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Análise de Sistemas BIBO Estáveis

O documento aborda a definição e características dos sistemas, incluindo seus tipos, propriedades e interconexões. Destaca a importância da relação matemática entre sinais de entrada e saída, além de exemplos práticos de sistemas elétricos. Também discute propriedades como memória, causalidade, invertibilidade, estabilidade e invariância no tempo.
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Análise de Sistemas BIBO Estáveis

O documento aborda a definição e características dos sistemas, incluindo seus tipos, propriedades e interconexões. Destaca a importância da relação matemática entre sinais de entrada e saída, além de exemplos práticos de sistemas elétricos. Também discute propriedades como memória, causalidade, invertibilidade, estabilidade e invariância no tempo.
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2.

SISTEMAS

1
2. SISTEMAS
1. Definição
2. Tipos de Sistemas
3. Propriedades
4. Interconexões
1. DEFINIÇÃO
Sistema: conjunto de dispositivos que processam os sinais
visando alguma transformação ou extração de alguma
informação dos mesmos. 𝑥1 (𝑡) 𝑦1 (𝑡)

𝑦2 (𝑡)
❑ São constituídos por componentes físicos (hardware) ou 𝑥2 (𝑡)
Sistema …
por programação/simulação (software). …
𝑦𝑚 (𝑡)
𝑥𝑛 (𝑡)
❑ Podem ter diversas entradas e/ou diversas saídas.

3
1. DEFINIÇÃO
❑ São caracterizados por relação matemática entre os sinais de
entrada x e saída y.
❑ Os sistemas elétricos são constituídos por interconexões de 𝑦1 (𝑡)
𝑥1 (𝑡)
componentes elétricos e as relações de entrada/saída envolvem
as leis de tensão e corrente - modelo matemático dos sistemas. 𝑥2 (𝑡)
𝑦2 (𝑡)
Sistema …
❑ Objetiva-se determinar qual modelo matemático que …
𝑦𝑚 (𝑡)
caracteriza o sistema visando sua ANÁLISE, ou seja, qual o sinal 𝑥𝑛 (𝑡)
na saída do sistema para determinados sinais nas entradas.

𝒙 𝒚

4
Exemplos de sistemas na EE
- sistema de automação e controle
- sistema de telecomunicações móveis
- sistema de distribuição de energia
- sistema de amplificação de sinais
- sistema de radiodifusão
- sistema de energia fotovoltáica

5
Exemplo 1: sistema elétrico
Seja o circuito RC a seguir, obtenha a relação matemática do sistema, ou seja, a relação entre a
tensão de saída e a de entrada.
Solução: 𝑣𝑠 (𝑡) = 𝑣𝑅 (𝑡) + 𝑣𝑐 (𝑡)
temos
𝑑𝑣𝑐 (𝑡)
𝑣𝑅 (𝑡) = 𝑅𝑖(𝑡) e 𝑖 𝑡 =𝐶
𝑑𝑡

𝒅𝒗𝒄 (𝒕)
𝒗𝒔 (𝒕) = 𝑹𝑪 + 𝒗𝒄 (𝒕)
𝒅𝒕
Exemplo 2: sistema elétrico
Exemplo - circuito RLC: Determine a relação entre a corrente de saída y(t) e a tensão de entrada x(t)
Sol. 𝑣𝐿 𝑡 + 𝑣𝑅 𝑡 + 𝑣𝐶 𝑡 = 𝑥 𝑡

𝑑𝑦(𝑡) 𝑡
1 + 3𝑦 𝑡 + 2 ‫׬‬−∞ 𝑦 𝜏 𝑑𝜏 = 𝑥(𝑡)
𝑑𝑡

𝒅𝟐 𝒚(𝒕) 𝒅𝒚(𝒕) 𝒅𝒙(𝒕)


