0% acharam este documento útil (0 voto)
5 visualizações13 páginas

HIV/SIDA em Moçambique: Análise e Prevenção

O trabalho de pesquisa aborda o HIV/SIDA em Moçambique, destacando suas vias de transmissão, sintomas, fatores de risco e métodos de prevenção. O objetivo geral é analisar a situação do HIV/SIDA no país, enquanto os objetivos específicos incluem a apresentação de conceitos fundamentais e a discussão sobre tratamento e prevenção. A pesquisa é de caráter exploratório e qualitativo, visando contribuir para a compreensão e combate à epidemia do HIV em Moçambique.
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
5 visualizações13 páginas

HIV/SIDA em Moçambique: Análise e Prevenção

O trabalho de pesquisa aborda o HIV/SIDA em Moçambique, destacando suas vias de transmissão, sintomas, fatores de risco e métodos de prevenção. O objetivo geral é analisar a situação do HIV/SIDA no país, enquanto os objetivos específicos incluem a apresentação de conceitos fundamentais e a discussão sobre tratamento e prevenção. A pesquisa é de caráter exploratório e qualitativo, visando contribuir para a compreensão e combate à epidemia do HIV em Moçambique.
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

ESCOLA DE SARGENTOS DA POLÍCIA ‘’TENENTE GENERAL OSVALDO

ASSAHEL TAZAMA’’

TÉCNICO MEDIO PROFISSIONAL EM CIÊNCIAS POLICIAIS

SEGURANÇA RODOVIÁRIA

SOCORRISMO E SAÚDE PÚBLICA

TRABALHO EM GRUPO

HIV/SIDA

TURMA K TRABALHO DE PESQUISA DE HIV/SIDA A


I° ANO SER APRESENTADO NA ESAPOL NA
CADEIRA DE SOCORRISMO E SAÚDE
PÚBLICA PARA EFEITOS DE AVALIAÇÃO.

FORMADOR
MARQUES FRANCISCO
INSPETOR DA POLÍCIA
&
WOLSOM BENJAMIM
SUBINSPETOR DA POLÍCIA

METUCHIRA, MAIO DE 2025


ESCOLA DE SARGENTOS DA POLÍCIA ‘’TENENTE GENERAL OSVALDO
ASSAHEL TAZAMA’’

TÉCNICO MEDIO PROFISSIONAL EM CIÊNCIAS POLICIAIS

SEGURANÇA RODOVIÁRIA I° ANO

TURMA K

SOCORRISMO E SAÚDE PÚBLICA

TRABALHO EM GRUPO

HIV/SIDA

FORMANDOS E NÚMEROS

FLORÊNCIO AFONSO NHANTUMBO Nº 19

FRANCISCO JOSE FRANCISCO Nº 20

GERVASIO ZACARIAS MAHESSA Nº 21

GILDO ARMANDO DUCE Nº 22

HÉLIO CASSIANO CHIFUCO Nº 23

HÉLIO GABRIEL ZUNGANE Nº 24

METUCHIRA, MAIO DE 2025


ÍNDICE

1. Introdução............................................................................................................................1

2.1 O HIV/SIDA em Moçambique.........................................................................................2

2.2. Vias de transmissão do HIV.............................................................................................2

2.3. Aparecimento de sintomas do HIV..................................................................................3

2.4. Factores de risco do HIV..................................................................................................3

2.5. Tratamento do HIV..........................................................................................................4

2.6. Métodos de prevenção do HIV.........................................................................................4

2.6.1. Via sexual......................................................................................................................4

2.6.2. Via vertical....................................................................................................................5

2.6.3. Via sanguínea................................................................................................................5

2.7. HIV/SIDA........................................................................................................................6

2.8. A epidemia do HIV em Moçambique..............................................................................6

4. Referências bibliográficas...................................................................................................9
1. Introdução

O presente trabalho de pesquisa e de carácter avaliativo tem como tema “O HIV/SIDA em


Moçambique”, o mesmo enquadra-se na cadeira de Habilidades de vida, saúde sexual,
reprodutiva, género e HIV/SIDA. Trata-se de um tema de extrema relevância, pois, é uma
doença que aflige não só Moçambique como também o mundo, principalmente tendo em
conta que a doença até então não dispõe de cura.

