Universidade Católica de Moçambique
Instituto de Educação à Distância
Trabalho de Campo Realizado na Escola Secundária 4 de Outubro
Nome: Aida Sumbane Chachuaio (708244240)
Docente: Florência Victorino Pires Dirá
Cadeira: Práticas Pedagógicas II
Curso: L. Ensino de História
Supervisor: Florência Victorino Pires Dirá
Maputo, Maio de 2025
Universidade Católica de Moçambique
Instituto de Educação à Distância
Curso de Licenciatura em Ensino de História
Trabalho de Campo Realizado na Escola Secundária 4 de Outubro
Aida Sumbane Chachuaio
Projecto de pesquisa apresentado para
avaliação do rendimento escolar na disciplina
de Práticas Pedagógicas II, do curso de História,
da Universidade Católica de Moçambique,
ministrada pela tutora Florência Victorino Pires
Dirá
Maputo, Maio de 2025
Classificação
Nota
Categorias Indicadores Padrões Pontuação
do Subtotal
máxima
tutor
Capa 0.5
Índice 0.5
Aspectos Introdução 0.5
Estrutura
organizacionais Discussão 0.5
Conclusão 0.5
Bibliografia 0.5
Contextualização
(Indicação clara do 1.0
problema)
Descrição dos
Introdução 1.0
objectivos
Metodologia
adequada ao 2.0
objecto do trabalho
Articulação e
domínio do
discurso académico
2.0
(expressão escrita
Conteúdo
cuidada, coerência /
coesão textual)
Análise e Revisão
discussão bibliográfica
nacional e
2.
internacionais
relevantes na área
de estudo
Exploração dos
2.0
dados
Contributos
Conclusão 2.0
teóricos práticos
Paginação, tipo e
tamanho de letra,
Aspectos
Formatação paragrafo, 1.0
gerais
espaçamento entre
linhas
Normas APA 6ª Rigor e coerência
Referências edição em das
4.0
Bibliográficas citações e citações/referências
bibliografia bibliográficas
Folha para recomendações de melhoria:
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Índice
Introdução ......................................................................................................................... 1
Objectivos ......................................................................................................................... 1
Objectivo Geral............................................................................................................. 1
Objectivos Específicos ................................................................................................. 1
Metodologia ...................................................................................................................... 2
Planificação do Ensino ..................................................................................................... 3
Dosificação ................................................................................................................... 3
Plano Analítico ............................................................................................................. 3
Planificação Quinzenal ................................................................................................. 3
Plano de Aula ................................................................................................................ 3
Metodologia do Ensino de História .............................................................................. 4
Relação Professor-Aluno .............................................................................................. 4
Meios de Ensino: Meios Didácticos Específicos para o Ensino de História .................... 5
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem .......................................................... 6
Orientação Escolar: Entrevista com o Director Pedagógico Adjunto João Cândido........ 6
Administração Escolar.................................................................................................. 7
Participação dos Pais e Encarregados de Educação na Vida Escolar ........................... 7
Supervisão do Ato Educativo ....................................................................................... 8
Organização do Ensino por Ciclos ............................................................................... 8
Organização dos Conteúdos Escolares ......................................................................... 8
Anexos ............................................................................................................................ 12
Introdução
O processo de ensino-aprendizagem exige, actualmente, uma abordagem pedagógica
reflexiva, contextualizada e participativa, que valorize a integração entre teoria e prática.
Nesse sentido, o presente trabalho tem como objectivo analisar práticas pedagógicas no
contexto escolar, com base em entrevistas realizadas com dois agentes educativos
fundamentais: o Professor Simbe, docente da disciplina de História, e o Director
Pedagógico Adjunto João Cândido.
A recolha de informações incidiu sobre aspectos relevantes da prática docente e da gestão
escolar, como a planificação do ensino, a metodologia de ensino da História, a relação
professor-aluno, os meios didácticos, os processos de avaliação, a administração escolar,
a participação dos encarregados de educação, a supervisão pedagógica e a organização
curricular por ciclos.
Através da análise dessas entrevistas e da comparação com autores de referência na área
da Educação, pretende-se compreender como os actores escolares operacionalizam as
orientações curriculares e enfrentam os desafios da prática pedagógica, promovendo um
ensino de qualidade, centrado no aluno e no desenvolvimento das suas competências
cognitivas e sociais.
