HEFSIBA
INSTITUTO SUPERIOR CRISTÃO
LICENCIATURA EM PSICOLOGIA CLÍNICA
CADEIRA: PSICODIAGNÓSTICO
Idalina Siade Joao
Juleca Maria Marasse
Quitéria Almeida Fernendo
SÍNDROME ESQUIZOFRÊNICA
MOCUBA
2024
HEFSIBA
INSTITUTO SUPERIOR CRISTÃO
LICENCIATURA EM PSICOLOGIA CLÍNICA
CADEIRA: PSICODIAGNÓSTICO
Idalina Siade Joao
Juleca Maria Marasse
Quitéria Almeida Fernendo
SÍNDROME ESQUIZOFRÊNICA
Docente:
Dr. Dionísio Cabral
MOCUBA
2024
Sumário
I. INTRODUÇÃO ........................................................................................................ 4
1. Definição de esquizofrenia ........................................................................................ 5
1.1. Sintomas da Esquizofrenia .................................................................................... 5
1.1.1. Sintomas Positivos ............................................................................................. 5
1.1.2. Sintomas Negativos ........................................................................................... 6
1.1.3. Sintomas Cognitivos .......................................................................................... 6
2. Etiologia (Causas da Esquizofrenia) ......................................................................... 7
2.1. Factores Genéticos ................................................................................................. 7
2.2. Factores Ambientais .............................................................................................. 7
2.3. Alterações Neurobiológicas ................................................................................... 7
3. Factores de Risco ...................................................................................................... 8
4. Complicações ............................................................................................................ 8
5. Diagnóstico................................................................................................................ 9
5.1. Avaliação Psiquiátrica ........................................................................................... 9
5.2. Critérios Diagnósticos ........................................................................................... 9
5.3. Exames Complementares ...................................................................................... 9
6. Conduta ................................................................................................................... 10
6.1. Tratamento ........................................................................................................... 10
6.2. Medicação ............................................................................................................ 10
6.3. Terapias Psicológicas .......................................................................................... 10
6.4. Apoio Social e Familiar ....................................................................................... 10
6.5. Impacto na vida dos pacientes e famílias ............................................................ 10
6.5.1. Desafios para os Pacientes ............................................................................... 11
6.5.2. Desafios para as Famílias ................................................................................ 11
6.6. Superando o Estigma ........................................................................................... 11
II. CONSIDERAÇÕES FINAIS .............................................................................. 12
III. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ................................................................ 13
4
I. INTRODUÇÃO
A esquizofrenia é um dos transtornos mentais mais complexos e enigmáticos
que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Este distúrbio, caracterizado por uma
profunda desconexão com a realidade, influencia diretamente a forma como os indivíduos
percebem o mundo ao seu redor, interagem com as outras pessoas e entendem suas
próprias emoções e pensamentos. A importância de estudar e compreender a
esquizofrenia não se limita apenas à esfera clínica, mas também envolve questões sociais,
econômicas e culturais, dado o impacto significativo que o transtorno tem sobre os
indivíduos, suas famílias e a sociedade como um todo. A esquizofrenia é um grande
problema de saúde pública em todo o mundo. O transtorno pode afetar os jovens no
momento exato em que estão estabelecendo a sua independência e pode ter como
resultado incapacidade e estigma durante toda a vida. Em termos de custos pessoais e
econômicos, a esquizofrenia encontra-se entre os piores transtornos que afetam a
humanidade.
A esquizofrenia afeta aproximadamente 1% da população mundial e ocorre na
mesma proporção em homens e mulheres. Nos Estados Unidos, a esquizofrenia é
responsável pelo afastamento de uma em cada cinco pessoas que solicitam dias de
despensa no seguro social, bem como por 2,5% dos gastos com todo o serviço de saúde.
A esquizofrenia é mais frequente do que a doença de Alzheimer e a esclerose múltipla.
Neste trabalho, será explorada etiologia, os factores de risco, as complicações
e a conduta recomendada na gestão da esquizofrenia, além de fornecer uma visão geral
sobre seus sintomas, diagnóstico e tratamento, as principais características da síndrome
esquizofrênica, suas possíveis causas, métodos de diagnóstico, opções de tratamento e o
impacto geral na vida dos pacientes.
5
1. Definição de esquizofrenia
A esquizofrenia é um transtorno mental caracterizado pela perda de contacto
com a realidade (psicose), alucinações (é comum ouvir vozes), falsas convicções
(delírios), pensamento e comportamento anômalo, redução das demonstrações de
emoções, diminuição da motivação, uma piora da função mental (cognição) e problemas
no desempenho diário, incluindo no âmbito profissional, social, relacionamentos e
autocuidado.
