Anemia na Doença Renal Crônica
Anemia na Doença Renal Crônica
m
o Crônica
Renal
s .
Nefrologia - Prof.ªo
d e Fernanda Badiani
bo ♥
v i o é ro u
e d ó pia nã
m C
Complicaçõ
es
hematológic
as
o m
Dislipidemia
. c Doença
Mineral e
óssea
o s DR
d e Co
b
♥
v i Déficit de
é
crescimento
o
ro u Síndrome
urêmica
e d ó pia nã
Doença
m C Cardiovascu
lar
o m
c
Definição:
- OMS: hemoglobina < 13g/dL em homens e <12g/dL em mulheres
- Normocrômica e normocítica
- Sem plaquetopenia ou leucopenia
s .
Fisiopatologia:
e o
i d
- Redução da sobrevida das hemáceas
- Redução da taxa de produção
r o ubo ♥
v a nã
- Deficiência de ferro: perdas
é
- Deficiência relativa de eritropoetina
d
osanguíneas + redução da absorção e da
edisponibilização pelaiinflamação
ó
- Fatores contribuintes:
m
p
C deficiência de ácido fólico e vitamina B12
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Anemia na DRC
o m
. c
o s
Ferritina ALTA
d e bo ♥
v i
Índice de saturação de
transferrina BAIXO o é ro u
e d ó pia nã
m C Fonte: Trello
d ob
♥
RELATIVA de ERITROPOETINA
v i o é ro u
e d ó pia nã
m C Fonte: Trello
o m
c
Tratamento:
- Alvo de hemoglobina: 10-12g/dL na DRC avançada
- Reposição de ferro
s .
- Ferritina > 100 se DRC conservador ou diálise peritoneal
- Ferritina > 200 se hemodiálise
e o
- Índice de saturação de transferrina > 20-30%
i d
- Reposição de eritropoetina
ro ubo
- Casos refratários = investigar outras causas
♥
de anemia
d v
- Solicitar dosagem de provas
a
ã
é
- Rastrear perdas pelo trato gastrointestinal
o
n de hemólise, ácido fólico e vitamina B12
m e Có pi
o m
anemia deve-se principalmente a:
. c
Em um paciente com insuficiência renal crônica, a ocorrência de
e
C) Deficiência na ativação da vitamina D. ♥
d bo
D) Deficiência na produção de eritropoetina.
v i o
o u
r altos de ureia
E) Inibição da medula óssea peloséníveis
e d ó pia nã
m C
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Cai na prova…
o m
anemia deve-se principalmente a:
. c
Em um paciente com insuficiência renal crônica, a ocorrência de
e
C) Deficiência na ativação da vitamina D. ♥
d bo
D) Deficiência na produção de eritropoetina.
v i o
o u
r altos de ureia
E) Inibição da medula óssea peloséníveis
e d ó pia nã
m C
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Coagulopatia na DRC
o m
c
Disfunção plaquetária:
- Uremia: redução da aderência das plaquetas ao endotélio vascular e
prejuízo da hemostasia
s .
Quadro clínico:
e
- Hemorragias cutâneo-mucosas
o
i d
e sangramento intracraniano
r o ub
♥
- Sangramentos mais graves: derrame pericárdico
o hemorrágico, hemotóax
v
- AP/TTPA: Normais
d a n ão é
- Plaquetas: normais ou discretamente reduzidas
m e Có pi
o m
. c
No que diz respeito ao controle clínico do paciente cirúrgico, julgue o
item que se segue. Pacientes com Insuficiência Renal Crônica (IRC)
têm especial propensão a
s desenvolver sangramentos
transoperatórios em decorrência de disfunção plaquetária, mesmo
o
quando a contagem de plaquetas no sangue periférico é normal.
A) CERTO.
d e bo ♥
B) ERRADO.
v i o é ro u
e d ó pia nã
m C
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Cai na prova…
o m
. c
No que diz respeito ao controle clínico do paciente cirúrgico, julgue o
item que se segue. Pacientes com Insuficiência Renal Crônica (IRC)
têm especial propensão a
s desenvolver sangramentos
transoperatórios em decorrência de disfunção plaquetária, mesmo
o
quando a contagem de plaquetas no sangue periférico é normal.
A) CERTO.
d e bo ♥
B) ERRADO.
v i o é ro u
e d ó pia nã
m C
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Doença Mineral e Óssea na DRC
o m
c
O que é Osteodistrofia renal ou DMO-DRC:
- Alterações do metabolismo do fósforo, cálcio, vitamina D e PTH
s
- Risco cardiovascular: calcificação vascular .
- Alterações esqueléticas: deformidades ósseas e maior risco de fraturas
Manifestações:
e o
over ósseo
i d
- Hiperparatireoidismo secundário ou terciário:
r o ubo ♥ PTH elevado e alto turn
d v
Manifestação anatomopatológica
ão
é é a osteíte fibrosa
- Doença óssea adinâmica enosteomalácia:
a
PTH baixo e baixo turn over
e
ósseo
ó pi
- Doença mista: características
m C de ambos os processos
o m
Redução da
. c
s
eliminação de
fósforo:
Perda da massa
HIPERFOSFATEMI
e A
o HIPOCALCEMIA Aumento do PTH
d
renal Redução da ♥
vitamina D bo
v i ativada:
é
HIPOVITAMINOSE
o
ro u
d ã
D
a n
m e Có pi
o m
c
Tratamento:
- Redução da ingesta de fósforo na dieta: limitar produtos de origem animal
e ultraprocessados
s .
- Redução da absorção de fósforo pelo uso de quelantes: a base de cálcio
ou não
e o
- Reposição de colecalciferol: vitamina D > 30ng/mL
i d
- Terapia farmacológica específica:
- Ativadores do receptor de vitaminaoD:
r u bo ♥
calcitriol e paricalcitol
d v
- Calcimiméticos: cinacalcete é
- Tratamento cirúrgico
- Paratireoidectomia ia
n ã o
m e Có p
o m
Uso de quelantes de
fósforo
. c
o s
Reposição de colecalciferol
d e bo ♥
v i o é ro u
Terapia farmacológica
específica
e d ó pia nã
m C -Tratamento cirúrgico
o m
. c
Menina de 8 anos com nefropatia do refluxo e deficit de crescimento,
apresenta os seguintes exames: creatinina sérica = 2,5 mg/dl (valor
s
normal: 0,59-0,80 mg/dl); cálcio total = 8,9 mg/dl (valor normal: 8,0-
10,8 mg/dl); fósforo = 6 mg/dl (valor normal: 2,5-4,5 mg/dl) e PTH =
o
140 pg/ml (valor normal: 10-55 pg/dl). A conduta inicial para o controle
do fósforo é:
d e bo
A) Uso de quelante de fósforo não ucontendo
♥
cálcio (cloridrato de
sevelâmer).
v i
B) Intervenção nutricional como é r o
restrição da ingestão de fósforo.
e d
C) Terapia medicamentosa
ó
D) Terapia medicamentosapia nã
com 1,25 (OH)2 vitamina D (calcitriol).
com calcimimético (cinacalcete).
m C
E) Terapia dialítica.
