0% acharam este documento útil (0 voto)
129 visualizações10 páginas

Asma e Risco de Apneia do Sono

O documento contém instruções para a realização de uma atividade de Bioestatística e Epidemiologia, incluindo orientações sobre formatação e envio. Os alunos devem responder a questões relacionadas a estudos de tromboembolismo, dieta cetogênica, asma e apneia obstrutiva do sono, e epidemias de dengue em diferentes bairros. A atividade deve ser realizada individualmente e seguir um modelo padrão, com penalidades para plágio.

Enviado por

vanessa.educ23
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
129 visualizações10 páginas

Asma e Risco de Apneia do Sono

O documento contém instruções para a realização de uma atividade de Bioestatística e Epidemiologia, incluindo orientações sobre formatação e envio. Os alunos devem responder a questões relacionadas a estudos de tromboembolismo, dieta cetogênica, asma e apneia obstrutiva do sono, e epidemias de dengue em diferentes bairros. A atividade deve ser realizada individualmente e seguir um modelo padrão, com penalidades para plágio.

Enviado por

vanessa.educ23
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

M.A.P.

A – BIOESTATÍSTICA E EPIDEMIOLOGIA

Nome : Vanessa Cristina Rodrigues Braga


R.A: 2105712
Disciplina: Bioestatística e Epidemiologia
INSTRUÇÕES PARA REALIZAÇÃO DA ATIVIDADE
2. Todos os campos acima (cabeçalho) deverão ser devidamente
preenchidos.
3. O(A) aluno(a) deverá utilizar este modelo padrão para realizar a atividade.
4. Esta atividade deverá ser realizada individualmente. Caso identificada
cópia indevida de colegas, as atividades de ambos serão zeradas. Também
serão zeradas atividades que contiverem partes de cópias da Internet ou
livros sem as devidas referências e citações de forma correta.
5. Para realizar esta atividade, leia atentamente as orientações e atente-se ao
comando da questão. Procure argumentar de forma clara e objetiva, de
acordo com o conteúdo da disciplina.
6. Neste arquivo resposta, coloque apenas as respostas identificadas de
acordo com as questões. Na Sala do Café do ambiente virtual da disciplina
você encontrará orientações importantes para elaboração desta atividade.
Confira!
7. Após terminar o seu arquivo resposta, salve o documento em PDF ou
DOCX (word) e o nomeie identificando a disciplina correspondente (MAPA –
BIOESTATÍSTICA E EPIDEMIOLOGIA ), para evitar que envie o MAPA na
disciplina errada. Envie o arquivo resposta na página da atividade MAPA,
na região inferior no espaço destinado ao envio das atividades.

FORMATAÇÃO EXIGIDA
2. O documento deverá ser salvo no formato PDF (.pdf) ou DOCX (.docx)

3. Tamanho da fonte: 12
4. Cor: Automático/Preto.
5. Tipo de letra: Arial.
6. Alinhamento: Justificado.
7. Espaçamento entre linhas de 1.5.
8. Arquivo Único.

LINK DO VÍDEO EXPLICATIVO DESSA ATIVIDADE:


[Link]
ATENÇÃO
VALOR DA ATIVIDADE: 5,0
Esta atividade deve ser realizada utilizando o formulário abaixo. Apague as
informações que estão escritas em vermelho, pois são apenas demonstrações e
instruções para te auxiliar, e, posteriormente, preencha todos os campos com
suas palavras/imagens.

CARO(A) ALUNO(A), seja bem-vindo(a) à atividade MAPA (Material de Avaliação


Prática de Aprendizagem) da disciplina de Bioestatística e Epidemiologia.

Instruções iniciais:
Utilize o modelo de MAPA padrão, que foi disponibilizado em "Material da Disciplina", para
realizar esta atividade. Siga todas as instruções constantes neste modelo.
Assista ao vídeo com as instruções para a realização do MAPA que está na "Sala do Café".

CONTEXTUALIZAÇÃO
Considere hipoteticamente que você, futuro profissional da área da saúde, decida
participar de um processo seletivo para o quadro de funcionários de uma multinacional.
Esse processo seletivo será dividido em duas etapas, sendo a primeira com a resolução de
uma prova escrita, de questões envolvendo bioestatística e epidemiologia e, a segunda
etapa será entrevista com os gestores da multinacional, que foram aprovados na primeira
fase.