+ 𝟑 + 𝟐𝒚 𝒕 =
𝒅𝒕𝟐 𝒅𝒕 𝒅𝒕

7
2 Tipos de sistemas
𝑥(𝑡) 𝑦(𝑡)
Sistema
1. Sistemas de tempo contínuo – sinais
de entrada de tempo contínuo
resultam em sinais de saída de tempo
𝑥(𝑡) → 𝑦(𝑡)
contínuo

𝑥[𝑛] 𝑦[𝑛]
2. Sistemas de tempo discreto - sinais de Sistema
entrada de tempo discreto resultam
em sinais de saída de tempo discreto
𝑥[𝑛] → 𝑦[𝑛]

Sistema SISO (single input single output)

8
3. Propriedades dos sistemas
1. Memória – com ou sem memória
2. Causalidade – causal ou não causal
3. Invertibilidade – invertível ou não invertível
4. Estabilidade – estável ou instável
5. Invariância no tempo – invariante ou variante
6. Linearidade – linear ou não linear

9
3.1 Memória
exemplos
- Sistema Sem memória (ou instantâneo): quando
a) 𝑦 𝑡 = 𝑅𝑥(𝑡) Sem memória
a resposta do sistema para qualquer instante de
tempo t (ou n) depende apenas do valor da
entrada no instante t (ou n). Sem memória
b) y n = 𝑥1 𝑛 + 𝑥2 [𝑛]

- Sistema Com memória (ou dinâmico): a resposta 1 𝑡


c) 𝑦 𝑡 = ‫׬‬−∞ 𝑥 𝜏 𝑑𝜏 Com memória
do sistema para qualquer instante de tempo t (ou 𝐶
n) depende não apenas do valor atual da entrada
mas também de seus valores passados (antes de t d) 𝑦 𝑛 = σ𝑛𝑘=−∞ 𝑥 𝑘 Com memória
(ou de n)).

10
3.2 Causalidade
- Sistema causal: quando a saída y(t) (ou y[n]) em um Exemplos:
tempo arbitrário 𝑡 = 𝑡0 (ou 𝑛 = 𝑛0 ) depende das
entradas x(t) (ou x[n]) para qualquer 𝑡 ≤ 𝑡0 (ou a) 𝑦 𝑡 = 𝑥 𝑡 − 𝑥(𝑡 − 1) Causal
𝑛 ≤ 𝑛0 ), ou seja, a saída depende de valores da
entrada no tempo presente e/ou passado.
- Sistema não causal: quando a saída depende b) 𝑦 𝑛 = 𝑥[𝑛 − 2] − 2𝑥 𝑛 Causal
também de tempo futuro.
Obs. 1) Todo sistema sem memória é causal, mas nem
todo sistema causal é sem memória. c) 𝑦 𝑡 = 10𝑥(𝑡 + 1) Não Causal
2) Sistemas práticos que operam em tempo real são
causais. Não é possível obter uma saída em tempo
real antes da entrada ser aplicada ao sistema. d) 𝑦[𝑛] = 𝑥[−𝑛] Não Causal
3) sistemas não causais podem ser implementados a
partir de sistemas causais com atraso.

11
3.3 Invertibilidade
Um sistema S é invertível quando é possível ter um segundo sistema em série com
este tal que utiliza como entrada o sinal de saída do sistema S este segundo sistema
produz uma saída igual a entrada do primeiro. O segundo sistema desfaz a operação
realizada pelo primeiro, retornando ao sinal de entrada x.
Portanto, se existe um sistema que recupera a entrada aplicada a um sistema S, este
sistema S é invertível e o segundo sistema é o sistema inverso de S.
Um sistema é não invertível se a propriedade acima não ocorrer.
x y x
Sistema S Sistema 𝑆 −1

12
Exemplos de sistemas invertíveis

a)

b)