A esquizofrenia é uma condição mental crônica e severa, pertencente ao espectro
das psicoses, na qual o paciente sofre uma fragmentação da mente. A palavra
"esquizofrenia" deriva do grego "schizo" (divisão) e "phren" (mente), refletindo a
dissociação entre os processos mentais, o que resulta em uma perda da unidade do
pensamento e da percepção.
[Link] da Esquizofrenia
Algumas pessoas com esquizofrenia podem apresentar uma diminuição da função
mental (cognitiva), às vezes já desde o começo do transtorno. Esse comprometimento
cognitivo dá origem a dificuldades de atenção, raciocínio abstrato e de resolução de
problemas. A gravidade do comprometimento cognitivo é um determinante primordial da
incapacidade global em pessoas com esquizofrenia. Muitas pessoas com esquizofrenia
estão desempregadas e têm pouco ou nenhum contato com familiares ou outras pessoas.
Os sintomas podem ser desencadeados ou agravados por eventos estressantes da
vida, como perda de um emprego ou término de uma relação amorosa. O uso de drogas,
incluindo o uso de maconha, também pode desencadear ou piorar os sintomas. Em geral,
os sintomas da esquizofrenia, podem ser:
1.1.1. Sintomas Positivos
Os sintomas positivos são aqueles que representam uma distorção ou exagero de
funções normais. Entre eles, destacam-se:
Alucinações: Experiências sensoriais sem estímulos externos reais, sendo as
alucinações auditivas as mais comuns. Os pacientes podem ouvir vozes que
comentam sobre suas ações, dão ordens ou mantêm conversas entre si.
6
Delírios: Crenças falsas e persistentes que não são sustentadas pela realidade. Os
delírios de perseguição, grandeza, ou controle (acreditar que seus pensamentos ou
ações são controlados por forças externas) são comuns em esquizofrênicos.
Pensamento desorganizado: Reflete-se na dificuldade em organizar
pensamentos de forma coerente, o que pode se manifestar através da fala
desconexa e incompreensível.
1.1.2. Sintomas Negativos
Sintomas negativos envolvem uma diminuição ou perda das funções emocionais
e sociais normais. Eles incluem os seguintes:
A redução das demonstrações de emoções (embotamento afetivo): é quando a
pessoa exibe pouca ou nenhuma emoção. A face pode parecer imóvel. A pessoa
faz pouco ou nenhum contato visual. A pessoa não usa as mãos ou a cabeça para
adicionar ênfase emocional ao conversar. É possível que coisas que normalmente
causariam riso ou choro não provoquem nenhuma reação.
Pobreza discursiva: é a diminuição da quantidade de fala. As respostas às
perguntas podem ser concisas (uma ou duas palavras), dando a impressão de um
vazio interior.
Anedonia: é a diminuição da capacidade de sentir prazer. A pessoa pode ter pouco
interesse nas atividades anteriormente realizadas e gastar mais tempo com
atividades sem objetivo.
Insociabilidade: é a falta de interesse em relacionar-se com outras pessoas.
1.1.3. Sintomas Cognitivos
Os sintomas cognitivos afetam a memória, a atenção e o raciocínio:
Déficit de Atenção: Dificuldade em manter a concentração e foco em tarefas
específicas.
Comprometimento da Memória de Trabalho: é a dificuldade de se concentrar,
recordar, organizar, planejar e resolver problemas. Algumas pessoas são
incapazes de se concentrar o suficiente para ler ou acompanhar uma história, um
filme ou um programa de televisão ou até mesmo seguir instruções.
Disfunção Executiva: Dificuldades em planejar, tomar decisões e solucionar
problemas.
7
2. Etiologia (Causas da Esquizofrenia)
A etiologia da esquizofrenia é multifatorial, ou seja, resulta da interação de
diversos factores que, juntos, predispõem o indivíduo ao desenvolvimento do transtorno
mas, ainda não completamente compreendida. Acredita-se que o desenvolvimento da
esquizofrenia seja o resultado de uma complexa interação entre fatores genéticos,
neurobiológicos e ambientais.
“A etiologia da esquizofrenia é multifatorial, envolvendo uma interação complexa entre
fatores genéticos, neurobiológicos e ambientais” (Andreasen & Black, 2011).
[Link] Genéticos
Estudos apontam que a predisposição genética desempenha um papel
significativo na esquizofrenia. A probabilidade de desenvolver o distúrbio é maior em
pessoas que têm parentes de primeiro grau (pais ou irmãos) com esquizofrenia. Pesquisas
de genética molecular identificaram várias regiões do DNA que parecem estar associadas
a um risco aumentado de esquizofrenia, embora nenhum gene isolado tenha sido
identificado como causa.
[Link] Ambientais
Os factores ambientais também são essenciais na etiologia da esquizofrenia:
Complicações no nascimento: Complicações pré-natais, como infecções durante
a gravidez ou desnutrição materna, têm sido associadas a um risco aumentado de
esquizofrenia.