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Cai na prova…
o m
. c
Menina de 8 anos com nefropatia do refluxo e deficit de crescimento,
apresenta os seguintes exames: creatinina sérica = 2,5 mg/dl (valor
s
normal: 0,59-0,80 mg/dl); cálcio total = 8,9 mg/dl (valor normal: 8,0-
10,8 mg/dl); fósforo = 6 mg/dl (valor normal: 2,5-4,5 mg/dl) e PTH =
o
140 pg/ml (valor normal: 10-55 pg/dl). A conduta inicial para o controle
do fósforo é:
d e bo
A) Uso de quelante de fósforo não ucontendo
♥
cálcio (cloridrato de
sevelâmer).
v i o
B) Intervenção nutricional ãcom
é r o
restrição da ingestão de fósforo.
e d
C) Terapia medicamentosa
ó
D) Terapia medicamentosapia ncom 1,25 (OH)2 vitamina D (calcitriol).
com calcimimético (cinacalcete).
m C
E) Terapia dialítica.
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Síndrome Urêmica
o m
c
Decorrente do acúmulo de toxinas urêmicas:
- Sintomas gerais: cansaço, fraqueza, inapetência, soluços, náuseas e
vômitos
s .
- Sintomas mais graves: risco de sangramento e pericardite urêmica
e o
- Alterações neurológicas: encefalopatia urêmica
Manifestações clínicas da Encefalopatia Urêmica
i d
Encefalopatia INICIAL
Alteração do ciclo sono-vigília ro ubo ♥
Encefalopatia AVANÇADA
Alterações cognitivas
d v Apatia a
n ão
Sonolência diurna / Insônia
é Mioclonias
Convulsões
m e Prejuízo da Có pi
concentração
Tremor de extremidades
Rebaixamento do nível de consciência
Coma
o m
c
Fisiopatologia: inflamação da membrana pericárdica pelo ambiente urêmico
Quadro clínico:
s .
- Dor pleurítica que piora com o decúbito dorsal e melhora na posição
genupeitoral
e
- Presença de atrito pericárdico
o
- ECG:
i d
- Elevação do segmento ST em todas
r o ubo ♥
as derivações que não respeita
d v
território de irrigação coronariana
- Infra-desnivelamento do n
a
ão
é
segmento PR
m e Có pi
v i o é ro u
e d ó pia nã
m C
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Fonte: Trello
Pericardite urêmica
o m
c
Condição potencialmente ameaçadora à vida:
- Possibilidade de desenvolvimento de tamponamento pericárdico
- Indicação de diálise de urgência!
s .
e o
i d ro ubo ♥
d v a não é
m e Có pi
o m
Uma característica da pericardite urêmica é:
. c
de pericardite.
o s
A) Não apresentar as alterações eletrocardiográficas características
e
C) Ser especialmente associada à síndrome ♥nefrítica.
d bo
D) Possuir elevado risco de tamponamento
u cardíaco.
v i o é ro
e d ó pia nã
m C
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Cai na prova…
o m
Uma característica da pericardite urêmica é:
. c
de pericardite.
o s
A) Não apresentar as alterações eletrocardiográficas características
e
C) Ser especialmente associada à síndrome ♥nefrítica.
d bo
D) Possuir elevado risco de tamponamento cardíaco.
v i o é ro u
e d ó pia nã
m C
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o m
. c
o s
d e
Não há tratamento clínico efetivo para atenuar
b o ♥ os sintomas de uremia.
i ro u
Em casos graves, a terapia efetiva
v o é
para uremia é o início de diálise
e d ó pia nã
m C
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Doença Cardiovascular
o m
c
Associação entre DRC e DCV: presença de fatores de risco em comum
Fatores de risco
TRADICIONAIS
s .
Fatores de risco NÃO
TRADICIONAIS
Hipertensão arterial
e
Diabetes mellitus o Doença Mineral e Óssea
Anemia
i d
Dislipidemia
ro ubo ♥
Distúrbios do sono
v
Tabagismo Inflamação
o é
d
Sedentarismo ã
a n
e
Hipertrofia do ventrículo
i esquerdo
Principal causaCde ópmortalidade na DRC é a DOENÇA CARDIOVASCULAR
m Doença Renal Crônica - Prof.ª Fernanda Badiani
Cai na prova…
o m
crônica é:
. c
A principal causa de mortalidade em pacientes em hemodiálise
A) Hemorragia cerebral.
B) Sepse.
o s
C) Hemorragia digestiva.
d e
D) Insuficiência respiratória aguda. bo ♥
i
E) Cardiovascular.
v o é ro u
e d ó pia nã
m C
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Cai na prova…
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crônica é:
. c
A principal causa de mortalidade em pacientes em hemodiálise
A) Hemorragia cerebral.
B) Sepse.
o s
C) Hemorragia digestiva.
d e
D) Insuficiência respiratória aguda. bo ♥
i
E) Cardiovascular.
v o é ro u
e d ó pia nã
m C
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Dislipidemia
o m
c
Fisiopatologia: ambiente urêmico e inflamatório provoca alterações no perfil
lipídico
Aumento
s
Colesterol total +
.
e o
Trigicérides
Aumento tardio
d ♥
LDL
bo
v i o é ro u
Redução HDL
e d ó pia nã
m C
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Dislipidemia
o m
c
Manejo:
- Mudanças do estilo de vida
- Terapia farmacológica
- Estatina ± Ezetimibe
s .
o
- Estatina + Fibrato: uso contra-indicado
e
i d ro ubo ♥
d v a não é
m e Có pi
o m
. c
o s
d e bo ♥
v i o é ro u
e d ó pia nã
m C
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Déficit de crescimento
o m
. c
Etiologia multifatorial:
- Suporte nutriconal inadequado
- Acidose metabólica
o s
- Doença mineral e óssea
d e bo ♥
- Insensibilidade à ação do hormônio do crescimento (GH)
v i ou atividade do fator de
- Resistência ao GH circulante pelarmenor
é (IGF-1)
crescimento semelhante à insulina
o
e d
Tratamento:
ó pia nã
m
- Correção da causa Cde base
- Reposição hormonal de GH recombinante
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Complicações da DRC
o m
c
Não se esqueça:
- Anemia:
s .