Objectivos
Objectivo Geral
Analisar as práticas pedagógicas e administrativas desenvolvidas na escola
Objectivos Específicos
1. Identificar as estratégias de planificação do ensino e as metodologias utilizadas na
disciplina de História;
2. Mencionar os meios didáticos específicos para o ensino de história;
3. Relacionar as práticas observadas nas entrevistas com os contributos de autores
da área da educação, estabelecendo uma análise crítica das mesmas;
1
Metodologia
Pesquisa bibliográfica é considerada mãe de toda pesquisa, fundamenta-se em fontes
bibliográficas; ou seja, os dados são obtidos a partir de fontes escritas, portanto, de uma
modalidade específica de documentos, que são obras escritas, impressas em editoras,
comercializadas em livrarias e classificadas em bibliotecas (Marconi & Lakatos, 2010).
Portanto, para este trabalho a pesquisa bibliográfica consistiu em analisar os livros,
artigos científicos, monografias, dissertações, teses e relatórios para responder as
questões da actividade em questão relevante que tinham informação importante para o
desenvolvimento do trabalho em relação ao tema, tal evidência são as referências
bibliográficas citadas ao longo do trabalho.
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Planificação do Ensino
Dosificação
Segundo o Professor Simbe, a dosificação é feita no início do ano lectivo com base nos
conteúdos previstos no currículo nacional, ajustando-se ao número de semanas
disponíveis. Ele afirma:
"Faço uma distribuição equilibrada dos conteúdos ao longo dos três períodos, tendo em
conta feriados, exames e outras actividades escolares."
Esta prática está em consonância com Libâneo (1994), que defende a importância da
organização temporal dos conteúdos como base para uma planificação eficaz.
Plano Analítico
O Professor Simbe elabora o plano analítico no início de cada período, articulando
objectivos, conteúdos e competências.
"O plano analítico ajuda-me a ter uma visão clara do percurso que quero seguir,
garantindo coerência com o currículo e com as necessidades da turma."
Tal como refere Perrenoud (2000), o planeamento estratégico permite ao professor
antecipar dificuldades e adaptar o ensino à realidade dos alunos.
Planificação Quinzenal
O docente refere que utiliza planificações quinzenais para detalhar os conteúdos e
actividades a realizar em cada quinzena.
"Essas planificações são essenciais para ajustar o ritmo da turma, rever conteúdos e
adaptar estratégias."
Esta prática está alinhada com o modelo de planificação contínua defendido por Silva
(2019), que enfatiza a flexibilidade e a avaliação contínua.
Plano de Aula
O plano de aula é elaborado semanalmente e contém objectivos específicos, estratégias,
recursos e formas de avaliação.
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"Costumo incluir momentos de debate, análise de documentos e verificação da
aprendizagem."
O plano de aula, como sublinha Libâneo (1994), é o instrumento operativo que traduz a
intenção pedagógica em acção concreta, devendo ser flexível e contextualizado.
Metodologia do Ensino de História
O Professor Simbe descreve uma abordagem variada e participativa:
"Uso diferentes estratégias: aulas expositivas dialogadas, análise de fontes históricas,
debates e dramatizações."
Ele destaca a importância de promover o pensamento crítico e a reconstrução do passado
pelos próprios alunos:
"Procuro que os alunos não decorem datas, mas que compreendam processos e
desenvolvam opinião."
Estas práticas encontram ressonância nas ideias de Perrenoud (2000), que defende o
desenvolvimento de competências através de actividades significativas, e de Silva (2019),
que salienta que o ensino da História deve promover a leitura crítica da realidade,
trabalhando com fontes, imagens e narrativas plurais.
O uso de fontes históricas também está em consonância com os princípios da história
ensinada, como proposto por Bittencourt (2004), que valoriza a análise crítica e
contextualizada de documentos.
Relação Professor-Aluno
Sobre a relação com os alunos, o Professor Simbe afirma:
"Procuro ser próximo, mas manter a autoridade pedagógica. Escuto os alunos, respeito as
suas opiniões e adapto a linguagem consoante o seu nível de compreensão."
Afirma ainda que a motivação dos alunos aumenta quando se sentem valorizados:
"Quando percebem que são ouvidos, participam mais. Tento construir um ambiente de
confiança."
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Esta visão está próxima da perspectiva de Carl Rogers, citado por Libâneo (1994), que
defende a centralidade do aluno no processo educativo e a importância de uma relação
afectiva positiva como base para a aprendizagem significativa.
Além disso, Perrenoud (2000) sublinha que o professor deve agir como mediador e
facilitador, construindo uma relação de respeito mútuo e cooperação.
