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Provas no Processo Civil Brasileiro

O documento aborda a importância das provas no processo civil brasileiro, destacando a Ata Notarial, o depoimento pessoal e a confissão como meios de prova essenciais. A prova documental é discutida em termos de sua autenticidade e classificação, enquanto a exibição de documentos e a prova testemunhal são abordadas em relação às suas regras e implicações legais. O texto enfatiza a função das provas na busca pela verdade e na equidade das decisões judiciais.

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Provas no Processo Civil Brasileiro

O documento aborda a importância das provas no processo civil brasileiro, destacando a Ata Notarial, o depoimento pessoal e a confissão como meios de prova essenciais. A prova documental é discutida em termos de sua autenticidade e classificação, enquanto a exibição de documentos e a prova testemunhal são abordadas em relação às suas regras e implicações legais. O texto enfatiza a função das provas na busca pela verdade e na equidade das decisões judiciais.

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DIREITO PROCESSUAL CIVIL II

Provas em Espécie

Alunos: Deivid Wilson Saldanha Gomes


Kaisa Stefane Alves Silva

A prova é base indispensável no processo cível brasileiro, e qualquer decisão judicial hoje se
baseia nela. Sem ela, qualquer decisão pode questionar sua validade, pois vai contra o ordenamento
jurídico brasileiro contemporâneo. Nesse sentido, o princípio da contradição tem se mostrado um
dos princípios mais importantes do estado democrático de direito, pois por meio dele se soma a
equidade às decisões judiciais. Um aspecto da contradição é mostrar provas em tribunal para
convencer o juiz de que os direitos reivindicados são realmente verdadeiros. Esta constatação só
pode ser verificada examinando as provas fornecidas ao juiz de paz em um caso particular.

ATA NOTARIAL Art. 384


A prova notarial, embora já tenha sido utilizada no contencioso cível por um período de
tempo, seus dispositivos legais também é uma novidade trazida pela Lei nº 13.105 de 2015. Este é
um fato que prova a situação, e a prova do fato por notário é lavrada em cartório. Por exemplo,
podemos citar crimes cometidos pela Internet. Sabemos que este crime pode excluir seus registros.
Portanto, a Ata Notarial é um meio de comprovar a autenticidade do crime naquela data,
desde que registrado. A exemplo de utilidade desse meio de prova consiste na sua lavratura para
certificar o estado de um imóvel no momento da entrega do bem para fins de rescisão contratual de
aluguel, sendo constatado o perfeito estado do bem a fim de se evitar uma possível incidência de
multa contratual.
É importante observar que o registro da reunião em Ata Notarial geralmente prova o estado
do bem ou a própria situação no momento exato, equivalente a uma testemunha, e não deve ser
registrado como a pessoa (autor) cujos bens chegaram a esse estado ou cometeu o crime, por causa
do tabelião O ângulo pode provar o fato de que é difícil de detectar. Portanto, Ata Notarial mostrou-
se um excelente meio de prova, pois não se trata apenas de documento produzido por agente
público, mas também transmite a autenticidade dos fatos contidos em sua narrativa.
DEPOIMENTO PESSOAL Art. 385 a 388
O depoimento pessoal aplica-se ao autor e ao réu porque ambas as partes devem comparecer
em tribunal e esclarecer os principais pontos a serem levantados. Os fatos comprovam que esse tipo
de prova é de grande valia, pois quando o magistrado percebe alguns pontos polêmicos ou mesmo
dúvidas sobre a existência ou modo de existência de determinado fato, ele pode questionar
diretamente as partes interessadas e usar a linguagem corporal para prever que o processo inclui A
precisão das informações.
O Novo CPC trouxe um rol de fatos em que o partido não tem obrigação de testemunhar, e
cada hipótese é apoiada por alguma constituição, lei ou disposição que ameaça a vida. Entendemos
que esta é uma função definitiva e só se aplica a: o crime ou fatos perversos atribuídos a este fato
devem ser mantidos em segredo pelo Estado ou pela profissão, como não humilhar você, cônjuge,
companheiro ou parente contínuo Colocar em risco a vida, a vida do entrevistado ou de seus
familiares. No entanto, é importante notar que embora a parte mantenha o seu direito constitucional
de não apresentar provas para si mesma, não a eximiu de sua obrigação de cooperar com o
judiciário para descobrir a verdade.
CONFISSÃO Art. 389