- Principal fator é a deficiência relativa de eritropoetina
-
e o
- Tratamento: Repor estoques de ferro Reposição eritropoetina
i d b o ♥
ouhiperparatireoidismo
DMO-DRC: fisiopatologiardo
d -
v ã
Síndrome urêmica:
a n o é
reconhecer sintomas e indicações de diálise
m e - Doença
Có pi
cardiovascular: principal causa de mortalidade na DRC
v i
@[Link]
o é ro u
e d ó pia nã
m C
Nefrologia - Prof.ª Fernanda Badiani
o m
Tratamento Conservador da
. c Doença Renal
Crônica
o s
d e bo ♥
v i
Nefrologia - Prof.ª
o é ro u
Fernanda Badiani
e d ó pia nã
m C
Hipertensã
o arterial
Doença
Mineral e
Óssea
Diabetes
o
Melittus
m
. c
Anemia
o s DRC
Distúrbios
hidro-
d e b o ♥
eletrolíticos
v i o é ro u
e d ó pi a ia
n ã
Hipervolem
Nutrição
m C Proteinúria
o m
Qual a META PRESSÓRICA ?
. c
o s
d e ♥
Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial (2020):
bo
v i é r u
- PA < 140x90mmHg se baixo risco cardiovascular
o
- PA < 130x80mmHg se alto risco cardiovascular
o
e d ó pia nã
m C
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Hipertensão arterial
o m
Qual a META PRESSÓRICA ?
. c
o s
d e ♥
Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial (2020):
bo
v i r u
- PA < 140x90mmHg se baixo risco cardiovascular
o
- PA < 130x80mmHg se alto riscoécardiovascular
o
e d ã
- Válido para DRC em tratamento
n conservador
ia da pressão apresenta curva em “U”
- Em diálise: comportamente
ó p
m C
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Hipertensão arterial
Tratamento – Medidas não farmacológicas:
o m
sódio
. c
- Redução da ingesta de sal < 2g de sódio por dia ou < 5g de cloreto de
- Cessação do tabagismo
o s
- Manter peso corporal adequado: IMC e circunferência abdominal
- Atividade física regular
d e bo ♥
v i o é ro u
e d ó pia nã
m C
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Hipertensão arterial
Tratamento – Medidas farmacológicas:
o m
- Ideal: atingir o controle pressórico!
. c
o s
d e
Qual a anti-hipertensivo
b
♥
o
escolher?
v i o é ro u
se proteinúria ≥ 30mg/24 horas
d
Inibidores da ECA ou BRA = ã indicados
a n
m e ó pi
Diuréticos tiazídicos
C = suspender se TFG < 30mL/min/1.73m2
o m
c
Inibidores da ECA ou BRA
- Risco hipercalemia e/ou alteração
da função renal
s .
- Suspender medicação se
Aumento > 30% da creatinina
e o
- Não utilizar em gestantes
i d ro ubo ♥
d v
Não utilizar em conjunto
a não é
m e C ó pi
o m
c
Inibidores da ECA ou BRA
- Risco hipercalemia e/ou alteração
da função renal
s .
- Suspender medicação se
Aumento > 30% da creatinina
e o
- Não utilizar em gestantes
i d ro ubo ♥
d v
Não utilizar em conjunto
a não é
m e C ó pi
o m
c
Na população com doença renal crônica, a redução pressórica não apresenta o
seguinte conceito como válido:
s .
A) Na população, a redução pressórica constitui a medida mais eficaz para a
redução do risco CV e atenuação da progressão do dano renal, independentemente
do anti- hipertensivo utilizado.
e o
B) Atenção especial deve ser dispensada a pacientes com albuminúria elevada,
pois essa é determinante de evolução desfavorável da doença renal, bem como de
aumento do risco CV.
i d o ubo ♥
C) Pacientes idosos com doença renovascular, DAC e com risco de hipotensão
r
d
hipertensivo.
v a nã
é
postural, frequentemente, requerem a individualização do tratamento anti-
o
e
D) Recomendam-se valores pressóricos inferiores a 140/80 mmHg, especialmente
i
ó p
naqueles com albuminúria acima de 30 mg/g de creatinina e em diabéticos.
m C
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o m
c
Na população com doença renal crônica, a redução pressórica não apresenta o
seguinte conceito como válido:
s .
A) Na população, a redução pressórica constitui a medida mais eficaz para a
redução do risco CV e atenuação da progressão do dano renal, independentemente
do anti- hipertensivo utilizado.
e o
B) Atenção especial deve ser dispensada a pacientes com albuminúria elevada,
pois essa é determinante de evolução desfavorável da doença renal, bem como de
aumento do risco CV.
i d o ubo ♥
C) Pacientes idosos com doença renovascular, DAC e com risco de hipotensão
r
d
hipertensivo.
v a nã
é
postural, frequentemente, requerem a individualização do tratamento anti-
o
e
D) Recomendam-se valores pressóricos inferiores a 140/80 mmHg,
i
ó p
especialmente naqueles com albuminúria acima de 30 mg/g de creatinina e em
m
diabéticos.
C
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Diabetes mellitus
o m
. c
o s
Manejo da Doença Renal do Diabetes é Muito
d e bo
frequente em provas!
♥
v i o é ro u
e d ó pia nã
m C
Doença Renal Crônica - Prof.ª Fernanda Badiani
Diabetes mellitus
o m
c
Alvo glicêmico:
- Hemoglobina glicada ao redor de 7%
s .
o
Metformina:
e
- Dose máxima limitada a 2g/dia com TFG entre 45-30mL/min/1.73m2
d bo ♥
-
i u
Suspender se TFG <30mL/min/1.73m pelo risco de acidose láctica
2
ro
d v n ã o
Inibidores da DPP-4:
é
a mesmo em DRC em diálise Reduzir a dose
m e - i
Podem serputilizadas
Có
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Diabetes mellitus
o m
c
Medicações nefroprotetoras:
- Inibidores da ECA ou BRA
s .
e o
i d ro ubo ♥
d v a não é
m e Có pi
o m
c
Medicações nefroprotetoras:
- Inibidores SGLT-2
s .
e o
i d ro ubo ♥
d v a não é
m e Có pi
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c
Medicações nefroprotetoras:
- Inibidores da ECA ou BRA
- Inibidores SGLT-2
s .
e o
i d
Indicadas para pacientes
ro
o
ub
♥
com proteinúria!
d v o é
- Inibidor da ECA/BRA: HAS + proteinúria
nã > 30mL/min/1.73m2 + proteinúria
- Inibidor SGLT-2: TFG
a
m e Có pi
o m
c
Em relação à doença renal do diabetes e seu tratamento, é correto afirmar que:
s .