2.1. Objectivos

Segundo De Sousa (2013, p.26), “a definição dos objectivos determina o que o pesquisador
quer atingir com a realização do trabalho e devem corresponder às questões propostas. E estes
subdividem-se em gerais e específicos.”

2.2. Objectivo geral

Para Marconi & Lakatos (2015, p.106), “o objectivo geral está ligado a uma visão global e
abrangente do tema. Relaciona-se com o conteúdo intrínseco, quer dos fenómenos e eventos,
quer das ideias estudadas. Vincula-se directamente e é própria significação da tese proposta
pelo projecto.”

Portanto, o objectivo geral da presente pesquisa é:


 Analisar o HIV/SIDA em Moçambique.

2.3. Objectivos específicos

De modo a concretizar o objectivo geral previamente definido pelo pesquisador, estabeleceu-


se os seguintes objectivos específicos, os quais considera alcançados:
 Apresentar os conceitos fundamentais;
 Explicar a origem do HIV;
 Discutir as vias de transmissão do HIV; e, explicar os métodos de prevenção.

2.4. Metodologia

Em termos metodológicos, quanto aos objectivos é uma pesquisa exploratória, quanto aos
procedimentos técnicos é uma pesquisa bibliográfica e quanto abordagem é uma pesquisa
qualitativa. No que concerne a estrutura, o presente trabalho de pesquisa apresenta os
seguintes elementos: pré-textuais, textuais e os elementos pós-textuais.
2. Desenvolvimento

2.1 O HIV/SIDA em Moçambique

Origem do HIV

A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (SIDA) foi reconhecida em meados de 1981, nos


EUA, a partir da identificação de um número elevado de pacientes adultos do sexo masculino,
homossexuais e moradores de São Francisco ou Nova York, que apresentavam sarcoma de
Kaposi, pneumonia por Pneumocystis carinii e comprometimento do sistema imune. Todos
estes factos convergiram para a inferência de que se tratava de uma nova doença, ainda não
classificada, de etiologia provavelmente infecciosa e transmissível. Em 1983 o agente
etiológico foi identificado, tratava-se de um retrovírus humano, actualmente denominado
vírus da imunodeficiência humana, HIV-1, que anteriormente foi denominado LAV e HTLV-
III. Em 1986 foi identificado um segundo agente etiológico, também retrovírus, que estava
estreitamente relacionado ao HIV-1, denominado HIV-2 (Dos Santos, 2022).

O autor acima citado, refere ainda que embora não se saiba ao certo qual a origem dos HIV-1
e 2 sabe-se que uma grande família de retrovírus relacionados a eles está presente em primatas
não humanos na África Subsaariana. Todos os membros desta família de retrovírus possuem
estrutura genómica semelhante, apresentando homologia em torno de 50%. Além disso todos
têm a capacidade de infectar linfócitos através do receptor CD4. Aparentemente o HIV-1 e o
HIV-2 passaram a infectar o homem há várias décadas. O HIV-1 tem se mostrado mais
virulento do que o HIV-2. Numerosos retrovírus de primatas não-humanos encontrados na
África têm mostrado grande similaridade com o HIV-1 e com o HIV-2. O vírus da
imunodeficiência símia (SIV) presente com muita frequência nos macacos verdes africanos é
muito próximo ao HIV-2, sugerindo que ambos evoluíram de uma origem comum.

Por estes factos supõe-se que o HIV tenha origem geográfica africana e que sua disseminação
se deve às características da sociedade contemporânea, que posteriormente alastrou-se pelo
Mundo.

2.2. Vias de transmissão do HIV

O HIV é transmitido principalmente por relações sexuais, que podem ser vaginais, anais ou
orais, desprotegidas, isto é, sem o uso do preservativo; e o compartilhamento de seringas e

Página 2 de 13
agulhas contaminadas com sangue, o que é frequente entre usuários de drogas ilícitas, que
também podem contrair mais doenças, como hepatites (Berg, 2020).