Traumas Psicológicos: Experiências traumáticas na infância, como abuso ou
perda precoce de pais, podem ser gatilhos em indivíduos geneticamente
predispostos.
Uso de substâncias psicoativas: Drogas como a cannabis, especialmente quando
usadas na adolescência, têm sido associadas a um aumento do risco de
esquizofrenia, particularmente em indivíduos vulneráveis.
[Link]ções Neurobiológicas
Alterações na química cerebral, especificamente em neurotransmissores como
a dopamina e o glutamato, têm sido implicadas na esquizofrenia.
“A hipótese dopaminérgica sugere que o excesso de atividade dopaminérgica em certas
regiões do cérebro está associado ao desenvolvimento dos sintomas positivos da
esquizofrenia” (Tandon, Nasrallah, & Keshavan, 2009).
8
A hipótese dopaminérgica sugere que um excesso de atividade dopaminérgica
em certas regiões do cérebro contribui para os sintomas positivos da esquizofrenia. Além
disso, anomalias estruturais, como a redução de massa cinzenta em certas áreas cerebrais,
têm sido observadas em pacientes com esquizofrenia.
3. Factores de Risco
Além dos factores genéticos e ambientais, existem outros factores de risco que
podem predispor um indivíduo ao desenvolvimento da esquizofrenia:
Histórico Familiar: Ter um parente próximo com esquizofrenia aumenta
significativamente o risco de desenvolvimento do transtorno. Isso sugere uma
forte componente genética, embora a presença de genes de susceptibilidade não
garanta o desenvolvimento da doença.
“O histórico familiar é um dos fatores de risco mais significativos para a
esquizofrenia, com parentes de primeiro grau apresentando um risco muito maior
de desenvolver a doença” (McGrath et al., 2008).
Idade de Início: A esquizofrenia geralmente começa no final da adolescência ou
no início da idade adulta. O início precoce está frequentemente associado a um
curso mais grave da doença e pior prognóstico.
Estresse e Factores Psicossociais: O estresse, especialmente em um contexto de
vulnerabilidade genética, pode atuar como um gatilho para o início da
esquizofrenia. Além disso, o isolamento social, a pobreza e outras adversidades
psicossociais são frequentemente associados a um risco aumentado.
4. Complicações
A esquizofrenia é uma condição grave que pode levar a várias complicações se
não for tratada adequadamente:
Complicações Físicas: Pacientes com esquizofrenia apresentam um risco maior
de desenvolver condições físicas, como doenças cardiovasculares e diabetes,
muitas vezes como resultado de fatores como o estilo de vida sedentário, dieta
inadequada e os efeitos colaterais da medicação antipsicótica.
Suicídio e Comportamento Autolesivo: O risco de suicídio é significativamente
elevado em indivíduos com esquizofrenia. Estima-se que até 10% dos pacientes
com esquizofrenia morram por suicídio. O comportamento autolesivo também é
uma preocupação importante, exigindo monitoramento constante e apoio
adequado.
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“Pacientes com esquizofrenia têm um risco elevado de suicídio, com estimativas
sugerindo que até 10% dos indivíduos com esquizofrenia morrem por suicídio”
(Insel, 2010).
Deterioração Social e Funcional: A esquizofrenia pode levar a uma deterioração
significativa nas habilidades sociais e funcionais do paciente. Isso pode resultar
em dificuldades para manter relacionamentos, emprego e outras atividades da vida
diária. O isolamento social é comum e pode agravar o curso da doença.
“A deterioração funcional e social é uma das complicações mais debilitantes da
esquizofrenia, muitas vezes levando ao isolamento social e à incapacidade de
manter emprego ou relacionamentos” (van Os, Kenis, & Rutten, 2010).
5. Diagnóstico
Diagnosticar a esquizofrenia é um processo complexo que requer uma
avaliação abrangente. Não há um teste de laboratório específico para esquizofrenia; o
diagnóstico é feito principalmente com base na observação clínica dos sintomas e no
histórico médico do paciente.
[Link]ção Psiquiátrica
O diagnóstico começa com uma entrevista clínica detalhada para identificar
sintomas psicóticos, negativos e cognitivos. É importante diferenciar a esquizofrenia de
outros transtornos mentais, como o transtorno bipolar, depressão com características
psicóticas, ou distúrbios do espectro do autismo.
[Link]érios Diagnósticos
Os critérios para diagnóstico, conforme descrito no DSM-5 (Manual Diagnóstico
e Estatístico de Transtornos Mentais), incluem a presença de dois ou mais sintomas
principais (como delírios, alucinações, ou discurso desorganizado) por um período
significativo de tempo, com um impacto negativo nas áreas de vida diária, como trabalho,
relações interpessoais e autocuidado.