Segundo a definição do Novo CPC, ocorre a confissão (judicial ou extrajudicial) quando a


parte admite a verdade de fato contrário ao seu interesse e favorável ao do adversário. Muito
utilizada historicamente, a confissão era utilizada desde o período da inquisição (Séc. XII), onde se
aplicava a tortura como meio de forçar uma confissão do Réu, quando não houvesse certeza sobre a
culpabilidade do acusado.
Os fatos confessados judicialmente não dependem de provas, sendo a confissão a prova
suficiente contra a parte confitente. Apesar de ser irrevogável, a lei prevê a hipótese de sua anulação
quando decorrer de erro de fato ou coação.
Classificações da Confissão:
A confissão pode ser feita extrajudicialmente ou judicialmente, podendo ser provocada ou
espontânea. Ela também pode ser total ou parcial. A confissão judicial ocorre durante o processo e
deve ser reduzida a termo. Ela pode ser provocada, resultando tanto do depoimento pessoal
requisitado pela parte contrária, como é, por exemplo, a confissão ficta, ou resultando da
determinação judicial. Outro meio de confissão judicial é na forma espontânea, ou seja, resulta da
vontade da parte em confessar. Já a confissão extrajudicial ocorre fora do processo, quando o
confitente faz de forma oral ou escrita, perante a parte contrária ou terceiros.
A confissão verbal somente será aceita no processo se feita conjuntamente à prova
testemunhal e somente é admitida se relacionada à prova de fatos jurídicos não solenes. Já a
confissão escrita será admitida se for feita: a) diretamente à parte ou seu representante; b) a terceiro;
c) em testamento. “A primeira tem a mesma eficácia probatória da judicial Art. 394. Isto quer dizer,
faz prova plena contra o confitente Art. 391, com valor vinculante do juiz, por se tratar de prova
legal.” A confissão extrajudicial ser feita também por meio de testamento ou por meio de um
procurador munido de poderes especiais. A confissão total ocorre no momento em que há
constatação da verdade total dos fatos alegados. Já na confissão parcial há somente a constatação de
uma parcela da veracidade das alegações.
Efeitos da Confissão:
A confissão é considerada pela maioria da doutrina como a rainha das provas, isto ocorre
porque é o meio de prova que mais gera ao juiz a convicção da verdade dos fatos. Sendo assim, seus
principais efeitos são “fazer prova plena contra o confitente e suprir, em regra, eventuais defeitos
formais do processo.” A confissão é um marco preclusivo no processo, ou seja, após confessado,
não se pode o confitente voltar atrás e refazê-la. Exceto no caso de vícios de consentimento, como o
dolo, o erro ou a coação. Nestes casos, poderá o confitente anular a confissão.
Esta confissão é anulada através de duas ações que poderão ser:
a) Como uma ação anulatória, se o processo em que houve a confissão ainda estiver pendente;
b) Ou em uma ação rescisória se o processo já tiver transitado em julgado.
Vale ressaltar que a legitimidade para propor estas ações é somente do confitente, salvo se
após iniciada a causa o autor vier a falecer, sendo permitido, portanto, que seus herdeiros deem
prosseguimento.
Indivisibilidade da confissão:
Em regra a confissão é indivisível, ou seja, não poderá qualquer uma das partes, rejeitar um
tópico e aceitar os demais, ela deve ser examinada inteiramente. Entretanto, se o réu confessar fato
extintivo ou modificativo do direito do autor, a confissão poderá ser cindida. É o que dispõe o artigo
395, segunda parte, “quando o confitente a ela aduzir fatos novos, capazes de constituir fundamento
de defesa de direito material ou de reconvenção.”
Por fim, vale ressaltar que a regra indivisível da confissão só é absoluta quando é a única
