DIRETRIZES PARA PROJETO
COMERCIAL
CONTEMPORÂNEO
Profa Emmanuelle Matos
A experiência de compras está cada vez mais complexa. Com tantas alternativas e
conveniências à disposição, como atrair os clientes para sua empresa e estimulá-los a
comprar seus produtos e serviços?
É nesse momento em que a Arquitetura Comercial, junto com o Design de Interiores,
entra em cena.
Arquitetura
Comercial é o
projeto de edifícios e
estruturas para uso
comercial.
O arquiteto
comercial maximiza
a funcionalidade dos
espaços,
combinando design
de interiores e
tecnologias de
ponta para atender
às necessidades de
um determinado
negócio.
Quando pensamos em projetos de arquitetura comercial – restaurantes, lanchonetes, bares, cafés lojas,
supermercados, shoppings, entre outros – o objetivo principal é a interação com o consumidor.
No entanto, para que isso seja feito de maneira efetiva, é preciso que o arquiteto tenha noções mínimas de
marketing, pois é preciso desenvolver um espaço que seja bonito, acolhedor e atraente a ponto de despertar no
cliente em potencial o desejo de adquirir um produto ou serviço ofertado.
Tudo isso, é claro, considerando a cultura organizacional da empresa e aumentar a eficiência operacional do
estabelecimento.
Por exemplo, uma loja precisa ser organizada e confortável de modo a influenciar o cliente em potencial a
consumir. Já um restaurante ou café, precisa ter (além da boa comida e serviço eficiente) uma atmosfera
convidativa, para que o cliente se sinta bem naquele ambiente e queira voltar.
Centro comercial Alegro Sintra / Chapman Taylor + BOOST studio
Shopping Villa da Pipa / Teófilo Otoni Arquitetura
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Seja uma rede de fast-food com seu grande “M” amarelo ou uma loja de departamento num
shopping center, a Arquitetura Comercial pode estimular o consumo, melhorar a experiência do
cliente e valorizar o produto ou serviço que está sendo vendido.
Lado a lado com o Design de Interiores, a disposição do espaço, o tom da iluminação e até
mesmo as peças do mobiliário são elementos que interferem diretamente na nossa experiência em
qualquer ambiente.
Qual a função do arquiteto neste tipo de
projeto?
Além de ser responsável por projetar, coordenar, executar e acompanhar as obras, o
arquiteto busca capturar esteticamente a cultura organizacional e aumentar a eficiência
operacional do projeto.
Para determinar se o projeto é viável e atende às normas de segurança, o arquiteto
comercial geralmente trabalha com outros profissionais, como engenheiros, encanadores
e eletricistas.
Diretrizes de projeto
1. Favorecer a experiência do cliente
A maneira como o mobiliário é disposto deve levar em conta o espaço por onde o cliente
transita e quais pontos de contato ele terá com a marca nesse caminho. Cada pequena
interação é uma oportunidade de negócio e, através da distribuição espacial, a Arquitetura
Comercial ajuda a potencializá-las.
Certas características do ambiente, como paleta de cores e iluminação, despertam
sensações específicas no cliente. Cheiros e sons também fazem parte do pacote, e nos levam
a associar certas experiências com a marca.
Além de melhorar a acessibilidade, isso pode aumentar o movimento e o tempo que o cliente
fica nas lojas.
2. Readequação de imóveis antigos
Ao lado dos elementos de design de interiores, o arquiteto comercial deve levar em
consideração a localização do empreendimento. Às vezes, já existe uma construção no
lugar desejado e reformá-la sai mais em conta do que começar do zero.
Alguns prédios têm importância histórica e cultural para a comunidade no entorno.
Nesses casos, reformá-los e adequá-los para novos propósitos faz mais sentido do que
demoli-los.
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3. Estimular o consumo de produtos e serviços
Espaços bem organizados e produtos de qualidade já não são suficientes para estimular o
consumo. O cliente contemporâneo é exigente e demanda experiências cada vez mais
pessoais, personalizadas e com atenção aos detalhes.
Mas como a Arquitetura Comercial pode viabilizar isso? Além de incorporar a identidade visual
da empresa de maneira marcante, um projeto bem pensado ajuda os clientes a trilhar o
caminho dos seus objetivos comerciais.
Seja aumentar o número de vendas, movimentar um produto parado ou subir o valor médio
gasto pelo cliente, esse ramo da Arquitetura estimula o consumo de produtos e serviços.