13
Ex. sistema invertível
c) Sistema de telecomunicações
3.4 Estabilidade
Se a entrada para um sistema estável é
limitada (isto é, se seu módulo cresce até um
limite), então a saída também deve ser
limitada e, portanto, não pode divergir. Exemplo:
É denominado BIBO estável (Bounded a) 𝑦 𝑡 = 𝑥 𝑡 𝑐𝑜𝑠𝑤𝑐 𝑡 é estável?
input/bounded outuput) pois
Resposta: Como |𝑐𝑜𝑠𝑤𝑐 𝑡| ≤ 1
𝒙 ≤ 𝒌𝟏 → 𝒚 ≤ 𝒌𝟐 onde 𝒌𝟏 e 𝒌𝟐 𝑦 𝑡 = |𝑥 𝑡 𝑐𝑜𝑠𝑤𝑐 𝑡| ≤ |𝑥 𝑡 |
são constantes reais finitas
Então,
Se 𝑥 𝑡 é limitado e implica em 𝑦 𝑡 também
limitado,
o Sistema é BIBO estável

15
Exemplo
b) Seja o sistema descrito por: 𝒚 𝒏 = 𝒓𝒏 𝒙[𝒏] com 𝑟 > 1. Verifique se é estável.
Resposta:
Supondo |𝒙 𝒏 | ≤ 𝒌 < ∞ para todo 𝑛.
Então: |𝒚 𝒏 | = |𝒓𝒏 𝒙[𝒏]|= |𝒓𝒏 |. |𝒙[𝒏]| temos que |𝒓𝒏 | diverge enquanto 𝑛 cresce para 𝒓 > 1.
Ou seja, mesmo que 𝑥 𝑛 seja limitado, 𝑦 𝑛 não será limitado.

Logo, o sistema é instável.


3.5 Invariância no tempo (ao deslocamento)
Um sistema é invariante no tempo se um retardo de tempo
(ou um avanço) no sinal de entrada ocasionar um 𝑥 𝑡 𝑦 𝑡
deslocamento de tempo idêntico no sinal de saída. s.t.c

As características de um sistema invariante no tempo não se


modificam com o tempo. 𝑥 𝑡 − 𝑡0 𝑦 𝑡 − 𝑡0
s.t.c
O sistema de t.c é invariante se produzir o sinal 𝒚 𝒕 − 𝒕𝟎
quando 𝐱 𝒕 − 𝒕𝟎 for aplicado.
𝑥[𝑛] 𝑦[𝑛]
O sistema de t.d. é invariante se produzir o sinal 𝒚[𝒏 − 𝒏𝟎 ] s.t.d
quando 𝐱[𝒏 − 𝒏𝟎 ] for aplicado.

x[𝑛 − 𝑛0 ] 𝑦[𝑛 − 𝑛0 ]
s.t.d
Exemplo - Invariância no tempo

𝑥 𝑡 𝑦 𝑡
s.t.c

𝑥 𝑡−𝑇 𝑦 𝑡−𝑇
s.t.c
3.5 Invariância no tempo
Exemplo de invariância t.d.
𝑥[𝑛] 𝑦[𝑛]

𝑥[𝑛] 𝑦[𝑛]
s.t.d

𝑥[𝑛 − 𝑛0 ] 𝑦[𝑛 − 𝑛0 ] 𝑥[𝑛 − 𝑛0 ]


s.t.d 𝑦[𝑛 − 𝑛0 ]