A) é um processo multifatorial, que envolve associação entre lesão mecânica, disfunção
celular e fibrose. A albuminúria não se correlaciona com o risco cardiovascular, sendo
unicamente um marcador fisiopatológico.
e o
B) o tratamento envolve redução de risco cardiovascular, controle glicêmico e pressórico e
bloqueio do sistema renina-angiotensina-aldosterona, com o objetivo de reduzir a pressão
intraglomerular.
i d o ubo ♥
C) não há relação entre a hemoglobina glicada e os desfechos microvasculares. A
r
d v ã
é
metformina não pode ser usada se houver alteração de função renal em qualquer grau e os
o
inibidores do SGLT-2 restabelecem o feedback túbulo-glomerular com consequente redução
a n
e
da pressão intraglomerular.i
ó p
D) o controle pressórico é fundamental, sendo importante o uso de medicações que
m C
bloqueiem o sistema renina- -angiotensina-aldosterona. O mecanismo de ação está na
vasodilatação da arteríola aferente e vasoconstrição da arteríola eferente, culminando na
redução da pressão intraglomerular. Doença Renal Crônica - Prof.ª Fernanda Badiani
Cai na prova…
o m
c
Em relação à doença renal do diabetes e seu tratamento, é correto afirmar que:
s .
A) é um processo multifatorial, que envolve associação entre lesão mecânica, disfunção
celular e fibrose. A albuminúria não se correlaciona com o risco cardiovascular, sendo
unicamente um marcador fisiopatológico.
e o
B) o tratamento envolve redução de risco cardiovascular, controle glicêmico e
pressórico e bloqueio do sistema renina-angiotensina-aldosterona, com o objetivo de
i d
reduzir a pressão intraglomerular.
o ubo ♥
C) não há relação entre a hemoglobina glicada e os desfechos microvasculares. A
r
d v ã
é
metformina não pode ser usada se houver alteração de função renal em qualquer grau e os
o
inibidores do SGLT-2 restabelecem o feedback túbulo-glomerular com consequente redução
a n
e
da pressão intraglomerular.i
ó p
D) o controle pressórico é fundamental, sendo importante o uso de medicações que
m C
bloqueiem o sistema renina- -angiotensina-aldosterona. O mecanismo de ação está na
vasodilatação da arteríola aferente e vasoconstrição da arteríola eferente, culminando na
redução da pressão intraglomerular. Doença Renal Crônica - Prof.ª Fernanda Badiani
Nutrição
o m
c
Orientações dietéticas:
- Restrição hidrossalina
- Dieta com baixo potássio e baixo fósforo
- Limitar consumo de proteínas
s .
- Proibir consumo de carambola
e o
Restrição proteica:
i d
- Até 0,8g/kg/dia em pacientes com TFGe
ro ub o ♥
≤ 30 ml/min/ 1.73 m2 e sem diálise
d v a nã
é
- Evitar consumo acima de 1,3g/kg/dia
o
m e Có pi
o m
c
Acidose metabólica:
- Alvo: Bicarbonato sérico ≥ 22mmoL/L
.
- Como alcançar: suplementação de bicarbonato de sódio via oral
s
Hipercalemia:
e o
- Orientação dietética + uso de diuréticos de alça
Hipervolemia:
i d r o ubo ♥
d v a nã o é
- Restrição hidrossalina + uso de diuréticos de alça
m e
Hiperfosfatemia: i
ópuso de quelantes + tratamento DMO-DRC
- Orientação dietéticaC+
o m
c
Quando encaminhar:
- Taxa de filtração glomerular < 30mL/min/1.73m2
- Lesão renal aguda
s .
- Presença de DRC e hipertensão refratária ao tratamento com 4 ou mais anti-
hipertensivos
e o
- Anormalidades persistentes do potássio
- Nefrolitíase recorrente
i
- Doença renal hereditária
d r o ub o ♥
v a n ã
é
- Hematúria persistente sem causa aparente
d
o
- Proteinúria ≥ 500mg/24h ou albuminúria ≥ 300mg/24h
e
- Progressão rápida da função
glomerular acima de 25%
m
ó pi renal, definida por redução da taxa de filtração
C ou > 5mL/min/1.73m2 em um ano.
Doença Renal Crônica - Prof.ª Fernanda Badiani
o m
. c
o s
d e bo ♥
v i o é ro u
e d ó pia nã
m C
Doença Renal Crônica - Prof.ª Fernanda Badiani
Tratamento conservador da DRC
Medidas não Ingestão sódio <2g/dia + Ingestão de proteínas < 0,8g/kg/dia + Cessar tabagismo + Perda de
farmacológicas peso + Realizar atividade física regular + Evitar drogas nefrotóxicas
Hipertensão
o m
Alvo: PA < 130x80 mmHg se DRC sem diálise
Medida: Restrição salina + uso iECA ou BRA se proteinúria
DM
c
Alvo: Hemoglobina glicada ≤ 7%
.
Medida: Corrigir doses de antidiabéticos de acordo com a função renal
Proteinúria
b o ♥
Alvo: Bicarbonato ≥ 22mmol/L
e d Có p i a n ã 10-12g/dL
Medida: Repor estoques de ferro + Utilizar eritropoetina
m
Doença mineral e óssea
Vacinação
Alvo: vitamina D > 30ng/mL
Medida: Limitar consumo de fósforo + Utilizar quelantes de fósforo + Repor vitamina D +
Doença Renal Crônica Drogas específicas
- Prof.ª Fernanda Badiani
Influenza + Pneumocócica + Hepatite B
Cai na prova…
o m
. c
Em relação ao manejo da Doença Renal Crônica (DRC), segundo o
KDIGO (Kidney Disease Improving Global Outcomes), é CORRETO
afirmar:
s
A) Sugere-se incentivar elevada ingestão proteica (>1,3g/kg/dia) em
o
adultos com DR C e elevado risco de progressão.
d e
B) Anemia é diagnosticada em adultos com
bo ♥
10g/dL - em homens e Hb < 9g/dL - emumulheres.
DR C, quando Hb <
v i
C) Recomenda-se utilizar bloqueador
diabéticos com DRC e excreção o é ro de canal de cálcio em adultos
de albumina urinária > 300mg/24h
e d
D) Recomenda-se comoó pi
n
para prevenção da progressão
a
ã
da doença renal crônica.
C alvo hemoglobina A1c (HbA1c) de = 7,0%
m
para prevenir ou retardar a progressão das complicações
microvasculares do diabetes, incluindo a nefropatia diabética.
Doença Renal Crônica - Prof.ª Fernanda Badiani
Cai na prova…
o m
. c
Em relação ao manejo da Doença Renal Crônica (DRC), segundo o
KDIGO (Kidney Disease Improving Global Outcomes), é CORRETO
afirmar:
s
A) Sugere-se incentivar elevada ingestão proteica (>1,3g/kg/dia) em
o
adultos com DR C e elevado risco de progressão.
d e
B) Anemia é diagnosticada em adultos com
bo ♥
10g/dL - em homens e Hb < 9g/dL - emumulheres.
DR C, quando Hb <
v i
C) Recomenda-se utilizar bloqueador
diabéticos com DRC e excreçãoo é ro de canal de cálcio em adultos
de albumina urinária > 300mg/24h
e d
D) Recomenda-se comoó pi
n
para prevenção da progressão
a
ã
da doença renal crônica.
alvo hemoglobina A1c (HbA1c) de = 7,0%
m C
para prevenir ou retardar a progressão das complicações
microvasculares do diabetes, incluindo a nefropatia diabética.
