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Frutificação Espiritual e Conexão com Deus

O documento explora a importância da conexão espiritual com Deus, enfatizando que sem Ele não podemos produzir frutos espirituais. Ele também discute a necessidade de confiar em Deus durante a jornada da vida, a relevância de levar nossas preocupações a Ele, e a importância de dar um bom exemplo como cristãos. Além disso, aborda a verdadeira felicidade como algo que vai além do prazer, destacando a necessidade de engajamento e significado em nossas vidas.

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Diego
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Frutificação Espiritual e Conexão com Deus

O documento explora a importância da conexão espiritual com Deus, enfatizando que sem Ele não podemos produzir frutos espirituais. Ele também discute a necessidade de confiar em Deus durante a jornada da vida, a relevância de levar nossas preocupações a Ele, e a importância de dar um bom exemplo como cristãos. Além disso, aborda a verdadeira felicidade como algo que vai além do prazer, destacando a necessidade de engajamento e significado em nossas vidas.

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MÉTODOS Jo.

15:5

Eu Sou a videira; vocês são os ramos. Se alguém permanecer em


Mim e Eu nele, esse dará muito fruto; pois sem Mim vocês não podem
fazer coisa alguma. João 15:5
Certo homem estava decidido a cortar a árvore do seu quintal, pois
ocupava muito espaço e enchia o chão de folhas secas. Além disso,
ela nunca tinha dado uma fruta sequer. Mas seu filho não estava
nada satisfeito com a decisão. Ele gostava de subir na árvore. O
menino ficou bem assustado quando ouviu os pais conversando
sobre o plano de “limpeza”. Foi aí que surgiu a ideia. Sem ninguém
saber, o garoto pegou todas as maçãs da geladeira, um rolo de
barbante e uma tesoura. Ele queria mudar a opinião do pai. Assim,
pendurou as frutas nos galhos da árvore.
No final do dia, o homem entrou em casa, viu a esposa e disse:
“Querida, estou impressionado! Você não vai acreditar. A árvore no
quintal está cheia de frutas.” A esposa, sem saber de nada, disse:
“Ué, mas árvores são assim mesmo. Uma hora ela ia dar fruta. Por
que você está tão assustado?” Ele, então, respondeu: “Porque é a
primeira vez na minha vida que eu vejo uma goiabeira dando
maçãs.”
Engraçado, não é? Mas de vez em quando usamos uma estratégia
semelhante na vida espiritual. A Bíblia fala sobre o fruto do Espírito
em Gálatas 5, e muitas vezes nos frustramos por não encontrar
todas aquelas características em nossa vida. Por mais que nos
esforcemos, parece ser impossível produzir uma mudança em nós
mesmos. E é verdade. Humanamente falando, é impossível de fato. O
fruto é do Espírito. Sem Ele, o que nos resta são as obras da carne,
também listadas por Paulo na mesma carta. Sem o Espírito, somos
como goiabeiras desajeitadas, ostentando maçãs de plástico – uma
grande farsa ou simplesmente um espetáculo patético.
Certa vez, Jesus disse duas coisas muito importantes a Seus
discípulos: 1) “Se alguém permanecer em Mim e Eu nele, esse dará
muito fruto.” Nossa conexão com Ele é o segredo da frutificação
espiritual. 2) “Sem Mim vocês não podem fazer coisa alguma.” A
fórmula para frutificar não está na força de vontade humana ou na
capacidade natural, mas no poder divino.
Experimente passar este dia na presença de Jesus. Peça que Ele
realize o milagre da transformação em sua vida. Tenho certeza de
que você vai se surpreender com o sabor dos frutos.
GUIA Gn. 12:1

A história mostra que Deus está mais interessado na caminhada do


que no destino, pois é durante o percurso que o relacionamento é
fortalecido; que caímos e precisamos de alguém para nos levantar; e
que alcançamos as nossas vitórias. Se estamos acompanhados,
temos com quem comemorar.

Dizem que Martinho Lutero certa vez afirmou: “Não sei por quais
caminhos Deus me conduz, mas conheço bem o meu Guia.”
Observe que a ênfase dessa declaração está na confiança em Deus,
que nos mostra que não precisamos temer confiar um futuro
desconhecido a um Pai conhecido.

Deus está lhe fazendo o seguinte convite: “Vamos caminhar juntos?”