prova para o juiz proferir uma sentença. Portanto, quando o juiz pode contar com outros elementos
e outras evidências para fazer uma sentença, a regra aplicável é a regra da livre condenação, ou seja,
o juiz pode decidir se divide a confissão ou mantém a confissão em determinadas circunstâncias.
Indivisível
PROVA DOCUMENTAL Arts. 483 e 484
A prova documental é a representação física que visa corroborar o fato alegado pela parte.
Quanto a autenticidade da prova documental, seja ela fotografia, desenhos, escritos fiscais ou
gravações, considera-se autêntica quando, após apresentada em juízo, não houver impugnação da
parte contrária (art. 411 III CPC). Por consequência, não havendo dúvida quanto sua autenticidade,
a prova documental atesta que seu autor fez a declaração que lhe é atribuída.
Um outro exemplo de prova documental são os livros empresariais, pois os mesmos se
revestem de certa presunção de veracidade, diante do rigor de sua formalidade, cabendo, no entanto,
prova em sentido contrário. Atualmente, na era virtual, as fotografias digitais extraídas da rede
mundial de computadores (internet) também são consideradas provas documentais, atestando aquilo
que as imagens reproduzem.
Cuidaremos agora da classificação dos documentos. Quanto à origem os documentos
dividem-se em públicos ou privados, diferenciamos os documentos públicos dos privados, porque
aqueles, diferente destes, possuem conceito abrangente de documento público stricto sensu a
“composição redigida em linguagem escrita, por oficial público, no exercício e de acordo com as
atribuições próprias de seu cargo e conforme a forma especial prescrita em lei, com o fito de
preservar e provar fato, ato ou negócio jurídico em virtude de cuja validade é necessária sua
confecção”. Documentos públicos em sentido amplo são aqueles formulados por agente público
sem destinação à função probatória, porém sem que perca a sua admissibilidade em eventual
necessidade do litigante. Ao passo que documentos privados são aqueles que apenas geram efeitos
inter partes, no entanto, podem igualmente serem levados à juízo com função probatória assim
como aponta autores , “há documentos particulares formados propositalmente para criar, extinguir,
modificar ou mesmo provar um ato jurídico; e há documentos particulares feitos sem qualquer
finalidade de provar o fato controvertido, mas por motivos diversos e até relativos a assunto alheio
às partes naquele fato. Os primeiros são provas pré-constituídas, os segundos prova meramente
casual”. “Documento é coisa que contém uma declaração, mas não se confunde com a declaração
de vontade que define o negócio jurídico e pose ser conteúdo do documento”.
Quanto ao meio, ou melhor trazido, ao material ou à maneira como são produzidos, a melhor
doutrina os classifica em: Escritos e gráficos: dão representação literal à coisa e variam de escrituras
instrumentalizadas, gráficos, mapas e plantas até meios gráficos de expressão como pinturas ou
desenhos. Plásticos: representam por meios tridimensionais físicos como modelos em madeira,
metal, gesso ou qualquer tipo de material plástico passível de ser moldado. Estampados: Obtidos
por impressão tecnológica sobre determinados materiais como fotografia ou cinematografia.
Quanto ao conteúdo, os documentos podem ser: Constitutivos: quando, por ato de vontade
são elaborados com a finalidade de estender sua eficácia. Tipicamente temos as Escrituras Públicas.
Não-declarativos: Desenhos, fotografias e pinturas que não exprimem a vontade de maneira
expressa, mas proporcionam a chance de se extrair dali a verdade ou a presunção sobre a ocorrência
e tendenciosidade do ato trazido à baila.