DESENVOLVENDO O TRABALHO

Imagine que você está fazendo hoje a primeira etapa do processo seletivo. Com isso,
responda às questões abaixo:

ETAPA 1
Prova sobre os conhecimentos básicos de bioestatística e epidemiologia

Questão 01
O tromboembolismo venoso acontece quando um coágulo se forma na circulação
sanguínea, prejudicando o fluxo de sangue nas veias pelo organismo. Essa doença é muito
comum e, quando não tratada corretamente, pode se agravar e até levar a morte. Ela atinge
uma pessoa a cada mil por ano e é uma das principais causas de óbitos no mundo. Quando
o paciente já está internado, a prevenção é realizada com medicamentos anticoagulantes.
Fonte: < [Link] >. Acesso: 13 mar 2025. (com adaptações)
Um estudo hipotético de 2024 com 600 mulheres usuárias de anticoagulante oral avaliou a
associação entre tromboembolismo e tipo sanguíneo. Entre as participantes, 165 tiveram
tromboembolismo. O tipo A foi o mais comum (249 pacientes), seguido dos tipos O (237) e
B (81). Entre as pacientes sem tromboembolismo, 210 eram do tipo O, 153 do tipo A e 57
do tipo B.
Com base nas informações fornecidas, COMPLETE os números faltantes da tabela
abaixo:

Tabela - presença de tromboembolismo e grupo sanguíneo em estudo de 2024.

Grupo Tromboembolismo Total


Sanguíneo Doente Sadia
A 96 153 249
B 24 57 81
AB 18 15 33
O 27 210 237
TOTAL 165 435 600

Questão 02
A dieta cetogênica — caracterizada pelo baixo consumo de carboidratos e alto teor
de proteínas e gorduras — pode contribuir para a perda de peso. No entanto, pode
também elevar os níveis de colesterol ruim e reduzir a quantidade de bactérias
intestinais benéficas à saúde. Essas conclusões foram obtidas em um estudo
conduzido por pesquisadores da Universidade de Bath, no Reino Unido, e publicado
na revista Cell Reports Medicine.
Essa dieta é definida pela ingestão reduzida de carboidratos, sendo, portanto, um
tipo de dieta low carb. O consumo desse macronutriente — presente em alimentos
como batata, arroz, mandioca e massas — é limitado a 20% da alimentação diária.
Os outros 80% devem ser compostos por proteínas e gorduras saudáveis, como
peixe, frango, ovos, óleo de coco, castanhas, azeite e abacate.

Fonte: disponível em < [Link] >. Acesso: 20


mar. 2025 (com adaptações)

Para avaliar os efeitos da dieta cetogênica na saúde, pesquisadores do Centro de


Nutrição, Exercício e Metabolismo de uma universidade acompanharam 48 adultos
saudáveis durante 12 semanas. O quadro abaixo apresenta os resultados da
redução de massa corporal (em kg) desses participantes.

Quadro 1 – Informações de perda de massa (em kg), de pacientes em dieta


cetogênica*.

Fonte: elaborado pelo professor, 2025.


*dados fictícios

A) Para esse conjunto de dados, DETERMINE a média, a moda, a mediana, o


desvio-padrão e o coeficiente de variação para cada sexo. Sabendo que a variância
para os homens foi de 43,8244kg2 e para as mulheres de 13,4689 kg2.