4-DIRETRIZES DE SUSTENTABILIDADE NA ARQUITETURA
3.1-ISO 14001:1996
3.2-Avaliação de conformidade
3.3-Certificação e Indicadores de Sustentabilidade dos edifícios
3.4- NBR 15575
Atmosfera d ponto de venda
Kotler (1973-1974) introduziu o conceito de atmosfera do ponto de venda para descrever o
planejamento consciente do espaço e de suas qualidades sensoriais especiais, visando produzir
efeitos emocionais específicos no comprador que aumentem sua probabilidade de compra, termo
que vem sendo utilizado por outros pesquisadores (BITNER, 1992; DONOVAN et al, 1994;
BARDZIL; ROSENBERGFER, 1996; TURLEY; MILLIMAN, 2000; GATTO, 2002; ZORRILLA, 2002;
ESPINOZA; D ́ANGELO; LIBERALI, 2005; MARTAU; LUZ, 2010; EBSTER; GARAUS, 2011). Em
síntese, atmosfera é o conjunto de elementos que influenciam os possíveis compradores através
do estímulo dos sentidos humanos; as características das lojas, a disposição dos produtos e dos
expositores, os materiais de acabamento, a temperatura, os aromas, os sons e até o público que
transita no ambiente contribuem para que o consumidor se sinta estimulado - ou não - a comprar
(BLESSA, 2003; KOPEC, 2010; PARENTE, 2011; EBSTER; GARAUS, 2011).
layout
O termo layout, de origem inglesa, significa plano, traçado, esboço, arranjo, esquema. Em
arquitetura, é utilizado quando se fala da disposição ou arranjo físico de determinado ambiente. O
layout determina o zoneamento e a funcionalidade, influenciando a forma como as atividades vão
se desenvolver ao estabelecer áreas de uso e circulações
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Open mall
Conceito vindo dos Estados Unidos nos anos 80, os Open Malls estão ganhando força no
mercado brasileiro. A tendência mundial, que está recriando os shoppings centers e
transformando-os em centros comerciais a céu aberto, além de ser uma solução
arquitetônica que viabiliza a redução de custos de manutenção, é uma opção que
resulta em um espaço mais agradável ao público.
O consumidor está cada vez mais interessado em
uma interação com o meio ambiente. Esse novo
formato de centro comercial, com uma estrutura
mais aberta e com mais áreas de convivência
verdes, proporciona ao público uma sensação de
estar passeando ao ar livre, porém com a mesma
segurança e conforto que os shoppings centers
oferecem.
O projeto paisagístico é um dos grandes
diferenciais dos Open Malls. Além de
estar aliado à sustentabilidade, os
espaços são agradáveis, geralmente,
bem arborizados, com jardins e espelhos
d’água. Assim, além de oferecer um
espaço interessante ao público, esse
empreendimento também reduz custos
com manutenção, devido ao
aproveitamento de ventilação e luz
natural com a criação das áreas verdes.
Os Open Malls ainda agregam as
funções que os shopping centers
tradicionais contêm, como praças de
alimentação, opções de entretenimento
e serviços, procurando atender às
necessidades mais rotineiras dos
consumidores.
protgugal
[Link]
tipologias/definicao-de-centro-comercial/3
[Link]
PARA A ENTREGA SEGUIR O PROGRAMA
DE NECESSIDADES E SEQUÊNCIA DE
DESENHOS APRESENTADO AQUI
[Link]
urb_uvv_-_open_mall_-_carla
Para hoje (23/03): começar desenvolver
em sala de aula:
PESQUISAR LEGISLAÇÃO PARA TERRENO DO PROJETO (INDICAR NA PLANTA DE SITUAÇÃO
DO PROJETO)
DEFINIR FLUXOGRAMA DE ACORDO COM O PROGRAMA DE NECESSIDADES (DEFINIDO)
FAZER ESTUDOS DE CASO (3 ESTUDOS)
Para próxima aula (30/03): visita técnica
Iguatemi, das18:00 às 20:00h.
Ponto de encontro à definir no grupo.
Para aula (06/04): começar desenvolver
em sala de aula:
ESTUDO DE FLUXOS, SETORIZAÇÃO E PLANTA EXPLODIDA.
ATIVIDADE VIA TEAMS.!
Para aula (13/04) ORIENTAÇÃO DE
PROJETO
Para aula (20/04) ORIENTAÇÃO DE
PROJETO
Para AV1: 27/04
PESQUISAR LEGISLAÇÃO PARA TERRENO DO PROJETO (INDICAR NA PLANTA DE SITUAÇÃO
DO PROJETO)
DEFINIR FLUXOGRAMA DE ACORDO COM O PROGRAMA DE NECESSIDADES (DEFINIDO)
FAZER ESTUDOS DE CASO (3 ESTUDOS)
APRESENTAR VOLUMETRIA
ESTUDO DE FLUXOS, SETORIZAÇÃO E PLANTA EXPLODIDA.
APRESENTAR ESTUDO DE INSOLAÇÃO E VENTILAÇÃO NO TERRENO.