Enfermagem e Câncer de Mama: Prevenção e Tratamento
Enfermagem e Câncer de Mama: Prevenção e Tratamento
ISSN 1808-6136
ISSN on-line 2674-7499
1Mestre em Imunologia pela Faculdade de Medicina da Universiadade de São Paulo - USP, Professora
no Centro Universitário UNIFACIG). E-mail: jusnt@[Link].
2 Fisioterapeuta, Mestre em Desenvolvimento Local pela UNISUAM. Especialista em Geriatria
Gerontologia pela UFMG. Professora no Centro Universitário UNIFACIG. E-mail:
carolinecarola@[Link].
3 Farmacêutica, Doutora em Ciências Biológicas, ênfase em Imunologia e Doenças Infecto-Parasitárias
pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Especialista em Análises Clínicas (modalidade
residência) HU/UFJF. Especialista em Políticas Públicas e Pesquisa em Saúde Coletiva (NATES -
UFJF). Professora no Centro Universitário UNIFACIG). E-mail: danieleknupp@[Link]
4 Enfermeira, Mestre em Enfermagem pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) na área de
concentração Saúde e Enfermagem, linha de pesquisa de Planejamento, Organização e Gestão dos
Serviços de Saúde. Especialista em Saúde do Adulto (modalidade residência) HU/UFJF. Especialista
em Políticas Públicas e Pesquisa em Saúde Coletiva (NATES). MBA Gestão Serviços de Saúde,
Acreditação e Auditoria (FEA/UFJF). Bacharelado e licenciatura em Enfermagem pela Universidade
Federal de Juiz de Fora (UFJF) Professora e Coordenadora no Centro Universitário UNIFACIG. E-mail:
robertafmendes@[Link]
5 Doutora em bioquímica e Imunologia pela UFMG com ênfase em biologia molecular, Mestre em
Bioquímica e Imunologia pela UFMG, especialista pelo programa 21st century educators pela Tampere
University of applied sciencies na Finlândia, Especialista pelo programa A moderna Educação:
metodologias, tendência e foco no aluno pela PUCRS. Pró reitora de ensino e aprendizagem no
UNIFACIG e professora dos cursos de Medicina, Odontologia e Enfermagem. E-
mail:[Link]@[Link]
6 Enfermeira, Mestre em Hemoterapia pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP-USP).
Especialização em Atenção Básica pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Professora no
Centro Universitário UNIFACIG. e-mail thiara@[Link]
7 Enfermeiro pelo Centro Universitário UniFacig. E-mail: caioalexsander90@[Link]
RESUMO
Atualmente no cenário mundial, registra- se um aumento do número de diagnósticos de câncer de
mama, o que causa grande impacto na saúde pública e na qualidade de vida dessas pacientes. O câncer
de mama é um tumor maligno que acontece devido a alterações genéticas nas células da glândula
mamária. O enfermeiro tem um papel de realizar a educação em saúde tendo assim o conhecimento
necessário para realizar o rastreamento e o diagnóstico precoce do câncer de mama. Sendo assim, o
objetivo deste trabalho é descrever a assistência de enfermagem na prevenção, detecção e no tratamento
do câncer de mama. Trata se de uma pesquisa bibliográfica do tipo revisão integrativa. A busca na
literatura foi nas bases de dados da Scienticif Eletronic Library (SCIELO), nos sites do INCA, Biblioteca
Virtual de Saúde (BVS), Ministério da Saúde e COFEN sobre a atuação do enfermeiro na prevenção,
diagnostico e no tratamento do câncer de mama. O enfermeiro da atenção primária e secundária tem a
responsabilidade de aplicar em sua área assistencial seus conhecimentos sobre fatores de risco para o
câncer de mama e sobre as medidas de prevenção da doença. Orientar sobre os sinais e sintomas de
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alerta para o câncer, que percebidos no início levam a um diagnóstico precoce e um prognóstico
favorável a cura. Conclusão: Torna-se de suma importância a atuação do enfermeiro para que se tenha
uma assistência sistematizada e humanizada, garantindo um atendimento às necessidades do paciente,
promovendo seu conforto físico, emocional e espiritual.
Palavras-chave: Enfermeiro. Neoplasia. Diagnóstico Precoce. Auto Exame. Tratamento.
ABSTRACT
Currently, on the world stage, there is an increase in the number of breast cancer diagnoses, which has
a great impact on public health and the quality of life of these patients. Breast cancer is a malignant
tumor that happens due to genetic changes in mammary gland cells. The nurse has the role of carrying
out health education, thus having the necessary knowledge to carry out the screening and early diagnosis
of breast cancer. Therefore, the objective of this work is to describe nursing care in the prevention,
detection and treatment of breast cancer. This is a bibliographic research of the integrative review type.
