plano de aula é o guia detalhado de um professor que descreve o que os alunos precisam
aprender, a forma como o assunto seria apresentado.
Ter um plano de aula guia o processo de aprendizado, fornecendo um esboço claro a seguir
durante o ensino.
Ter as aulas planejadas garante todo o tempo gasto na aula se torna significativo. O professor
e os alunos definitivamente saberiam o que fazer na sala de aula.
Metodologia de ensino tradicional. …
Metodologia de ensino construtivista. …
Metodologia tradicional de ensino sociointeracionista. …
Metodologia de ensino freiriana. …
Metodologia de ensino Montessori.
Para elaborar um plano de aula, pode seguir os seguintes passos:
Refletir sobre o público-alvo
Escolher o tema
Definir os objetivos
Definir a habilidade a ser desenvolvida
Definir o conteúdo a ser abordado
Decidir a duração da aula
Selecionar os recursos didáticos
Descrever as atividades detalhadamente
Pensar na forma de avaliação
Revisar e ajustar o plano
O que está incluso num Plano de Aula?
Enquanto os planos de aula podem variar ligeiramente entre si, existem componentes comuns que
constroem cada um. Os componentes trabalham em conjunto para trazer a qualidade global de um
plano de aula. Isto, por sua vez, determinará a eficiência da utilização do tempo de aula e os
objetivos de aprendizagem alcançados.
Um bom plano de aula, que funcionaria bem tanto para professores como para alunos, deve incluir
os seguintes elementos.
1. Detalhes da aula
Indique o que é a lição e a aula que você vai ensinar. Os detalhes devem incluir a unidade, número
da aula, período da aula e o tópico a ser tratado durante a aula.
2. Objetivos da aula
Os objetivos da lição funcionam como o núcleo de todo o plano. Definir objetivos direcionados pela
lição é a parte mais importante que o guiará para alcançar o que é esperado da classe. Escreva
cuidadosamente três ou quatro dos objetivos mais relevantes que os alunos deverão atingir até ao
final da lição. Os objetivos devem ser SMART (Specific, Measurable, Achievable, Realistic e Time-
bound) e escritos na perspectiva do aluno.
3. Material didático
Liste as ferramentas que você vai usar para facilitar o aprendizado, atraindo a atenção dos seus
alunos. Os materiais de ensino devem ser adaptados ao ambiente de aprendizagem, bem como aos
níveis de aprendizagem dos estudantes. Desde imagens, flashcards, desenhos, folhas de parede,
gráficos e diagramas até objetos reais, o professor deve anotar apenas o que a lição vai usar.
4. Procedimento da aula
As fases da sessão de aula são como a estrutura da aula. O procedimento de aula deve procurar
harmonizar as seguintes etapas principais de uma lição:
Fase de Qualificação – Na qual você deve compartilhar, em uma única frase, como preparar os
alunos para a nova aula.
Apresentação – Tenha pelo menos três passos focados para introduzir o conteúdo da lição destacada
no framework. A apresentação deve desenvolver para captar a atenção dos alunos conforme você
martelo em seus objetivos de lição.
Pratica – Você pode dividir esta etapa em métodos controlados, orientados e gratuitos. Escreva uma
frase indicando como cobrir cada tipo.
5. Avaliação
A fase de avaliação tem duas categorias:
Avaliação – Escreva como determinar se os alunos alcançaram os objetivos definidos no início da
lição. Você pode ter perguntas para os alunos responderem por escrito, ou oralmente, dê missões
para casa ou qualquer coisa que explique em que medida os alunos alcançaram os objetivos da aula.
Auto avaliação – Você, como professor, deve levar um tempo para refletir sobre sua aula depois de
terminá-la. Escreva como as coisas correram durante a aula. Os objetivos da aula foram bem
alcançados? Caso contrário, que mais tem de ser feito para atingir os objetivos da aula?
6. Tempo
Durante sua aula, para uma gestão de tempo eficiente, especifique o tempo que cada etapa levará e
se comprometa com o prazo. Se possível, tenha um tempo específico ao lado de cada etapa, tarefa
ou atividade.
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O sucesso na carreira começa quando contamos com uma metodologia de ensino adequada aos
nossos objetivos e necessidades.
Essa é uma questão tão importante que há empresas que investem pesado no conceito de
Universidade Corporativa, por exemplo.
Da mesma forma que há metodologias de gestão, cada uma levando em conta um perfil de negócio,
as de ensino se prestam a diferentes objetivos.
Uma metodologia educacional é fundamental para apoiar a formação, principalmente nos casos em
que o aluno precisa de uma base teórica sobre certos assuntos.
Vamos falar sobre as mais importantes delas neste artigo.
Vá em frente na leitura e descubra o que os diferentes métodos de ensino podem fazer pelo
crescimento profissional e pessoal.
Confira os tópicos abordados:
O que é uma metodologia de ensino?
Qual é a importância das metodologias de ensino?
Principais tipos de metodologia de ensino
Benefícios das novas metodologias de ensino
Como colocar uma metodologia de ensino em prática de forma eficiente
Como escolher a melhor metodologia de ensino?
Qual é a melhor metodologia de ensino para adultos?
Acompanhe até o final para saber mais sobre os tipos de metodologia de ensino e aprendizagem.
O que é uma metodologia de ensino?
Metodologia de ensino aplicada em uma criança
Uma metodologia de ensino é importante para guiar o aluno em sua formação
Metodologia de ensino é o conjunto de técnicas e processos cujo objetivo é prover formação para
alunos em áreas do conhecimento específicas.
Por isso, há metodologias indicadas conforme o grau de instrução de cada um, bem como a proposta
pedagógica de cada instituição.
O Design Thinking, por exemplo, é mais adequado para quem trabalha em segmentos como os de
tecnologia do que para quem trabalha com Artes.
Embora toda metodologia educacional tenha um viés universal, quanto mais focada for a sua
aplicação, melhores tendem a ser os resultados.
Qual é a importância das metodologias de ensino?
A importância da metodologia de ensino adequada
As metodologias de ensino facilitam o aprendizado e empoderam o aluno
As novas metodologias de ensino têm como missão facilitar o aprendizado, empregando princípios
como o empoderamento do aluno nesse processo.
Em vez de simplesmente cumprir suas tarefas, crianças, adolescentes e adultos são estimulados a
propor soluções para problemas, pesquisar, debater e fazer experimentos.
Desse modo, tomam ciência sobre a relevância da sua participação para ampliar os saberes,
assumindo mais responsabilidades nessa dinâmica.
Mas a importância da metodologia de ensino vai além disso.
Professores também assumem novos papéis, agindo como facilitadores, não como únicos
detentores do conhecimento.
Eles apresentam diferentes maneiras para melhorar e adaptar as ferramentas de aprendizado aos
estudantes, reconhecendo suas peculiaridades.
Fica mais simples, então, para os alunos elaborarem suas próprias formas de reter conteúdos e
visualizarem a aplicação deles em problemas durante a rotina.
Nesse sentido, instituições e educadores que optam pelas novas metodologias de ensino apoiam o
corpo docente para que aja como protagonista, reforçando um comportamento proativo na busca
pelo aprendizado.
Ficam de lado as ideias engessadas sobre a simples transmissão de conhecimentos, e entram em
foco as reflexões rumo ao compartilhamento dos saberes.
Um adulto que se propõe a estudar, por exemplo, acumula uma série de informações práticas, mas
escolhe aprimorá-las ou, quem sabe, organizá-las para melhorar o resultado profissional.
Esse conhecimento prévio não deve ser ignorado pelo professor e, sim, usado para aperfeiçoar a
dinâmica de aprendizado, relacionando os conteúdos novos ao universo que o estudante já
compreende.
O mesmo raciocínio vale também para crianças e até bebês, que terão maior facilidade para
assimilar novas informações se elas forem apresentadas levando em conta as brincadeiras, objetos e
palavras conhecidas.
Principais tipos de metodologia de ensino
Metodologia de ensino sendo aplicada em quadro negro
Há diferentes tipos de metodologias de ensino, cada uma com características próprias
Os diferentes tipos de metodologia de ensino e aprendizagem atuais têm base no conceito de
inovação que, ao contrário do que o nome pode sugerir, não se restringe ao uso de novas
tecnologias.
Inovar pode ser definido como resolver um problema de um jeito diferente, englobando tanto as
ferramentas quanto os caminhos que levam a essa solução.
Ou seja, a inovação inclui técnicas que desafiam o status quo e propõem estratégias diferenciadas
para a aprendizagem.
Não é preciso se ater aos livros didáticos, tarefas em sala e em casa e conteúdos decorados.
Faz mais sentido se concentrar em maneiras de tornar o aprendizado mais simples e natural,
priorizando as necessidades e desejos do aluno.
