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Introdução à Contabilidade Empresarial

O documento apresenta uma introdução à contabilidade, definindo-a como a ciência que registra e analisa o patrimônio de entidades para facilitar a tomada de decisões. Discute o patrimônio empresarial, suas divisões em ativos e passivos, e a importância do inventário na contabilidade. Além disso, aborda a classificação de ativos e passivos, e fornece exemplos práticos para ilustrar os conceitos.
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Introdução à Contabilidade Empresarial

O documento apresenta uma introdução à contabilidade, definindo-a como a ciência que registra e analisa o patrimônio de entidades para facilitar a tomada de decisões. Discute o patrimônio empresarial, suas divisões em ativos e passivos, e a importância do inventário na contabilidade. Além disso, aborda a classificação de ativos e passivos, e fornece exemplos práticos para ilustrar os conceitos.
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Sumário: Introdução à contabilidade

Definição

Contabilidade: é uma ciência de equilíbrio patrimonial, que se preocupa em


registrar os factos patrimoniais de uma entidade, para analisar, promover medidas de
processo, avaliar e comunicar, facilitando a tomada de decisões na organização.

Objeto

Deste modo diz - se que o objeto de estudo da Contabilidade é o património tanto


de pessoas físicas como jurídicas (organizações). Como o nosso objetivo é aplicar a
contabilidade nas empresas, então, vamos nos focar mais no estudo do património
empresarial

Objetivo

O objetivo da Contabilidade é de fornecer informações de carácter financeiro e


económico

• As informações de carácter financeiro são representadas no balanço, e nela se


Vê a capacidade da empresa honrar com as suas obrigações, a curto, médio e
longo prazo.

• As informações de carácter económico são representadas através das


demonstrações de resultados, e nela se Vê a capacidade da empresa gerar lucro.

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Para falarmos da divisão da Contabilidade a de referir aqui dois (2) espaços onde as
organizações atuam.

a. Espaço externo: é a relação da organização com os terceiros, como


fornecedores, clientes, estado, e outros.

b. Espaço interno: é o tratamento com os produtos e serviços, que a empresa


vende ou produz, a maneira como ocorre o processamento das atividades dentro
da organização.

Assim podemos dizer que existem:

• Contabilidade Externa: regista as operações com outros agentes económicos, e


fornece informações sobre a situação Econômica e financeira da empresa. E:
registo de uma compra à prazo

• Contabilidade interna: regista as operações realizadas internamente, e faz o


apuramento de custos e proveitos por produto e por departamento. E: registo de
um custo para produção, ou ainda, custo de consumo de matéria-prima.

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Usuários da informação contábil

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Sumário: O Património

Conceito: O património engloba todos os bens, direitos, e obrigações pertencente a


uma entidade, num determinado momento. Toda e qualquer empresa necessita de
Valores para poder exercer a sua atividade diária.

Para uma empresa

Bens: são todos os elementos/recursos úteis, pertencente a empresa e que servem


para satisfazer as suas necessidades. Uma das característica dos Bens é que estão à
disposição da empresa à todo o momento.

Exemplo de Bem: Computadores, Mesa, Edifícios, dinheiro em caixa etc.

Direito: é o poder de exigir alguma coisa, ou seja, é toda a propriedade da empresa


em posse de terceiros. Terceiros- são os agentes que se relacionam com a empresa,
como cliente, fornecedor e outros

Exemplo de direito: Empréstimo ao empregado, Venda à prazo, Dinheiro no Banco,


etc.

Resumo: Quando uma empresa realiza venda à prazo, normalmente ela cede a
mercadoria ao cliente e espera um recebimento futuro, logo, a mercadoria é uma
propriedade da empresa na posse do cliente. Então podemos considerar que estamos
perante um Direito. Neste caso Como o cliente recebeu uma mercadoria e não fez o
devido pagamento, então, o cliente tem uma obrigação e a empresa tem um direito sobre
o cliente

Obrigações: são as dívidas que a empresa tem com os terceiros. Ou seja, é quando a
empresa está utilizando algo que não lhe pertence, recursos pertencente a terceiro.

Exemplo de obrigação: Compra à prazo, empréstimo no banco etc.

O conjunto de bens, direitos e obrigações, são agrupados em duas massas patrimoniais


gerais.

