés e acinzentadas na boca. Qual o diagnóstico?
Resposta: Sífilis secundária
6- Conduta terapêutica frente ao caso de sífilis?
Resposta: Penicilina G benzatina
7- Diante de um paciente com sinais e sintomas de LES quais os exames que devem
ser solicitados para o INICIO da investigação?
Resposta: Anticorpos anti-nucleares, hemograma completo, plaquetas, exame de
urina
8- Considerando um paciente com SAAF, seu tratamento depois do primeiro evento
trombótico venoso deve ser da seguinte forma:
Resposta: Uso de varfarina durante toda a vida com objetivo de manter INR entre 2 e
3
9- Paciente com pancitopenia apresentando degeneração combinada da medula
espinhal com degeneração do cordão posterior do trato piramidal. Qual é a doença
que precede essa síndrome neurológica?
Resposta: Deficiência de cobalamina
10- Paciente de 8 anos, com queda de cabelo e lesões tonsurantes na cabeça. Qual
o diagnóstico e tratamento?
Resposta: Tinha do couro cabeludo do tipo tonsurante e anti-micótico sistêmico
11- Mulher, branca, 28 anos, foi até a UBS com dor e edema em articulação de mãos
e punhos e com rigidez matinal. Fazia uso de AINE’s com alivio parcial dos sintomas.
Tinha histórico de aborto espontâneo. Nega febre recente. Apresentava sinovite em
articulação interfalageana e metacarpo-falangeana e punho. Considerando os
princípios de CUSTO-EFETIVIDADE, quais exames iniciais devem ser solicitados para
o esclarecimento do diagnostico dessa paciente?
Resposta: hemograma, VHS, creatinina, exame de urina, FAN, fator reumatóide
12- Um jovem procura atendimento na Unidade Básica de Saúde devido ao
aparecimento, há 3 semanas, de manchas claras na pele localizadas na região
cervical e nos braços, bilateralmente. Enquanto espera o atendimento, preocupa-
se ao observar um cartaz afixado com o seguintes dizeres: “Que mancha é essa?
Você pode estar com hanseníase”. Nesse caso, a principal informação a ser utilizada
pela equipe de saúde para diferenciar a hanseníase de outras dermatoses que
cursam com lesões semelhantes é:
Resposta: A ausência de alterações de sensibilidade.
13- Mulher de 43 anos chegou ao PS com queda do estado geral, cefaleia e febre há
2 dias. Estava desidratada, descorada, ictérica, borda do fígado há 10 cm do rebordo
costal D, baço palpável. Havia viajado recente para MG onde permaneceu por 5
dias. A conduta além da coleta de exames laboratoriais e reposição volêmica é:
Resposta: Teste rápido para dengue e febre amarela
14- Homem, 82 anos, refere falta de ar, inchaço progressivo há 2 semanas. Tem
história de cardiomiopatia dilatada e fazia uso de Carvedilol, Enalapril e
Furosemida. Ao exame apresentava estertores crepitantes bilateralmente, edema
de membros inferiores 4+/4+, sacral e pubiano, creatinina = 1,5, ureia = 68 e
potássio = 5,2. Nos 4 primeiros dias da internação fez uso de Furosemida EV 8/8h
com melhora significativa das queixas. No 5 dia começou apresentar tonturas sem
dispneia. Ao exame físico estava hipotenso 960x540mmHg, edema de membro
inferior 2+/4+, creatinina = 3,8, ureia = 202, potássio = 3,5. Qual a conduta?
Resposta: Suspender furosemida e iniciar hidratação
15- Mulher, 63 anos, com história de mãos e pés arroxeados com a mudança de
temperatura e cansaço há 6 meses. FAN 1/1280 com padrão anticentromerico,
tomografia com vidro fosco difusamente, capacidade vital da função pulmonar
diminuída. Qual o diagnóstico?
Resposta: Esclerose Sistêmica
16- Homem, 58 anos, apresenta febre há 4 dias e celulite extensa em membro
inferior esquerdo por uma ulcera plantar infectada. Era obeso e diabético.
Hemoglobina = 11,3, plaquetas = 580.000, glóbulos brancos = 46.000 (bastonetes =
12%, mielócitos, metamielócitos, neutrófilos...). A hipótese e a conduta são:
Resposta: Reação leucemóide associada a plaquetose reacional e iniciar
antibioticoterapia.
17- Paciente de 50 anos com diagnostico de LES e SAAF, com histórico de TVP em
membro inferior esquerdo, estando permanentemente anticoagulado com
Varfafina 1 cp VO/dia. INR = 1,5. Qual a conduta?
Resposta: Deve-se aumentar dose da varfarina e solicitar um retorno dentro de 15
dias com novo exame
18- Homem com pneumonia, internado e fez uso de Amoxicilina + Clavulanato com
melhora do quadro clínico. No 5º dia de internação começou apresentar quadro
diarreico. Hemograma com leucócitos = 12.000, tinha distencao do colon (Quadro
de colite pseudomembranosa)
Tratamento: Metronidazol VO
19- Homem, 35 anos, com história de dor lombar sem irradiação, que melhora
quando anda e piora quando dorme. Qual a principal hipótese diagnóstica?
Resposta: Espondiloartrite
20- Homem, 78 anos, foi ao PS devido taquidispneia com pneumonia. Na gasometria
arterial mostrava pH = 7.3, pCO2 = 24, bicarbonato = 10. Nesse caso existe uma
ACIDOSE:
Resposta: Metabólica compensada
21- Tinha da unha
Tratamento sistêmico
22- Anemia ferropriva/megaloblástica
23- Diagnostico de SAAF
Confirmar o diagnóstico com 2 amostras em períodos diferentes
24- Paciente com HAS estagio I, qual a conduta? – Essa questão foi anulada pois
tinham duas alternativas corretas
Monoterapia ou sem medicação?
25- Tipo de Melanoma
Melanoma lentigo maligno
26- Tratamento de Pneumonia
Amoxicilina EV
27- Paciente com quadro de pneumonia, taquipneia e taquicardia
Sepse de foco pulmonar
28- Critérios de Child-Pugh (cirrose)
Encefalopatia, Ascite, Bilirrubinas, Albumina, atividade/Tempo de protrombina/INR
29- Síndrome metabólica
Intolerância à glicose, HAS, obesidade central
30- Questão de interpretação de texto inglês sobre psoríase
Tem 2 alternativas corretas
31- Classificação IC
NYHA classe I
32- Quadro clinico de uma valvulopatia
Estenose aórtica
33- Hanseníase
TB paucibacilar indeterminada
34- Qual o primeiro exame deve ser pedido
Espirometria e RAIO X
1) Paciente com 6 meses de evolução de comprometimento cognitivo com perda de
memória, com instabilidade de marcha, passos curtos, andar magnético, com rotação
externa do quadril. Dx: Hidrocefalia com pressão normal.
2) Na investigação de uma pct com poliartrite, o médico pensou em algumas
possibilidades. Das assertivas abaixo qual é compatível com artrite reumatoide?
Resposta: Rigidez matutina com melhora com atividade e uso de AINES. Artrite de
articulações metacarpofalangianas e interfalangianas proximais.
3) Um pct com 55 anos, professor, apresentou nos últimos 6 meses quadro de perda
ponderal, disfagia para sólidos e líquidos e fraqueza muscular generalizada. Exame
neurológico miofassiculações difusas. Dx: ELA
4) O sinal de __________ e poiquilodermia são sinais de? Dermatomiosite
5) Pct 23 anos ,masculino, com relações sexuais sem uso de preservativo, com perda de
peso, anorexia, linfadenopatia indolor, lesões cutâneas. Hdx? Sifilis secundária,
conduta: penicilina benzatina
6) Diante de um pct com sinais e sintomas de LES, quais são os exames necessários para
início da investigação? Hmg, anticorpos nucleares, plaquetas, urina.
7) Considerando um pct com SAFE, seu tto depois do primeiro evento trombótico
venoso, deve ser da seguinte forma: Uso de varfarina durante toda vida com objetivo
de manter inr entre 2-3.
8) Pct com pancitopenia, apresentando degeneração combinada da medula espinhal,
com degeneração do cordão posterior do trato piramidal, qual é a dç que leva a essa
sd neurológica? Deficiência de cobalamina
9) Criança com queda de cabelo: tinea do corpo cabeludo, antimicótico sistêmico
10) Mulher branca, 28 anos, foi a ubs com dor e rigidez em mão e punhos e com rigidez
matinal. Usava AINEs com alivio parcial. Aborto espontâneo. Nega febre recente.
Sinovite em articular interfalangiana e metacarpofalangiana. Considerando os
princípios de custo e efetividade assinale a opção que apresenta os exames iniciais
indicados para o esclarecimento do dx da pct. Hmg, VSH, FR, urina 1, Creat
11) Hanseníase: ausência de alteração da sensibilidade
12) Mulher, 43 anos, chega ao pronto socorro com queda do estado geral, cefaleia e febre,
há 2 dias. Sem outras alterações. Desidratada, ictérica, abdome com fígado a 10cm
RCD e baço a 5 cm RCE. Conduta além da coleta de exames laboratorias e reposição
volêmica? Teste rápido para dengue e FA
13) Homem 82 anos, com falta de ar, inchaço progressivo há 2 semanas. Portador de uma
miocardiopatia dilatada, em uso medicações. Estertor crepitante bilateral, edema de
MMII, creat 1,5; Ureia 68, K 5,2. Nos quatro primeiros dias da internação ele fez uso
de furosemida IV 8/8h com melhora significativa das queixas. No quinto dia
apresentou tontura, sem dispneia, e ao exame físico hipotenso 96x54, edema de
MMII, Cret 3,2, Ureia 202. O que deve-se fazer? Suspender diurético e hidratar. Insuf
pre renal?
14) Mulher 63 anos, com história de mãos e pés arrocheados com mudança de
temperatura e cansaço há 6 meses. FAN 1/1280 com padrão anticentromérico. TC
padrão vidro fosco difusamente, função pulmonar diminuída. Qual o dx? Esclerose
sistêmica (dx dif. Sarcoidose???)
15) Homem 58 anos, com febre há 4 dias, com celulite extensa e MIE com úlcera plantar
infectada. Obeso, DM. Hb 11,3. Plaquetas 580.000. Globulos brancos 46000 com
desvio a esquerda de bastões 12%. Hipótese dx e conduta? Reação leucemoide
associada com plaquetose reacional e conduta ATBterapia.
16) Pct 50 anos com LES e SAFE, com histórico de TVP de MIE. Estando plenamente
anticoagulada. Uso de varfarina 1cp por dia. INR 1,5. O que deve ser feito? Aumentar a
dose e ver o pct dentro de 10-15 dias com novo exame.
17) Homem 55 anos, com pneumonia , internado, uso amoxi+clavulanato e teve boa
resposta. Porém no quinto dia de internação apresentou quadro diarreico.
Hemograma com 12000 leucócitos, distensão do colon? Colite pseudomembranosa,
clostridium. Tto com metronidazol VO.
18) Home 35 anos com história de dor lombar sem irradiação. Que melhora quando anda
e piora quando dorme. Espondioloartrite
19) Senhor de 78 anos, chega ao PA com taquidispneia e pneumonia. Gaso arterial pH 7,3.
Pco2 24, hco3 10, neste caso a uma acidose ?? metabólica simples compensada
Raquel Kozar - TXXV
Simulado para prova - MAD III
SIMULADO DE LUPUS
4. PORQUE PESSOAS QUE RETIRAM O BAÇO TEM MAIOR TENDÊNCIA EM DESENVOLVER REAÇÕES DE
HIPERSENSIBILIDADE TIPO 3?
A retirada dos IC acontece principalmente no baço. Hemácias retiram esses IC da circulação e, ao chegar no baço, se
desconectam e os IC são entao fagocitados por MØ. Quem retira o baço tem uma deficiência no processo de retirada de
IC e, por esse motivo, tem maior tendência em desenvolver reações de hipersensibilidade.
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Raquel Kozar - TXXV
Simulado para prova - MAD III
acumular no sangue (azotemia). Isso também explica o EDEMA, pois um aumento na volemia gera um aumento da
pressão hidrostática.
11. SABE-SE QUE A FADIGA É UM DOS PRIMEIROS SINTOMAS DE LÚPUS. COMO ELA PODE SER
EXPLICADA?
Pacientes lupicos tem suas hemácias revestidas por IgG (comprovado pelo teste de Coombs direto). Assim, serão
destruídas no baço por macrófago esplênicos (HEMÓLISE —> anemia hemolítica). Por conta da diminuição de glóbulos
vermelhos no sangue é que haverá a fadiga.
