Gestão de Tecnologia da Informação
Gestão de Tecnologia da Informação
da Informação
Material Teórico
Gestão de Tecnologia da Informação
Revisão Textual:
Prof. Esp. Claudio Brites
Gestão de Tecnologia da Informação
OBJETIVO DE APRENDIZADO
· Macro-conceitos referentes à própria gestão da tecnologia da informação;
· Uso de Sistema de Informação (SI) de Gestão ou Sistema de Informa-
ções Gerenciais;
· Segurança da informação.
Orientações de estudo
Para que o conteúdo desta Disciplina seja bem
aproveitado e haja maior aplicabilidade na sua
formação acadêmica e atuação profissional, siga
algumas recomendações básicas:
Conserve seu
material e local de
estudos sempre
organizados.
Aproveite as
Procure manter indicações
contato com seus de Material
colegas e tutores Complementar.
para trocar ideias!
Determine um Isso amplia a
horário fixo aprendizagem.
para estudar.
Mantenha o foco!
Evite se distrair com
as redes sociais.
Seja original!
Nunca plagie
trabalhos.
Não se esqueça
de se alimentar
Assim: e de se manter
Organize seus estudos de maneira que passem a fazer parte hidratado.
da sua rotina. Por exemplo, você poderá determinar um dia e
horário fixos como seu “momento do estudo”;
No material de cada Unidade, há leituras indicadas e, entre elas, artigos científicos, livros, vídeos
e sites para aprofundar os conhecimentos adquiridos ao longo da Unidade. Além disso, você
também encontrará sugestões de conteúdo extra no item Material Complementar, que ampliarão
sua interpretação e auxiliarão no pleno entendimento dos temas abordados;
Após o contato com o conteúdo proposto, participe dos debates mediados em fóruns de discus-
são, pois irão auxiliar a verificar o quanto você absorveu de conhecimento, além de propiciar o
contato com seus colegas e tutores, o que se apresenta como rico espaço de troca de ideias e
de aprendizagem.
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Contextualização
Sergio (2002, p. 142) versa que a percepção da importância do conhecimento
nas atividades que uma organização deve realizar, bem como o fato de que se trata
de uma habilidade inerentemente ligada a pessoas, faz parte do pensamento admi-
nistrativo desde quando se iniciou a articulação desta área de estudo.
Mais uma vez o ambiente onde esse drama se desenvolve é estratégico. Entendere-
mos um pouco mais sobre a importância e o uso da gestão da TI e suas implicações
acrescentando fundamentos.
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Introdução a Tecnologia da Informação
Utilizaremos definições clássicas e modernas, empregando os recursos computa-
cionais e de internet existentes, começando a definição de tecnologia da informação
do meio mais popular e difundido no mundo. Muitos autores definem o termo tecno-
logia da informação como o conjunto de recursos tecnológicos e computacionais para
geração e uso da informação.
A TI não é apenas processamento de dados, também considera um leque de dispo-
sitivos e aparatos de hardware, processos e suas otimizações, através da construção
de softwares. Aspectos relativos às pessoas devem ser levados em conta – liderança,
estrutura organizacional, ativos de conhecimento e competências, entre outros.
A TI também envolve operações e metodologias para armazenamento, edição, criação,
transmissão, troca e consumo da informação em seus formatos existentes. Se formos levar
em consideração, esse termo agrega computadores e telecomunicações.
Podemos afirmar que toda essa convergência é o que direciona as revoluções pelas
quais a informação tem passado de forma acelerada em nosso tempo.
Aprendemos que a definição não pode ser restritiva levando em consideração ape-
nas os aspectos tecnológicos “software e hardware”, ou seja, seus aspectos tangíveis e
intangíveis deverão considerar que, sob a luz da teoria dos sistemas, de forma indireta,
TI é responsável pela forma com que as pessoas realizando seus trabalhos em processos
atuando sobre a eficiência com que esse fluxo de informação é tratado. Ou seja, recur-
sos computacionais utilizados pela TI precisam estar compatibilizados em nível estratégi-
co com os objetivos da organização, para que haja eficácia nos processos e sistemas de
forma que sua influência ajude a estratégia do negócio.
Para gerir esse pool de artefatos, tecnologias, métodos e aplicá-los para o benefício
das organizações, o gestor deve ter em mente o seguinte ciclo que promove o sucesso:
Informações e Conhecimento
Clientes
Pessoas
Estratégias
Liderança e Planos Resultados
Processos
Sociedade
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A tecnologia da informação foi uma das áreas que mais evoluiu no mundo todo.