• ACTIVO

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- Bens

- Direitos

• PASSIVO

- Obrigações

Uma vez que o património é composto por bens, direitos que fazem a parte positiva e as
obrigações a parte negativa, há necessidade de saber qual é o real valor da empresa, ou
seja, na parte positiva reduzimos a parte negativa

Vejamos:

Valor do património= (Bens + Direitos) - obrigações

Simplificando a Fórmula do património teremos:

Valor líquido do património = Bens + Direitos - Obrigações

Vlp = B + D - O

Onde:

Vlp → representa Valor líquido do património

B →representa os bens

D → representa os direitos

O → representa as obrigações

Estrutura

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Exemplo prático

Uma loja tem à disposição

Carro - 20.000

Mercadorias - 10.000

Televisor - 5.000

A empresa contrário um empréstimo de 7.000

Obs.: Identificar bem, direito e obrigação e calcule o Valor do património

Resolução

Bens = Carro, mercadorias, televisor

Direito = Nenhum

Obrigação = Empréstimo contraído

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Explicação: Os bens e os direitos fazem parte da componente POSITIVA da empresa,


já as obrigações fazem parte da componente NEGATIVA. Para se calcular o valor
líquido do património, ou seja, o valor real da empresa, fazemos uma diferença da parte
POSITIVA com a parte NEGATIVA, ora vejamos

Valor líquido do património = (Bens + Direitos) - Obrigações

Ou

VLP = B + D - O

VLP = (20.000 + 10.000 + 5.000) + (0) - (7.000)

VLP = 28.000

O valor do património também é chamado de:

- Capital próprio;

- Situação Líquida;

- Património Líquido.

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O conjunto de bens e direitos correspondem ao ACTIVO da empresa e as


obrigações fazem parte do PASSIVO

Como dissemos antes sobre o valor do patrimônio, Se a gente considerar que:

Valor do património = Capital próprio

Bens + Direitos = Cativo

Obrigações = Passivo

Lembras a fórmula VP = B + D - O? então teremos o seguinte se for a substituir:

Capital próprio = Cativo - Passivo

Ou

CP = A – P

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Exemplo Prático

A empresa NB & Filhos, da que se dedica a venda de tele móveis tem os seguintes
elementos:

Valor em caixa = 120.000,00

2 Nokia = 50.000,00 cada

3 Toshiba = 30.000,00 cada

1 Ione = 100.000,00

Dívida ao fornecedor = 40.000,00

Empréstimo = 80.000,00

Valor a receber de um cliente = 5.000,00

Depósito bancário = 15.000,00

Pedido

Identifique Cativo e Passivo

Calcule o capital próprio

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Sumário: ACTIVO

Definição

Ativo - são todos os recursos controlados pela empresa, resultantes de


acontecimentos passados dos quais se esperam benefícios futuro

Classificação do Activo

Activo são classificados em dois grandes grupos:

- Ativo não Circulante ou fixo

- Ativo Circulante ou corrente

Activo não Circulante - são todos os bens que ajudam no desenvolvimento da


empresa e não servem de objetos de venda, normalmente têm um grau de utilização
superior à 1 ano

No entanto estes elementos do ativo não Circulante são resumidos em:

- Imobilização corpórea (tangível)

- imobilização incorpórea (intangível)

- Investimento financeiro

Resumo explicado (Exemplo prático)

Uma loja normalmente é composta por muitos elementos, desde aqueles que o
fazem funcionar bem como aquilo que serve como objetivo de vendas neste caso as
mercadorias

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Todos os bens desta loja que não têm o destino principal de serem vendidos
serão/são considerados como IMOBILIÇÕES, pois têm um grau de permanência
superior a 1 ano, e não são destinados a serem retirados da empresa frequentemente.
Como por Exemplo O balcão

Pergunta: Agora como saber se o balcão de uma loja é um Imobilizado corpóreo ou


incorpóreo?

Resposta: É simples, basta olharmos para a sua composição e estrutura saberemos logo
se é um Imobilizado corpóreo ou incorpóreo. Neste caso o balcão é um Imobilizado
corpóreo porque é tangível, ou seja, podemos vê-lo e toca-lo

Activo Circulante

O ativo Circulante corresponde a bens e direitos com um período de rotação/circulação


inferior a 1 ano.

Compreende as mercadorias ou existências, dívidas de terceiros e disponibilidade ou


disponível

Sumário: Passivo

Passivo - são todas obrigações provenientes de acontecimentos passado, dos quais se


esperam que exfluam recursos da organização, inclusive benefícios económicos.