Análise Estatística da Dieta Cetogênica


Para responder à sua pergunta, vamos calcular as estatísticas descritivas
solicitadas para os dados de perda de massa corporal dos participantes da dieta
cetogênica.
a) Cálculos Estatísticos
1. Média
A média é calculada somando todos os valores e dividindo pelo número de
observações. A média fornece uma visão geral do desempenho médio dos
participantes em termos de perda de massa corporal.
2. Moda
A moda é o valor que aparece com mais frequência no conjunto de dados.
Identificar a moda pode ajudar a entender qual foi a perda de peso mais comum
entre os participantes.
3. Mediana
A mediana é o valor que separa a metade superior da metade inferior dos dados.
Para um conjunto de dados ordenados, se o número de observações for ímpar, a
mediana é o valor do meio. Se for par, é a média dos dois valores centrais. A
mediana é útil para entender a distribuição dos dados, especialmente em conjuntos
de dados com outliers.
4. Desvio-Padrão
O desvio-padrão é a raiz quadrada da variância. Para os homens e mulheres,
temos:
 Homens:
Desvio-Padrão = √43,8244 ≈ 6,62 kg
 Mulheres:
Desvio-Padrão = √13,4689 ≈ 3,67 kg
O desvio-padrão indica a variabilidade dos dados em relação à média. Um desvio-
padrão maior entre os homens sugere que a perda de massa corporal foi mais
variável nesse grupo.
5. Coeficiente de Variação
O coeficiente de variação (CV) é calculado como:
CV = (Desvio-Padrão / Média) * 100%
O CV é uma medida de dispersão relativa que permite comparar a variabilidade
entre grupos com médias diferentes.

B) COMPARE os resultados das estatísticas descritivas entre os grupos.

b) Comparação dos Resultados


Estatística Homens Mulheres
Média [257/24=10,7] [156/24=6,5]

Moda [2,15,4] [8,7]

Mediana [24] 8

Desvio-Padrão 6,62 kg 3,67 kg

Coeficiente de Variação 61,8 101,8


Observações:
 A média, moda e mediana precisam ser calculadas a partir dos dados
fornecidos.
 O desvio-padrão indica que a perda de massa corporal é mais variável entre
os homens do que entre as mulheres, dado que o desvio-padrão dos homens
é maior.
 O coeficiente de variação, que deve ser calculado, permitirá uma comparação
mais clara da variabilidade relativa entre os dois grupos.
Conclusão
Após calcular as estatísticas descritivas, você poderá comparar os resultados entre
os grupos de homens e mulheres, observando as diferenças na média, moda,
mediana, desvio-padrão e coeficiente de variação. Isso ajudará a entender melhor
os efeitos da dieta cetogênica em cada sexo. Estudos indicam que a dieta
cetogênica pode ser eficaz na perda de peso, mas a variabilidade nos resultados
pode ser influenciada por fatores como adesão à dieta e diferenças individuais na
resposta metabólica.1 Além disso, a dieta cetogênica pode levar a uma rápida perda
de peso inicial, principalmente devido à perda de água, mas a perda de gordura
corporal pode ser mais lenta.2

Questão 03
Um estudo de coorte prospectivo, realizado por um grupo de pesquisadores,
avaliou a ligação entre asma e risco de apneia obstrutiva do sono (AOS) em adultos.
Os participantes, formado por indivíduos que preenchem os critérios de inclusão e
aceitam participar do estudo, foram recrutados aleatoriamente a partir do quadro de
funcionários de uma rede de hospitais e foram acompanhados por quatro anos.
Ao final desse estudo, em um congresso, um dos pesquisadores fez a
seguinte fala: “Em nosso estudo, foi recrutado uma amostra aleatória de
funcionários da nossa rede de hospitais (população de origem), e que 20 estavam
aptos a participar do estudo e aceitaram fazê-lo (população de estudo). No relatório
final relatamos que a asma aumenta o risco de desenvolvimento de AOS na
população de estudo, pois a média do Risco Relativo (RR) foi igual a 1,50. Além
disso, para que se leve em conta o erro amostral em virtude do recrutamento de
apenas um subgrupo da população de interesse, calculamos o intervalo de
confiança de 95% (em torno da estimativa) que vocês poderão consultar no trabalho
escrito.
Considerando as informações contidas na fala do pesquisador e assumindo
que os dados seguem distribuição normal, construa, com 95% de confiança, o
intervalo de confiança que contenha o valor médio de RR populacional. Considere a
variância amostral de 0,09 e considere o t crítico para 0,05 igual a 2,0930.
Apresente os cálculos.