OBS: a anemia não pode ser justificada pela hematuria, pois a quantidade de hemácias que saem na urina não são
suficientes para gerar sintomas.
Além disso, pacientes com lúpus tem um anticorpo anti fósfolipídios que se liga a fósfolipídios na membrana de
hemácias e por hemaceas serem anucleadas fixarão bem o complemento. Assim, morrerão por lise osmotica (MAC).
12. CITE QUAIS SÃO AS ALTERAÇÕES HEMATOLÓGICAS DE UM PACIENTE COM LÚPUS E EXPLIQUE-AS.
- anemia (já explicado). OBS: a anemia é normocitica e normocromomica, ou seja, a hemácia vai ter cor e tamanhos
corretos. Isso acontece porque as hemácias estão morrendo, mas a produção delas esta sendo feita corretamente.
- trombocitopenia: diminuição de plaquetas no sangue. Pacientes que tem lúpus tem um anticorpo anti fósfolipídios,
que se liga a fosfolipídios na membrana de hemácias e plaquetas. Assim, essas células vão ficar revestidas por esse
anticorpo (mecanismo de hiper 2) e, por serem anucleadas, irão fixaram o complemento e morrer por lose osmótica
(MAC).
- Trombofilia: Pacientes que tem lúpus tem um anticorpo anti-fosfolipideo, que ataca fosfolipideos de membrana. Um
fosfolipideos de membrana importante é o B-2-glicoprpteina, que tem ação anticoagulante. O anticorpo
antifosfolipideo (FAS) irá inibir o b-2-glicoproteina, causando um distúrbio na coagulação — podendo levar a
formação de trombos.
- leucopenia: diminuição de leucócitos no sangue. Pacientes que tem lúpus tem um anticorpo anti fósfolipídios, que se
liga a fosfolipídios na membrana de leucócitos. Em seguida, uma célula NK se liga a esse anticorpo e é ativada; aí
começa a liberar perforina, granzima e fragmentjna — levando à apoptose das células via ADCC.
- Linfopenia: eh a diminuição de linfócitos no sangue. Linfócitos são um tipo de leucócitos, engao a explicação é a
mesma que a de cima.
13. ALGUNS SINTOMAS DO LÚPUS TAMBÉM SÃO SINTOMAS DA SÍFILIS CLÁSSICA. COMO SE DA A
CERTEZA DO DIAGNÓSTICO?
Ha um exame chamado VDRL que detecta se há anticorpos anti-fosfolipideos ligados à cardiolopina ou ao treponema
(causador da sífilis). Se o teste for positivo, poderá estar ligado tanto a um quanto a outro (é daí que vem a DÚVIDA do
diagnóstico). Para se ter a certeza, se realiza um segundo exame, chamado FTA-ABS, que dosa anticorpo específico
anti-treponema. Se ele der negativo, o paciente NÃO TEM SIFLIS. Logo, se VDRL der positivo e FTA-ABS der negativo,
o paciente tem anticorpo anti-fosfolipídio (anti-cardiolipina) e não tem o treponema —> SÍNDROME DO ANRICORPO
ANTI-FOSFOLIPÍDEO.
• Alterações hematológicas: anemia hemolítica ou leucopenia (menor que 4.000 leucócitos/ml), linfopenia (menor que
1.500 linfócitos/ml) ou plaquetopenia (menor que 100.000 plaquetas/ml).
• Alterações imunológicas: anticorpo anti-DNA, ou presença de anticorpo antifosfolípide baseado em níveis anormais
de IgG ou IgM anticardiolipina;
• Teste positivo para anticoagulante lúpico ou teste falso-positivo para sífilis
• Anticorpos antinucleares: título anormal de anticorpo anti-nuclear
17. PORQUE OS NÍVEIS DE C3 ESTAVAM BAIXOS?
Os níveis de C3 estão baixos porque quando o complemento se liga aos IC formados, a fração que será clivada será a
C3. Assim, como é dosada a fração livre, seu nível no sangue estará baixo (porque estará sendo consumido).
18. NO LÚPUS HAVERÁ SEMPRE A FORMAÇÃO DE IMUNOCOMPLEXOS POR IgG. PORQUE NÃO POR IgM?
Porque o lúpus é uma doença autoimune, ou seja, atacará antígenos próprios. Esses antígenos, por sua vez, serão
PROTEÍNAS nucleares e sempre que o antígeno for proteico quem se ligará será IgG, e não IgM.
19. QUAL A PRINCIPAL DIFERENÇA (em relação à imunologia) ENTRE UMA PESSOA QUE TEM LÚPUS E UMA
QUE NÃO TEM?
Quem TEM lúpus teve PERDA DA TOLERÂNCIA IMUNOLÓGICA, acarretando na formação de linfócitos autorreativos
— os quais tem receptores para antígenos próprios.
23. PARA QUE SERVEM OS EXAMES LABORATORIAIS VDRL E FTA-ABS E COMO SEUS RESULTADOS
DEVEM SER ANALISADOS?
Servem principalmente para TRIAGEM (exclusão de diagnóstico de sífilis). O exame chamado VDRL detecta se há
anticorpos anti-fosfolipideos ligados à cardiolopina ou ao treponema (causador da sífilis). Se o teste for positivo, poderá
estar ligado tanto a um quanto a outro (é daí que vem a DÚVIDA do diagnóstico). Para se ter a certeza, se realiza um
segundo exame, o FTA-ABS, que dosa anticorpo específico anti-treponema. Se ele der negativo, o paciente NÃO TEM
SIFLIS. Logo, se VDRL der positivo e FTA-ABS der negativo, o paciente tem anticorpo anti-fosfolipídio (anti-cardiolipina)
e não tem o treponema (exclui o diagnóstico de siflis e reforça o diagnóstico de lúpus).
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Raquel Kozar - TXXV
Simulado para prova - MAD III
- Anti-inflamatórios nao-esteroidais: inibem a COX. Assim, não há liberação de prostaglandina, aumentando o limiar da
dor (também usado para diminuir dores articulares).
- Rituximab: anticorpo monoclonal anti-CD20, que eh um marcador de diferenciação de linfócitos B. Esse fármaco (que
é uma IgG monoclonal) se liga ao CD20 e nele irá se ligar uma célula NK. Assim, irá gerar a apoptose dos linfócitos B
via ADCC (liberação de granzimas).
- Belimumab: anticorpo monoclonal anti-BLYS, que eh uma proteína de membrana estimuladora de linfócito B. Quando
o fármaco se liga a essa proteína, irá neutraliza-la (não irá ter MORTE dos linfócitos; eles apenas deixarão de se
diferenciar).
26. EM UM PACIENTE COM DM1, QUAL REAÇÃO IMUNOLÓGICA É RESPONSÁVEL PELA DESTRUIÇÃO DAS
CÉLULAS BETA? ALÉM DISSO EXPLIQUE TAMBÉM COMO O ADENOVÍRUS PODE ESTAR RELACIONADO
COM O SURGIMENTO DESSA DOENÇA AUTOIMUNE.
Reações de hipersensibilidade tipo 2.
Acontece uma reação cruzada entre uma proteína não estrutural do vírus e uma molécula presente na membrana das
células B, causando sua destruição.
______________________________________________
O Lúpus eritematoso sistêmico é um protótipo de uma doença multissistêmica de origem autoimune e caracteriza-se por um
vasto conjunto de autoanticorpos, particularmente anticorpos antinucleares. Acreditava-se que um dos mecanismos
responsáveis pela autoimunidade seria a falha na edição de receptor. Com base no enunciado responda:
Qual célula é responsável pela lesão renal e qual molécula atraiu está célula para o local de lesão?
A célula responsável pela lesão renal são os neutrófilos, que foram atraídos para o local da lesão por moléculas C3a e C5a do
complemento, que promovem ativação e quimiotaxia dos neutrófilos.
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AVEH
12) Um pct do sexo masculino, 50 anos, com história de hipertensão arterial mal
controlada deu entrada no OS com história de que há 2h ter sido encontrado
inconsciente em seu quarto. Ao exame apresentava: PA 230X 125 mmHg, pupilas
isocóricas, mióticas e fotoreagentes, hemiplegia a esquerda, ritmo respiratório tipo
cheyne-stokes.
Qual o diagnóstico mais provável?
a) AVCH por ruptura aneurismática
b) AVCI por lesão embólica
c) AVCI por lesão trombótica
d) AVCH por ruptura de microaneurismas de charcot e bouchart
e) AVCH por ruptura de malformação arteriovenosa
Questões: AVEH-CELAFÉLIA-ANEURIMA
19) Um homem de 67 anos,assintomático é portador de aneurisma de aorta abdominal infrarrenal
com 4,2 cm de diâmetro( aferição por angiotomografia). A conduta mais adequada é:
a) acompanhar com exames de imagem seriados e controlar os fatores de risco
b) programar tto por cirurgia aberta eletivamente
c) programar tto endovasculareletivamente
d) internat par tto endovascular de urgência
28) Pct sexo feminino, 68 anos, tabagista encaminhada do ginecologista após realizar USG
abdominal, onde foi evidenciado dilatação fusiforme de aorta abdominal com calibre max. De 4,0
cm. Nega dor, massa palpável. Ao exame: presença de sopro abdominal. Qual a melhor conduta
nesse caso:
a) angiotomografia de abdominal e tto com endoprótese aórtica
b) angiotomografia de aorta abdominal e cirurgia convencional através de laparotomia
c) orientada a interromper o tabagismo e acompanhamento com ecodoppler de aorta abdominal a
cada 6 meses
32) A tríade clássica do aneurisma e aorta abdominal roto é:
a) dor abdominal, hipotensão arterial e pulsos de MMII ausentes
b) massa pulsátil, hipotensão arterial e dor abdominal
c) massa pulsátil, dor abdominal e pulsos MMII ausentes
d) massa pulsátil, hipotensão arterial e pulsos MMII ausentes
e) dor abdominal, hipotensão arterial e edema MMII
36) Quais os fatores de risco no caso acima para aneurisma da aorta abdominal?
R: idade avançada, sexo masculino, tabagista, hipertenso e dislipidêmico
38) Paciente de 63 anos, tabagista, com hipertensão não controlada e histórico familiar de
aneurisma, foi diagnosticada com aneurisma da aorta abdominal infrarrenal de 7,3 cm de diâmetro.
Os exames de avaliação pré-operatória mostraram doença pulmonar obstrutiva crônica moderada
e fração de ejeção de 53%: ecocardiograma de estresse com dipiridamol não revelou alterações
significativas; e a avaliação da função renal indicou taxa de filtração glomerular de 70 ml/min/1,73
m². Em relação ao tratamento de aneurisma, assinale a assertiva CORRETA:
a) Só deverá ser realizada intervenção para corrigir o aneurisma se houver controle do tabagismo
e da hipertensão.
b) Serão necessários mais exames complementares para se avaliar o risco perioperatório e,
assim, decidir sobre a necessidade de intervenção.
c) Independentemente da anatomia do aneurisma, tratamento endovascular é opadrão-ouro para
todas as situações por apresentar melhores resultados a longo prazo.
d) Para pacientes como este, deve ser oferecido tratamento de correção do aneurisma por técnica
cirúrgica convencional ou endovascular. A decisão será baseada na anatomia e na experiência da
equipe cirúrgica que irá conduzir o tratamento.
e) Farmacoterapia, incluindo estatina, bloqueador dos canais de cálcio, inibidor da enzima
conversora da angiotensina, antiplaquetário e antibiótico (doxiciclina), deve ser iniciada. Se a taxa
de crescimento anual for inferior a 4 mm, poderá ser oferecido tratamento conservador com
ultrassonografia de acompanhamento a cada 6 meses.
40)Em pacientes portadores de aneurisma da aorta infrarrenal, em qual das situações abaixo o
tratamento cirúrgico está indicado?
a) Aneurismas a partir de 5,5 de diâmetro máximo.
b) Aneurismas que demonstram crescimento maior que 5 mm em seu diâmetro em 6 meses.
c) Aneurismas que demonstram crescimento maior que 1 cm em seu diâmetro em 1 ano.
d) Todas as assertivas acima estão corretas.
