UNIP - UNIVERSIDADE PAULISTA
Processamento de imagens - Professor Alvaro Nunes
Roteiro
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Processamento de Imagens
Ciência da Computação
UNIP
segundo semestre, 2024
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PROCESSAMENTO DE IMAGENS
Filtros
Filtros no domı́nio do espaço
Convolução
Algumas máscaras de convolução
Sobel
Gradiente
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Filtros
”Um filtro em processamento de imagens é uma operação que
modifica a intensidade ou cor dos pixels de uma imagem de acordo
com uma determinada regra ou função, frequentemente utilizando
uma máscara ou kernel que é aplicada em cada pixel ou grupo de
pixels.”
Gonzalez, R. C., et Woods, R. E. (2008). Digital Image
Processing (3rd ed.). Pearson Prentice Hall
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Filtros no domı́nio do espaço
A filtragem no domı́nio espacial é uma técnica de
processamento de imagens que normalmente manipula os valores
de uma vizinhança para modificar a imagem digital, atuando
diretamente nos pixels da imagem.
A filtragem no domı́nio espacial pode trabalhar com
uma máscara, que percorre toda a imagem realizando as
operações de filtragem desejadas.
conjutos de pixels
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Filtros no domı́nio do espaço
Máscara (ou Kernel)
A máscara, também conhecida como kernel, é uma pequena
matriz de valores numéricos usada para definir a operação que
será aplicada aos pixels de uma imagem durante a
convolução. Esses valores determinam como os pixels de
entrada são combinados para gerar o valor do pixel de saı́da.
A máscara geralmente tem dimensões menores do que a
imagem (como 3x3, 5x5, etc.).
Durante a convolução, a máscara é ”deslizada”sobre a
imagem. Em cada posição, os valores da máscara são
multiplicados pelos valores correspondentes dos pixels da
imagem, e os resultados são somados para produzir o valor do
pixel de saı́da na posição central da máscara.
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Filtros no domı́nio do espaço
Janela (ou Região Local)
A janela refere-se à região especı́fica da imagem que está
sendo considerada em um dado momento para a aplicação da
máscara. Em outras palavras, a janela é o subgrupo de pixels
da imagem sobre os quais a máscara é aplicada.
À medida que a máscara se move pela imagem, ela define
uma janela de pixels na imagem correspondente ao tamanho
da máscara. Por exemplo, se a máscara for 3x3, a janela em
cada passo também será 3x3. A operação de convolução será
aplicada nesta janela para calcular o valor do pixel de saı́da.
Exemplo: Se a máscara 3x3 estiver centrada no pixel (i, j) da
imagem, a janela será composta pelos pixels em torno de (i, j), ou
seja, do pixel (i-1, j-1) ao pixel (i+1, j+1).
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Filtros no domı́nio do espaço
Convolução
A idéia é fazer com que a máscara percorra toda a imagem
realizando uma operação especı́fica de tratamento em cada pixel.
Um caso especı́fico é o processo de convolução, onde quando
aplica-se uma transformação representada por uma matriz em toda
a janela. Esta operação altera os dados de cada pixel conforme o
conjunto representado pela janela.
Esta operação é chamada de convolução. A matriz da operação é
chamada de matriz de convolução ou kernel.
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Exemplo simples de Matriz de Convolução
Exemplo sim
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Máscaras de convolução
O tamanho da máscara e os valores de seus coeficientes definem o
tipo de filtragem produzido. Exemplos:
gradientes(robert, sobel, etc): detectores de borda
média espacial (suavização)
mediana
Passa alta (realce)
Passa banda
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Filtros no domı́nio do espaço
(a) Antes (b) Depois
Figura: Filtro de Sobel
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Gradiente
No cálculo vetorial o gradiente (ou vetor gradiente) é um vetor
que indica o sentido e a direção na qual, por deslocamento a partir
do ponto especificado, obtém-se o maior incremento possı́vel no
valor de uma função.
O gradiente é o vetor que aponta para onde a grandeza resultante
da função tem seu maior crescimento.
O módulo do vetor gradiente indica a taxa de variação da grandeza
escalar com relação à distância movida quando desloca-se na
direção e sentido do vetor gradiente (deslocamentos infinitesimais).