Aceite-o e confie Nele. Lembre-se de que essa é uma grande
oportunidade para conhecê-Lo melhor. Assim você verá, como
Abrão, que o mais importante é a presença de Deus ao longo da
caminhada.
CONTE À ELE! Mt. 6:33

“Leve suas necessidades, alegrias, tristezas, preocupações e


temores a Deus. Você não conseguirá sobrecarregá-Lo nem
deixá-Lo cansado. Aquele que conta os fios de cabelo de sua
cabeça não é indiferente às necessidades de Seus filhos. [...]
Seu coração repleto de amor se enternece com nossas
tristezas e expressões de pesar. Entregue a Ele todas as coisas
que perturbam sua mente. Nada é grande demais para Ele
suportar, pois é Ele quem mantém os mundos e governa o
Universo. Nada daquilo que, de alguma forma, diz respeito à
nossa paz é pequeno demais para que Ele perceba. Não há um
só capítulo de nossa existência que seja escuro demais para
Ele ler, nem dificuldade alguma tão complicada para Ele
resolver. Nenhuma calamidade poderá sobrevir ao mais
humilde de Seus filhos, ansiedade alguma que lhe perturbe a
alma, nenhuma alegria que possa ter, nenhuma oração
sincera que lhe escape dos lábios, sem que seja observada
pelo Pai celestial, ou sem que Lhe desperte imediato interesse.
[...] As relações entre Deus e cada pessoa são tão particulares
e plenas que é como se não houvesse nenhuma outra por
quem tivesse dado Seu amado Filho”
(Caminho a Cristo, p. 63, 64).
IMITADORES 1 Cor. 11:1

Sejam meus imitadores, como também eu sou imitador de Cristo. 1


Coríntios 11:1
Certo cidadão deixou uma mensagem no mural de uma igreja:
“Parem de dar nomes bíblicos para seus filhos sem ensinar-lhes
lições morais. É a segunda vez que Abraão me assalta.” Seria
cômico, se não fosse trágico. O comportamento fala mais do que
mil palavras.
Dar um bom exemplo é ter a autoridade do Espírito; é seguir os
passos de Cristo. Ninguém poderá refutar uma vida
verdadeiramente piedosa. Portanto, devemos pregar muito,
falando apenas o necessário.
Você já ouviu a máxima de que devemos olhar para Deus, e não
para as pessoas? Costumamos mencionar isso em um contexto de
escândalo, em que alguém foi injusto ou cometeu um delito moral.
O conselho continua válido, mas não pode ser dito pela metade. Ele
envolve mais do que uma atitude passiva de não se escandalizar;
implica também o imperativo de não causar escândalos.

Você já ouviu a máxima de que devemos olhar para Deus, e não


para as pessoas? Costumamos mencionar isso em um contexto de
escândalo, em que alguém foi injusto ou cometeu um delito moral.
O conselho continua válido, mas não pode ser dito pela metade. Ele
envolve mais do que uma atitude passiva de não se escandalizar;
implica também o imperativo de não causar escândalos.
“Não queremos dar nenhum motivo de escândalo em coisa
alguma, para que o ministério não seja censurado” (2Co 6:3). Essa
admoestação vale para todos os membros de igreja, sejam líderes
ou não. A imagem do “escândalo”, que pode ser traduzido como
“pedra de tropeço”, era especialmente apropriada, considerando
os terrenos rochosos pelos quais Paulo costumava caminhar. Nas
estradas não pavimentadas, pedras e seixos eram abundantes,
representando um grande perigo para pedestres que caminhavam
à noite ou para carruagens em alta velocidade.
Dar um bom exemplo é ter a autoridade do Espírito; é seguir os
passos de Cristo. Ninguém poderá refutar uma vida
verdadeiramente piedosa. Portanto, devemos pregar muito,
falando apenas o necessário.
FELICIDADE Dt. 16:14

