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Grafite: Arte e Expressão Urbana

O documento apresenta um roteiro para um trabalho sobre grafite, abordando sua definição, origem e importância como manifestação artística. O grupo de pesquisa busca entender o significado dos grafites nas cidades e como eles refletem questões sociais, além de planejar uma apresentação com depoimentos de um grafiteiro. A expectativa é que o público veja os muros de forma diferente, reconhecendo a arte e a expressão que eles representam.

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Grafite: Arte e Expressão Urbana

O documento apresenta um roteiro para um trabalho sobre grafite, abordando sua definição, origem e importância como manifestação artística. O grupo de pesquisa busca entender o significado dos grafites nas cidades e como eles refletem questões sociais, além de planejar uma apresentação com depoimentos de um grafiteiro. A expectativa é que o público veja os muros de forma diferente, reconhecendo a arte e a expressão que eles representam.

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O QUE OS MUROS DIZEM – APRESENTAÇÃO (VÍDEO,

N1 E N2)
A partir das pesquisas realizadas, foi feito um roteiro das falas que vão ser
abordadas em cada uma das etapas do trabalho.

- APRESENTAÇÃO DA N1
- Dinâmica dos grafites
Perguntar sobre a diferença entre pichação e grafite (apresentar uma imagem
de pichação e outra de grafite) e perguntar sobre o que eles acham que o
grafite expressa?
CATHARINE: A arte do grafite nada mais é que uma manifestação artística,
que acontece em espaços públicos. A produção é materializada em muros e
paredes que compõem o ambiente urbano por meio de tinta em spray.
Os grafiteiros expressam narrativas da cidade, questões diversas que
atravessam a realidade social, propondo críticas e reflexões por meio das
formas, cores e traços nos muros. Junto a outras expressões artísticas, o
grafite faz parte da cultura popular do hip hop, que traduz as vivências da rua
por meio da arte.
Além disso, o grafite também é formado por diferentes estilos e técnicas que
possuem características específicas, como o:
3D style: que consiste em pinturas em três dimensões que utilizam efeitos de
preenchimento de luzes, sombras, contornos e profundidade;
Throw up ou Bombs: que é usado em pinturas rápidas, com formato
arredondado e letras gordas;
Free style: que apresenta estilo livre na hora da criação;
Grafite Reverso: que cria imagens temporárias ou semi-permanentes
limpando superfícies sujas.
PIETRA OLIVIERI: A origem do grafite é super antiga. O jeito como
conhecemos hoje, começou a tomar forma nos anos 1960. Tudo começou
quando Cornbread, um jovem da Filadélfia, decidiu escrever seu nome por toda
parte — para impressionar uma garota! Logo depois, outros jovens como Julio
204 e TAKI 183 fizeram o mesmo em Nova York, espalhando suas
“assinaturas” por bairros inteiros. TAKI ficou tão famoso que até saiu no New
York Times em 1971, e acabou inspirando uma geração inteira de novos
“grafiteiros”.
Então, nessa mesma época, estudantes nos EUA e na Europa começaram a
usar grafite como forma de protesto político, fomentando a arte que nos anos
1970, em Nova York, viraria algo ainda maior: obras mais elaboradas nos
metrôs, cheias de cor, estilo e criatividade.
Já no Brasil, a cidade de São Paulo se tornou cenário de ascensão do grafite
em meio à urgência de produzir diferentes expressões que falavam sobre
opressões e mazelas sociais. O período da ditadura militar evidenciou o desafio
de fazer arte também pelos grafiteiros, já que a prática do grafite era
considerada ilegal. A busca por expressar as aflições sociais sempre esteve
associada ao fazer grafite.
PIETRA ROCHA: Como tema central para o trabalho de Introdução à
Publicidade e Propaganda, escolhemos falar sobre o grafite, mais
precisamente sobre o que os muros tem a dizer. A ideia surgiu através de uma
reunião com o grupo, no intervalo de aula da Fecap. Ficamos sentados na área
de convivência no 1°andar do bloco C e notamos os diversos grafites que
estavam estampados nos prédios do centro da cidade. A partir dali, houveram
algumas hipóteses para dar andamento ao trabalho de pesquisa, como
procurar entender qual era o real significado por trás dessas ilustrações, o que
motivava seus artistas e se é uma arte compreendida pela maioria da
população. Será que incomoda? Ou muitas vezes passa despercebida?
Para a primeira parte do trabalho, tivemos Catharine responsável pela direção
e roteiro do vídeo de apresentação, Ricardo como editor, Beatriz e Pietra
Olivieri como designers do cartaz, Fernanda e Pietra Rocha como
pesquisadoras e redatoras do tema para as apresentações e Andressa ficou
responsável por entrar em contato e buscar mais informações com o grafiteiro
convidado.
Nossas expectativas para a apresentação são baseadas em trazer análises
sobre os grafites, através de pesquisas e depoimentos do grafiteiro que estará
presente no dia e que nos permitirá realizar uma pequena imersão no mundo
do grafite.
Nosso objetivo é fazer com que vocês olhem para os muros com outros olhos,
se coloquem na posição de grafiteiros e enxerguem uma nova forma de se
expressar através de diferentes estilos e técnicas de grafite.

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