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Eryndor Varn: O Chef Selvagem Elfo

Eryndor Varn, um elfo patrulheiro excêntrico e caótico neutro, é obcecado por culinária selvagem e busca provar carnes exóticas de criaturas raras e monstruosas. Exilado de seu clã por suas práticas culinárias bizarras, ele anota suas experiências em um caderno de receitas e utiliza venenos como tempero. Seu objetivo é escrever um livro de receitas intitulado 'Cozinha da Selva: Uma Jornada Gastronômica Entre Garras e Presas'.

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Eryndor Varn: O Chef Selvagem Elfo

Eryndor Varn, um elfo patrulheiro excêntrico e caótico neutro, é obcecado por culinária selvagem e busca provar carnes exóticas de criaturas raras e monstruosas. Exilado de seu clã por suas práticas culinárias bizarras, ele anota suas experiências em um caderno de receitas e utiliza venenos como tempero. Seu objetivo é escrever um livro de receitas intitulado 'Cozinha da Selva: Uma Jornada Gastronômica Entre Garras e Presas'.

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Nome: Eryndor Varn, o "Chef" da Selva

Raça: Elfo

Classe: Patrulheiro (Arqueiro com Venenos e Magia Natural)

Alinhamento: Caótico Neutro

História:

Nascido em meio às raízes retorcidas das selvas profundas de Yath'Aruun, Eryndor Varn
sempre foi um elfo... diferente. Enquanto outros de seu clã praticavam o arco como arte de
guerra, Eryndor via nele um espeto à distância. Desde pequeno, adorava caçar — não por
sobrevivência, honra ou instinto — mas porque adorava comer coisas estranhas.

"Se algo grita, sangra ou solta gás tóxico quando morre, provavelmente vai ficar
delicioso na brasa", ele dizia.

Ainda jovem, descobriu o poder dos venenos: não para matar, mas para temperar. Coletava
secreções de rãs fluorescentes, folhas que ardiam ao toque e fungos que faziam sonhar
acordado. Logo suas flechas viraram verdadeiros espetos venenosos, perfurando e já
“marinando” a carne antes mesmo do abate.

Seus colegas de tribo o evitavam, especialmente depois do infame "ensopado de minhoca


fedorenta com tentáculos de doninha-de-pedra". Ele gargalhava: “Vocês não entendem o
sabor da experiência!”. Eventualmente, deixou o clã após ser exilado por tentar transformar
o lobo espiritual da tribo em feijoada.

Desde então, Eryndor vaga pelas selvas, montanhas e cavernas mais perigosas do
mundo — em busca de carne exótica. Quanto mais grotesca, melhor. Já comeu um
elemental de musgo (“um pouco seco”), uma harpia (“gosto de frango com cigarro”) e certa
vez tentou cozinhar um cubo gelatinoso, com consequências trágicas para sua panela
favorita.

Traços de Personalidade:

●​ Excêntrico e alegre: Vive fazendo piadas estranhas enquanto caça monstros


mortais.​

●​ Obsessivo por culinária selvagem: Anota o gosto, textura e “sabor emocional” de


cada criatura abatida.​
●​ Acha veneno uma especiaria: Seu kit de venenos é também seu tempero de
cozinha.​

●​ Fascinado por rivais bizarros: Se alguém quer comer a mesma criatura que ele,
vira automaticamente um "chef rival".​

Ideais:

●​ "O mundo é um banquete selvagem, e eu sou o garçom!"​

●​ Cada criatura é uma receita esperando nascer.​

●​ A morte é inevitável, então que ao menos tenha sabor.​

Vínculos:

●​ Tem um caderno de receitas monstruosas onde anota suas “degustações


lendárias”.​

●​ Guarda uma faca cerimonial feita com presas de três bestas diferentes, usada
só para cortes "gourmet".​

Fraquezas:

●​ Curiosidade letal: Vai querer comer qualquer criatura nova — mesmo que seja um
deus menor, ou uma gosma radioativa.​

●​ Fala demais na caça: Muitas vezes é pego falando alto sobre sabores enquanto
espreita um monstro.​

●​ Não entende bem limites sociais: Já ofereceu "almôndegas de quimera" a um


nobre — foi preso.​

Objetivo:
Provar a carne de todas as criaturas raras, mágicas e monstruosas do mundo, e
escrever o primeiro livro de receitas do mundo selvagem:​
“Cozinha da Selva: Uma Jornada Gastronômica Entre Garras e Presas”.

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