Passivo são classificados em dois grandes grupos:

- Passivo não circulante ou exigível médio longo prazo

- Passivo circulante ou exigível à curto prazo

Passivo Não Circulante ou Passivo Exigível a Longo Prazo

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São contas de obrigações e só diferem do Passivo Circulante pelo prazo de


pagamento. Com o passar do tempo as contas do exigível a longo prazo passam para o
passivo circulante. Isto porque estas obrigações passam a ser exigíveis até o final do
próximo exercício.

Passivo não circulante, também chamado de exigível a médio e longo prazo, São
aquelas com um prazo de liquidação superior a 1 ano

Exemplo: Financiamentos de 3 anos, Empréstimos de 3 anos, Fornecedores de 2 anos e


outros

Passivo Circulante ou exigível à curto prazo

São classificadas neste grupo as obrigações que devem ser pagas ou recolhidas até o
término do próximo exercício.

Geralmente aparecem acompanhadas da expressão “a pagar” ou “a recolher”, e


muitas vezes sendo esta a única distinção da despesa que possui o mesmo nome de
conta. É de grande importância na análise das demonstrações contábeis, pois se trata de
valores com grande influência no fluxo de caixa da empresa. Falta de controle nas
obrigações de curto prazo podem levar a empresa à falência.

Normalmente quando estamos falando de passivo circulante, estamos a nos referir


das dívidas que deverão ser pagas até 1 ano, ou seja, de curto prazo

Aqui, as principais contas são referentes a obrigações com fornecedores, funcionários,


fiscais e trabalhistas, provisões, entre outras.

Exemplos: Empréstimos e financiamentos a pagar, adiantamento de clientes, dívida ao


fornecedor

Património Líquido ou Capital próprio

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É o grupo de contas que embora não seja considerado exigível, está vinculada ao
Passivo por se tratar de uma dívida da empresa para com os seus sócios. E também para
estabelecer o equilíbrio dos recursos entre o Ativo (aplicação) e o Passivo (origem).

O patrimônio líquido é composto por:

1. Capital Social – é o recurso aplicado pelos sócios na empresa. Pode ser a título de
investimento inicial, aumento de investimento ou até mesmo aplicação de lucros para
aumentar o investimento na empresa.

2. Reservas de capital – São valores emitidos pela empresa, não destinados a aumento
do capital social e que não passaram pelo resultado.

3. Reservas de lucros – São valores retidos do lucro, para uma destinação específica.
Ou seja, é a parte do lucro que neste momento não será distribuída aos sócios como
dividendos, ficando investida na empresa. São exemplos: reserva legal, reserva para
contingências, reserva de lucros a realizar, entre outras dispostas na legislação

5. Prejuízos ou proveitos Acumulados (Resultado transitado) – É a soma dos valores


negativos ou positivos do resultado que são acumulados em um ou mais exercícios.

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Sumário: O Inventário

Conceito:

O Inventário é um documento contabilístico que apresenta todos os elementos


patrimoniais, e nela é visto a quantidade, o preço unitário e o valor de cada bem.

Para elaboração do Inventário devemos considerar Três fases:

1. Identificação consiste em verificar quais os elementos patrimoniais existem.

2. Descrição e Classificação: é o momento em que os elementos serão


apresentados e repartidos pelas classes a que dizem respeito.

3. Valorização: é o ato de atribuição de um valor a cada elemento patrimonial.

O Inventário pode ser classificado em:

• Inventário Geral: é quando abrange todos os dados do património.

• Inventário Parcial: é quando abrange alguns dados do património

O Inventário pode ser representado da seguinte forma:

a. Inventário simples ou corrido: é quando o Inventário apresenta uma


desorganização

b. Inventário classificado: é quando o mesmo está numa forma organizada

Quanto a sua estrutura o Inventário pode ser:

• Horizontal: é quando encontramos os dados do ativo a esquerda, e Passivo a


direta

• Vertical: é quando os dados do ativo se encontram acima do passivo.