Outras vias de transmissão são por transfusão de sangue, porém é muito raro, uma vez que a
testagem do banco de sangue é eficiente. E, a vertical, que é a transmissão do vírus da mãe
para o filho na gestação, amamentação e principalmente no momento do parto, o que pode ser
prevenido com o tratamento adequado da gestante e do recém-nascido. A infecção pelo HIV
evolui para SIDA quando a pessoa não é tratada e sua imunidade vai diminuindo ao longo do
tempo, pois, mesmo sem sintomas, o HIV contínua se multiplicando e atacando as células de
defesa, principalmente os linfócitos TCD4+.

2.3. Aparecimento de sintomas do HIV

Uma pessoa pode estar infectada pelo HIV, sendo soropositiva, e não necessariamente
apresentar comprometimento do sistema imune com depleção dos linfócitos T, podendo viver
por anos sem manifestar sintomas ou desenvolver o SIDA. Existe também o período chamado
de janela imunológica, que é o período entre o contágio e o início de produção dos anticorpos
pelo organismo. Nesse período, não há detecção de positividade nos testes, pois ainda não há
anticorpos, e pode variar de 30-60 dias. Embora nesse período a pessoa não seja identificada
como portadora do HIV, ela já é transmissora (Dos Santos, 2022).

2.4. Factores de risco do HIV

Para se contrair o SIDA é necessário que a pessoa seja infectada pelo vírus HIV. Todos estão

sujeitos a contrair o vírus HIV, uma vez que, a doença não escolhe cor de pele, idade, género

ou preferências sexuais, contudo, há alguns comportamentos de risco para a infecção por


HIV,

nomeadamente:

 Relação sexual com pessoa infectada sem o uso de preservativos;


 Compartilhamento de seringas e agulhas, principalmente, no uso de drogas injectáveis;
 Reutilização de objectos perfuro cortantes com presença de sangue ou fluidos.

Mulheres HIV-positivas que queiram engravidar também precisam tomar as providências, sob
orientação médica, para não transmitir o vírus para os seus filhos durante a gestação ou parto.
Mulheres infectadas pelo HIV não devem amamentar, pois o vírus pode ser transmitido pelo
leite materno.

2.5. Tratamento do HIV

A recomendação actual é que todas as pessoas infectadas, independente do CD4, devam ser
tratadas o mais brevemente possível. O objectivo é minimizar os danos que o HIV causa no
corpo e reduzir a transmissão, pessoas em tratamento e com carga viral indetectável é
intransmissível. A escolha do esquema de tratamento deve ser discutida entre o médico e o
paciente. O importante é que uma vez iniciado o tratamento, o paciente deve estar ciente de
que ele não deve ser interrompido sem motivo e que as medicações devem ser tomadas todos
os dias e nos intervalos prescritos. Quando utilizado de maneira irregular, o tratamento pode
falhar por surgimento de vírus resistentes.

Outras medicações utilizadas nesse processo de tratamento são aquelas que servem para
prevenção de algumas doenças oportunistas, que em geral são suspensas com a melhora da
imunidade do paciente

2.6. Métodos de prevenção do HIV

No copto geral, segundo Dos Santos (2022), o HIV pode ser prevenido segundo as vias de
transmissão, nomeadamente:

2.6.1. Via sexual

Para prevenir a transmissão do HIV durante as relações sexuais é necessário utilizar


preservativo, em particular durante a penetração, desde o início até ao final da mesma.
Existem preservativos masculinos, femininos e barreiras de látex para o sexo oral. Além
disso, recomenda-se a utilização de lubrificantes de base aquosa para evitar danos no
preservativo. Esses lubrificantes, no caso de não utilização de preservativos, impedem a
ocorrência de traumatismos nos tecidos dessas zonas do corpo devido à fricção.

Para complementar a utilização de preservativo surgiu a profilaxia pré-exposição (PrEP), que


consiste na utilização de medicamentos antirretrovirais em pessoas sem infecção por HIV, de
modo a impedir a introdução da infecção por HIV nas células, após contacto que
potencialmente pode-se considerar de risco, como por exemplo picagem de agulho por erro
dos médicos no tratamento de pacientes infectados.
2.6.2. Via vertical

Se estiver grávida (ou estiver a pensar em engravidar) e for HIV positiva, é importante saber
que os tratamentos para o HIV permitem melhorar a saúde materna e, em simultâneo, reduzir
eficazmente o risco de transmissão do vírus ao seu futuro filho ou filha durante a gravidez e o
parto. No caso do leite materno, a amamentação não é recomendada

2.6.3. Via sanguínea

Evitar a partilha de objectos pessoais que possam ter estado em contacto com sangue com o
HIV, tais como escovas de dentes, objectos perfurantes, seringas, agulhas, entre outros. É
importante esterilizar o material utilizado para piercings e tatuagens.

Em suma, a forma mais efectiva de se prevenir o SIDA é prevenindo a infecção pelo vírus
HIV. Para se prevenir contra o HIV, o mais importante é não se colocar em situação de risco
para a infecção pelo vírus, ou seja: faça sexo (vaginal, anal ou oral) sempre com protecção;
não compartilhe agulhas e seringas; não reutilize objectos perfuro cortantes no geral; e no
caso de violência sexual, comunique as autoridades o quanto antes e vá a um hospital, de
preferência especializado, para que eles possam ministrar os remédios de profilaxia de
infecção pelo HIV ou outras doenças sexualmente transmissíveis (DST). As chances de não se
desenvolver essas doenças quando a profilaxia é feita poucas horas após o acto é muito maior;
se você descobriu que tem o vírus, comunique o seu parceiro ou pessoas com as quais teve
relações sexuais. Ele precisará fazer os testes, pois um diagnóstico precoce faz com que o
tratamento seja muito mais efectivo. Além disso, eles precisam saber se estão com o vírus
para que não acabem por infectar outras pessoas.

Contudo, se você já foi diagnosticado com HIV, para se prevenir do SIDA o mais importante
é que você tome todos os seus medicamentos conforme prescrição e siga todas as demais
orientações médicas, além de procurar ter uma vida mais saudável, se alimentando bem,
mantendo o peso compatível com a sua idade, sexo e altura e, se ainda fuma, deixar de fumar.
No caso de infecções oportunistas ou outros sintomas enquanto está se tratando do HIV, é
importante procurar assistência médica para tomar as providências correctas contra a doença o
quanto antes, que incluem medicações que não interfiram com os seus antirretrovirais.
2.7. HIV/SIDA

A síndrome da imunodeficiência adquirida (SIDA ou AIDS da sigla Inglesa) é definida


quando a contagem de células T CD4+ está abaixo de 200 células por μL de sangue ou pela
ocorrência de doenças específicas, em associação com uma infecção por HIV. Na ausência de
tratamento específico, cerca de metade das pessoas infectadas com HIV desenvolvem SIDA,
cerca de dez anos após a contaminação. As condições iniciais mais comuns que alertam sobre
a presença de SIDA são a pneumocistose, caquexia e candidíase esofágica. Outros sinais
comuns incluem infecções respiratórias recorrentes. As infecções oportunistas podem ser
causadas por diversos tipos de bactérias, vírus, fungos e parasitas que normalmente seriam
controlados pelo sistema imunológico. Cada infecção ocorre, em parte, em relação aos
organismos que são comuns no ambiente que a pessoa vive. Estas doenças podem afectar
quase todos os órgãos do organismo Humano (Dos Santos, 2022).

Nesta senda, o autor acima citado, refere ainda que as pessoas com o SIDA têm um risco
maior de desenvolver vários tipos de câncer, como sarcoma de Kaposi, linfoma de Burkitt,
linfoma do sistema nervoso central primário e câncer cervical. O sarcoma de Kaposi é o tipo
de câncer mais comum e ocorre entre 10% a 20% das pessoas com HIV. Além disso, as
pessoas com SIDA frequentemente têm sintomas sistémicos, como febre prolongada, suores
(especialmente à noite), inchaço dos gânglios linfáticos, calafrios, fraqueza e perda de peso. A
diarreia é um sintoma comum presente em cerca de 90% das pessoas com SIDA. Pacientes
com SIDA também podem ser afectados por diversos sintomas psiquiátricos e neurológicos
independentes de infecções oportunistas e cânceres.