Doença Renal Crônica - Prof.ª Fernanda Badiani
Cai na prova…
o m
c
Um homem de 55 anos com hipertensão arterial, diabetes mellitus e doença renal crônica
estágio G4A1 do KDIGO, é avaliado no ambulatório. Sua PA é 152/72 mmHg, e seu índice de
s .
massa corporal (IMC) é de 29 kg/m² . O restante do exame físico não é significativo. Ele
segue uma dieta com baixo teor de sal, pobre em potássio, com as restrições habituais para
o diabetes. Qual das seguintes afirmativas é o melhor conjunto de tratamento para esse
paciente?
e o
A) Melhorar o controle pressórico, preferencialmente com IECA, assim como estimular
d ♥
atividades físicas para perda ponderal; considerar encaminhar para realização de fístula
bo
arteriovenosa e verificar a necessidade de eritropoietina subcutâneo se hemoglobina menor
que 10 g/dl.
i ro u
v
dosagem sérica de vitamina D. a nã
é
B) Iniciar calcitriol 25 mcg/dia e eritropoietina 12.000 unidades por semana, assim como
d
o
estimular controle pressórico, preferencialmente com IECA; para a próxima consulta solicitar
e
como colecalciferol. C pi
C) Suspender os antidiabéticos orais e o IECA, prescrever sulfato ferroso via oral, assim
m
ó
D) Solicitar dosagem de ferritina e ferro sérico antes de prescrever eritropoietina; melhorar o
controle pressórico com IECA e descontinuar diuréticos caso esteja em uso; estimular perda
ponderal. Doença Renal Crônica - Prof.ª Fernanda Badiani
Cai na prova…
o m
c
Um homem de 55 anos com hipertensão arterial, diabetes mellitus e doença renal crônica
estágio G4A1 do KDIGO, é avaliado no ambulatório. Sua PA é 152/72 mmHg, e seu índice de
s .
massa corporal (IMC) é de 29 kg/m² . O restante do exame físico não é significativo. Ele
segue uma dieta com baixo teor de sal, pobre em potássio, com as restrições habituais para
o diabetes. Qual das seguintes afirmativas é o melhor conjunto de tratamento para esse
paciente?
e o
A) Melhorar o controle pressórico, preferencialmente com IECA, assim como estimular
d ♥
atividades físicas para perda ponderal; considerar encaminhar para realização de
bo
fístula arteriovenosa e verificar a necessidade de eritropoietina subcutâneo se
i
hemoglobina menor que 10 g/dl. ro u
v
dosagem sérica de vitamina D. a nã
é
B) Iniciar calcitriol 25 mcg/dia e eritropoietina 12.000 unidades por semana, assim como
d
o
estimular controle pressórico, preferencialmente com IECA; para a próxima consulta solicitar
e
como colecalciferol. C pi
C) Suspender os antidiabéticos orais e o IECA, prescrever sulfato ferroso via oral, assim
m
ó
D) Solicitar dosagem de ferritina e ferro sérico antes de prescrever eritropoietina; melhorar o
controle pressórico com IECA e descontinuar diuréticos caso esteja em uso; estimular perda
ponderal. Doença Renal Crônica - Prof.ª Fernanda Badiani
o m
. c
OBRIGADA !
o s
d e bo ♥
v i
@[Link]
o é ro u
e d ó pia nã
m C
Nefrologia - Prof.ª Fernanda Badiani
o m
Terapia Renal Substitutiva
. c
Nefrologia - Prof.ªo
s
d e Fernanda Badiani
bo ♥
v i o é ro u
e d ó pia nã
m C
Terapia Renal Substitutiva
o m
Hemodiálise
. c
o s
e
Diálise Peritoneal
i d o ub
Transplante
r
o ♥
renal
d v a não é
m e Có pi
o m
Taxa de
Filtração
Glomerular <15mL/min/1,73m2:
.
Sintomas
c - Hipercalemia
em indivíduos
diabéticos ou < 18
o s - Acidose
anos
d e bo ♥ metabólica
v i
<10mL/min/1,73m2:é
o
ro u
- Sintomas urêmicos
e d ó pi
indivíduos
nã
em todos os outros
a - Hipervolemia
m C
Doença Renal Crônica - Prof.ª Fernanda Badiani
Terapia Renal Substitutiva
o m
Efeito da diálise nas complicações da DRC
Situações que MELHORAM com a diálise
. c
Situação que NÃO melhoram com a diálise
Hipercalemia
Acidose metabólica
o s Anemia
Doença mineral e óssea
d
Hipervolemia
e
Sintomas uremia
bo ♥
Doença cardiovascular
v i o é ro u
e d ó pia nã
m C
Doença Renal Crônica - Prof.ª Fernanda Badiani
Cai na prova…
o m
doença renal?
. c
Qual das situações abaixo NÃO é indicação de diálise no estágio final da
A) Anemia
o s
e
B) Pericardite urêmica
d ♥
C) Acidose metabólica grave
bo
i
D) Hipercalemia grave u
ro
d v a não é
m e Có pi
o m
doença renal?
. c
Qual das situações abaixo NÃO é indicação de diálise no estágio final da
A) Anemia
o s
e
B) Pericardite urêmica
d ♥
C) Acidose metabólica grave
bo
i
D) Hipercalemia grave u
ro
d v a não é
m e Có pi
o m
Hemodiálise
. c
o s
e
Diálise Peritoneal
i d o ub
Transplante
r
o ♥
renal
d v a não é
m e Có pi
o m
. c
s
Hemodiálise
Transplante renal
e o Diálise Peritoneal
i d ro ubo ♥
d v a não é
m e Có pi
o m
c
Princípio: Remoção de fluidos e solutos por difusão, sendo que a troca é realizada
através do capilar sintético
.
- Troca dentro do capilar entre o sangue e o banho de diálise
s
e o
i d ro ubo ♥
d v a não é
m e Có pi
v i o é ro u
e d ó pia nã
m Fonte: Shutterstock
C
Doença Renal Crônica - Prof.ª Fernanda Badiani
HEMODIÁLISE
o m
c
Acesso:
s .
