RESOLUÇÃO DE CASOS E EXAMES
DIREITO REIAS – EXAME
a) ------------------------------------------------------------------------- – F
b) ------------------------------------------------------------------------- – F
c) ------------------------------------------------------------------------- – V
d) ------------------------------------------------------------------------- – V
e) ------------------------------------------------------------------------- – F
f) ------------------------------------------------------------------------- – V
g) ------------------------------------------------------------------------- – V
h) -------------------------------------------------------------------------- – F
i) -------------------------------------------------------------------------- – F
j) -------------------------------------------------------------------------- – V
k) -------------------------------------------------------------------------- – V
l) -------------------------------------------------------------------------- – V
m) --------------------------------------------------------------------------- V
n) -------------------------------------------------------------------------- – V
o) -------------------------------------------------------------------------- – V
p) -------------------------------------------------------------------------- – V
q) -------------------------------------------------------------------------- – V
r) – R: MANKENDA VERÓNICA MBALE GUGÚ
DIREITO REAIS, 2.ª PROVA
1. R: Face a situação, Fatimagul não terá qualquer relevância no
caso, ou seja, será uma terceira alheia a situação, tendo em
conta que a coisa, já não faz parte da sua esfera jurídica, uma
vez que por meio de doação da coisa a sua irmã, transfere para
esfera jurídica desta, tanto a propriedade da coisa, como a sua
posse, nos termos do art.º 1267.º n.º 1 al. c) e 940.º n.º 1,
ambos do CC
2. R: Neste caso, não obstante o lapso de tempo da posse de
Sortudo, sendo a coisa um bem móvel não sujeito a registo,
este apenas teria uma tese de defesa, caso sua posse fosse
titulado e de boa fé, como previsto no art.º 1299.º do CC, ou
ainda se independemente da boa fé e do título, tivesse durado
seis anos.
3. R: Os tipos de posse existentes na hipótes eprática são: posse
titulada e de boa fé (quanto a posse da Irmã de Fatimagul), nos
termos do art.º 1259.º n.º 1 e 1260.º n.º 1 e 2 ambos do CC;
posse de boa fé de Sortudo, no momento em que encontra o
fio, por desconhecer que lesava dieitos de outrem nos termos
do n.º 1 do art.º 1260.º do CC, e por outro lado, posse não
titulada e de má fé (art.º 1260.º n.º 2 parte final do CC) e
pacífica (art.º 1261.º do CC).
4. R: Em caso de Fatmagul intentar uma acção de restituição de
restituição provisória da posse, o juíz, ainda assim, manteria o
fio (a coisa) sobre a posse de Sortudo, pelo facto de Fatimagul
não ter legitimidade para intentar uma acção de defesa da
posse, nos termos do art.º 1281.º n.º 2 do CC.
DIREITO DA FAMÍLIA
I CASO
R: Na presente hipótese prática, para a satisfação da pretenção de
Laurinda, a mesma deverá intentar junto do Tribunal, junto da sala de
família uma Acção de Divórcio Litigoso, nos termos do art.º 97.º do
CF, faculdade esta, que pode ser intentada por uma das partes
sempre por causa grave ou duradoura (no caso, a infedelidade de
Pedro Hospital Pedro, esteja comprometida a comunhão de vida
dos cônjuges e impossibilitada a realização dos fins sociais do
casamento.
II CASO
R: Relactivamente a esta situação, tendo em conta a posição que
ocupava no relacionamento, Helena Alfredo, deverá intentar uma
Acção de Reconhecimento de União de Facto por Morte ou Roptura,
disposto no art.º 122.º do CF.
III CASO
R: No que tange a esta situação hipotética, os cônjuges poderão
intentar junto do Tribunal, uma Acção de Divórcio por Mútuo Acordo,
tal como estipulado no art.º 83.º à 96.º do CF.
IV CASO
R: Para que Solanje não perca o seu direito sobre o bem imóvel, esta
deverá intentar uma Acção de Reconhecimento de União de Facto
por Roptura, previsto nos termos do art.º 97.º do CF.
SEGUNDA PROVA
1- R: A família tradicional africana caracteriza-se de forma mais
extensiva e abrangente, de modo que não considera apenas
um vínculo existente entre Pais e filhos, como família exclusivo
e os demais como parentes, mas antes abrange todos os graus
do parentesco como família excluisiva.
2- a) R: Entre ambos, estabelece-se um parentesco na linha
colateral, do 5.º grau, como primos do 2.º grau. (vide art.º 13.º
do CF).
b) R: Neste caso, não haveria nenhum impedimento realactivo,
pois os impedimentos relativos ao parentesco, estabelecem-se
apenas entre o parentesco e a afinidade na linha recta, e o
parentesco do segundo grau da linha colateral, nos termos das
alíneas a) e b) do art.º 26.º do CF. Logo, não abragendo
nenhuma destalimitações, podem ambos contrair matrimônio.
c) R: Entredo ambos, estabelece-se um parentesco do sexto
grau do linha colateral. (art.º 13.º do CF)
3 - a) R: O tipo de adopção no caso sub judice é uma Adopção
Inipessoal, nos termos do art.º 207.º do CC, tendo como fudamento
o consentimento dos progenitores naturais, segundo o disposto no
art.º 201.º do CC. Trata-se de uma Adopção Unipessoal, pelo facto
da adopante substituir-se à mãe do progenitora, exercendo de forma
excluisiva a autoridade paternal sobre o adptante.
b) R: Após a adopção, sendo ainda irmãos germanos, entre
ambos continua estabelecida o parentesco do segundo grau da linha
colateral. (art.º 9.º, e n.º 3 do art.º 12.º, ambos do CF).
c) R: Não obstante a adpção, existe uma laço que uni o adoptado
dos parentes da adoptante, facto este, previsto nos termos do art.º
198.º n.º 2 do CF, segundo o qual o laço de parentesco derivado da
filiação adoptiva é extensivo aos descendentes do adoptado e aos
parentes do adoptante.
DIREITO PROCESSUAL ADMINISTRATIVO
I GRUPO
a) R: O recurso tutelar consiste na impugnação dos actos administrativos
praticados por entendidades sujeitas à tutela e superintendência de um
orgão de outra pessoa colectiva competentte para exercer estes poderes,
nos termso do art.º 10.º, 11.º e 256.º do CPA.
b) R:
c) R: Os actos administrativos praticados pelos tribunais e Assembleia
Nacional são apenas materialmente administrativos, porque estes não
são orgãos administrativos propriamente ditos, logo, não produzem actos
administrativos por excelência.
2. R: