MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
COLÉGIO PÚBLICO NIMI YA LUKENI
TRABALHO DE BIOLOGIA
A SIDA
Nome: Joana Dala Mateus
Nº 35
Turma: R4
Sala: 05
Classe 8ª
Turno: Tarde
Docente
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Isabel Assureira
Luanda/2025
ÍNDICE
INTRODUÇÃO...................................................................................................................... 2
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ........................................................................................ 3
A ORIGEM DA EPIDEMIA DE HIV/AIDS....................................................................... 3
FORMAS DE TRANSMISSÃO ........................................................................................... 4
SOLUÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA O HIV ................................................................. 5
CONCLUSÃO........................................................................................................................ 6
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.................................................................................. 7
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INTRODUÇÃO
SIDA significa síndrome de imunodeficiência adquirida. É um conjunto de
sinais e de sintomas que aparecem pela deficiência do sistema imunitário, que vai
ficando com menos capacidade de resposta ao longo da evolução da doença. Pode surgir
após a infecção por VIH.
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FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
O agente etiológico é o agente causador da doença, aquele que desencadeia os
sinais e sintomas de determinada enfermidade. O termo agente etiológico pode ser
usado em substituição a patógeno. Vírus, bactérias, protozoários, fungos, platelmintos e
nematelmintos são alguns exemplos de agentes etiológicos.
HIV é a sigla em inglês para Human Immunodeficiency Virus. SIDA significa
Síndrome da Imunodeficiência Humana Adquirida. É um conjunto de sinais e sintomas
bem definidos que podem surgir em indivíduos com a infecção pelo VIH.
A doença foi identificada em 1981, mas ela é um bocado mais antiga. Ela surgiu
a partir de um vírus chamado SIV, encontrado no sistema imunológico dos chimpanzés
e do macaco-verde africano. Apesar de não deixar esses animais doentes, o SIV é um
vírus altamente mutante, que teria dado origem ao HIV, o vírus da aids.
SIDA é a fase mais avançada da infecção por HIV, quando temos um sistema
imunitário enfraquecido, com doenças oportunistas. SIDA significa Síndrome da
Imunodeficiência Adquirida e é causada por VIH (Vírus da Imunodeficiência Humana),
sendo a fase final da infecção.
Deste modo, HIV tem de penetrar, em primeiro lugar, no organismo, em
seguida, ocorrer a progressão da infecção para uma doença crónica que enfraqueça o
sistema imunitário para que, por fim, ocorra o aparecimento de doenças oportunistas
perante a fraqueza do organismo. Nessa altura, ocorre a SIDA.
A ORIGEM DA EPIDEMIA DE HIV/AIDS
A Sindrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS) foi reconhecida em meados
de 1981, nos EUA, a partir da identificação de um número elevado de pacientes adultos
do sexo masculino, homossexuais e moradores de São Francisco ou Nova York, que
apresentavam sarcoma de Kaposi, pneumonia por Pneumocystis carinii e
comprometimento do sistema imune.
Os primeiros casos de sida que a medicina registou deram-se efectivamente nos
EUA em 1981, e dois anos depois foi descoberto o seu agente causal, o vírus da
imunodeficiência humana (VIH). Um grupo europeu de cientistas confirmou, num estudo
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publicado na revista Science, a origem concreta de um dos tipos de vírus de
imunodeficiência humana, o VIH 1, causador da sida. A história do VIH foi reconstruída
com as sofisticadas técnicas matemáticas da evolução molecular, baseadas na comparação de
sequências de ADN (ou ARN, a molécula irmã que o vírus utiliza para armazenar
informação genética).
O HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana) é o vírus responsável por
desencadear a aids. Trata-se de um retrovírus com genoma de RNA que pertence à
família Retroviridae e gênero Lentivirus. Ele afecta, principalmente, os linfócitos T
CD4+, mas pode afetar também outras células, tais como monócitos e macrófagos.
FORMAS DE TRANSMISSÃO
As principais formas de transmissão do HIV são: sexual, por relações homo e
heterossexuais; sanguínea, em receptores de sangue ou hemoderivados e em UDIV; e
perinatal, abrangendo a transmissão da mãe para o filho durante a gestação, parto ou por
aleitamento materno.
Além destas formas mais frequentes há também a transmissão ocupacional, por
acidente de trabalho em profissionais da área da saúde que sofrem ferimentos pérfuro-
cortantes contaminados com sangue de pacientes com infecção pelo HIV e, finalmente,
há oito casos descritos na literatura de transmissão intradomiciliar nos quais não houve
contacto sexual nem exposição sanguínea pelas vias classicamente descritas.
A principal forma de exposição no mundo todo é a sexual, sendo que a
transmissão heterossexual através de relações sem o uso de preservativo é considerada,
pela OMS, como a mais frequente do ponto de vista global. Na África sub-Sahariana é a
principal forma de transmissão.
HIV pode acelerar o envelhecimento das artérias, provocando enfartes cardíacos
ou acidentes vasculares cerebrais (AVC). O aumento da pressão arterial e o aumento do
colesterol também contribuem para a doença cardiovascular.
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SOLUÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA O HIV
Segundo Ramos, existem hoje 30 medicamentos disponíveis para o tratamento
do HIV, que costumam ser combinados em três. “Com um único remédio, a pessoa
melhora durante seis meses, aí o vírus fica resistente e tudo volta atrás. Com três
medicamentos ao mesmo tempo, a probabilidade de resistência fica muito baixa”,
explica. O avanço no tratamento fez com que o diagnóstico de Aids deixasse de
representar quase uma sentença de morte para os portadores do HIV. “Se a pessoa faz o
diagnóstico precoce e começa a tomar os remédios no momento adequado, sem falhar,
não morre mais de Aids”, afirma.
Uso de preservativos, masculino ou feminino, em todas as relações sexuais;
Uso de seringas e agulhas descartáveis;
Não compartilhar materiais perfuro cortantes;
Controle do sangue e derivados para uso em transfusões;
Adoção de cuidados na exposição a material biológico;
Quem tem a doença deve refazer exames médicos a cada seis meses e praticar
relações sexuais sempre com preservativo. “Não só para não transmitir o vírus para
outras pessoas, mas para evitar que quem já tem o vírus pegue outras doenças
sexualmente transmissíveis (DSTs), o que iria sobrecarregar o sistema imunológico”,
ressalta Moacir. No restante, a vida de uma pessoa com Aids é normal. “Pode correr,
pode subir montanha, pode trabalhar normalmente, pode fazer academia. Não muda
nada na vida”.
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CONCLUSÃO
Portanto, a sida (síndrome da imunodeficiência adquirida) é uma doença causada
por um vírus, o vírus da imunodeficiência humana (VIH, ou HIV na língua inglesa) que
ataca o sistema imunitário do nosso organismo, destruindo a nossa capacidade de defesa
em relação a muitas doenças. O doente infectado pelo VIH fica progressivamente débil,
frágil e pode contrair várias doenças que o podem levar à morte. Estas doenças
normalmente não atacam as pessoas com um sistema imunitário que funcione bem, pelo
que são designadas por “doenças oportunistas”.
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Sida - Ministério da Saúde
Origem da epidemia de HIV - Monografias Brasil Escola
Vírus da imunodeficiência humana (VIH) | SNS24
Sida surgiu no Congo da década de 1920 – Expansão
O agente causador da doença
SIDA e HIV são a mesma coisa
Aids: o que é, causas, sintomas, tratamento, prevenção cura - Mundo Educação
Efeitos e sintomas de HIV a longo prazo - VIHDA