Vejamos rapidamente essa evolução:
· Anos 1960: centralização de sistemas, foco em automatizar operações para
incrementar a eficiência nos processos.
· Anos 1970: o foco era a redução dos custos, incrementar a velocidade dos
processamentos, criar e utilizar relatórios em nível gerenciais para melhorar a
tomada de decisão dos gerentes.
· Anos 1980: advento dos microcomputadores e a consequente descentraliza-
ção dos dados levando a computação até o usuário final em suas Workstations.
Percebe-se que os sistemas de informação passaram a ser considerados como
estratégicos, pois causavam possibilidades de impacto nos níveis de produção e
de competitividade empresarial.
· Anos 1990: TI distribuída em larga escala nas empresas alinhada aos negó-
cios e utilizando as possibilidades das telecomunicações, levando a humanida-
de a uma nova era.
· Anos 2000: incorporação em nível mundial da TI nas empresas, o que exi-
giu novas estratégias e métodos para sua gestão, além disso, novas necessi-
dades de otimização acabaram por levar à terceirização de atividades como
alternativa de foco da empresa em seu negócio principal.
· Anos 2010: as telecomunicações, lideradas pela internet, permeiam toda
a corporação, possibilitando a globalização a qual vivemos e a possibilidade
de execução de negócios à longa distância, como o comércio eletrônico e as
interações sociais, mediante emprego das redes sociais.
Portanto, podemos perceber que o uso da tecnologia da informação nas empresas
tem o viés de gerar vantagem competitiva mediante redução de custos e melhoria de
processos. Atualmente, o foco está na melhoria da qualidade das informações que es-
tão disponíveis dentro da organização; o novo foco é a diferenciação entre empresas
e o gerar barreiras de entrada para evitar que competidores possam interferir, assegu-
rando mercado para a corporação. Então, a computação distribuída e a necessidade de
interligação dos clientes por causa da globalização colocam a tecnologia da informação
em lugar de destaque na estratégia empresarial.
Nos dias de hoje, podemos afirmar que os Gestores de TI empregam quatro papéis:
· Liderar e influenciar equipes a cumprirem seus objetivos organizacionais;
· Elaborar planejamentos otimizados que permitam a execução mais assertiva
dos projetos nas organizações;
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· Gerenciar projetos utilizando técnicas que levem em conta principalmente os
fatores de riscos, pois TI possui elementos de incerteza muito complexos e
impactantes aos negócios;
· Coordenar não apenas as equipes atuantes em seu range de comando, mas
os esforços multidisciplinares que envolvem a corporação como um todo.
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O ERP deve integrar o sistema fluido de informações que cruzam toda a empresa
através dos processos, obedecendo à lógica, os ativos organizacionais e a cultura em-
presarial em vigor.
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Tabela 3 – ERPs caracterização
Autores 1 3 5 7 9 11 13
Características 2 4 6 8 10 12 14
Legenda:
Podemos observar, na Tabela 3, que devemos realizar uma análise profunda dos
processos empresariais antes de adotar um ERP, pois esses, com certeza, precisarão
sofrer atualizações, alterações e, em alguns casos, precisará ser recriado conforme os
desejos da direção da empresa e estratégias. Portanto é necessária a conferência da
existência das funcionalidades desejadas, pois em alguns casos deverão sofrer adapta-
ções para atender a empresa. Por vezes isso pode impactar no incremento do custo da
implantação, além do quê, sempre haverá a necessidade da capacitação dos usuários e
do pessoal de TI que deverá prestar o suporte de primeiro nível.
Tabela 4 – Características importantes para o êxito na implementação de um ERP
Autores 2 4 6 8 10
Características 1 3 5 7 9
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Legenda:
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» Sistemas de Trabalho do Conhecimento e de Automação de Escritório
(STC e SAE)
Os aplicativos dos escritórios são projetados com base na necessidade de manipu-
lação e gerenciamento de documentos, aumentando assim a produtividade dos en-
volvidos com a atividade, por exemplo, a editoração eletrônica, arquivamento digital,
planilhas de cálculo e outros, favorecem a qualidade e agilidade das tarefas.