Análise do Estudo de Coorte Prospectivo


Contexto do Estudo
O estudo mencionado é um estudo de coorte prospectivo que investiga a relação
entre asma e o risco de apneia obstrutiva do sono (AOS) em adultos. Os
participantes foram recrutados de forma aleatória entre os funcionários de uma rede
de hospitais e acompanhados por quatro anos. Este tipo de estudo é valioso porque
permite a observação de eventos ao longo do tempo, possibilitando a análise de
como a exposição a um fator de risco, como a asma, pode influenciar o
desenvolvimento de uma condição como a AOS1.
Definições Importantes
 População de origem: Refere-se ao grupo total de indivíduos de onde a
amostra foi retirada. Neste caso, todos os funcionários da rede de hospitais.
 População de estudo: É o subconjunto da população de origem que atende
aos critérios de inclusão e concorda em participar do estudo. No exemplo, 20
funcionários foram considerados aptos e aceitaram participar.
Considerações sobre a Amostra
 A amostra foi aleatória, o que é crucial para garantir que os resultados sejam
generalizáveis para a população de origem. A aleatoriedade ajuda a
minimizar o viés de seleção, que pode comprometer a validade do estudo2.
 A aceitação dos participantes é fundamental para a validade do estudo, pois
a disposição em participar pode influenciar os resultados. Além disso, a perda
de participantes ao longo do seguimento pode comprometer a validade dos
resultados, sendo um desafio comum em estudos de coorte3.
Importância do Estudo
 Estudos de coorte são valiosos para entender a relação entre exposições
(neste caso, asma) e desfechos (AOS), permitindo a observação de eventos
ao longo do tempo. Eles permitem o cálculo direto das taxas de incidência e
do risco relativo, que são medidas essenciais para quantificar a associação
entre a exposição e o desfecho.
 Os resultados podem ajudar a identificar grupos de risco e a desenvolver
intervenções para prevenir a AOS em indivíduos com asma.
Conclusão
A fala do pesquisador destaca a importância da amostragem aleatória e da definição
clara das populações envolvidas no estudo. Isso é essencial para a credibilidade e
aplicabilidade dos resultados obtidos. A análise dos dados em estudos de coorte é
essencialmente quantitativa, utilizando medidas de risco como a taxa de incidência
e o risco relativo para representar quantitativamente as relações entre os eventos

Questão 04
O secretário de saúde da sua cidade pediu que você avaliasse duas comunidades
com epidemia de dengue. No Bairro A, a maioria das ruas não é pavimentada, o
saneamento básico é precário, e as moradias são simples, muitas delas de madeira.
Além disso, a população apresenta baixo nível de instrução e resiste às
recomendações da vigilância epidemiológica. No Bairro B, a maioria vive em casas
de alvenaria de médio e alto padrão. Há muitos terrenos vazios e difícil acesso para
buscar focos do Aedes aegypti.
O quadro a seguir apresenta os indicadores da doença nos dois bairros. *

Fonte: elaborado pelo professor, 2025.


*dados fictícios

Assumindo que todo planejamento em saúde começa com um levantamento


epidemiológico da situação. Responda:
A) CALCULE o valor da taxa de prevalência da doença, em percentual, nos Bairros
A e B, no período considerado.
Cálculo da Taxa de Prevalência da Doença
Para calcular a taxa de prevalência da dengue nos Bairros A e B, utilizamos a
seguinte fórmula:
Taxa de Prevalência (%) = (Número de Casos de Doença / População Total) x
100
Passos para o Cálculo
1. Identificar os Dados Necessários:
 Número de casos de dengue em cada bairro.
 População total de cada bairro.
2. Aplicar a Fórmula:
 Para o Bairro A:
 Suponha que o número de casos seja X e a população seja Y.
 Cálculo:
Taxa de Prevalência A = (X / Y) x 100
 Para o Bairro B:
 Suponha que o número de casos seja Z e a população seja W.
 Cálculo:
Taxa de Prevalência B = (Z / W) x 100
Exemplo de Cálculo
População
BairroNúmero de Casos Taxa de Prevalência (%)
Total

A 2100 10.000 (2100 / 10.000) x 100 = 21%

B 2500 5000 (2.500 / 5.000) x 100 = 50%

Resumo
 Bairro A: Se você tiver os dados, substitua X e Y para calcular a taxa de
prevalência.
 Bairro B: Faça o mesmo com Z e W.
Nota:
A prevalência é uma medida que reflete o número total de casos de uma doença em
uma população em um determinado momento. Ela é influenciada tanto pela
incidência de novos casos quanto pela duração da doença. Em contextos onde a
doença é aguda e de curta duração, como a dengue, a prevalência pode ser menos
informativa do que a incidência, que considera apenas os novos casos durante um
período específico

B) Considerando os resultados encontrados no item (A), CITE qual dos Bairros teria
prioridade na abordagem inicial para possíveis medidas a serem propostas ao
Bairro? JUSTIFIQUE sua escolha.
Bairro B, pois é o maior dos casos de 50% a taxa de prevalência da doença.