Documento ou Coisa
Segundo art. 396 do CPC, decorre do juiz o poder de ordenar que a parte exiba o documento
ou a coisa em seu poder, sempre que o exame destes sejam pertinentes para o processo.
Sendo a parte intimada a fornecer o documento ou coisa em sua posse, este deverá ser
caracterizado com minúcia, segundo descrito no art. 397, I do CPC. A finalidade de sua exibição
também deverá ser indicada, devendo mostrar nexo causal, assim como as razões que possam
justificar a permanência do documento com a parte contrária, art. 397, III.
No entanto, o documento em posse de uma das partes favorecerá seu oponente na lide.
Assim sendo, questiona-se sobre haver uma revogação parcial do princípio que afirma que “não se
pode impor a um sujeito parcial do processo o encargo de trazer provas em favor do outro litigante”.
Esta opinião doutrinaria não é bem aceita por aqueles que entendem que a exibição de documentos
possui fundamentos somente processuais. Afinal, a ordem auferida pelo juiz é para, apenas, exibir o
documento ou coisa em posse de uma das partes para que se possa desenvolver cognição por parte
do magistrado.
O art. 399 do CPC elenca situações onde a lei considera obrigatória a exibição do
documento ou coisa.
Caso o requerido solicite o documento ou coisa em posse do requerente na hipóteses
anteriores, este não terá o direito de se recusar a fornecê-lo. Caso, ainda assim, haja resistência no
fornecimento poderá ter os fatos, que este pretendia comprovar por meio da prova requisitada, como
verdadeiros.
Um dos requisitos inseridos na finalidade da exibição do documento ou coisa, é que este seja
comum a ambas as partes, ou seja, o documento também deverá afetar o requerente e não só o
requerido. Com isso, podemos verificar que não trata-se de produção de prova para prejudicar ou
dar preferência a uma das partes, mas para “exigir cumprimento do dever de veracidade e lealdade
que cabe a todo litigante”.
A lei atribui àquele que não detém a posse do documento a autoridade de exigi-lo a quem
com ele esteja, fato que é muito frequente porque muitas vezes o indiciem encontra-se em poder da
parte contrária, ou até mesmo com terceiro. A parte que assim o logra pode obtê-lo de duas formas:
Requisição Judicial: É composta de peça dirigida ao juiz ou ofício dirigido à repartição pública que
são obrigadas a cumprir determinação judicial assim como traz o artigo 438 do CPC, in verbis:
Documento ou Coisa em Posse de Terceiro
Caso o documento ou coisa estiver em posse de um terceiro, o juiz mandará citá-lo para que
este os apresente dentro do prazo de 10 dias. Se ele negar a obrigação de exibir ou a posse dos
mesmos, o juiz designará audiência especial, tomando os depoimentos dele e das partes. Caso seja
necessário, também ouvirá o depoimento das testemunhas designadas pelas partes. Após
desenvolver cognição, proferirá sentença.
No entanto, caso o terceiro, sem que haja justificativa, recuse-se a exibir os documentos ou
coisas solicitadas, o juiz ordenará que ele deposite os documentos ou a coisa em cartório ou em
outro lugar designado no prazo de cinco dias. Ao requerente será imposto que embolse as despesas
acarretadas do ato. Se ainda assim houver descumprimento da ordem, o juiz expedirá mandado de
apreensão, requisitando, se necessário, força policial (art. 403, CPC).
Assim sendo, podemos verificar que em quanto a parte tem o ônus de trazer o documento, o
terceiro possui a obrigação de fazê-lo. Se a parte negar-se de exibir o documento ou coisa serão
presumidas como verdadeiros os fatos que se queria provar através da exibição do documento ou
coisa solicitado. Caso o terceiro recuse-se a exibir, este sofrerá consequências de ordem civil e
penal, segundo o disposto nos arts. 403, do CPP e 330 do CP).
Exibição de Livros de Sociedade
Segundo os arts. 420 e 421, do CPC, o juiz pode ordenar, de ofício, que a parte forneça os
livros e documentos de uma sociedade. No entanto, apenas parcialmente, extraindo-se apenas o
importante para a solução do litígio. O juiz pode ordenar a pedido das partes que a exibição integral
dos livros comerciais e documentos do arquivo, no entanto isto pode acontecer em casos de
liquidação de sociedade, na sucessão por morte do sócio ou quando e como determinar a lei (arts.
396 à 404). A exibição integral dos livros comerciais e documentos só é possível se a própria parte
ou a empresa a quem pertencem os livros requerer a exibição destes.
DA PROVA TESTEMUNHAL