[Link] Complementares
Embora os exames de imagem, como a ressonância magnética, não sejam
utilizados para diagnosticar a esquizofrenia, podem ser empregados para descartar outras
condições médicas que podem causar sintomas psicóticos, como lesões cerebrais ou
tumores.
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6. Conduta
[Link]
A esquizofrenia é tratável, mas é uma condição crônica que requer cuidados
contínuos. O tratamento visa controlar os sintomas, melhorar a qualidade de vida do
paciente e minimizar as recaídas.
[Link]ção
Os antipsicóticos são os principais medicamentos usados no tratamento da
esquizofrenia. Eles ajudam a reduzir os sintomas positivos, como delírios e alucinações.
Os antipsicóticos de segunda geração, como a risperidona e a olanzapina, são
frequentemente preferidos devido ao seu perfil de efeitos colaterais mais favorável em
comparação com os de primeira geração. Contudo, esses medicamentos podem causar
efeitos adversos como ganho de peso, diabetes, e efeitos extrapiramidais, como tremores.
“Os antipsicóticos são a base do tratamento para a esquizofrenia, ajudando a controlar os
sintomas positivos como delírios e alucinações” (Murray et al., 2017).
[Link] Psicológicas
Além da medicação, as terapias psicológicas desempenham um papel crucial no
manejo da esquizofrenia. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é eficaz para
ajudar os pacientes a reconhecer e modificar padrões de pensamento distorcidos, lidar
com os sintomas e melhorar o funcionamento diário. A reabilitação psicossocial, que
inclui habilidades de vida diária e programas de emprego assistido, é vital para ajudar os
pacientes a se reintegrarem na sociedade.
[Link] Social e Familiar
O apoio da família e de redes sociais é fundamental no tratamento da
esquizofrenia. Programas de psicoeducação familiar ajudam os familiares a entender a
doença e a melhorarem suas habilidades de comunicação e resolução de problemas.
Grupos de apoio também fornecem um espaço para pacientes e familiares compartilharem
experiências e estratégias de enfrentamento.
[Link] na vida dos pacientes e famílias
A esquizofrenia é uma doença que causa um impacto profundo em todas as
esferas da vida do paciente. A doença pode levar a uma diminuição significativa na
capacidade de trabalhar, estudar e manter relacionamentos sociais. O estigma associado
11
à esquizofrenia também é um fator de grande peso, muitas vezes resultando em
discriminação e isolamento social.
6.5.1. Desafios para os Pacientes
Para os pacientes, a esquizofrenia pode resultar em uma experiência de vida
limitada, marcada por internações frequentes, dificuldades em manter um emprego e
relacionamentos instáveis. A falta de compreensão sobre a doença por parte da sociedade
pode agravar o sofrimento psicológico e emocional dos indivíduos afetados.
6.5.2. Desafios para as Famílias
As famílias dos pacientes com esquizofrenia enfrentam desafios significativos,
incluindo o fardo do cuidado, a necessidade de monitorar os tratamentos e a dificuldade
em lidar com os comportamentos e crises psicóticas do paciente. O estresse contínuo pode
levar ao esgotamento emocional e, em alguns casos, à ruptura de laços familiares.
[Link] o Estigma
A luta contra o estigma é uma parte essencial da jornada de tratamento para a
esquizofrenia. A educação pública e campanhas de conscientização são necessárias para
desmistificar a doença e promover uma maior aceitação e inclusão dos indivíduos
afetados pela esquizofrenia na sociedade.
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II. CONSIDERAÇÕES FINAIS
A síndrome esquizofrênica é uma condição que exige uma abordagem
abrangente e multidisciplinar para o seu manejo eficaz. Embora a esquizofrenia
permaneça um desafio significativo tanto para a medicina quanto para a sociedade,
avanços na ciência e no tratamento têm permitido que muitos pacientes vivam vidas mais
plenas e significativas. A compreensão, o suporte e a empatia são elementos cruciais para
ajudar aqueles que sofrem de esquizofrenia a superarem os obstáculos impostos pela
doença e a alcançarem uma maior qualidade de vida. A luta contra o estigma e a promoção
da inclusão social são igualmente importantes para garantir que os indivíduos com
esquizofrenia possam se integrar e contribuir de forma plena na sociedade.
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III. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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de Transtornos Mentais (5ª ed.). Arlington, VA: American Psychiatric Publishing.
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Ciências do Comportamento/Psiquiatria Clínica (11ª ed.). Filadélfia: Wolters Kluwer.
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pesquisa sobre esquizofrenia: A ascensão do paradigma da interação gene-ambiente.
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Instituto Nacional de Saúde Mental (NIMH). (2020). Esquizofrenia. Recuperado de
[Link]
[Link]
mental/esquizofrenia-e-transtornos-
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