𝑛0 𝑛0
exemplos
Sejam os sistemas, verificar se estes são invariantes no tempo ou não.:
A) 𝑦 𝑡 = 𝑠𝑒𝑛(𝑥 𝑡 )
B) 𝑦 𝑡 = 𝑥 𝑡 𝑐𝑜𝑠(𝑤𝑐 𝑡)
C) 𝑦 𝑛 = 𝑥[𝑛 − 1]
D) 𝑦 𝑛 = 𝑛𝑥[𝑛]
------------------------------------------------------------------------------------------------
Resp.
A) para 𝑥 𝑡 − 𝑡𝑜 → 𝑦1 𝑡 = 𝑠𝑒𝑛(𝑥 𝑡 − 𝑡0 )
e 𝑦 𝑡 − 𝑡𝑜 = 𝑠𝑒𝑛(𝑥 𝑡 − 𝑡𝑜 ) = 𝑦1 𝑡 logo, o sistema é Invariante no tempo
exemplos
Sejam os sistemas, verificar se estes são invariantes no tempo ou não.:
A) 𝑦 𝑡 = 𝑠𝑒𝑛(𝑥 𝑡 )
B) 𝑦 𝑡 = 𝑥 𝑡 𝑐𝑜𝑠(𝑤𝑐 𝑡)
C) 𝑦 𝑛 = 𝑥[𝑛 − 1]
D) 𝑦 𝑛 = 𝑛𝑥[𝑛]
------------------------------------------------------------------------------------------------
Resp.
B) para 𝑥(𝑡 − 𝑡𝑜 ) → 𝑦1 𝑡 = 𝑥(𝑡 − 𝑡𝑜 )𝑐𝑜𝑠(𝑤𝑐 𝑡)
e 𝑦 𝑡 − 𝑡𝑜 = 𝑥(𝑡 − 𝑡𝑜 )𝑐𝑜𝑠(𝑤𝑐 (𝑡 − 𝑡𝑜 )) ≠ 𝑦1 𝑡 logo, o sistema é variante no tempo
exemplos
Sejam os sistemas, verificar se estes são invariantes no tempo ou não.:
A) 𝑦 𝑡 = 𝑠𝑒𝑛(𝑥 𝑡 )
B) 𝑦 𝑡 = 𝑥 𝑡 𝑐𝑜𝑠(𝑤𝑐 𝑡)
C) 𝑦 𝑛 = 𝑥[𝑛 − 1]
D) 𝑦 𝑛 = 𝑛𝑥[𝑛]
------------------------------------------------------------------------------------------------
Resp.
C) para 𝑥 𝑛 − 𝑛0 → 𝑦1 [𝑛] = 𝑥 𝑛 − 𝑛0 − 1
E 𝑦 𝑛 − 𝑛0 = 𝑥[𝑛 − 𝑛0 − 1] = 𝑦1 [𝑛] logo, o sistema é invariante no tempo
exemplos
Sejam os sistemas, verificar se estes são invariantes no tempo ou não.:
A) 𝑦 𝑡 = 𝑠𝑒𝑛(𝑥 𝑡 )
B) 𝑦 𝑡 = 𝑥 𝑡 𝑐𝑜𝑠(𝑤𝑐 𝑡)
C) 𝑦 𝑛 = 𝑥[𝑛 − 1]
D) 𝑦 𝑛 = 𝑛𝑥[𝑛]
------------------------------------------------------------------------------------------------
Resp.
D) para 𝑥 𝑛 − 𝑛0 → 𝑦1 [𝑛] = 𝑛𝑥 𝑛 − 𝑛0
E 𝑦 𝑛 − 𝑛0 = (𝑛 − 𝑛0 )𝑥[𝑛 − 𝑛0 ] ≠ 𝑦1 [𝑛] logo, o sistema é variante no tempo
3.6 Linearidade
❑ Um sistema é linear se satisfizer ao Teorema da Superposição.
❑ Teorema da Superposição: se uma entrada consiste de uma soma ponderada de diversos sinais,
então, a saída é a superposição (soma ponderada) das respostas do sistema a cada um desses sinais.
𝑥1 𝑡 → 𝑦1 𝑡
𝑥 𝑡 𝑦 𝑡 𝑥2 𝑡 → 𝑦2 𝑡
s.t.c
𝑥 𝑡 = 𝑎𝑥1 𝑡 + 𝑏𝑥2 𝑡 → 𝑦 𝑡 = 𝑎𝑦1 𝑡 + 𝑏𝑦2 𝑡

𝑥[𝑛] 𝑦[𝑛] 𝑥 𝑛 = 𝑎𝑥1 𝑛 + 𝑏𝑥2 [𝑛] → 𝑦[𝑛]


s.t.d
𝑦 𝑛 = 𝑎𝑦1 [𝑛] + 𝑏𝑦2 [𝑛]