Para traçar o inventário a que considerar também estes elementos:

Preço unitário do bem - é o Valor em que está avaliado cada unidade ou quantidade

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Quantidade - é o número de vezes que um bem/artigo é apresentado

Valor do bem - é o montante no qual está avaliado o total de cada item

Fórmula relacionada

Valor do bem = Preço unitário x Quantidade

Estrutura

Exemplo prático

A empresa Contabilidade+, Lida que se dedica a comercialização de alimentos tinha os


seguintes elementos patrimoniais.
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2 sacos de arroz cada 1000

Equipamento de transporte 3000

2 computadores à 1500 cada

Dívida ao fornecedor 5000

Dinheiro em caixa 1000

Dívida ao Estado 500

1º Passo

Identificar o conjunto de elementos em ativo e Passivo

ACTIVO Não corrente

- Equipamento de transporte 3000

- 2 computadores à 1500 cada

ACTIVO corrente

- 2 sacos de arroz cada 1000

- Dinheiro em caixa 1000

PASSIVO Não corrente

- Não temos

PASSIVO corrente

- Dívida ao fornecedor 5000

- Dívida ao Estado 500

2º Passo

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Descrever e classificar

ACTIVO Não corrente

- Equipamento de transporte 3000

É um imobilizado, por ser composto por matéria, ou seja, é visível, então é um


imobilizado corpóreo

- 2 computadores à 1500 cada

É um imobilizado, por ser composto por matéria, ou seja, é visível, então é um


imobilizado corpóreo

ACTIVO corrente

- 2 sacos de arroz cada 1000

Como o objeto social da empresa é venda de alimentos, então, os sacos de arroz fazem
parte da mercadoria, Existências

- Dinheiro em caixa 1000

O dinheiro é um recurso para fazer face aos gastos gerais da empresa, logo é meio
monetário ou disponibilidade

PASSIVO Não corrente

- Não temos

PASSIVO corrente

- Dívida ao fornecedor 5000

São valores devido ao fornecedor, logo são contas a pagar

- Dívida ao Estado 500

São valores devido ao Estado, logo são contas a pagar

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3º Passo

Construir a tabela e atribuir valores

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Sumário: O Balanço

Balanço - é uma peça contabilística-financeira em que os elementos patrimoniais


estão agrupados segundo a sua natureza e, por isso, permite-nos comparar o ativo com o
passivo para conhecer o valor e a natureza da situação líquida.

É portanto um mapa que revela a situação patrimonial de uma empresa, num


determinado momento, estabelecendo a relação entre: ACTIVO, PASSIVO E A
SITUAÇÃO LÍQUIDA.

O balanço pode ser:

• Sintético - é aquele que as rubricas são mencionadas de uma maneira


sintetizada, ou seja rubrica do 1º grau.

(É aquele que é resumido apresentando apenas as contas principais)

• Analítico - é aquele em que as rubricas são apresentadas de uma forma mais


desenvolvidas, ou seja, para além de apresentar rubrica do 1º grau, são também
mencionadas rubricas do 2º grau, 3º grau, e outras.

(É aquele detalhado que possibilita a distinguir a origem dos valores)

O balanço pode ser ainda:

• Classificado - Quando este é apresentado de uma forma organizada, segundo


um determinado critério.

• Não classificado - Quando a sua elaboração é de uma forma não organizada,


não obedece a qualquer critério.

A elaboração de um balanço pode ser:

- Na forma VERTICAL - ativo acima do Passivo e da situação líquida

- Na forma HORIZONTAL - ativo a esquerda do passivo e da situação líquida

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Obs. - após feito o balanço, e consequentemente encontrando o TOTAL DE ACTIVO e


do PASSIVO, a necessidade de sabermos qual é a situação líquida de uma determinada
empresa

Para sabermos qual é a situação líquida, devemos relacionar os valores que


constituem o balanço, através da fórmula geral do balanço

Que é:

A = SL + P

SL + P = A

SL = A - P »»»»» (Aí temos a fórmula da situação líquida)

Onde:

SL - Situação líquida

A - ativo

P - Passivo

Nota: no cálculo da SL, podemos encontrar 4 resultados diferentes

1º SL ACTIVA - quando o ativo é maior que o Passivo

2º SL PASSIVA - quando o ativo é menor que o Passivo

3º SL NULA - quando o ativo é igual ao Passivo

4º SL ACTIVA - quando a SL é igual ao ativo, sendo que Passivo = 0

O balanço é elabora por várias razões:

1. Para saber a situação líquida de uma empresa

2. Ver o seu grau de exigibilidade perante terceiros

3. Analisar o nível de evolução do capital aplicado, através da utilização de


diferentes recursos

4. Conhecer a estrutura patrimonial da empresa

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5. Outros

Estrutura

Exemplo prático

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Cálculo simples da SL:

A empresa NB, Lda tinha no final de janeiro de 2018 os seguintes dados

Ativo - 2.600.000,00

Passivo - 800.000,00

Pede-se para calcular a SL da mesma, e dizer a sua natureza

SL =?