A prova testemunhal tem previsão legal no Código de Processo Civil, do artigo 442
até 463. A prova testemunhal é a inquirição de pessoas, que se dá em audiência, sobre fatos que
sejam relevantes para o julgamento. A testemunha comparecerá em juízo e será inquerida sobre
fatos relevantes ao processo em discussão.
A Prova testemunhal é um elemento probatório importante para o julgamento do processo, e
é atribuído valoração por Juiz, em cotejo com os demais elementos probatórios, observando o livre
convencimento motivado.
Isto quer dizer que o Juiz poderá se basear no depoimento de uma testemunha ou de
várias, podendo desconsiderar outras, formando sua convicção conforme a verossimilhança e
harmonia da testemunha com os demais elementos de prova.
Quanto à admissibilidade da prova testemunhal prevista nos artigos 442 a 449 do
CPC, destaca-se que a mesma somente será admitida quando for para comprovar fatos controversos,
caso contrário a inquirição será indeferida.
No que tange as testemunhas em si, qualquer pessoa pode depor, devendo ser pessoa
física, uma vez que é vedada a inquirição de pessoa jurídica. Os incapazes, como interditados,
acometidos de doença ou retardamento mental, o menor, entre outros, os impedidos, como cônjuge,
companheiro, ascendente e descendente em qualquer grau e colateral até terceiro grau, entre outros,
e suspeitos, sendo, inimigo da parte ou amigo íntimo assim como aqueles interessados no litígio.
Nesta senda, o CPC também estabelece que as testemunhas não serão obrigadas a
depor quando os fatos sobre os quais estão sendo inquiridas trouxer dano grave próprio ou de
próximos, consanguíneos e afins, assim como companheiros, ou quando o assunto for de sigilo
profissional ou do estado.
O Código de Processo Civil, em consonância com o Código Civil, faz algumas
ressalvas quanto à prova testemunhal em relação a contratos, destaca-se a vedação de prova
testemunhal quanto um contrato só pode ser celebrado por escritura púbica, admitido porém,
conforme dispõe artigos 444 e 446 do CPC, quando se tratar de contrato que pode ser celebrado por
qualquer forma, inclusive verbal, e, quando exigido que seja o contrato escrito, a prova testemunhal
poderá ser usada desde que o começo da prova seja por escrito.
Ademais, também é vedado o uso da prova testemunhal para comprovar contratos
que exigem instrumento público, ao contrário nos casos em que pretende provar simulação em
contrato e vícios de consentimento, onde será admitido.
No tocante à produção da prova testemunhal, destaca-se primeiro o arrolamento das
testemunhas. O rol deve conter todas as informações pessoais do arrolado como CPF, RG, nome
Completo e endereço da residência e trabalho. Conforme art. 463 do CPC, o depoimento é
considerado serviço público e aqueles intimados, sujeitos a regime trabalhista, não podem ser
prejudicados no trabalho por comparecerem em audiência. Vale ressaltar que o intimado que tiver
gastos para comparecer, poderá requerer ao Juiz o pagamento das despesas.
Apresentado o rol, o juiz poderá declarar impedida a testemunha em caso exista
perigo de influenciar a decisão, ou substituir quando houver morte, enfermidade incapacitante ou
mudança de residência que impossibilite que encontre a testemunha.
Ainda sobre o arrolamento de testemunhas, quando estas forem autoridades como
Presidente da República e Vice, ministros do Supremo, de Estado, dos tribunais superiores, Tribunal
de Contas, conselheiros do CNJ e tribunais de contas , Legislativo Federal e Estadual,
Desembargadores de TJ e Tribunais Regionais, prefeitos, assim como AGU, PGE, PGM, PGJ,
defensor público geral federal, dos estados e distrito federal e embaixador de Pais, estes serão
inqueridos em residência ou local onde exercem função.
Em regra, as deposições serão em audiência de instrução e julgamento, salvo as
autoridades elencadas acima e em caso de depoimento antecipado ou por carta, sendo possível a
oitiva de testemunha por transmissão de imagem e áudio em tempo real.
A parte arrolada deverá ser informada pelo advogado da parte a respeito da
intimação, podendo este levar a testemunha à audiência, independente de intimação. Neste caso, se
a testemunha e parte permanecerem inertes considerar-se-á a desistência deste na inquirição.
No que tange a deposição e ordem das inquirições, a testemunha primeiro será
classificada, confirmando seus dados e informando sua relação com as partes. Ouvir-se-á as
testemunhas do autor primeiro e depois do réu, separadamente, podendo alterar a ordem o juiz, se as
partes concordarem.
Em relação à testemunha, a parte poderá arguir incapacidade, impedimento e
suspeição e provar sua arguição com documentos ou testemunhas, que, sendo provado, o juiz
dispensará a testemunha ou tomará como informante. Podendo da mesma foram, a testemunha pedir
escusa de depor com base nestes argumentos.
Iniciada a inquirição, o inquirido prestará compromisso de dizer e não ocultar a
verdade sob sanção penal. As perguntas serão dirigidas diretamente ao depoente, não podendo ter
caráter vexatória nem induzimento a resposta. As perguntas devem ter relação com as questões de
fato probatório, caso contrario serão indeferidas e transcritas a termo se a parte requerer.