24
Exemplos
Verificar se o sistema é linear ou não. Respostas.
A) 𝑦 𝑡 = 𝑡. 𝑥 𝑡 A) 𝑦 𝑡 = 𝑡. 𝑥 𝑡
B) 𝑦 𝑡 = 𝑥 2 (𝑡) 𝑥1 𝑡 → 𝑦1 𝑡 = 𝑡𝑥1 𝑡
C) 𝑦 𝑛 = 2𝑥 𝑛 + 3 𝑥2 𝑡 → 𝑦2 𝑡 = 𝑡𝑥2 𝑡
D) 𝑦 𝑛 = 𝑛𝑥[𝑛] 𝑎𝑥1 𝑡 + 𝑏𝑥2 𝑡 → 𝑦 𝑡 = 𝑡 𝑎𝑥1 𝑡 + 𝑏𝑥2 𝑡
= 𝑎𝑡𝑥1 𝑡 + 𝑏𝑡𝑥2 𝑡 = 𝑎𝑦1 𝑡 + 𝑏𝑦2 𝑡
O Sistema é linear
Exemplos
Verificar se o sistema é linear ou não. Respostas.
A) 𝑦 𝑡 = 𝑡. 𝑥 𝑡 B) 𝑦 𝑡 = 𝑥 2 (𝑡)
B) 𝑦 𝑡 = 𝑥 2 (𝑡) 𝑥1 𝑡 → 𝑦1 𝑡 = 𝑥12 𝑡
C) 𝑦 𝑛 = 2𝑥 𝑛 + 3 𝑥2 𝑡 → 𝑦2 𝑡 = 𝑥22 𝑡
D) 𝑦 𝑛 = 𝑛𝑥[𝑛] 2
𝑎𝑥1 𝑡 + 𝑏𝑥2 𝑡 → 𝑦 𝑡 = 𝑎𝑥1 𝑡 + 𝑏𝑥2 𝑡
= 𝑎2 𝑥12 𝑡 + 2𝑎𝑏𝑥1 𝑡 𝑥2 𝑡 + 𝑏 2 𝑥22 𝑡 =
𝑎2 𝑦1 𝑡 + 2𝑎𝑏𝑥1 𝑡 𝑥2 𝑡 + 𝑏2 𝑦2 𝑡 ≠
𝑎𝑦1 𝑡 + 𝑏𝑦2 𝑡
O Sistema é não linear
Exemplos
Verificar se o sistema é linear ou não. Respostas.
A) 𝑦 𝑡 = 𝑡. 𝑥 𝑡 C) 𝑦 𝑛 = 2𝑥 𝑛 + 3
B) 𝑦 𝑡 = 𝑥 2 (𝑡) 𝑥1 𝑛 → 𝑦1 𝑛 = 2𝑥1 𝑛 + 3
C) 𝑦 𝑛 = 2𝑥 𝑛 + 3 𝑥2 𝑛 → 𝑦2 𝑛 = 2𝑥2 𝑛 + 3
D) 𝑦 𝑛 = 𝑛𝑥[𝑛] 𝑎𝑥1 𝑛 + 𝑏𝑥2 𝑛 → 𝑦 𝑛 = 2 𝑎𝑥1 𝑛 + 𝑏𝑥2 𝑛 + 3
= 𝑎2𝑥1 𝑛 + 𝑏2𝑥2 𝑛 + 3 ≠ 𝑎𝑦1 [𝑛] + 𝑏𝑦2 [𝑛]=
O Sistema é não linear
Exemplos
Verificar se o sistema é linear ou não. Respostas.
A) 𝑦 𝑡 = 𝑡. 𝑥 𝑡 D) 𝑦 𝑛 = 𝑛𝑥[𝑛]
B) 𝑦 𝑡 = 𝑥 2 (𝑡) 𝑥1 𝑛 → 𝑦1 𝑛 = 𝑛𝑥1 𝑛
C) 𝑦 𝑛 = 2𝑥 𝑛 + 3 𝑥2 𝑛 → 𝑦2 𝑛 = 𝑛𝑥2 𝑛
D) 𝑦 𝑛 = 𝑛𝑥[𝑛] 𝑎𝑥1 𝑛 + 𝑏𝑥2 𝑛 → 𝑦 𝑛 = 𝑛 𝑎𝑥1 𝑛 + 𝑏𝑥2 𝑛
= 𝑎𝑛𝑥1 𝑛 + 𝑏𝑛𝑥2 𝑛 = 𝑎𝑦1 [𝑛] + 𝑏𝑦2 [𝑛]
O Sistema é linear
Exemplo de revisão
1. Classifique o sistema a seguir quanto à i) memória, ii) invariância no tempo, iii) linearidade, iv)
causalidade e v) estabilidade:
𝒙 𝒕 → 𝒚 𝒕 = 𝒕𝒙 𝒕 − 𝟐
i) para t = 3, 𝑦 3 = 3𝑥 3 − 2 = 3𝑥 1 , necessitamos do valor de x em t = 1, logo, o sistema TEM
MEMÓRIA;

