ICMS- DIFERENÇAS DE ALIQUOTAS
-ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) incide sobre operações relativas à
circulação de mercadorias,inclusive o fornecimento de alimentos e Bebidas em bares;operações
sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal, por qualquer via, de
pessoas, bens, mercadorias ou valores;
Alíquota Interna Operações realizadas dentro do Estado ou Distrito Federal
Alíquota Interestadual é um percentual aplicado sobre o valor das operações
interestaduais, ou seja, aquelas que envolvem a transferência de
mercadorias ou serviços entre estados diferentes.
DIFAL-Alíquota Interna do Estado do Destino
O difal surgiu para repartir o ICMS entre o estado de origem e o de destino da mercadoria ou
serviço, principalmente após o crescimento do e-commerce. é um imposto cujo objetivo é
equilibrar a arrecadação de impostos entre os estados. Ou seja, o estado de origem da venda e o
estado de destino fazem a divisão da carga tributária que deve ser paga. Desse modo, os locais que
possuem maiores alíquotas não serão prejudicados.
Difal é a diferença de alíquota sobre uma mercadoria determinada entre o estado de origem da
mercadoria e o de destino. Como o ICMS é pago para o estado de origem, o estado de destino
requer uma parte do imposto e cobra essa diferença de alíquota.
QUANDO SE APLICA O DIFAL
Operação interestadual A operação é realizada entre dois estados diferentes,
ou seja,o vendedor está localizado em um estado e o
comprador(consumidor final) está em outro estado.
Destinada a consumidor final O destinatário da mercadoria é um consumidor final,
que não é contribuinte do ICMS. Isso significa que o
consumidor não revende a mercadoria, mas sim a
utiliza para seu próprio consumo.
Consumidor localizado em outro estado O consumidor final está localizado em um estado
diferente do estado onde o vendedor está localizado.
Isso é o que caracteriza a operação como
interestadual.
Consumidor Final Contribuinte do ICMS
Um consumidor final contribuinte do ICMS é uma pessoa física ou jurídica que:
- Compra mercadorias para uso próprio ou consumo;
- É contribuinte do ICMS, ou seja, está registrado como contribuinte do imposto e recolhe ICMS nas
suas operações;
- Pode ser uma empresa que compra mercadorias para uso interno, como material de escritório,
equipamentos, etc.
Consumidor Final Não Contribuinte do ICMS
Um consumidor final não contribuinte do ICMS é uma pessoa física ou jurídica que:
- Compra mercadorias para uso próprio ou consumo;
- Não é contribuinte do ICMS, ou seja, não está registrado como contribuinte do imposto e não
recolhe ICMS nas suas operações;
- Pode ser uma pessoa física que compra mercadorias para uso pessoal, como alimentos, roupas,
etc.
OPERAÇÕES COM BENS DO ATIVO DO IMOBILIZADO
-O QUE É ATIVO IMOBILIZADO?
O Ativo Imobilizado, também conhecido como Ativo Fixo, refere-se aos bens duráveis e tangíveis
que uma empresa utiliza para suas operações e que não são destinados à venda no curto
prazo. São bens que a empresa espera utilizar por mais de um período, geralmente para a
produção, fornecimento de mercadorias ou serviços, ou para fins administrativos.
Aquisição de bens ato de tomar posse de alguma coisa, seja ele bens, produto,
serviço ou conhecimentos. A aquisição é aquilo que foi adquirido,
podendo essa aquisição ter sido feita de diversas formas, por uma
compra, permuta, doação etc.
Depreciação de bens A depreciação de bens refere-se à redução do valor de um ativo
ao longo do tempo, geralmente devido ao desgaste, uso,
obsolescência ou ação da natureza. É um conceito fundamental
na contabilidade e na gestão financeira das empresas, afetando as
demonstrações financeiras e as decisões de investimento.
Alienação de bens Alienação de bens significa transferir a propriedade de um
bem (móvel ou imóvel) de uma pessoa para outra, seja por
venda, doação, troca ou qualquer outro meio que implique
na mudança de titularidade. É um ato jurídico que implica
na perda da propriedade do bem para o antigo proprietário
e sua aquisição por um novo proprietário.
SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA
A Substituição Tributária é uma forma de arrecadação de tributos do governo e bastante
importante para as micro e pequenas empresas que recolhem ICMS – Imposto sobre Circulação de
Mercadorias e Serviços ou atuam com transações fiscais.
Tipos de substituição tributária
SUBSTITUIÇÃO PARA FRENTE Os tributos, nesse caso, são recolhidos antecipadamente, usando
como base um cálculo padrão apoiado no Conselho Nacional de
Política Fazendária (Confaz).
SUBSTITUIÇÃO PARA TRÁS o recolhimento do ICMS é adiado. Podemos chamar também
de diferimento do ICMS. Nesse caso, a última parte da cadeia fica
responsável por pagar o tributo de todas as outras partes.(ex.:
combustíveis)
SUBSTITUÇÃ PARA quem fica responsável por recolher o imposto é um contribuinte da
CONTRIBUINTE cadeia. Ex.: uma fábrica que paga os tributos devidos pela empresa
que prestou serviços de transporte
MARGEM DE VALOR AGREGADO:
o MVA nada mais é que uma margem estimada pelo governo para efeitos de carga tributária.
PIS/PASEP:
O PIS (Programa de integração social) e o pasep (programa de formação do patrimônio do servidor público)
foram criados em 1970 com o objetivo de promover a integração do trabalhador no desenvolvimento das
empresas e do estado. a ideia original era criar uma poupança individual para cada trabalhador. em 1988,
com a constituição federal, os fundos individuais foram congelados e os valores passaram a ser destinados
ao fat – fundo de amparo ao trabalhador. hoje, pis e pasep representam contribuições sociais que financiam
o seguro-desemprego, abono salarial e programas de desenvolvimento.
Quem paga o PIS/PASEP é empresas privadas PIS e orgãos públicos PASEP.
COFINS:
A Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (COFINS) é um imposto federal cobrado sobre o
faturamento de pessoas jurídicas e é usado para custear a seguridade social de trabalhadores de empresas
privadas
Quem deve pagar a COFINS?
Todas as pessoas jurídicas de direito privado e entidades a elas equiparadas pela legislação do IRPJ são
contribuintes da COFINS, incluindo: empresas do Lucro Real ,empresas do Lucro Presumido,empresas
optantes pelo Simples Nacional.
É preciso observar o tipo de regime de incidência para PIS e Cofins, isto é, cumulativo e não cumulativo,
porque haverá diferença no valor da alíquota e também no valor a ser recuperado (ou não) dos respectivos
tributos, ou seja:
• cumulativo: em empresas tributadas pelo lucro presumido, não haverá recuperação de PIS e Confis
(alíquotas 0,65% e 3%, respectivamente);
• não cumulativo: em empresas tributadas pelo lucro real, haverá recuperação de PIS e Confis (alíquotas
1,65% e 7,6%, respectivamente).