De acordo com Martin Seligman, psicólogo e professor da


Universidade da Pensilvânia, os três pilares da felicidade são:
prazer, engajamento e significado. Seligman diz que as
sociedades ocidentais fracassaram na busca pela felicidade
porque se concentraram exclusivamente no pilar do prazer,
que, segundo ele, é o mais frágil dos três. A satisfação obtida
somente a partir do prazer dura muito pouco. Ou seja, sem
engajamento e significado, a busca pela felicidade será
sempre um projeto arruinado. Engajamento é o ato de se doar
enquanto participa de algo. E o significado está ligado à
convicção de fazer parte de algo maior, mais elevado.
As festas de Israel foram pensadas por Deus para
proporcionar ao povo a verdadeira felicidade, que só pode ser
obtida quando a criatura está em comunhão com o Criador.
Naquelas ocasiões, os israelitas tinham o prazer de estar na
presença do Senhor, gratos por Seu amor e cuidado; estavam
engajados no relacionamento com Ele; e tinham a convicção
de que serviam a um propósito mais elevado como povo de
Deus. Nunca se esqueça disto: felicidade é mais do que prazer!
MEU CHEFE É Cl. 3:23 e 24
CRISTO!
Todas as vezes que a professora Tânia Torres entrava na sala
de aula, ela se dirigia ao quadro e escrevia a seguinte frase em
inglês: “My boss is Jesus”, ou seja, “Meu chefe é Jesus”. Ela
queria alertar aquele grupo de futuros pastores de que,
durante nosso ministério, seríamos liderados por homens,
mas jamais deveríamos nos esquecer de que nosso
verdadeiro chefe é Cristo Jesus.
Minha professora estava destacando o ensinamento contido
no verso de hoje. Observe, porém, que esse texto se dirige a
todo cristão, tendo em vista o compromisso com a excelência.
Portanto, não importa qual seja sua responsabilidade, pode
ser a mais simples ou a mais complexa, faça-a de todo o seu
coração.
Viver com a certeza de que Deus o escolheu para realizar um
propósito e que você é a representação de Cristo para o
mundo trará a motivação necessária para superar os desafios
do dia a dia. Tendo isso claro, você será capaz de dar seu
melhor em cada atividade, assumindo o compromisso,
consigo mesmo e diante de Deus, de melhorar
constantemente.
A excelência é um nobre ideal bíblico: “Você está vendo
alguém que é habilidoso naquilo que faz? Ele será posto diante
de reis” (Pv 22:29, NAA). É como se Deus dissesse: “Dê seu
melhor, faça bem feito e certamente você será notado pelas
pessoas que estão liderando você.” Mesmo que o
reconhecimento humano não seja imediato, lembre-se de que
fazendo seu melhor você se desenvolveu. O mais importante é
que sua grande recompensa virá das mãos do verdadeiro
Chefe, que é Cristo Jesus.
Em Provérbios 16:3, encontramos um conselho acompanhado
de uma promessa: “Consagre ao Senhor tudo o que você faz, e
os seus planos serão bem-sucedidos.” Que tal declarar hoje
que seu chefe é Jesus e viver uma vida marcada pelo
propósito, pela excelência e pelo sucesso?
HOJE SIM, 2 Sm. 7
HOJE NÃO!
Davi sabia que seria uma honra a seu nome, e traria glória ao
seu governo realizar a obra que em seu coração se tinha
proposto fazer; mas estava disposto a submeter sua vontade
à vontade de Deus.
A grata resignação, assim manifesta, raro se vê, mesmo entre
cristãos. Quantas vezes aqueles que têm passado pela força
da varonilidade, apegam-se à esperança de realizar alguma
obra em que põem seu coração, mas que não estão em
condições de efetuar! A providência de Deus pode falar-lhes,
como fez o Seu profeta a Davi, declarando que a obra que
desejam tanto não lhes é confiada. A eles toca preparar o
caminho para que outro o cumpra. Mas em vez de se
submeterem com gratidão à direção divina, muitos se
retraem como se fossem menosprezados e rejeitados,
entendendo que, se não podem fazer a coisa que desejam, não
farão nada. Muitos se apegam com desesperada energia as
responsabilidades que são incapazes de assumir, e em vão se
esforçam por cumprir uma obra para a qual estão
despreparados, enquanto aquela que podem fazer continua
negligenciada. E por causa desta falta de cooperação de sua
parte, o trabalho maior é impedido ou frustrado.

P.P. - 660
HEBROM 2 Sm. 2

Hebrom ficava a trinta quilômetros ao norte de Berseba, e a


meio caminho entre esta cidade e o futuro local de Jerusalém.
Chamava se primitivamente Quiriate-Arba, a cidade de Arba,
pai de Enaque. Mais tarde se chamou Manre, e ali foi o lugar em
que foram sepulta dos os patriarcas, a “cova de Macpela”.
Gênesis 25:9. Hebrom tinha sido a possessão de Calebe, e era
agora a cidade principal de Judá. Ficava em um vale rodeado
de fértil região montesina e de terras produtivas. As mais belas
vinhas da Palestina achavam-se em seus termos, juntamente
com numerosas plantações de oliveiras e outras árvores
frutíferas.

P.P. - 647
MENTE SÃ 2 Sm. 2
CORPO SÃO
A educação física bem como religiosa, praticada nas escolas
dos hebreus, pode com proveito ser estudada. O valor de tal
educação não é apreciado. Há uma íntima relação entre a
mente e o corpo, e, a fim de atingir-se uma elevada norma de
alcance moral e intelectual, devem ser atendidas as leis que
governam o nosso ser físico. Para se conseguir um caráter
forte e bem equilibrado, tanto as faculdades mentais como as
físicas devem ser exercitadas e desenvolvidas. Que estudo
pode ser mais importante para o jovem do que aquele que
trata deste maravilhoso organismo que Deus nos confiou, e
das leis pelas quais ele pode ser preservado em saúde? Ehoje,
como foi nos dias de Israel, cada jovem deve ser instruído nos
deveres da vida prática. Cada um deve adquirir conhecimento
de algum ramo de trabalho manual, pelo qual, sendo
necessário, possa obter subsistência. Isto é essencial, não
somente como salvaguarda contra as dificuldades da vida,
mas pela relação que tem com o desenvolvimento físico,
mental e moral. Mesmo que fosse certo que alguém jamais
necessitasse recorrer ao trabalho manual para a sua
manutenção, deveria ainda ser ensinado a trabalhar. Sem o
exercício físico, ninguém pode ter uma boa compleição e
vigorosa saúde; e a disciplina do trabalho bem regulado não é
menos essencial para se conseguir uma mente forte e ativa e
um nobre caráter.

P.P. - 556
DANÇA 2 Sm. 6

A dança de Davi em júbilo reverente, perante Deus, tem sido


citada pelos amantes dos prazeres para justificarem as
danças modernas da moda; mas não há base para tal
argumento. Em nosso tempo a dança está associada com a
extravagância e as orgias noturnas. A saúde e a moral são
sacrificadas ao prazer. Para os que frequentam os bailes, Deus
não é objeto de meditação e reverência; sentir-se-ia estarem
a oração e o cântico de louvor deslocados, na assembleia
deles. Esta prova deve ser decisiva. Diversões que tendem a
enfraquecer o amor pelas coisas sagradas e diminuir nossa
alegria no serviço de Deus, não devem ser procuradas por
cristãos. A música e dança, em jubiloso louvor a Deus, por
ocasião da mudança da arca, não tinham a mais pálida
semelhança com a dissipação da dança moderna. A primeira
tendia à lembrança de Deus, e exaltava Seu santo nome. A
última é um ardil de Satanás para fazer os homens se
esquecerem de Deus e O desonrarem.

P.P. - 657
UZÁ 2 Sm. 6

Davi e seu povo tinham-se congregado para efetuar uma obra


sagrada, e à mesma entregaram-se com coração alegre e
disposto; mas o Senhor não podia aceitar o serviço, porque
não era efetuado de acordo com Suas orientações. Os filisteus,
que não tinham conhecimento da lei de Deus, haviam
colocado a arca em um carro quando a devolveram a Israel, e
o Senhor aceitou o esforço que fizeram.
Mas os israelitas tinham em suas mãos uma declaração
compreensível da vontade de Deus em todas estas questões, e
sua negligência a tais instruções desonrava a Deus.
Em Uzá recaía a maior culpa de arrogância. A transgressão à
lei de Deus diminuíra a intuição que ele tinha da santidade da
mesma, e, tendo sobre si pecados não confessados, atrevera-
se em face da proibição divina a tocar no sim bolo da presença
de Deus.
[Link] não pode aceitar uma obediência parcial, uma
maneira frouxa de tratar os Seus mandamentos.
[Link] juízo sobre Uzá, era Seu intuito impressionar todo o
Israel quanto à importância de dar estrita atenção aos
Seus requisitos.
[Link] a morte daquele homem, levando o povo ao
arrependimento, poderia impedir a necessidade de infligir
juízos sobre milhares.
Areprovação divina cumpriu a sua obra em Davi. Foi levado a
compenetrar-se, como nunca dantes, da santidade da lei de
Deus, e da necessidade de obediência estrita. O favor
manifesto à casa de Obede-Edom levou Davi novamente a
esperar que a arca pudesse trazer uma bênção a ele e a seu
povo.
P.P. - 656

Neste capítulo vemos o contraste entre a reverência dos


inimigos de Israel para com a Lei de Deus e a arrogância de
Uzá. Quando alguém não se compromete com a confissão e
obediência se coloca em inimizade contra Deus e Sua Lei.
QUE FAREI? At. 22:10

No livro Como Conhecer a Vontade de Deus, o autor apresenta


oito passos simples e práticos.
São eles:

1) Esteja disposto a abrir mão da sua vontade sobre o assunto.


2) Tenha certeza de não estar sendo levado por meros
sentimentos.
3) Consulte a Palavra de Deus e siga suas ordens.
4) Fique atento às circunstâncias providenciais que surgirem.
5) Ouça conselhos de pessoas piedosas.
6) Peça a Deus que o guie na decisão, ou seja, ore.
7) Tome uma decisão.
8) Seja sensível.

Convide Deus a detê-lo se, por algum motivo, você errar o alvo.
OBSTINADO SAUL I Sm. 28

Saul soubera que Davi e sua força estavam com os filisteus, e


esperava que o filho de Jessé aproveitasse esta oportunidade
para vingar-se dos males que tinha sofrido. O rei estava em
grande an gústia. Fora a sua própria paixão incoerente,
incitando-o a destruir o escolhido de Deus, que envolvera a
nação em tão grande perigo. Ao mesmo tempo em que se
ocupara na perseguição a Davi, ne gligenciara a defesa do seu
reino. Os filisteus, tirando vantagem da condição desprotegida
do reino, penetraram bem no centro do país. Assim, enquanto
Satanás estivera a insistir com Saul para que empregasse
toda a energia na caça a Davi, a fim de que o pudesse destruir,
o mesmo espírito maligno inspirara os filisteus para que
aproveitassem a oportunidade para levarem a efeito a ruína
de Saul, e subverterem o povo de Deus. Quantas vezes é ainda
o mesmo ardil empregado pelo adversário máximo! Ele instiga
algum coração não consagrado para que acenda a inveja e a
contenda na igreja, e então, tirando vantagem da condição
dividida do povo de Deus, incita seus agentes a efetuar a sua
ruína..
P.P. - p. 627

Emtoda a sua conduta de rebelião, Saul fora lisonjeado e


iludido por Satanás. É a obra do tentador fazer do pecado coisa
insignifi cante, tornar o caminho da transgressão fácil e
convidativo, cegar a mente às advertências e ameaças do
Senhor. Satanás, pelo seu poder sedutor, levara Saul a
justificar-se em desafio às reprovações e adver tências de
Samuel. Mas agora, em sua situação extrema, voltou-se a ele,
apresentando a enormidade de seu pecado e a desesperança
de perdão, para que o oprimisse até o ponto de chegar ao
desespero. Nada poderia ter sido melhor escolhido para lhe
destruir o ânimo e confundir o juízo, ou para o impelir ao
desespero e destruição de si mesmo.
P.P. - p. 630
HERMENÊUTICA Ef. 2:15
BÍBLICA
Em todos os seus ensinos sobre o fim do sistema legal judaico,
Paulo enfatizou que a lei moral não foi revogada (ver com. de
Rm 3:31). Falando do fim da circuncisão, Paulo teve o cuidado
de acrescentar, “mas o que vale é guardar as ordenanças de
Deus” (ver com. de I Co 7:19; ver também com. de G1 2:16).

Ordenanças. Do gr. dogmata, "decretos’, “mandamentos",


“decretos-leis". A palavra é usada para o decreto da parte de
César Augusto, “para que todo o mundo se alistasse" (Lc 2:1,
ARC e para os decretos de César em geral (At 17:7). Em Atos
16:4, dogmata descreve os decretos do concílio de Jerusalém.
Aqui, dogmata descreve os decretos da lei judaica.

SDABC - p. 1120
HERMENÊUTICA Lc. 16
BÍBLICA
Três úteis princípios hermenêuticos ou interpretativos nos
ajudarão a compreender passagens difíceis da Bíblia.

1º) É a regra áurea da interpretação, chamada por Orígenes de


"Analogia da Fé". O texto deve ser interpretado através do
conjunto das Escrituras e nunca através de passagens
isoladas. Não podemos basear uma doutrina numa só
passagem.
2º) Para compreender bem uma passagem é precisa
consultar as passagens paralelas. São aquelas que tratam do
mesmo assunto.
3º) Observar bem o contexto. Ver o que vem antes e depois
para saber de que autor está tratando.

1. A Bíblia está repleta de provas de que a lei e os profetas


continuaram depois de João.
Verso 17 - Mateus 19:17 - Jovem Rico - Mateus 5:17

2. 2ª) Os Profetas - A Bíblia fala de muitos profetas nos tempos


apostólicos.
Atos2:17-18 – "... e profetizarão". Atos 19: 6 – ". . . e . . .
profetizavam". Atos 21:7-9 – "Filipe tinha quatro filhas donzelas,
que profetizavam". l Cor. 14:29 – "Tratando-se de profetas,
falem apenas dois ou três, e os outros julguem".

Os antinomistas são incoerentes em suas afirmações, porque


ao declararem que a lei de Deus foi abolida depois de João,
afirmam:
a) A Lei parou com João Batista, o precursor de Cristo.
b) A Lei vigorou até a 1ª vinda de Cristo.
c) A Lei de Deus findou na cruz.
Vemos aqui o ilogismo cronológico de três abolições da Lei.
RITMO SOCIAL Jo. 2

Deus dera a João Batista instruções para habitar no deserto, a


fim de protegê-lo contra a influência dos sacerdotes e rabis, e
prepará-lo para uma missão especial. A austeridade e
isolamento de sua vida, porém, não eram um exemplo para o
povo. O próprio João não ordenara a seus ouvintes que
abandonassem seus anteriores deveres. Pediu-lhes que
dessem demonstração de arrependimento pela fidelidade a
Deus, no lugar em que Ele os chamara. Jesus reprovava a
condescendência própria em todas as suas formas, todavia
era de natureza sociável. Aceitava a hospitalidade de todas as
classes, visitando a casa de ricos e pobres, instruídos e igno
rantes, procurando elevar-lhes os pensamentos das coisas
comuns da vida, para as espirituais e eternas. Não consentia
com o desperdício, e nem umasombra de mundana
leviandade Lhe manchou a conduta; todavia, achava prazer
em cenas de inocente felicidade, e sancionava, com Sua
presença, as reuniões sociais. Um casamento judaico era
ocasião impressionante, e sua alegria não desagradava ao
Filho do homem. Assistindo a essa festa, honrou Jesus o
casamento como instituição divina. - DTN - 116
Jesus via em cada ser humano alguém a quem devia ser feito
o chamado para Seu reino. Aproximava-Se do coração do
povo, misturando-Se com ele como alguém que lhe desejava
o bem-estar. Procurava-o nas ruas públicas, nas casas
particulares, nos barcos, na sinagoga, às margens do lago e
nas festas nupciais. Ia-lhe ao encontro em suas ocupações
diárias, e manifestava interesse em seus negócios seculares.
Levava Suas instruções às famílias, pondo as assim, no próprio
lar, sob a influência de Sua divina presença. A poderosa
simpatia pessoal que dEle emanava, conquistava os corações.
Retirava-Se muitas vezes para as montanhas, a fim de orar a
sós, mas isso era um preparo para Seu labor entre os homens,
na vida ativa. Desses períodos volvia para aliviar o enfermo,
instruir o ignorante, e quebrar as cadeias aos cativos de
Satanás. - DTN, 117
RITMO SOCIAL Jo. 2

O exemplo de Cristo de ligar-Se aos interesses da


humanidade deve ser seguido por todos quantos pregam
Sua palavra, e todos quantos receberam o evangelho de Sua
graça. Não devemos renunciar à comunhão social. Não nos
devemos retirar dos outros. A fim de atingir todas as classes,
precisamos ir ter com elas. Raramente nos virão procurar de
moto próprio. Não somente do púlpito é tocado o coração
dos homens pela verdade divina. Outro campo de labor
existe, mais humilde, talvez, mas igualmente prometedor.
Encontra se no lar do humilde, e na mansão do grande; na
mesa hospitaleira, e em reuniões de inocente
entretenimento. Como discípulos de Cristo, não nos
misturemos com o mundo por mero gosto do prazer, para
unir-nos a eles na tolice. Tais associações só podem trazer
prejuízo. Nunca devemos sancionar o pecado por nossas
palavras, ou ações, nosso silêncio ou nossa presença. Aonde
quer que formos, devemos levar conosco Jesus, e revelar a
outros que precioso é nosso Salvador. Os que buscam
esconder sua religião, porém, ocultando-a dentro de muros
de pedra, perdem valiosas oportunidades de fazer bem. Por
meio das relações sociais, o cristianismo se põe em contato
com o mundo. Todo o que recebeu divina iluminação, deve
lançar luz sobre o caminho dos que não conhecem a Luz da
vida. Todos nos devemos tornar testemunhas de Jesus. O
poder social, santificado pela graça de Cristo, deve ser
aperfeiçoado em atrair pessoas para o Salvador. Demos a
conhecer ao mundo que não nos achamos absorvidos
egoistamente em nossos próprios interesses, mas
desejamos que os outros participem das bênçãos e
privilégios que gozamos. Mostremos-lhes que nossa religião
não nos torna faltos de simpatia nem exigentes. Que todos
quantos professam haver encontrado a Cristo, sirvam, como
Ele fez,ao bem dos homens. - DTN, 118
Gn. 1e2

RITMO DE SETE
O sétimo dia se refere explicitamente à criação, pois usa os
mesmos verbos técnicos hebraicos que descrevem o ato
divino de criar (bará’, “criar”; ‘asá, “fazer”); o mesmo
objeto da criação (shamáim va’árets, “céus e terra”); e o
mesmo sujeito da criação (’Elohim, “Deus”).
O número também aponta para a criação divina em sete
dias. De fato, o sétimo dia não se refere apenas aos sete
dias da criação, mas também ao ritmo de sete que
constitui a própria textura do evento da criação em si,
como pode ser exemplificado nos seguintes casos:

a) Sete dias: A semana da criação tem sete dias.


b) Sete palavras: Gênesis 1:1 tem sete palavras em
hebraico: (bere’shit bará’ ’Elohim et hashamáim ve’et
ha’árets). Além disso, o segundo versículo é composto por
14 palavras (sete vezes dois).
c) A palavra-chave “criar” (bará’) aparece sete vezes no
relato da criação de Gênesis. 1:1; 21; 27 (3x); 2:4 (2x).
d) Há sete refrães: A expressão-chave “Deus viu que […]
era bom” (vaiar’ ’Elohim […] ki tov) aparece sete vezes.
e) A expressão-chave “e assim aconteceu” (vaihí jen)
aparece sete vezes.

Esse eco, cuja ênfase recai no número “sete”, sugere uma


importante ligação histórica entre os dois tempos da
criação: o sétimo dia e os seis dias, que compartilham a
mesma qualidade histórica e a mesma quantidade de
tempo por dia. Tanto o sétimo dia quanto os seis dias são
tempos históricos, e todos eles são dias que vão de pôr do
sol a pôr do sol.
Jacques Doukhan RA 06/10/23
Gn. 1e2

DIA DIFERENTE
O sétimo dia é fundamentalmente diferente dos outros
dias. Isso fez com que os estudiosos medievais
colocassem justo nesse versículo o ponto de divisão
entre os capítulos 1 e 2. Nele estão ausentes as frases
feitas que se repetem nos outros dias:
(“Deus disse”, “E houve tarde e manhã” e “era bom”).
Até a criação é diferente. O sétimo dia não tem um dia
correspondente nas seções anteriores da criação, como
ocorre com os demais.
Por exemplo, os dias 1, 2 e 3 correspondem aos dias 4, 5 e
6. Então, o sétimo dia não segue o padrão de 3 para 3 da
semana da criação (no qual o dia 1 é paralelo ao 4, o 2 é
paralelo ao 5 e o 3 é paralelo ao 6).
Isso não significa que o sétimo dia pertença a outro
contexto literário, que esteja fora da criação, insinuando
a existência de um tempo e um espaço de outra ordem.
Como dia de descanso, o sábado também faz parte da
criação de Deus. Contudo, a origem do sábado não é
humana nem é produto da cultura hebraica/judaica.
Vale destacar que a referência a “acabar” (por
exemplo, em Gn 2:1), que conclui a criação e dá início ao
sábado, aparece outra vez no fim das sete etapas de
construção do santuário no deserto (Êx 40:33) e no fim
dos sete anos de construção do templo de Salomão (1Rs
6:38; 7:51). Assim, o santuário/templo se identifica com a
criação divina do mundo (Sl 78:69). A construção do
templo é apresentada como um paralelo à construção
do mundo; uma pista importante para o processo
cósmico de salvação.
Jacques Doukhan RA 06/10/23
Jacques Doukhan
RA 06/10/23 Gn. 2 SETE
A ênfase no “sétimo” não deve ser passada por alto nem
subestimada. Há um alerta intencional para importantes
lições teológicas:
Primeiro, esse é um recurso literário usado para enfatizar a
conexão do sábado com a história. O sábado não é uma
verdade espiritual abstrata que possa ser aplicada a
qualquer dia: trata-se essencialmente do “sétimo dia” (Êx
20:10). Ele está situado com exatidão no fluxo cronológico
do tempo. O qualificativo “sétimo dia” coloca a religião no
corpo da história.
Segundo, o uso do número ordinal “sétimo” após os
números ordinais anteriores (primeiro ao sexto) reforça o
entendimento de que os seis dias do relato da criação têm
a mesma temporalidade histórica do sábado. Todos esses
dias são dias solares (de um pôr do sol a outro pôr do sol).
Terceiro, a expressão “dia sétimo” destaca que algo não
acidental está acontecendo. O tempo especificado como o
sétimo dia da criação não está sujeito aos caprichos do
acaso que fazem parte do paradigma evolucionista.
Quarto, a especificação “sétimo dia” se refere à dimensão
existencial da fé na realidade humana, no tempo. Se refere
a uma verdade que não é apenas um dogma no qual
pensar ou no qual crer com a mente e o coração: é uma
parte real e concreta do ritmo da vida, marcada
precisamente no “sétimo” dia com um ponto exato de
início e fim.
Além disso, a ênfase posta nesse dia em especial, e não em
outro dia qualquer (um dia diferente ou em todos os dias),
aponta fortemente para o caráter monoteísta da religião
bíblica. O fato de Deus ter descansado no sétimo dia
expressa a realidade desse Deus em particular, o Deus
excepcional com quem se espera que estabeleçamos um
relacionamento pessoal e único.
Lv. 23

SÁBADO E SÁBADOS

As celebrações judaicas ou “santas


convocações” (miqrá’) são proclamadas
pelo próprio povo (Lv 23:2), e sua
santificação depende da comunidade
nacional judaica, enquanto o sábado do
sétimo dia é proclamado apenas pelo
próprio Deus (Lv 23:3; Gn 2:3). Os dias de
festa (os outros “sábados” solenes) estão
relacionados à vida na natureza e
dependem da astronomia, enquanto o
repouso sabático do sétimo dia depende
exclusivamente de Deus. A partir dessa
distinção, Sansão Raphael Hirsch, o grande
filósofo judeu do século 19, concluiu que o
sábado “é dado como o ponto de partida e o
clímax de todos os dias santos” (Shabbos
Perspectives [Feldheim, 2020], p. 64).