Cateter de Cateter de
Fístula Prótese
e o longa
permanência
curta
permanência
i d r
- Fístula arterio-venosa (FAV): acesso ideal para o ub o
diálise
♥
d v n ã
- Tempo de maturação: 4-6 semanas
a
é
- Conveccionar ANTES do início de diálise
o
e
- Confecção de FAV a partir
i de uma TFG ≤ 30mL/min/1.73m2 e cerca de 6 meses
ó p
m C
antes do início da hemodiálise
o m
membrana peritoneal
. c
Princípio: Remoção de fluidos e solutos por difusão, sendo que a troca é realizada através da
s
- Solução de diálise com alto teor de glicose é colocada na cavidade peritoneal e ocorrem trocas
de solutos por difusão e perda de fluidos impulsionada pelo gradiente osmótico
e o
i d ro ubo ♥
d v a não é
m e Có pi
v i o é ro u
e d ó pia nã
m C
Fonte: Shutterstock
o m
Contra-indicações:
. c
- Absolutas: perda de função peritoneal documentada através de testes específicos, aderências
s
abdominais extensas que mitiem o fluxo do dialisato, incapacidade física ou cognitiva de realizar a
terapia domiciliar e presença de defeitos mecânimos não passíveis de correção cirúrgica, como
e o
hérnias abdominais e diafragmáticas ou mal-formações como onfalocele
- Relativas: vazamentos pela orifício de saída do implante, infecção de parede abdominal, presença
i d
intolerância a grandes volumes
ro u
♥
de colostomia/ileostomia, desnutridos graves, obesos mórbidos, doença inflamatória intestinal e
bo
d v a não é
m e Có pi
o m
Peritonite: infecção da membrana peritoneal
- Falência técnica + aumento de mortalidade: tratamento imediato
. c
s
- Quadro clínico: Dor abdominal e/ou efluente turvo + Presença de leucócitos > 100 células/mm3
com pelo menos 50% de neutrófilos + Cultura positiva para algum microorganismo
diálise
e o
- Tratamento: antibiótico de amplo espectro e realizado via intra-peritoneal junto com a solução de
i d ro ub
♥
- NUNCA devemos colocar o antibiótico direto no cateter para evitar contaminação!
o
d v a não é
m e Có pi
o m DIÁLISE PERITONEAL
Princípio
. c
Remoção de fluidos e solutos por difusão
s
Método Passagem do sangue pela máquina de Troca através da membrana peritoneal
hemodiálise
Acesso
o
Venoso: curta ou longa permanência ou FAV
e
Cateter peritoneal
d ♥
Local Clínica de diálise Domiciliar
bo
Periodicidade
o é r Diária
d ã
Representatividade 90% diálises 10% diálises
a n
e i
Especificidades Volume ultrafiltração preciso Menor ocorrência de hipotensão
ó p
Remoção mais rápida de solutos Remoção mais lenta de solutos
m Conclusão
C dependente do paciente
Menos Falência do peritôneo é mais comum
Sobrevida semelhante! Nenhuma técnica é superior!
o m
. c
Ao compararmos as modalidades dialíticas (hemodiálise e diálise
peritoneal) para o tratamento da doença renal crônica avançada, é
FALSO:
o s
e
A) Há maior frequência de falha da técnica na diálise peritoneal do que
d ♥
na hemodiálise.
b o
i
B) A diálise peritoneal se associa a melhor
u preservação da função renal
ro
v
residual nos primeiros anos de tratamento.
é
o
d ã
C) A hemodiálise permite melhor precisão do volume de ultrafiltração.
a n
e
D) A sobrevida é maior iem hemodiálise considerando todas as faixas
ó p
m C
etárias.
o m
. c
Ao compararmos as modalidades dialíticas (hemodiálise e diálise
peritoneal) para o tratamento da doença renal crônica avançada, é
FALSO:
o s
e
A) Há maior frequência de falha da técnica na diálise peritoneal do que
d ♥
na hemodiálise.
b o
i
B) A diálise peritoneal se associa a melhor
u preservação da função renal
ro
v
residual nos primeiros anos de tratamento.
é
o
d ã
C) A hemodiálise permite melhor precisão do volume de ultrafiltração.
a n
e
D) A sobrevida é maior iem hemodiálise considerando todas as faixas
ó p
m C
etárias.
o m
Alternativa de tratamento:
- Melhor sobrevida em relação a diálise
. c
s
- Não é cura
- Riscos de imunossupressão a longo prazo
e o
i
Doador vivo
d ro ubo ♥
Doador cadáver
d v a não é
m e Có pi
o m
. c
Princípio: melhora da qualidade de vida do paciente em diálise SEM que outra
pessoa tenha risco de evoluir para a necessidade de diálise no futuro
o s
e
- Parentes até o quarto grau de parentesco ou cônjuges
d bo ♥
- Doadores não aparentados: autorização judicial
v i
- Doação livre e espontânea
o é rou
e d
Avaliação da função renal:
a
- Taxa de filtração glomerular
Có pi
nã
≥ 90mL/min/1.73m2
m
- Albuminúria < 100mg/dia
o m
- Diabetes mellitus
. c
- Hipertensão com uso > 2 anti-hipertensivos ou com evidência de lesão de órgão-alvo
- Dislipidemia grave
o s
- Obesidade com IMC ≥ 40kg/m2 (entre 30-40kg/m2: avaliação individual)
e
- Malignidade ativa
- Infecção por HIV
Aconselhamento:
i d ro ubo♥
d v
- Cessação de tabagismo
nã
- Redução da ingesta alcoólica.
a
o é
m e Có pi
Avaliação anatômica: Angio-tomografia: escolha do melhor rim para ficar no doador
o m
transplante renal.
. c
Assinale a alternativa INCORRETA com relação aos doadores vivos no
o s
A) A retirada do rim de um indivíduo sadio deve ser seguida de um
e
cuidado especial, objetivando uma morbidade mínima e máxima
d ♥
segurança.
bo
i
B) A doação deve ser desprovida de interesses
u e ser espontânea.
r o
v
C) A escolha do rim a ser retirado é deve ser baseada na vontade do
o
d ã
doador.
a n
e
D) Deixa-se sempre no doador
i o rim em melhores condições; na presença
p
de rim ptótico, achadoCócomum
m
em mulheres, este é o escolhido.
o m
transplante renal.
. c
Assinale a alternativa INCORRETA com relação aos doadores vivos no
o s
A) A retirada do rim de um indivíduo sadio deve ser seguida de um
e
cuidado especial, objetivando uma morbidade mínima e máxima
d ♥
segurança.
bo
i
B) A doação deve ser desprovida de interesses
u e ser espontânea.
r o
v
C) A escolha do rim a ser retirado é deve ser baseada na vontade do
o
d ã
doador.
a n
e
D) Deixa-se sempre no doador
i o rim em melhores condições; na presença
p
de rim ptótico, achadoCócomum
m
em mulheres, este é o escolhido.
o m
Contra-indicações ao transplante:
. c
o s
Idade > 80 anos
e
Neoplasia metastática ativa
Neoplasia hematológica ativa
i d ro u bo
♥
Doença de Creutzfeldt-Jakob
d v a não é
m e Có pi
. c
exemplo
o s
Doenças específicas: diabetes é contra-indicação para transplante de pâncreas -
d e ♥
Infecções bacterianas: NÃO são contra-indicações
o se estiverem controladas.
ub o receptor.
v i
Orientação de manter antibioticoterapia o
o é r para
e d
para transplante.