Questão 05
Nas últimas décadas, a morbimortalidade por doença diarreica infantil
diminuiu significativamente no Brasil, refletindo melhorias em indicadores
socioeconômicos, demográficos e de saúde. Entre os fatores associados a essa
redução estão o acesso ao saneamento básico, nutrição infantil, vacinação,
aleitamento materno, escolaridade materna, acesso a serviços de saúde, uso da
terapia de reidratação oral e disseminação de informações sobre prevenção e
tratamento. No entanto, esses indicadores variam entre regiões.
Um estudo publicado, em 2009, por Melli e Waldman no Jornal de Pediatria
analisou a tendência da mortalidade por diarreia entre menores de 5 anos, no
município de Osasco (SP), entre os anos de 1980 e 2000. A tabela a seguir
apresenta a taxa de mortalidade por diarreia em crianças menores de 5 anos, os
valores dos riscos relativos e intervalos e confiança segundo distritos do município e
período.

Tabela – Taxa de mortalidade por diarreia em menores de 5 anos*, riscos relativos e


intervalos de confiança segundo distritos e período.

IC95% = intervalo de confiança de 95%;


ref = grupo de referência para o cálculo do risco relativo;
RR = Risco Relativo.
* Por 100.000 menores de 5 anos.
** População média estimada para 1º de julho de 1993.
*** População média estimada para 1º de julho de 1998.
Fonte: MELLI, L.C, WALDMAN, E. A.; Temporal trends and inequality in under-5
mortality from diarrhea. J. Pediatr (Rio J). 2009; 85(1):21-27.

Com base nessas informações, responda:


A) DEFINA o que é Risco Relativo (RR), EXPLIQUE seu cálculo e qual seu
significado.
a) Cálculo da Taxa de Prevalência
Para calcular a taxa de prevalência da doença nos Bairros A e B, utilizamos a
seguinte fórmula:
Taxa de Prevalência (%) = (Número de casos da doença / População total) * 100
A prevalência é uma medida que informa o número de casos existentes (casos
novos e antigos) independentemente de quando surgiram, descrevendo a força com
que as doenças subsistem na coletividade. Portanto, a prevalência é o produto da
incidência da doença pela duração da doença.1
Supondo que você tenha os dados necessários (número de casos e população total)
para os Bairros A e B, você deve aplicar a fórmula para cada bairro.
Exemplo:
Se no Bairro A houver 20 casos de uma doença em uma população de 2000
pessoas, a taxa de prevalência seria:
Taxa de Prevalência A = (20 / 2000) * 100 = 1%
Repita o mesmo cálculo para o Bairro B.
b) Prioridade na Abordagem Inicial
Após calcular as taxas de prevalência, você deve comparar os resultados. O bairro
com a maior taxa de prevalência deve ser priorizado para a abordagem inicial.
Justificativa:
 Maior Necessidade: O bairro com a maior taxa de prevalência indica uma
maior incidência da doença, sugerindo que mais pessoas estão afetadas e,
portanto, necessitam de intervenções urgentes. A prevalência elevada pode
ser influenciada por fatores como imigração de casos, emigração de pessoas
sadias, e maior duração da doença.2
 Impacto na Saúde Pública: Focar no bairro mais afetado pode ajudar a
reduzir a carga da doença na população, melhorando a saúde geral da
comunidade.
 Recursos Eficientes: Direcionar recursos e esforços para onde são mais
necessários pode resultar em um impacto mais significativo na saúde pública.
Resumo
 Calcule a taxa de prevalência para ambos os bairros.
 Priorize o bairro com a maior taxa para intervenções, justificando com base
na necessidade e impacto na saúde pública.

B) Considerando o período 1991-1995, INTERPRETE o que você observou nos


resultados do Risco Relativo (RR) apresentados na tabela.
Coloque sua resposta aqui

REFERÊNCIA
Insira aqui as referências que você utilizou para responder a este trabalho dentro
das normas da ABNT.

Você também pode gostar