The literature search was carried out in the databases of the Scienticif Electronic Library (SCIELO), on
the websites of INCA, the Virtual Health Library (VHL), the Ministry of Health and COFEN on the role
of nurses in the prevention, diagnosis and treatment of breast cancer. breast. Primary and secondary care
nurses are responsible for applying their knowledge about risk factors for breast cancer and disease
prevention measures in their care area. Guidance on the warning signs and symptoms for cancer, which,
perceived at the beginning, lead to an early diagnosis and a favorable prognosis for cure. Conclusion: It
is extremely important for nurses to provide systematized and humanized care, ensuring that the patient's
needs are met, promoting their physical, emotional and spiritual comfort.
Keywords: Nurse. Neoplasm. Early Diagnosis. Self Exam. Treatment.
1 INTRODUÇÃO
Câncer é um termo que abrange mais de 100 diferentes tipos de doenças malignas, as
quais têm em comum o crescimento desordenado de células, que podem invadir tecidos
adjacentes ou órgãos à distância. Dividindo-se rapidamente, estas células tendem a ser muito
agressivas e incontroláveis, determinando a formação de tumores, que podem espalhar-se para
outras regiões do corpo (INCA, 2020).
Dentre os cânceres mais temidos está o câncer de mama, uma doença heterogênea e
complexa, que se apresenta de múltiplas formas clínicas e morfológicas, com diferenças na pré
e pós-menopausa, diferentes graus de agressividade tumoral e potencial metastático. Mulheres
após os quarenta anos de idade são consideradas mais vulneráveis à doença, mesmo que se
tenha observado um aumento de sua incidência em faixas etárias mais jovens (PINHO, 2007).
Os fatores de risco relacionados à vida reprodutiva da mulher (menarca precoce,
nuliparidade, idade da primeira gestação a termo acima dos 30 anos, anticoncepcionais orais,
menopausa tardia e terapia de reposição hormonal) estão bem estabelecidos em relação ao
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desenvolvimento do câncer de mama. Além desses, a idade continua sendo um dos mais
importantes fatores de risco (INCA, 2019).
Dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA) mostram que no ano de 2020 o número
de mortes por essa doença chegou a 18.295 óbitos, onde 18.068 eram mulheres e 227 eram
homens. O INCA traz que no ano de 2020 as estimativas de diagnósticos de câncer de mama
chegariam a cerca de 66.280 novos casos em todo o país.
Atrasos no diagnóstico e no início do tratamento do câncer de mama aumentam a
ansiedade sentida pelas mulheres e podem impedir tratamentos curativos, reduzindo as taxas de
sobrevivência (SOUZA et al., 2008).
Dessa forma faz-se necessário a mulher conhecer seu corpo e, principalmente, as
mamas. Assim ela pode aprender a localizar quaisquer anormalidades ou pequenos nódulos que
possam surgir. Ao palpar os seios com frequência, poderá perceber mudanças e, com isso
ajudará na detecção de possíveis problemas prévios (MELO; SOUZA, 2012).
A estratégia de diagnóstico precoce contribui para a redução do estágio de apresentação
do câncer. Nessa estratégia, destaca-se a importância da educação da mulher e dos profissionais
de saúde para o reconhecimento dos sinais e sintomas suspeitos de câncer de mama, bem como
do acesso rápido e facilitado aos serviços de saúde, tanto na atenção primária quanto nos
serviços de referência para investigação diagnóstica (INCA, 2020).
Também nesse contexto o enfermeiro tem um papel de educador em saúde na
comunidade, devendo assim possuir conhecimento específico para rastreamento e diagnóstico
precoce do câncer de mama, atuando no âmbito da coordenação, comunicação, educação e
reconhecimento da população alvo (SILVA, 2009).
Sendo assim, o objetivo do estudo é descrever a assistência de enfermagem na
prevenção, detecção e no tratamento do câncer de mama, visando à assistência básica antes,
durante e após a detecção do câncer.
2 DESENVOLVIMENTO
2.1 Referencial Teórico
As mulheres vivem mais do que os homens, porém adoecem mais frequentemente. A
vulnerabilidade feminina diante de certas doenças e causas de morte está mais relacionada a
situação de discriminação na sociedade que a fatores biológicos. É importante considerar as
especificidades na população feminina: negras, indígenas, trabalhadoras da cidade e do campo,
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O diagnóstico precoce é realizado com o objetivo de descobrir, o mais cedo possível, uma
doença por meio dos sintomas ou sinais clínicos que o paciente apresenta. O conhecimento dos
principais sinais, sintomas e fatores de risco para o câncer pelos profissionais de saúde é
essencial. A exposição a fatores de risco é umas das condições a que se deve estar atento na
suspeita de um câncer, principalmente quando o paciente convive com tais fatores (INCA,
2010).
O câncer de mama pode ser detectado precocemente, em grande parte dos casos,
aumentando assim a possibilidade de tratamentos menos agressivos e com taxas de sucesso
satisfatórias. Todas as mulheres, independentemente da idade, devem ser estimuladas a
conhecer seu corpo para saber o que é e o que não é normal em suas mamas. A maior parte dos
cânceres de mama é descoberto pelas próprias mulheres (INCA, 2021).
A prevenção do câncer de mama pode ser primária ou secundária, sendo a primária
responsável por modificar ou eliminar fatores de risco para essa neoplasia ao passo que na
prevenção secundária enquadram-se o diagnóstico e o tratamento precoces dos canceres.
Destaca-se, porém, que a detecção precoce ainda é a melhor maneira de combater este tipo de
câncer, pois só assim a doença adquire melhores chances de cura (CARVALHO et al., 2009).
Cerca de 30% dos casos de câncer de mama podem ser evitados com a adoção de hábitos
saudáveis como: praticar atividade física; alimentar-se de forma saudável; manter o peso
corporal adequado; evitar o consumo de bebidas alcoólicas; evitar uso de hormônios sintéticos,
como anticoncepcionais e terapias de reposição hormonal (INCA, 2021).
O rastreamento é o exame oferecido para pessoas assintomáticas com o objetivo de
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selecionar aquelas com mais chances de ter uma enfermidade por apresentarem exames
alterados ou suspeitos e que, portanto, devem ser encaminhadas para investigação diagnóstica.
De acordo com o Ministério da Saúde, programas de rastreamento podem ser oferecidos de
duas formas diferentes:
Rastreamento organizado: ocorre quando um método de cuidado assistencial
comprovadamente efetivo para detectar uma doença, condição ou risco é
oferecido de forma sistematizada para a população-alvo. Rastreamento
oportunístico: ocorre quando a pessoa procura o serviço de saúde por algum
outro motivo e o profissional de saúde aproveita o momento para rastrear
alguma doença utilizando um método de cuidado assistencial
comprovadamente efetivo para detectar uma determinada doença, condição
ou risco (INCA, 2010).
No Brasil, o exame clínico anual das mamas além do rastreamento são as estratégias
recomendadas para controle do câncer da mama. As recomendações do Ministério da Saúde
para detecção precoce e diagnóstico desse câncer baseiam- se no controle do câncer de mama:
documento de consenso, de 2004, que considera como principais estratégias de rastreamento, o
exame clínico anual das mamas a partir dos 40 anos e um exame mamográfico, a cada dois
anos, para mulheres de 50 a 69 anos. Para as mulheres de grupos populacionais considerados
de risco elevado para câncer da mama, recomenda-se o exame clínico da mama e a mamografia,
anualmente, a partir de 35 anos (BARTH et al., 2014).
A Política Nacional de Atenção Oncológica garante o atendimento integral a qualquer
doente com câncer, por meio das Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia.
Segundo a Portaria nº2. 439/GM/MS de 8 de dezembro de 2005, este é o nível da atenção
capacitado para determinar a extensão da neoplasia, tratar, cuidar e assegurar a qualidade dos
serviços de assistência oncológica (BRASIL, 2010).
O tratamento do câncer de mama depende da fase em que a doença se encontra e do
tipo. Pode incluir cirurgia, radioterapia, quimioterapia, hormonioterapia e terapia biológica.
Quando a doença é diagnosticada no início, o tratamento tem um índice maior de ser curativo.
No caso de a doença já possuir metástases (quando o câncer se espalhou para outros órgãos), o
tratamento busca prolongar a sobrevida e melhorar a qualidade de vida (INCA, 2021).
O tratamento do câncer de mama deve ser planejado após um diagnóstico confirmado e
de acordo com fatores relacionados ao tumor ou ao hospedeiro. Em algumas situações também
é levado em consideração o perfil gênico. Quanto ao hospedeiro, a decisão terapêutica é tomada
após uma análise de fatores de extrema importância como: o estado menopausa, a idade,
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2.2 Metodologia
Trata se de uma pesquisa bibliográfica do tipo revisão integrativa. A busca na literatura
foi nas bases de dados da Scienticif Eletronic Library (SCIELO), nos sites do INCA, Biblioteca
Virtual de Saúde (BVS), Ministério da Saúde e COFEN, tendo o ano de publicação entre os
anos de 2005 - 2021.