ó pia n ã
Tumores SNC: possuem baixo risco de transmissão e alguns subtipos são liberados
m C
Neoplasia prévia: individualizar critérios de cura
Doença Renal Crônica - Prof.ª Fernanda Badiani
Cai na prova…
o m
É contra indicação absoluta para doação de órgãos:
. c
A) idade acima de 55 anos
B) hepatocarcinoma
o s
e
C) pneumonia bacteriana
d ♥
D) diabetes mellitus
bo
v i o é ro u
e d ó pia nã
m C
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Cai na prova…
o m
É contra indicação absoluta para doação de órgãos:
. c
A) idade acima de 55 anos
B) hepatocarcinoma
o s
e
C) pneumonia bacteriana
d ♥
D) diabetes mellitus
bo
v i o é ro u
e d ó pia nã
m C
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IMUNOSSUPRESSÃO
Mecanismo de ação dos imunossupressores: bloqueio da resposta imunológica
o m
c
através da inibição da ativação de linfócitos para impedir a resposta inflamatória
.
o s
Complicações da imunossupressão:
d e Maior risco de o
b
♥
infecções
v i r u
o HAS, DM, Dislipidemia
Alterações metabólicas:
Maiorérisco de neoplasia
o
e d ó pia
ã
n Nefrotoxicidade
m C
Doença Renal Crônica - Prof.ª Fernanda Badiani
Cai na prova…
o m
de imunossupressores?
. c
Após o transplante renal, qual complicação NÃO está relacionada ao uso
A) nefrotoxicidade.
B) infecções oportunistas.
o s
e
C) necrose tubular aguda.
d ♥
D) neoplasias linfoproliferativas.
bo
v i o é ro u
e d ó pia nã
m C
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Cai na prova…
o m
de imunossupressores?
. c
Após o transplante renal, qual complicação NÃO está relacionada ao uso
A) nefrotoxicidade.
B) infecções oportunistas.
o s
e
C) necrose tubular aguda.
d ♥
D) neoplasias linfoproliferativas.
bo
v i o é ro u
e d ó pia nã
m C
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Terapia de Substituição Renal
o m
c
Não se esqueça:
-
.
Indicação de início TRS: TFG + Sintomas (uremia, hipercalemia, acidose
s
metabólica e sobrecarga volêmica)
e o
Hemodiálise x Diálise peritoneal: sobrevida semelhante
d ♥
- Contra-indicações e complicações de cada método
b o
-
i
Transplante renal:
v
r o u
- Avaliação de doadorévivo ou cadáver
o
e d - Complicações
ó pi a n ãda imunossupressão
m C
Doença Renal Crônica - Prof.ª Fernanda Badiani
o m
. c
OBRIGADA !
o s
d e bo ♥
v i
@[Link]
o é ro u
e d ó pia nã
m C
Nefrologia - Prof.ª Fernanda Badiani
o m
. c
Doença Renal Crônica x Lesão Renal
Aguda
o s
d e bo ♥
v i
Nefrologia - Prof.ª
o é ro u
Fernanda Badiani
e d ó pia nã
m C
Prejuízo da função renal
o m
Lesão Renal Aguda:
. c
- Perda abrupta da função renal por fator desencadeante agudo
- Possibilidade de recuperação
o s
e
Doença Renal Crônica:
d ♥
- Perda progressiva da função renal com substituição do parênquima
bo
i
renal normal por tecido de fibrose u
ro
v
- Perda irreversível é
o
e d ó pia nã
m C
Doença Renal Crônica x Lesão Renal Aguda
Prof.ª Fernanda Badiani
Como diferenciar?
o m
História clínica
. c
o s
Alterações laboratoriais
d e o ♥
Biópsia renal
b
v i o é ro u
e d ó pi a nã
Alterações em exames de imagem
m C
Doença Renal Crônica x Lesão Renal Aguda
Prof.ª Fernanda Badiani
História Clínica
o m
. c
DRC = presença de fatores de risco de longa data
o s
d e
Hipertensão arterial / Diabetes mellitus:
bo ♥
i
- Longo tempo de doença u
r o
v
- Sinais de mau controle das comorbidades
é
ão
d
- Lesão de órgãos-alvo
a n
m e Có pi
o m
. c
LRA = presença de fatores desencadeantes
o s
Causas de LRA:
d e b o ♥
i
- Pré-renal: sinais de desidratação u
ro
v
- Renal: nefrotoxicidade medicamentosa
é / contraste / isquemia renal / sepse
ãovesical de demora
d
- Pós-renal: obstrução de cateter
a n
m e Có pi
o m
c
Funções renais:
s .
- Eliminação de eletrólitos
e o
Distúrbios hidroeletrolíticos
d ♥
- Eliminação de toxinas Uremia
bo
- Funções hormonais
v i o é r o
Distúrbios u
metabólicos e hormonais
e d ó pia nã
m C
Doença Renal Crônica x Lesão Renal Aguda
Prof.ª Fernanda Badiani
Prejuízo da função renal
o m
c
Lesão Renal Aguda Doença Renal Crônica
s .