Essas são algumas das características dos diferentes tipos de metodologia educacional que
apresentamos abaixo.
Metodologia de ensino tradicional
A metodologia do ensino tradicional se baseia nas interações em sala de aula (ou online) entre
professores e alunos.
Assim, o docente é o detentor do conhecimento, que é passado aos alunos pela transmissão de
conteúdos escritos, leituras e realização de exercícios.
Ao final do período letivo, os alunos são submetidos a avaliações escritas ou orais.
Nestas provas, eles podem responder a questões de múltipla escolha ou discursiva.
Seja qual for o tipo de avaliação, ela tem como objetivo quantificar em notas se os conteúdos das
aulas foram de fato assimilados.
Metodologia de ensino construtivista
Desenvolvida por Jean Piaget, a metodologia construtivista não toma como referência o professor: o
aluno é o agente principal do seu processo de aprendizagem.
Os professores, no caso, atuam como facilitadores, provendo os meios, conhecimentos e
ferramentas necessárias para que o aluno desenvolva seu potencial.
Por demandar um acompanhamento mais próximo, a metodologia do ensino construtivista trabalha
com turmas reduzidas, de modo que cada aluno seja orientado conforme suas necessidades.
Uma diferença para o método tradicional é que, no construtivismo, as avaliações deixam de existir.
Afinal, se cada um aprende dentro dos seus próprios termos, não faz muito sentido estimular a
competição.
Metodologia tradicional de ensino sociointeracionista
Já na metodologia sociointeracionista, o foco é o desenvolvimento do espírito de equipe.
Dessa forma, ela é toda baseada em atividades de grupo, nas quais os alunos são estimulados a criar
projetos e a interagir uns com os outros.
É uma forma de desenvolver também a capacidade de criar empatia e aprimorar a inteligência
emocional.
Seguindo a linha do método construtivista, os professores atuam mais na linha de facilitadores,
tutelando o processo de aprendizagem coletivo.
Metodologia de ensino freiriana
A metodologia do ensino de Paulo Freire popularizou-se mundo afora por ter conseguido
verdadeiras proezas pedagógicas, como fazer crianças aprenderem a ler e escrever em um dia.
De forma inédita e genial, o professor Freire criou um método de alfabetização que parte do aluno,
contrapondo-se ao modelo tradicional, chamado por ele de “bancário”.
Ele se desdobra em cinco fases, as quais são precedidas de três etapas:
Investigação: professor e aluno buscam por temas e palavras que façam parte do contexto de vida
do aluno e sua comunidade
Tematização: as palavras são analisadas a fundo, de maneira a atribuir-lhes significado
Problematização: o processo estimula o aluno a tomar consciência sobre o mundo e a formar suas
próprias ideias.
Metodologia de ensino Montessori
A metodologia de aula montessoriana, assim como a de Paulo Freire, toma como base três pilares:
Educar para a paz: em que o processo pedagógico estimula o respeito mútuo
Educar pela ciência: usa os conceitos científicos para orientar e educar
Educação cósmica: em que o aluno aprende a respeitar o meio ambiente e a natureza.
Ainda que se pareça com os métodos tradicionais, no montessoriano há diferenças de abordagem
significativas.
Nele, o aluno também é agente da própria formação, sendo o professor um observador do processo,
intervindo apenas quando necessário.
O ambiente é preparado para dar a eles os estímulos para aprender, a começar pela disposição dos
objetos em sala, que servirão de material de trabalho.
Metodologia de ensino Waldorf
Enquanto a maioria dos métodos de ensino utilizam materiais didáticos tradicionais, como livros e
materiais escritos, na metodologia de aula de Waldorf, os recursos são mais variados.
Os alunos podem aprender a partir de aulas de dança, música e até de tricô.
Desde que ajude a desenvolver a liberdade e o senso de moral, quase toda prática é bem vinda.
O método privilegia o convívio social que, na abordagem de Waldorf, deve ser desenvolvida antes do
ensino de matérias teóricas.
Por essa razão, a Unesco o considera um dos mais inclusivos, já que respeita as diferenças e a
diversidade no ambiente escolar.
Metodologia de ensino Reggio Emilia
Na Itália arrasada no pós-guerra, não havia escolas, materiais e professores suficientes para atender
à demanda por educação nas escolas básicas.
Foi nesse contexto que o professor Loris Malaguzzi decidiu inverter totalmente o processo,
colocando as crianças como protagonistas do processo de ensino nas escolas da província de Reggio
Emilia.