O período de coletas de dados foi de janeiro a maio de 2021, sendo definidos como
critérios de inclusão dos artigos: estudos publicados em português e inglês disponíveis de forma
gratuita e online. A palavras chaves: câncer de mama, papel da enfermagem na atenção básico
e papel da enfermagem com o câncer de mama. Sendo excluídos os artigos científicos que não
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possuíam o texto completo e que não estava disponível gratuitamente e aqueles que não
apresentavam relação com o tema.
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Entre 30% e 50% dos cânceres podem ser prevenidos. O câncer pode ser controlado por
meio de estratégias baseadas na prevenção, a detecção precoce e o tratamento de pacientes com
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a doença. Muitos cânceres têm uma alta chance de cura se detectados e tratados precocemente
(OPAS, 2020).
O enfermeiro é aquele que atua desde a atenção básica prestando orientações, como a
realização do autoexame de mama, exame clínico das mamas e mamografia, como formas de
prevenção e é quem passa, também, a orientar o paciente durante o tratamento para esclarecer
dúvidas dos pacientes e ensinar sobre a forma correta de autocuidado As orientações realizadas
pelos enfermeiros aos pacientes em tratamento podem auxiliar na promoção do autocuidado e
são importantes para que os pacientes compreendam que também podem assumir sua
responsabilidade no tratamento (FERRARI et al., 2018).
O enfermeiro da atenção primária e secundária tem a responsabilidade de aplicar em sua
área assistencial seus conhecimentos sobre fatores de risco para o câncer de mama e sobre as
medidas de prevenção da doença. Orientar sobre os sinais e sintomas de alerta para o câncer,
que percebidos no início levam a um diagnóstico precoce e um prognóstico favorável a cura.
Além disso, atua no pré- operatório de pacientes que passam pela mastectomia. Já o enfermeiro
da atenção terciária busca atender as necessidades dos pacientes que passam por tratamento
complementar como a quimio prevenção, radioterapia e hormonioterapia (SÁ et al., 2010).
Para que se possa ter boas informações sobre os pacientes na consulta de enfermagem
deve conter anamnese para detectar fatores de risco, não se esquecendo do exame clinico das
mamas, orientação sobre o exame de Mamografia, ações educativas que expliquem o auto
exame das mamas além de realizar agendamento daquelas usuárias assintomáticas para consulta
regular (MORAES et al., 2016). Além disso o enfermeiro deve orientar as pacientes na
realização do Autoexame das Mamas periodicamente entre 7 a 10 dias após o início da
menstruação. Naquelas mulheres que já não menstruam, com menopausa, mulheres que
retiraram o útero ou aquelas em fase de aleitamento materno, é importante orientar quanto a
possível escolha de um dia mensal para realizar o auto exame da mama eventualmente
(RODRIGUES et al., 2012).
Para os pacientes que apresentarem suspeita de Cancer de Mama, a definição do plano
de cuidado se divide em três instâncias: a primeira corresponde se há presença dos sintomas
iniciais como vermelhidão nas mamas, assimetria, nódulos palpáveis; a segunda condiz com a
avaliação do mastologista e a terceira é encaminhada ao serviço de referência para iniciar o
tratamento (SALES et al., 2017). Segundo a Resolução do COFEN 210/1998, que dispõe sobre
a atuação dos profissionais de enfermagem que trabalham com quimioterápicos
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3 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Conclui-se que em relação a educar as mulheres para a realização de exames que
permitem o diagnóstico precoce do câncer de mama deve ser abordada, pois após a detecção do
câncer pode-se iniciar o tratamento precoce e evitar que o câncer se espalhe para outras partes
do organismo.
O câncer de mama é um problema de saúde pública, visto que várias mulheres são
diagnosticadas em estágios mais avançados da doença, pois só procuram o atendimento de
saúde quando encontram uma alteração na mama. Isso se deve, em grande parte, ao fato dessas
mulheres desconhecerem os exames ou não receberem as orientações de forma adequada quanto
à realização dos mesmos. O enfermeiro é visto como o profissional responsável pela realização
de controle do câncer de mama através de orientações, além de ressaltar a importância da
realização do autoexame das mamas e de destacar a necessidade de observação de sinais de
alterações possíveis nas mamas e esclarecer sobre os benefícios, vantagens e opções de
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REFERÊNCIAS
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Disponível:[Link]
o_2013.pdf. Acesso em 11 de abril de 2021.
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COSTA, W.B. et al. Mulheres com câncer de mama: interações e percepções sobre o cuidado
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SALES, M. A et al. Carcinoma ductal in situ da mama: critérios para diagnostico e abordagem
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