e o
Hipervolemia
DHE
Distúrbios
hormonais
i d ro ubo
Uremia
♥
d v a não é
m e Có pi
o m
Anemia:
- Deficiência relativa de eritropoetina ocorre na DRC
. c
- LRA: ocorre em causas específicas
- Sangramentos
o s
e
- Microangiopatias trombóticas
i
Doença mineral e óssea:
d ro ubo ♥
v
- Elevação de PTH é
o
e d ó pia nã
m C
Doença Renal Crônica x Lesão Renal Aguda
Prof.ª Fernanda Badiani
Alterações histológicas
o m
. c
DRC = substituição do tecido renal normal por tecido de fibrose
o s
e
- Glomérulos: Esclerose glomerular
d bo ♥
-
v i
Vasos sanguíneos: Hiperplasia da camada
e d
Túbulos: Atrofia tubular
ó pia n ã
-
m C
Interstício: Fibrose intersticial
v i o é ro u
e d ó pia nã
Fonte: Trello
m C
Doença Renal Crônica x Lesão Renal Aguda
Prof.ª Fernanda Badiani
Alterações histológicas
o m
. c
LRA = Biópsia varia a depender da etiologia do processo
o s
- Síndromes glomerulares
d e bo ♥
-
v i
Necrose tubular aguda
e d ó pia
m C
Doença Renal Crônica x Lesão Renal Aguda
Prof.ª Fernanda Badiani
Alterações em exames de imagem
o m
do parênquima renal não funcionante
. c
- Rins de tamanho reduzido (em geral ≤ 8-9cm): decorrentes da atrofia
o s
- Aumento da ecogenicidade: decorrente da substituição do parênquima
e
renal normal por tecido de fibrose que reflete mais o feixe de ondas do
d
ultrassom e deixa o rim crônico com aspecto♥mais branco-acinzentado
bo
v i
- Redução da espessura cortical: é ro u
ocorre devido à esclerose dos
ão apenas no córtex renal
d
glomérulos, que estão presentes
a n
m e Có pi
o m
. c
o s
d e bo ♥
v i o é ro u
e d ó pia nã
m C
Fonte: Trello
v i o é ro u
e d ó pia nã
m C
Doença Renal Crônica x Lesão Renal Aguda
Prof.ª Fernanda Badiani
o m
. c
o s
d e bo ♥
v i o é ro u
e d ó pia nã
m C
Doença Renal Crônica x Lesão Renal Aguda
Prof.ª Fernanda Badiani
Diagnóstico diferencial LRA x DRC
Lesão Renal Aguda
o m
Doença Renal Crônica
História clínica Presença de fatores
desencadeantes
o s
Variável Presente
e
Distúrbio mineral e óssea Não Sim
d ♥ Aumento do PTH
Ultrassom renal b o
Rins normais ou aumentados Rins reduzidos de tamanho
v i é r o
Ecogenicidade
o
u
Espessura cortical normal
normal
Espessura cortical diminuída
Ecogenicidade aumentada
e dBiópsia renal
m C
Doença Renal Crônica x Lesão Renal Aguda
Prof.ª Fernanda Badiani
intersticial
Cai na prova…
o m
. c
Mulher, 62 anos, com antecedente de diabetes e hipertensão arterial, foi
internada por pielonefrite e está em tratamento com amicacina. Exames
o s
laboratoriais: ureia sérica = 122 mg/dl e a creatinina sérica = 3,4 mg/dl.
Os exames que diferenciam insuficiência renal aguda de insuficiência
e
renal crônica são:
i d
A) Cálcio sérico e cintilografia renal
o ubo ♥
B) Fosfato sérico e ultrassonografiaéderrins e vias urinárias
d v
C) Fração de excreção de sódioãeocintilografia renal
a n
e
D) Paratormônio (PTH) séricoi e ultrassonografia de rins e vias urinárias
ó p
m C
Doença Renal Crônica x Lesão Renal Aguda
Prof.ª Fernanda Badiani
Cai na prova…
o m
. c
Mulher, 62 anos, com antecedente de diabetes e hipertensão arterial, foi
internada por pielonefrite e está em tratamento com amicacina. Exames
o s
laboratoriais: ureia sérica = 122 mg/dl e a creatinina sérica = 3,4 mg/dl.
Os exames que diferenciam insuficiência renal aguda de insuficiência
e
renal crônica são:
i d
A) Cálcio sérico e cintilografia renal
o ubo ♥
B) Fosfato sérico e ultrassonografiaéderrins e vias urinárias
d v
C) Fração de excreção de sódioãeocintilografia renal
a n
e
D) Paratormônio (PTH) séricoi e ultrassonografia de rins e vias urinárias
ó p
m C
Doença Renal Crônica x Lesão Renal Aguda
Prof.ª Fernanda Badiani
Cai na prova…
o m
c
Paciente de 48 anos, branco, encontra-se no quinto dia de internação hospitalar, em função de ter sido
politraumatizado em acidente automobilístico, no qual sofreu traumatismo cranioencefálico que resultou em
s .
lesão axonal difusa; trauma torácico com contusões pulmonares bilaterais; hemopneumotórax à direita, que
foi drenado em selo d´água; e fratura exposta no Membro Inferior Direito (MID), que foi submetido à fixação
o
transesquelética. Ele encontra-se intubado, sob ventilação mecânica protetora, com acesso venoso
profundo na veia subclávia direita e cateter vesical de demora. A despeito da antibioticoprofilaxia com
e
cefazolina e gentamicina, o paciente continua apresentando alguns picos febris diários, além de possuir
d bo ♥
critérios sugestivos da síndrome da resposta inflamatória sistêmica (taquicárdico, febril e com leucocitose
i
no hemograma). Atualmente, os dados que mais chamam atenção são: significativa elevação das escórias
ro u
nitrogenadas (ureia = 122 mg/dl; creatinina = 3,2 mg/dl), hipercalemia (K+ sérico = 6,3 mEq/L) e acidose
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metabólica moderada. Segundo o registro da enfermagem, o paciente encontra-se anúrico nas últimas 12
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horas, tendo apresentado diurese total de 150 ml no dia anterior.
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Ao exame, o paciente encontra-se sedado, em classificação RASS - 5, Ramsay 6, hipocorado 2+/4+, hipo-
hidratado (2+/4+), acianótico, anictérico, febril (38,2ºC), com perfusão capilar periférica normal; PA = 100 x
s .
78 mmHg; FC = 112 bpm; FR = 16 irpm (ventilação mecânica controlada, sob sedação); ausculta do
precárdio com bulhas normofonéticas e presença de ruído rude sisto-diastólico, sem sopros; ausculta
o
pulmonar com MV diminuído à direita, além de estertores bolhosos e roncos esparsos; abdome plano,
flácido, depressível, com peristalse diminuída e aparentemente indolor; MID com fixação transesquelética
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na região infrapatelar; MIE sem alterações. Revendo o prontuário e a prescrição médica em curso, há
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registro de que o paciente é portador de Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) de longa data, fazendo uso
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regular de hidroclorotiazida e losartana. Desde a internação, vem em infusão contínua de midazolam e
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fentanil, além dos fármacos já listados, e está fazendo dieta enteral e hidratação venosa. Foi submetido a
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duas tomografias computadorizadas de crânio e uma de tórax com contraste venoso. O diagnóstico de
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Injúria Renal Aguda (IRA) já foi estabelecido. Com base no caso clínico apresentado: considerando que o
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paciente era portador de HAS, apresente dois parâmetros clínicos ou laboratoriais que são úteis para
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discriminar entre IRA e doença renal crônica preexistente.
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Doença Renal Crônica x Lesão Renal Aguda
Prof.ª Fernanda Badiani
Cai na prova…
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GABARITO OFICIAL: tamanho renal à ultrassonografia (ou dissociação corticomedular nesse
exame); presença de osteodistrofia renal;níveis séricos de cálcio; presença de anemia;
magnitude da elevação das escórias nitrogenadas.
s .
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GABARITO PÓS – incluem-se: nível de PTH ou aumento de PTH; redução de eritropoetina;
dosagens séricas prévias de escórias nitrogenadas elevadas; creatinina sérica aumentada em
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exame prévio (ao acidente); diminuição do nível de hemoglobina; relação corticomedular
reduzida. bo
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Doença Renal Crônica x Lesão Renal Aguda
Prof.ª Fernanda Badiani
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OBRIGADA !
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Nefrologia - Prof.ª Fernanda Badiani