Lembras da fórmula (SL = A - P)

Vamos usar essa fórmula para calcular a SL, basta apenas substituir os valores na
fórmula

Dados

A = 2.600.000

P = 800.000

SL =?

SL = A - P

SL = 2.600.000 - 800.000

SL = 1.800.000

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Resposta: a SL é de 1.800.000 sendo que o ACTIVO é maior que PASSIVO, falamos


que a natureza é ACTIVA

Sumário: Contas

Possivelmente já ouviste falar de contas, em termos mais vulgares define-se contas


como:
- Obrigações a pagar
- Encargos ou despesas
- Reservas de valores
- Acumulação de capitais e/ou outros.

Para a contabilidade todos estes elementos citados acima não deixam de estar certos,
mas a contabilidade agrupa todos estes elementos em uma natureza mais específica, isto
é, ativo e Passivo, no qual são chamados de contas.

Obs. Lembra-lo que os elementos patrimoniais não são reconhecidos na


contabilidade como elementos mas sim como contas.

Exemplo: Dinheiro, veículos, computadores, dívida a pagar


Logo dizemos
- Conta de dinheiro (caixa)
- Conta de veículos (Transporte)
- Conta de computadores (Equipamentos)
- Conta de dívida a pagar (Valores a pagar)

Então a conta é definido como o conjunto de elementos patrimoniais com


características semelhantes.

- Homogeneidade das contas - Todas os elementos patrimoniais com a mesma


características devem fazer parte da mesma conta,
- Integridade das contas - A conta deve agrupar os elementos que têm as mesmas
característica.

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As contas são divididas em:


• Contas patrimoniais (ativo e Passivo)
• Contas de resultados (Despesas e receitas)

a. As contas patrimoniais são aquelas bem conhecidas e muito citadas, de certa


forma são de fatores permutativos porquê quando são movimentadas não afetam
o Capital próprio da empresa. E: Caixa
b. As contas de resultados também são chamadas de contas de gestão, estão
relacionadas com o pagamento de despesas e a recolha de receitas. São
denominadas de fatores modificativos porque quando são movimentadas alteram
o capital próprio da empresa. EX: Despesa com energia

De forma a simplificar o entendimento, as contas na contabilidade são classificadas


no Razão apresentadas em forma de um até (T)

Como consegues ver na foto a Conta em Forma de (T) apresenta 3 lados:


- Lado de cima
- Lado esquerdo
- Lado direto

1. O lado de cima é o lugar onde é integrado o título da referida conta. Sendo


título é a expressão ou palavra que designa a conta, ou seja, o nome da conta

2. O lado esquerdo também é chamado como o lado do DÉBITO da conta, que


pode representa um aumento (ativo) ou diminuição (passivo).

3. O lado direto também chamado de lado do CRÉDITO da conta, que pode


representar um aumento (passivo) ou diminuição (ativo).

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Graficamente temos:

Sumário: Regras de movimentações

Nesta aula veremos um pouco sobre as regras de movimentações do ACTIVO e


PASSIVO, e saberemos como elas devem se comportar perante as operações de entrada
ou saída.

Regra para o ativo


Normalmente as contas do ACTIVO são debitadas pelos seus saldos iniciais e pelos
aumentos ou entradas, e são creditadas pelas diminuições.

Graficamente temos:

Regra para o Passivo


A regra aplicada para o passivo é basicamente o contrário da regra do ativo. O
passivo são creditadas pelos seus saldos iniciais e aumentos das dívidas, e são
debitadas pelas diminuições destas dívidas

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Graficamente temos:

Do mesmo modo que se aplicam regras para as contas patrimoniais também se


aplicam regras para as contas de resultados ou de gestão (Receita e Despesa)

As contas de Receitas são creditadas sempre que há um aumento nas receitas da


empresa ou sempre que o valor representa um ganho para a empresa e são debitadas
pelas retificações, anulamentos ou transferências.