• Sistema de Apoio Gerencial
Quando se fala em fornecer informações para a tomada de decisão, toda a empre-
sa deve estar envolvida nesse processo. A complexa relação entre os diversos gerentes
de uma organização deve ser facilitada pelos sistemas de apoio gerencial, são eles:
» Sistema de Suporte da decisão (SSD)
Os sistemas de suporte da decisão são munidos de grande quantidade de dados e
ferramentas de modelagem, permitindo uma flexibilidade, adaptabilidade e capacidade
de resposta rápida ao nível gerencial da organização. Os sistemas de suporte a decisão
oferecem recursos cruciais que viabilizam o suporte às decisões de nível gerencial.
» Sistema de Suporte Executivo (SSE)
A seguir, duas tabelas que resumem as classificações dos sistemas para uma com-
preensão mais detalhada:
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Vendas e Recursos
Produção Finanças Contabilidade
Marketing Humanos
Sistemas de Nível Estratégico
Previsão de
Planejamento
Sistema de Suporte Tendência Plano Operacional Planejamento
de Força de
Executivo (SSE) de Vendas Quinquenal de Lucros
Trabalho
Quinquenais
Sistemas de Nível Gerencial
Sistema de Análise de
Administração Controle de Análise de
Informações Investimento
de Vendas Estoque Recolocação
Gerenciais (SIG) Capital
Sistema de Suporte Análise de Regiões Programação Análise de Preço Análise de Custo
a Decisão (SSD) de Venda da Produção Lucratividade Contratual
Sistemas de Nível de Conhecimento
Sistema de Trabalho Egenharia de Estações de
Estações de
do Conhecimento Estação de Trabalho
Trabalho Gráfica
(STC) Trabalho Gerencial
Sistema de
Processador Documentação Calendários
Automação de
de Texto de Imagem Eletrônicos
Escritório (SSD)
Sistema de Nível Operacional
Controle de Negociação Folha de
Compensação
Máquina de Títulos Pagamento
Sistema de Monitoramento Programação Treinamento e
Contas a Pagar
Processamento de de Pedido de Fábrica Desenvolvimento
Transação (STP) Controle de Manutenção
Processamento Administração Contas a
Movimentação de Registro de
de Pedido do Caixa Receber
Material Empregado
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Fundamentos Segurança de Informação em T.I.
De forma geral, segurança em TI diz respeito a como manter informação privada
protegida de indivíduos não autorizados e/ou maliciosos. Isso se consegue mediante o
cumprimento de regras, normativas e instruções feitas pelos governos e pelas empre-
sas que criam políticas de segurança em TI. Quando escrevemos sobre segurança em
TI, principalmente segurança de internet, temos o foco nas preocupações dos gover-
nos, organizações mistas e iniciativa privada em geral.
Atualmente, manipulamos uma quantidade de informações cada vez maior. Por
essa razão, a demanda por segurança digital tem crescido em função das sérias preo-
cupações a respeito do uso não-autorizado de informações sigilosas e das respectivas
consequências. Na verdade, o uso de senhas, como forma mais comum de controlar o
acesso a informações privilegiadas, envolve dois mundos muito diferentes - tecnológico
e humano - que precisam conviver um com o outro e cuja interação tem gerado inúme-
ros problemas. Essa aula se propõe a questionar a validade e a eficácia do tratamento
desses problemas ao longo da história, pelas pessoas encarregadas.
Nesse momento, focamos em elementos como os intrusos não-autorizados que ten-
tam burlar a segurança de uma empresa ou um indivíduo, por qualquer que seja a razão,
conhecidos como hackers. Ataques de hackers vêm sendo noticiados com uma frequên-
cia cada vez maior. As vítimas de tais ataques não mais se restringem a grandes compa-
nhias ou departamentos governamentais, já que hoje qualquer indivíduo pode ser alvo
de um ataque. Da mesma forma, quando o número de códigos secretos que uma pessoa
precisa armazenar e ser capaz de lembrar aumenta muito, a memória pode falhar.
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A norma da ISO, cuja contraparte no Brasil instituída pela ABNT sob a referência
NBR 17999, data de 2003, trata a informação como um ativo importante para os
negócios, portanto precisa de proteção adequada.
As informações devem ser protegidas durante seu ciclo de vida, ou seja: Manuseio,
Armazenamento, Transporte e Descarte.
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Para proteger informações, laçamos mãos dos meios possíveis como:
• Meios de suporte físicos: agenda, sala, arquivo físico, cofre;
• Meios de suporte lógicos (HW e SW): sistemas, servidores, computadores, SGBDs;
• Meios de suporte humanos: colaboradores, funcionários, secretárias etc.