Jacques Doukhan - RA 06/10/23


Marcos

NÃO EXISTE CHAMADO SEM RENÚNCIA

O princípio é sempre de caráter exigente.


Homem algum pode ser bem-sucedido no
serviço de Deus, a menos que nele ponha in
teiro o coração, e considere todas as coisas
por perda pela excelência do conhecimento
de Cristo. Ninguém que faça qualquer
reserva pode ser discípulo de Cristo, e muito
menos Seu colaborador. Quando os
homens apreciam a grande salvação, o
espírito de sacrifício observado na vida de
Cristo ver-se-á na sua. Por onde quer que
Ele os guie, acompanhá-Lo-ão contentes.
DTN - 224
Marcos

TODO O COMPROMISSO É
RECOMPENSADO EM CRISTO
O Príncipe do Céu estava entre Seu povo. O
maior dom de Deus fora concedido ao
mundo. Regozijo para os pobres; pois Cristo
viera torná-los herdeiros de Seu reino.
Regozijo para os ricos; pois lhes ensinaria a
obter as riquezas eternas. Regozijo aos
ignorantes; torná-los-ia sábios para a
salvação. Regozijo aos instruídos;
desvendar-lhes-ia mistérios mais
profundos do que os que já haviam
penetrado; verdades ocultas desde a
fundação do mundo seriam reveladas aos
homens, mediante a missão do Salvador.
DTN - 227
Marcos

NÃO ESTAMOS NO CONTROLE, NOSSA


VIDA ESTÁ SOB NOVA DIREÇÃO!
Foi isso que se demonstrou a ruína dos
judeus, e será a de muitas pessoas em
nossos próprios dias. Há milhares a
cometer o mesmo erro dos fariseus a quem
Cristo reprovou no banquete de Mateus. Em
lugar de abandonar certa ideia nutrida, ou
rejeitar algum ídolo de opinião, muitos
recusam a verdade descida do Pai da luz.
Confiam em si mesmos, e dependem da
própria sabedoria, e não compre endem
sua pobreza espiritual. Insistem em ser
salvos por alguma maneira em que
realizem alguma obra importante. Quando
vêem que não há nenhum modo de
introduzirem o eu na obra, rejeitam a
salvação provida.
Jejuar ou orar quando imbuídos de um
espírito de justificação própria, é uma
abominação aos olhos de Deus.
Nossas próprias obras jamais poderão
comprar a salvação.
DTN - 230 e 231
Marcos

NÃO MAIS EU!

O homem se deve esvaziar do próprio eu,


antes de ser, no mais amplo sentido, um
crente em Jesus. Quando se renuncia ao eu,
então o Senhor pode tornar o homem uma
nova criatura. Novos odres podem conter o
vinho novo. O amor de Cristo há de animar o
crente de uma vida nova. Naquele que
contempla o autor e consumador de nossa
fé, o caráter de Cristo se há de manifestar.
DTN - 231
CONSTANTE COMPANHIA
Cristo tem sido companheiro diário, amigo
familiar de Seus fiéis seguidores. Eles
viveram em contato íntimo,em comunhão
constante com Deus. A glória de Deus
resplandeceu sobre eles. Refletiu-se neles a
luz do conhecimento da glória de Deus na
face de Jesus Cristo. Agora se regozijam nos
raios não ofuscados do resplendor e glória
do Rei em Sua majestade. Estão preparados
para a comunhão do Céu; pois têm o Céu no
coração.
VC - 31
CRIANCINHAS COROADAS
Ao surgirem os pequenos, imortais, de seu
empoeirado leito, imediatamente seguirão
caminho, voando, para os braços
maternos. Reencontrar-se-ão, para nunca
mais se separarem. Muitos dos pe
queninos, porém, não terão mãe ali. Em vão
nos pomos à escuta do arrebatador cântico
de triunfo por parte da mãe. Os anjos
acolherão os pequeninos sem mãe e os
conduzirão para junto da árvore da vida.
Jesus lhes coloca o áureo círculo de luz, a
coroa, sobre as cabecinhas.
—Mensagens Escolhidas 2:259, 260.
VC - 40

I Cor. 15:41-44
Jeremias 31:15-17 // Mt. 2:16-18

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