Gustavo Benetti Braga – RA: 1901400
SÍNDROMES CORONÁRIANAS
** ETIOLOGIA **
3 mecanismos:
1. Ruptura da placa ( IAMCSST)
2. Erosão da placa – ( principal do IAMSSST)
3. Exposição de nódulo calcificado
A RUPTURA E A EROSÃO: expõe uma superfície trombogênica e libera o núcleo necrótico que contem
micropartículas protromboticas. No IAMSSST OCORRE O UMA DESVITALIZAÇÃO TECIDUAL
NÃO transmural. No caso da angina instável existe o desequilíbrio da oferta e da demanda porem não
o suficiente para levar a necrose dos cardiomiocitos.
Alterações de tensão de cisalhamento causada por tortuosidade arterial, estenoses e bifurcações provoca
mudanças de expressão em células endoteliais eainda promove apoptose
Neutrófilos formam armadilhas extracelulares ( NETS- neutrophil extracelular traps) composto
por cromatina descondensada, histona e proteína. Ele tem o papel de erosão de erosão de placas
e promovem trombose por ativação plaquetaria, ligando –se aos fatores de coagulação e o fator
de VON WILLEBRAND. Os nets induzem a disfunção endotelial ativando TLR2 liberando
citocinas com produção da IL17, ocorrendo a inflamação, perda do endotélio ( erosão ou
ruptura) e formação do trombo comprometendo ainda mais a luz do vaso.
FATORES DE RISCO:
1. HAS
2. DM
3. dislipidemia
4. histórico familiar
5. tabagismo
6. homens > 55 anos e mulheres > 65 anos
QUADRO CLINICO:
1. dor epigástrica
2. dispepsia
3. dispneia
4. náusea e vomito
5. Sudorese
6. Hipotensão
7. Sincope
** ANGINA INSTÁVEL **
É o desequilíbrio de oferta e demanda, ocasionando sintomas mas não lesionando tecido ( SEM
ELEVAÇÃO DOS MARCADORES TECIDUAIS )
É definida por pelo menos uma das seguintes característica
1. Ocorre em repouso ( ou mínimos esforços) com duração de 20 minutos( se não for interrompida
por nitrato ou analgésico)
2. Se grave descrita como dor franca
3. Ocorre em crescendo (dor cada vez menos esforços, que é cada vez pior, que passou a acordar o
paciente.
OUTRAS MEDICAÇOES
• ESTATINAS: ATORVASTATINA 40 MG 1 X AO DIA
• IECA: Enalapril 5mg – 20 mg 2 x ao dia – recomendado em pacientes com disfunção
diastólica ou insuficiência cardíaca, hipertensão e diabetes
• ANTAGONISTA DA ALDOSTERONA: espironolactona 25 mg 1 x ao dia - indicado em
paciente com disfunção sistólica FE reduzida < 40%
• BLOQUEADOR DA BOMBA D EPROTONS: pantoprazol 40 mg 1 x ao dia - indicado
em paciente com dupla agregação plaquetaria devido ao risco de sangramento
gastrointestinal
** CONDUTA E TRATAMENTO**
MOVE – monitorização não invasiva continua
DOSAR ENZIMAS CARDIACAS: TROPONINA , CPK-MB
TROPONIA: dosar na primeira hora e depois 6 horas após, pois ela eleva nas primeiras horas
e se mantem ate 9 dias ,já o cpk mb eleva mas em poucos dias normaliza.
******ANGIOPLASTIA: < 120 minutos: angioplastia // > 120 minutos : fibrinolítico ( se não houver
contra indicação )*******
No caso de ter que usar fibrinolítico, após faz o uso de Enoxaparina 30 mg EV , SE PACIENTE > 75
ANOS 1MG/KG SUBCUTANEO 12/12 HORAS
ACHADOS CLINICOS:
Dispneia
Fadiga
Sobrecarga de volume
Hipotensão
Disfunção de órgão alvo
Ortopneia e dispneia paroxística noturna ( ICAD)
ACHADOS FISICOS:
Estertores creptantes – congestão
Sibilancia – edema peribroquiolar
Presença de B# e B4 ( ritmo galope)
Edema periférico principalmente me membros inferiores
Ma perfusão
Livedo reticular
Cianose de extremidades
COMORBIDADES:
CARDIACA: coronariopatia, FA, AVC,hipertensão
SISTEMICA: DM, DRC, infecção, apneia do
sono. anemia DPOC
CONDIÇOES GERAIS: obesidade, desnutrição,
fragilidade
PSICOSSOCIAL: demência, depressão, abuso de
substancia, tabagismo, etilismo.
TRATAMENTO:
• PERFIL A: sem congestão em repouso e sem sinais de má perfusão ( quente e seco)
a. Não tem necessidade de internação
b. Correção de disturbo hidroeletrolíticos
c. Digoxina indicada em ic com fA com resposta rápida > 150 bpm 0,25 a 0,5 mg EV
** TRATAMENTO **
Pré hipertenso: Terapia não farmacológica ( dieta alimentar, redução do sal, exercício físico, cessar
tabagismo, e álcool)
HIPERTENSO ESTÁGIO I ( 140-1159 /90-99) + RISCO CARDIOVASCULAR BAIXO OU
MODERADO:
2022/2 – 11ª SEMESTRE
Gustavo Benetti Braga – RA: 1901400
TNM + MONOTERAPIA:
o Diureticos:
Tiazidicos: hidroclorotiazida, cloratalidona, idapamida( diminui a absorção de
sódio e cloro)
De alça: furosemida ( inibe o transporte de sódio para o túbulo, reduzindo o
gradiente de pressão osmótica entre interstício e túbulo e a reabsorção de agua
Poupadores de potássio: amilorida (inibi a reabsorção de sodrio e não excreta
potássio)
Antagonista do receptor de aldosterona: espironolactona ( inibe a retenção de
sodio
o IECA: captopril, enalapril, lisinopril, ramipril
o BRA: losartan, valsartana
o BCC: anlodipino, nifedipino
o BETABLOQUEADORES: metoprolol, bisoprolol
Ieca e bra não utiliza a associação.
** HIPONATREMIA**
É definida como a concentração de sódio menor que 135mEq/L.
**FISIOPATOLOGIA**
Na maioria das vezes é causada pelo balanço hídrico com excesso de agua corporal em relação ao
sódio.
Osmolaridade total: a concentração de todos os solutos em uma dada massa de agua,
independente de os osmois poderem ou não se mover através da membrana biológica.
Osmolaridade efetiva: aos osmois que contribuem para o movimento da agua entre o
compartimento intracelular e extracelular.
A hiponatremia reflete baixa osmolaridade efetiva, o que causa degeneração hidrópica celular. No
entanto raramente a hiponatremia pode ser hipertônica.
A ureia não e utilizad no calculo da osmolaridade efetiva, por se difundir livremente pelos
compartimentos. Mudanças na osmolaridade podem causar alterações neurológicas com deslocamento
da agua para o cérebro. Com isso o tecido cerebreal com intuito de proteger dessas alterações, há
produção e liberação para o meio extracelular de osmois idiogenicos. Essa secreção demora cerca de 48
horas, período em que o tecido cerebral é particularmente suscetível a uma hiponatremia. Os principais
reguladores do metabolismo da agua corporal são o mecanismo da sede e a vasopressina, secretada no
hipotálamo. A regulação de agua corporal minimiza as pertubaçoes induzidas pelos osmois no volume
celular. Os neurônio osmorreceptores localizados no hipotálamo anterior detectam alterações no
estiramento celular devido a alteração da osmolaridade efetiva sistêmica. Uma diminuição no
estiramento célula aumaneta a taxa de disparo dos neurônios osmorreceptores o que intensifica a sede
e estimula a liberação de vasopressina pela neuro hipófise. A vasopressina por sua vez aumenta a
reabsorção de agua nos túbulos coletores dos nefrons e concentra a urina. Para evitar a sede persistente
o limiar de liberação de vasopressina e menor do que o do mecanismo gerador da sede
O ADH é produzido no hipotálamo e secretado pela hipófise posterior nas seguintes condições
o Osmolaridade serica elevada
o Volemia ou pressão arterial reduzida
O ADH se liga aos receptores da vasopressina nos túbulos coletores e promove a reabsorção de agua
livre das aquaporinas, em especifico aumentando a aquaporina -2 restabelecendo a osmolaridade serica
e a volemia.
EM CONDICOES FISIOLOGICAS QUANDO A OSMOLARIDADE CAI < 280 O ADH É
SUPRIMIDO, fazendo com que o rim excrete agua livre na tentativa de evitar maiores quedas da
osmolaridade serica. Consequentemente a osmolaridade urinaria aumenta devido a menor quantidade
de agua livre na urina.
A liberação do aADH costuma ser causada pro uma diminuição do volume circulante efetivo que
pode ser gerada por hipovolemia ( desidratação, diarreia, sangramento).por ma distribuição dos
fluidos corporais, com extracvasamento do liquido para intravascular ( cirrose, síndrome
nefretica) ou ainda por diminuição da perfusão.
de 100 mg/gL na glicemia o sódio sérico cai aproximadamente 1,6 mEq/L. Com a resolução da
hiperglicemia a agua retorna do espaço intravascular para o interstício e a concentração sérica
de sódio aumenta.( pode ser causada por manitol, glicose ou intoxicação por alcoois)
Hipovolêmica
Perdas extra renais:
o Pele: suor e queimaduras
o Gastrointestinais: diarreia e vomito
o Hemorragia
o Perda para o 3° espaço
o Pancreatite, peritonite, rabdomiolise.
Perdas renais de sódio:
o Diuréticos tiazidicos
o diurese osmótica, glicose, ureia e manitol
o insuficiência renal
o DRC
o Síndrome cerebral perdedora de sal
o TCE
o HSA
Hipervolêmica:
Volume circulante reduzido
o ICC
o Cirrose
o Síndrome nefrotica
o Gravidez
Volume circulante aumentado
o Injuria renal aguda
o Doença renal crônica
Euvolêmica:
Associada a níveis elevados de ADH
o Síndrome antidiurética apropriada
Neoplasias, pneumopatias, doença do sistema nervoso central e medicações
o Sindromo antidiurética inapropriada nefrogenica:
2022/2 – 11ª SEMESTRE
Gustavo Benetti Braga – RA: 1901400
**Etiologias de hiponatremia**
*Insuficiencia adrenal: deficiência de mineralcorticoide que causa uma supressão de ADH. Sendo
valores menores de sódio e a normovolemia.
*Hipotireoidismo: secundaria ao mixedema
*síndrome cerebral perdedora de sal: perda renal de sódio, comum em paciente com HSA, devido aos
números elevados de BNP cerebral
*Insuficiencia cardíaca: devido ao debito cardíaco comprometido ocorrendo secundariamente uma
ativação nos barro receptores neuro humoral que geralmente resulta no aumento da secreção de
vasopressina pela hipófise, ativação simultânea ado sistema renina e angiotensina e o aumento da
vasopressina reduzem a excreção urinaria de sódio e elevam a osmolaridade da urina.
* SIADH: secreção inapropriada de hormônio antidiurético. É mais comum hiponatremia euvolemica.
Ocorre por secreção inapropriada de ADH
** MANIFESTAÇOES CLINICAS **
Depende da velocidade de instalação
Aguda < 48 horas
Crônica > 48 horas
Classificada como:
Leve: 130-135 mEq/L mal estar e náuseas
Moderada:125-129 mEq/L confusão mental, cefaleia
Grave:<125 mEq/L vômitos, desconforto respiratório, sonolência anormal, convulsões, coma
**TRATAMENTO**
Tempo de instalação:
o Aguda <48 horas = infusão excessiva de agua
o Crônica > 48 horas = quando não consegue mensurar o tempo da historia
Classificar quanto valor do sódio e sintomas
o Leve: 130-135 mEq/L mal estar e náuseas
o Moderada:125-129 mEq/L confusão mental, cefaleia
o Grave:<125 mEq/L vômitos, desconforto respiratório, sonolência anormal, convulsões,
coma
Presença da patologia intracranianas
o TCE, neurocirurgia, AVrecente, lesões com efeito em massa
OBJETIVO DO TRATAEMNTO: prevenir maiores reduções de sódio, reduzir a PIC, aliviar sintomas,
e não corrigir rapidamente devido a risco de desmielinizarão.
d) Após o uso diminuir o rítmico para que não ultrapasse 9 mEq em 24 horas
e) Monitorar sódio a cada 2 horas
Em caso leve e moderado, pode tratar o paciente 8-12 mEq em 24 horas, sendo tudo na bomba
de infusão continua
Toda vez que o paciente é grave e vc faz a primeira medida em bolus, ai dosa novamente o sódio
e depois faz a manutenção com o novo sódio na formula de adrogue
Formula de ADROGUE
Obs: após colocar na formula de adrogue faz regra de 3. Pra saber o volume que vai usar
da solução e depois divide em horas
Valor pra infundir / pelas horas no caso 24 hora = valor na bomba de infusão
** HIPERNATREMIA**
É definida por uma concentração de sódio sérico de > 145 mEq/L. A hipernatremia é
quase que invariavelmente um distúrbio associado a perda de agua, sento renal ou extra
renal. O paciente é protegido da hipernatremia devido ao mecanismo que induz a ingesta
de agua. A partir da modificação da osmolaridade implica na liberação de vasopressina
que estimula a retenção pelo rim.