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Quais as possibilidades para defender as informações e de que forma isso pode ser
feito? Segundo Gradvohl (2011, p. 14), das seguintes maneiras:
• Autorização: trata-se em se dar ou negar direitos para pessoas, usuários e demais
entidades utilizando-se, para tal, listas de acessos (Acess Control Lists), elencando
quais atividades podem ser feitas de acordo com o perfil de acesso definido;
• Autenticação: forma de confirmar que o usuário é ele mesmo. Trata-se de
algo essencial para o processo de segurança de informação, pois dessa forma
saberemos que está apto ou não. Pode ser realizada de 3 maneiras:
» Identidade positiva é o que você sabe: por exemplo, uma senha;
» Identidade proprietária é o que você possui: por exemplo, cartão de acesso,
impressão digital;
» Identidade biométrica é o que você é: por exemplo, uma impressão digital ou
a íris dos olhos.
Gradvohl (2011, p. 16) ainda nos elucida que, quanto à centralização do controle
da informação, podemos ter os seguintes controles:
• Acesso Centralizado: os responsáveis decidem quem pode ou não ter acesso
a áreas e entidades determinadas.
• Acesso Descentralizado: responsabilidade de controle passado pelas entidades
ou pessoas mais próximas dos gestores do departamento e em muitas vezes
pelo usuário, produzindo um relacionamento entre pontos conhecidos (sempre
2 pontos), porém isso traz problemas como:
» Ausência de padronização;
» Sobreposição dos direitos;
» Brechas na segurança.
• MAC ou Acesso Mandatório (MAC): a determinação de quem possui o aces-
so baseado em regras como:
» Direito do usuário;
» Suscetibilidade do objeto;
» Necessidade de etiquetagem do dado ou informação baseada nas normas de
segurança e determinação de limites a quem autoriza;
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» Atributos:
• Para sistemas que devem proteger informações extremamente relevantes;
• Atribuição de protocolos/carimbos para os atores e o objeto;
• Qual o nível de sensibilidade e prerrogativa que determinarão o acesso;
• Multiplicidade de níveis de processamento.
» Normativas:
• Que instala os níveis é o administrador;
• Acessos e privilégios atribuídos pelo gestor;
• Quem estabelece as autenticações é o gestor da informação;
• A política e suas normas são aplicadas por um sistema.
» Tipos:
• TBI (Time-Based Isolation), isolação baseada no tempo;
• Regras determinam o acesso ao conteúdo;
• Controle de Acesso Baseado em Regras;
• ACL (Access Control List), lista de controle de acesso;
• RBAC, controle sobre o perfil para permitir ou não o acesso;
• Access Control Matrix, controle baseado no acesso ao conteúdo;
• Interface construída para restringir o acesso;
• Tabela de Competência.
Vamos conhecer a definição de alguns instrumentos usados nos dias atuais para
incrementar a segurança da informação:
• Firewall: são hardwares e softwares que incrementam a segurança da informação
entre redes (interna e externa, como a internet), podem ser classificados entre:
» Filtros de Pacotes;
» Servidores Proxy.
• Intruder Detector: usa dados gerados em logs para que um rastreamento
seja realizado seguindo uma ordem de tempo. Ajudam a reconhecer padrões e
comportamentos suspeitos para verificar se pessoas não autorizadas acessaram.
São classificados da seguinte forma:
» IDS Host based: identificam ataques no próprio computador;
» Network based IDS: servem para identificar ataques à rede como um todo.
• Forma de Detectar:
» Assinatura: compara dados do ataque com uma lista já existente;
» Anomalia: compara dados do ataque contra atividades cotidianas;
» Híbrida: utiliza a abordagem por Assinatura e por Anomalia.
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Material Complementar
Indicações para saber mais sobre os assuntos abordados nesta Unidade:
Vídeos
Gestão do Conhecimento – Primeira Parte
[Link]
Gestão do Conhecimento – Segunda Parte
[Link]
Leitura
Tecnologia da Informação em Pequenas Empresas: Fatores de Êxito, Restrições e Benefícios
[Link]
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Referências
BERTINO, E.; SANDHU R. Database Security. Concepts, Approaches, and Chal-
lenges. IEEE Transactions on dependable and secure computing, v. 2, n. 1,
2005, p. 2-19.
VERÍSSIMO, R. TI: uma visão prática sobre os sistemas integrados. 23 ago. 2007.
Disponível em: <[Link]
sobre-os-sistemas-integrados>. Acesso em: 9 de jul. 2012.
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