Graficamente temos:

As contas de Despesas são debitadas sempre que há um aumento nas despesas da


empresa ou sempre que o valor representa uma perda a a empresa, e são creditadas
pelas retificações, anulamentos ou transferências.

Graficamente temos:

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Existem 4 tipos de lançamentos possíveis

1º O primeiro tipo de lançamento é o mais simples, onde estaremos em presença de


apenas uma conta a debitar e uma a creditar.

2º O segundo tipo de lançamento apresenta várias contas a debitar e apenas uma a


creditar.

3º No terceiro tipo de lançamento temos várias contas a creditar e apenas uma a debitar.

4º O quarto e último apresenta várias contas a debitar e várias contas a creditar.

Observação
Diante qualquer tipo de lançamento acima referido o total dos valores a débitos
devem ser iguais ao conjunto de valores a créditos.

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- Todos os valores que se encontram no balanço para o lançamento de abertura são


considerados de saldos iniciais.

EXERCÍCIO

Vamos fazer um exemplo prático supondo que a empresa Noé Domingos, Lda tem o
seguinte balanço

Agora vamos fazer o lançamento de abertura tendo em conta as regras do ativo e


passivo, como consegues ver o balanço é composto por dois membros. Temos o
membro esquerdo representado pelo ativo e o membro direto representado pelas
obrigações (capital e passivo).

Tendo em contas as regras de forma mais simples no lançamento de abertura as


contas do membro esquerdo, ou seja, Ativos, vamos lançar a DÉBITO o seu saldo

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inicial, e as contas do membro direto, ou seja, as obrigações vamos lançar a CRÉDITO


o seu saldo inicial.

Então teremos:

Supondo que durante o ano a empresa Noé Domingos, Lida realizou as seguintes
operações:

1 - operação
Comprou a pronto pagamento um veículo no valor de 2.000

2 - operação
Fez um empréstimo no BFA no valor de 20.000 para reforçar o caixa.

3 - operação
A metade do valor em caixa abriu uma conta e o valor já está disponível na conta
bancária da empresa.

Analisando

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Na primeira operação nota que a empresa aumentou o seu ativo comprando um


veículo no custo de 2.000. Como o veículo fará parte do ativo da empresa com um grau
de permaneça superior a 1 ano, então será classifica numa conta de ativo fixo
corresponde, neste caso em imobilizações corpóreas porque o veículo é um bem
tangível. Como não temos uma conta de veículo no balanço ou nas contas já lançadas,
então, devemos abrir uma conta nova para agrupar o veículo que foi adquirido.

Do outro lado a empresa teve que retirar valor no seu caixa para fazer a aquisição
deste mesmo veículo, como teremos uma saída na conta uma vez que houve diminuição
então devemos creditar este mesmo valor. Como já temos uma conta caixa, então não
será necessária abrir uma outra.

Esquematicamente temos

Na segunda operação a empresa recebeu um certo valor emprestado para pode


reforçar o seu caixa. Como o valor pertence a uma terceira pessoa então, a empresa
passa a ter uma obrigação com o terceiro, de certa forma este valor que a empresa
recebeu implicará um aumento no caixa da empresa.
Por estarmos perante uma obrigação, logo, creditamos na conta de obrigação tendo em
conta a regra do passivo.

Como não temos nos razões já abertos uma conta para empréstimo, então abriremos
uma nova conta corresponde a empréstimo

Estamos trabalhando com o mesmo caixa

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Resolva a terceira operação

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Sumário: Sistemas de inventário

Consideram-se existências todos os bens armazenáveis adquiridos ou produzidos


pela empresa e que se destinam à venda ou a serem incorporados na produção.
Matérias primas: bens que não se destinam à venda mas a serem incorporados
diretamente nos produtos, isto é, no processo de produção.

Matérias subsidiárias: bens que sem se incorporarem diretamente num determinado


produto, concorrem direta ou indiretamente para a sua produção.

Produtos e trabalhos em curso: aqueles que se encontram numa certa fase do


processo produtivo, sem, no entanto, terem atingido a fase final de fabrico, ou seja,
estarem aptos para venda

Desperdícios, resíduos e refugos: bens de baixo valor económico resultantes do


processo produtivo

Produtos acabados: são os bens resultantes do processo produtivo da empresa que,


tendo atingido a sua fase final, estão aptos a serem vendidos

Mercadorias: bens adquiridos para posterior venda, não estando sujeitos a qualquer
transformação dentro da empresa

Inventários (existências) são ativos:


• Detidos para venda no decurso da atividade

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Empresarial
• No processo de produção para essa venda
• Na forma de materiais consumíveis a serem aplicados
No processo de produção ou na prestação de serviços.