Meios de Ensino: Meios Didácticos Específicos para o Ensino de
História
O Professor Simbe destaca a importância da utilização de meios didácticos diversificados,
sobretudo no ensino de História, onde a contextualização e a visualização de conteúdos
favorecem a compreensão dos alunos. Segundo ele:
“Costumo usar manuais escolares, mapas históricos, imagens, linhas do tempo,
documentos históricos e vídeos documentais. Tudo depende do conteúdo e do nível da
turma.”
Além disso, o professor afirma que a utilização de fontes históricas primárias (como
cartas, decretos e testemunhos) é uma das estratégias que mais envolvem os alunos:
“Quando os alunos têm acesso directo a documentos antigos, sentem-se como
investigadores e isso desperta o interesse.”
Em algumas aulas, recorre também a recursos digitais:
“Uso vídeos curtos, jogos didácticos online e plataformas interactivas quando a escola
tem acesso a computadores ou internet. Isso ajuda a diversificar e a motivar.”
Essa prática está em consonância com Bittencourt (2004) e Silva (2019), que sublinham
a importância dos recursos visuais, fontes históricas e materiais interdisciplinares como
elementos facilitadores na construção do conhecimento histórico.
Além disso, Libâneo (1994) salienta que os meios didácticos devem ser seleccionados
com base na sua relevância para os objectivos da aula, promovendo não apenas a
memorização, mas o desenvolvimento de competências cognitivas e interpretativas.
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Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
Relativamente à avaliação, o Professor Simbe adopta uma abordagem formativa e
contínua, procurando avaliar não só os resultados, mas também o percurso de
aprendizagem dos alunos.
“Utilizo testes escritos, fichas de trabalho, trabalhos de grupo e participação oral. Mas
também observo o progresso, o esforço e o interesse dos alunos.”
O professor explica que a avaliação é um momento de reflexão e reajuste:
“Através da avaliação, percebo se a metodologia está a funcionar ou se preciso de
reformular o plano de aula. Também dou feedback individual aos alunos sempre que
possível.”
Ele refere ainda a importância de diversificar os instrumentos de avaliação:
“Nem todos os alunos se expressam bem em testes. Por isso, valorizo os trabalhos em
grupo, apresentações orais e pequenos projectos.”
Esta perspectiva está de acordo com Perrenoud (2000), que defende a avaliação como
uma prática reflexiva e integrada ao processo de ensino, e não apenas como uma
verificação de resultados. A avaliação formativa, nesse sentido, permite ao professor
adaptar as suas práticas e aos alunos reconhecerem os seus progressos e dificuldades.
Segundo Libâneo (1994), a avaliação deve abranger diferentes dimensões:
conhecimentos, competências, atitudes e valores — uma visão que o Professor Simbe
claramente partilha e pratica.
Orientação Escolar: Entrevista com o Director Pedagógico Adjunto
João Cândido
Com o intuito de aprofundar a compreensão sobre os processos de gestão pedagógica e
orientação escolar, foi realizada uma entrevista com o Director Pedagógico Adjunto da
escola, Professor João Cândido. A conversa abordou aspectos essenciais como a
administração escolar, participação dos encarregados de educação, supervisão
pedagógica, organização do ensino por ciclos, estruturação dos conteúdos escolares e
planificação das aulas. As informações foram sistematizadas conforme os tópicos abaixo.
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Administração Escolar
O Professor João Cândido começou por salientar que a administração escolar deve ser
entendida como uma actividade colegiada, integrando diferentes actores da comunidade
educativa:
“A administração escolar não pode ser apenas um processo burocrático. É uma acção
articulada entre direcção, professores, coordenadores pedagógicos e funcionários
administrativos. Todos devem estar alinhados com a missão da escola.”
Ressaltou ainda a importância do planeamento estratégico institucional, com metas claras
e acompanhamento contínuo:
“Estabelecemos metas de desempenho, organizamos formações para os docentes e
realizamos reuniões frequentes para alinhar práticas pedagógicas com os objectivos do
projecto educativo.”
Esta perspectiva está de acordo com Libâneo (1994), que defende uma administração
participativa, focada na construção colectiva do ambiente de aprendizagem e no suporte
efectivo à actividade docente.
Participação dos Pais e Encarregados de Educação na Vida Escolar
Sobre o envolvimento das famílias, o Director João Cândido reconhece os esforços da
escola para fortalecer essa ligação:
“Promovemos reuniões com encarregados no início e ao final de cada período, e sempre
que necessário em casos individuais. Usamos também plataformas digitais para manter
uma comunicação constante.”
Contudo, assinala que a participação nem sempre é efectiva:
“Infelizmente, muitos pais não conseguem comparecer por razões de trabalho. Temos
tentado flexibilizar horários e organizar encontros informais para facilitar essa presença.”
Essa prática corresponde às orientações de Perrenoud (2000) e Silva (2019), que reforçam
a importância da parceria escola-família na promoção do sucesso educativo e da cidadania
activa dos alunos.
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Supervisão do Ato Educativo
Quanto à supervisão pedagógica, o Professor João Cândido destacou o acompanhamento
contínuo das práticas docentes:
“Fazemos observações de aulas, analisamos os planos de ensino e realizamos reuniões
pedagógicas para orientar melhorias. O objectivo é apoiar os professores, não apenas
avaliar.”
Enfatizou ainda o carácter formativo da supervisão:
“É fundamental que o professor se sinta acompanhado, e não controlado. A nossa função
é orientar, ouvir e propor caminhos pedagógicos viáveis.”
Esta visão vai ao encontro da proposta de Alarcão e Tavares (2003), que definem a
supervisão como um processo dialógico e reflexivo, centrado no desenvolvimento
profissional e na melhoria contínua da prática educativa.
Organização do Ensino por Ciclos
Sobre a organização do ensino por ciclos, o Director João Cândido explicou:
“Seguimos a estrutura do currículo nacional, dividida em ciclos. Esta organização permite
uma avaliação mais abrangente das aprendizagens, promovendo a continuidade
pedagógica.”
Realça a importância da transição entre ciclos:
“É essencial garantir que a passagem de um ciclo para outro não represente ruptura, mas
sim continuidade e aprofundamento das competências.”
Esta abordagem está alinhada com o modelo defendido pelo Ministério da Educação
(2022), que considera o ensino por ciclos uma estratégia para superar a rigidez dos anos
escolares, permitindo uma progressão mais harmoniosa dos alunos.
Organização dos Conteúdos Escolares
No que diz respeito à organização dos conteúdos, o entrevistado referiu:
“Os conteúdos são definidos pelo currículo nacional, mas os professores têm liberdade
para os distribuir conforme a realidade da turma. A direcção pedagógica apenas orienta
para que haja equilíbrio e coerência entre as disciplinas.”
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Também reforçou a importância da contextualização:
“Incentivamos que os professores articulem os conteúdos com a realidade dos alunos e
com temas da actualidade.”
Esta visão dialoga com Libâneo (1994) e Perrenoud (2000), que salientam a necessidade
de adaptar os conteúdos às necessidades dos alunos, respeitando as directrizes
curriculares sem deixar de lado a flexibilidade e a contextualização.
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Conclusão
A análise das entrevistas realizadas ao Professor Simbe e ao Director Pedagógico Adjunto
João Cândido permitiu evidenciar um compromisso significativo com a qualidade da
educação, através da implementação de práticas pedagógicas planeadas, flexíveis e
centradas na realidade dos alunos. A planificação do ensino, o uso de metodologias
activas, a selecção criteriosa de meios didácticos e a avaliação formativa demonstram
uma coerência entre os princípios teóricos da educação e a sua aplicação prática.
Do ponto de vista da gestão pedagógica, observou-se uma administração escolar
participativa, com valorização da supervisão pedagógica, da organização curricular por
ciclos e do envolvimento das famílias no processo educativo. Estas práticas demonstram
uma abordagem sistémica e colaborativa da educação, conforme defendido por autores
como Libâneo, Perrenoud e Alarcão.
Conclui-se, assim, que a integração entre docência e gestão pedagógica, quando
sustentada por princípios reflexivos, participativos e humanistas, constitui uma base
sólida para a promoção de aprendizagens significativas e para o desenvolvimento integral
dos alunos.
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Referências Bibliográficas
Alarcão, I., & Tavares, J. (2003). Supervisão da prática pedagógica: uma perspetiva de
desenvolvimento e aprendizagem. Coimbra: Almedina.
Bittencourt, C. M. F. (2004). Ensino de História: fundamentos e métodos (5.ª ed.). São
Paulo: Cortez.
Libâneo, J. C. (1994). Didática. São Paulo: Cortez.
Ministério da Educação. (2022). Currículo Nacional do Ensino Básico e Secundário.
Lisboa: Direção-Geral da Educação.
Perrenoud, P. (2000). Avaliação: da excelência à regularidade. Porto Alegre: Artmed.
Perrenoud, P. (2000). Ensinar: agir na urgência, decidir na incerteza. Porto Alegre:
Artmed.
Silva, T. (2019). Didática e metodologia do ensino de História. Coimbra: Almedina.
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Anexos
Credencial
Planos de aula
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Escola Secundária 4 de Outubro
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