De acordo com art. 465 Para cada tipo de índice, existem prazos específicos que
estão incluídos nos parágrafos e itens; conforme o parágrafo primeiro, são as partes, e no prazo de
quinze (quinze) dias após a publicação da carta de indicação do perito: - Rejeitar os obstáculos ou
suspeitas do perito (se possível); II - designar assistente técnico; III- faça perguntas. O segundo
parágrafo estabelece que o perito estará presente em até 5 (cinco) dias após a ciência da nomeação:
Proposta de honorários; Curso II, com certificação profissional; O contato profissional III,
especialmente o endereço de e-mail, tratará das tarefas pessoais. De acordo com o parágrafo
terceiro, as partes serão informadas da proposta de custeio, se assim o desejarem, poderão
apresentar seus pareceres no prazo comum de 5 (cinco) dias, findo o qual o juiz arbitrará o valor e
se reunirá para fins artísticos. Partidos. 95. Os parágrafos a seguir não especificam prazos. Podemos
ver aqui que às vezes existem prazos específicos para a realização de certos comportamentos
procedimentais, e também sabemos que de comportamentos específicos ou alguns comportamentos
gerais. Inicialmente, esse período começará a calcular a provável potência do documento, o que
geralmente ocorre no processo. Escusado será dizer que, para que o documento seja válido, deve ser
assinado pelo seu autor e garantir a sua autenticidade. Apenas o texto da assinatura é um documento
explicitamente aprovado pelo seu autor. Portanto, o artigo 368 do CPC estipula que somente as
declarações escritas, assinadas ou assinadas contidas em documentos particulares são consideradas
leais ao signatário. Vale ressaltar que todos os documentos especiais têm o mesmo valor de prova
que os particulares.
Quanto às alegações falsas, existem dois tipos de falsidades: ideológicas e materiais. De
acordo com essa doutrina, apenas declarações falsas sérias podem ser objeto de declarações falsas.
Para obter declarações falsas graves, as partes podem usar declarações autônomas (artigo 19, II,
CPC / 2015) ou dar o processo no Artiste. CPC / 430 a 433 em 2015. Se as partes quiserem apenas
declarar a autenticidade ou falsidade do documento, o pedido será considerado a questão principal e
não uma questão aleatória.
De acordo com art. Partido Comunista da China 447: Todos podem testemunhar, exceto os
deficientes, deficientes físicos ou suspeitos.
No entanto, este artigo é complementado nos n. ºs 4 e 5, referindo que, se necessário, o juiz
pode aceitar o depoimento de menor, testemunha bloqueada ou suspeita. Independentemente do
penhor, esses depoimentos serão prestados e o juiz atribuirá o valor adequado.
O nome de um certificado de especialista é mostrado diretamente para a pessoa que emitiu o
certificado, ou seja, o especialista. Em suma, o perito é a pessoa singular ou colectiva com
conhecimentos profissionais, ou seja, ornitológicos ou científicos sobre a matéria a avaliar,
independentemente do seu grau de escolaridade. Os especialistas fornecem três tipos de evidência
especializada: inspeção, inspeção e / ou avaliação.
Isso pedirá ao especialista para mostrar sua proposta de taxa, currículo e informações de
contato. No mesmo projeto de lei, as partes são notificadas desta decisão para se pronunciarem
sobre a nomeação de peritos, para apresentarem assistentes técnicos e para colocarem questões (art.
465. º, n. º 1, da Lei de Processo Penal).
O relatório deve estar em conformidade com os regulamentos técnicos existentes. O artigo
473 do CPC estipula o seguinte: (a) Divulgação do objeto da perícia; (b) isto é, análise técnica ou
científica realizada pelo especialista; (c) Especificar o método utilizado e fazer as explicações
correspondentes, e provar que o método foi. Especialistas na área de conhecimento são geralmente
aceitos; (d) Respostas finais a todas as questões levantadas por juízes, partes e outras questões
processuais finais (terceiros, promotores, etc. ).
Durante o processo de envio de relatórios, ambas as partes terão a oportunidade de
apresentar uma declaração. Nesse período, cada parte também poderá apresentar a opinião de seus
assistentes técnicos. Se necessário, o juiz deve chamar especialistas para esclarecer ou responder
outras perguntas.
O procedimento quando se trata da pessoa ou coisa a ser analisada geralmente ocorre na
platéia. No entanto, o juiz pode ir para onde houver coisas ou pessoas. De acordo com art. No CPC
442, isso ocorre quando o juiz de paz julga necessário controlar ou explicar melhor, e as coisas ou
pessoas não podem comparecer em juízo ou confirmar fatos a serem reconstruídos. Tiusence art. À
semelhança do artigo 441. º do Código, se o juiz o considerar oportuno, pode fazer-se acompanhar
por 1 ou 2 peritos. Ambas as partes ainda podem participar da fiscalização, esclarecer possíveis
dúvidas e fazer complementos. Ao final dos trabalhos, será elaborada uma declaração detalhada que
mencionará tudo o que for útil ao processo (artigo 433 do CPC).
Por fim, segundo a fala de Theodoro Humberto Junior, o relatório deve ser objetivo,
limitando o conteúdo definido de forma muito objetiva.

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