SISTEMAS DE INVENTÁRIO
• Sistema de inventário permanente: através deste sistema é possível determinar
permanentemente o valor dos stocks em armazém e apurar em qualquer
momento os resultados obtidos nas vendas ou na produção.

Inventário intermitente:
• Só aceite para pequenas empresas.
• O custo das vendas só é apurado periodicamente, após realização de um
Inventário físico das mercadorias em armazém

• Sistema de inventário intermitente ou periódico: o valor dos stocks em


armazém dos resultados apurados só é determinável através de inventariações
diretas dos valores em armazém.

Inventário permanente:
• Obrigatório para empresas de média e grande dimensão.
• Por cada venda é registado o correspondente custo.

Diferenças
Inventário permanente
Em qualquer momento:´-
• A conta 21 Compras está sempre saldada
• O saldo da conta de inventário reflete as existências em armazém
• O CMVMC reflete o custo das mercadorias vendidas até à data

Inventário intermitente
Durante o ano:
• A conta 21 Compras representa as compras feitas até à data

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• O saldo da conta de inventário reflete apenas a existência inicial


• O CMVMC não está apurado

Sistema de inventário permanente (Esquematização)

Sistema de Inventário intermitente

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Obs. Para mais exercícios de aplicação consulta a página contabilidade+ no face book
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Sumário: Critérios de valorização de existências

FIFO

Normalmente este é um tipo de critério utilizado para valorizar as existências e


permite que as primeiras existências que entram sejam as primeiras à saírem, ou seja,
primeiras a serem consumidas. Como o próprio nome diz FIFO

F -First - Primeiro
I - In - entrar

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F - First - Primeiro
O - Out - Sair

Agrupando, primeiro que entra, primeiro que sai

O contrário do CUMP, este critério organiza as existências em Armazém em forma


de #Lotes de modo que não haja confusão na distinção dos primeiros que entram em
armazém.

A forma como são valorizadas as existências que saem é sempre de cima para baixo.
Quando a quantidade à sair excede o primeiro Lote, então a diferença é compensada nos
Lotes mais abaixo.

Obs. Diferença do cálculo para o razão, Uma vez que a ficha de armazém Valoriza o
CMV, então, os preços unitários das existências que saem é encontrada com base os
preços unitários das existências em armazém, por palavras miúdas, Sempre que
vendermos não consideramos o preço unitário estipulado na operação de venda, mas
sim o preço unitário da existência em saída.

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Exemplo- Contabilidade Financeira

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Exemplo - contabilidade Analítica

Exercício Prático
A empresa FINANÇAS, LDA., comercializa a mercadoria B. No início do mês existiam
em armazém 100 unidades de mercadoria ao preço de 375 kg/unid.

Durante o mês de Maio de N, efetuou as seguintes operações:

10/05 - Aquisição a crédito de 4.000 unidades ao preço de 400 kz. Fatura n.º 478.

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18/05 - Venda de 250 unidades a 500 kz/unid. Fatura n.º 3012. A empresa pagou uma
20/05 - Devolução de 5 unidades das vendas anteriores. Nota de crédito n.º 124;
23/05 - Aquisição de 2.500 unidades ao preço de 410 euros. Fatura n.º 1147;
25/05 - Venda de 2.800 unidades a 500 kz/unid. Fatura n.º 3580.

Pretende-se:
a) Cálculo do valor do stock final de mercadorias no final do mês, utilizando os critérios
FIFO.

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Sumário: Desconto Comercial

Desconto comercial também chamado de desconto incondicional são aqueles


descontos que as empresas ganham dos seus fornecedores no momento em que efetuam
as compras de mercadorias.

O desconto incondicional é também concedido no momento em que o comprador se


sente incerto das mercadorias a serem adquiridas, (incerteza de um bom estado da
mercadoria, incerteza no reembolso futuro ou ainda pelo facto das mercadorias já
estarem em desuso).

Os descontos comerciais não são contabilizados em contas específicas, ou seja, as


compras e as vendas quando envolve um desconto comercial, elas são registadas pelo
valor líquido, portanto, já deduzido o desconto comercial. Caso haja interesse gerencial
com a contabilização, então, estes são registados na seguintes contas retificadoras.