ii) para 𝑥 𝑡 − 5 → 𝑦 𝑡 = 𝑡𝑥 𝑡 − 2 − 5 = 𝑡𝑥 𝑡 − 7 , é diferente de


𝑦 𝑡 − 5 = 𝑡 − 5 𝑥 𝑡 − 2 − 5 = 𝑡𝑥 𝑡 − 7 − 5𝑥(𝑡 − 7), logo, é VARIANTE NO TEMPO

iii) 𝑎𝑥1 𝑡 → 𝑦1 𝑡 = 𝑎𝑡𝑥1 𝑡 − 2 e 𝑏𝑥2 𝑡 → 𝑦2 𝑡 = 𝑏𝑡𝑥2 𝑡 − 2


e 𝑎𝑥1 𝑡 + 𝑏𝑥2 𝑡 → 𝑦 𝑡 = 𝑡 𝑎𝑥1 𝑡 − 2 + 𝑏𝑥2 𝑡 − 2 = 𝑎 𝑦1 𝑡 + 𝑏𝑦2 𝑡 .... logo, é LINEAR.
Exemplo de revisão
1. Classifique o sistema a seguir quanto à i) memória, ii) invariância no tempo, iii) linearidade, iv)
causalidade e v) estabilidade:
𝒙 𝒕 → 𝒚 𝒕 = 𝒕𝒙 𝒕 − 𝟐
iv) para 𝑡 = −3 → 𝑦 −3 = −3𝑥 −3 − 2 = −3𝑥 −5 , e para 𝑡 = 3 → 𝑦 3 = 3𝑥 3 − 2 =
3𝑥 1 , necessita apenas de valores em tempos passados de x. Logo, é CAUSAL
v) se 𝑥 𝑡 é limitado, 𝑦 𝑡 não será, pois se t aumenta, y(t) aumenta. Logo, NÃO É BIBO ESTÁVEL.
3 CONEXÕES
∞ Obs. Na prática utiliza-se mais os integradores ao
𝑦 𝑡 = න 𝑥 𝜏 𝑑𝜏 invés de diferenciadores pela facilidade de
𝑥 𝑡 −∞ construção a partir de componentes analógicos.