2.8. A epidemia do HIV em Moçambique

O primeiro caso de HIV em Moçambique foi diagnosticado em 1986, na província de


CaboDelgado, na Cidade de Pemba. Ainda nesse ano, nasceu uma forma de controlo
epidemiológico e recolha das taxas epidemiológicas do HIV, com base nas consultas pré-
natais (Berg, 2020).

Ainda segundo o autor, desde 1986, o número de casos tem vindo a crescer rapidamente. Até
finais de 1992, tinha sido registado um total cumulativo de 662 casos de SIDA, para cerca de
1.35 milhões em 2002. Em 2018, aproximadamente 2.2 milhões de pessoas viviam com HIV;
dos quais 140.000 eram crianças entre 0 e 14 anos. Em 2013 estimava-se que 40% das
infecções 11 ocorriam na zona sul do país e segundo o IMASIDA (2015), a Província de Gaza
tem a prevalência mais alta, com 24 % de pessoas infectadas, de uma prevalência nacional de
13.2%. As estimativas de prevalência do HIV mostram que a epidemia está estável, mas ainda
assim, Moçambique pertence aos dez países com a prevalência de HIV mais alta do mundo.

A prevalência é mais alta nas mulheres, principalmente nas mulheres jovens, nas pessoas com
melhor educação e melhor rendimento, embora a dinâmica da doença possa variar de um
lugar para outro. Moçambique acompanha a iniciativa 90-90-90, a qual preconiza que até
2020, 90% da população infectada seja diagnosticada e destes, 90% sejam tratadas, para, por
sua vez, destes, 90% tenham supressão da carga viral. Isto implica a massificação da
testagem, a disponibilização, o acesso e a retenção no tratamento.

Hoje, um dos grandes desafios é a retenção das pessoas no tratamento, pois com o tratamento
a longo prazo, redução da carga viral e dos sintomas, muitas pessoas abandonam o tratamento.

De acordo com o CNCS (2016), em Moçambique são consideradas populações-chave:

 Mulheres trabalhadoras de sexo;


 Homens que fazem sexo com homens; e
 Pessoas que injectam drogas e recluso

Segundo o mesmo Órgão, são consideradas populações vulneráveis:


 Mulheres jovens dos 15-24 anos, trabalhadores móveis e migrantes, casais
serodiscordantes. Estes, são assim considerados pela sua elevada taxa de incidência do
HIV;
 Outro grupo é constituído por pessoas vivendo com o HIV, raparigas com idades entre
os
 10 e os 14 anos, crianças órfãs e de rua, pessoas com deficiência; pelo seu limitado
 acesso aos serviços de mitigação disponíveis.

De acordo com a mesma fonte, constituem compromissos nacionais: a protecção da pessoa


vivendo com o HIV; envolvimento da sociedade civil na resposta ao HIV; a consideração
pelos Direitos Humanos e a resposta no local de trabalho.
3. Considerações finais

Depois de toda abordagem em torno do tema em apenso, o pesquisador aferiu que o


HIV/SIDA é uma epidemia que não tem cura e extremamente contagiosa, a pois a
contaminação, quando não tratada elimina o sistema imunológico do organismo e facilita, por
conseguinte, o aparecimento de diversas doenças oportunistas, desde a tuberculose, a diarreia,
o diabete entre outras doenças. Aferiu ainda que, o incumprimento no tratamento pode gerar
resistência dos vírus e gerar muitas complicações no tratamento que podem causar até a
morte. Contudo, uma vez que, pode ser perfeitamente prevenida, o pesquisador entende que
todo cidadão deve sentir-se parte do processo para travar a propagação da epidemia, seguindo
as advertências dos ministérios que superintendem a área de saúde e a Organização Mundial
da Saúde (OMS).
4. Referências bibliográficas

Berg, Y. V. D. at al. (2020). Habilidades de Vida. Manual de Estudante. CED-Centro de


Educação a Distância, Universidade Católica de Moçambique. Beira, Moçambique.

Dos Santos, H. S. (2022). O HIV/SIDA: Origem, Causa e Tratamento. Hospital Santa Cruz.
São Paulo, Brasil.

República de Moçambique, CNCS. (2016). GARPR Global AIDS Response Progress


Reporting 2014 Mozambique. Maputo, Moçambique.

Você também pode gostar