** ETIOLOGIA **
• Hipovolemica: quando paciente perde agua livre e sódio, porem mais agua que
sódio ocorrendo perdas renais ( diuréticos e diarreia)
• Euvolemica : desidratação perdendo agua livre do plasma porem o sódio não muda
( diabetes Insipidus, sudorese , taquipneia)
• Hipervolemica: sobrecarga de volume, infusão excessiva de volume de cristaloides.
** ACHADOS CLINICO **
• Hipernatremia aguda: sintomas neurológicos ( defict focais, convulsões, hiper
reflexia)
• Se intensa
• Fraqueza muscular
• Irritabilidade
• Confusão
• Hipertonia
• Febre alga
** DIAGNÓSTICO **
• Realizado com a dosagem do sódio com valores acima de 145 mEq/L, podendo
pedir osmolaridade serica
• Solicitar função renal e eletrólitos
• Ureia/creatinina > 40 sugere lesão pre renal.
• Verificar hiperglicemia pois altera a medição indireta da glicose no plasma ( a cada
aumento de 100mg/Dl de glicemia acima de 100 aumenta 1,6 mEq
• Hiperproteinemia e hiperlipidemia
• Avaliar a osmolaridade da urina devido ao ADH
• Osmolaridade <300 : inefetividade do ADH
• Deficiência ADh ( diabestes Insipidus) responsidva a ingestão exógena
• Resistencia do ADH( diabestes insipidus nefrogenica) não responsivo a
administração exógena.
Osmolaridade urinaria > 800 indica uma resposta inadequada do nefron a ação do ADH e capacidade
preservada de concentração de urina ocorre nas seguintes situações:
a) Perdas extra renais( diarreia)
b) Diurese osmótica
c) Sobrecarga de sódio ( mineralocorticoides)
d) Ureia ( dieta hiperproteica, sangramento digestivo)
e) Glicose ou manitol
Osmolaridade entre 300 e 800:
2022/2 – 11ª SEMESTRE
Gustavo Benetti Braga – RA: 1901400
**TRATAMENTO **
É necessário calcular o defict de agua livre, pois ele determinara a quantidade de agua livre
necessária para correção do sódio ate valores normais. Pela formula
Calcula a variação de sódio com infusão de 1 l de soro ao meio e´o resultado final de
quantidade de mEq em redução nessa solução 1L
OBS:
HIPERNATREMIA GRAVE : crônica > 48nhoras de duração.não pode baixar em 24 horas
mais que 8 – 10 mEq
** HIPOCALEMIA**
O potássio é um ion de predomínio intracelular, absorvido via oral ou recebido via infusões
endovenosas e excretado na urina
É definida:
Maioria dos pacientes acometidos são aqueles que usam drogas espoliadoras de potássio
especialmente os diuréticos.
Uma depleção de potássio e consequente hipocalemia pode ocorrer por meio da redução da
ingesta ou aumento da eprda corporal e portanto persistir a despeito de sinalização hormonal e
funções renais normais.
** ETIOLOGIA:
Diabetes descontrolado
** QUADRO CLINICO***
NEUROMUSCULARES E
CARDIACAS
o Fraqueza muscular < 2,5 meq
o Câimbras, rabdomiolise,
mioglobinuria
o Arritmias
o Ectopias atriais
o Bradicardia sinusal
o BAV
o TSV
o FA
** TRATAMENTO**
LEVE: 3,0 -3,5 - 10- 20 meq 2 - 4 vezes ao dia não exceder 100 meq dia
Xarope de cloreto de potássio 6% ----- 12 meq a cada 15 ml
Cápsulas de 600 mg 8 meq / caps
HIPERCALEMIA
É a desordem comum e potencialmente ameaçadora a vida devido a níveis elevados de K . 5,5 mEq/L
** CLASSIFICADA**
LEVE: 5,5 -5,9
MODERADA: 6 -6,4
GRAVE > 6,5
** ETIOLOGIA:
Isnuficiencia rena
Hiperglicemia
Suplementação de potássio
E drogas ( imunossupressores, tracolimus. IECA, BB,
digoxina, AINES
** FISIOPATOLOGIA **
O Ké um cátion predominantemente intracelular com concentração
e 140mEq/L ao oposto do fluido extracelular que fica entre 4 a 5
A diferença de concentração entre ambos compartimentos é mantida graças a bom Na/K?ATpase da
membrana celular, que realiza o efluxo de sódio para o meio extracelular e o influxo de potássio par ao
meio intracelular. O potencial de repouso e determinado predominantemente pela diferença de
concentração de potássio entre o meio intra/extracelular o que se mostra essencial para a geração do
potencial de ação e consequentemente funcionamento neural/muscular. Dessa forma alterações nas
concentração séricas de potássio podem ocasionar paralisia muscular e arritmias cardíacas. Os níveis
séricos de potássio são regulados pela relação da ingesta oral, excreção renal e distribuição intra/
extracelular
A excreção urinária de potássio e estimulada por elevações nos seus níveis séricos plasmáticos assim
como quando há maior absorção via oral no aumento da secreção de aldosterona e aumento de fluxo de
agua e sódio no nefron distal.
Em suma a hipercalemia é resultado de um desequilíbrio entre entrada e a capacidade de eexcreção
renal ou gastrointestinal de potássio ou do shant do meio intra/ extracelular.
**TRATAMENTO**
HIPOCALCEMIA
É definida por cálcio total menor que 8,5 mg/dL.
** FISIOLOGIA DO CÁLCIO**
O cálcio é predominantemente extracelular e seus níveis séricos são mantidos por alguns hormônios
reguladores como o PTH, vitamina D e fator de crescimento de fibroblasto 23 e calcitonina. O cálcio e
ligado a proteína albumina e globulina.
Os objetivos dos homronios reguladores e manter o cálcio sérico na faixa de 8,5 – 10 mg/dL, pois fora
dessa faixa o paciente apresenta predisposição a desenvolver arritmias cardíacas, tetania.
A absorção ocorre pelo mecanismo de absorção da vitamina D. a excreção e via reanl.
PTH: tem secreção regulada pela calcemia com variação inversa a sua concentração. Os eu efeito
biológico central e aumento da concetração serica do cálcio e para tal age em nossos osso, rins e
em menor proporção no intestino controlando a absorção do cálcio. No tecido ósseo o PTH
provoca um aumento em numero de atividade dos osteoclastos que são responsáveis pela
reabsorção óssea e dessa forma aumenta oc alcio sérico. No rim o PTJH aumenta a reabsorção
tubular distal do cálcio e aumenta a excreção renal do fosforo.
VITAMINA D: sua principal fonte e dieta e luz solar. Aumenta a bsorção intestinal de cálcio.
Esses estimulo ocorre via cansi de cálcio e mensageiros intracelulares AMP cíclico.
Calcitonina: atua nos osteoclastos, diminuindo sua atividade de reabsorção óssea. A sua secreção
é relacionada com níveis séricos de cálcio. Quando estão aumentados agudamente observamos
aumento proporcional de sua secreção.
Fator de crescimento de fibroblasto 23: apresenta efeito inibitório na secreção de PTH .
** FISIOPATOLOGIA**
Hipoparatireoidismo que é um distúrbio clinico manifesta quando o montante de PTh produzido pela
paratiteoride é insuficiente par manter adequado o metabolismo, podendo ser causado por alterações
no desenvolvimento da glândula paratireoide e sua função que altera o PTH, normalmente em
síndromes, malformações congênitas. MAIS COMUM É DEVIDO A RETIRADA CIRURGICA DA
GLANDULA DEVIDO A CA
** QUADRO CLINICO**
Hiperexcitabilidade neuromuscular
Alterações de dentes
Cardíacas
Tetania - concentrações abaixo de 4
o Em casos leves paresias de extremidades e periorais
o Em casos graves: espasmo laringoespasmo, contrações musculares
ACHADOS CLASSICOS: SINAL DE TROUSSEOU E CHOVESTEK
Convulsões, cris etonico clonicas generalizadas.
** TRATAMENTO**
Leve:> 8,0 -8,5
o Assintomáticos
o Reposição de cálcio pela dieta ou formulações via oral 1000 mg dia já esta bom. (
carbonato ou citrato de cálcio)
o Corrigir vitamina D
Grave < 7,0
o Parestesias, irritabilidade neuromuscular com sinais. Realizar tto endovenoso
Qt prolongado.
o 0,5 A1,5 mg/Kg de cálcio elementar por hora após normalizada faer vo
o Gluconato de cálcio 10% 1- 2g( 10-20 ml) + SG5% 100 ml – 10-20 min infusão mais
rápida
o Cloreto de cálcio 270/10 ml em 10 20 minutos
**HIPERCALCEMIA**
Calcio sérico > 10,5 mg/dL
** ETIOLOGIA**
Hiperparatireoidismo ou de malignidade. Que causa maior reabsorção óssea devido o aumento do
mecanismo do osteoclasto.
MANIFSTAÇOES CLINICAS:
Deposição de cálcio nas válvulas cardíacas, coronárias e fibras miocárdicas
Diminuir potencial de acao do miocárdio qt encurtado
Has
Nefrolitiase
Polaciúria e polidpsia
**TRATAMENTO**
Leve: > 12 sem sintomas mas se tiver sintomas tto
o Apenas monitoramento com densitometria óssea, marcadores bioquímicos
o Hiperparatireoidismo primário : cirúrgico.
Grave > 14
o Confusão mental
o Hidratação vigorosa 4 – 6 litros nas primeiras 24 horas ( depende do grau de desidratação
e comrbidades)
o Esquema: 200 -300 ml de SF 0,9% / hora mantendo debito urinario 100 – 150 ml / h
o Cada 4 litros de salina diminui 2,4 mg/dL
o Diuréticos de alça podem ser usados como coadjuvantes 20- 40 mg furosemida /dia
o Refratário pode usar 80 -100 mg ev/dia
** CHOQUE**
É a expressão clinica da hipóxia celular tecidual e orgânica. É causado pela incapacidade do sistema
circulatório de suprir as demandas celulares de oxigênio por oferta inadequada de oxigênio por
demanda tecidual aumentada
** FISIOPATOLOGIA**
1. difusão do oxigênio dos pulmões ao sangue: entrada do ar atmosférico pelos pulmões
2. ligação do oxigênio para hemoglobina: carreador pelo sistema : grupo heme
[Link] de oxigênio pelo debito cardíaco
[Link] do oxigênio para a mitocôndria.
**CRITÉRIOS CLINICOS**
O choque deve ser suspeito em pacientes com sinais de hipoperfusao tecidual.
• Pressão arterial diminuída
• Debito urinário diminuído
• Rebaixamento do nível de consciência
• Aumento do tempo de enchimento capilar
• Hipoferfusao e presença de livedo ( na área do joelho esta ligado diretamente a mortalidade ,
SENDO um marcador importante d ehipoperfusao tecidual)
• Aumento da frequência cardíaca
• Aumento do lactato sérico
• Ph arterial com acidose
** CRITÉRIOS LABORATORIAIS**
Hiperlactatemia: metabolismo anormal do oxigênio celular, sendo que o nível normal no sangue
é de 1 mmol/L e o nível aumentado é acima de 2 no choque.( aumenta devido a hipóxia celular, causando
acidose, devido que na formação de ATP que é atendida pela respiração mitocôndria em condições de
hipóxia é fornecido a partir de fontes não mitocondriais e aumenta a liberação e prontons( H+) causa
acidose.
**MECANISMO DO CHOQUE **
** TRATAMENTO**
**FATORES DE RISCO**
Antecedentes de trombose venosa
IAM ate 3 meses
Artroplastia de quadril e joelho
Fratura de membros inferiores
Lesão medular
Politrauma
Internação recente por 3meses
E vairos outros.