𝑦 𝑛 = 𝑥[𝑛 − 1] 𝑥 𝑡 𝑘 𝑦 𝑡 = 𝑘𝑥(𝑡)
𝑥[𝑛]
𝐷
𝑥[𝑛] 𝑦 𝑛 = 𝑘𝑥[𝑛]

𝑥1 𝑡 𝑦 𝑡 = 𝑥1 𝑡 + 𝑥2 𝑡 𝑥1 𝑡 𝑦 𝑡 = 𝑥1 𝑡 . 𝑥2 𝑡
+ X
𝑥1 [𝑛] 𝑦[𝑛] = 𝑥1 [𝑛] + 𝑥2 [n] 𝑥1 [𝑛] 𝑦 𝑛 = 𝑥1 𝑛 . 𝑥2 [n]

𝑥2 𝑡 𝑥2 [𝑛] 𝑥2 𝑡 𝑥2 [𝑛]
Interconexões de sistemas
(a) Interconexão em série (ou em cascata)

(b) Interconexão em paralelo


Interconexão de sistemas
(c) Interconexão paralelo/série

(d) Interconexão com realimentação


exemplos
1.
𝑑𝑤(𝑡) 𝑑[𝑡𝑥 𝑡 ]
1. 𝑦 𝑡 = =
𝑑𝑡 𝑑𝑡

2. 𝑦 𝑛 = 𝑧 𝑛 − 𝑤 𝑛 = 𝑣 2 𝑛 − 𝑥 2 𝑛
2.
= (𝑥 𝑛 + cos[𝜋𝑛])2 − 𝑥 2 𝑛
𝑦 𝑛 = (𝑥 2 𝑛 + 2𝑥 𝑛 cos 𝜋𝑛 + 𝑐𝑜𝑠 2 𝜋𝑛 ) - 𝑥 2 𝑛
𝑦 𝑛 = 2𝑥 𝑛 cos 𝜋𝑛 + 𝑐𝑜𝑠 2 𝜋𝑛
exemplos
3. Indique a expressão de saída do sistema:

𝑥[𝑛]
+ 𝑦[𝑛]

𝒚 𝒏 = 𝒙 𝒏 + 𝟓𝒚[𝒏 − 𝟏]
5 𝑫
5𝑦[𝑛 − 1] 𝑦[𝑛]

𝑦[𝑛 − 1]
exemplos
4. Usando equações diferenciais, encontre a relação entre y(t) e x(t)
𝑒 𝑡 = −𝑎1 𝑤 𝑡 − 𝑎2 𝑦 𝑡 + 𝑥(𝑡)
𝑑𝑦(𝑡) 𝑑𝑤(𝑡) 𝑑 2 𝑦(𝑡)
Como 𝑤 𝑡 = e 𝑒 𝑡 = =
𝑑𝑡 𝑑𝑡 𝑑𝑡 2
𝑑 2 𝑦(𝑡) 𝑑𝑦(𝑡)
+ = −𝑎1 − 𝑎2 𝑦 𝑡 + 𝑥(𝑡)
𝑑𝑡 2 𝑑𝑡

𝑑 2 𝑦(𝑡) 𝑑𝑦(𝑡)
+ 𝑎1 + 𝑎2 𝑦 𝑡 = 𝑥(𝑡)
𝑑𝑡 2 𝑑𝑡
Exercício
Indique a estrutura que realize as seguintes funções:
𝑑𝑦 2 (𝑡) 𝑑𝑦(𝑡) 𝑑𝑥(𝑡)
a) 𝑦 𝑛 + 5𝑦 𝑛 − 1 = 𝑥 𝑛 − 2𝑥[𝑛 − 1] b) −5 +𝑦 𝑡 =2
𝑑𝑡 2 𝑑𝑡 𝑑𝑡
Exercício
Indique a estrutura que realize as seguintes funções:
𝑑𝑦 2 (𝑡) 𝑑𝑦(𝑡) 𝑑𝑥(𝑡)
a) 𝑦 𝑛 + 5𝑦 𝑛 − 1 = 𝑥 𝑛 − 2𝑥[𝑛 − 1] b) −5 +𝑦 𝑡 =2
𝑑𝑡 2 𝑑𝑡 𝑑𝑡

2
D 2
න +
- 𝑥(𝑡) 𝑦(𝑡)
+ -
𝑥[𝑛] - 𝑦[𝑛]
5 න
D
5

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