AMIDE
de Christoph Wilibald Gluck
trabalho de: João Viriato Ferreira Brites
Tópicos:
Contextualização do Excerto da partitura e
período; instrumentação;
Biografia do Compositor; Alguns detalhes;
Análise histórica da obra; Bibliografia.
Período Clássico da
Música (c. 1750–1820)
O Período Clássico coincidiu com o Iluminismo e a ascensão da
burguesia, refletindo ideais de equilíbrio, clareza e racionalidade.
A música tornou-se mais simples e estruturada, com destaque
para a melodia acompanhada (homofonia) e formas bem
definidas, como a sonata, sinfonia, concerto e quarteto de cordas.
A orquestra foi-se padronizando, e o piano substituiu o cravo. O
estilo evitava excessos emocionais e priorizava a lógica e a
elegância formal.
NASCEU A 2 DE JULHO
DE 1714 EM BERCHING -
ALEMANHA E FALECEU A
15 DE NOVEMBRO DE
1787 EM VIENA COM 73
ANO, DEVIDO A UM
ACIDENTE
CARDIOVASCULAR.
Christoph Willibald Gluck
ESCREVEU OBRAS COMO:
ORFEU E EURÍDICE,
IPHIGÉNIE EN TAURIDE,
ALCESTE, IPHIGÉNIE EN
AULIDE, ARMIDE...
TOCOU ORGÃO, E FOI
COMPOSITOR E MAESTRO.
VIVEU EM PARIS E
VIENA COM A SUA
CÔNJUGE MARIA ANNA
BERGIN.
Detalhes da Obra:
Tipo de Obra: Opera Primeira Perfomance:
Duração: 02:19:00 23/09/1777 pela
Época: Clássica “Académie Royale de
Composta a: 1776 Musique” no segundo
Composta por 15 “Salle du Palais-Royale”
personagens em Paris
Contextualização
da obra:
Gluck compôs uma nova versão da ópera Armide usando o libreto original
de Quinault, escrito para Lully em 1686 e baseado em Gerusalemme
Liberata de Torquato Tasso. Esta escolha ousada confrontava diretamente
as tradições da ópera francesa, já que Armide era considerada uma obra-
prima fundadora do género. Ao fazê-lo, Gluck mostrou que os ideais
operáticos franceses podiam ser renovados através de uma sensibilidade
composicional moderna.
A sua abordagem gerou polémica e um intenso debate crítico, tornando-se um episódio
marcante na vida intelectual francesa. Embora Armide não tenha sido das suas óperas
mais populares, foi considerada um marco na tradição e, inclusive, elogiada por Berlioz.
A iniciativa de Gluck deu origem a uma tendência de recomposição de óperas de
Lully/Quinault por outros compositores, como Piccinni, Philidor e Gossec. O próprio Gluck
começou a trabalhar numa nova versão de Roland, mas desistiu ao saber que Piccinni já
estava a tratar do mesmo libreto.
Instrumentação:
violinos, violas,
violoncelos e
contrabaixos, flauta
transversal,
clarinetes, oboés,
fagotes, trompas,
trompetes, tímpanos,
contrabaixo
Bibliografia:
[Link]
willibald-glucks-armide-was-premiered/
[Link]
Partitura: [Link]
Gravação: [Link]