**FISOPATOLOGIA**
Com a maior carga de coágulos e consequentemente a obstrução, a pressão arterial pulmonar e a
resistência pulmonar aumentam, levando a dilatação ventricular direita, redução da pre carga para
ventrículo esquerdo e lesão miocárdica, causando liberação de troponina e peptídeos natriuréticos tipo
B. a dilatação do ventrículo direito evidenciada na tomo de tórax ou no ecocardiograma, sugerida pela
elevação das troponinas ou bnp b, indica insuficiência cardíaca direita e aumento do isco de choque
circulatório e de morte.
Os dois mecanismo de morte por tep são:
Oclusão da artéria pulmonar
Efeito isquêmico no sistema de condução de HIS-PURINJE.
Anatomicamente o TEP em sela ou cavaleiro indica um trombo alojado na bifurcação da artéria
pulmonar, implicando maior incidência de instabilidade hemodinâmica e mortalidade. Se alojado em
ramos distais , é chamado de TEp lobar.
Há 3 condições que definem o tep como maciço:
1. PCR
2. Choque obstrutivo PAS < 90 mmHg com necessidade de inotrópicos para mantes > 90 mmHg
3. Sinais de hipoperfusao (RNC, oliguria, > TEC, pele fria e úmida, e aumento do lactato sérico.
** TRIADE CLASSICA DO TEP: dispneia, dor torácica pleurítica, hemoptise
**EXAMES DIAGNOSTICO**
Oximetria e gasometria artéria
D dmero
Eletrocardiograma
Ecocardiógrafa
Rx tórax
Angiotomografia- padrão ouro
Arteriografia pulmonar
Pocus
** CONDUTA**
1. Determinar qual é a probabilidade clinica
2. Colocar no critério de weels ou geneva.
3.
4. Baixo risco: <10 % de propabilidade coloc ano PERC para descartar suspeita e encerrar
investigação
5. Alto riso deve ser encaminhado para exames confirmatórios.
**TRATAMENTO**
1) SUPORTE HEMODINAMICO:
cristaloide em bolus de ate 500 ml em hipotensos, pensar em sobrecarga de VD
DVA: inotropismo ↑PA e TEC:
o Noraepinefrina 0,2 -1,0 ug/ kg/min
o Dobutamina: em uso de nora para manter PA >90 mmHg é utilizado par amelhorar o
debito cardíaco. 2 -20 ug/kg/min
2) SUPORTE VENTILATORIO: sat < 90%
IOT: falha do suporte não invasivo
Ficar sob monitorização
Na IOT evitar dorgas hipotensivas
VM Pressao < 30 mmHG
3) ANTICOAGULAÇÃO PARENTERAL
Hbpm: enoxaparina – olhar clerance de creatinina
o 1,5mg/kg 1x ao dia
o 1,0 mg/kd 2 x ao dia
o DRC: 0,6-1,0 um/ml 2 x ao dia
o Não suar clerance abaixo de 30
NHF:
o Ataque: 80UI/kg ev
o Infusão continua 18 ui/ kg-h e ajustes pelo TTPa entre 1,5 – 2,5
ACNTICOAGULAÇAO ORAL:
o Deve ser substituída precocemente possível
o Varfarina: 5mg 1 x ao dia e manter INR entre 2,0-3,0
o Rivaroxabana: 15 mg 12/12 horas por 21 dias , seguidno de 20 mg 1 x ao dia ate 3
meses, se continuar 10mg 1 x ao dia.
FILTRO DE VEIA CAVA
TROMBOLISE
o Hipocinesia de Vd
o Troponina elevada
o Bnp B
o HIPOXEMIA
EMBOLECTOMIA
• Infecção;
• Iatrogenia (hidratação venosa exagerada);
• Hipertensão arterial descontrolada;
• Embolia pulmonar;
• Injúria renal aguda;
• Outros fatores (anemia, tireoidopatias).
Tratar a causa>
** FISIOPATOLOGIA**
A hipertenso leva a um aumento da pos carga do ventrículo esquerdo que em um coração com função
diastólica ou sistólica alterada, leva a uma insuficiência cardíaca com retenção de liquido na circulação
pulmonar. Além disso a sobrecarga de volume pode piorar esse quadro, assim como a isquemia
miocárdica e doenças valvares. A hipertensão pode ser a causa de EAP e também pode ser um fator que
exacerba a congestão pulmona. Por exemplo uma sobrecarga de volume com congestão pulmonar, a
hipertensão pode ser uma resposta compensatória que leva o aumento da resistência vascular periférica,
perpetuando a congestão pulmonar.
** SINAIS E SINTOMAS**
Dispneis
Intolerância aos esforços
Ortopneia
Dispneia paroxística noturna
Tosse fadiga
Ao exame: insuficiência respiratória aguda. Com estertores crepitantes em todos os campos, taquipneia
e hipertensão. Pode identificar o ritmo galope B3.
2022/2 – 11ª SEMESTRE
Gustavo Benetti Braga – RA: 1901400
**TRATAMENTO**
1. REDUZIR A PA EM % NAS PRIMEIRAS HORAS :
a. nitroprussiato : 50 mg/2 mL) 2 mL + SG 5% 248 mL (200 micrograma/mL) 0,25-0,5
micrograma/kg/minuto EV em BI com aumentos de 0,5 micrograma (dose máxima: 8-10
microgramas/kg/minuto).
b. Nitroglicerina: (50 mg/10 mL) 10 mL + SG 5% 240 mL (200 microgramas/mL) 5-10
microgramas/minuto EV em BI (1,5-3,0 mL/hora), com aumentos de 10 microgramas/minuto a cada 3-
5 minutos (dose máxima: 100-200 microgramas/minuto ou 60 mL/hora);
2. Diurético de alça :
a. Furosemida: (20 mg/2 mL) 0,5-1 mg/kg EV, até melhora da congestã
3. Morfina em dose analgésica ampola em 9 ml de agua destilada e aplicar de 2 – 3 ml
4. Vni
** FEBRE REUMÁTICA**
Nem todas as infecções por EBHGAS do grupo de bactéria causam FR, nem todas as cepas esses
grupos de bactérias são reumatogenicas
A patogenia dessa doença ainda não é totalmente comprrendida mas parece ocorre por meio de
reação cruada ou sej mimetismo molecular . pacientete com FR apresentam altos níveis de
anticorpos contra proteína M, que pode atuar como um seperantigeno, induzindo uma resposta
imune excessiva e autoimunidade. Ela impede a fagocitose e a acao do complemento e ajuda a
fixar a abacteria na célula epitelial da faringe.
**QUADRO CLINICO**
Incia-se de 2 a 4 semanas após um quadro de faringite esteptococica , podendo surgir com um
mininmo de 1 semana e maixomo 5 semanas.
Critérios de Jones modificados auxilia no diagnostico.
Sintomas:
Artrite: poliartrite de grandes articulações, assimétrica, intensa, muito dolorosa, migratória e
fugaz, com boa resposta aos anti inflamatórios.
Cardite: na fase aguda o envolvimento do miocárdio pode provocar cardiomegalia, taquicardia,
distúrbios de condução, insuficiência cardíaca congestiva.
Pericardite: pode se manifestar como desconforto ou dor torácica, derrame ou atrito pericárdico,
não costuma evoluir com pericardita constritiva
Dano valvar: devido o envolvimento do endocárdio provocando valvulite mitral ou aórtica.
Coreia de sydenham: é desordem neurológica que se manifesta por movimentos abruptos,
involuntários e desordenados de membros e face.
Nódulo subcutâneo: aparece após semanas da doença e se associam a cardite. São pequenos em
tornod e 1 cm firmes e indolores localizados comumentes sob proeminência óssea, como
cotovelos, joelhos e punhos e região occipital. Podem ser únicos e múltiplos
Eritema marginado: tarta-se de umr ash cutâneo de caráter evanescente não pruriginoso, de
coloração rósea avermelhada que acontece frequentemente em tronco e porcao proximal ds
membros e poupa a face. Lesões que podem desaparecer emq uestoe sde horas e banho quente
pode tronalas mais evidentes , esta ssociada a cardite.
**TRATAMENTO**
3 FASES:
A. PROFILAXIA PRIMARIA OU ERRADICAÇÃO DO FOCO: é erradicar a cepa da orofaringe
do paciente com FR, com uso de antibiotic com eficácia clinica e bacteriológica comprovada, de
fácil adesao, baixo custo , espectro adequado e efeitos colaterais mínimos.
o Atb durante 10 dias
o Mas uma única dose de penicilina benzatina é suficiente. > 20 kg: 1200000 ui IM
o Se alergia eritromicina 40mg/kg/dia 8/8 horas por 10 dias
B. TRATAMENTO SINTOMATICO
o ARTRITE: aines de 1 a 6 semanas e analgésicos
o CARDITE: corticosteroides com comprometimento grave a moderado
prednisona 1 -2 mg/kg/dia 12/12 horas de 2 a 4 semanas
após esse período dose única pela manha com retirada em 12 semanas
pulsoterapia com metilprednisona 30mg/kg por 3 dias
o COREIA:haloperidol permanece como melhor opção terapêutica para casos graves com
melhora clinica após 5 dias em media e desaparecimento dos sinais em 30 a 40 dias – 5m
/dia
C. PROFILAXIA SECUNDARIA;
o PENICILINA BENZATINA 1.200.000UI A CADA 4 SEMANAS
DIAGNOSTICO:
Requer invariavelmente admissão hospitalar e frequentemente em uti e associa-se a longa
permanecia e desfechos desfavoráveis de curto e longo prazo.
Melhor forma é utilizar fatores e risco.
FISIOPATOLOGIA
*HIPOPERFUSÃO RENAL: ou IRA pré renal e a principal causa. A hipopefusao renal pode ocorrer
devido a diversas causas ( hipovolemia, vasodilatação sistêmica, aumentando a resistência vascular)
ativando mecanismo adaptativos de autorregulação sistema nervoso simpático e o renina angiotensina
androsterona para manter a taxa de filtração glomerular.
*SEPSE: leva a indução de oxido nítrico e oxido nítrico síntese com consequência a vasodilatação,
carretando a diminuição do enchimento capilar e ativação dos barroreceptores, essas alterações ativam
o SRAA e vasoconstrição renal. Simultaneamente a vasopressina e liberada também retendo agua.
*NECROSE TUBULAR POR EXPOSIÇÃO A TOXINAS: drogas nefrotóxicas( atb, contraste e
outros), toxinas endógenas ( mioglobina, acido úrico) soa filtradas e concentradas pelso nefrons ate
atingir níveis tóxicos para os nefrons
*RABDOMIOLISE: ocorre após trauma, overdose de narcóticos, embolia arterial, e uso de
medicamentos que causam grande lesão renal.
*SINDROME CARDIORENAL:
1) Tipo 1: IC lesão renal aguda
2) Tipo 2: ICCcausa DRC progressiva
3) Tipo 3: agravamento abrupto e primário da função renal devida( Isquemia renal,
glomerulonefrite, disfunção cardíaca
4) Tipo 4: DRC primaria disfunção cardíaca
5) Tipo 5: secundário: distúrbios sistêmicos agudos ou crônicos( sepse, DM )
*SINDROME HEPATORRENAL: mais comum em pacientes com cirrose e ascite.
aumento da creatinina serica >0,3 em 48 horas
*CIRURGIA DE GRANDE PORTE: perda de liquido para 3 espaco, vasodiltçao periferica
*LRA ASSOCIADO A CIRURGIA CARDIACA: baixo DC, congestão, DRC, diabetes
* HIPERTENSAO INTRA ABDOMINAL: leva a diminuição da perfusão renal, devido a
vasoconstrição das artérias renais.
*GLOMERULONEFRITE RAPIDAMENTE PROGRESSIVA
2022/2 – 11ª SEMESTRE
Gustavo Benetti Braga – RA: 1901400
EXAMES COMPLEMENTARES:
URINA 1
SODIO URINARIO
CREATININA SERICA
USG RENAL COM DOPLLER
PREVENÇAO E TRATAMENTO
1. Verificar fatores reversíveis que possam causar: hipovolemia, hipotensão, baixo debito cardíaco,
sepse, obstrução,drogas nefrotóxicas
2. lembrar dos agentes nefrotóxicos
3. suporte nutricional. Dieta hipossódica e pobre de potássio
4. ajustar dose de medicamentos conforme função renal
TRATAMENTO:
1. Reposição volêmica:
- cristaloide isotônico lento em 24 horas
[Link] vasopressoras:
- dopamina (0,5 a 3ui/kg/min)
3. diuréticos de alça
-furosemida 1,0 – 1,5 mg/kg
4. correção dos distúrbios hidroeletrolíticos
5. terapia de substituição renal
SÍNDROMES GLOMERULARES
1) Síndrome Nefrítica = Glomerulonefrite Pós-Estreptocócica
2) Alterações Assintomáticas = Doença de Berger
3) Síndrome Nefrótica = Várias (Anexo)
4) Glomerulonefrite Rapidamente Progressiva (GNRP)
5) Trombose Glomerular (SHU)
1) Síndrome Nefrítica:
(Oligúria — HAS — Edema) + Hematúria Dismórfica + Cilindros Hemáticos
⇨ Critérios Diagnósticos:
- Faringite ou Piodermite Recente?