Na compra
 21.8 - Saldo credor
Na venda

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 61.8 - Saldo devedor


.

Outro ponto importante


É preciso saberes que o desconto comercial só acontece normalmente no momento
em que se efetua uma compra ou venda a crédito (FACTURA). Caso o desconto é dado
sobre o valor pago, então, considera-se desconto financeiro (este é um outro assunto).

O desconto comercial também é chamado de


- Desconto incondicional
- Desconto de quantidade
- Bônus

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Sumário: Balancete

O tema escolhido chega a ser dor de cabeça para muita gente, atualmente ainda vemos
contabilistas ou estudantes de contabilidade com dificuldades em equilibrar o balancete
(tornar os valores iguais). Primeiramente vamos definir o que é um balancete

Balancete - é relação de contas extraídas do livro razão, com os seus saldos


devedores ou credores, ou seja, é o conjunto de todas as contas do razão resumidos em
um único mapa.

O balancete é que nem o balanço também é o documento de equíbrio, tanto os


movimentos à débito como à crédito devem ser sempre iguais, assim acontece o mesmo
com os saldos.

Resumindo: o lado do débito deve ser igual ao lado do crédito.

O balancete nunca foi um mapa de dor de cabeça, terás o privilégio de receber aqui e
agora orientações de como ter sempre um balancete certo.

Pergunta: Como fazer o balancete dar certo?

Resposta: o único segredo para o balancete dar certo é você respeitar a lei da partida e
dobrada

Percebeu?
Não.

Espere aí: é assim, para o teu balancete dar certo (valores iguais), tudo parte do razão,
sempre que fizeres uma operação, deves verificar se o somatório dos débito é iguais ao
somatório dos crédito desta mesma operação.

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Obs. Nunca e em nenhum momento numa operação os valores à débitos devem ser
maiores ou menores que os valores à créditos.

Percebeu agora?
Óptimo

Pergunta: por que o meu balancete nunca dá certo?

Resposta: tenho uma lista de coisas que fazem o teu balancete não dar certo, ora veja:

Se o teu balancete não dá CERTO é:

1º Porque não respeitas a lei da partida e dobrada (débito ser igual a crédito em cada
operação)

2º Porque os saldos que você calculou não estão corretos.

3º Porque costumas a extrair mal os valores que estão no razão.

4º Porque você se esqueceu de lançar uma ou duas contas que estão no razão.

5º Porque não levas em conta os valores com vírgulas

6° Porque tens problema em trabalhar com a máquina

Obs.: Quando não está a dar certo, faça a diferença do débito com o crédito, e em
função do resultado que terás, vê no teu razonete quais contas não lançaste no balancete.

Estrutura

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Simulação

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Sumário: Demonstração de resultados DR

Mapa de Demonstração de resultados - é um mapa contabilístico que evidência de


forma sintetizada todos os ganhos e perdas que decorreram durante um exercício
económico.

Para se fazer a DR é preciso ter certeza que houve movimentações de contas de


fatores modificativos, nomeadamente as classes 6 e 7

São com as contas de proveitos e custos que fazemos o apuramento de resultado

Nota: Revê o sumário anterior para mais conceitos

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Como consegues ver na foto, é preciso uma transferência das contas de custos e
proveitos a uma conta de resultados de modo a se apurar o resultado final da empresa
(RLE)

 As contas (61-65 e 71-75) os seus saldos são transferidas para a conta (82)
 As contas (66 e 76 os seus saldos vão para (83)
 As contas (67 e 77) os seus saldos vão para (84)
 As contas (68 e 78) os seus saldos vão para (85) E as contas (69 e 79) os seus
saldos vão para (86)

Por consequência os saldos das contas (82-86) são transferidas para (88)

Diante a conta 88, há necessidade de se apurar o resultado final da empresa, e o


mesmo é dada mediante uma fórmula:

 RAI = Proveitos (crédito) - custos (débito) Se Proveito for maior que custo
então a empresa deve pagar o imposto industrial, dado pela fórmula:

 I.I = RAI x %de imposto


Que é lançada numa conta de estado (34) e (88) RLE = RAI - I.I
De modo a sabermos o resultados líquido, usamos a fórmula a cima para
calcular o mesmo.

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