Contando com a ajuda dos pais, elas é quem decidiriam o que iam ensinar, o que por si só já é um
aprendizado.
Em outras palavras: a base do método é aprender ensinando e ensinar aprendendo.
Metodologia de ensino Pikler
Embora seja um dos tipos de metodologia de ensino e aprendizagem, há quem prefira chamar de
abordagem.
O sistema foi criado por Emmi Pikler para educar crianças de até três anos.
Ela também se desenvolveu no pós-guerra, na Hungria, e tem como princípio o desenvolvimento
psíquico, motor e das habilidades corporais dos alunos.
Também estimula o contato entre professores e alunos, de maneira a estreitar os laços afetivos e a
desenvolver a cognição por meio de cuidados com higiene e alimentação.
É ainda uma resposta aos métodos tradicionais, os quais, segundo Pikler, “amarram” os alunos às
carteiras, impedindo seu pleno desenvolvimento.
Metodologia de ensino How-to-live
“Como viver” é a tradução do termo How-to-live, nome da metodologia de aula criada pelo
pedagogo indiano Paramahansa Yogananda.
Os alunos aprendem com base em atividades do dia a dia, tais como limpeza, conservação e
jardinagem, além de exercícios de yoga e pelo contato com a natureza.
Ele se baseia em quatro pilares para o aprendizado, que se conectam nas aulas: ciência mental,
social, corporal e espiritual.
As atividades buscam também criar no aluno o senso de disciplina, orientando-o para a necessidade
de ter horários para comer, dormir, trabalhar e estudar.
Metodologias de ensino ativas
Anteriormente, comentamos que a escola tradicional vê os professores como transmissores de
conhecimento, enquanto os alunos são meros receptores.
As metodologias ativas desafiam essa ideia, colocando o estudante no centro da dinâmica de
aprendizagem por meio de recursos que o despertam para a ação.
Daí vem o nome desses métodos, que favorecem uma postura ativa por parte do aluno, em vez do
tradicional comportamento passivo.
Para isso, são empregadas práticas como a aula invertida, que altera o momento de apresentação de
um novo conteúdo.
Em vez de o primeiro contato com ele acontecer em sala de aula (ou durante uma aula virtual, no
caso de Educação a Distância – EaD), ocorre antes disso.
Geralmente, um material prévio é liberado à classe através de e-mail ou plataformas como os
ambientes virtuais de aprendizagem (AVA), com orientações básicas a respeito do assunto estudado.
Vídeos, áudios, jogos, infográficos, exercícios práticos e textos podem integrar essa primeira
experiência, que será aprimorada durante a aula.
Por sua característica, fica evidente a importância da metodologia de ensino ativa.
Ao chegarem à sala, os alunos trazem suas dúvidas, debatem e comparam respostas sobre o tema
proposto, tornando esse período mais dinâmico e divertido.
Estudos de caso, resolução de problemas e desafios são outras técnicas que fazem parte do rol de
opções dentro das metodologias ativas de aprendizagem.
Também são comuns as atividades em times, que partem da divisão da classe em grupos para que
eles encontrem soluções colaborativas e fortaleçam o espírito de equipe.
Metodologia de ensino das inteligências múltiplas
A teoria das Inteligências Múltiplas aceita que cada aluno tem um tipo de inteligência, e todas
devem ser respeitadas.
Desenvolvida pelo cientista, neurologista e psicólogo Howard Gardner, ela parte do entendimento
segundo o qual cada um de nós se enquadra em nove tipos distintos de inteligência.
Gardner o desenvolveu também como uma resposta aos testes de QI, que podem medir o intelecto,
mas não todas as manifestações da inteligência humana.
Vem daí o termo Inteligências Múltiplas, que podem ou não ser desenvolvidas ao longo da vida,
dependendo do estímulo recebido.
Fatores genéticos contribuem para que alguém tenha predisposição para tocar um instrumento
musical, por exemplo, mas não bastam: é necessário que haja um ambiente favorável para que essa
aptidão se desenvolva.
Instituições de ensino e educadores vêm investindo nessa nova compreensão para avaliar seus
alunos, tendo em mente que todos possuem habilidades e capacidades distintas.
Assim, em vez de utilizar avaliações padronizadas, os estudantes são analisados sob o prisma de
cada tipo de inteligência, uma vez que todas elas são importantes para sua evolução