- Período de Incubação é Compatível? (1-3 semanas se faringite, 2-6 semanas piodermite)
- Infecção Estreptocócica? ASLO / antiDNAseB
- Queda Transitória do C3 / CH50… (até 8 semanas)
⇨ Indicações para Biópsia:
- Anúria / IR acelerada (GNRP?)
- Oligúria > 1 semana
BIÓPSIA: GIBAS,
- Hipocomplementemia > 8 semanas
-Proteinúria Nefrótica CORCOVAS, HUMPS
- Evidências de Doença Sistêmica
- HAS ou Hematúria macroscópica > 6 semanas (SBP)
⇨ Tratamento: Diuréticos (Furosemida)
- Restrição Hidrossalina
- Vasodilatadores (Hidralazina)
- Diálise (se necessário…)
- Antibióticos??? (controle epidemiológico para eliminar cepas nefretogênicas)
2) Alterações Assintomáticas:
Doença de Berger (Nefropatia por IgA):
(Glomerulopatia primária crônica mais HEMATÚRIA — NADA — HEMATÚRIA
comum no mundo!)
SÍNDROMES TÚBULOINSTERSTICIAIS
1) Nefrite Intersticial Aguda
2) Nefrite Intersticial Crônica
3) Necrose tubular aguda
4) Lesão Tubular Específica
5) Necrose de Papila
SÍNDROMES VASCULARES
1) Estenose Unilateral = Hipertensão Renovascular
2) Estenose Bilateral = Nefropatia Isquêmica
3) Infarto Renal
4) Ateroembolismo Renal
5) Trombose de Veia Renal
1) Estenose Unilateral
- HAS (alcalose + K baixo), Sopro, Assimetria Renal
- Rastreio: cintilografia / Doppler - LAB: Renina e Aldosterona Aumentada
- Confirmação: Arteriografia / angioTC / RNM
- Tratamento:
- se Aterosclerose: IECA / antagonista angiotensina tipo I / “bypass"
- se Displasia: angioplastia
2) Estenose Bilateral (Nefropatia Isquêmica)
- IRA pós uso de pril / sartan… (atenção ao uso)
- Tratamento: revascularização ou diálise…
3) Infarto Renal
- Fonte emboligênica… dor súbita, HAS, febre, elevação de LDH…
- Diagnóstico: TC / Cintilografia
- Tratamento: Anticoagulação + Revascularização (droga / cirurgia)
4) Ateroembolismo Renal
- Pós lesão vascular (Cateterismo) —> Chuva de gordura…
- IRA, Livedo Reticular, Isquemia Periférica (dedo azul)…
- Hipocomplementemia, Eosinofilia…
- Histopatológico: Fissuras Biconvexas
I - ALTO RISCO > 0,3 ou 1,5 - 2x < 0,5ml/kg/hora durante > 6 horas
CAUSAS:
PRÉ-RENAL RENAL
Queria segurar,
Não deixa ir Na+ Urinário < 20mEq/L Na+ Urinário > 40mEq/L mas não
embora o consegue,
FE Na+ < 1% FE Na+ > 1%
sódio, que então excreta
muito sódio Osmolaridade Urinária > 500mOsm/L Osmolaridade Urinária < 350mOsm/L mais do que
e água!! gostaria
Densidade Urinária > 1020 Densidade Urinária < 1015
A2 30-300mg/dia
A3 > 300mg/dia
*É prognóstico cardiovascular!!!
ANEMIA PTH
FERRO
Eritropoetina FOLATO
DOENÇA ÓSSEA (hiperparatireoidismo 2ºrio): PTH ⇧ ,vai tirando cálcio do osso e ficando fraco
HIPERPARA 2ario
HIPOCALCEMIA
Vitamina D HIPERFOSFATEMIA
INDICAÇÕES DE DIÁLISE:
⇨ Alterações ECG:
- Apiculação da onda T e Redução do Intervalo QT
- Alarga o qRS
- Achatamento da onda P
⇨ Tratamento:
- Estabilizar membrana para evitar arritmia (ECG Alterado): Gluconato de Ca++
- Baixar o K+: glicoinsulinoterapia / HCO3 / B2-agonista
- Jogar fora K+: sorcal / furosemida / diálise
3) HIPOCALEMIA (K < 3,5 mEq / L)
• Entrada de K+ da célula: Insulina, queda de H+, Adrenalina, Vitamina B12
• Perda de K+: Digestiva (Cuidado: Vômito) x Urinária (⇧ ALDO)
⇨ Alterações ECG:
- Some a onda T e aumenta o intervalo QT
- Aumenta a onda U
- Apicula a onda P
⇨ Tratamento:
Se Refratária:
- Oral: 40-80 mEq / dia
Repor Magnésio
- IV: não usar SG 5% se grave…
• Associação Mnemônica: pH….HCO3 (Rim) / CO2 (Pulmão)
HCO3 ACIDOSE
BAIXO
PCO2 ACIDOSE
ALTO
• A Resposta Compensatória:
- Acidose Metabólica - PC02 esperada = (1,5 x HCO3 ) + 8
- Alcalose Metabólica - PCO2 esperada = HCO3 + 15
5) Alcalose Metabólica – ⇩ K / ⇩ Cl
⇨ Causas (importante: hipocalemia / hipocloremia):
- Vômitos, Obstrução Pilórica, HRV, Hiperaldosteronismo…
⇨ Tratamento:
• Hipovolêmica: SF 0,9% + KCl
• Hipervolêmica (Hiperaldosteronismo):
- 1ºrio: HRV: Espironolactona, cirurgia…
- 2ºrio: IECA
I. Clearance de Creatinina
(140 - Idade) x Peso
Creatinina x 72
ARTRITES SOROPOSITIVAS
1) Artrite Reumatóide (Fator Reumatoide +)
2) AIJ
3) Espondilite Anquilosaste
4)
5)
Síndrome de Reiter
Artrite Psoriásica /
Enteropática
} Espondiloartropatias
SORONEGATIVAS
< 6 semanas 0
DURAÇÃO
> 6 semanas 1
- 3 Formas de apresentação:
a) Oligoarticular (+ comum / < 5 articulacoes)
FR negativo, meninas < 6 anos, assimétrica, UVEÍTE ANTERIOR SE FAN +
b) Poliarticular (> 5 articulacoes)
FR negativo, meninas, < 10 anos, assimétrica
FR positivo, meninas > 10 anos, simétrica (poupa mãos)
c) Doença de Still = Sistêmica (Febre, rash cutâneo róseo)
3) Espondilite Anquilosante
Homens, < 40 anos, HLA-B27, FR negativo, Hereditária
- Dor lombar / inicio insidioso / + de 3 meses / piora com repouso…
- Início: Sacroileíte >>>>>> Evolução: Calcificação ASCENDENTE
- Manifestação Extra-Articular + comum: Uveíte anterior
4) Síndrome de Reiter
(HLA-B27, FR negativo, Hereditária)
Atrite reativa à infecção Clamídia
Artrite — Uretrite — Conjuntivite
- Blenorragia, Balanite, Uveíte, Dactilite
- Geralmente apresenta boa resposta ao AINE
- se HIV+ = Pior Prognóstico!
COLAGENOSES
1) Lúpus Eritematoso Sistêmico
2) Síndrome do Anticorpo Antifosfolipídeo
3) Esclerose Sistêmica
4) Síndrome de Sjögren
5) Miopatias inflamatórias
6) Doença Mista do Tecido Conjuntivo
LÚPUS BRANDO
(1) Rash Malar “asa de borboleta"
(2) Fotossensibilidade
PELE / MUCOSAS
(3) Lúpus Discóide
LÚPUS MODERADO
(4) Úlceras Orais (indolores)
LÚPUS GRAVE
Leucopenia (< 4.000)
HEMATOLÓGICO
Linfopenia (< 1.500)
Plaquetopenia (< 100.000)
RIM (8) Proteinúria > 500 mg/dia (ou > 3+) OU Cilindros Celulares
Lúpus Brando: Cortocóide tópico / Antimaláricos / Corticóide Sistêmico (dose anti- inflamatória) /
Talidomida (Lúpus discóide)
“Sind. Lupus-like” (farmaco-induzido): Anticorpo ANTI HISTONA
Drogas causadoras – PHD: procainamida, hidralazina, d-penicilamina
3) Esclerose Sistêmica
- Mulher (Boquinha), Raynaud, Esclerodactilia, Esôfago
- Clínica / capilaroscopia ungueal: sensibilidade 98% / FAN +
C R E S T
calcinose raynaud esofagopatia sclerodactyly telangiectasias
Poliangeíte Microscópica
Churg-Strauss Púrpura Palpável /
PEQUENOS VASOS Granulomatose de Wegener Hemorragia Alveolar /
Crioglobulinemia Glomerulonefrite / Uveíte
Púrpura de Henoch-Schönlein
Behçet
VARIÁVEL Variável…
Buerger
Diagnóstico das Vasculites:
- Laboratório: ⇧ VHS e PCR; Anemia normo / normo (doença crônica); Leucocitose; ⇧ Plaquetas
- ANCA (+) - lembrar: associação com lesão renal
- C-ANCA (Granulomatose de Wegener)
- P-ANCA (Poliangeíte Microscópica / Churg-Strauss)
- Confirmação: Biópsia; Angiografia (grandes vasos)
a) TAKAYASU b) TEMPORAL
• Patogênese:
- Idiopática (maioria)
- HBV (HBsAg / HBeAg) PAN - POUPA PULMÃO
PAN - POUPA GLOMÉRULO
• Quadro Clínico:
- Mononeurite Múltipla (vasa nervorum)
- Insuficiência Renal e HAS Renovascular (não há lesão glomerular)
- Sintomas Gastrointestinais (angina mesentérica)
- Dor Testicular
- Lesão Cutânea (livedo, nódulo, úlcera)
• Diagnóstico:
- Biópsia (nervo, pele, testículo…)
- Angiografia (mesentérica, renal)
b) Doença de Kawasaki:
(menino 1-5 anos)
• Tratamento:
- Imunoglobulina até o 10o dia (1 dose)
- AAS em doses antiinflamatórias por 10 dias
- Após os 10 dias iniciais, mantém-se AAS em doses baixas até normalizar contagem
plaquetária… exceto se o paciente tiver desenvolvido aneurisma coronariano.
a) Poliangeíte Microscópica:
(homens de meia idade) P-ANCA = PEGA GLOMÉRULO – Sd pulmão rim
POLIANGEÍTE
MICROSCÓPICA = PAN + SÍNDROME
PULMÃO-RIM
b) Granulomatose de Wegener:
Quadro Clínico:
- VAS (sinusite, rinite, deformidade… nariz em sela) W - WC-ANCA
- Pulmão (hemoptise, nódulos…) E
- Rim (glomerulonefrite — possível GNRP G - Glomerulonefrite
- Olho (pseudotumor de órbita) E
N - Nariz
• Diagnóstico: E
- Sorologia: C-ANCA (única vasculite c-anca positivo) R - Respiratório
PODE FAZER SÍNDROME PULMÃO RIM
- Confirmação: Biópsia!!
c) Síndrome de Churg-Strauss:
• Quadro Clínico:
- Asma “tardia" — fase prodrômica
- Eosinofilia + Infiltrado pulmonar migratório — fase eosinofílica
- Fase Vasculítica — pele, nervo pulmão…
• Diagnóstico:
- Sorologia P-ANCA
- Confirmação: Biópsia Pulmonar
4) VASCULITE MICRO
a) Púrpura de Henoch-Schönlein: Criança - meninos de 3-20 anos
IVAS —> Aumento de IgA que se deposita nos vasos
• Quadro Clínico:
- Púrpura Palpável (MMII e Nádegas)
- Hematúria (lembra Berger)
- Dor Abdominal (acometimento de vasos intestinais) TRÍADE
- Artralgia CLÁSSICA
4) VARIÁVEIS
ARTICULAÇÃO CORAÇÃO
1) Febre Reumática Poliartrite (2 - 4 semanas) Lesão aguda: Insf. Mitral
Criança que teve faringoamigalite Padrão articular: Lesão crônica: Estenose Mitral
- Grandes articulações
Por S. Pyogenes – Apresenta reação - Migratória e Assimétrica *ECO
Cruzada á bactéria
SNC PELE
Coréia de Sydenham Nódulo subcutâneo
- Tardia (1 - 8 meses) Eritema Margitado
- Desaparece no sono Relação com cardite
(Juntas) Poliartrite
MAIORES
Nódulos Subcutâneos
Eritema Marginado
Coréia de Sydenham
Poliartralgia
MENORES
Elevação do intervalo PR
- Diagnóstico:
Infecção Recente Estreptocócica + 2 Critérios Maiores OU
(documentada: ASLO, Anti-DNAse B, 1 Critério Maior e 2 Menores
Cultura de Orofaringe)
⇨ Prevenir recidivas:
- Afastar fatores de risco (álcool, diuréticos
tiazídicos…)
- Colchicina + redução da uricemia com alopurinol
(redução da síntese) ou probenecida (eliminação
renal)
3) Osteoartrose = Degenerativa
(Idade > 45 anos, obesidade, história familiar…)
- Dor piora com movimento e melhora com
repouso…
- Rigidez < 30 min, firme, limitação, crepitação
- Acomete IFD e poupa MCF e tornozelo
- Radio: osteófito, redução do espaço articular
• Tratamento: Conservador / Paracetamol
Refratário; Artrite: AINE
4) Fibromialgia
Mulher - Dói, Dói, Dói, Dói TUDO…. há mais de
3 meses - Não é diagnóstico de exclusão!!
- Relacionado à insônia, Sd do Intestino Irritável
Tratamento: exercício físico + ADT (amitriptilina)
ANEMIAS
Avaliação Inicial:
HIPERPROLIFERATIVA HIPOPROLIFERATIVAS
(Reticulocitose > 2%) (Sem Reticulocitose < 2%)
Anemias Carenciais
Anemias Hemolíticas (ferropriva, B12, folato)
Fibrose / Infiltração MO
ANEMIAS HIPOPROLIFERATIVAS
ANEMIA a) FERROPRIVA b) DOENÇA CRÔNICA c) MEGALOBLÁSTICA
Deficiência de de B12
Deficiência do Ferro Inflamação Crônica
(an. perniciosa) ou
Causa *hemorragia GI em > 50 (infecção, câncer,
Deficiência de Folato
anos (colono / EDA) autoimune)
(alcoolismo)
Elevado VCM,
normo / normo ou
normo / normo ou pancitopenia,
Hemograma micro / hipo, ⇧ RDW
micro / hipo neutrófilos
e elevada Plaq.
hipersegmentados
LDH elevado, BI
Ferro baixo, IST baixo, Ferro baixo, IST baixo, elevada, Homocisteína
Cinética do Ferro Ferritina baixa, TIBC Ferritina alta, TIBC elevada
elevado baixo B12: Ac. Metilmalônico
elevado
ANEMIAS HIPERPROLIFERATIVAS
- ANEMIAS HEMOLÍTICAS
d) Esferocitose Hereditária
- Conceito: citoesqueleto alterado —> hemácias hipercrômicas e esplenomegalia
- Hematoscopia: esferócito (Coombs Direto negativo)
- Diagnóstico: Teste de Fragilidade Osmótica (lise da membrana)
- Tratamento: Esplenectomia, se caso grave
e) Hemoglobinopatias
I. Beta-Talassemia
- Conceito: Defeito na quantidade de cadeias beta de globina
- Única anemia hemolítica micro / hipo + RDW normal + muito Ferro (ddx: anm. ferropriva)
LEUCEMIAS CRÔNICAS
a) LMC b) LLC
(idosos)
Acúmulo de Leucócitos Adultos
PATOGENIA Cromossomo Philadélfia Linfócitos B CD5+ que não
t(9,22): gene bcr-abl viram plasmócitos
(Tirosina quinase)
Linfocitose, adenomegalia,
Neutrofilia acentuada, basofilia,
CLÍNICA E elevado risco de infecção por
eosinofilia, esplenomegalia, baixo
LABORATÓRIO baixos níveis de anticorpos,
risco de infecção
anemia e plaquetopenia
MIELOMA MÚLTIPLO
Tumor de Plasmócitos na MO (elevação de anticorpos - Ig)
*subtipo + comum: IgG… (se for IgM = macroglobulinemia de Waldenstrom)
- Anemia (ROULEAUX DE HEMÁCIAS)
- Lesão Óssea Lítica (obs: cintilografia e FA normais)
CLÍNICA - Hipercalcemia (náuseas, poliúria, desorientação)
- Insuficiência Renal (PROTEINÚRIA DE BENCE
JONES)
- Infecções (hipogamaglobulinemia funcional)
> 10% de plasmáticos clonais na MO
DIAGNÓSTICO - Diminuição dos níveis das Ig não envolvidas
- Lesão de órgão-alvo (clínica)
PROGNÓSTICO beta-2-microglobulinemia = pior prognóstico
LINFOMAS
Tumor de linfócito que começa no tecido linfóide (linfonodo)
HODGKIN
LINFOMA a) b) NÃO-HODGKIN
(Cél. Reed-Sternberg)
I. 1 cadeia linfonodal
II. > 2 cadeias (mesmo lado do diafragma)
ESTADIAMENTO
III. > 2 cadeias (lados opostos do diafragma)
(Ann-Arbor)
IV. Acometimento extra-nodal
A - sem sintomas B / B - com sintomas B
HEMOSTASIA
1ário 2ário
(PLAQUETAS) (FATOR DE COAGULAÇÃO)
Pele / Mucosa Articulação / Órgão Interno
QUADRO CLÍNICO
“não para de sangrar" “para de sangrar e depois volta"
Destruição ou Disfunção de Deficiência de fatores de
PATOGENIA
plaquetas coagulação
INFECTOLOGIA
SÍNDROMES FEBRIS
a) ARBOVIROSES
DOENÇA I. FEBRE AMARELA II. DENGUE (sorotipos 1-4)
b) BACTERIANAS
FEBRE TIFÓIDE II. LEPTOSPIROSE
DOENÇA I.
(Salmonella typhi) (L. interrogans)
Cefalosporina 3ª OU Penicilina G
TRATAMENTO
Ciprofloxacin Doxiciclina (forma leve)
Profilaxia: Vacina
c) PROTOZOOSES
MALÁRIA II. CALAZAR
DOENÇA I.
(P. vivax, falciparum, malariae) (Leishmania chagasi)
SIDA - HIV
• Diagnóstico da Infecção:
a) Idade > 18 meses: Anticorpo (ELISA ou 2TR) + Vírus (RNA)
b) Idade < 18 meses: Vírus (2 vezes RNA)
• 1a Linha:
3º
TDF + 3TC + droga
(Tenofovir) (Lamivudina)
3º DROGA:
(1) Geral ⇨⇨ DTG (Dolutegravir)
(2) TB ⇨⇨ EFZ (Efavirenz)
(3) HIV grave ou Gestante ⇨⇨ RAL (Raltegravir)
• Profilaxia Pré-Exposição:
Indicações: Homens que fazem seco com homens
- Trans / Profissionais do Sexo
- Casais Sorodiscordante
⇨ TDF (Tenofovir) + FTC (Entricitabina) - Contínuo
• Doenças Definidoras de AIDS:
a) Candida: esôfago, via aérea
b) Tuberculose: extra-pulmonar
c) Infecções oportunistas: PCP, Neurotoxoplasmose, Chagas, criptococose
d) Neoplasias: Kaposi, Linf. Não-Hodgkin, Ca de Colo Invasivo
a) PneumoAIDS –
PRINCIPAIS EM PROVAS
DOENÇA ACHADOS TRATAMENTO
b) neuroAIDS
DOENÇA ACHADOS TRATAMENTO
c) gastroAIDS
DOENÇA TRATAMENTO
CÂNDIDA Fluconazol
CMV Ganciclovir
HERPES Aciclovir
INFECÇÕES BACTERIANAS
a) PNEUMONIAS
• Como Tratar?
a) Ambulatório: Pneumococo, Mycoplasma, [Link]
- Hígido: Doxiciclina OU Macrolídeo (azi, clari, eritromicina) OU Amoxicilina (Brasil)
- Comorbidades (IC / DPOC) / ATB < 3 meses / Pneumococo Resistente:
Fluoroquinolona (moxi, levo, gemifloxacino) OU
Macrolídeo + beta-lactâmico (clavulin)
• Complicação:
DERRAME PARAPNEUMÔNICO - é um exsudato se:
- Proteína pleural / Proteína sérica > 0,5
- LDH pleural / LDH sérica > 0,6
- LDH líquido pleural > 2/3 do limite superior no soro
⇨ é complicado se: 1 deles já é suficiente
- pH < 7,2
- Glicose < 40-60
- LDH > 1000
- Presença de pus ou bactérias
• Tratamento:
- Complicado: Drenagem em selo d'água
- Não-Complicado: Somente ATB
• Agentes Etiológicos:
⇨ Valva Nativa:
- 1o = Streptococcus viridans (subagudo/quadro arrastado – Principal na Comunitária)
- 2o = S. aureus (agudo - usuário de drogas IV e Principal hospitalar)
- outros: Enterococo / S. bovis (requer colonoscopia)…
⇨ Valva Protética:
- < 2 meses da troca = S. Coagulase negativo e aureus
- Entre 2 meses e 1 ano = Mistura os dois
- > 1 ano da troca = agentes de valva nativa
• Tratamento:
⇨ Valva Nativa: Oxacilina + Penicilina + Gentamicina
- Usuário de Drogas: Vancomicina + Gentamicina
• Líquor:
- Elevação de POLImorfonucleares + Glicose BAIXA = Bactéria!!
- Diplococo Gram +: pneumococo
- Diplococo Gram -: meningococo
- Elevação de LINFOMONOnucleares + Glicose BAIXA = Fungo ou Tuberculose!!
- Fungo: criptococo (HIV) —> tinta nanquim +
- Tuberculose
- Elevação de LINFOMONOnucleares + Glicose NORMAL = Vírus!!
- Enterovírus
• Profilaxia:
- É feita para: meningococo e haemophilus
- Quando indicar?
- meningococo: todos os contatos (independente de calendário vacinal); Profissionais de
Saúde com invasão sem EPI
- haemophilus: todos contatos próximos se houver contactante < 4 anos sem vacina
- A droga é: Rifampicina 4 doses de 600mg
- meningococo: 12 em 12 horas
- haemophilus: 24 em 24 horas
Cuidado! a profilaxia é indicada para o próprio paciente se este não fizer uso de
cefalosporina!
A mortalidade brasileira associada à Sepse gira em torno de 55%. Qual o principal fator associado
a elevada mortalidade:
Paciente de 70 anos se apresenta no pronto atendimento com historia de tosse com secreção
amarelada há 3 dias e febre medida de 39 graus há dois dias. Como sentiu falta de ar e tontura
procurou atendimento. Exame físico: regular estado geral; PA: 90x60mmHg (sentado); pulso:
110 ppm, FR: 30 irpm; tórax: murmúrio vesicular presente com estertores crepitantes em base
de hemitórax direito; restante de exame físico sem alterações. Como o paciente encontrava-se
com instabilidade hemodinâmica, foi encaminhado para UTI. Devido ao quadro clinico e com
raio x de tórax com condensação em base pulmonar direita, foi feito diagnostico de pneumonia
domiciliar e choque séptico. Foi iniciado antibioticoterapia com Amoxilina e clavulanato mais
azitromicina, reposição de volume e noradrenalina endovenoso. Nas próximas 24h apresentou
apenas 300 ml de diurese e apresentou os seguintes exames: creatinina plasmática: 3,0 (0,8-
1,2); ureia plasmática: 90 (até 40); potássio plasmático: 5,0 (3,5-5,5); BE:3 (-2 a +2); sódio
urinário: 40 meqL; fração de excreção de sódio de urina: 3%; urina tipo 1: PH:7,0 ; densidade:
1008; proteínas: negativo; eritrócitos: ausentes; leucócitos: ausentes; presença de cilindros
granulosos na urinálise. Qual das alternativas abaixo é a correta?
a. Sugere ser um quadro de IRA pré renal, pois apresenta sódio urinário alto e fração de
excreção de sódio alta.
b. O paciente não apresenta critérios para diagnostico de IRA.
c. Nenhuma das alternativas acima está correta.
d. Sugere ser um quadro de IRA renal (NTA), pois apresenta sódio urinário alto e fração de
excreção de sódio alta.
e. Trata-se de um quadro de IRA pós renal.
Paciente sexo feminino, 20 anos, sexualmente ativa, não gestante, procura atendimento em
unidade de PS com queixa de disuria, ardência miccional há 2 dias. Nega febre, náuseas, vômitos
ou calafrios. AP = nega urolitíase ou qualquer outra patologia das vias urinarias. Nega ITU na
infância ou ITU de repetição. Urina I: pH:8,0, densidade 1025, nitrito +, leucócitos 40.000 ml,
eritrócitos < 10.000 /ml. Utilizando o caso acima como referencia, responda qual alternativa
melhor se aplicaria em relação respectivamente a: patógeno mais comumente encontrado,
critério diagnostico microbiológico de maior sensibilidade, umas das opções terapêuticas de 1ª
linha e tempo de tratamento.
a. Os pacientes com IRA em UTI que necessitam de diálise apresentam baixas taxas de
mortalidade.
b. É uma patologia muito pouco frequente em pacientes internados.
c. A maiorias dos casos se enquadram em pós renal.
d. A maioria dos casos se apresenta na forma clinica oligúria.
e. Nenhuma das alternativas acima está correta.
Assinale uma das alternativas abaixo que apresenta um dos sinais clínicos ou achados de
investigação laboratorial da SIRS:
a. Nível de consciência.
b. Frequência respiratória > 22ipm
c. Oximetria de pulso < 88%
d. Pressão arterial sistoria < 100 mmHg.
A sepse é umas das principais causas de óbito no ambiente hospitalar e o seu manejo tem sido
extensivamente discutido e pesquisado. Dentre as medidas iniciais no manejo da sepse grave,
assinale a alternativa que apresente somente opções que comprovadamente aumentam a
chance de sobrevida do paciente.
a. Uso de corticosteróide na presença de choque séptico.
b. A transfusão de concentrado de hemácias para manter a dosagem de hemoglobina
acima de 10g/ dL.
c. O uso da alfadrotrecogina ativada (Xigris) nos casos mais graves, geralmente com índice
prognostico APACHE II acima de 24h.
d. Adm de antibióticos de amplo espectro na primeira hora.
e. Monitorização hemodinâmica invasiva com cateter venoso central, principalmente
controle da PVC (pressão venosa central) e saturação venosa central.
QUESTÕES Dra. Virginia
PROVA ASMA e RENITE – Clínica Médica 1
1- Descreva a definição de Asma e sua fisiopatologia de Asma:
DEFINICÃO: Processo inflamatório crônico dos brônquios devido a uma hiper-
reatividade brônquica, desencadeada por diversos fatores (genéticos + ambientais),
gerando broncoconstrição e o surgimento dos sintomas (tosse seca, presença de sibilo,
dispneia e opressão torácica).
3- Quais exames você solicita para avaliação da asma? O que você espera encontrar
em cada um deles?
1º) Radiografia de tórax (PA + perfil): Em um indivíduo asmático deve estar sem
alterações (normal);
2º) Espirometria: O mais importante é o VEF1 (volume expiratório forcado no 1º
segundo), este deve estar provavelmente menor que 80% em um indivíduo asmático;
3º) Hemograma: É pedido para avaliar existência de anemia, pois pode ser uma causa
de dispneia (serie vermelha), eosinofilia e dosagem de IgE.
31- Classificação IC
NYHA classe I
32- Quadro clinico de uma valvulopatia
Estenose aórtica
33- Hanseníase
TB paucibacilar indeterminada
34- Qual o primeiro exame deve ser pedido
Espirometria e RAIO X
Prova Clinica Médica II 2019 – SEPSE
PROVA PNEUMONIA (Dra. Virginia) – Clínica médica 1
Sr. Joao, 65 anos, masculino, não tabagista, residente em casa de alvenaria sem
saneamento básico com sua esposa de 60 anos, sua filha e três netos, vem ao seu
consultório com quadro respiratório febril agudo. Refere que tudo começou com um
quadro gripal, com coriza, espirros, dor de orofaringe, cefaleia e muito mal-estar geral.
Você faz diagnostico de Pneumonia adquirida na comunidade (PAC). Sendo assim
1- Descreva a definição de Pneumonia e de Traqueobronquite infectada
separadamente.
Pneumonia é o processo inflamatório infeccioso que acomete o parênquima pulmonar
(nível alveolar).
Traqueobronquite infectada, também é um processo inflamatório infeccioso, que
acomete a arvore traqueobronquiolar (nível de brônquio).
2- Quais são os sintomas clínicos (gerais e pulmonares) que este paciente possa estar
apresentando em quadro de Pneumonia e quais alterações podem ser encontradas
em cada fase do exame físico deste paciente, respeitando o exame físico estruturado
do tórax, iniciando na inspeção e terminando na ausculta.
Febre alta, desidratação, mal-estar, REG, taquicardia, taquipneia, dispneia, presença de
tosse seca ou produtiva, expectoração mucopurulenta
EXAME FISICO
-Expansibilidade diminuída no local acometido
-Frêmito toracovocal aumentado
-Percussão maciça ou submaciça
-Murmúrio vesicular diminuído
-Estertores crepitantes
3- Quais os 3 principais agentes etiológicos mais frequentes neste caso (na PAC)? Em
casos de Pneumonia, quais os agentes etiológicos que também podem causar o
processo?
Os 3 agentes principais causadores da PAC são: Haemoplylos influenza, Streptococcus
pneumoniae e Sthaphylococcus aureus. Além desses agentes temos outros agentes
atípicos, como: Mycoplasma pneumoniae, fungos e protozoários.
Tuberculose: além do rx de tórax o que pedir? Aí Enha alternaEva de cultura com sensibilidade e BAAR (se BAAR
negaEvo solicito cultura) Não sei a resposta dessa e não temos a correção
AVC sintomas a menos de 4,5h sem contraindicacao: resposta era realizar a trombólise
2 questões de lupus (n lembro como era) mas saber os exames (fan, anE ro, anE sm …)
HANSENIASE (era questão pra falar se estava verdadeiro mas n lembro o que falava)
_______________________________________
1- quadro de demência rapidamente progressiva com marcha magnéEca - hidrocefalia de pressão normal.
2- Dor arEcular com rigidez e acomeEmento de metacarpo
3- alterações motoras SEM déficit sensiEvo - esclerose lateral amiotrófica
4- papulas de go_ron - dermatomiosite
5- quadro clínico resposta sífilis
6- tratamento sífilis - penicilina G benzaEna
7- exames solicitados: hemograma, plaquetas, urina
8- indicação de anEcoagulação permanente com varfarina
9- quadro neurológico - deficiência de b12
10- Enha do couro cabeludo - tratamento sistêmico
11- exames solicitados: hemograma, vhs, creat, urina, fan, fator reumatóide
12- como diferenciar as manchas da hanseníase - alteração de sensibilidade
13- paciente viajou para MG e evoluiu com síndrome febril - invesEgar dengue e febre amarela
14- paciente com IC evoluiu com aumento de creaEnina e ureia, conduta: hidratação
15- quadro clínico + RX de tórax: esclerose sistêmica
16- hemograma - reação leucemoide
17- INR baixo: aumentar varfarina
18- quadro clínico - colite pseudomembranosa, tratamento? Metronidazol VO
19- quadro de espondilite anquilosante
20- gasometria arterial - acidose metabólica compensada.
1) Paciente com 6 meses de evolução de compromeEmento cogniEvo com perda de memória, com instabilidade de
marcha, passos curtos, andar magnéEco, com rotação externa do quadril. Dx: Hidrocefalia com pressão normal.
2) Na invesEgação de uma pct com poliartrite, o médico pensou em algumas possibilidades. Das asserEvas abaixo qual
é compaivel com artrite reumatoide? Resposta: Rigidez matuEna com melhora com aEvidade e uso de AINES. Artrite
de arEculações metacarpofalangianas e interfalangianas proximais.
3) Um pct com 55 anos, professor, apresentou nos úlEmos 6 meses quadro de perda ponderal, disfagia para sólidos e
líquidos e fraqueza muscular generalizada. Exame neurológico miofassiculações difusas. Dx: ELA
5) Pct 23 anos ,masculino, com relações sexuais sem uso de preservaEvo, com perda de
peso, anorexia, linfadenopaEa indolor, lesões cutâneas. Hdx? Sifilis secundária,
conduta: penicilina benzaEna
6) Diante de um pct com sinais e sintomas de LES, quais são os exames necessários para
início da invesEgação? Hmg, anEcorpos nucleares, plaquetas, urina.
10) Mulher branca, 28 anos, foi a ubs com dor e rigidez em mão e punhos e com rigidez
maEnal. Usava AINEs com alivio parcial. Aborto espontâneo. Nega febre recente. Sinovite em arEcular interfalangiana
e metacarpofalangiana. Considerando os princípios de custo e efeEvidade assinale a opção que apresenta os exames
iniciais indicados para o esclarecimento do dx da pct. Hmg, VSH, FR, urina 1, Creat
12) Mulher, 43 anos, chega ao pronto socorro com queda do estado geral, cefaleia e febre,
há 2 dias. Sem outras alterações. Desidratada, ictérica, abdome com qgado a 10cm RCD e baço a 5 cm RCE. Conduta
além da coleta de exames laboratorias e reposição volêmica? Teste rápido para dengue e FA
13) Homem 82 anos, com falta de ar, inchaço progressivo há 2 semanas. Portador de uma miocardiopaEa dilatada, em
uso medicações. Estertor crepitante bilateral, edema de MMII, creat 1,5; Ureia 68, K 5,2. Nos quatro primeiros dias da
internação ele fez uso de furosemida IV 8/8h com melhora significaEva das queixas. No quinto dia apresentou tontura,
sem dispneia, e ao exame qsico hipotenso 96x54, edema de MMII, Cret 3,2, Ureia 202. O que deve-se fazer? Suspender
diuréEco e hidratar. Insuf pre renal?
14) Mulher 63 anos, com história de mãos e pés arrocheados com mudança de temperatura e cansaço há 6 meses. FAN
1/1280 com padrão anEcentromérico. TC padrão vidro fosco difusamente, função pulmonar diminuída. Qual o dx?
Esclerose sistêmica (dx dif. Sarcoidose???)
15) Homem 58 anos, com febre há 4 dias, com celulite extensa e MIE com úlcera plantar infectada. Obeso, DM. Hb
11,3. Plaquetas 580.000. Globulos brancos 46000 com desvio a esquerda de bastões 12%. Hipótese dx e conduta?
Reação leucemoide associada com plaquetose reacional e conduta ATBterapia.
16) Pct 50 anos com LES e SAFE, com histórico de TVP de MIE. Estando plenamente anEcoagulada. Uso de varfarina 1cp
por dia. INR 1,5. O que deve ser feito? Aumentar a dose e ver o pct dentro de 10-15 dias com novo exame.
17) Homem 55 anos, com pneumonia , internado, uso amoxi+clavulanato e teve boa resposta. Porém no quinto dia de
internação apresentou quadro diarreico. Hemograma com 12000 leucócitos, distensão do colon? Colite
pseudomembranosa, clostridium. Tto com metronidazol VO.
18) Home 35 anos com história de dor lombar sem irradiação. Que melhora quando anda e piora quando dorme.
Espondioloartrite
19) Senhor de 78 anos, chega ao PA com taquidispneia e pneumonia. Gaso arterial pH 7,3. Pco2 24, hco3 10, neste caso
a uma acidose ?? metabólica simples compensada
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1. Quadro de demência rapidamente progressiva com marcha magnéEca = hidrocefalia de pressão normal
2. Papulas de Go_ron = dermatomiosite
3. Paciente sexualmente aEvo com lesões difusas e em planta dos pés e lesão acizentada na boca = sífilis secundária
4. Tratamento do quadro anterior = penicilina
5. Paciente internado por pneumonia, e depois evoluiu para quadro intesEnal (diarreia...), _o? Metronidazol VO
6. Paciente interna por infecção e hemograma alterado = reação leucemoide e anEbióEco
7. Exames iniciais para suspeita de LES
8. Paciente com rx padrão vidro fosco, fan +, artralgia, fenômeno de raynaud = esclerose sistêmica
9. Paciente de 55 anos com disfagia, astenia = ELA
10. Paciente com dor lombar = espondiloartrite
11. Exames com melhor custo-efeEvidade em paciente jovem com artralgia, rash = hemograma, urina, FAN, FR
12. Gasometria